sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A suicida tucanagem do Geraldo e FHC



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Ganhar ou perder uma eleição faz parte do jogo. A derrota se torna vergonhosa quando acontece por imperdoável erro estratégico, cometido pelos marketeiros brilhantes na estética da enganação, porém completamente ignorantes da natureza real da Política. A eleitoragem de 2018 traz vários exemplos deploráveis de erros primários, sobretudo nas campanhas presidenciais.  

O PSDB exagera na dose de besteiras fatais. O programa eleitoral e as inserções de rádio e televisão dos tucanos revelaram apenas o desespero de uma candidatura incapaz de decolar. Geraldo Alckmin se viu forçado a abandonar o estilo asséptico de “Picolé de Chuchu” para assumir um tom agressivo e leviano que não combina com ele. Resultado: cometeu suicídio político ao atacar, violentamente, ao mesmo tempo, o paciente Jair Bolsonaro e o “Andrade, poste do Presodentro Lula”.

Geraldo Alckmin simplesmente fechou as portas para um apoio a Haddad ou Bolsonaro, em um eventual segundo turno (que pode nem ocorrer). Até agora, apesar do maior tempo para propaganda em rádio e tevê, Geraldo não conseguiu emplacar a imagem de “candidato de centro”. O ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a fazer o apelo patético a favor de uma “união das candidaturas de centro, "que não apostam em soluções extremas, se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver". Até agora, Geraldo só representa tal “opção” no discurso.

FHC prega um rompimento com "a radicalização dos sentimentos políticos" entre Bolsonaro e Haddad: O papo do príncipe dos sociólogos é bem furado: "A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta. Basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado”. HC também cutucou o candidato do velho “amigo” Lula: “O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos".

O apelo básico de FHC: "Ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política". O Papo de FHC só não consegue seduzir os demais concorrentes de Alckmin, como Marina Silva, Álvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoedo...
  
Impressionante é como o PSL de Bolsonaro não consegue direito de resposta na propaganda do PSDB. Tradicionalmente, a "Justiça" Eleitoral não entra no mérito (ofensivo ou mentiroso) do conteúdo dos anúncios. Geralmente, o candidato vítima de ataque ganha o horário como direito de resposta. O curioso é que sobra ataque sem defesa na eleição deste ano. O que fazem os advogados do partido do Bolsonaro? Por que eles cometem um erro tático de não barrar os ataques do Geraldo? É medo ou burrice? O eleitorado pode ficar com aquela impressão de que “quem cala consente”...

O mais assustador é o baixo nível da campanha 2018. Muita intriga, muita acusação mútua e muito pouca clareza sobre soluções para o Brasil – um País perigosamente dividido ideologicamente e sem projeto estratégico de Nação.





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2018.

A Hydra acusou o Golpe: O Brasil está salvo!


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

The Economist 20 de Setembro de 2018 | 12h27 , Estadão, internet

Alvíssaras! Aleluia!

Por fim, nós brasileiros conseguimos acertar o “figo” (por fígado) da besta.
Estejamos preparados para repelir os golpes mais cruéis que esse mostro tentará.
Novos atentados à vida? Atos terroristas para prejudicar milhões de pessoas?
Muito embora o glorioso Exército Brasileiro esteja momentaneamente “imobilizado” pelos “melancias”, caso a situação venha a degringolar, medidas enérgicas serão tomadas.

Que mais precisa acontecer para os palhaços abandonarem o mantra “As instituiCães estão funcionando...”

Dezessete dias para o 17. É uma eternidade!

Utilizemos, por enquanto, a mais poderosa das armas: a oração.

Um segundo limbo. De 8 de outubro até 31 de dezembro.

