terça-feira, 18 de junho de 2013

Subida do Dólar preocupa mais Dilma que passeatas das quais o PT estuda como tirar proveito eleitoral

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão
serrao@alertatotal.net

O Dólar não saiu ontem às ruas para protestar contra tudo de errado que acontece no Brasil, mas a nova subidinha da moeda globalitária frente ao irreal-Real voltou a apavorar o governo. O Banco Central do Brasil foi forçado a apelar para sua força de segurança monetária, intervindo no mercado futuro. A operação do BC do B não deteve o movimento e a cotação chegou a R$ 2,17 – a maior nos últimos quatro anos. A especulação assusta mais a turma da Dilma Rousseff que a onda de passeatas ainda inorgânicas, sem um foco específico, apesar do aparelhamento político-ideológico inicial. O Dólar já abriu hoje a R$ 2.18 - e paralelo a R$ 2,30...

Não há dúvidas de que o “Inverno Brasileiro” esquentou. Mas o gabinete de crise do governo ainda mantém a cabeça fria. Os marketeiros estudam como tirar proveito (re)eleitoral da atual onda de insatisfação. A tranquilidade é tanta que a Presidenta agiu previsivelmente, chovendo no molhado retórico. Dilma mandou sua assessora Helena Chagas comunicar sua frase pronta. “As manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia”. Dilma não quer ficar pior na fita com os jovens mobilizadores da opinião publicada nas redes sociais da internet. Tal público é a grande maioria entre as algumas centenas de milhares de pessoas que saíram às ruas de 11 capitais do País do Futebol, em plena Copa das Confederações da Fifa.

O Inverno Brasileiro ainda está longe de alguma Primavera Árabe. A onda de protestos por aqui está mais para o movimento “Occupy Wall Street” do que “Tea Party”. Os dois foram fenômenos norte-americanos bem distintos que usaram muito bem a internet como meio de mobilização. O Occupy tem a cara deste “Inverno Brasileiro”, pois é mais anárquico, sem liderança clara e serve mais para desopilar o desejo incontido de protestar. O “Tea Party” tinha conotação política conservadora, liberal, bem definida – coisa que estamos muito distantes no Brasil, embora tenhamos protestos conservadores agendados para o mês de julho, em Brasília.

O Alerta Total insiste na análise correta do fenômeno. Houve uma motivação ideológica inicial, liderada por partidos de esquerda ligados à chamada IV Internacional Socialista, para que os protestos ocorressem - de forma pacífica ou mais radicalizada em previsíveis conflitos com a Polícia Militar. O alvo era o governo federal. Pontual e secundariamente, os ataques também eram direcionados aos governadores Geraldo Alckmin (São Paulo) e Sérgio Cabral (Rio de Janeiro).

Todo mundo com bom senso percebe que existe no Brasil uma pré-condição para insatisfações pessoais ou coletivas, já que a grande maioria das pessoas comuns está de saco cheio. Isto abriu caminho para que a onda de protestos aumentasse. A mobilização pela internet, tentada várias vezes sem sucesso, agora deu certo. A dúvida é se realmente conseguirão pressionar o Governo do Crime Organizado. A indicação é que não. A petralhada ainda pode tirar proveito eleitoral da confusão – igualzinha a que eles criaram no interior nordestino para medir a eficácia e fidelidade ao Bolsa Família e congêneres eleitoreiros.

O Alerta Total persiste na tese. O imponderável dos movimentos de massa é que eles começam sempre por iniciativa de alguma liderança e, se conseguem grande adesão, costumam evoluir e sair de controle, com consequências político-institucionais imprevisíveis. Só o tempo vai dizer se as manifestações de agora terão importância no futuro próximo.

Uma constatação é positiva. O brasileiro saindo de seu estado de letargia e passividade diante de tantas coisas erradas a sua volta já merece grande comemoração. Foi lindo ver a garotada subindo no teto do Congresso Nacional. Por outro lado, foi horrível ver as cenas de violência e vandalismo no final da manifestação do Rio de Janeiro.

Por tais contradições, ainda é muito cedo para uma avaliação sobre as consequências de tais movimentos com a massa urbana jovem, descontente, na maioria apolítica ou apartidária, e que fica facilmente enfurecida se provocada ou incentivada a radicalizar.

O Brasil parece de pólvora. O pavio é muito curto. Acendê-lo é possível. O difícil é saber no que vai dar se ocorrer alguma explosão. Nossa “tradição” histórica é de repressão política a movimentos de massa, principalmente se eles saem de controle – como é o mais provável de acontecer.

