sábado, 25 de maio de 2019

Sustentar o fogo que a vitória é nossa!



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Por incrível que pareça, a popularidade do Mito cresceu ainda mais nas últimas horas.

O simples fato de não ceder ao “toma lá, dá cá” está levando o pânico à porcada.

Um “centrão” fingido, alçado à liderança num passe de mágica (verdadeiro coelho tirado da cartola), agora chora com a “morte” da bezerra.

A bolofófica figura do pé de chileno, sentiu um arrepio na prega mestra.

O sonho parlamentarista durou menos que uma noite de outono.

Serração, mau agouro e “pobremas” com a justiça, afastou o perigo de “gópi”.

Um bocó molecote, sem “katiguria”, foi abatido no primeiro fogo. Talvez no futuro não seja eleito nem síndico de prédio.

Institutos, Fundações (ou afundações?) de banqueiros “bonzinhos”, que apoiaram marinheiros de primeira viagem, agora exigem que os mesmos boicotem a manifestação do dia 26 próximo.

Tudo em vão. O Mito dá um ”show“ de bola atrás do outro. Ele sabe falar de um jeito que o povo entende.

O ilustre Vice teve uma recepção na China que talvez nem o Papa venha a ter.

Com um ”time” de ministros de primeira linha o Brasil decolará.

Ainda que o “mágico” diga: “Não brinco mais!”



Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Todas as fichas num único cavalo?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Rabello de Castro

Fere nosso senso comum achar que a economia brasileira se encontre travada – como, de fato, está! – em decorrência de um único fator de paralisia, o déficit da previdência social. Mas este é o insistente argumento da equipe econômica, desde o primeiro dia do governo.

Ainda na semana corrente, o encarregado da Receita Federal repetiu que o Executivo está concentrado no esforço de aprovar a reforma da Previdência para depois começar a falar de reforma tributária e outras medidas. A equipe confia que, em mais sessenta dias, a tramitação da sua reforma preferida esteja concluída na Câmara e no Senado.

O calendário de junho e julho, a cujas tradicionais festas nossos deputados não podem deixar de comparecer em suas bases eleitorais, mais as férias parlamentares, tudo conspira contra se apostar todas as fichas na rápida aprovação da PEC previdenciária. O mercado faz contas de rabo-de-cavalo sobre o PIB em 2019. O crédito e as arrecadações estaduais seguem retraídos. O Brasil está em estado de “recessão espiritual”.

Talvez por certa inexperiência no trato da gestão pública, o presidente e seus principais ministros desconheçam o estrago político que enfrentarão, nos próximos meses, caso sua aposta concentrada na previdência não se traduza em reversão do quadro recessivo já desenhado no horizonte.

O Brasil sempre convive mal com estagnação e desemprego crescente. Desde os anos 1970, sou testemunha de como o desapontamento com uma economia estancada faz rolar cabeças e derrete a popularidade de líderes políticos. Geisel, Figueiredo, Sarney, Collor, FHC e Dilma que o digam.

O País nunca perdoou a falta de crescimento, até porque é por meio do bom giro dos negócios que a população consegue se virar nas contas do mês e o empresário enfrenta os impostos em cascata, a folha de pagamentos, os fornecedores e os bancos.

A má notícia da atualidade é que a aprovação da reforma da previdência, por si, não trará qualquer mudança, por menor que seja, no panorama recessivo que ora enfrentamos. Custa crer que tanta expectativa de reversão da economia esteja lançada sobre um único setor, a previdência, cuja arrecadação é 100% dependente da própria recuperação do nível de emprego, que agora capenga.

De onde virá o tal trilhão de reais salvador da pátria, senão do aumento das contribuições previdenciárias? Mas essas contribuições dependem da base da arrecadação do INSS, que é o trabalho com carteira assinada. Então, como justificar a aposta concentrada do governo na única reforma cujos efeitos são defasados no tempo e só se medem após anos decorridos das mudanças?

Sem qualquer renda extra, o consumidor continuará retraído. E sem um quadro tributário e financeiro mais claro, os investidores pedirão licença para aguardar um pouco mais. Em qualquer situação recessiva, como nesta em que nos metemos, um forte estímulo vindo de fora do circuito interno da economia se faz necessário para reacender a chama da circulação dos negócios.

De um lado, mais investimentos públicos são urgentes, atuando em vários pontos do disperso território nacional. Mas temos tido, pelo contrário, retração de novas obras e o orçamento deste ano permanece contingenciado nos investimentos para poder enfrentar gastos correntes que não param de crescer.

