terça-feira, 22 de junho de 2021

Poder Supremo tem agenda 2022 contra Bolsonaro

 


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Até 15 de novembro de 2022 (data prevista para um eventual segundo turno da próxima eleição presidencial no Brasil, Jair Messias Bolsonaro vai apanhar muito do Establishment, da oposição perdida e de entidades esquisitas, mantidas com grana transnacional, como os “Antifas” (grupo que, no nome, é anti-fascista, mas, na prática, utiliza práticas fascistas violentas em seus protestos). O objetivo do Estamento Burocrático é impedir a reeleição de Bolsonaro, também promovendo a sabotagem contra movimentos “conservadores” e pautas que preguem mudanças estruturais ou reformas do Estado Cleptocrático no Brasil. 

 

O Poder Supremo também demonstra que está “fechadinho” com os financiadores de campanhas internas e externas contra Bolsonaro, como é o caso de campanhas abertamente financiadas por metacapitalistas como George Soros. O próprio Twitter oficial do Supremo Tribunal Federal (@STF_oficial) divulgou ontem: “Em webnar, Fux fala sobre adesão do STF à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU. O presidente do Supremo afirmou que a #Agenda2030 e o STF têm, como mesma força motriz, a interconexão dos direitos fundamentais para a consolidação da cidadania”.

 

Tem algo muito errado nesse anúncio oficial do Poder Supremo. A perguntinha básica: É papel legítimo de uma Corte Constitucional soberana de um País aderir a uma agenda globalista (ou globalitária) das Nações Unidas? STF não é o Itamaraty (o Ministério das Relações Exteriores). Alguém já viu algum ministro da famosa Suprema Corte dos EUA aderindo, publicamente, a “causas” parecidas? Mais uma vez, o STF emite “posicionamentos” para demonstrar, simbolicamente, que é o Poder Soberano no Brasil. Trata-se de uma clara usurpação institucional, já que os 11 supremos-magistrados sequer têm representatividade eleitos para representar o País diplomaticamente.

 

O Poder Supremo também já se programou para intervir no processo eleitoral de 2022, caso o Congresso Nacional (vulgo Poder Legislativo) resolve aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 135) que institui a impressão do voto pela urna eletrônica para “auditoria”. Ontem, em visita de parlamentares ao TSE, o ministro Luís Roberto Barroso repetiu a tese de que as urnas eletrônicas são seguras, transparentes e auditáveis. Ou seja, os brasileiros são obrigados a acreditar no dogma da totalização final de votos inquestionável, mesmo que todos saibam que hackers são capazes de invadir qualquer sistema do mundo, inclusive aqueles considerados “super-seguros”.

 

A maioria do STF é contrária a qualquer mudança no mecanismo de escolha dos representantes políticos no Brasil. A próxima eleição será comandada pelo ministro Alexandre de Moraes - inimigo público de Bolsonaro e do “conservadorismo”. No movimento indireto de pressão contra a aprovação da PEC, o Corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, ordenou que o Presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades que tenham apontado irregularidades nas eleições eletrônicas no Brasil apresentem provas ou informações em até 15 dias.

 

Será que deu para entender por que o General de Exército Luís Carlos Gomes Mattos, Presidente do Superior Tribunal Militar, concedeu uma recente entrevista à Revista Veja? O General Mattos, na ativa e membro do Alto Comando do Exército, foi muito além das habituais “notas de repúdio” emitidas por militares, principalmente por oficiais na reserva. Mattos advertiu: “Quem está contra (Bolsonaro) logicamente vai esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente. Esses, na verdade, são os que não têm muito apreço pela democracia, os que defendem ditaduras e apoiam ditadores.”

 

Na prática, talvez o recado militar sirva para nada. Afinal, o Poder Supremo se considera e dá seguidas provas de estar “acima de tudo e de todos” no Brasil. Por isso, o Estamento Burocrático e seus agentes vão seguir investindo em discursos e decisões que acentuem e explorem a instabilidade emocional de Bolsonaro. A intenção é levá-lo a cometer um erro fatal que justifique a narrativa em favor de um impeachment - até agora inviável, porque o Presidente tem o “corpo fechado” por um acordo político com o Centrão do Congresso Nacional.