Por enquanto, tudo é festa... E o sistema Capimunista tupiniquim segue, inabalável, em sua balada de ineficiência, baixa produtividade, terror fiscal, insegurança jurídica, falsa flutuação cambial e permanente corrupção – fatores que só consolidam o atraso e a colonização do Brasil diante do mundo.

Acionista minoritário sofre no Brasil
Ser acionista minoritário é muito difícil no Brasil, ainda mais se a companhia de capital aberto é controlada por empresa sediada no exterior e com atuação mundial.

É o que acontece com a Plascar Participações Industriais S.A.controlada da International Automotive Components gerida pelo bilionário Wilbur L. Ross Jr.

A empresa brasileira em questão é prejudicada pela administração global que a ignora, ou pior, pratica uma política comercial lesiva para beneficiar os interesses de outras empresas do grupo no exterior.

Abuso é praticado à luz do mercado

Os acionistas majoritários de fora desrespeitam os interesses dos minoritários no Brasil.
Sua política sacrifica o desempenho da empresa nacional em beneficio de outras controladas suas no exterior.

No caso da Plascar Participações Industriais S.A, perdem os acionistas minoritários e o Fisco brasileiro que deixa de cobrar impostos pois a rentabilidade fica com as empresas no exterior.
Silêncio do Cardoso?



Tem gente jurando que nos atos de vandalismo ontem à noite, no Rio de Janeiro, tem o dedo da petralhada... 

Era o que se comentava na porta da Universidade Cândido Mendes, em frente à Assembleia Legislativa - quase incendiada pelos terroristas...

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 18 de Junho de 2013.

O Partido do Velho do Restrelo

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Em discurso recente, a presidente Dilma criticou as oposições, por torcerem contra a economia do país, e as comparou ao “Velho do Restrelo”, personagem criado por Camões, no canto IV dos Lusíadas, que, por criticar e desacreditar das expedições dos navegantes e descobridores portugueses, deu origem à expressão que, hoje, simboliza o pessimista e o conservador.

O que impressiona, é que ela usa essa expressão para criticar a oposição, omitindo que o seu partido, o PT, é o próprio Velho do Restelo. O PT: foi contra a eleição de Tancredo Neves, que levaria o país à normalidade democrática, expulsando do partido os que votaram nele; votou contra a Constituição de 1988; foi contra a convocação de Itamar Franco para uma coalizão de todos os partidos; votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal;

O PT votou contra o Plano Real, classificando-o de eleitoreiro; foi contra o pagamento da dívida externa brasileira; negou as liberdades individuais a uma simples pensadora cubana; votou contra a reeleição; votou contra as privatizações no governo FHC; expulsou uma senadora e três deputados só por discordarem da política econômica do então presidente Lula;

O PT chamou os programas sociais do governo FHC de esmolas sociais; foi contra a adoção do câmbio flutuante e das metas de inflação; foi sempre simpático e solidário a ditaduras de esquerda; defende os réus do mensalão; defende o controle da imprensa;....

A presidente vetou, em setembro do ano passado, projeto da oposição que desonerava a cesta básica, mas, em março deste ano, por uma MP, zerou o PIC/Confins e, de um decreto, o IPI de todos os produtos que ainda tinham incidência dos tributos. É a oposição, o Velho do Restrelo?

Por ser pessimista e retrógrada, por se posicionar sempre contra os esforços  otimistas e o progresso das navegações brasileiras, essa gente e o seu PT, e não a oposição, é que são o Velho do Restrelo, ou, melhor dizendo, o PT é  o Partido do Velho do Restrelo.

E essa gente ainda tem o desplante de se considerar progressista!! É muita  desfaçatez não olhar para seu próprio umbigo ou apostar na amnésia alheia. É muito despudor o “o PT não rouba e não deixa roubar”. É muita impudicícia o “estou cada vez mais convencido da minha inocência”!!!!!

Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante reformado.

Antiácido da Real Justiça

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fabrizio Albuja

Não ouviram do Ipiranga, mas ouviram no Congresso Nacional em Brasília, Palácio dos Bandeirantes em São Paulo, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, na Avenida ACM em Salvador, na Avenida Agamenon Magalhães em Recife e pelo Brasil inteiro.

Não foram margens plácidas, aliás, nada tranquilas. Obviamente por conta de quem está com medo real do que pode acontecer. Assim a Polícia que tem o dever de proteger a população foi colocada para combater a população. Não por vontade própria, mas por um comando hipócrita que após fatalidades, usaram como desculpa a desinformação de tais atos.

Não foi um povo heroico, mas sim corajoso, indignado e o brado retumbante reclama contra o descaso na saúde, educação, transporte público, segurança e, principalmente, toda a corrupção escancarada que o Governo tende a negar.

