domingo, 5 de julho de 2015

A próxima Mandiocagem na Petrobras?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Investidores que processam a Petrobras na Corte de Nova York utilizam, como trunfo, duas simples folhinhas de papel, registradas no Cartório do 13o Ofício de Notas do Rio de Janeiro, às 13h e 46 min do dia 4 de julho de 2003, para que o nome de Dilma Vana Rousseff, Presidenta em desgraça do Brasil, faça parte do conjunto de réus nas ações que exigem ressarcimento de perdas e danos por prejuízos. O importante documento é o extrato de Ata 1232 da reunião do Conselho de Administração da Petrobras, de 2 de julho de 2003, que decidiu pelo fechamento de capital da BR Distribuidora.

Foi tomada, por unanimidade, a decisão que tratou da "Aquisição obrigatória das ações remanescentes da Petrobras Distribuidora SA (BR)". Por solicitação do então presidente e conselheiro da Petrobras, José Eduardo de Barros Dutra, o então diretor financeiro, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, relatou ao Conselho a matéria da referência, "formulando proposição a respeito". Quem presidia o Conselhão da Petrobras naquele começo de primeiro mandado do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva era ninguém menos que Dilma Rousseff.

A composição do Conselho de Administração da Petrobras, naquela época, indicava a importância política e estratégica que a gestão petista dava à empresa que, a partir dali, começaria a ser vítima de esquemas de corrupção que as "colaborações premiadas" nos processos judiciais da Lava Jato começam a revelar. Junto com Dilma, tinham responsabilidade pelas decisões: Antonio Palocci Filho, Claudio Luiz da Silva Haddad, Fábio Colleti Barbosa, Gerald Dinu Reiss, Gleuber Vieira, Jaques Wagner, Jorge Gerdau Johannpeter e José Eduardo Dutra.

Especialistas e investidores avaliam que, a partir do fechamento da BR Distribuidora, por decisão do Conselhão presidido por Dilma e nomeado no começo do primeiro governo Lula, a Petrobras foi usada da pior maneira possível. Primeiro como instrumento de política econômica para combater a inflação, ampliando a importação de gasolina e diesel sem equiparação de preços internos e externos, junto com a destruição do programa de etanol. Depois como instrumento de política industrial ao exigir um elevado e irreal conteúdo local, o que provocou atrasos na entrega de equipamentos, e estagnou o volume de produção nos últimos anos. Nem as metas mais conservadas foram atingidas pela empresa.

Agora, uma verdadeira mandiocagem começa a ser armada novamente na Petrobras. Se o fechamento da BR Distribuidora, naquela época, pode ter servido para tirar da fiscalização pública tudo de errado que os processos da Lava Jato agora relatam, agora, soa estranha a notícia de que a estatal de economia mista pretende abrir o capital de sua subsidiária. Não cola a desculpa de que a Petrobras está em uma fase de redução de investimentos, metas de produção mais realistas, revisão da relação com fornecedores e venda de ativos.

A BR Distribuidora é uma das jóias da coroa. Detém 37% do mercado brasileiro, com quase oito mil postos de combustíveis. O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, já anunciou, informalmente, em entrevistas aos aliados da imprensa, que a abertura de capital da empresa (que interessa às grandes transnacionais do setor, como a Shell) poderá ser feita buscando um sócio (nacional ou estrangeiro) e/ou pelo lançamento de um grande bloco de ações no mercado (IPO).

O mais grave é que Bendine repete uma daquelas promessas que nem crédula a Velhinha de Taubaté consegue engolir: a nova empresa será livre para definir os preços dos combustíveis e que mensalmente vai avaliar todas as variáveis que entram na composição do custo. Segundo Bendine, a operação de abertura de capital da BR Distribuidora, se acontecer, teria a intenção de capitalizar a companhia e ajudar a diminuir o endividamento.

O negócio, com jeito de mandiocagem entreguista, tende a ser mais um problema para a Mulher Sapiens. Até porque, Dilma Rousseff pode nem ter tempo de concretizá-lo. Ela tem tudo para ser saída da Presidência da República. Seja pela via de um impeachment (gerado pelo crime de responsabilidade por "pedaladas fiscais" fora da lei) ou pelo cancelamento de seu diploma eleitoral, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral nº 1943-58.2014.6.00.0000-DF, que apura o suposto pagamento de propina desviada da Petrobras através de doações legais a políticos durante a eleição de 2014, conforme delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa.