 

Ainda assistiremos a constrangimentos e conflitos institucionais inimagináveis até o desfecho da eleição 2022. A aposta do Establishment e do Poder Supremo é que Bolsonaro será derrubado por seu próprio desequilíbrio emocional e destempero verbal, com opositores e jornalistas (na maioria, escravos da mídia falida e funérea do Brasil). Só Bolsonaro pode reverter tal expectativa contra ele. Se vai ou não, o tempo vai mostrar até o distante desfecho do pleito de 2022, com ou sem voto impresso “auditável’ - o que é um equívoco. O correto e ideal seria que a urna eletrônica imprimisse o voto para ser 100% recontado, física e publicamente, por fiscais-eleitores. Infelizmente, mais uma vez, parece que o Brasil vai embarcar em mais uma “furada” que não garante a transparência total eleitoral.

 

Nada de anormal na lazarenta Bruzundanga - nação que não toma jeito! Notícias boas? Noventa milhões de doses de vacina contra Covid são aplicadas no País. A Economia segue bombando, para desespero dos pessimistas e sabotadores. Bolsonaro promete indicar um evangélico para o STF, mas será que isso vai adiantar alguma coisa?

 

Releia o artigo: Establishment Lazarento não quer mudança

 

Lazarentice - Perguntinha fatal da Janaína Paschoal: “Gostaria de saber o que Carlos Wizard fez, para ser buscado como Lázaro? Qual a acusação? Quais os indícios?”

 

Escondidinho - A Dama de Ferro também esculachou no Twitter: “O Lázaro tá igual a dinheiro de político em paraíso fiscal: Ninguém acha!”




#3em1 - Há muito a se debater no Brasil ao invés de fazer "minifestações" inúteis. Jorge Serrão analisa como as manifestações contra Bolsonaro foram pequenas, apesar de ainda terem espaço para crescer, e evidenciaram a incompetência, o despreparo e a falta de uma proposta eficiente da esquerda para mudanças no Brasil. - https://youtu.be/wBofYVhZPWc

 


Confira, também - Foi divulgado no último final de semana que o Brasil atingiu a marca de 500 mil mortes por COVID-19, sendo o segundo país do mundo com a maior taxa de óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos - https://youtu.be/weBuDpw3GK0

 










 

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Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 22 de Junho de 2021.

A Gastança dos Subdesenvolvidos com caças… Para nada!



Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira

 

Antes foi o Brasil com os gastos astronômicos inúteis na compra dos aviões Caça F-39 Gripen, da Suécia. Agora é a Argentina, com a encomenda que está fazendo dos caças chineses JF-17,considerados dos mais avançados do mundo.

 

Entre os dois países existem algumas coincidências  “históricas”comuns. Ambos estão na “merda” econômica  (mais os argentinos),e  parecem estar “competindo” pela primazia das respectivas forças aéreas na “pobre” América do Sul,alimentando a ganância econômica irrefreada  dos países e fabricantes estrangeiros.

 

Mas ao mesmo  tempo em que fazem essa competição imbecil  “aeronáutica” ,com caças adquiridos do exterior para suas próprias defesas ,outra equivalência entre eles, ”coincidentemente”, é   que  a qualidade de vida dos seus respectivos povos deixa muito a desejar ,e não é nada condizente com essas astronômicas aquisições através de verbas públicas, suportadas, evidente e invariavelmente, pelos  contribuintes, sujeitos passivos dos “terrorismos tributários” dos seus respectivos países.

 

Não consigo precisar até que ponto essas absurdas políticas de desperdício dos recursos dos povos brasileiro e argentino, dente outros, é lógico,  não seria apenas para  contentar os militares “subdesenvolvidos”, e suas  suas forças aéreas, os quais  provavelmente estariam “sonhando”, ou talvez querendo “fazer de conta”, que essas meias dúzias de caças mais sofisticados estariam garantindo os seus países contra eventuais invasões por outros países mais ricos ,ou militarmente mais potentes.

