quinta-feira, 3 de junho de 2021

O Copo está cheio. Acreditem!


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Hamilton Mourão

 

Há cerca de um ano e meio, a pandemia da Covid-19 roubou o que as pessoas têm de mais precioso: a saúde e a vida. E, para muitos, a fé, a esperança, a alegria. Mudou comportamentos, passamos a cobrir os nossos rostos com máscaras, a carregar álcool em gel nos bolsos e, sobretudo, nos impôs o distanciamento social. Encontros de pessoas deram lugar a encontros de máquinas. A expressão do sorriso, do abraço, do olhar, do choro, deu lugar a um conjunto de signos estampados na tela de um computador ou de um celular. E assim precisamos nos adaptar a um diferente estilo de vida, de cuidados e de se relacionar, conhecido como “o novo normal”.

 

Em uma cultura como a brasileira, isso é ainda mais difícil e desafiador, pois somos um povo do abraço, da presença, do encontro. Gostamos de estar juntos, de celebrar em família, com amigos e até mesmo no trabalho. Some-se a isso, o fato de sermos um País em desenvolvimento econômico-social, com expressiva parcela da população ainda em situação de vulnerabilidade.

 

A chegada súbita da Covid-19 abalou não só o Brasil, mas todo o planeta. Enfrentar o desconhecido é sempre mais desafiador. Pesquisadores e cientistas se debruçaram em busca do entendimento das melhores formas de proteger a população, conter a pandemia e combater o vírus. Em uma analogia simples, o avião precisava ser construído e aperfeiçoado em pleno voo.

 

Hoje, após mais de um ano de estudos, experiências e ações, podemos dizer que o copo está meio cheio. Em breve retomaremos com segurança as nossas vidas de antes. Não estou aqui falando com vocês como o Vice-Presidente da República ou o General de Exército, mas como o cidadão Antonio Hamilton Martins Mourão, nascido e criado no Brasil. Aqui eu me realizei pessoal e profissionalmente e assim como cada um de vocês, João, Maria, José, eu, Antonio, também anseio por vencermos essa fase e entrarmos em uma nova era de prosperidade naquilo que nos é mais valioso depois de nossas vidas: a saúde. Estamos juntos nessa caminhada em busca da nossa proteção e daqueles que mais amamos e assim os convido a permanecermos juntos, acreditando nos avanços e conquistas obtidos e nas ações governamentais em curso. Assim, nos reergueremos e voltaremos ainda mais fortes, confiantes e ativos!

 

Uma breve viagem pela História nos mostra que a humanidade já enfrentou outras duras epidemias e pandemias: Peste Negra, Cólera, Tuberculose, Varíola, Gripe Espanhola, Tifo, Sarampo, Peste Bubônica, Aids... em diferentes graus de contágio e letalidade. O que todas tiveram em comum foi o fator surpresa e o desconhecimento inicial da sociedade, autoridades e cientistas das suas formas de prevenção e combate. Assim como hoje, os medos, os desafios e as incertezas eram muitos. Mas se estamos tendo esta conversa, é porque a ciência de nossos antepassados, mesmo com recursos tecnológicos menos avançados, uma comunicação que viajava a cavalo ou navio e menor acesso ao conhecimento, se comparado ao da atualidade, superou os desafios que lhes foram impostos. Da mesma forma que vencemos outras doenças no passado, hoje também caminhamos para vencer o coronavírus.

 

No ranking mundial, o Brasil se destaca ocupando o 3º lugar na aplicação de ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19. Tivemos a preocupação em ofertar imunizantes seguros que tenham passado por criteriosa análise técnica da Anvisa. O número de casos recuperados também tem sido cada vez mais expressivo. Do total de 16,6 milhões infectados, temos um percentual de mais de 91% recuperados, cerca de 7% em acompanhamento e uma taxa de letalidade de 2,8%. O Governo Federal continua trabalhando diuturnamente e de forma integrada com os estados e municípios para salvar vidas.