O momento politicamente delicado não recomenda negócios ousados com a Petrobras. No entanto, quem sempre esteve de olho para abocanhar as fatias lucrativas da petrolífera fica sempre pronto para fazer qualquer negócio. As delações premiadas da Lava Jato começam a derrubar aquela tese esfarrapada de que a corrupção na Petrobras foi um fato isolado nas diretorias da Abastecimento e Serviços, sem qualquer relação com a diretoria financeira (que efetivamente pagava pelos "negócios") e totalmente sem o conhecimento da cúpula da empresa (que opera de maneira verticalizada) e do governo (acionista majoritário e que sempre interferiu nas decisões da Petrobras).

A hora do tal "juízo final" se aproxima. Seja na 13a Vara Federal de Curitiba ou na Corte de Nova York. Nos próximos dias ou semanas, novas prisões de tubarões da petelândia vão tornar a coisa mais preta que ouro negro a preço de banana. Como dirá o saudoso locutor ludopédico Waldir Amaral, narrando o jogo no gigantesco estádio do tribunal do além:

- "Tem peixe na rede do Sérgio Moro... Choveu na horta da Lava Jato"...  

Leia, abaixo, de Sérgio Salgado: Petros vai vender participações: E agora, José?

Saudações

Releia a postagem de ontem: Riscos de cassação de diploma eleitoral e impeachment de Dilma abrem espaço para golpe parlamentarista


Entra na conta?

Medo de perder o emprego sobe ao maior nível desde 1999.

Pesquisa CNI-Ibope, que ouviu 2002 pessoas em 141 municípios (entre os dias 18 e 21 de junho de 2015, indica que 36,8% manifestam o temor da demissão.

Será que Dilma, que não foi ouvida pela enquete, também alimenta o pavor de ficar desempregada?

Novo Hino Nacional

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A Petelândia já está ensaiando...

Pegadas


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Neste momento em que estruturamos mudanças para melhor no Alerta Total, que coincide com uma brutal crise econômica, reforçamos os pedidos de ajuda financeira para a sobrevivência e avanço do projeto.

Os leitores, amigos e admiradores que quiserem colaborar financeiramente conosco poderão fazê-lo de várias formas, com qualquer quantia, e com uma periodicidade compatível com suas possibilidades.

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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Julho de 2015.

Agenda para o "Day After"


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Desantificado, desratizado e despetificado o país, um novo governo deverá tomar as seguintes providências:

Liberar totalmente o câmbio e não mais interferir em sua cotação;

Pagar imediatamente e integralmente a dívida pública interna pela emissão de moeda no montante necessário. Os bancos deixam de sugar o sangue dos contribuintes, via juros da dívida, e , se quiserem vão emprestar aos particulares;

Criar imediatamente, também, o Imposto Justo (com os softwares da extinta CPMF) e extinguir todos os demais impostos federais, estaduais e municipais, com exceção dos impostos de Importação e de Exportação para impedir “dumping” ou desabastecimento interno;

Universalizar uma renda mínima para qualquer pessoa que a solicite, que terá seu direito de voto suspenso enquanto recebê-la do Estado. Evita-se o clientelismo e a demagogia.

Proibir para sempre a reeleição ao mesmo cargo. Todo político poderá ser uma única vez, vereador, prefeito (ou vice), deputado estadual (ou distrital), governador (ou vice), deputado federal, senador, presidente (ou vice). Tornar inelegíveis para sempre todos os que já tiveram cargos eletivos. Garantir uma “porcada nova”, pelo menos.

Outras medidas procuraremos explicar nos próximos artigos.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Carne de Museu


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A incrível “coincidência” da visita da Presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos, com o anúncio da abertura desse mercado consumidor, para até cem mil toneladas/ano de carne bovina in natura, produzida  no Brasil, nos leva a supor que essa negociação “teve boi na linha”.

A nossa velha conhecida “Grande Mídia”, sempre disposta a informar ou esconder o que lhe interessa, não deu qualquer destaque ao fato de que essa visita da Presidenta e o anúncio da exportação de carne para os EUA , têm toda a cara de uma operação “casada”. É impossível que tenham sido meras “coincidências”.

Uma das explicações que poderiam ser cogitadas é que o Presidente  Barack Obama estaria incentivando a política do “Foro San Pablo”, cujo  objetivo  principal é a implantação do socialismo nos seus países membros, e  que esse “foro”, com poderes além das soberanias locais, teria conseguido abrir o rico mercado americano para os bois do Brasil, maior potência  da organização. Não seria ,também por essa razão, o Presidente americano um “sócio oculto” do Foro de São Paulo? Portanto, irmãos americanos, “olho nele”.                                                

Essa medida do governo americano é anunciada após 15 anos de difíceis negociações e restrições à carne bovina brasileira, surpreendendo  que , de “uma hora para outra”, acabaram  tais restrições ,sem que tenha havido no Brasil nenhuma novidade para melhorar a qualidade desse produto.

