domingo, 23 de setembro de 2018

A Ineptocracia



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Sabe o que mais assusta e revolta no regime canalha de Bruzundanga: a destrutiva combinação entre a corrupção sistêmica e a incompetência gerencial dos políticos e servidores públicos. O acadêmico francês Jean d’Ormesson tem uma palavrinha inventada por ele para descrever a falsa Democracia de vários países, principalmente o Brasil. Trata-se da “L’Ineptocracie”. Sim, a Ineptocracia.

Definição clara e objetiva: “A ineptocracia é o sistema de governo no qual os menos preparados para governar são eleitos pelos menos preparados para produzir, e no qual os menos capazes de se auto-sustentar são agraciados com bens e serviços pagos com os impostos e confiscos sobre o trabalho e riqueza de um numero decrescente de produtores”.

Resumindo: “Os que nada sabem e pouco produzem põem no poder os que pouco sabem e nada produzem para que estes administrem as riquezas, os bens e os serviços confiscados daqueles que algo sabem e algo produzem". E quando a ineptocracia se junta com a cleptocracia, somando despreparo e incompetência do gestor com a ladroagem sistêmica, temos um regime igualzinho ao brasileiro.

Um dia, tivemos a impressão de que o Mensalão (lembram dele?) era o maior escândalo da História brasileira. Logo depois, constatamos que era nada disso... O Petrolão (ou Lava Jato) transformou os mensaleiros em meros ladrões de galinha. Ocorre que um detalhe gravíssimo passa batido. Apesar do imenso trabalho da Força Tarefa, as investigações ainda nem chegaram a maior roubalheira de todas: os crimes societários que continuam sem punição, apesar das insistentes denúncias de investidores, oficialmente, nas assembléias da Petrobras.

A ineptocracia é uma marca registrada do modelo estatal brasileiro que parece ter se esgotado, porém, na verdade, dá a forte impressão de que está se reinventando. O povo brasileiro é demasiadamente “estadodependente”. Parece um vício civilizatório derivado de uma colônia de exploração sem soberania. É uma doença do regime Capimunista tupiniquim. O esquema é perfeito para o persistente sucesso da grife de esquerda. A prática de canhota é inepta, mas o discurso é sempre lindo e sedutor. Basta acreditar no dogma de que o Estado vai te ajudar e salvar, sob governo de um falso progressista ou pseudodemocrata...

A cleptocracia e a ineptocracia estão sendo combatidas, no discurso oposicionista, nessa eleitoragem de 2018. Correm até o risco, inédito, de serem apeadas (temporariamente) do poder. A dúvida é se conseguiremos o milagre de uma mudança estrutural no Brasil. A probabilidade de sucesso é pequena. A perspectiva de fracasso é gigantesca. No entanto, é preciso sonhar que o Brasil interventor e centralizador, corrupto, perdulário e mal gerenciado, possa evoluir para uma Nação com um Estado Liberal.

Só é recomendável não acreditar que a salvação virá da mera dedada eletrônica na urna eletrônica em uma eleição que não tem conferência do voto após a totalização final. É bem mais fácil que o regime da incompetência com a corrupção se mantenha mais vivo que nunca, mesmo que ocorra uma suposta alternância nas cadeiras do poder.

Releia o artigo de sábado: O perigoso desafio democrático no Brasil




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2018.

Gavota ou Gaivota



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Diz o ditado popular, que conselho e esmola só se dá a quem pede.

Sin embargo, darei ao Mito alguns Cãoselhos !

Boca fechada não entra mosca e não sai besteira.

Se ficar quieto, será eleito no primeiro turno, com uma avalanche de votos nunca antes vista “na história deste país”.

Lembre-se de que cobra, já com a cabeça separada do corpo, ainda pode picar alguém mortalmente; principalmente a jararaca.

Um idiota (que no passado também foi eleito no primeiro turno contra o mesmo “poste” que será mijado de novo) achou que o prestígio era dele. O fenômeno eleitoral ocorreu porque o povo paulistano estava farto (e ainda está) do desgoverno ladroincompetente.

Assim, sugiro ao querido convalescente que apenas sorria. Com o mínimo de palavras, todas elas de AMOR; amor a DEUS, amor à Pátria, amor à família.

O nosso amado Brasil precisa de um choque de Honra. Todo o resto virá por consequência.

