domingo, 4 de julho de 2021

O Senado por meta em 2022

 


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Ernesto Caruso

É um caminho?

 

O Brasil precisa de políticos virtuosos que pensem e lutem para vencer o dragão vermelho que pratica a política da terra arrasada no Berço Esplêndido de uma nação grandiosa, premiada pela Cruz de Cristo, como diz o poeta (Jorge Bem Jor), ‘país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza’. Bonito e rico.

 

Dragão vermelho que representa um Estado aparelhado pelo marxismo e corrupção, em conseqüência, obeso, lerdo e dispendioso. 

 

Infiltrado de adeptos da fórmula, ‘criar dificuldade para vender facilidade’. Expropriação para perpetuação no poder/partido, compra do luxo e distribuição de migalhas às massas e/ou compra de votos.

 

As eleições de 2022 estão aí e a batalha já começou.

 

A campanha que deve ser acirrada, aguerrida, mas que exprima o anseio de cada cidadão de se reduzir/eliminar os estragos morais e culturais feitos pelos marxistas e corruptos.

 

Vale tudo na atividade dos adversários, até a aparição de FHC afagando Lula, isto após uma panelinha de seis presidenciáveis alijarem o ladrão-candidato do manifesto pela democracia (Doria, Leite, Huck, Ciro, Mandetta e Amoêdo). 

 

Mídia adestrada replicando aos quatro ventos, mas sem credibilidade.

 

Desnecessário discorrer em profundidade sobre o bando formado por esse grupo que despreza o título do manifesto que deveria ser ‘manifesto pela corrupção’.  

 

Suficiente lembrar da manchete referente ao cacique de honra do PSDB, sobre Lula/PT/Dilma

 

Fernando Henrique, diz que nunca 'se roubou tanto neste país'

 

Complementa:

 

‘Crise econômica, desemprego, ao mesmo tempo, Congresso fragmentado. Um governo que, para se manter, cria ministérios, num sistema que se chama de presidencialismo de coalisão e hoje é de cooptação, compra. Estamos vendo a desmoralização do atual sistema político político”. 

 

O brasileiro não deseja que esse bando volte a corroer o país. 

 

A Câmara de Deputados é importantíssima na gestão do país, mas o Senado é peça chave nesse jogo de xadrez (para lembrar dos corruptos/tranca/xilindró), que além da número de senadores, mais fácil de mobiliar do que a Câmara, 513 deputados, que não pode ser descurada e se manter como meta preenchê-la com gente que veste verde-amarelo.   

 

Algumas das competências do Senado reforçam o argumento, como presidir o Congresso Nacional e ser o terceiro na sequência de substitutos do Presidente da República, aprovação de candidatos a ministro do STF e de processar e julgar o Presidente, Vice, ministros do Supremo e outras autoridades de expressão na República, além da nomeação para outros cargos.

 

É notório vencer barreiras impostas pelos caciques partidários aos candidatos de fora da sua concertada estrutura, mas que se rendem à evidência de candidatos com padrão elevado e expressiva possibilidade de ganhar a disputa eleitoral. 

 

Os partidos têm interesse no próprio crescimento de olho nos famigerados Fundos Eleitoral e Partidário para garantir-lhes a sobrevivência.

 

Assim, balancear onde aplicar o ataque principal, comparando vantagens e desvantagens, na conquista de objetivos nos executivos estaduais, na Câmara dos Deputados ou Senado Federal, este com uma maioria absoluta de 41 senadores; 3/5, 49; 2/3, 54; na Câmara, maioria absoluta de 257.

 

Alguns nomes de acordo com esta apreciação visando o Senado e óbvio para a presidência.

 

O nome de peso e aceito por gregos e troianos para chegar ao segundo turno, como candidato à reeleição, é Jair Bolsonaro; para parte do eleitorado ganha no primeiro turno.   

 

O vice-presidente Hamilton Mourão, vem expressando em várias oportunidades que por lealdade ao Bolsonaro, não disputaria o cargo máximo da República.

 

Diferente de alguns que integraram o governo, mas são exclusivamente usados como seus críticos/rebeldes. Não fazem parte do cardápio da imprensa adestrada para fins eleitorais. Estranho. Quais os motivos de tal comportamento?  

 

Mourão, como candidato a vice na chapa Bolsonaro, creio que seria desperdiçar o potencial e o alto prestígio que tinha no Exército, mas que na esfera política se multiplicou. É um trunfo a ser empregado em outras frentes para continuar servindo o Brasil. Se assumir a candidatura ao Senado, terá muita chance de se eleger.  

 

Não faltam personalidades do mesmo padrão, menos conhecidos do grande público, mas que têm condições de assumir a candidatura a vice. 

 

Outro com possibilidade de ser candidato e eleito para o Senado seria o ex-ministro Pazuello. Sobre o assunto foi questionado na CPI do ódio, respondendo que não tinha interesse. 

 

Será que a pergunta não foi para avaliar as pretensões do ex-ministro, mas de tabela fustigar o Sen Omar Aziz que deve ser candidato nas próximas eleições pelo estado do Amazonas?

 

Nomes importantes para o Senado estão à disposição, como do Gen Heleno, ministro Tarcísio, ministra Damares, ministra Teresa Cristina, ex-ministro Abraham Weintraub, do próprio cenário político, civis e militares de padrão moral e intelectual, personalidades dignas a serviço da sociedade, como bloco monolítico perfeitamente identificado. 