Em 1°de janeiro a redenção. Voltaremos à terra prometida. A de Santa Cruz.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O antipetismo vencerá a eleição presidencial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Virou contra o feiticeiro a tática de tentar turbinar o “Andrade” (como o candidato Fernando Haddad, “filho de Lula”, é conhecido no Norte/Nordeste). O paciente Jair Bolsonaro ganha mais espaço entre formadores de opinião e empresários, em função da consolidada rejeição ao “modo petista de desgovernar”, seja por incompetência gerencial ou por abuso na arte da corrupção.

Bolsonaro incorpora, definitivamente, a imagem de principal combatente ao petismo. Ele também representa, no imaginário popular, o candidato que desperta esperança na Segurança Pública – tema que afeta a maioria do eleitorado, junto com o desemprego. Só falta se consolidar como o simplificador, redutor e eliminador de impostos. Tais “conceitos” podem lhe render a vitória já no primeiro turno eleitoral.

O guru econômico de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, resolveu agir com toda transparência na divulgação de sua “solução” para os impostos. Guedes defende apenas dois tributos federais, ambos sobre transações financeiras, um para a Previdência e outro para impostos e contribuições - apenas dois tributos federais, ambos sobre transações financeiras, em vez dos cerca de 50 existentes atualmente. O PT não tem o que oferecer ao setor produtivo. O desgoverno Dilma, em parceria com o MDB de Michel Temer, são naturalmente responsabilizados pela maior crise econômica da nossa História.

O maior temor da petelândia e afins é que Bolsonaro consiga conquistar e consolidar o apoio da maioria do empresariado. Depois do impeachment da Dilma e da prisão do Lula, os endinheirados fogem do petismo. Fernando Haddad não consegue se aproximar do setor produtivo. O mais curioso é que, por falta de pegada e mau desempenho nas pesquisas, Geraldo Alckmin também perde apoio entre o setor industrial e o agronegócio.

Aliás, Geraldo segue encalhado nas intenções de voto porque apanha dentro do PSDB. O discurso de Segurança Pública feito pelo marketeiro profissional João Dória está mais alinhado com Bolsonaro que Alckmin. A campanha de Geraldo errou na dose do ataque inicial a Bolsonaro, coincidindo com o momento em que o Capitão levou a covarde facada que o obriga a ficar preso no “Hospital de Campanha”. Alckmin também subestimou que o “Andrade” cresceria com o impedimento do prisioneiro Lula em disputar a presidência.

Por tudo isso, vai se consolidando a brincadeira do “é bom Jair se acostumando”. Bolsonaro só perde a eleição presidencial para ele mesmo. Seus filhos, que comandam o PSL, não podem incorrer na disputa interna de campanha com o candidato a vice. O General Hamilton Mourão, filiado ao PRTB do Levy Fidélix, também precisa tomar mais cuidado para não cair na manjada armadilha da mídia que insiste em tentar associar sua imagem a de “um militar autoritário e preconceituoso”.

Bolsonaro e Mourão ganham mais se focarem na divulgação de propostas objetivas de governo, em vez de caírem nas armadilhas das polêmicas ideológicas inúteis. Os dois são facilmente provocados pelos adversários e pela mídia dominada pela canhota sem noção e contra a nação. A prudência recomenda que já comecem a apresentar sugestões concretas para a pacificação nacional – e não para o acirramento da luta de classes, como desejam os inimigos do Brasil.

Enfim, o compromisso tem de ser claro com a Democracia. Qualquer discurso ou prática nazifascista tem de ser repelida, porque não interessa ao Brasil. O próximo governo tem o desafio de ser liberal e libertador. O Brasil autoritário precisa ficar com os dias contados. Do contrário, o mais do mesmo vai mergulhar a Nação em violência descontrolada que causará o fracionamento do País.



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Setembro de 2018.

Estado de choque da mídia vendida


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O mais triste do período eleitoral é ver como um poderoso cai.

Outrora respeitados jornais, hoje se sujeitam a obedecer ordens de traidores da Pátria.

Tenho dó de jornalistas, que por desespero, se sujeitam a escrever mentiras para preservar seus empregos e o sustento de suas famílias.