Humildemente agradeço (e penso que também em nome de todos os patriotas) ao hospital que o generosamente acolheu e a equipe médica brilhantemente engajada na consecução do “milagre” de Deus, salvando sua vida.

Talleyrand, perguntado sobre o que se poderia fazer no dia do Dezoito Brumário, teria respondido: “Vamos tomar chá!”

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Diabocracia



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Vivemos a demonização da política, um horror dos partidos e a mesquinhez de campanhas perversas cujo horário eleitoral em nada ajuda, apesar de obrigatório, igualmente o voto. Teremos cerca de 40% de votos  nulos, brancos e abstenções, um quadro preocupante que exige reflexão.

A democracia fracassou no Brasil? Preferimos os ídolos de pés de barro, os verdadeiros arautos do welfare state, que personificam a desgraça e ganham sensações de esperança perante a miséria humana de milhões de desempregados. Os programas sociais adotados pelo desgoverno levaram o País à ruína, as cotas, e tantas ideologias que representam a diabocracia, um estilo capetão que não assuste nem de longe o ardor das massas pró capitão.

Essa popalização nefasta começa a ocupar espaço e demonstrar que não estamos maduros e pouco responsáveis pelo dia seguinte. Não formamos sociedade, povo, Nação, Estado, mero ajuntamento, ou amontoado de pessoas cada qual perseguindo seus próprios interesses e vontades egoístas. Quem poderá salvar o Brasil das mãos sujas da corrupção, da farsa, do voto inócuo e do preço alto de uma democracia que não funciona?

Explico desde a redemocratização do País tivemos impedimentos presidenciais, quedas de governos, crises das mais variadas possíveis, prisão do chefe do parlamento, e mais de uma centena de processos contra o lixo privado público que infesta o Brasil de ligações espúrias e promíscuas. Infelizmente não se conversam os políticos para fazerem alianças que visem ao interesse do País.  Quando se juntam é para tomar o poder. Precisam e necessitam saber que o poder na democracia é alternância e não militância.

O desgoverno criou o pior cenário,trouxe milhares de famintos e analfabetos e tentou popularizar o ensino, ofertou financiamento,inclusive para compra de casa, o resultado final nem poderia deixar de ser outro, calote nos bancos, desperdícios de dinheiro público e não somos fantoches desses mentirosos sagazes que não assumem a própria culpa e querem transformar o Brasil numa República bolivariana.

Um País continente que tem tudo para dar certo somente colhe frutos amargos de instituições quebradas moral e eticamente, Não há caminho á frente exceto o desfiladeiro, enquanto não se conscientizarem que poder é serviço e não roubalheira, não espertalhões,não medidas provisórias compradas, não benefícios fiscais, não planejamentos tributários delituosos, e assim caminha a
nossa pobre humanidade, na terra da Jabuticaba.

Entre o leito hospitalar e o prisão especial os candidatos jogam todas as suas fichas. Os debates são meras promessas de campanha. Todos sabemos que os anos seguintes serão mais dificultosos e sem as mudanças fortes e sólidas a quebradeira será generalizada. Mais de 500 mil empresas sumiram do mapa na última década,lojas e estabelecimentos fechados, crise espalhada, não há dinheiro na mão do povo que sobrevive.

Eis o receituário do desgoverno tornar todos,indistintamente,subservientes à linha ideológica para que vivam na linha máxima de pobreza e da miséria, enquanto eles, na linha de Maduro, um corrupto inveterado, saboreiam em restaurantes de luxo pratos de mais 350 dólares.

O dia seguinte será decidido por você eleitor os tucanos já mostram que o bico
é sujo, os esquerdistas a incompetência aliada à corrupção,e cerca de 35 partidos com candidatos que amedrontam.

O melhor é existir uma prova de habilitação com cem questões para todos que se candidatem - aplicada pelos TRE S. Os que acertarem 80 questões poderão ser representantes do povo. Do contrário, precisam saber o que é ser político honesto e comprometido com o bem estar da sociedade civil.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Toda a escumalha da esquerda contra Bolsonaro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A eleição presidencial se aproxima. O primeiro turno será no próximo dia 7 de outubro. Bolsonaro estaria liderando, pelas pesquisas, com 28% das intenções de voto, tanto no IBOPE, quanto no DATAFOLHA.                                                                                                                                                 

A não ser  por uma surpreendente reviravolta, contrariando as pesquisas, com Bolsonaro vitorioso já no primeiro turno, somando mais  de 50% dos votos válidos, tudo leva a crer que haverá um segundo turno, disputado pelos dois  candidatos mais votados no primeiro turno.