Como era fim da tarde, quase noite, não havia sol da liberdade, mas sim mensagens de texto na internet fazendo valer a propaganda da Fiat: ”vem pra rua”.

E, apesar da Globo insistir em querem pautar o cérebro das pessoas, as redes sociais se transformaram em mini agências de notícias onde qualquer foto de celular consegue virar capa do New York Times e dessa forma a iluminação na sociedade mediante raios fúlgidos de conhecimento do que realmente acontece neste país criaram uma revolução que pode não ser a solução, mas já alivia a úlcera daqueles que vinham  dizendo isso há tempos.

Veja o vídeo que circula febrilmente pela internet e tire alguma conclusão: http://copaemcuiaba.com.br/

Fabrizio Albuja é Jornalista e Professor Universitário.

Como se destrói uma Nação: o infiltrado sindicalista BOI

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Nelson Bruni

Nas ultimas semanas vivenciamos vários eventos noticiados pela imprensa nacional sobre os “movimentos sociais” que se espalham em nosso País.

O que causa estranheza, pelo menos para mim, é o fato da mobilização ser fundamentada em um aumento “descomunal” na passagem de ônibus, sob a óptica dos manifestantes de R$ 0,20 (vinte centavos de Real).

Este aumento implica em mobilização social, de pessoas que realmente estão preocupadas com o País? Reúne cidadãos preocupados com o rumo da Nação?  Ou existe algo perigoso por trás destes atos?

Não vemos atos públicos desta magnitude contra os políticos corruptos, inocentes exterminados pelos assaltantes, condições de trabalho e salário digno aos policiais, melhoria do salário e condições de trabalho digna aos profissionais de saúde, etc. A revolta são pelos R$ 0,20 (vinte centavos de Real), isso realmente vai mudar o Brasil?

Analisemos:

A) Atitudes

1) O movimento ativista não negocia
2) Provoca depredações ao patrimônio Público e Privado
3) Ativistas e repórteres (que acompanham o movimento) provocam policiais para que sejam filmadas as ações destes agentes, e que posteriormente, possam acusar tanto o Estado quanto as forças Policiais de violência.
4) O movimento ativista chantageia o Estado e as forças Policiais
5) Os organizadores do movimento possuem a mesma retórica do Foro de São Paulo


B) Grupos que compõem as manifestações

1) Movimento Passe Livre – Supostamente organizam o protesto, mas são coordenados pelos partidos de esquerda, sob ordens internacionais.
2) Igreja Punk do fim de semana – A “Igreja” recebe ateus e gays, seu líder é conhecido como “Bispo Chinês”, guitarrista da banda Punk Rock “Excomungados”
3) Corrente proletária Estudantil – Célula de movimentos estudantis da USP
4) Anarquistas
5) Espaço Socialista – Célula Marxista, sendo usada por partidos políticos para ações e movimentos sociais
6) Levante Popular da Juventude – Célula de esquerda para aliciar e doutrinar jovens, para criação de militantes
7) Território Livre – Célula de esquerda utilizada para contrapor-se as ações policiais, agem no psicossocial, para criar uma consciência coletiva de que as ações policias são violentas e truculentas e que o Estado é repressivo.
8) Movimento Hip Hop – Apoio a liberação de drogas e funciona como célula de partidos de esquerda
9) Anonymous – Célula de esquerda associada a movimentos internacionais, ligada a Hackers e ações terroristas, possuem como lema “Nós somos anônimos, nós somos legião, não perdoamos, Não esquecemos. Esperem por nós”.
10)  Fanfarra do Mal – Consideram-se um movimento autônomo libertário, é a banda que acompanha os protestos.
11)  Juventude do PT – Esta não requer comentários
12) Todos Juntos Por Um Futuro – Movimento dito estudantil pertencente ao PSOL.
13) União da Juventude e Rebelião – Movimento ligado ao Partido Comunista Revolucionário
14) União da Juventude Comunista – Célula pertencente ao Partido Comunista Brasileiro
15) Liga Estratégia Revolucionária – Organização Internacional Comunista, pertencente a linha Trotskista, (Quarta Internacional) com o objetivo declarado de alcançar o ‘Socialismo” seja por qualquer método.
16) Assembleia Nacional de Estudantes Livre (ANEL) – Célula comunista ligada ao partido PSTU.
17) Black Blocks (Bloco Preto) – Grupo de anarquista anti-capitalistas, com o objetivo de provocar dano ao patrimônio Público e agressão a Forças Policiais. São ligados a entidades internacionais.