 

]Somente  para se ter uma ideia, durante os conflitos bélicos envolvendo aeronaves na 2ª Guerra Mundial (01.09.1939 a 02.09.1945),a produção  SEMANAL de aeronaves de combate, caças e bombardeiros, pelas Forças Aliadas, ou pela Alemanha, ou  pelo Japão, tão somente para recompor o número de aeronaves abatidas , supera em muito o número de caças (somados) agora adquiridos pela Argentina e pelo Brasil. Estão sendo comprados 36 caças suecos  F-39 Gripen pela FAB,e 12 caças  chineses JF-17,pela FAA, que parece reforçar a política de total submissão argentina aos interesses da China.

Não faz muitos anos que os arrogantes militares argentinos e sua “força aérea” foram completamente humilhados, desmoralizados e mesmo “despedaçados” pela Marinha, e por  “meia dúzia” de  caças do Reino Unido ,a partir dos seus porta-aviões, na Guerra pela disputa das Ilhas Malvinas, apesar dos argentinos estarem  “em casa”, e os britânicos separados por milhares de quilômetros de mar da sua “sede”. E se esse conflito tivesse sido com o Brasil, certamente o resultado teria sido o mesmo.

 

Isso significa que querer se “exibir”, se defender, ou atacar, com equipamentos e aviões cujas tecnologias não domina, sempre vai dar em desastre.


Quando vejo os números “relativos” das despesas com  instrumentos de defesa ou de guerra brasileiros, comparados às grandes potências econômicas, ou militares do mundo, só posso concluir da inutilidade absoluta desses gastos. Para fins exclusivamente de defesa, nenhuma ou muito  pouca diferença haveria entre o Brasil contar com  os caças suecos, ou com os seus “Super Tucano”, que têm certidão de nascimento e batismo brasileiros.

 

Resumidamente, na cabeça dos  militares e dos políticos, o Brasil não passa de “um pobre metido a rico”, com imenso sacrifício do seu povo.                                                                                  

 

Sérgio Alves de Oliveira/Advogado e Sociólogo.

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Establishment Lazarento não quer mudança


 

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Além da exploração das 500 mil mortes por Covid, a extrema mídia funérea passou o fim de semana se aproveitando de outra desgraça humana: a espetacular caçada policial ao serial-killer Lázaro Barbosa. O caso chama a atenção, novamente, para uma falha estrutural brasileira: o regramento excessivo e a aplicação deficiente da legislação penal que não pune os infratores e beneficia os criminosos. Um sistema judasciário lazarento (que promove rigor seletivo e perdão conveniente) facilita a vida dos Lázaros e de outros psicopatas. Lázaro será capturado, vivo ou morto a qualquer momento. Outros bandidos mais ou menos votados seguem se aproveitando da injustiça estrutural brasileira. A impunidade é natural ao regime do Crime Institucionalizado que controla, de fato, o Estado Brasileiro.

 

A campanha presidencial de 2022 começou precocemente. Ao Establishment interesse a pregação-previsão de que haverá uma polarização entre Jair Messias Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (reabilitado pelo Poder Supremo). Acontece que nenhum dos dois é o candidato do Estamento Burocrático - cuja prioridade é tirar Bolsonaro do poder, para dar uma travada, neutralizada ou sabotada no movimento que defende mudanças estruturais e reformas. Na verdade, o objetivo de colocar e deixar Bolsonaro e Lula no foco é para que ambos sofram o desgaste, até que se consiga fabricar uma candidatura “alternativa”. Bolsonaro apanha porque está no poder, e Lula é usado como “sparing” ofensivo. No momento oportuno, Lula será descartado facilmente, já que a corrupção está colada à imagem dele. A terceira via vai colar e emplacar? Muito cedo para assegurar…

 

O destino da “pandemia” (com a universalização da vacinação) e a efetiva melhora (ou não) das condições econômicas serão os fatores decisivos para determinar quem vai sair vitorioso naquela que promete ser uma radical e violenta campanha eleitoral de 2022. É bom ficar atento àquela que pode ser nossa nova “Batalha de Itararé” (a que não aconteceu). O Establishment lazarento fará de tudo para sabotar a tranparência total eleitoral. O sistema vai tirar proveito da PEC 135, que apenas prevê “pedido de auditoria de voto” e não, o que seria correto, a recontagem total dos votos impressos pela urna eletrônica. A regra pode até ser aprovada. No entanto, será implementada no estilo “jeitinho”. O judiciário eleitoral continuará com o poder de vetar a auditoria.