Na “cola” de Bolsonaro, se procedentes as pesquisas, estariam 4 (quatro) candidatos com alguma chance de passar ao segundo turno, todos “teoricamente”  de esquerda, mais precisamente, Fernando Haddad (Ibope 19% e Datafolha 16%),Ciro Gomes (Ibope 11 % e Datafolha 13 %),Geraldo Alckmin (Ibope 7% e Datafolha 9%) e, finalmente, Marina Silva (Ibope 6% e Datafolha 7%). Os demais candidatos seriam “cartas fora do baralho”.

Nessas eleições, sem dúvida,  a esquerda foi bem mais esperta que a direita. Entrou com diversos candidatos na certeza de que pelo menos um deles estaria assegurado no segundo turno, onde ainda contaria com uma “ajuda” dos computadores do TSE na totalização dos votos.                                                                                                                                                

Enquanto a chamada direita “dormiu” e somente colocou um candidato com alguma chance de passar à segunda fase das eleições, no caso, Jair Bolsonaro, a esquerda se equipou com um verdadeiro “batalhão” de candidatos, espalhados em diversas siglas partidárias.

A esquerda sabe melhor que ninguém que o “jogo” eleitoral tem múltiplas semelhanças com qualquer jogo de loteria. Quanto mais se joga, maiores serão as chances de ganhar.                                                         

“Matematicamente” falando, a tendência natural será a de que  qualquer candidato de esquerda que passar para o segundo turno das eleições, para disputar com Bolsonaro, deverá levar consigo os votos dos demais competidores da “esquerda” ,seus “colegas”, derrotados.

Ora, enquanto Bolsonaro teria 28 % das intenções de voto, nos dois citados  institutos de pesquisa, a “soma” dos demais candidatos de esquerda estaria representando 43%, no Ibope, ,e 45 %, no Datafolha.
Mas mesmo assim a  possibilidade de vitória de Bolsonaro num eventual segundo turno não estaria afastada.

Embora a cúpula do PSDB tenha vínculos sólidos com o “socialismo fabiano”, e  “caviar”, do “deus” desse partido, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, na verdade o eleitorado potencial dessa agremiação partidária não tem esse mesmo perfil ideológico. Está muito mais  para a direita do que para a esquerda.

O mesmo pode ser afirmado em relação ao candidato do PDT, Ciro Gomes, que nem é um trabalhista “histórico”, e  que certamente  não teria tamanha ascendência sobre o seu partido de modo a levar os seus eleitores  a votar no PT, que  inclusive  era “odiado” por Brizola.

Dificilmente Bolsonaro levaria para o segundo o turno, se fosse o caso, o eleitorado de Marina Silva. Tanto a candidata, quanto os seus apoiadores, não passam de PT “disfarçados”, ou do seu “Plano B”.

Portanto será preciso grande esforço para expulsar a esquerda dos estragos políticos, sociais e econômicos que  fez ao Brasil, desde 1995,após a eleição e posse de FHC, incrementados após a posse de Lula ,em 2003 ,até hoje.

Mas o que mais impressiona é a “cara de pau” do PT em culpar Michel Temer “sozinho” por todos os estragos feitos no Brasil pela esquerda. O PT  esteve na Presidência da República em 13 dos últimos 15 anos. Como pretender culpar Temer por tudo? Temer somente deu continuidade ao desgoverno e corrupção do PT

Parece, pois, que a melhor chance de apear o PT do poder seria uma grande votação para Bolsonaro vencer ainda no primeiro turno. Num eventual segundo  turno, ainda haveria um  risco maior de manipulação das eleições, pelas urnas eletrônicas e computadores do Tribunal Superior Eleitoral, ou seja, uma fraude eleitoral para beneficiar o candidato da esquerda.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

sábado, 22 de setembro de 2018

O perigoso desafio democrático no Brasil



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Seja qual for o resultado da eleição presidencial de 2018, não importa quem vença, o grande derrotado será o processo de construção da Democracia brasiliana. A polarização política, em tons radicais, ideológicos, intolerantes e criminosos, tende a ampliar o ambiente de violência descontrolada. O caos interessa aos controladores externos do Brasil.Seus vassalos internos, agentes conscientes ou inconscientes, seguem o roteiro da barbárie com extrema maestria. Impera uma “Demo-Cracia” – uma espécie de “governo demoníaco”.