Estas mobilizações e os grupos que a contém, possuem o objetivo de promover a Revolução Socialista no Brasil, e que receberam ordem de adiantar o início do processo revolucionário, pois acreditam no risco de que os partidos de esquerda percam as eleições no próximo pleito eleitoral.  Desde o fim do Regime Militar, nosso País foi paulatinamente desconstruído e sua sociedade levada a um estado de anomia absoluta.

Analisemos a revolução Bolchevique e comparemos com o que ocorreu no Brasil desde o fim do Regime Militar:

Antes da Revolução Bolchevique, a Rússia já era uma potência militar, o governo do czar Alexandre II (1855 – 1881) começou a implementação de medidas que buscavam modernizar a Rússia. Ele deu fim aos laços feudais e formou uma classe de pequenos camponeses proprietários de terras. Nos governos do fim do século XIX, outras medidas foram responsáveis por abrir a economia russa ao investimento industrialista de nações estrangeiras. Dessa forma, o campesinato, burguesia industrial e o proletariado russo surgiam nesse conjunto de reformas econômicas.

Foi o segundo maior império contíguo e o terceiro maior império da história; a certo ponto, em 1866 (Os Estados Unidos haviam saído da guerra de Secessão e não haviam definido as fronteiras do Oeste) o Império Russo se estendia da Europa do Leste, percorria toda a Ásia e chegava à América do Norte: no início do século XIX passou a ser o maior país do mundo, com um território que ia do oceano Ártico, no norte, ao mar Negro, no sul, e do mar Báltico, no oeste, ao oceano Pacífico, no leste.

Até a Primeira Guerra Mundial, em 1914, a Rússia costumava ser considerada uma das cinco chamadas "Grandes Potências" do continente europeu, com um exército de mais de 5 milhões de homens, o maior do mundo à época. O poder financeiro e político internacional, não poderia permitir a expansão Imperial Russa, e utilizou agentes infiltrados no território Russo, para agirem de acordo com seus interesses para destruírem o Império.

O serviço secreto do Czar era chamado de Okhrana (em russo Охранное отделение, Okhrannoie otdeleniie), este foi a polícia secreta do regime do czar, criada em 1881 e com sede em São Petersburgo, significa Departamento de Segurança. Surgiu para perseguir os partidos políticos que faziam frente à autocracia do Czar.

Foi usada para reprimir setores educacionais, imprensa e tribunais, além da massa popular, descontente com a situação social, política e econômica que a Rússia enfrentava no fim do século XIX e princípios do século XX. Possuía nos seus quadros diversos agentes provocadores.

A Okhrana entregou os presos à Justiça para o processo de acordo com a lei, com subsequentes execuções, campos de trabalho na Sibéria, criando nesta época os Gulags, os agentes possuíam uma licença para matar e torturar, o que aconteceu muitas vezes.

Um dos agentes da Okhrana, foi Joseph Stalin, utilizado pelo império para infiltrar-se em movimentos revolucionários como agente provocador.
Stalin como um agente da polícia secreta Czarista conseguiu realizar várias fugas da prisão. Sob diversos codinomes, trabalharia como agente duplo para o regime Czarista.

Segundo Trotsky, Stálin foi medíocre e insignificante, em seu passado consta ter sido muitas coisas: ladrão de bancos, terrorista contumaz, assassino frio e impiedoso, dissimulado mesmo para seus amigos mais próximos, gângster, lutador de rua, sedicioso político, sedutor de mulheres, pai de vários filhos e filhas, muitos não reconhecidos em vida pelo ex-líder soviético. Tinha a capacidade de liderar homens brutais orientando-os para seus interesses. Era um intelectual fanático, estrategista, dominador e implacável.

O Brasil também possuí seu Stalin. Na época do nosso Regime Militar um General, criou em 1964 e dirigiu até1967 o SNI – Serviço Nacional de Informações, nosso Cardeal Richelieu, teve a brilhante ideia nos anos 70, de infiltrar agentes duplos nos sindicatos, e criou a criatura chamada de codinome “BOI”. Esta criatura conhecendo deste modo todos os meandros do poder, criou um partido político e tornou-se seu primeiro Presidente, um Stalin tupiniquim.

Com o fim da revolução Bolchevique em 1917, o Estado revolucionário soviético necessitava controlar a sociedade de modo mais efetivo, visando assegurar o sucesso da revolução do proletariado, deste modo o substituto do serviço secreto Imperial Okhrana, foi a Tcheka, cujo objetivo era conforme as palavras de Lenin, funcionar como uma "devastadora arma contra as incontáveis conspirações e golpes ao poder soviético”.
Dentre as agencias de segurança interna as que sucederam a Okhrana, foram: Checa ou Tcheka, GPU, OGPU, GUGB, NKGB, MGB, KGB e criada em 1995 após o fim do regime soviético, a FSB (Serviço de Segurança Federal) contando hoje com cerca de 300.000 funcionários.