Nojo tenho da cúpula editorial que pretende tapar o sol com a peneira para iludir seus leitores fiéis que, por ingênuos, ainda não se deram conta de que a marca continua a mesma, mas o conteúdo está a serviço do mal.

As tiragens diminuem, os anunciantes fogem para mídias mais eficazes, e os leitores remanescentes, perplexos, se perguntam para o que servem hoje em dia as minguadas páginas impressas ou as postadas às pressas nos portais da internet.

Se fizermos uma reflexão profunda veremos que só servem para limpar a rima.

Num passe de mágica, dizer que um poste mijado (derrotado no primeiro turno em sua pretensão reeleitoral) agora é Cãodidato apto a despontar como adversário preferencial para tentar conter o tsunami verde-amarelo, seria ridículo se não fosse trágico.

Em setembro, viram na tumba veneráveis julhos.

A mesquita foi substituída pela mesquinha subserviência.

Pobre país que vê perecer um símbolo da verdade e da ponderação.

Hoje, pasquim mentiroso está a serviço do melhor postor (ou impostor ?).

Hoje, arauto do estado vendilhão “precifica” a vergonha e vende o pão.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Polarização e Incertezas na corrida presidencial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Surpresa? Nenhuma! A sucessão presidencial 2018 é marcada por muita polarização, radicalização e muita incerteza. A subida do candidato do PT era esperada. Da mesma forma como Fernando Haddad não ameaça o favoritismo do paciente Jair Bolsonaro – que tem a desorganização estratégica e as brigas internas de campanha como adversário mais perigoso. Deuses do Mercado rejeitam o retorno ao poder dos petralhas que quebraram o Brasil. Assim, Haddad tem mínima chance de vitória.

O irracional radicalismo ideológico segue dando o dom da campanha. Se o mercado repele o PT, a velha mídia hegemônica insiste em demonizar e sabotar Bolsonaro e seu vice, General Hamilton Mourão. Nem em cama de hospital, recuperando-se da covarde facada de 6 de setembro, Bolsonaro tem moleza. E Mourão apanha por qualquer coisa que fale. Qualquer racionalidade democrática passa longe desta eleição. É um indicador claro de que o próximo governo, seja quem for o vencedor, terá de enfrentar uma guerra ideológica insana.

Diante do previsível cenário de conflito inútil, vale reproduzir um comentário enviado pelo leitor Drausio Moraes de Oliveira Pinho: “Permito-me um pitaco em seu editorial questionando a afirmação de que a centro-esquerda, que vem governando o país, segundo afirma, mostrou-se incompetente para este gigantesco desafio. A centro-esquerda não existe no Brasil e no mundo: existe, sim, uma muito grande, bem pensada e bem estruturada esquerda. Tão bem estruturada que finge existir dentro de si um enorme leque de tendências, mesmo contraditórias, incluindo até uma facção mais amena e comportada: a chamada centro-esquerda abrigada sob outro subterfúgio semântico representado pela mentirosa social-democracia proposta, originalmente, para promover a aproximação Leste-Oeste nos tempos da Ostpolitik germânica de Willi Brandt”.

Drausio Pinho prossegue: “A social-democracia foi, à partir de então, maquiavelicamente utilizada para “vender” a idéia de um socialismo de traços humanos e não genocidas e chega, aos dias de hoje, travestida de lobo em pele de cordeiro como bem o demonstra o cínico brasão da londrina Fabian Society. Foram, então, os social-democratas brasileiros (FHC, sua figura magna e seu apogeu, representando o papel transitório de Kerensky brasileiro), os construtores das poderosas fundações que alicerçaram os governos destrutivos e alinhados com a chamada “nova ordem mundial” - de Soros et caterva sceleris - que abriram as portas para as radicalíssimas facções da “centro-esquerda” aqui atuante que redundou no poder conferido a traidores da Pátria fantasiados como “lulinha paz e amor”, como “dilma gerentona” e seu séquito de maléficos parceiros. Todo o cuidado com eles é extremamente pouco”.