Vivemos o quadro inverso ao desejável: menos investimentos e expansão do gasto corrente. E, do lado financeiro, o quadro de juro alto, em termos reais, é igualmente danoso para qualquer retomada de atividades. Apesar de mais baixos, em número absolutos, o juro Selic e o custo dos empréstimos bancários seguem elevados demais para termos chance de sair da recessão. Pior ainda, a concessão de crédito nos bancos públicos se retraiu à espera de mais oferta de dinheiro nos bancos privados, sem qualquer sinal de que isso venha a acontecer nos próximos meses.

As saídas do impasse precisam ser pensadas sem recurso a doutrinas ou crenças pré-concebidas. O diagnóstico da crise, que já se espalha por cinco anos recessivos, não tem cabimento no segmento exclusivo da previdência social.

Aliás, no campo do INSS, ou seja, na previdência contributiva dos trabalhadores urbanos, a receita de contribuições ainda superou os benefícios pagos até 2018, tendo mantido saldo de caixa positivo durante toda a crise.

O buraco previdenciário está noutras contas. As raízes do desencanto nacional são múltiplas e não serão vencidas com pensamento único, por mais iluminado que possa parecer.  

Paulo Rabello de Castro é economista e acompanha a economia brasileira há 50 anos.

Poder Invisível



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

Causa estranheza, que muitos políticos, sabidamente envolvidos em falcatruas, ainda não estejam na cadeia. Estão livres das grades, porque são agentes dos GOVERNANTES INVISÍVEIS, que governam indiretamente os países, a partir da City de Londres.

Os que caíram em desgraça se conformam, porque têm certeza que logo estarão em casa, gozando os bilhões que roubaram do povo brasileiro.

“LIBERTAS QUAE SERA TAMEM”.

INTRIGANTES

O Presidente Bolsonaro foi eleito para cumprir suas promessas de campanha a saber:

-Acabar com a rede de corrupção no Estado;
-Demitir todos os funcionários contratados politicamente;
-Fazer a reforma tributária;
-Fazer a reforma administrativa;
-Remover o entulho ideológico de 33 anos de governos comunistas e corruptos.

Essas foram suas principais plataformas, que vêm sendo proteladas, em razão de intrigas palacianas.

Observe-se, que grande parte do tempo do governo vem sendo desperdiçado com desmentidos e ataques entre as correntes do próprio governo.

O tempo urge, só restam 3 anos e meio de mandato. Caso as intrigas palacianas e políticas continuem paralisando o Brasil, os comunistas voltarão a nos massacrar e a trair o Brasil.

Bolsonaro tem a chance de fazer história. Para isso, precisa concretizar seus objetivos, liderando o seu pessoal com o foco necessário.

Ressalte-se que essa paralisia é o jogo da classe política, para continuar usufruindo as benesses do poder.

VAMOS TRABALHAR!

A prioridade é limpar os Poderes da República e adequar as instituições aos interesses do Povo.

BRASIL ACIMA DE TUDO!!!

Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Parlamentarismo é o cacete!



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Outra pauta importantíssima para as manifestações de rua de domingo (26 de maio) é condenar o golpe parlamentarista costurado pelo senador tucano José Serra. Parlamentarismo só seria algo honesto no Brasil se fosse, antes, instituído o Voto Distrital. Nosso atual modelo eleitoral é ilegítimo porque não garante representatividade real ao eleito. O poder econômico, as articulações mafiosas e circunstâncias que deixam alguém famoso, infelizmente, são os fatores que elegem em Bruzundanga.

Outra pauta tática relevante é a cobrança popular para que deputados e senadores retornem o Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério para o Ministério da Justiça. A galera nas redes sociais está queimando o filme dos 228 que votaram para tentar sabotar o trabalho de combate à corrupção de Sérgio Moro. Terça que vem, certamente pressionado pela população, o Senado tem tudo para aprovar um destaque do Senador Álvaro Dias retornando o COAF para o lugar que o Governo Bolsonaro deseja.

Não vai ser moleza... Mas a aposta é que, se o Senado virar o jogo, muitos parlamentares apavorados com a destruição de imagem alterem seu voto quando a votação retornar à Câmara dos Deputados. A votação nominal expôs quem são os políticos descompromissados com o enfrentamento da corrupção sistêmica. A coisa ficou esquisita para o DEM – partido que faz parte do Governo Bolsonaro – e ficou com fama de “traíra”, votando igualzinho ao PT & Cia contra Sérgio Moro.