O Estado revolucionário para manter-se no poder necessita lançar mão de ações de controle social e os realizam através do terror, movimentos sociais e prisões de dissidentes, necessitando escolher pessoas com psicopatias e sociopatias, para executar o trabalho sujo de manutenção do “status quo”, veja os exemplos:

1) Joseph Stalin – Nomeado como Comissário do Povo em 1917, briga com Trotsky (manda mata-lo no México), assume o poder em 1924, promove expurgos, assassinatos, deportações e torturas.  Em 1953, no 20º Congresso do Partido Comunista da URSS, o sucessor de Stalin, Kruschev, denuncia o "culto da personalidade" stalinista e os crimes e atrocidades atribuídos a Stalin.

2) Vasili Mikhailovich Blokhin – Pertencente a família de camponeses, serviu o Exército Czarista na 1º Guerra Mundial, foi agente da Okhrana, conheceu Stalin nesta época, chamando sua atenção com suas ações em assassinatos, em março de 1921, foi incorporado na Cheka, sendi utilizado por Stalin nos trabalhos “sujos”.  Blokhin é considerado como tendo executado pessoalmente dezenas de milhares de prisioneiros com suas próprias mãos ao longo de um período de 26 anos, incluindo 7.000 prisioneiros condenados poloneses em uma execução em massa prolongada fazendo-o o maior carrasco oficial mais prolífico na história do mundo.

Blokhin, inicialmente decidido a manter um ambicioso número de 300 execuções por noite, e de criar uma engenharia eficiente, os prisioneiros eram, individualmente, conduzidos a uma antecâmara pequena que tinha sido pintado de vermelho e era conhecido como o "quarto-leninista". O quarto foi projetado especialmente, com paredes acolchoadas para insonorização, um piso em declive de concreto com um dreno e mangueira, e uma parede de registo para os prisioneiros. Blokhin vestido com um avental de açougueiro de couro, boné, luvas para proteger o seu uniforme, em seguida, empurrava o preso contra a parede de registro e atirava uma vez na base do crânio com uma pistola alemã Walther Model 2 .25 ACP. Blokhin foi despojado de seu posto por Nikita Khrushchev.

3) Guenrikh Grigorievich Yagoda – Assassino, mandou matar milhares de pessoas, realizou interrogatórios, torturas e estupros. Participou do grande expurgo e enviou milhares de dissidentes ao Gulag.

4) Felix Edmundovich Dzerjinsky - Comunista polonês, fundador da Cheka , Foi um dos fundadores do partido Social Democrata na Polonia em 1900. Passou a maior parte da sua vida preso por suas atividades revolucionárias. Em março de 1917, após uma prisão de cinco anos, ao se ver livre seu primeiro ato foi filiar-se ao Partido Bolchevique. Ligado aos movimentos terroristas na Polônia, assassinou pessoalmente seus inimigos e ordenou a morte de suas famílias de forma fria e planejada. É atribuída a ele a seguinte frase: "Um membro da Tcheka deve ter a cabeça fria, o coração quente e as mãos limpas."

5) Viacheslav Rudolfovich Menjinsky - Foi um revolucionário russo de origem polonesa, desempenhou as funções de chefe da polícia secreta (O.G.P.U.), entre 1926 e 1934. Fluente em seis línguas, Menjinsky foi o segundo e último representante da nobreza russa na polícia política soviética, pertenceu inicialmente à Okhrana, depois atuou na Tcheka.

6) Lavrenti Pavlovich Beria -  nascido em um ambiente muito pobre, tornou-se um figuras-chave do poder soviético 1938-1953. Ele era o chefe da NKVD , o corpo que, posteriormente, deu origem ao MGB eo KGB , então, como um membro do Politburo de 1946 a 1953 , ele controlava toda a segurança interna e externa do URSS. Stalin o apresentava como “Nosso Himmler”, seu papel foi fundamental na organização industrial do Gulag, a repressão dos desertores durante a guerra (foi ele quem criou o SMERSH ), o desenvolvimento de uma rede de espionagem internacional eficiente, estabelecendo o tom de Democracias populares , começando com o massacre de Katyn para terminar o processo de Praga . Ele organiza a adesão do status nuclear da União Soviética.  Stalin preocupado com a ascensão de Beria, pensava em eliminá-lo, contudo Beria possuía um plano de eliminar o ditador, e conseguiu pô-lo em prática, Stalin morreu de uma suposta “hemorragia cerebral” após jantar com Beria, deportando e eliminando todos que participaram da autópsia de Stalin. Cerca de 03 meses após a morte do ditador Beria é preso e executado, Em 29 de Maio de 2000, seus crimes contra a humanidade foram provados.