 

Outros possíveis candidatos revelados pela “CPI do ódio”, que de ilustres desconhecidos foram transformados em ilustres conhecidos e admirados pelo desempenho diante de tanta de descompostura parlamentar e, nítida montagem do tribunal de exceção, conduzido por senadores acusados de corrupção fartamente desqualificados nas redes sociais e na voz das ruas. 

 

Os seus nomes, se bem trabalhados, poderão se transformar em candidatos probos a serviço da sociedade.

 

Demonstraram domínio dos assuntos tratados, tranqüilidade, articulação para enfrentar as feras, de modo que ficaram nacionalmente conhecidos, facilitando operações futuras na disputa das eleições de 2022.

 

Exemplos de notícias da imprensa amestrada:

 

- CNN: "Mayra Pinheiro: Quem é a secretária da Saúde conhecida como 'Capitã Cloroquina'". A manchete demonstra o propósito de desqualificar a médica, mas para os eleitores do Capitão que indubitavelmente tem muitos seguidores, ajuda ou prejudica a propagação de um nome. 

 

- UOL: "STF garante direito à “capitã cloroquina” de ficar em silêncio durante CPI".

 

- Correio do Povo: "CPI da Covid aprova convocação de Mayra Pinheiro, a 'capitã cloroquina'".

 

- Isto é: "Mayra Pinheiro, a ‘capitã cloroquina’ depõe nesta quarta na CPI da Covid".

 

- BBC: “Quem é Nise Yamaguchi, a médica que aconselha Bolsonaro, defende acloroquina e vai depor na CPI.".

 

O coronel Élcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde durante a gestão Pazuello, apareceu como assessor de magna importância por seu profundo conhecimento e exposição segura que o credenciam para qualquer cargo político. Participou da exitosa busca de soluções para vencer a pandemia, quer para o tratamento, como para vacinação.

 

Nem todos querem ou podem ser candidatos.

 

Não é tarefa difícil ao governo indicar e apoiar 27 candidaturas ao Senado.

 

Do passo ao galope, com todo o cuidado, para não levantar poeira. 

 

Nas eleições de 2022, um terço das vagas dos senadores estará à disposição dos candidatos mais votados.

 

O tempo disponível é a grande questão nas eleições majoritárias a exigir malabarismo dentre os candidatos, padrinhos e siglas, a depender da filiação ao partido no prazo estipulado.

 

A lamentar no quadro sucessório o nome do ex-ministro Sérgio Moro, considerado e aplaudido como super-herói da Lava-Jato, que levou “#Lula.drão” para a prisão. 

 

Na passagem pelo Ministério da Saúde, à semelhança do ex-ministro Mandetta, optou pela carreira solo, mas não se deu bem. O seu discurso de despedida só fez sucesso para a mídia amestrada. Mesmo assim, enquanto serviu de munição contra Bolsonaro. Na visão do povão: ‘Tô nem aí’.

 

Era um nome respeitado, desejado como ministro do STF ou candidato a presidente no momento oportuno. 

 

O pior estava por vir. O tiro saiu pela culatra. Perdeu a credibilidade e, com isso, os vingativos ‘supremos’ ministros, não se respeitando pelos votos proferidos que ratificaram a condenação do #Lula.drão, soltaram o bandido e, deram o tiro de misericórdia no Moro.

 

Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Cármem Lúcia ratificaram a decisão da 2ª Turma que declarou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na ação referente ao triplex do Guarujá.

 

A manchete diz tudo: 

 

‘Após reviravolta, STF decide que Moro foi parcial contra Lula’.

 

O bom combate em favor da Família, Pátria e Liberdade continua.

 

Não existe coluna do meio.

 

O Brasil vai bem e sem corrupção.

 

Presidência, Senado... 

 

VERDE-AMARELO, na cabeça.


Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado-Maior do EB, reformado.











4 comentários:

aparecido disse...

Tucano agora não gorgeia mais.. só queima a rosca !!!!!!!!!!!!!

Almanakut Notícias - São Paulo - Brasil disse...

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO É LACRAIA QUE O REGIME MILITAR, A DITADURINHA DE MERDA, DEIXOU COMO HERANÇA MALDITA.

ESSE PEÇONHENTO FAZ PARTE DA CORJA DE TERRORISTAS, GUERRILHEIROS, ASSALTANTES DE BANCOS E TRENS PAGADORES, E DE TUDO O QUE O DIABO GOSTA.

Loumari disse...

A bíblia que esta nação brasileira tem é palavra modificada, adulterada, o que há na vossa bíblia não é nem de origem Latim, nem do Hebreu. A quem estão a enganar? A vossa bíblia é falsa, a igreja católica criada no Brasil é falsa, não é a universal, não forma parte da universal assembleia dos primogénitos. A quem estão a enganar? Esta nação fez o pacto com o demónio.

Anônimo disse...

É isso que parte da classe média ainda não entendeu: não existe coluna do meio. Provavelmente, porque ainda não percebeu que ela é quem financia as políticas generosas da esquerda para os pobres até a insolvência do Estado, e que a ala dos "equilibrados isentões" só tem candidato esquerdista.