quarta-feira, 26 de maio de 2021

Em defesa da apuração pública dos votos


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Bruzundanga tem o vício histórico de inventar jabuticabas (que só existem aqui) ou de copiar “ideias fora do lugar” (supostos bons exemplos de fora que não se adaptam corretamente a nossa realidade). Um de nossos mais graves problemas é o modernoso esquema de votação por urnas eletrônicas com um processamento de dados que não pode ser auditado. Trata-se de um modelo de trâmite sigiloso eleitoral cujo resultado final o Judiciário nos obriga a aceitar como um dogma inquestionável. Em síntese: não temos transparência total eleitoral no Brasil. O Establishment, o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral não permitem e ainda reagem contra o aprimoramento no sistema de votação eletrônica - como a possibilidade de impressão do voto para posterior auditoria ou recontagem pública.

Infelizmente, como parece que gostamos de cultuar o esquema jabuticaba, uma minoria do Legislativo, com apoio explícito do Presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, luta para aprovar e implantar uma “solução”. A iniciativa parece excelente. Só que de boas intenções a burocracia tupiniquim está cheia. A Proposta de Emenda Constitucional 135, que institui a impressão do voto pela urna eletrônica, tem um defeito de origem, caso seja aprovada. A PEC é inadequada, porque apenas prevê uma “auditoria” do resultado de alguma urna, caso se acione a “Justiça” Eleitoral. Ou seja, a nova regra pode gerar duas consequências. Agravaria o problema da judicialização e pode alimentar mais polêmica sobre as supostas fraudes, sem garantir que elas sejam impedidas de ocorrer. Assim, do jeito que está redigida e proposta, a PEC 135 se mostra inútil.

A solução concreta e objetiva para a Transparência Total Eleitoral, garantindo a segurança do voto e do resultado final é a “Recontagem Pública dos Votos”. Isso pode acontecer desde que a urna eletrônica possa imprimir o voto em um recipiente separado e lacrado. Dessa forma, o resultado se torna automaticamente “auditável” pelo eleitor, sem necessidade de acionar o Judiciário (o TSE e seus tribunais regionais). A PEC 135 peca por não prever a obrigatória recontagem de 100% dos votos impressos pela urna eletrônica. A comparação entre os números do Boletim eletrônico da Urna e a recontagem física dos votos impressos é imprescindível para assegurar se a eleição foi limpa ou suja. Todo mundo sabe que o risco de fraude eleitoral não está na urna, que parece segura, mas sim no caminho virtual até a totalização final da votação. No meio deste caminho até o fim a “Justiça” Eleitoral nos obriga a aceitar o resultado como um dogma (inquestionável).

O eleitorado brasileiro precisa defender, com toda força, vigor e pressão, a apuração pública dos votos impressos pela urna para aprimorar o avançado modelo de votação eletrônica. Não basta que sejamos forçados a acreditar no dogmatismo do resultado da eleição por mera vontade dos magistrados eleitorais ou de membros do Poder Supremo. O ideal e imprescindível é um sistema que combine a votação eletrônica com impressão de voto e recontagem pública do que foi impresso, para análise comparativa objetiva. Se os números coincidirem, eleição limpa. Do contrário, repita-se o pleito em nome da honestidade. O País precisa de um mecanismo seguro de escolha dos seus governantes e representantes políticos. O resto é conversa fiada.

Por isso, seria recomendável que os deputados Paulo Eduardo Martins, Felipe Barros e Bia Kicis - que cuidam da comissão especial da PEC 135 - aprimorem o texto da proposta, para que preveja a imprescindível recontagem pública de 100% dos votos, em vez de ficar na mão de uma “auditoria” que pode ou não ser autorizada pela “Justiça” Eleitoral. Vamos fazer a coisa certa, e não a errada... #prontofalei!

 








 

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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Maio de 2021.

9 comentários:

Anônimo disse...

Á BURRICE E INCOMPETENCIA AS SABOTAGENS E MARACUTAIAS DO BOZOLIXO SÕ MOSTRAM QUE QUEM ACREDITA QUE UM FDP,FAIXA PRETA DE KARATE JUNTO DE 40 SEGURANÇAS E CENTENAS DE PUXA SACO CONSEGUI LEVAR UMA PREGADA NO BUCHO DESFERIDA POR UM BUNDÃO QUALQUER... MAS É ASSIM QUE A MAÇONARIA AGE DESDE 2.000 ANOS CONTA AESTÓRIA E OS IMBECIS ACRDITAM... QUE SABE ESSA CAGADA ELS AINDA RSOLVAM DESMENTIR...

ARS disse...

Se tiver voto impresso, como é que os oligarcas e corruPTos vão poder continuar mamando os recursos públicos? Assim não dá...