Os nomes dos monstros comunistas citados são somente uma fração das centenas de pessoas que participaram como agentes, assassinando a população. Os sociopatas escolhidos dizimaram famílias e vidas de seres humanos, tanto em nome de uma ideologia nefasta como também pelo oportunismo do momento.

Estes movimentos que agem atualmente no Brasil, ditos como “sociais” já possuem seus Beria, Yagoda, Vasili, etc. O estado fraco já produziu seu Lenin tupiniquim, estamos em vias de permitir a ascensão de um estado totalitário, possuímos governantes fracos, omissos e covardes em não permitir que nosso País possa ter sua autodeterminação.

Temos duas opções: proteger a frágil Democracia do Brasil, ou aguardar pelo expurgo, qual será a escolha da sociedade?


Nelson Bruni é Médico. 

Em nome do Mal

The Power of Christ compels you!” Frase que, pelo menos em 1973 e na ficção, apresentava ao mundo um poder cuja origem se conhecia

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

A teoria freudiana é muito rigorosa naquilo que se refere aos objetivos do poder. Sustenta de uma maneira ferrenha que as pulsões básicas responsáveis pela contínua busca de autoridade sobre os demais são sempre de natureza violenta ou sexual.

Duvido muito que Freud, se estivesse vivo, mantivesse esse ponto de vista. Temos assistido a  homens e mulheres,ligados a vida pública no Brasil, vincularem-se  ao poder de tal modo que não é possível reduzir sua ambição  a estes dois elementos primordiais.

Sabia-se muito bem, mesmo antes do advento da psicanálise, que os impulsos ligados ao sexo e a violência são considerados como instintos  vitais. Eles tem uma função inerente a manutenção da espécie e não podem ser entendidos como primariamente patológicos em hipótese alguma.

As teorias psicológicas a respeito do poder falham, ao meu ver, em relacioná-lo com qualquer aspecto do ordenamento fisiológico da nossa raça.  Homens e mulheres que já ganharam muito dinheiro, que já se casaram varias vezes, e que ainda poderiam ter uma vida sexual plena buscam o poder por motivos que não podem ser explicados de maneira tão exata. 

Num sentido muito particular, ocupar cargos públicos pode ser a solução para preenchimento daquilo que um amigo psicanalista denominou de ansiedade do vazio – um sentimento de autoestima tão baixo, uma vida tão sem significado no amor e no trabalho que necessita do poder como o corpo precisa do oxigênio para sobreviver.

Seria exagero afirmar que todo político se comporta assim? O meio acadêmico é pródigo em trabalhos e teses sobre a personalidade das pessoas que governam o mundo. Narcisismo, personalidade anti social, esquizofrenia, tanto faz..todos os diagnósticos se apresentam relacionados a casos individuais. Não conheço nenhum terapeuta que tenha sustentado que a busca frenética pelo poder fosse, em  si mesma, uma patologia própria com características definidas.

Talvez o que falte seja mais observação. Talvez o que não exista ainda seja suficiente sensibilidade das  pessoas para entenderem como gente assim pode formar,  no Brasil de hoje, um grupo de doentes com características próprias como os  hipertensos, alcoólatras, diabéticos...

Resolvidos esses aspectos médicos e que dizem respeito propriamente a patologia do poder, restaria ainda estudar suas implicações do ponto de vista social e político-filosófico. Nesse sentido, não seria fácil encontrar um Deus, ou um conceito de Nação capaz de fomentar a ânsia pelo poder. Certo é, que para mascarar o interesse próprio, aquele que hoje dispõem do poder no Brasil usa e abusa do conceito de democracia e da noção de  bem estar-social para exercê-lo de formas cada vez mais perversas. 

Num mecanismo de defesa chamado formação reativa o político rouba, frauda, mente, desvia dinheiro público, e forma quadrilhas sempre em nome de algo maior..sempre defendendo essa entidade abstrata chamada povo, povo esse que só ele conhece quando elabora sua auto absolvição perante uma consciência que eventualmente lhe atormente.

Sem buscar mais sexo, sem precisar mais de dinheiro, sem precisar matar ninguém para sobreviver o gestor público permanece no poder em nome de si mesmo. Ele exerce um poder sem cara  e sem objetivo claros que muda de discurso ideológico a todo momento, sempre numa apelação irracional perante o inconsciente coletivo da maior nação católica do mundo. Uma nação que assiste o surgimento de um poder cuja base é uma autoridade anônima criada por consensos de telenovelas, movimentos sociais e chamadas no Facebook, num delírio coletivo onde não existe mais lugar para o recolhimento e para caridade que deveria ser feita em silêncio e sempre em nome de alguém; nunca em nome de um povo...

