quarta-feira, 5 de maio de 2021

O Brasil precisa de “Civis Generais”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O maior inimigo do Brasil é o regime do Crime Institucionalizado, que promove a corrupção sistêmica, assegura a impunidade e consolida toda espécie de injustiça. Tudo sob comando do Estamento Burocrático e de seu Mecanismo. O curioso é que o famoso Establishment tupiniquim entra em um impasse e pode partir para a ignorância, pois não deseja a reeleição de Bolsonaro, não quer o retorno de Lula, porém não consegue viabilizar um fantoche para ser o candidato da “terceira via”. Batalhas de narrativas e a judicialização da politicagem tendem a se aprofundar, podendo gerar um conflito institucional e social que exigirá uma intervenção (provavelmente, militar).

A novidade perigosa é que o Brasil terá de enfrentar a conjuntura “bélica” sem uma adequada Lei de Segurança Nacional. O Supremo Tribunal Federal e o parlamento desejam revogar a que está em vigor desde 1983, não porque ela esteja ultrapassada e desatualizada, mas por motivos claramente ideológicos. Ontem, em votação simbólica, sem um debate aprofundado e sério, a Câmara dos Deputados aprovou (e segue para o Senado), o texto-base da tal “Lei do Estado Democrático”, sob a romântica justificativa de “proteção de liberdades e garantias fundamentais”. Na prática, a regra vai incluir 10 crimes em cinco capítulos do Código Penal, o que pode colocar mais combustível na guerra de narrativas e na judicialização da politicagem.

O regramento que revoga a LSN define crimes contra a soberania nacional, as instituições democráticas, contra o funcionamento delas e dos serviços essenciais, contra autoridade estrangeira ou internacional e contra a cidadania (inclusive o “atentado ao direito de manifestação”). Os novos crimes listados serão: 1)Insurreição: tentar, com emprego de grave ameaça ou violência, impedir ou dificultar o exercício do poder legitimamente constituído, ou alterar a ordem constitucional estabelecida. 2) Golpe de Estado: funcionário público civil ou militar tentar depor o governo constituído ou impedir o funcionamento das instituições constitucionais. 3) Conspiração: duas ou mais pessoas se associarem para a prática de insurreição ou golpe de Estado. 4) Atentado à autoridade: atentar contra a integridade física do presidente ou o vice-presidente da República ou os presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, do Procurador-Geral da República; ou contra as autoridades correspondentes dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Também se prevê punição rigorosa para “Sequestro e cárcere privado contra as autoridades acima”.

Parece que a nova legislação antevê o risco de radicalização violenta no País. De fato e concretamente, as instituições já foram rompidas no Brasil e o problema se torna mais grave com o aprofundamento da guerra de todos contra todos os poderes. Potencializada pelas medidas erradas no gerenciamento da pandemia do vírus chinês, a crise econômica precisa ser estancada e superada, urgentemente. Do contrário, a radicalização política, o sentimento de revolta popular e a falência das pessoas, famílias e empresas, com fatos objetivos de miséria, fome, desemprego e falta de perspectivas boas de vida, geram as pré-condições para uma guerra civil - já em andamento sob o aspecto de explosão de violência, sobretudo contra os mais pobres.

O Brasil é um País cheio de passivos estruturantes. Os regimes “progressistas” (sociais democratas e comuno-socialistas) aparelharam a máquina estatal para “roubar” recursos dos impostos ou o dinheiro investido pelos fundos de pensão, em sotisticadas negociatas com empresas “estatais” (de economia mista) e gigantes privados sócios do Estado. Nosso Capimunismo Rentista ruiu. O endividamento estatal saiu de controle, com a gastança, utilização ou apropriação criminosa dos recursos públicos e privados.

As manifestações gigantescas de 1° de maio de 2021 demonstraram que parcela expressiva da população (no mínimo, mais de 30%) não aceita mais o sistema vigente. A Constituição Federal não atende mais às exigência de gestão do Estado. O Poder Supremo se mostra acima de tudo e de todos os poderes. O brasileiro não se reconhece como cidadão pleno, e se rende à estadodependência. A economia tem dificuldades para retomar e decolar, porque o Estado faliu (moral e estruturalmente), apesar dos sucessivos recordes de arrecadação. O balanço fiscal é fechado com base em dinheiro emprestado. A guerra de narrativas empurra a sociedade para um conflito irremediável.

Nos bastidores, os militares advertem que não permitirão que o País mergulhe em uma guerra civil. As Forças Armadas prometem impedir que a desordem prevaleça, quando a situação atingir níveis extremos, insuportáveis e violentos, de ameaça e afronta direta à segurança nacional. Os “poderosos” que prevaricam, corrompem e praticam ou são coniventes com crimes precisam ser enquadrados na Lei 1079/1950 - que prevê impeachment para as “autoridades”. É fundamental castrar iniciativas espúrias dos membros dos Poderes Supremo, Executivo, Legislativo, Judiciário e Militar. Ninguém aguenta mais a “judicialização da politicagem”. Quem deve dizer como a lei deve ser é o legislativo, legítimo representante eleito pelo povo. Por isso, a Reforma Política (a mãe das reformas) é fundamental e imprescindível.