Resumindo o pensamento do Drausio: Essa esquerda falsária e retrógrada não quer mudanças no Brasil. Quer apenas mais Estado para aparelhar, enquanto encena o discurso falsificado do socialismo/comunismo que ainda consegue seduzir uma grande parcela de um eleitorado idiotizado.



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Setembro de 2018.

O Crepúsculo dos “Deuses”



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Suas excrescências, nomeadas pelo bêbado e a desequilibrada, no momento passam recibo de sua subserviência.

Primeiro o vexame de tolerar (ou promover) a decisão de NÃO cumprir a LEI do voto impresso.

Agora , pudibundos e pudibundas, querem nos iludir com o mantra “as urnas são Cãofiáveis”.

Versão moderna da cartola do mágico, nos brindará com bichos peçonhentos; coelhos e pombos estão demodés.

A onda verde-amarela não é uma simples “marolinha”. É um tsunami devastador.

A mídia canalha e as pesquisas fajutas querem nos fazer crer que há uma possibilidade de segundo turno.

Pensam os urubus malandros: “enquanto o código-fonte enfurno garanto o engano diuturno !”

Conforme o andar dos aCãotecimentos, veremos uma marcha de coturnos.

Não haverá “poste” para malhar o anti-Judas.

A porcada em transe diante do naufrágio iminente, chora , grita, peida e mente.

Em um pobre paralelo com a francesa RevoluCão, o povo está levando o rei para Paris.

Fujam os covardes. Seu fim está por um triz.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Bolsonaro venceria no 1º Turno, se TSE permitisse


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Mais que nunca, a tentativa de crime, mediante  fraude   eleitoral ,com  manipulação das  urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral, afastando da competição presidencial a “chapa” Bolsonaro/Mourão, está configurada.

O grande pensador  francês, René Descartes ,o “pai” da Filosofia Moderna ,garantia no “Discurso Sobre o Método”, que “não devemos aceitar nada como  verdadeiro, a não ser que as EVIDÊNCIAS apontem nessa  direção”.

Trazendo o pensamento de Descartes para a realidade política brasileira atual, e tendo presente a proximidade das eleições de 7 de outubro , todas as EVIDÊNCIAS  levam à conclusão que está havendo uma tremenda “armação eletrônica” no sentido de substituir a vontade popular deixada pelos eleitores  nas urnas  eletrônicas  por um resultado previamente estabelecido nos computadores do TSE, de acordo com “certos” interesses,nada democráticos.

A primeira e mais importante “evidência” dessa perspectiva de fraude eleitoral é a própria NEGAÇÃO que dela fazem as autoridades públicas responsáveis pelas eleições, muitas das quais merecedoras do “diploma” de “mentirosos contumazes”. E desses “mentirosos contumazes”,  destaque especial merece Sua Excelência o atual Presidente do Supremo Tribunal Federal,  que já na eleição presidencial de 2014,então como Presidente do TSE, conseguiu  que os computadores do TSE dessem uma vitória fraudada para a candidata do PT, Dilma Rousseff. Ninguém conseguiu “checar” esse resultado, embora muitos especialistas em computadores tenham garantido a possibilidade objetiva de ter havido fraude.

Tentando prevenir para o futuro novas fraudes com os computadores da Justiça Eleitoral ,o Congresso aprovou uma minirreforma eleitoral em 2015,portanto um ano após a eleição de Dilma, exigindo voto impresso em paralelo ao eletrônico, em 5% das urnas.

Pois bem, faltando poucos meses para as novas eleições presidenciais de 2018, o Supremo julgou “inconstitucional” a lei que determinava o voto impresso em parte das urnas. O argumento “jurídico” encontrado para essa decisão não poderia ter sido mais estúpido.

