quarta-feira, 14 de abril de 2021

Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão!


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Nicolau Maquiavel

Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos, não merece a liberdade. Merece a escravidão.

Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos, não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza.

Um povo cujas instituições, públicas e privadas, estão em boa parte corrompidas, não tem futuro. Só passado.

Uma nação, onde a suposta sociedade civil organizada não mexe uma palha se não houver a possibilidade de lucros, não é capaz de legar nada a seus filhos, a não ser dias sombrios.

Uma pátria, onde receber dinheiro mal havido a qualquer título é algo normal, não é uma pátria, pois nesse lugar não há patriotismo, apenas interesses e aparências.

Um país onde os poucos que se esforçam para fazer prevalecer os valores morais, como honestidade, ética, honra, são sufocados e massacrados, já caiu no abismo há muito tempo.

Uma sociedade onde muitos homens e mulheres estão satisfeitos com as sórdidas distrações, em transe profundo, não merece subsistir.

Só tenho compaixão daqueles bravos, que se revoltam com esse estado de coisas. Àqueles que consideram normal essa calamidade, não tenho nenhum sentimento.

Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão!

Nicolau Maquiavel foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Nasceu em 3 de maio de 1469, Florença, Itália e faleceu em 21 de junho de 1527, na mesma cidade. Foi influenciado por Leonardo da Vinci, Aristóteles e Platão.

2 comentários:

Sérgio Alves de Oliveira disse...

De fato,Maquiavel,fundador da ciência política moderna, e "pai" dos Três Poderes Constitucionais,deve estar dando cambalhotas de tristeza na sua tumbaao ver o que fizeram da sua fantástica obra.Inclusive usam a palavra "maquiavélico" como adjetivo para desmerecer e como pejorativo de qualquer coisa. Mas sempre só no sentido negativo. O trecho é uma sintese do que se tornou a maioria do povo do Brasil. Dessa mesma maioria que tem o poder de eleger quem quiser. E que geralmente são os piores. Por isso essa tal "democracia" é tão defendida pelos políticos,principalmente pelos que não valem nada."Ela" é o alimento "deles".

Anônimo disse...

Realmente, um empresário que se diz patriota, mas se volta contra o presidente quando vê o risco de seus lucros diminuírem pelas regras de isolamento da pandemia feitas pelos governadores e prefeitos, não honra seu país com uma contribuição cidadã e reforça a conspiração da esquerda.