 

Resumindo: Os “argumentos” do Tribunal Superior Eleitoral vão travar as mudanças. Bolsonaro deve reagir no grito. O problema é que quem reclama já perdeu… Mas tem um detalhe relevante: a corda está esticando perigosamente… Coisas do Brasil do Lázaro e de outros lazarentos mais ou menos votados… Nada de anormal no País cujos “Jestores” (com J de jegue) já planejam o carnaval de 2022… Claro, esquecendo, providencialmente, que foi o carnaval de 2020 que ajudou a disseminar o covidão que a mídia carnavalesca agora faz noticiário funéreo acerca de 500 mil mortes...         

Releia o artigo: Minifestações Funéreas dos Esquerdopatas     

 

Regina Villela censurada

 


 

Tempos tenebrosos já são realidade nas redes sociais - que nasceram como espaço para prática da liberdade de expressão...

 









 

 

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Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Junho de 2021.

Um Perigo ronda o Brasil



Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

 

Há um humor paradoxal e trágico no fato de que a maior opressão incidente sobre a juventude brasileira provenha de um modo de ver a Educação que joga incenso e canoniza  em papers acadêmicos o autor da  Pedagogia do Oprimido. Em torno dele se desenvolveu uma fé religiosa que resiste a toda evidência em contrário, como se pudesse ser boa a árvore que dá tão maus frutos.


Não estou falando de futilidades, mas do dano que vem sendo causado a pelo menos duas gerações de brasileiros. Trato de algo que, presentemente e em números redondos, afeta 48 milhões de crianças e adolescentes brasileiros matriculados do ensino infantil ao médio. E, com talvez ainda maior intensidade, aos 9 milhões de estudantes matriculados no ensino superior. A principal riqueza potencial do Brasil – sua juventude – está submetida à influência de uma pedagogia marxista que começa com a dialética chã e elementar “oprimido x opressor” de Paulo Freire e ganha abrangência, entre outros, com Lukács, Foucault, Derrida, Laclau, Althusser. Enquanto o desastre ganha vulto, autores conservadores e liberais são velados em silêncio na voz de professores e cantos empoeirados das bibliotecas.


Referida ao sistema educacional brasileiro, qualidade deixa de ser um objetivo a alcançar para se converter num adjetivo despido de fundamento, para uso num ambiente cada vez mais fechado em si mesmo por mecanismo de autopreservação.


Resultado? Apenas duas das 198 universidades brasileiras estão entre as 300 melhores do mundo. Resultado? Segundo o último Pisa, as notas médias dos estudantes brasileiros, dentre os 80 países aferidos, conseguiram uma posição que fica entre 57º lugar em leitura e 74º em matemática. Nos países da OCDE, 15,7% dos alunos estão nos níveis máximos (5 e 6, em pelo menos uma disciplina), enquanto no Brasil, apenas 2,5% alcançam esse patamar.


Outro resultado alarmante chega-me num estudo elaborado pelo ManPower Group sobre o “Total WorkForce Index”, com dados sobre os recursos humanos para o trabalho em 76 mercados,  situa o Brasil em 61º lugar. Há sessenta, mais bem colocados! “A falta de habilidades técnicas é nosso grande desafio e o maior gargalo que existe no Brasil”, diz o presidente da organização em nosso país.


Sim, nós sabemos. Aliás, sabíamos. Melhor ainda, prevíamos. O marxismo e seus castelos de vento me levam à poesia quinhentista de Sá de Miranda (séc. XVI), quando deles conclui dizendo: “Quanto me prometestes; quanto me falecestes!”.