A segunda “evidência”, que leva na mesma direção da primeira, é que as autoridades judiciárias  competentes repelem  da maneira mais radical possível qualquer outro controle paralelo sobre os resultados apontados pelos computadores do TSE. Ora, se a certeza sobre a “invulnerabilidade” das urnas e  dos resultados oficiais do TSE é absoluta, evidentemente não poderia haver qualquer motivo razoável  para impedir algum tipo de “fiscalização” sobre os resultados, mesmo que fosses “artesanais”, sem qualquer custo adicional ao erário.

Outra prova que as eleições de 2018 serão pura “armação”, é que mesmo que Bolsonaro saia vencedor no Primeiro Turno das eleições, com mais de 50% dos votos válidos, jamais o TSE reconheceria esse resultado, ”preferindo” aquele oriundo dos seus computadores.

Outra “armação” que está sendo preparada, com certeza, é o surpreendente  e repentino crescimento do nome de Haddad,agora candidato oficial do PT, à Presidência, nas pesquisas eleitorais “encomendadas”. Certamente a simples “oficialização” do seu nome como candidato do PT não teria força suficiente para que  ele desse esse enorme “salto”, de uma hora para outra, pulando dos últimos lugares para a segunda colocação nas pesquisas ,logo atrás de Bolsonaro.

Sem dúvida tudo está sendo manipulado ,inclusive as pesquisas eleitorais. Manipularam Haddad para ficar em segundo lugar no Primeiro Turno, atrás de Bolsonaro. É lógico, e “evidente”,que nova manipulação das pesquisas será feita  para o  Segundo Turno. Haddad ficará em primeiro lugar.

Após essas pesquisas do Segundo Turno,com Haddad na “ponta”, o único trabalho que terá o TSE  será programar os seus computadores para que façam coincidir os resultados com as pesquisas. Não é preciso ser nenhum “Nostradamus” para prever que isso tende a acontecer. E qualquer método empregado para estancar essa fraude contra o povo será válido.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Polarização Eleitoral



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

A guerra da sucessão nem de longe se asssemelha àquela da secessão havida no ano de 1861 nos EUA, entre o Norte (desenvolvido) e o Sul (escravagista) com a libertação da escravidão e força maior à industrialização do continente norte americano.

Os tucanos de bico não muito limpo depois da reeleição foram incapazes de retomar o poder. Eis o motivo da polarização entre a direita pré militar e a esquerda bolchevista. Mas o que precisamos é de idéias centradas para tirar o Brasil do buraco e confiar num parlamento que tenha metas a seguir e saiba legislar, um executivo de peso e o judiciário que saiba ocupar o seu espaço perante as instituições democráticas.

O resultado do segundo turno dará a visão do amanhã se queremos o progresso e desenvolvimento ou o mais do mesmo,com a ruptura dos campos minados de patrulhamento ideológico nas universidades e comunidades científicas, as melhores mentes se despediram do País e mergulharam de cabeça no primeiro mundo.

Não há dinheiro para museu,arte,ciência,somente se aplica a Lei Rouanet para os amigos que defendem com unhas e dentes o continuismo da esquerda que se apropriou das estatais e fundos de pensão fazendo poucos milionários e a maioria miserável. Erráticas políticas públicas adotadas, como se fosse possível conferir um carro para cada brasileiro, milhares foram devolvidos e não pagos, explodiu o preço do combustível, esses bilhões se empregues na malha do metrô e transporte público transportaria 8 milhões de pessoas e não apenas 1 milhão de brasileiros dos quais mais da metade não conseguiu continuar a pagar seu carro por causa da taxa de juros.

Um Brasil em contradição que confere 430 bilhões somente de desonerações fiscais e persegue aos magistrados e promotores pelas migalhas de 4 300 reais de um auxilio moradia que sequer paga o condomínio e o IPTU do imóvel no qual habitam. Eis o modelo brasileiro radicalizado,desestruturado e mordido por todos aqueles visando ganhos em escala. O exemplo do vice da Guiné Equatorial é gritante chegou ao País com 16 milhões de dólares em jóias e dinheiro não declarado e ainda como os mandantes da esquerda, se considera acima da lei, ainda que tenha sido processado e condenado em vários Países.