Sem importar onde ou com quem ficará o COAF, o mais importante é que os bandidos ficaram previamente apavorados com as manifestações de domingo – também pouco importando o volume de público no ato. O Crime Institucionalizado tem medo do povo. Isto é bom demais!   


Três Neurônios





© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Maio de 2019.

Estrebuchos Finais



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Se formos analisar sem limitações de qualquer espécie, o cenário atual do Brasil, encontraremos resultados surpreendentes.
Décadas de políticas econômicas “burras”, praticamente liquidaram o empresariado nacional.

Os que não quebraram, venderam suas empresas para grupos multinacionais.

O consumo reduziu-se a níveis impensáveis até poucos anos atrás.

O investimento privado quase desapareceu. O público, geralmente é mal feito e não alcança nenhum resultado positivo.

O setor bancário está prestes a sofrer uma brutal transformação. Os “dinossauros” estão fadados à extinção.

Se for concretizada a “independência” do Banco Central, voltaremos ao período colonial. Escravos seremos dos implantadores da Nova Ordem Mundial.

O brasileiro médio é inculto mas não é bobo.

Em pouco tempo todos verão que o perigo é o governo.

No passado, bruxas e aprendizes de feiticeiro, “confiscaram” a poupança e bloquearam todas as contas-correntes dos depositantes.

A confiança foi quebrada. Só jovens inexperientes voltam a comprar títulos públicos. É fácil recuperá-la. Basta fuzilar os bandidos com PHD que urdiram o desastre.

Raras pessoas sabem as diferenças entre dinheiro e moeda. Em menor número, as que distinguem valor de uso, valor de estima, valor de troca.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Politicamente, o povo brasileiro é cego, surdo e mudo?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Pelo que se viu até esse momento, decorridos quase cinco meses da  posse  do novo Governo Federal, “capitaneado” por Jair Bolsonaro, o seu  grande  mérito  tem sido a “tentativa” de corrigir os malfeitos políticos, especialmente a corrupção desenfreada, plantados no passado, especialmente na “Era” PT/MDB, de 2003 a 2018, cuja trajetória começara  bem antes, lá em 1985, com a posse “golpista” de José Sarney - da “Nova República”, e do engodo do seu “Plano Cruzado” - que fincou os alicerces para o domínio político da esquerda, a partir da Constituição de 1988.

A Carta esbaleceu “direitos” demasiados, sem a contrapartida dos respectivos recursos, obrigações e deveres, gerando o manifesto “estado falimentar” do País, seja pelos aspectos morais, políticos, econômicos  ou sociais, quer dizer, instalando o caos generalizado, ambiente sempre  predileto da esquerda para se perpetuar no poder.

Mas mesmo nos eventuais acertos da atual “situação” política, a esquerda conseguiu  montar uma forte “oposição” ao Governo na parceria que fez  com o tal “Centrão”, boicotando qualquer iniciativa de efetiva mudança , no que depender de aprovação do Congresso.                                                                                                                                               

Nesse sentido, impõe-se observar que nenhum outro governo passado  foi até hoje tão combatido  pelo Poder Legislativo como o atual. Esse  combate chega às raias do “doentio”. Um combate sem tréguas. “Obcecado”. Nada passa em “mar calmo “, como em todos os governos anteriores, onde a regra sempre foi a acomodação de tudo  no “toma lá dá cá”.

Todavia o Governo muitas vezes mostra-se “frouxo”, ao se submeter à vontade do Congresso, sem necessidade. É o caso da rejeição pelo Congresso de passar o COAF, do  Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, para o Ministério da Justiça, de Sérgio Moro, conforme havia sido proposto pelo  Governo na iniciativa da sua  medida provisória.                                                    

Inúmeros pareceres jurídicos já surgiram, inclusive um  da Associação de Juízes Federais,  dando conta  que a competência para decidir sobre a “residência” do COAF é exclusiva do Presidente da República, nos termos da Constituição. Também nos “aventuramos” nessa empreitada jurídica , escrevendo “Como anular os efeitos do boicote da bandidagem com foro privilegiado ao COAF?”.                                                                                                                                                
Mas pelo que se observa, o Governo cedeu. “Afrouxou” as suas pernas. Conformou-se com essa absurda  decisão ,não reagindo  à altura do necessário contra a invasão constitucional da sua competência de organizar o governo.