Essa medida terá consequências. Boas e ruins.                                                                                

Sem dúvida são boas para a imagem da Presidenta Dilma, que  teria conseguido um bom negócio nos Estados Unidos, com  a viagem que fez. Também são boas para todos aqueles que de uma ou outra forma estão envolvidos com a produção dessa carne. Mas de modo muito especial os grandes beneficiários serão os frigoríficos brasileiros habilitados a fornecer esse produto para exportação.

E qual é o maior desses frigoríficos ? Quem será o grande beneficiário?  Quais as “ligações” desse principal fornecedor com o Governo e seus integrantes?

Sabe-se, ao certo, que  o maior frigorífico existente hoje no Brasil é o JBS-Friboi, que alguns asseguram que têm como sócios “ocultos” o ex-Presidente Lula da Silva e seu filho “Lulinha”, que também tem participação acionária expressiva do BNDES, banco  de desenvolvimento do Governo. Não há como negar, portanto, a íntima ligação entre Governo (PT)-BNDES-JBS/Friboi . Reforçando essa tese, acrescente-se  que o Grupo JBS criou um banco próprio, o  Banco Original, cujo Conselho de Administração é presidido por Henrique Meirelles, um dos expoentes da  área econômica do partido que está no poder há doze anos.

O crescimento meteórico da JBS ainda é uma incógnita. Não pode ter sido causado exclusivamente por capacitação de gestão. “Forças Ocultas” devem ter ajudado. Um dia aparecerão. Sua expansão foi tão surpreendente, que nos supermercados do Rio Grande do Sul, tradicional produtor de carnes, só se encontra carnes com o selo da “Friboi”. Os frigoríficos locais foram alijados e não conseguem nem espaço nos supermercados para expor seus produtos.                                                                                                     

Agora iremos para o outro lado. Quem se “rala” em toda essa história?

De bom tempo para cá, a carne bovina está cada vez menos acessível  ao brasileiro que não é rico. Os hábitos alimentares do povo tiveram que se adaptar a uma nova realidade onde essa carne passou a ser artigo raro, de luxo. Teve que ser dispensada.  Só para termos uma ideia, uma família com renda mensal de um salário mínimo gastaria tudo que ganha só para comprar e comer esse “luxo”.

Mas enquanto o Governo e os interessados nessa nova fatia do mercado exportador festejam essa conquista,os resultados para o povo serão funestos. Em virtude da alta no preço da carne de exportação para um país rico, internamente, e como consequência, o que  já era uma raridade na mesa do povo passará a ser produto  que somente poderá ser consumido com os...“olhos” . E só nos...museus.

Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado.

Petros vai vender participações: E agora, José?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Salgado

Parece piada de português (por favor nenhum preconceito pois também tenho raízes), mas não é. Após a casa ter sido arrombada e os gatunos terem feito a festa, é que vamos colocar tranca.

A Petros, a nossa fundação, que jamais deveria ter sido gerida pelos Governos Federais, gestando políticas suicidas aos seus participantes em busca do poder eterno e, em alguns casos, em locupletação pessoal e enriquecimento ilícito a corrompidos (que começa a ser revelado, vide o Grupo Galileo), conforme começa a ser apurado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, vai rever sua política de investimentos, saindo da renda variável para a fixa.

Mais assustador ainda, essa política de investimentos suicida aplicada à fundação, que privilegiou empresas sem qualquer perspectiva de retorno, em detrimento à rubrica que continha empresas conhecidas do mercado como pagadoras de elevados dividendos, considerando a maturidade do nosso plano, vai se desfazer de ações da sua rubrica Participações.

Essa rubrica, para quem desconhece, é a que permite, face à participação elevada no capital votante das empresas, manter representantes nos seus conselhos, geralmente, caso da Petros, beneficiados são os amigos do rei, parte deles “sindicalistas” (entre aspas, porque nem isso foram) incompetentes que sequer tiveram alguma formação para opinar até na economia da sua própria casa, mas premiados pelo sistema a responder por empresas específicas como bancos, farmacêuticas, logísticas etc.. 

Exemplos máximos: Newton Carneiro como diretor de investimentos da Petros, sem esquecer também que foi presidente do CA da Sete Brasil e, após ter sido derrubado pelo Bendine, como prêmio de consolação (para não ficar desamparado financeiramente!?) foi indicado como “nosso” representante no CA das Indústrias Romi até abril/2016, faturando valor que grande parte dos nossos aposentados sequer sonha (em torno de R$15 mil); Wílson Santarosa, presidente do CD da Petros e do CA da Lupatech.