 

Nesta semana, alcançamos a marca de 100 milhões de doses distribuídas às unidades da Federação. Até o momento, mais de 67 milhões já foram aplicadas. Em maio, o Ministério da Saúde bateu recorde de distribuição de vacinas com mais de 33 milhões de doses entregues e em junho deve superar esse recorde, com mais de 40 milhões de doses distribuídas para todo o Brasil. A proteção da saúde indígena também é uma prioridade. 81% dos indígenas foram vacinados com a 1ª dose e 70% com as duas. Com a encomenda de mais de 600 milhões de doses e o ritmo acelerado de entregas, a expectativa do Ministério da Saúde é de que, até o final deste ano, toda a população brasileira acima de 18 anos seja vacinada.

 

Além da vacinação em massa, uma série de medidas tem sido adotada em prol da preservação da saúde dos brasileiros e da economia do País. Como exemplo, cito a ampla distribuição de equipamentos, medicamentos, insumos e imunizantes a estados e municípios, bem como as significativas transferências de recursos para que possam fazer frente à pandemia. Para conter a variante indiana, o Ministério da Saúde testou todos os tripulantes do navio vindo da Índia que ficou atracado a 50 Km da costa maranhense. Também providenciou o isolamento da tripulação, o rastreamento e o monitoramento de infectados, encaminhou 600 mil testes rápidos de antígeno ao estado e implementou a vacinação de portuários e aeroportuários. Além da Índia, passageiros estrangeiros vindos da África do Sul, do Reino Unido e da Irlanda do Norte estão temporariamente proibidos de entrar no País.

 

Em breve, o Brasil se tornará referência em produção de imunizantes com insumos nacionais. Ontem, 1º de junho, o Governo Federal assinou acordo com a AstraZeneca para transferência de tecnologia, o que possibilitará a produção de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) e de vacinas 100% nacionais. Nossas universidades públicas também trabalham com afinco, algumas já em estágio avançado, no desenvolvimento de vacinas. O domínio da tecnologia e do processo de desenvolvimento dos imunizantes proporcionará ao Brasil independência, redução de custos e agilidade no combate ao vírus e a mutações que porventura surjam no País.

 

Neste momento desafiador, o Brasil também se destaca no aspecto econômico, em relação a outras nações. Os estímulos fiscais, como o vultoso repasse de auxílio emergencial à população em situação de vulnerabilidade, compensaram boa parte da perda de rendimentos e permitiram que a queda do PIB fosse menor que a de outros países da América Latina e do continente europeu. Adicionalmente, por meio de um exitoso programa de preservação de empregos, foram evitadas mais de 10 milhões de demissões. Somos um dos poucos países que terminaram o ano de 2020 com geração de milhares de empregos formais. De janeiro a abril deste ano, já temos mais de 950 mil novas carteiras assinadas.

 

Por isso reafirmo que o copo está meio cheio. Acreditem! Confiem! Os números e as medidas aqui destacadas, dentre outras tão importantes quanto, nos mostram que estamos caminhando para a contenção da pandemia e em breve este cenário entrará para a história ao lado das demais epidemias vencidas! As vidas perdidas jamais serão esquecidas; dói em nossos corações e memórias, mas o dia da vitória também será para sempre lembrado.

 

Olhemos a realidade com a esperança que o passado, os números atuais e as ações conjuntas dos governos federal, estaduais e municipais nos trazem.

 

Em prol da saúde física e mental de todos nós, vamos olhar para a frente e nos unir em uma corrente do bem, disseminando mensagens de esperança e de otimismo com base na verdade. Você poderá acompanhar o comprometimento e todas as ações do Governo Federal no controle e combate à Covid-19 pelos meios de comunicação oficiais. E caso receba alguma mensagem duvidosa, não hesite em consultar os dados no site do Ministério da Saúde, antes de compartilhá-la.