Onde também tem muita história  “mal contada” é na tal “reforma da previdência”, proposta pelo Governo. Com essa “reforma”, o governo  pretende economizar 1 (um) trilhão de reais, em dez anos. Mas parece não estar levando em conta que os governos do PT/MDB  “roubaram” 10 (dez) vezes mais que esse valor ,de 2003 a 2018,ou seja, 10 (dez) trilhões de reais ,segundo estimativa do próprio Ministro da Justiça, Dr. Sérgio Moro.                                 

Não seria mais justo tentar recuperar pelo menos parte desses 10 trilhões de reais roubados, evitando o enorme sacrifício a que serão submetidos os futuros aposentados com a reforma previdenciária, quando provavelmente cerca de metade já terá morrido antes de usufruir um só dia de aposentadoria? Seria “moral” investir na morte antecipada dos contribuintes  para não gastar com suas aposentadorias?

Outro absurdo com tamanho “cósmico” nessa reforma é que os atuais  beneficiários de aposentadoria NÃO SERÃO ATINGIDOS pela reforma, mantendo integralmente  os seus ganhos. E são justamente esses benefícios, concedidos no passado, os grandes causadores do déficit, do “rombo ,da previdência. Como exigir que os “novos” paguem uma conta de responsabilidade exclusiva dos “velhos”?

Seriam dois pesos e duas medidas para os aposentados do passado e do futuro? Será que os proponentes dessa reforma não se dão conta que uma simples EMENDA CONSTITUCIONAL poderia cortar os excessos e absurdos concedidos até hoje, não mais sendo necessário “sacrificar” tanto  as futuras  gerações de aposentados? E que só assim poderiam ser corrigidos os verdadeiros escândalos com a outorga de milionárias aposentadorias a parlamentares com um ou dois mandatos?

Mas os problemas não ficam só por  aí. Nenhum dos “reformadores” cogita em acabar com o absurdo “sequestro” de 30% que o Governo faz sobre as contribuições previdenciárias mensais dos trabalhadores, para “outros fins”,que não   para aqueles para os quais estavam destinados.

Será que não estariam “escondendo” que a mera devolução desses 30 % “sequestrados”  dos trabalhadores ativos, poderia alterar radicalmente o caótico quadro da previdência  que formularam?

O que não dizer de um povo que tolera ,sem reagir ,a  todos os absurdos cometidos pelas  “situações” e “oposições” políticas que se alternam no poder?  A simples cumplicidade da Grande Mídia em  omitir e não denunciar essas verdadeiras atrocidades políticas contra o povo, seria porventura desculpa suficiente para a inércia e acomodação desse mesmo povo? Até que ponto o maior culpado por toda essa tragédia política, mesmo que indiretamente , não seria o próprio povo? Como  tirar então a razão do filósofo francês  De Maistre, na sua célebre frase, “cada povo tem o governo que merece”?

Para terminar, observe-se que nos próximos dias será votado no Poder Legislativo a medida provisória do Governo que versa sobre a  maior repressão ao crime. Mas o que se pode esperar dessa votação, no momento em que se sabe antecipadamente que grande parte desses mesmos parlamentares “votantes” estaria abrindo caminho para as suas próprias prisões, se tal medida for aprovada?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

A bandidagem se expôs e vem troco...



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Foi excelente para a construção da Democracia – e também para o Governo comprometido em combater o Crime Institucionalizado – a derrota de 228 a 210 (quatro se abstiveram) na votação que devolveu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Justiça para o da Economia. A votação nominal expôs quem são os parlamentares descompromissados com o enfrentamento da corrupção sistêmica.

Em vez de chorar “derrota”, o Presidente Jair Bolsonaro deveria partir para a ofensiva institucional. O Artigo 84 da Constituição dá plenos poderes ao Poder Executivo para decidir sobre sua estrutura, desde que não gere aumento de despesas. Assim, Bolsonaro fica livre para criar, no Ministério da Justiça, um Departamento para cumprir, com mais qualidade, o papel do COAF. O órgão seria uma transição para a criação da Agência Nacional de Inteligência Financeira.  Essa ANIF seria focada no combate à lavagem de dinheiro e nos esquemas de “esquentar” grana da corrupção.

O troco virá, com toda certeza! Quase a metade da Câmara Federal será alvo fácil da pressão popular e tem tudo para se ferrar no instante em que a Procuradoria Geral da República avançar na ofensiva contra os bandidos da máquina pública. Quem tirou o COAF da jurisdição de Sérgio Moro será malhado em praça pública, na manifestação de domingo que vem. Antes, os traíras (principalmente os falsos governistas do DEM) sentirão a fpuria virtual nas redes sociais da internet.

