sexta-feira, 2 de julho de 2021

Poder Supremo segue mostrando “quem manda”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Facebook - @alertatotal

O Poder Supremo continua desequilibrando a institucionalidade no Brasil. O Presidente Bolsonaro reclamou da atitude de ministros do Supremo Tribunal Federal em fazerem campanha aberta, pessoalmente, no Congresso Nacional, contra a aprovação do voto impresso pela urna eletrônica. O Presidente não citou nomes, mas qualquer um pode constatar que os militantes supremos contra o aprimoramento do sistema eleitoral são Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e José Dias Toffoli. Moraes será o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral e vai cuidar da próxima eleição presidencial.

 

O Poder Supremo segue dando demonstrações públicas de “quem manda”, de verdade, no País. O ministro Alexandre de Moraes mandou arquivar o famigerado inquérito dos atos democráticos, atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República. No entanto, Moraes apenas deu um drible na investigação inicial, começando uma nova jogada com o mesmo objetivo. Mandou abrir outro inquérito para apurar a existência de uma suposta organização criminosa digital que atenta contra a Democracia. Moraes justificou que a orcrim tem núcleos de produção, publicação, financiamento e político “absolutamente semelhante àqueles (sic) identificados no inquérito 4.781”. Bolsonaro criticou Moraes, por alvejar, diretamente, seus filhos Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro com tais investigações.

Outra ratificação do Poder Supremo. A ministra Rosa Weber rejeitou pedido da Procuradoria-Geral da República para aguardar a conclusão da CPI da Covid antes de decidir sobre possível investigação contra o presidente Jair Bolsonaro, por prevaricação. Rosa defendeu que "a instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito não inviabiliza a apuração simultânea dos mesmos fatos por outros atores investidos de concorrentes atribuições, dentre os quais as autoridades do sistema de Justiça". O ataque de Rosa foi diretamente contra o PGR Augusto Aras: "O exercício do poder público, repito, é condicionado. E no desenho das atribuições do Ministério Público, não se vislumbra o papel de espectador das ações dos Poderes da República".

Além das manifestações supremas de poder, repetiu-se outro vício da desequilibrada institucionalidade brasileira: a judicialização da politicagem, através da manobra manjada de partidos políticos acionarem o STF contra atos, decisões e opiniões do Presidente da República. O PT, encabeçado pelo ex-prefeito Fernando Haddad e pelo deputado Rui Falcão, impetraram mandado de segurança no STF requisitando que a corte determine que Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, analise, ao menos, um pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro por eles apresentado em maio de 2020. No STF, prevalece o entendimento de que a Corte não pode obrigar a Câmara a dar sequência ao pedido de impeachment. Acontece que tal fato ainda não foi analisado, objetivamente, pelo plenário do Supremo.

A petelândia age com pura malandragem. Tentam provocar o Supremo para que se repita o que aconteceu, em abril, com o Presidente do Senado. Provocado por ação de dois senadores, Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Podemos-GO), Rodrigo Pacheco foi obrigado por uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso a instalar a CPI do Covidão. Os petistas só esquecem que as situações são completamente diferentes. No Senado, a abertura de CPIs depende da capacidade da minoria em reunir assinaturas suficientes para iniciar uma investigação em comissão. Na Câmara, a decisão de receber, aceitar ser admissível e abrir o processo de impedimento do Presidente da República é exclusiva do Presidente da casa. Publicamente, Arthur Lira rejeita a iniciativa. Avisa que não bastam depoimentos para gerar o processo de afastamento do Presidente da República.

Já nasceu mortinho da silva aquilo que a marketagem da oposição perdida chamou de “superpedido” de impeachment de Jair Messias Bolsonaro. Não adianta atribuir 24 supostos crimes ao Presidente, misturando tudo que já foi apresentado em outros 123 pedidos de impedimento protocolados na Câmara dos Deputados. A proposta, com questionável base jurídica, não tem apoio político e muito menos popular. A “esticada de corda” desagrada ao Alto Comando Militar As Forças Armadas, no silêncio obsequioso dos quartéis, rejeitam a intenção de tirar Bolsonaro antes do prazo constitucional previsto no mandato.