Um poder exercido aparentemente sem nome e, no fundo no fundo... exercido em nome do mal.

Milton Pires é Médico.

Ditadura dos Partidos Políticos

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Vive o país em plena democracia? Ao que parece, sim. Ou não, mais ou menos. Os três Poderes a despeito de confrontos momentâneos e ameaças de projetos/fechaduras são fotografados a cores, independentes e harmônicos, com fronteiras não muito bem definidas na Praça de mesmo nome em Brasília. Palácios imperiais, linhas arrojadas, esculpidos em concreto aparente, vidros e espelhos, caros, mordomias, labirintos e porões.

A força do Executivo no regime presidencialista encanta o governo central que faz de tudo para conduzir com rédea curta o Legislativo adoçado com verbas destinadas aos partidos da base aliada e às lideranças para realizações nos redutos eleitorais. Nem sempre dá certo. Quando o Executivo tem muita pressa, aí sim, que as pressões aumentam como se constatou na aprovação da MP para modernização dos portos. Modernização, palavra um tanto repetida pelos apresentadores de telejornais, para desviar o espectador da expressão privatização que o governo petista não gosta de dizer que faz.

Não obstante, a oportunidade de nomeação dos ministros do Supremo Tribunal Federal na fase Lula, oito anos, mais o do governo Dilma, ainda inovam no Congresso propondo acintosamente modificação na lei para manietar aquela corte. Ora, aqui também nem sempre dá certo. O nomeado julga com independência e não se deixa conduzir por ideologia e/ou compadrismo. O melhor segundo a ideia brilhante é submeter ao Congresso a decisão do Supremo.

Nos países totalitários comunistas, regime que se pretendeu implantar neste Brasil em 1935/64/68, o partido no singular, Partido Comunista, dá respaldo ao que normalmente designam como República “Democrática” do (a, e)... Aqui não deu certo e hoje, persiste o pluralismo político (CF, Art.1º,V), pluripartidarismo e impositivamente o voto obrigatório (CF, Art.14 §1º,I), discutível na amplitude do conceito de democracia, pois que não é nem para os fazedores das leis, remunerados para tal fim. O deputado vota se quiser, o eleitor é punido se não o fizer.

Em entrevista à Revista Veja, o Dep. Fed. Romário comentou sobre a falta de compromisso com o cargo: ”De mais de 500 deputados, uns 400 não querem saber de nada. Nada mesmo. Dão as caras, colocam a digital para marcar presença e se mandam...” É de assustar! Um deputado não ter voz no parlamento, como completou: “Até hoje, consegui falar duas vezes porque fui sorteado. Tirando o sorteio, só dá para iniciantes como eu terem acesso à tribuna nos horários em que o plenário está às moscas. É a panelinha que manda.” Panelinha ou ditadura do partido? Não tem voz e nem o “voto livre” no plenário.

O partido tem o seu programa e o cidadão que a ele se filia, se candidata e é eleito, deve defendê-lo, mas daí ter que votar em tudo de acordo com a decisão da liderança é agressão à liberdade de pensamento e posição quanto ao tema/projeto em pauta. Mácula que deforma o conceito de democracia de se manifestar pelo voto contra ou a favor de acordo com os seus princípios. Se tangido como gado, o detentor do mandato não é livre. Está acomodado e nem se rebela com o nível subalterno onde é colocado.

Ora, se o governo é a favor do aborto, do casamento gay e contra a redução da maioridade penal, descabido o deputado ter que votar junto com o governo por determinação do líder partidário, se pensa diferente. Provado está que no passado recente o mensalão era a moeda de troca na condução do Legislativo. Para se viver a democracia plena se faz importante oxigenar as relações entre os Poderes. Comprar ou impor o voto de cabresto é inadmissível; condenável no passado como típico do coronelismo pessoal ou agora do coronelismo institucionalizado.

A hegemonia é mantida pelos recursos públicos distribuídos aos partidos na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados e podem receber doações particulares. No mesmo viés, ainda como projeto, para se evitar a corrupção, se pretende que os partidos recebam somente recursos públicos a cargo do contribuinte e que 85% serão divididos entre os partidos proporcionalmente ao número de representantes como na regra vigente. (!!!!!!) Grandes partidos a ditar as regras.

Na reforma, o uso das listas fechadas a valer a ordem dos candidatos nas tais listas feitas pelos partidos e não a maioria de votos dos eleitores em favor do candidato. O primeiro da lista será o eleito ainda que menos votado. Pode?

Ernesto Caruso é Coronel Reformado do EB.

