sábado, 13 de março de 2021

Universalização da Vacinação


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Henrique Abrão


O maior erro do plano nacional de vacinação foi concentrar somente nas mãos incompetentes do Estado Brasileiro o monopólio dessa atribuição, sem permitir que a iniciativa privada o fizesse, corrigenda feita agora a destempo pelo Congresso Nacional.


Israel aplicou em mais de metade de sua população a vacina, e o Chile (País vizinho) ultrapassou todos os números entregando aos laboratórios a iniciativa de pelo menos cinco tipos diferentes de vacina. No Brasil, terra do atraso, e de muita discussão inócua, no início apenas a vacina chinesa em parceria

com o Instituto Butantã.


Porém começam agora a aparecer nítidos sinais da explosão do surto que poderia ser controlados houvesse a universalização da vacinação.


E mais uma falha do governo: impor um plano etário de vacinar pelos mais idosos. Afinal de contas quem trabalha, presta serviços essenciais, está nas ruas e nos escritórios são os trabalhadores, e se eles pegarem a moléstia e falecerem quem proverá o sustento familiar?


Em caráter plural a ideologia da patologia levou o Brasil ao caos. A disputa política ferrenha traduziu a insensibilidade, aliada à incompetência somada à corrupção, falo isso não como observador do terreno mas lamentando que milhares de vidas poderiam ser salvas e não o foram pelo Estado leniente e prevaricador.


Fazemos sim parte do Brics e todos os Países, exceção do continente africano, produzem os insumos da vacina. Um consòrcio seria o ideal para que trezentos milhões de doses de vacina viessem ser produzidas e ou compradas. Basta de espera, de incompetência e de jogar com a vida alheia.


É inadiável que planos de saúde, laboratórios, hospitais, a iniciativa privada

como um todo possam imediatamente comercializar o produto que salva vidas. Apenas para que se tenha uma idéia do que acontece mundo afora os EUA. Compraram mais de cem milhões de doses da vacina Jonhson ela pede apenas dose única e como disse o presidente norte americano Biden para que estejamos bem é necessário que o mundo também assim se comporte.


Um governo que se intitula liberal e de mercado preza a concorrência e luta pela disputa não deveria centralizar a vacinação ou se humilhar a ponto de querer comprar do governo

do estado de São Paulo. O foco é deveras distinto e bem mais interessante se desde já toda a iniciativa privada lance mão de sua estrutura e nos próximos dez dias tragam cem milhões de doses de vacina para o País e com isso não haverá aplicação por idade mas ampla, geral e irrestrita do menor ao mais velho, sem que tenhamos amarras ou limitações provenientes da irracionalidade estatal.


Carlos Henrique Abrão é Doutor em Direito Comercial pela USP com especialização em Paris, professor pesquisador convidado da Universidade de Heidelberg, autor de obras e artigos.

2 comentários:

aparecido disse...

O virus mata mosquito da dengue cura cancer e cura infarto...ninguém mais morre dessas doenças...porque não divulgam quantas pessoas morrem por dia no Brasil ???.. são 4800 mortes naturais por dia no pais... só depois disso é que se deve colocar nas costas do coronga...pessoas monstruosas que não merecem estar vivos entre humanos usam a doença para calculo politico e tomada do poder......mentem para o povo...divulguem as estatisticas corretas.. quantos morrem na totalidade e qual é a culpa do coronga nessa totalidade..

aparecido disse...

Desconfiem das vacinas chinesas... depois delas a doença explodiu.. as vacinas aumentam a pandemia ??? cuidado... talvez a boa fé ocidental não funciona na China... e má fé é dolo...tem gente entregando virus e ainda cobrando isso...quando a gente entra em um restaurante a gente acredita que o dono do restaurante não põe veneno na comida.. isto se chama boa fé... cara ao direito ocidental...mas parece que a boa fé anda em falta no mundo....