sexta-feira, 9 de julho de 2021

Bolsonaro dá ultimato institucional


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Facebook - @alertatotal

O Brasil vive um momento institucional tenso, gravíssimo e delicado. Em meio à guerra inconclusiva de narrativas entre os extremos ideológicos - o que só agrava a guerra de todos contra todos os poderes, Jair Messias Bolsonaro deu um claro ultimato ao Poder Supremo. O Presidente advertiu que “pode não haver eleição”, em caso de o voto impresso ser aprovado pelo Congresso e não for implementado pela Justiça Eleitoral. Bolsonaro foi claro: “Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições".

 

Na habitual live de quinta-feira à noite, Bolsonaro também enquadrou a cúpula da Comissão Picareta de Inquisição do Covidão, avisando que não iria responder ao requerimento sobre compra de vacinas. Bolsonaro usou uma expressão popular chula, que teve imensa repercussão (positiva e negativa): “Caguei, caguei para a CPI. Não vou responder nada”. A esquerdalha e o G-7 da CPI vão fazer a festa com a declaração polêmica.

 

Na batalha contra o Supremo, o principal alvo de Bolsonaro tem sido o ministro Luís Roberto Barroso que tem manifestado contrariedade, publicamente, contra a aprovação pelo Congresso da PEC 135 que trata do voto impresso pela urna eletrônica, para posterior “auditoria” ou até “recontagem pública dos votos”. Bolsonaro chegou a chamar Barroso de “medíocre”. O presidente do STF, Luiz Fux, reagiu, em nota oficial, ao ataque: "O STF rejeita posicionamentos que extrapolam a crítica construtiva e questionam indevidamente a idoneidade das juízas e dos juízes da Corte". Barroso também deu um troco em Bolsonaro, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, com a decisão política de manter o afastamento do presidente do Patriotas, acatando pedido de membros do partido contrários à filiação de Bolsonaro.  

 

O ponto mais grave da guerra particular entre Bolsonaro e Barroso vem sendo solenemente ignorado pela extrema mídia, porém pega fogo nas redes sociais. Em 4 de julho, Bolsonaro já havia feito uma postagem seríssima no Twitter. Ficou subentido que o alvo também era Barroso: Vamos supor uma autoridade filmada numa cena com menores (ou com pessoas do mesmo sexo ou com traficantes) e esse alguém ("Daniel") passe a fazer chantagem ameaçando divulgar esse vídeo. Parece que isso está sendo utilizado no Brasil (importado de Cuba pela esquerda) onde certas autoridades tomam decisões simplesmente absurdas, para atender ao chantageador ("Daniel"). O personagem citado entre aspas é José Dirceu de Oliveira e Silva. Daniel era o codinome usado por ele nos tempos da luta armada contra o regime dos Presidentes Militares, no pós-1964. 

 

Antes, Bolsonaro tinha feito um ataque indireto (?) ao Poder Supremo, mais especificamente ao ministro Alexandre de Moraes: “Quando nada têm contra seu alvo principal, vão para cima de filhos, parentes, e amigos do mesmo. Inquéritos e acusações absurdas, ... Daí quebram sigilos, determinam buscas e apreensões, decretam prisões arbitrárias, etc…”. No dia 3, Bolsonaro também tinha formulado outra crítica ao STF, advertindo que os atos antidemocráticos contra ele, praticados por extremistas de esquerda em São Paulo, ficariam impunes pelo Judiciário: “Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou "ato antidemocrático" será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder!”.

 

Os próximos e inimagináveis capítulos da guerra de todos contra todos serão ultra-tensos. A “corda” vai arrebentar? Parece que já arrebentou. Ou, talvez, a “corda” institucional superelástica nem exista”... O saudoso humorista Millôr Fernandes tem razão: “o Brasil tem um enorme passado pela frente”.




Jorge Serrão: Tentativa de Aziz de criar crise militar saiu pela culatra. Comentarista da @JovemPanNews atenta aos perigos do desequilíbrio da institucionalidade no Brasil https://youtu.be/YhsiMCahTrc

 



#3em1 Após a acusação de Omar Aziz a respeito de envolvimento de membros das Forças Armadas em casos de corrupção, o órgão e o Ministério da Defesa emitiram uma nota de repúdio considerando a fala do senador infundada, grave e irresponsável https://youtu.be/2VsiddqYPiQ

 

Sem golpe - O Brigadeiro Carlos Almeida Baptista Junior, reiterou que a dura nota conjunta das Forças Armadas ao presidente da CPI foi "defesa institucional" e não ameaça de golpe: "Homem armado não ameaça. Não vamos ficar aqui ameaçando". Baptista Júnior acrescentou: “Não temos intenção de proteger ninguém à margem da lei”.