Sérgio Moro foi lacônico na interpretação do resultado: “Só tenho a lamentar”. O Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do carrasco DEM, fez piada sem graça ao comemorar a vitória da classe política desqualificada: “O COAF não vai para as mãos do Fernandinho Beira-Mar. Ele vai para a mão do Paulo Guedes”. Bolinha, Botafogo ou Goldrigo é uma gracinha... Por ironia, foi o Ministro da Economia quem apadrinhou a indicação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça.

O MJ recebeu de volta a Funai – responsável pela demarcação de terras indígenas. Na reestruturação original dos ministérios na gestão Bolsonaro, a Fundação Nacional do índio foi parar no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos. Menos pior, o plenário da Câmara decidiu não aumentar o número de ministérios – que fora reduzido de 29 para 22. Também foi rejeitada a recriação dos ministérios do Trabalho e da Cultura.

A podridão do Congresso Nacional obteve uma vitória parcial. Inegavelmente, a derrota foi do Governo Bolsonaro. Sem tirar o mérito de tanta excrescência travestida de excelência, a responsabilidade recai sobre a deficiente articulação política do Palácio do Planalto. O resultado ruim assou, ainda mais, a batata do ministro da Casa Civil. Tal qual treinador de futebol que não vence jogo e perde campeonato, Ônix Lorenzoni está “prestigiado”. Pior que ele só o líder do governo, Major Vitor Hugo. Bolinha já rompeu com ele...

“Noves fora nada”, o importante saldo positivo da “derrota” do governo e de Moro é que a postura dos deputados pró-crime e impunidade só turbinou as manifestações de domingo que vem, dia 26. No entanto, é preciso destacar que não basta o apoio da população. O Governo tem de acertar na Estratégia de Comunicação. Eis o Calcanhar de Bolsonaro.

Quem legisla é o Legislativo...

Notícia boa para o Governo? O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, celebrou que o governo federal conhece e vai apoiar o projeto de reforma tributária aprovado por quase todos os partidos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Cintra antecipou que o Executivo irá opinar sobre as medidas propostas pelo Legislativo, em "momento oportuno", na Comissão Especial que debaterá o assunto.

Correto: legislar é função do Legislativo, mas, no Brasil, a Constituição de 88 permitiu ao Executivo legislar, abusando da edição de Medidas Provisórias...

Moro nas compras...


Certamente, Lula proporia que Moro ficasse com a água e deixasse o resto com ele...

A maioria dos brasileiros concordaria com o companheiro casamenteiro...

Alias, o PT casou com a corrupção, divorciou-se da ética, e Lula paga a pensão com prisão...

Releia o artigo: A missão prioritária de Bolsonaro


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Maio de 2019.

As aparências enganam



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Sabemos que o símbolo da Sociedade Fabiana é um lobo coberto por pele de cordeiro. Seu objetivo é manter (ou tentar) a hegemonia do Império Britânico no mundo.

Coopta agentes em todos os países que considera um “risco”. Por cobiça ou por ódio, traidores são arregimentados desde sua juventude para cumprir “missões” demolitórias de suas pátrias.

Assim, é necessária a reunião de nossa fina flor da inteligência e patriotismo para identificar e combater a infiltração do inimigo por toda parte. Nas Forças Armadas os elementos perigosos são chamados de FRAÇÕES.

De uma forma mais compreensível para os leigos, são apelidados de “melancias; verde amarelos por fora mas vermelhos por dentro.

O famoso pensador florentino escreveu por volta de 1.500 que, tal qual algumas doenças, as rebeliões são difíceis de identificar em seu início, mas fáceis de serem curadas. Mais tarde, poderão ser facilmente visíveis, mas de dificilíssima reversão.

Há dentre as pessoas bem intencionadas e de bom caráter, diversos tipos de temperamento. Sem pretender classificar todos os tipos existentes, mencionarei apenas alguns:

Vaca brava: abraça “ideias” e slogans sem a necessária prudência. Por exemplo, defender a reforma da (im)previdência trazida à cena política por um homem brilhante mas que está a serviço dos bancos;

Vaquinha de presépio: diz amém a tudo que um boca-mole apregoa;

Esperto: quer tirar proveito pessoal de tudo. Muitos dos eleitos na onda bolsonarista, foram os primeiros a traí-lo por um prato de lentilhas.