Por um Tea Party Brasil

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Rodrigo Constantino

Muitos me perguntam por que eu tenho atacado tanto as manifestações que tomaram conta das principais capitais, em vez de tentar aproveitar a insatisfação das pessoas para canalizar tais passeatas na direção da mensagem liberal. Esse artigo é minha tentativa de resposta.

Em primeiro lugar, fiquei desconfiado desde o começo com a coisa toda. Não vi espontaneidade ali, tampouco demandas razoáveis. O que vi, ao contrário, foram grupos de extrema esquerda liderando a farra violenta, e bandeiras ridículas, como o “passe livre” (quantas vezes teremos de repetir que não existe almoço – ou transporte – grátis?).

Mas entendo que a coisa ganhou vulto maior. Agora, trata-se de um protesto mais abrangente, contra “tudo que está aí”, contra a corrupção, o caos do transporte público, a derrota do seu time de futebol, o final da novela, o pé na bunda da namorada etc.

Brincadeiras à parte, claro que há inúmeros motivos para estar muito insatisfeito com os rumos desastrosos de nosso país sob o governo petista, e sou o primeiro a reconhecer e apontar isso. Logo, faria todo sentido, a princípio, tentar capturar esse clima de insatisfação geral em prol da mensagem liberal. Mas calma.

Liberais, por definição, não são agitadores das massas, tampouco endossam passeatas que transformam a vida do cidadão em caos, incluindo baderna, vandalismo e ataques à polícia. Unir-se a essa turba, que inclui, sem dúvida, muita gente séria e bem-intencionada, pode simplesmente manchar a imagem dos liberais. O tiro pode sair pela culatra.

Dar as mãos aos oportunistas da extrema esquerda, representada pelo PSOL e companhia, pode significar uma mistura abjeta que só prejudicaria o movimento liberal. E não vejo como se apropriar dessas manifestações sem essa parceria, ou pior, sem eles saírem como os grandes representantes do circo, até porque essa é a especialidade deles.

Por isso, basicamente, eu venho condenando essa tática perigosa de se aproveitar do clima de revolta e tentar incutir as bandeiras liberais ali, no meio da baderna toda. Essas manifestações nasceram com as impressões digitais dos esquerdistas, dos agitadores de multidões, com suas mensagens populistas. O DNA deles está lá. A coisa toda já começou torta. E agora temos artistas da esquerda caviar e até Zé Dirceu fazendo coro. Vamos nos juntar a essa gente?

Não! Liberais devem continuar sendo liberais em sua essência, sem cair na tentação de fazer um pacto com o diabo e instigar a adrenalina das massas, só porque o atual governo pode sair chamuscado disso. Esse clima de desordem não nos interessa. Nossa luta é dentro da legalidade, do estado de direito, no campo das ideias. Não somos como eles. Não atiçamos a faísca da revolução que pode se transformar em fogaréu desgovernado. Somos mais responsáveis que isso.

Sim, há cada vez mais gente descontente, vaiando a presidente. Isso é bom! Sinal de que, finalmente, a ficha pode estar caindo para alguns. Devemos aproveitar isso para explicar o que levou a esse cenário, e como revertê-lo. Devemos mostrar que a saída é o liberalismo, e não mais intervenção estatal. Mas devemos fazer isso de forma civilizada, sem sacrificar nossos valores mais caros em troca do tumulto momentâneo.

Essas manifestações têm toda cara de Occupy Wall Street. Os liberais devem rejeitar esse tipo de coisa. O que precisamos aqui é de um Tea Party, um movimento muito mais sério, com bandeiras legítimas e embasadas, com lideranças decentes e propostas concretas e robustas. A grande imprensa sempre demonizou o Tea Party e enalteceu o Occupy Wall Street. A grande imprensa, quase sempre com viés de esquerda, aprecia mensagens sensacionalistas que instigam as massas. Nós não desejamos isso.

Liberais de todo o Brasil, uni-vos! Mas não ao lado de baderneiros, não junto de gente que joga pedras em policiais ou quebra propriedade alheia. Não somos como o PSOL ou o PSTU, a UNE ou a CUT. Não somos massa de manobra de oportunistas de plantão. Não somos filhotes de Robespierre.

Nós somos melhores do que isso. Nós apelamos à razão de nossos leitores e ouvintes. Não nos interessa jogar lenha na fogueira dos vândalos e anarquistas. Vamos rechaçar qualquer movimento semelhante ao Occupy Wall Street. E vamos, com seriedade e paciência, plantar as sementes de um Tea Party brasileiro. Somente uma oposição responsável e organizada poderá derrotar o projeto de poder petista no local certo, que é a urna. 


Rodrigo Constantino é Economista.