O Brasil precisa rapidamente sair da polarização e encontrar o meio termo, o equilíbrio a situação que supere e suplante os desmandos,as injustiças e a pobreza de corpo e de alma. Saibamos encarar de frente ainda que com o rumo incerto as urnas eletrônicas que nos dão a nítida sensação que a manipulação de mentes e de discursos arrebatadores não serão capazes de infundir na consciência do eleitor a sabedoria do resultado.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

A Pacificação Nacional é viável?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Eis a grande dúvida brasileira para depois da eleição: será possível a tão sonhada e desejável pacificação nacional? O radicalismo persistente da esquerda sinaliza que estamos longe da paz. A políticagem hedionda e o discurso raivoso dominam o ambiente eleitoreiro. A banda hegemônica da mídia também presta seu desserviço colocando fogo na guerrilha pelo voto. O perigo é quando a direita embarca na estratégia equivocada da esquerda que não aceita ficar de fora do poder.

O Brasil vive um momento institucional delicadíssimo, com a guerra de todos contra todos os poderes. A irresponsabilidade política nos coloca próximos de um conflito civil sem precedentes. É concreto o risco de rompimento do tecido social. Pior e mais grave ainda: O País pode acabar dividido de verdade, com o processo de desintegração nacional em curso adiantado. Alguns militares, principalmente na reserva, chamam a atenção para o problema. Porém, a sociedade brasileira, em sua maioria, prefere ignorar a realidade. E a esquerda não quer saber de pacificação, pois ela só sobrevive na base da permanente luta de classes.

O comportamento politicamente responsável exige que se trabalhe para unir o Brasil com segurança, ordem, fraternidade e, principalmente, muita liberdade de direitos e deveres. Não podemos cair na armadilha irresponsável de reeditar o clima pré-1964. É preciso viver o momento presente olhando para frente. No passado, a interpretação verdadeira da História mostra que todos erramos. Quem vencer a eleição deve estar preparado até para “anistiar” os adversários de campanha. O Brasil necessita de uma espécie de Pacto de Moncloa. É fundamental deixar a esquerda isolada em seu irresponsável discurso de confronto permanente.

A tal Direita e os autodenominados conservadores devem explicar que, se a maioria acredita na Democracia, agora é o momento de aceitar e respeitar o rodízio de poder. A centro-esquerda que vem governando (ou desgovernando) o Brasil desde 1985 precisa aceitar a previsível derrota. Faz parte do processo democrático respeitar quem pensa diferente e deseja mudanças constitucionais e institucionais. A luta é por um futuro de estabilidade, geração de emprego e renda. Lembremos do passado, principalmente dos erros primários. Porém a única saída é olhar para frente e vislumbrar que o sucesso brasileiro depende da união por um Projeto Estratégico de Nação.

A centro-esquerda já demonstrou que não tem competência para tamanho desafio. Por isso, só lhe resta respeitar o princípio básico da alternância de poder. Soa ridículo e vergonhoso assistirmos a candidatos presidenciais que pautam sua campanha por ordens emanadas por um presidiário condenado por corrupção. É como se Fernandinho Beira-Mar e Marcola estivessem participando, diretamente, da eleição 2018. Imperdoável é que os poderes constituídos sejam coniventes com a ação criminosa na campanha.

O Brasil tem que mudar para melhor. A prioridade máxima é a pacificação nacional. A Democracia não se constrói com facadas covardes e muito menos com discursos ideológicos retrógrados, raivosos e sem compromisso com o real desenvolvimento civilizatório do País. Por tudo isso, vale insistir, a direita e os conservadores não podem cair na armadilha fácil da esquerda. A tática correta para o momento é defender e trabalhar pela pacificação, com soluções democráticas.

Não existe mais espaço para incompetência, intolerância e corrupção no Brasil.