Loumari disse...

Arnold Schwarzenegger deja a la audiencia sin palabras con este INSPIRADOR DISCURSO

https://www.youtube.com/watch?v=g22EspAYhIE

Anônimo disse...

Em defessa do voto não auditável - ROBERTO BARROSO.

Se o risco for a judicialização que é a aflição do Barroso - só para conceder a ele o benefício da dúvida - então, proceda-se à contagem manual. Não vejo nenhum problema. Ninguém precisa ter um resultado em uma hora. A trasnparência e a lisura das votações são absoluta prioridade.

Anônimo disse...

"Se os números coincidirem, eleição limpa. Do contrário, repita-se o pleito em nome da honestidade."

Do contrário, vale a contagem manual, urna fraudada. A força policial ou miltar tem que estar presente para que ninguém mexa com as urnas.

Anônimo disse...

O correto seria voltarmos a contar votos no papel, sem nenhuma interferência eletrônica, como era antes dessa urna eletrônica. Isso daria muito mais trabalho aos contadores de votos, e também aos fraudadores.

Mas embutir isso na cabeça dos babuínos é como explicar física quântica a um porco-espinho. Chance ZERO de se concretizar.

Assim sendo, estou literalmente CAGANDO E ANDANDO pra qualquer "PEC-PEC" que modifique a tal "apuração eletrônica dos votos", visando auditorias. A máquina vai continuar a contar, o fraudador só terá de apertar alguma tecla em algum computador suspeito e algum magistrado supremo referendar, para a fraude passar a valer mesmo com milhares de "comprovantes" dizendo o contrário. Qualquer um que venha propagandeando uma inutilidade dessas, está somente fazendo propaganda eleitoral antecipada, como adora fazer um certo senhor bravateiro que inventa passeios de moto, helicóptero, jet ski, etc, com o povão, mas quando cobrado por trabalho, diz: "não tá contente tem o Lula em 2022!".

P.S.: Muito em breve a votação será pelo celular e assim, acabará de vez essa ladainha de "auditoria de votos". Sempre repito: votar pra quê mesmo? Só pra mantermos a ilusão de escolha, quando nossos "escolhidos" já foram escolhidos anteriormente?

bonne nuit!

Anônimo disse...

Paulo Brighet, no Conexão KGB, do Brasil Sem Medo, lembrou que Renan Calheiros começou sua vida política militando no PCdoB; todos os anos no aniversário do partido ele vai à tribuna do Senado e faz uma homenagem, ou seja, nunca renegou o partido.
O senador Humcerto, na CPI da Pandemia, ao interrogar com veemência se o governo havia providenciado a reunião de profissionais da saúde para enfrentar a pandemia em Manaus, foi desconcertado pela Dra. Mayra Pinheiro, que respondeu "Sim", que 357 profissionais de saúde foram deslocados de todo o Brasil e ficaram três meses pagos pelo Ministério da Saúde para socorrer Manaus.

Anônimo disse...

Na CPI da Pandemia, a Dra. Mayra Pinheiro foi a ÚNICA, dos que foram falar do trabalho do governo, que teve coragem de DEFENDER o que o governo vem defendendo desde março de 2020 sobre o tratamento precoce com hidroxicloroquina, respeitando a liberdade dos médicos de prescrever o tratamento que considerarem adequado.
Ela levou o protocolo do governo do PT para tratamento de chikungunya, que prescrevia 5 ANOS anos de hidroxicloroquina. Agora, a esquerda orquestra a condenação ao protocolo do governo, que recomenda 5 DIAS de hidroxicloroquina para Covid-19, como perigoso e sem comprovação científica.
Antes da CPI, o senador Randolfe Rodrigues chegou a propor condecoração aos médicos que adotaram o protocolo de uso da hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina para o tratamento precoce da Covid-19.

https://brasilsemmedo.com/randolfe-rodrigues-o-negacionista/





Há quase 300 estudos sobre a hidroxicloroquina e a versão atual da cloroquina tem menos efeitos adversos.

[QUININA TEM SIDO USADA PARA INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS DESDE 1889. Não está incluído na contagem ou percentuais do estudo, apenas como uma observação interessante.]

HCQ for Covid-19: real time analysis of all 295 studies
https://c19hcq.com





[Eric Clapton: "Para onde foram todos os rebeldes?"]

Eric Clapton após vacinação da Covid: "Eu nunca deveria ter me aproximado da agulha."
https://americasfrontlinedoctors.org/frontline-news/eric-clapton-after-covid-vaccination-i-should-never-have-gone-near-the-needle

Anônimo disse...

Correção: Paulo Briguet.