É uma carteira em que as ações são enfiadas na gaveta e seus agentes compradores vão dormir (para que os participantes tenham pesadelos). Funcionaria se houvesse retorno financeiro pelos juros e dividendos pagos (o que não ocorre) e pode também ser bom para um investidor sozinho (preguiçoso). Fundos de pensão não podem investir dessa forma. Ao ficarmos com elas encarteiradas, perdemos por não as vendermos quando estão com valores elevados mas, se ao contrário, como se vê agora, precisamos de fluxo de caixa e ao vendermos nos submetemos ao comprador, oferta e procura somente.

Mas há culpados. Entre eles, como figura exponencial pela sua volúpia em querer abraçar tudo, sem dar espaço a ninguém, o Sr. Paulo Teixeira Brandão que, vaidosamente e sempre focado no seu presente e futuro como conselheiro eleito ou até mesmo no sonho de voltar a ser diretor eleito mas, desconhecendo toda e qualquer tese econômica e antes de ouvir seus iguais, quando colocado à frente da análise do Saboya em julho/2011 (e que certamente não leu, assim como os demais conselheiros), preferiu sair defendendo a negociação que fizeram com nossos títulos públicos para efetivar uma troca bilionária por ações SEM LIQUIDEZ e sem qualquer expectativa de retorno (ao menos em valores semelhantes) comparando aos títulos vendidos.

O prejuízo que essa operação causou, trazidos a preços de maio/15 pelo IPCA, pelo Raul Rechden, soma entre sobre preço (R$524 milhões) e a perda de rendimentos comparando recebimento de dividendos da ação com a perda dos juros semestrais das NTNB´s (R$456 milhões), o total IRRECUPERÁVEL (repetindo para que possam entender bem, um valor que jamais recuperaremos) de R$980 milhões. Resolvemos, com sua concordância, problemas da dívida interna do Governo ao aumentar até 2050 o vencimento de parte desses títulos.

No anexo, artigo do Valor on-line de hoje, a informação do valor financeiro das ações da ITSA3 está errada.Não valem os R$9 bilhões. Não temos os Relatórios de Atividades da Petros (o último ainda é o de 31/12/2014) porém, olhando o portal da Itaúsa, a Petros, ao manter seus 15% em ações ON deve estar com 389.632.066 ações, cujo preço hoje é de R$8,92/par, portanto isso representa menos de R$3,5 bilhões. Certamente será muito difícil que a Petros consiga obter o valor financeiro que foi feito nesse investimento. Não é em todo lugar que temos gênios iguais aos gestores da Petros e seus conselheiros que apoiaram a operação EM BLOCO.

Claro que esse conselheiro, sozinho, ou ainda, com os outros dois, não poderia(m) ter barrado com seu voto essa negociação (exceção se, consciente do prejuízo que isso causaria, assumisse o risco de denunciar e melar a operação publicamente, coisa que está claro nunca passou pela sua cabeça), mas ao sair defendendo a operação, fazendo praticamente o jogo sujo dos gestores da Petros, permitiu que nossos prejuízos, com aplicações ruinosas, se avolumasse ao dar indicação aos gestores, que foram lá colocados em acertos políticos, sindicais e partidários, que podiam praticar qualquer ato com nossos ativos, que lá estaria ele para os defender. Não estou aqui cometendo nenhuma veleidade, é só cada um reler as várias desculpas que foram postadas (e que nosso grupo de terroristas jamais deixou de criticar, sem obter respostas), boa parte delas, cópia de relatórios e apresentações montadas pelos gerentes da fundação. A maior delas (e novamente usada na CPI), é problema conjuntural somente. Os problemas da Funcef, conjunturais, estão sendo repartidos entre participantes e patrocinadora.

A apresentação sobre a Sete Brasil na CPI da Petrobrás, não deixa de ser outra argumentação descompromissada em relação aos participantes da Petros, tudo a ver com o que o próprio RI da Sete poderia fazer. O Newton Carneiro, dias antes, também esteve lá e fez a mesma defesa (beberam na mesma fonte?). Para não esquecer, até onde sei, ele continua no Partido dos Trabalhadores. Aí fica a pergunta: mas e a crítica feita sobre a influência partidária?