Este espectro ronda o Brasil. Compromete nossas perspectivas de desenvolvimento econômico e social. É uma Educação visceralmente avessa ao mercado e à preparação para o trabalho, com pés no chão e olhos postos num futuro que não seja o igualitarismo da miséria. É colheita segura do plantio marxista que se espalhou entre nós como praga de lavoura nos delicados e preciosos canteiros das salas de aula, estuantes de riqueza humana.


Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor. 

domingo, 20 de junho de 2021

Minifestações Funéreas dos Esquerdopatas


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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A oposição perdida, marcada pela esquerdopatia materialista, resolveu ontem promover “minifestações” de ódio e da mais pura canalhice funérea, junto com seus militontos e meliantes. Tudo repercutido pelas prostitutas midiáticas sem pudor e vergonha. O resultado foi mais um show de cinismo, truculência e tribalismo de canhota politicagem. Os alvos foram Jair Bolsonaro, seus apoiadores e a grande maioria conservadora brasileira que deseja reformas e mudanças estruturais, fora do espectro ideológico socialista, social-democrata, marxista ou gramsciano (a mais sofisticada canalhice da seita comunista).

 

As minifestações foram um sucesso de esvaziamento. A promoção de uma cachaciata ou de um mortadelaço teria rendido mais e melhor. O culpado principal, claro, foi Bolsonaro. Mas quem merecia a sentença condenatória pelo fracasso retumbante é Luiz Inácio Lula da Silva. O outrora poderoso chefão petralha, em sincericídio, covardia ou erro tático, avisou previamente que não iria comparecer aos atos públicos convocados pela esquerda contra Bolsonaro e seu governo “genocida, fascista e blá-blá-bla”. O “onestíssimo” companheiro $talinácio alegou que não queria fazer campanha eleitoral antecipada. Até porque seus seguidores, com a leviandade viciada de sempre, já acusam Bolsonaro de fazer aquilo que o PT só não faz porque não consegue.

 

Nada de anormal. A petralhandia pseudo-intelectual e suas bem-remuneradas penas de aluguel tiveram ataques de faniquito com o Ministro das Comunicações. Tudo porque Fábio Faria condenou os funéreos que festejam 500 mil mortos por Covid, mas fazem questão de ignorar que 17 milhões de pessoas se salvaram da maldita doença. O negócio podia ser bem pior, se Fábio tivesse lembrado que mais de 90% dos 213 milhões de brasileiros ou não pegaram ou passaram pelo covidão de maneira assintomática.

 

A esquerdalha pirou com os números da realidade que desmoralizam a narrativa mortal, em favor da luta pela vida, e partiu para a agressão política. Lembrou que o Fábio Faria (marido da famosa Patrícia Abravanel e genro de Sílvio Santos) foi apoiador de Lula e Dilma. Recordou que Fábio é membro da família Faria - tradicional representante da oligarquia nordestina. Mas a tristeza maior, para os tribalistas do ódio, é que Fábio Faria é um dos mais fervorosos e fiéis apoiadores de Jair Bolsonaro. Fábio lidera uma das maiores revoluções pela qual passará o Brasil: o ingresso na Era 5G das comunicações, com grandes chances de o modelo permitir uma inédita concorrência no País viciado em cartéis e cartórios.

 

Além de Fábio Faria, a patrulha esquerdopata também fustigou um poderoso empresário do setor de construção e comunicação. Rubens Menin, dono da CNN Brasil e da MRV, apanhou da patrulha midiática porque defendeu o tratamento imediato contra a Covid - ao contrário do que defendem muitos dos jornalistas que ele sustenta, a peso de ouro, na redação da emissora de televisão. Rubens Menin foi patrulhado porque twittou: “Mesmo para leigos como eu, parece bastante óbvio, quanto mais cedo começarmos um tratamento médico de qualquer doença, inclusive a Covid, melhores serão os resultados. Não entendo a lógica que alguns defendem, em retardar qualquer tratamento. Imagino que as chances serão menores”.