O Brasil precisa de “Civis Generais”, com sabedoria de Maquiavel e Sun-Tzu, que liderem as transformações sociais para melhor. Basta de Fla-Flu ideológico. Isso e mera Guerra de Comunicação. O Povo não pode mais atuar como um Exército de Brancaleone. Tem de exercer seu Poder Originário, e fazer pressão pelas mudanças estruturais. Os incapazes precisam ser saídos da máquina pública. É hora de contundência legal e legítima. Já passou da hora de debater e elaborar o Projeto Estratégico de Nação. Para tudo isso, UNIÃO é fundamental. Que cada um seja um líder e colaborador atuante para o cumprimento dessa missão nada fácil.

Em meio à crise, com uma inútil CPI do Covidão no meio, vale celebrar uma vitória parcial da cidadania. O Presidente da Câmara Arthur Lira criou a Comissão Especial da PEC 135/19, que trata do voto impresso auditável. O movimento político, com forte apoio popular, para tornar as eleições seguras e transparentes no Brasil, conta com a oposição esquisita e ferrenha do Sistema da Tutela Federal e pelo Trâmite Sigiloso Eleitoral em vigor.

Notícia ruim e preocupante para o Brasil que precisa empreender e recuperar a atividade econômica? O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil deve subir os juros básicos da economia, para 3,5%. Os banqueiros estão festejando junto com seus rentistas. A zelite continua sugerindo que todos comamos brioche, enquanto parcela da população não tem o que comer ou vende o almoço para pagar a janta, sem direito a cafezinho da manhã e lanchinho da noite. O preço pela insensibilidade será cobrado, brevemente.

Por trás das mortes “por covid”

A perda do humorista niteroiense Paulo Gustavo, que ficou internado 56 dias, chama atenção para um problema da saúde brasileira que vai muito além da Covid.

O vírus que veio da China infectou o ator, mas a causa principal da morte dele (e de muita gente que acabou internada nessa pandemia) foi uma violentíssima bactéria - fatal porque resiste a todos os antibióticos.

Em geral, as infecções iatrogênicas (adquiridas no ambiente das unidades hospitalares) são uma grande causa real de mortes no Brasil, porém o assunto é tratado como tabu já que, em tese, questiona a qualidade até dos mais caros e sofisticados hospitais até os menos organizados da rede pública, muito embora a sepse não aconteça apenas no ambiente hospitalar.

Infecção generalizada é a principal causa de mortes nas UTIs do País, pois a chamada Sepse pode começar em um único órgão do corpo e comprometer o funcionamento do organismo.

Dados do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS) revelam que quase 60% dos brasileiros que adquirem a doença acabam morrendo - enquanto a média mundial é 30%.

Os números macabros: a estimativa anual de ocorrência de sepse atinge uma média de 670 mil casos por ano no Brasil, com um índice de 50% de mortes.

Ou seja, o Covidão tem um “colaborador” de peso para exterminar brasileiros

3 em 1 - Assista ao nosso comentário fisgado no programa de terça-feira: Adiamento de depoimento é um erro tático. https://pic.twitter.com/ZemDR4am2A

 

Veja a íntegra do programa em: https://www.youtube.com/watch?v=UT52KEATjwE&t=1545s

 

Observatório Estratégico



Assista ao programa que avaliou os fatos e os impactos da manifestação gigantesca do Dia do Trabalho - https://youtu.be/T24TJKYTUS8










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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Maio de 2021.

3 comentários:

Anônimo disse...

Projeto Real? Ora, até as pedras da rua sabem qual é o "projeto real" da Grande Quadrilha de LULARÁPIO se o povo incauto a recolocar no poder: ROUBAR O ERÁRIO, PARA ENRIQUECIMENTO PRÓPRIO E DOS COMPARSAS MUNDO AFORA, e distribuir migalhas ao povo faminto, tomando sempre o cuidado de impedir que saiam da miséria! Eis o "projeto" desses ladrões! PONTO FINAL.

ARS disse...

O CDC já divulgou que apenas 5,5% dos óbitos nos EUA foram exclusivamente por vírus chines. A esmagadora maioria foi por conta de comorbidades.
No Reino Unido, mais de 90% dos testes rápidos dão falsos positivos. Os EUA já haviam descoberto mais de 60% de resultados falsos.
A fraudemia é um verdadeiro sucesso de desinformação!

Anônimo disse...

"Por que, por que tantos homens jovens de hoje em dia, independentemente da sua dita "orientação sexual", falam com voz de mulher? É um mistério." (Olavo de Carvalho)

(Nota: há vídeos no Youtube dizendo que os comedores de soja ficam com expressão de idiotas - rosto de soja - que consiste em fazer caretas cômicas em vídeos e fotos, normalmente escancarando a boca e os olhos, que seriam o disfarce de uma personalidade fraca.)