Pelo volume do capital envolvido individualmente nessa venda dos nossos ativos, certamente perderemos dinheiro em deságio. É o caso sugerido pela questão BRF – que, mesmo tendo a maior participação no capital votante – 12,49% - perdemos indicações no CA da empresa, quando a Tarpon e a Previ se juntaram – o que desmente as desculpas dadas por esse conselheiro em outra oportunidade para justificar a sua aprovação da compra da ITSA3.

Mas não foi somente esse conselheiro o culpado. Culpados são todos aqueles que sabedores das denúncias destes terroristas se calaram (e não por desconhecimento técnico do assunto, que é mesmo muito complicado). Se calaram porque apoiaram também e, da mesma forma praticada pelos conselheiros nessas negociações, nem argumento ou questionamento ao que fizemos trouxeram para debate, para nos desmentir. Alguns preferiram mesmo ficar trocando confidências particulares, como se isso fosse resolver.

Estamos numa situação difícil, com a economia do país em recessão, a perspectiva é sombria, já dada por jornais ontem, cobertura conjunta do déficit entre participantes e patrocinadora já em 2016 ou início de 2017.

O cidadão brasileiro, que também não tem nada a ver com isso, vai pagar a conta pois, apesar da Petros ser privada, sua patrocinadora é estatal.

E agora José?!


Sérgio Salgado, Aposentado da Petrobras, foi conselheiro fiscal do Fundo Petros.

Eis a Esquerda!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Roberto Leher, próximo reitor da UFRJ, planeja cassar o diploma de doutor honoris causa, outorgado ao presidente Médici, em 1972, (há 43 anos!!!!) por ter sido "um ditador". Ou seja, com graves problemas administrativos e fiscais, atuais e futuros na universidade, está com a lanterna na popa, voltado para o passado. Diferentemente disso, os militares do presente não cassam medalhas militares outorgadas a políticos ou esquerdistas no passado, que se mostraram desonrados, no presente.

Essa atitude é a clara reafirmação de que a ideologia cega a visão, distila o ódio, oblitera a mente, prenuncia o fracasso e desalenta o futuro. Por que não pensa em cassar o mesmo diploma, outorgado, em 2012, a Lula, envolvido até a medula na vergonhosa corrupção do mensalão e do petrolão, que muito o beneficiou, a Dilma e ao seu PT. E, não esqueçamos, amigo e benfeitor - via BNDES, e à revelia do Congresso -, de todos os proto e de fato ditadores africanos, cubanos, iranianos e bolivarianos, seus caros companheiros do Foro de São Paulo!

É o conhecido chavão da esquerda: "ditadura não pode, a não ser que seja de esquerda..".

Incoerência, hipocrisia e desrespeito à inteligência alheia: eis a esquerda!!!


Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante, reformado.

A morte do Lula


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Enio Mainardi

Sendo bem honesto... Mas honesto mesmo... Eu acho que o Lula podia morrer amanhã, por exemplo, essa seria uma data mais do que apropriada. Uma morte sem sofrimento. Um enfarte, um AVC e pumba!

É feio desejar a morte de outro ser humano? É. Mas se eu fosse alemão, teria desejado a morte do Hitler, nos começos do nazismo - o que pouparia milhões de vítimas das desgraças da Guerra Mundial.

Se a morte do Lula - e da Dilma - pudesse desencadear uma retomada de fôlego e esperança para o povo brasileiro, por que não? Não sou hipócrita, estou falando a verdade. Qual a alternativa para o Brasil sair deste "parafuso", igual a um avião avariado que vai girando sobre si mesmo e despenca em direção ao solo?

A alternativa piedosa seria eles serem processados, condenados e obrigados a ressarcir os danos decorrentes dos seus roubos. E depois expulsos do país. Mas precisaria ser um processo sem muito nhen-nhen-nhen, tipo justiça revolucionária.

Seriam portanto esses perversos personagens extraídos sumariamente da vida pública como se faz com um dente podre, sem recuperação. É assim que me sinto, cada dia fico mais estupidificado com o que vou tristemente sabendo, parece que o país só tem notícia de corrupção, como se debaixo de cada buraquinho na calçada se esconda um precipício escuro enorme, cheio de cobras venenosas se enrolando lá em baixo.

Minha desolação não é só com eles, essa máfia deletéria, parasitas fingindo de gente bem intencionada. Mas me sacaneio comigo mesmo, por não ter visto antes, no devido tempo, a tempestade que se armava com a nossa aceitação passiva da Grande Armadilha em que fomos sendo metidos pelo PT. Nos ferramos. Mas estamos aprendendo muito nesse curso de madureza política.

A Nação acorda, aos poucos. E eles, de um jeito ou do outro, voltarão para o Inferno, de onde nunca deveriam ter saído, essas almas penadas.