O Brasil opera sob regime falsamente democrático. Não temos aqui os pressupostos básicos da Democracia: segurança legal, jurídica, política, econômica e individual. Democracia depende do exercício consciente da Liberdade. O ato e o fato liberal, objetivos, só acontecem quando a Liberdade é limitada por direitos e deveres bem definidos e socialmente cumpridos por um consenso objetivo dos cidadãos plenamente Educados. No caso, Educação se define pela combinação da formação moral familiar com um ensino humanista e científico de qualidade.

A Democracia não tem hegemonia no Brasil. Quem dita as ordens por aqui é o Crime Institucionalizado (ou Organizado). O crime se organiza e se institucionaliza quando ocorre a associação delitiva entre criminosos de toda a espécie e agentes da máquina estatal. O Crime não se organiza sem a participação de membros da burocracia do Estado e seus políticos – os “eleitos” pelo povo. Já deu para constatar que eleição nem sempre é sinônimo de Democracia. Eleição é um mero mecanismo de escolha... No Brasil, o voto tem um fortíssimo componente criminoso.

No Brasil, a hegemonia é da Cleptocracia. O governo dos criminosos cumpre objetivos claramente definidos. O principal é a conquista, manutenção e ampliação do Poder Político – o efetivo garantidor do Poder Econômico que sustenta a superestrutura criminosa. Os “negócios” ocorrem na formalidade burocrática. Mas o Crime evolui, principalmente, na informalidade. Por isso, não é fácil de ser reprimido, neutralizado e derrotado. Quando descoberta, o sistema criminoso se reinventa.

A cleptocracia usa o povo para eleger seus representantes. É assim que o Crime ganha “legitimidade”. É fácil até enxergar o político corrupto ou suspeito de associação criminosa. O difícil é identificar, claramente, como funciona cada estrutura criminosa. Os negócios parecem (ou são) invisíveis. Empresas de fachada e empresários “laranjas” ocultam os esquemas criminosos. É assim que políticos ou servidores públicos enriquecem rapidamente. A casa cai, geralmente, com as vaidosas ostentações de luxo e riqueza. Também desaba quando os bandidos brigam entre si...

Um aspecto pouco debatido e percebido em tempos eleitoreiros é que a Cleptocracia promove uma organizada e completamente ilegal compra de votos. Nas periferias do Norte/Nordeste, o eleitor se corrompe por R$ 300 reais. No Sudeste e interior do Brasil, a compra do voto sai por R$ 150 a R$ 200 reais. Em algumas comunidades dominadas por narcotraficantes e por milícias, custa até mais barato. Na maioria das vezes, o curral eleitoral obedece às ordens opressoras dos bandidos fechados com seus candidatos-parceiros. A “Justiça” eleitoral prefere ignorar o crime eleitoreiro...         

Todos esses bandidos e seus exércitos de ignorantes não querem mudanças estruturais no Brasil. Eles preferem que o Governo do Crime continue ditando as ordens. O Crime Institucionalizado está pronto e com muita grana para investir na escolha de seus políticos-companheiros. Os bandidos farão de tudo para tumultuar o processo eleitoreiro. Já esfaquearam – e quase mataram – o candidato Jair Bolsonaro... Não será fácil derrotar os criminosos institucionalizados...

Resumindo: No Brasil, a renovação política só acontecerá por acidente da História. O Crime não quer Democracia...

O desafio democrático no Brasil não é apenas perigoso. Também pode ser mortal. A guerra civil não-declarada tende a se ampliar...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2018.

O Peixe morre pela boca




“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Diz o ditado popular, que conselho e esmola só se dá a quem pede.

Sin embargo, darei ao Mito alguns Cãoselhos !

Boca fechada não entra mosca e não sai besteira.

Se ficar quieto, será eleito no primeiro turno, com uma avalanche de votos nunca antes vista “na história deste país”.