#3em1 - Jorge Serrão comenta sobre como a presença de Luís Miranda e sua conversa com Renan Calheiros e Omar Aziz ressaltam a descredibilidade da CPI. Defende a mudança no sistema do Estado e o apelo da população para uma melhor fiscalização dos gastos - https://youtu.be/_CZjZQUdGEk



Veja, também, no 3 em 1 - Alexandre de Moraes arquiva inquérito sobre atos antidemocráticos https://youtu.be/6hBrj2ClM5A

 

Do Guilherme Fiuza, no Twitter -Governador do Rio Grande do Sul revela que é gay. Com quem ele dorme é problema dele. O que ele tem que revelar é onde está o laudo de eficácia do lockdown desvairado que impôs à população e como se salva vidas bloqueando gôndola de supermercado. Totalitarismo não tem sexo”.

 

Da deputada federal Carla Zambelli, também no Twitter - “Por que o Atleta (e o G7, em geral) tem tanto medo de investigar o caso dos respiradores comprados em loja de maconha pelo Consórcio Nordeste, que jamais chegaram? E olha que o caso nem tem relação (ainda?) com planilhas da Odebrecht!”. 

 







 

Adquira, também, o livro A ÚLTIMA MARCHA DA MAÇONARIA.

Para maiores informações clique aqui:

https://www.amazon.com.br/s?k=A+ULTIMA+MARCHA+DA+MA%C3%87ONARIA&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss_2

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Julho de 2021.

5 comentários:

Anônimo disse...

A TERCEIRA VIA ESTAVA DENTRO DO ARMARIO, ELE É GAY, E DAI??? O MUNDO É GAY, DIFERENTE DO BOLZOLIXO QUE É UM VIADO DE GAIÓLA, UMA BICHA LOCA,CAGOU E SENTOU E CIMA DO PAU DO MUNDO,QUANDO CHEGOU A VEZ DO POBRE ELE VIROU O DISCO E ENVIOU NO CÚ SEM CUSPI,ENTREM NO SUPER MERCADO E DESCUBRAM O MAIÓR LADRÃO ESTILIONATARIO, MAFIOSO,VIGARISTA DE TODOS OS TEMPOS, ESSA BICHA ESQUESITONA SENTOU E CAGOU EM CIMA,ENTÃO É MEELHÓR UM GAY QUE É HOMEM DE ASSUMIR, DE QUE UM VIADINHO QUE DAVA A BUNDA ESCONDIDO LÁ NA RIBEIRA...

Anônimo disse...

Resumo do governo de Jair Bolsonaro:

"Caminha-se à distopia do hímen complacente: o bom rei condenado à morte após prisão ilegal, inconstitucional, feita por juízes e políticos bandidos, e, sem usar o povo e as armas que têm, do cadafalso clama: 'É este o Brasil que queremos? Vale tudo assim? Bem, eu cumpri as leis!'"...

Pergunta que não cala: Como votou o tal Kássio Nunes na questão de Lula? E porquê Bolsonaro, agora, reclama que a "anistia" de Lula é golpe?

Acho que nunca teremos resposta a essa pergunta não?

ARS disse...

A política. como a natureza, abomina o vácuo. Se quem possui o poder legítimo para o exercer não atua, os supremos usurpadores oligarcas aproveitam o vazio deixado pelos políticos bananas e covardes.
Contra usurpação dos oligarcas, Diretas Já, para o judiciário!

Anônimo disse...

Vejamos agora se a constituição federal só protege os filhos do presidente. Eu confesso que já andava preocupado, pensando que não protegia ninguém.


Anônimo disse...

Não age com o presidente de El Salvador e fica reclamando. Os onze pilantras usurparam o poder e fazem o que bem entendem sem responsabilidade alguma com o Erário Público, com as normas constitucionais e com o ordenamento jurídico e político nacional.