Enio Mainardi é Publicitário. Originalmente publicado no facebook do autor em 4 de julho de 2015.

A extinção da Mulher Sapiens


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Guilherme Fiuza

Dilma chegou lá. Conseguiu enfim bater a popularidade de Collor na época do impeachment. Alcançou um dígito de aprovação (9%), segundo o Ibope, e 68% de rejeição. A façanha se deu logo após a confissão de Ricardo Pessoa, o homem-bomba das empreiteiras. Ele confirmou que financiou a campanha de Dilma em 2014 com dinheiro roubado da Petrobras. É o flagrante definitivo do nacionalismo companheiro. O que faz uma mulher sapiens diante de tal obscenidade?

Faz o de sempre: joga areia nos olhos da plateia, como diagnosticou Fernando Gabeira. Mas a tática de embaralhar e confundir, quando utilizada por uma pessoa embaralhada e confusa, produz um resultado esquisito. “Não confio em delator”, rebateu Dilma, atirando no mensageiro. A presidente explicou que a ditadura tentou fazê-la delatar seus companheiros e ela não aceitou. Até Joaquim Barbosa surgiu de seu exílio para dizer que Dilma feriu o instituto da delação premiada com esse paralelo estapafúrdio. Mas Joaquim não entende nada da lógica companheira.

Lula da Silva já justificou massacres impostos pelo seu amigo ditador do Irã como “briga normal entre flamenguistas e vascaínos”. Agora ele admitiu que Dilma mentiu na eleição, conforme revelou o GLOBO, ao dizer que ajuste fiscal era coisa do seu adversário. Mas durante a campanha, quando o adversário denunciava as mentiras de Dilma — o ajuste de Armínio Fraga ia esvaziar o prato do povo —, a infantaria petista gritava que era agressão contra a mulher. Mulher sapiens, vítima da ditadura, coitada profissional. Haja areia.

A Operação Lava-Jato, que não deixa em paz esse governo sofrido e discriminado, prendeu donos de empreiteiras. Entre eles o presidente da Odebrecht, cujo lobista levou Lula para passear pelo mundo. As prisões foram feitas sob a teoria de domínio do fato, isto é, autoria indireta dos crimes. Ricardo Pessoa, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef já inundaram o processo do petrolão com evidências de que o esquema prosperou à sombra do Palácio do Planalto. Pela teoria de domínio do fato, Lula e Dilma estariam no centro das investigações. Procura-se um homo sapiens capaz de fazer isso acontecer.

Aí vem o Tribunal de Contas da União mandar a presidente justificar as pedaladas fiscais. Só pode ser uma conspiração da direita. Como a orgia nas contas públicas não é justificável, a plateia aguarda com a respiração presa o próximo truque para livrar Dilma do crime de responsabilidade. Cuidado com os olhos, porque lá vem areia. Já mandaram o ex-secretário do Tesouro dizer que a culpa foi dele — mais um aloprado desses que fazem o diabo por conta própria e não obedecem a ninguém. Como não há estoque de álibis que chegue para tanta fraude, o governo do PT está por um fio.

E quem segura esse fio é um elenco admirável. Há jornalistas importantes (com e sem mesada), intelectuais respeitáveis, expoentes da cultura. Eles formam a tropa de choque da Dilma — mais ou menos como aquela liderada por Roberto Jefferson na via crúcis de Collor. Esses bem-pensantes não se importam com o estelionato petista, que em nome da justiça social depenou o país, porque estão com os olhos enfiados na Bíblia. Luiz Inácio é seu pastor e nada lhe faltará (se cortejares o partido certo). Se vires milhões nas ruas contra a impostura do PT, enxergarás apenas a faixa pedindo intervenção militar — e gritarás contra a “onda conservadora”.

Caminhando e cantando e seguindo o cifrão.

Evidentemente chegará o dia em que esses dogmas de 1,99 vão se esfarelar, e a mulher sapiens irá para o museu de história natural. Nesse dia, os gladiadores progressistas da Dilma dormirão como heróis dos oprimidos raciais, sociais e sexuais, e acordarão como avalistas da maior picaretagem do Brasil contemporâneo. Gente, é sério: isso vai dar uma ressaca danada.

Lula foi fazer comício para os petroleiros e gritou (quanto menos ouvem, mais ele grita) contra a perseguição “das esquerdas”. Ele está falando com vocês, seguidores do livro sagrado dos maniqueísmos. O povo não está nem aí para esse papo de esquerda. O que o povo sabe é que o emprego está indo embora e a inflação está voltando, por obra de um governo que destruiu as finanças públicas com sua gana parasitária. Isso é ser de esquerda? Resolvam aí entre vocês, antes que seja tarde.