 

Curioso é que Menin, em nenhum momento, escreveu o termo (equivocado) “tratamento precoce”. O empresário defendeu o correto. “Tratamento Preventivo”. Acontece que os patrulheiros ideológicos funéreos reclamaram, nas redes sociais, que ele se colocou a favor do “tratamento precoce”. Pura fake news - inclusive repassada por vários de seus empregados, em fofoquinhas fora do ambiente da CNN. Os mentirosos também esculacharam um comentário feito pelo filho dele, Rafael Menin, também diretor da CNN e da MRV, no mesmo Twitter: “É uma pena que não se discuta adequadamente este assunto pois o uso de medicamentos correto salva vidas sim! Medicamentos como dexametasona, anticoagulantes, azitromicina, Regeron, Remdesevir e o coquetel monoclonal da Eli Lilly são de suma importância no tratamento”.

 

Rubens e Rafael Menin não precisam ficar chateados com a esquerdalha funérea, incluindo aqueles a quem eles pagam polpudos salários para fazer estelionato ideológico, em vez de jornalismo. Fábio Faria também não precisa ficar pt da vida com a petralhândia e suas penas de aluguel, porque elas são previsíveis. Façam como o “Bozo” (o palhaço original do SBT, e não aquele que a esquerdalha levianamente xinga de palhaço): dêem aquela gargalhada retumbante. Afinal, a esquerdalha só enxerga e pratica a política como algo radical, imutável, odioso e sempre conflituoso. Quem apoia a canalhice canhota é maravilhoso. O contrário é “inimigo a ser eliminado”. Tribalismo ideológico é assim mesmo…

 

Ah, se vocês, Rubens, Rafael e Fábio ficarem com raiva dos ataques, existe uma saída: apanhem Carteiras de Trabalho e atirem nos vagabundos. Vocês vão feri-los mortalmente…

 



Releia o artigo: Matemática Real do Covidão para a Oposição     

 

O campeão (Manti) voltou… Leia: O Futuro das Redes Sociais

 



#3em1 - Senadores que abusaram a autoridade e se tornaram inquisidores de servidores públicos devem tomar o troco na eleição 2022. Confira a análise de Jorge Serrão - https://youtu.be/i6i1dlJtPqo

     

Energético Bragantino - O Flamengo é maravilhoso na teoria e no alto custo, mas na prática não tem pegada de vencedor de campeonato. A opulência econômica ilude. Saída do Gerson vai pesar. Grana em caixa não ganha campeonato. E Ceni podia voltar ao home-office. Enquanto isso, fiquemos de olho no Bragantino (patrocinado pela Red-Bull) e no Atlético Mineiro (que tem o Rubens Menin como importante patrono), pois são as grandes promessas para este ano de 2021.

 










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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Junho de 2021.

O Futuro das Redes Sociais


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Aos muito jovens e aos que se esqueceram, volto a lembrar: o Orkut também acabou...

Descrição: Orkut foi uma rede social filiada ao Google, criada em 24 de janeiro de 2004 e desativada em 30 de setembro de 2014. Seu nome é originado no projetista chefe, Orkut Büyükkökten, engenheiro turco do Google. O alvo inicial do orkut era os Estados Unidos, mas a maioria dos usuários foram do Brasil e da Índia.Wikipédia

Data de lançamento: 22 de janeiro de 2004

Fundador: Orkut Büyükkökten

Usuários: 29 milhões; (Brasil, agosto de 2011)

Lançamento: 24 de janeiro de 2004

Extinção: 30 de setembro de 2014

Proprietário:Google

Nestes últimos sete anos surgiram inúmeras outras e as ferramentas tecnológicas melhoraram muito.

Aos seus “donos” (bonzinhos) não bastou os lucros extraordinários que usufruíram (e ainda usufruem). Caíram na tentação de se transformarem em “ditadores” absolutos.

Suspenderam e depois baniram até o então Presidente dos Estados Unidos da América.

Nós, o povo (“We the people...”) aprendemos a lição.

Não esperaremos que surjam leis proibindo a censura privada na internet.

Novas plataformas, independentes das Bigtechs, começam a surgir. Um grande número de usuários migrará para essas redes mais democráticas.

Aí babau! Os anunciantes dar-se-ão conta de que anunciar nas opressoras é, na verdade, gol contra.

Quem viver... verá.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.