segunda-feira, 3 de maio de 2021

A Comunicação velha acabou

 



Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por John Kirchhofer


É incrível como um jornal da tradição e tamanho do Estadão continue cego às evidências! Preso a um passado que se desmancha, frente a um presente que seus anacrônicos editores se negam a enxergar!

 

O mundo muda numa velocidade estonteante. A mídia impressa caminha para a falência. Nem o exemplo da editora Abril serviu para lhes abrir os olhos.

 

Acorda Estadão!

 

Bolsonaro não governará, nem indicará “rumos”, através de discursos eloquentes, retórica brilhante, embromação de longas palavras. Bolsonaro governará com a mais poderosa forma de liderança que o mundo conhece: O Exemplo e a Verdade!

 

Vocês são de um tempo em que a admiração por longuíssimos discursos, de uma, duas ou até três horas impressionava as massas e hipnotizava os jornalistas! Era o tempo do fanatismo aos discursos de Fidel Castro, Carlos Lacerda e Leonel Brizola!

 

Acorda Estadão!

 

Este tipo de comunicação ACABOU!

 

99% dos jornais erraram suas previsões sobre a possibilidade de vitória de Bolsonaro.

 

99% das televisões erraram em seus comentários sobre as chances de Bolsonaro vencer.

 

99% dos Institutos de Pesquisas apostavam que Bolsonaro perderia para qualquer candidato no segundo turno.

 

99% dos políticos e partidos deste país não acreditavam na possibilidade de Bolsonaro vencer as eleições.

 

99% dos jornalistas deste país zombaram de Bolsonaro e riram de suas fraquezas, quando, de forma franca e verdadeira, dizia que não conhecia de economia e iria deixar esta área estratégica nas mãos de um competente economista.

 

Todos quebraram a cara!

 

Achavam ridículo um candidato à presidência se apoiar numa citação bíblica para tocar sua campanha. Mas, ele continuou pregando perante multidões crescentes: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”

 

Nada mais verdadeiro que isso!

 

Jornais como o de vocês, do velho Estadão, continuam na anacrônica elaboração de editoriais de 1000, 2000 ou 3000 caracteres! 

 

Gastam papel em vão! Mas, estão sem saída. 

 

Isso porque se negam a acordar perante a nova política.

 

A política verdadeira. Aquela que nega a “articulação”. Que nega as mentiras. Que nega a “embromação”.

 

Acorda Estadão!

 

 

Tanto vocês quanto o jornal “O Globo” baixam desesperadamente o preço da assinatura de R$ 109,00 para R$ 29,00 reais, tentando vender jornal impresso por R$ 1,00 a edição, e não conseguem atrair os consumidores. Estão apavorados com a falência eminente da ex-gigante FOLHA DE S. PAULO? 

 

Acorda Estadão!

 

Não é baixando os preços e prometendo entrega gratuita que farão ressuscitar os Cadernos de Classificados, que chegavam a pesar mais de 1 Kg de papel impresso. Hoje, são só 300 gramas, caminhando para “Zero”.

 

Ninguém se sente satisfeito em gastar horas lendo um jornal escrito por professores, intelectuais, doutores, jornalistas, todos sem prática! Todos teóricos! Todos que compõem os 99% dos que apostaram contra a vitória de Bolsonaro! Viajantes de uma “Época” que ACABOU!

 

O povo está cheio de suas opiniões pessimistas!

 

O povo quer esperança! O povo só quer a VERDADE!

 

O povo já não se influencia pelas armações de seus jornalistas, que buscam unicamente arruinar o mandato de um Presidente eleito de forma democrática.

 

No editorial em que ofendem a imagem de nosso presidente, vocês afirmam a impossibilidade de ele dar “rumo” ao país. Se esse “rumo” significa fazer articulação, toma lá dá cá, ou maracutaias como em outros governos, certamente que esse “rumo” não vai acontecer. Podem apostar! 

Sou sincero em dizer, que não desejo o mal a tão tradicional órgão de imprensa. Mas, se puder lhes dar um conselho de leitor, lhes diria: Tomem outro rumo! 

 

John Kirchhofer é Engenheiro civil, especialista em Marketing pela ESPM no RJ.

2 comentários:

Anônimo disse...

Falência Iminente, não Eminente.
O jornal O Estado de S. Paulo foi vendido. não é o tradicional. Por acordo, apenas os editoriais ainda mantinham a linha antiga enquanto um Mesquita o redigia. Agora, até o editorial deixou de ser feito por alguém com sobrenome Mesquita. É liberal, que agora segue os postulados da esquerda globalista em todos os assuntos políticos e culturais e por isso ataca a atuação do liberal-conservador presidente Bolsonaro. Também não deve apoiar no poder um militar que se propôs a combater a agenda revolucionária, encampada pelos globalistas, quando ela estava quase completamente implantada à revelia da população.

Chauke Stephan Filho disse...

ERRATA: onde se lê "editoriais de 1000, 2000 ou 3000 caracteres", leia-se "editoriais de 1.000, 2.000 ou 3.000 palavras".