A explicação do governo bonzinho para as doações confessadas pelos presos da Lava-Jato é que tudo foi recebido de maneira absolutamente legal. Ou seja: o dinheiro era sujo enquanto era propina, mas ao entrar legalmente no caixa do PT ficou limpinho. Como resumiu Renata Lo Prete: no mensalão, a estratégia petista era alegar caixa dois; no petrolão, a estratégia é alegar caixa um.

Quem pode acreditar que essa má fé compulsiva provém de um projeto humanitário de poder? Atualizem logo o seu selo de bondade, prezados cidadãos conscientes. Largar a mão da mulher sapiens quando ela estiver sendo varrida pelo dilúvio não vai pegar bem.


Guilherme Fiuza é Jornalista. Originalmente publicado em O Globo em 4 de julho de 2015.

Juca Chaves para Vice-Presidente


Penetre no Facebook do Juquinha: https://www.facebook.com/jucachavesmenestreldobrasil

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Daniela Schwery

Após uma semana conturbada que passou desde a não respeitar delatores, fotos coloridas no "foicebook" a redução da maioridade penal, o retorno de Juca Chaves foi anunciado.


Claro que a polêmica foi imensa, mas a MAV do PT a serviço do socialismo de fachada (agora evitam o termo comunismo - coisa de extremista) sempre nos rende boas gargalhadas mesmo que o cenário esteja pesado de tão preocupante que esta. E não se equivoque pensando que eles sumiram, eles estão atentos mas agora participam de forma mais dissimulada e sutil - o que pode ser pior. E é pior!
Petralhinha diz:

- a Dilma não pode abrir a boca que tudo volta contra ela. Ela quis dizer apenas sobre a delação premiada que se trata de um bandido falando.

Anti PT, a favor da redução da maioridade penal, com ou sem ideologia, com foto colorida ou não, afinal ser anti PT já é uma conduta a parte do que se tem por aí, diz: 
- ué, mas não é o PT que defende bandido? E os direitos humanos? 

Petralhinha diz:

- isso é a sua argumentação? Isso é argumento?

Anti PT, a favor da redução da maioridade penal, com ou sem ideologia, com foto colorida ou não, afinal ser anti PT já é uma conduta a parte do que se tem por aí, diz: 

- Não! Minha argumentação é essa:


Petralhinha diz:

– é diferente. Você não respeita o judiciário! (juro que li isso deles, rs).

Anti PT, a favor da redução da maioridade penal, com ou sem ideologia, com foto colorida ou não, afinal ser anti PT já é uma conduta a parte do que se tem por aí, diz:

– diferente disso?


Petralhinha diz:

– Lulinha 2018!

Anti PT, a favor da redução da maioridade penal, com ou sem ideologia, com foto colorida ou não, afinal ser anti PT já é uma conduta a parte do que se tem por aí, diz:


Daí, quando a gente acha que não tem mais como se divertir em meio a esse cenário sério, tenso, pesado, preocupante, de falta de dinheiro, falta de emprego, recessão, vergonha internacional com Alckmin e Dilma indo aos EUA vender o nosso peixe (cheio de óleo talvez com tanto acidente químico que vive ocorrendo nas indústrias), surge o Juca Chaves para avacalhar mais um pouco com suas sátiras sociais e lança campanha para vice-presidente.


E afirma que governo rouba o artista, além de soltar frases que geraram polêmica no mundo da MAV vermelha ainda sendo acusado de traidor e pasmem o absurdo, vender a arte!!!! Tsk, tsk. 

"Rússia teve centenas de grandes músicos e bailarinos que começaram na direita no tempo dos czares, ao contrário do comunismo quando a arte começou a ser controlada." #JucaChaves


Tem meu sub voto!!! Juca Chaves para vice-presidente. 


Daniela Schwery é Ativista e Personal fá do Juquinha.

Cavalo encilhado não passa duas vezes


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por AC Portinari Greggio  

Há alguns anos, quando o assassinato do prefeito Celso Daniel ainda era assunto do dia, ouvi em São Paulo uma surpreendente versão dos fatos. Dizia-se que certa altíssima personalidade tucana havia interferido para que as investigações do Ministério Público se esvaziassem e o inquérito policial fosse acochambrado. O motivo: se a cúpula do petê fosse envolvida, o partido implodiria e o vácuo político resultante seria ocupado pela “extrema Direita”.