Peço a todos que considerem o ditado: ”Don't jump in conclusions“.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Desistir, Jamais!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Um rico e influente senhor feudal cometeu um crime. E o seu suserano, a quem cabia julgar o fato, mas não queria punir o criminoso, armou uma farsa para condenar e executar um pobre camponês, e, assim, dando satisfação aos que clamavam por justiça, se afirmar como senhor da lei.

Para mascarar a ignomínia que todos percebiam, ele disse que Nosso Senhor decidiria se haveria ou não um enforcamento. E apresentou ao camponês uma bandeja com dois papeizinhos, dizendo: "Num está escrito culpado; noutro, inocente. Tire um dos dois e que o bom Deus tenha-lhe misericórdia."

O camponês sabia que era uma farsa. E que em ambos papeizinhos estava escrito "culpado". E não havia a quem recorrer. O que fez? Desesperou-se a maldizer a própria sorte? Oh, não! Ele apanhou um dos dois e... engoliu-o! De modo que só restou a contraprova de sua escolha, no qual se lia: "culpado!" Ele escapou!

Entre nós, em situação de crise, muitos descambam para o niilismo, espécie de melancolia gozosa que acompanha a satisfação de acreditar em nada. E jogam a toalha! Querem um exemplo? Aquele texto derrotista que, inclusive, o presidente Bolsonaro replicou em redes sociais.

O texto é exato ao explicitar a sórdida guerra deflagrada contra o governo, evocando a grossa corrupção e denunciando que corporações de servidores públicos e políticos com mandato se apropriam do orçamento. E mostra como o "presidencialismo de coalizão" obriga o presidente a fazer agradinhos a esses parasitas para poder governar, ficando o Brasil "governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público." Sim, é apavorante!

Aliás, o Centrão escancara sem constrangimento que pretende "desidratar" a reforma da previdência. Para quê? Segundo um membro da facção, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), é Para arruinar Bolsonaro. Eis a velha política: a tática dos parasitas é chantagear o governo para arrancar verbas e distribuir cargos.

Dessa estirpe é o mimético presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o qual até reconheceu que o problema do Brasil são as "despesas obrigatórias" previstas no orçamento (úteis ao jogo sujo dos parlamentares): "O orçamento foi cooptado por corporações públicas", afirmou.

Segundo o texto, ao se opor ao jogo do "toma lá, dá cá", Bolsonaro permitiu ver que o Brasil, "fora desses conchavos, é ingovernável", que nenhum compromisso de campanha, de presidente algum, pode ser cumprido sem o aceite das corporações. É uma triste e parcial  verdade.

Ora, se o texto é impecável na descrição, erra ao catastrofar, como se não restasse o que fazer. Não havendo, claro, "as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre" e siga custeando privilégios. Mas tem certeza de que nada resta fazer além de Desesperar e maldizer a triste sorte?

Que grande coisa será um médico que acerta no diagnóstico, mas não sabe tratar... O niilismo é burro, é estéril e nada constrói. Mata a coragem e tolhe a iniciativa. Como ignorar o empenho de uns quantos por restaurar o país? Como esquecer os muitos reveses que já superamos?

Momentos houve em que o Brasil sambou na beira do abismo e flertou com o diabo. No entanto, escapou! Em 2009, Lula engendrou o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), belo nome para o plano de impor ao país um regime totalitário. Não deu! Em 2013, antes que caísse a máscara, Dilma et caterva queriam uma constituinte para... mudar a Constituição para um Estado totalitário. Não deu! Em 2014, com o decreto 8243, Dilma apresentou nova versão do PNDH. Não deu! E por que não deu? Ora, não deu porque brasileiros não o permitiram!

No momento crítico, a nação foi salva do totalitarismo por gente sem grife: não pela parasitária elite acadêmica, nem pelo empresariado, nada de intelectuais. E aí está a lacuna do texto: se essa gente reagir, maiores serão as chances de o governo governar como deve. E se é possível estimular essa gente, então há o que fazer!

É preciso, sim, denunciar os parasitas. Mas é imprescindível evitar o negativismo. Manter a memória de realizações passadas inspira ações futuras, suscitando crenças positivas. A quem servirá o desalento?

A legião de parasitas tem de sentir o bafo na nuca. E isso está, sim, ao alcance de quem já carregou o Brasil nos braços para longe do abismo.

Será melhor, pois, se, em vez de jogar a toalha, cada qual buscar forma de, em seu âmbito (amplo ou restrito) reagir à guerra sórdida.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.