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 18 de Setembro de 2018.

Urnas Cãofiáveis



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Uma “auautoridade” perdeu uma ótima oportunidade de ficar quieta.

Em primeiro lugar, a mais alta corte eleitoral “decidiu” NÃO cumprir a LEI do voto impresso.

Daí em diante é todo um jogo de mentirinha. Sem a possibilidade de auditoria e/ou de conferência de votos, estamos à mercê de um pascácio detentor do código fonte do sistema de voto eletrônico. Seu nome NÃO é divulgado ! Talvez seja apenas um unicórnio.

Anestesiada com clorofórmio, a populaCão votante entra no faz-de-conta das “pesquisas”.

Todas fajutas, pagas pelos filhos da rima.

O que os traidores e/ou ladrões não contavam é com a capacidade de o Mito se comunicar com o povo.

As grandes “inimigas” da porcada são as redes sociais.

Não adianta mais tentar censurá-las. O rombo no casco da nau dos insensatos já está feito. Nem um primo do iceberg, dono da foicebook, consegue mais deter o avanço das águas que irão sepultar os sonhos ditatoriais dos implantadores da Nova Ordem Mundial.

Como diria o caboclo (com rudimentos de francês) : “Zé fini”.

O escândalo da Cambridge Analytics foi temporariamente “esquecido” bem como a apuraCão sobre os mandantes do atentado contra o messias.

Diria um militante vermelho:” Tô folidido !

A coisa mais inteligente que ouvi esta semana foi a orientação de irmos votar com camisa amarela. Sem legendas e sem outras providências que podem anular o voto.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Eleição, Intolerância e Corrupção


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

A pedagogia da intolerância se expande no Brasil com incrível velocidade. Nas relações políticas, pessoais e até em setores econômicos, em que a racionalidade deveria prevalecer. O oponente foi transformado no inimigo que precisa ser abatido.  Ignora que o oponente tem o mesmo direito e liberdade de pensar diferente.
Essa é a essência do viver democrático. Na sua origem está um tempo recente no qual a sociedade foi catalogada em tempo binário: ou é amigo ou é inimigo. Gerando um radicalismo irracional, em uma sociedade que nos últimos 30 anos vem buscando consolidar o Estado de Direito Democrático.
Em momento de disputa eleitoral, a antipolítica desperta como coração pulsante. A pedagogia da intolerância ganha dimensão perigosa para o futuro. Ao invés do debate de ideias e propostas concretas para enfrentar os graves problemas nacionais, a campanha eleitoral se marca pelos rancores.
A origem está na existência de partidos oportunistas, na sua maioria, que oscilam de conformidade com as suas conveniências em usufruir dos benefícios do Estado, bem diagnosticado pelo professor titular da USP, Gaudêncio Torquato: “A política tornou-se um grande empreendimento, tornou-se um negócio”, gerando grande ameaça ao Estado democrático, pela degradação do sentido aristotélico da política, que deve buscar e servir ao bem comum. A corrupção sistêmica pelo suborno, tráfico de influência, informação privilegiada, integram a plataforma operacional desses cínicos agentes públicos.
O balcão de negócios tornou-se presença ativa. As relações no executivo e no legislativo, com raras exceções, passaram a ser o levar vantagem. A grande vítima é a sociedade em que a expressão inglesa “Politics is business” é cumprida com determinação. Outra expressão saxônica “Under the table” (por baixo da mesa) tem ativa presença. A propina transformou-se em política de Estado. Exemplo: em troca de vantagens incestuosas muitos governos estaduais foram capturados por grupos de corruptores, garantindo aos “novos ricos” êxito nos seus negócios fraudulentos.
Nos Estados a eleição de notórios incompetentes para a administração pública tornou-se um mantra. Elegendo quem é deslumbrado com as vantagens do poder e não oferece risco para a continuidade da expropriação dos recursos públicos. Experiência e competência na condução dos negócios públicos tem presença irrelevante nas disputas eleitorais.
O choque anafilático positivo que a Operação Lava Jato deu nos corruptos e corruptores ainda não foi suficiente para estancar as veias abertas na corrupção. Os episódios recentes, envolvendo figuras públicas na manipulação do dinheiro público mancomunado com aventureiros econômicos não foram interrompidos.  Meditem sobre o pensamento do professor emérito da USP, José de Souza Martins.
“Não é surpresa que, no Brasil, muitos dos apanhados com a boca na botija da corrupção não sejam pobres que, eventualmente, tenham descoberto caminhos alternativos e ilícitos para enriquecer. No cenário das condenações e dos aprisionamentos são ricos e poderosos ou gente de classe média que se tornou poderosa, e por isso, rica. A corrupção aqui é uma prática lúdica, uma diversão, um jogo de quem tem tudo e quer mais”.
Ante essa realidade, em 7 de outubro, o brasileiro deve usar o seu voto conscientemente na escolha menos dolosa e perniciosa, enxergando o futuro dos seus filhos e netos.  Para os desequilibrados e amantes do autoritarismo, meditem sobre o alerta do professor Eugênio Bucci: “Há multidões crescentes no Brasil que aprenderam a se jactar de desprezar a política, sem saber que, sem política, não teriam direito de sequer de expressar o seu desprezo pela política. Essas multidões não sabem o que desfazem”.
Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