 



#3em1 Índice de rejeição ao governo Bolsonaro bate recorde. Enquete XP/Ipesp registra 52% da população como ruim ou péssimo. No Datafolha, 51%. Analistas apontam saídas para @jairbolsonaro no quadro de aparente divisão da opinião pública. https://youtu.be/JRnxYc7O3DI 

 



Do Rei Pelé para o Presidente - Se Bolsonaro é amigo do Rei, só ele sabe... Mas o Rei Pelé é amigo do Jair Bolsonaro, que ganha uma camisa autografada do Santos Futebol Clube. Bolsonaro torce pelo Palmeiras, mas um presente do maior craque de futebol da história não tem preço.

 







 

Adquira, também, o livro A ÚLTIMA MARCHA DA MAÇONARIA.

Para maiores informações clique aqui:

https://www.amazon.com.br/s?k=A+ULTIMA+MARCHA+DA+MA%C3%87ONARIA&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss_2

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Julho de 2021.

7 comentários:

Anônimo disse...

No dia que a Datafolha mostrou que o presidente Jair Bolsonaro está derretendo, ele (o presidente) ameaça não ter eleição em 2022. Só coincidência?

Anônimo disse...

Essa esquerdalha que não tem nenhum projeto para o país, nem para o povo, nem para a mãe deles, só pensa no impeachment e em quebrar o Brasil. Mas eles também sabem que para que para que isso ocorra é preciso ter pelo menos a conivência ou vista grossa das forças armadas e isso não vai acontecer. As Forças Armadas estão cada dia mais fortes ao lado do Bolsonaro. O total destempero do Aziz tem seus motivos. Por vingança mandou prender um funcionário do governo piorando as coisas.
A esquerda está cada dia mais enfraquecida, sem rumo!
Tentaram de tudo e não deu. Agora é esperar para ver o tamanho do prejuízo nas eleições de 2022.

Anônimo disse...

"No dia que a Datafolha mostrou que o presidente Jair Bolsonaro está derretendo, ele (o presidente) ameaça não ter eleição em 2022. Só coincidência?"

Ainda não saiu da bolha? Saia com tempo porque o estouro vai ser grande!

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

O DatAsno DA FALIU DE S.PAULO, A MALDIÇÃO DOS FRIAS, PROVOU DURANTE AS ELEIÇÕES DE 2018 QUE SÓ RECORRE À TUDO O QUE É NEGO TORTO, PORQUE A REJEIÇÃO É SOBRE ESSES PEÇONHENTOS.

SE OS RATOS VACILAREM A RATOEIRA PEGARÁ.

ESSE XP FICOU MAIS CONHECIDO DEPOIS DO ANTAGONIZA.

E SÓ INVESTIDORES ESTRANGEIROS TERIAM A MESMA SORTE QUE OS GRINGOS QUE RECUPERARAM O QUE PERDERAM NA LADROAGEM NA PETROBRAS DURANTE A DESGRAÇA DO GOVERNO PETRALHA, PORQUE AQUI TEM A (O)RGANIZAÇÃO DOS (A)MIGOS DOS (B)ANDIDOS E O PODER COM CHEIRO DE ENXOFRE PARA ESCONDER MERDAS SOB AS TOGAS.

E A CNI - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTES DEVERIA CRIAR VERGONHA NA CARA AO SOLTAR PESQUISAS, DEPOIS QUE UM EX-PRESIDENTE DA ENTIDADE, E EX-MINISTRO DA bandiDILMA FOI PARA A CADEIA.

LÁ NO MEIO DA MANIFESTAÇÃO DOS CAMINHONEIROS NÃO ENTREVISTAM, MAS VÃO NEIO DOS GATOS-PINGADOS DAS GREVES E BADERNAS.

Anônimo disse...

O cérebro desse aí já foi corroído. Ñ tem salvação.

Anônimo disse...

Só um abestado e cretino crê nas pesquisas do data bolha.

ELTON PORTELA disse...

o estouro da boiada pra cima da esquerda vai ser grande,mas muitos não estaram presentes por já terem sucumbido por abstinência