Nunca soube se essa história era falsa ou verdadeira, mas cismei com a conclusão: por que tanto medo da – atenção para as aspas – “extrema Direita”? Pois a pobre “extrema Direita” não passava de pequenos grupos de contestadores dispersos e ignorados que se reuniam nas catacumbas, pregavam no vazio e mal conseguiam conciliar-se entre si. Os únicos pontos fortes da Direita eram a fé no Brasil, o sentimento de honra e a convicção de que a verdade um dia haveria de prevalecer.

Os anos se passaram. O petê tomou o poder em 2002 e chegou ao apogeu em 2010. Se o esquema do pré-sal desse certo, se a conjuntura econômica mundial continuasse a ajudar, se a Copa resultasse no Hexa, se o petê encaixasse o plebiscito tipo Venezuela, hoje estaríamos a caminho da dissolução do Brasil na URCAL - a União das Repúblicas Cucarachas da América Latina. Infelizmente, porém, como dizia o saudoso General Moraes Coelho, infelizmente para eles, a maionese desandou. O pré-sal gorou, a conjuntura mudou, a Alemanha ganhou de 7 a 1, o plebiscito não colou, e ainda por cima, vieram a Lava Jato e as crescentes manifestações de protesto. O repúdio e a revolta da melhor parte do povo brasileiro finalmente chegaram às ruas, e não pretendem se recolher.

Percebendo que as coisas estão chegando a ponto perigoso (lembrai-vos de Março de 64!), a oligarquia resolveu liquidar o petê, que se transformou em estorvo aos seus negócios. Mas, como dissemos no último artigo, essa liquidação terá de ser feita com muito jeito para não estragar o esquema. Querem descartar Inácio e dissolver o petê, mas querem também herdar, intactos, seus currais eleitorais e suas bocas-ricas. A intenção é mudar tudo, para que tudo permaneça como está.

Analisando a situação do Brasil treze anos após o assassinato de Celso Daniel, confesso que só agora entendi a preocupação do corifeu tucano com a então insignificante “extrema Direita”. Ele tinha razão. A implosão do petê coincide com o recrudescimento dos protestos e do repúdio nas pesquisas de opinião; e os protestos cada vez mais ecoam o que a oposição – a oposição de verdade, que insistem em chamar de “extrema Direita” – vem pregando há mais de vinte anos.

A coisa tem sua lógica. Sem o petê, os tucanos tentam ganhar terreno à esquerda, ou seja, nos arraiais da bolsa-família. Mas ao mesmo tempo, cada vez mais são identificados como falsa oposição. Cai a máscara. Os tucanos nunca foram adversários do petê. São concorrentes que brigam para dominar o mesmo negócio. Com isso, os tucanos perdem espaço junto aos eleitores que estudam, trabalham, produzem e pagam impostos.

Essa classe de eleitores tem muito peso em épocas de crise institucional, quando o sistema político perde a credibilidade, porque é formadora de opinião e pode arrastar consigo grande parte do eleitorado que tradicionalmente tem votado na Esquerda. Sem saída, ignorada e excluída da política, sentindo-se sem representação no Congresso, essa poderosa categoria social de repente presta atenção na tão difamada e exorcismada “extrema Direita” e verifica, surpresa, que esta, sim, representa os seus interesses.

Não tenho a menor ilusão quanto à possibilidade de restabelecer o Brasil dentro da constituição de 1988. Mas como é esse o teatro de operações disponível, há que virar o jogo dentro das regras do jogo.

Já se fala em lançar candidaturas de oposição de verdade nas próximas eleições presidenciais. Por enquanto, há dois nomes em destaque: o Deputado Jair Bolsonaro e o Senador Ronaldo Caiado. Ambos excelentes. Se houver possibilidade de composição, tanto melhor. O cenário político é excepcionalmente favorável. A crise vai se aprofundar. Com ou sem o petê, o regime continuará a se deteriorar, e a melhor parte do eleitorado, farta de ser enganada pela falsa oposição, certamente vai apostar nessa nova perspectiva de esperança.

Quais as possibilidades? Não tenho ideia, mas qualquer resultado poderá ser considerado como vitória. Ainda que perca, a oposição terá vencido, porque abrirá profunda brecha na linha de frente da oligarquia, polarizará e consolidará as hostes ainda dispersas e ocupará posições inexpugnáveis no tabuleiro político.

Mas se a oposição ganhar, será apenas o começo duma revolução de verdade.


AC Portinari Greggio é Especialista em Assuntos Estratégicos. Originalmente publicado no Jornal Inconfidência de Julho de 2015.