O Prisioneiro de uma campanha presidencial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A campanha eleitoreira de 2018 entrará para a História pelo surrealismo dos acontecimentos e discursos. A loucura vai desde a facada no candidato Jair Bolsonaro até a apologia criminosa feita pelos petistas. Fernando Pimentel, governador candidato à reeleição em Minas Gerais, só pode ter endoidado ao afirmar: “Vamos eleger Haddad presidente da República, e eu tenho certeza que, eleito, o Haddad irá assinar no seu primeiro dia de governo um indulto para o presidente Lula, irá tirá-lo desta prisão injusta e arbitrária”.

A conversa parece mais que maluquice, pois foi repetida pela Presidenta do PT. A senadora Gleisi Hoffmann, agpora candidata a deputada federal, também afirmou ter certeza de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será solto tão logo o Brasil eleja um novo governante. Mais piração? Gleisi prega que Lula só segue preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, "só para não participar da eleição". Gleisi é um gênio...

Mais barbaridade? Reportagem do jornal O Globo relata que toda a estratégia da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência está sendo traçada pelo ex-presidente Lula, de sua cela, em Curitiba. Lula define aonde Haddad deve ir, a quem deve atacar e até a postura nos debates. Credenciado como suposto advogado do condenado na Lava Jato, Haddad visitou Lula seis vezes nos 37 dias em que ocupou o posto de vice-fake.

Pior que um prisioneiro por corrupção coordenando campanha de dentro da sala improvisada como cela privilegiada é a injusta revolta de integrantes do Tribunal Superior Eleitoral com parte dos 20 minutos de discurso do paciente Jair Bolsonaro, diretamente do “Hospital de Campanha” Albert Einstein. Ministros eleitoral não teriam gostado do ataque de Bolsonaro à insegurança do sistema de votação, sem direito ao voto impresso para recontagem.

O TSE prega que fez uma série de testes públicos de segurança das urnas, com especialistas e peritos da Polícia Federal, para garantir a inviolabilidade dos votos. Mas Bolsonaro não quis saber e alfinetou: “A narrativa agora é que eu perderia para qualquer um no segundo turno. Não é perder no voto, é perder na fraude. Então, essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez no primeiro, é concreta”.
Loucura completa é isso: você sobreviver em um País dominado pelo Crime Institucionalizado, sendo obrigado a acreditar, piamente, no dogma de uma eleição totalmente honesta, mesmo sem o direito elementar a uma conferência de voto, porque a “Justiça Eleitoral” decidiu descumprir a Lei do Voto Impresso...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Setembro de 2018.