 

Para os brasileiros que já se vacinaram, como eu, atenção! É importante manterem as medidas de proteção como o uso contínuo de máscara e álcool em gel, bem como evitar aglomeração com pessoas desconhecidas. As vacinas nos protegem da forma grave da doença, mas ainda podemos contrair e transmitir o vírus para outras pessoas. Sem esses cuidados, perpetuaremos o ciclo da Covid-19 e a circulação viral continuará em nosso País. Não! Vamos cortar o mal pela raiz. Aguentemos mais um período, que será mais curto desta vez, para que em breve todos possamos voltar com saúde ao modo de vida que tanto desejamos e do qual sentimos saudades. Com a ação coordenada e integrada das autoridades brasileiras e o apoio e a ajuda de cada um de vocês, vamos expulsar a Covid-19 do Brasil!

 

Vai dar certo!

 

Hamilton Mourão é Vice-Presidente da República e Presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal.

11 comentários:

Loumari disse...

Injecta um suave anestesiante aos bovídeos e conduz a manada mansamente para o matadouro. Já escudaram a história de Adolfo Hitler?

O anticristo vem com um discurso de um grande humanista.

Anônimo disse...

TEM QUE EXPULSAR O BOZOLIXO, ATÉ AGORA O VICE FOI UM ZERO A ESQUERDA, MOURÃO ESQUERDA DA PORTEIRA NÃO PRESTOU PRA NADA ATÉ AGORA.

Anônimo disse...

O copo pode até estar meio cheio, mas o prato está cada dia mais vazio.
Até quando os trabalhadores continuarão a ser humilhados?

aparecido disse...

Até Tu Mourão acredita QUE ISTO É PANDEMIA ???? Isto é guerra biológica chnesa... e falta pouco para o mundo assumir isto...os chinos tentaram em 2002, em 2009, em 2011 e em 2020 conseguiram...espalhar doenças para vender bens e serviços para curá-las...é só estrategia comercial.. se ficar com essas babaquices que disse não será eleito pra nada em 2022...tem que encara os chinos de frente...

Unknown disse...

Às armas! Vamos fuzilar os vermelhos! Deixar de lenga-lenga. Selva!

aparecido disse...

Mourão se contonuar com este lero lero lero... tu vai jogar cartas na praia em 2023...o povo não aceita mais lero lero...

Chauke Stephan Filho disse...

Ontem eu fui curado da covid-19.

Os remédios que tomei foram os seguintes, conforme receita do infectologista que me salvou: Dexametasona (4 ml), dois comprimidos ao acordar, durante sete dias. E Axetilcefuroxima (500 mg), um comprimido a cada 12h, durante sete dias.

Meus sintomas foram brandos, decerto porque eu já vinha tomando Ivermectina e azitromicina. Tive menos de 25% de comprometimento dos pulmões, não senti falta de ar, minha oxigenação manteve-se em 98%, não tive dor de cabeça.

A febre assustou. Quando eu deixava de tomar paracetamol, ela vinha com força. Então, aquele primeiro remédio, um anti-inflamatório, e o segundo, um antibiótico, produziram a cura em sete dias.

Modéstia a parte, sou um atleta. Aos 61 anos, aparentando 45, faço caminhadas de 20km pelas ruas de minha cidade (Cuiabá), às três, quatro horas da tarde. Essa condição física saudável terá permitido minha resistência ao vírus da covid-19.

Quanto às vacinas, não aceito ser vacinado. Eu não confio nos médicos judeus do Campo de Concentração de Gaza.

Anônimo disse...

Pura politicagem.

Unknown disse...

Serrão, enviei denuncia para seu email, se possivel, analise . Muito Obrigado.

Mourão é um bom vice presidente.

Chauke Stephan Filho disse...

Loumari, todo o mundo conhece a história de Adolf Hitler. A questão é que quase ninguém conhece a verdade.

Anônimo disse...

Anônimo disse...
O copo pode até estar meio cheio, mas o prato está cada dia mais vazio.
Até quando os trabalhadores continuarão a ser humilhados?

3:27 PM

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Faltam 19 meses!!