Lembre-se de que cobra, já com a cabeça separada do corpo, ainda pode picar alguém mortalmente; principalmente a jararaca.

Um idiota (que no passado também foi eleito no primeiro turno contra o mesmo “poste” que será mijado de novo) achou que o prestígio era dele. O fenômeno eleitoral ocorreu porque o povo paulistano estava farto (e ainda está) do desgoverno ladroincompetente.

Assim, sugiro ao querido convalescente que apenas sorria. Com o mínimo de palavras, todas elas de AMOR; amor a DEUS, amor à Pátria, amor à família.

O nosso amado Brasil precisa de um choque de Honra. Todo o resto virá por consequência.

Humildemente agradeço (e penso que também em nome de todos os patriotas) ao hospital que o generosamente acolheu e a equipe médica brilhantemente engajada na consecução do “milagre” de Deus, salvando sua vida.

Talleyrand, perguntado sobre o que se poderia fazer no dia do Dezoito Brumário, teria respondido: “Vamos tomar chá!”

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A suicida tucanagem do Geraldo e FHC



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Ganhar ou perder uma eleição faz parte do jogo. A derrota se torna vergonhosa quando acontece por imperdoável erro estratégico, cometido pelos marketeiros brilhantes na estética da enganação, porém completamente ignorantes da natureza real da Política. A eleitoragem de 2018 traz vários exemplos deploráveis de erros primários, sobretudo nas campanhas presidenciais.  

O PSDB exagera na dose de besteiras fatais. O programa eleitoral e as inserções de rádio e televisão dos tucanos revelaram apenas o desespero de uma candidatura incapaz de decolar. Geraldo Alckmin se viu forçado a abandonar o estilo asséptico de “Picolé de Chuchu” para assumir um tom agressivo e leviano que não combina com ele. Resultado: cometeu suicídio político ao atacar, violentamente, ao mesmo tempo, o paciente Jair Bolsonaro e o “Andrade, poste do Presodentro Lula”.

Geraldo Alckmin simplesmente fechou as portas para um apoio a Haddad ou Bolsonaro, em um eventual segundo turno (que pode nem ocorrer). Até agora, apesar do maior tempo para propaganda em rádio e tevê, Geraldo não conseguiu emplacar a imagem de “candidato de centro”. O ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a fazer o apelo patético a favor de uma “união das candidaturas de centro, "que não apostam em soluções extremas, se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver". Até agora, Geraldo só representa tal “opção” no discurso.

FHC prega um rompimento com "a radicalização dos sentimentos políticos" entre Bolsonaro e Haddad: O papo do príncipe dos sociólogos é bem furado: "A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta. Basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado”. HC também cutucou o candidato do velho “amigo” Lula: “O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos".

O apelo básico de FHC: "Ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política". O Papo de FHC só não consegue seduzir os demais concorrentes de Alckmin, como Marina Silva, Álvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoedo...
  
Impressionante é como o PSL de Bolsonaro não consegue direito de resposta na propaganda do PSDB. Tradicionalmente, a "Justiça" Eleitoral não entra no mérito (ofensivo ou mentiroso) do conteúdo dos anúncios. Geralmente, o candidato vítima de ataque ganha o horário como direito de resposta. O curioso é que sobra ataque sem defesa na eleição deste ano. O que fazem os advogados do partido do Bolsonaro? Por que eles cometem um erro tático de não barrar os ataques do Geraldo? É medo ou burrice? O eleitorado pode ficar com aquela impressão de que “quem cala consente”...

O mais assustador é o baixo nível da campanha 2018. Muita intriga, muita acusação mútua e muito pouca clareza sobre soluções para o Brasil – um País perigosamente dividido ideologicamente e sem projeto estratégico de Nação.





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2018.

A Hydra acusou o Golpe: O Brasil está salvo!


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

The Economist 20 de Setembro de 2018 | 12h27 , Estadão, internet

Alvíssaras! Aleluia!

Por fim, nós brasileiros conseguimos acertar o “figo” (por fígado) da besta.
Estejamos preparados para repelir os golpes mais cruéis que esse mostro tentará.
Novos atentados à vida? Atos terroristas para prejudicar milhões de pessoas?
Muito embora o glorioso Exército Brasileiro esteja momentaneamente “imobilizado” pelos “melancias”, caso a situação venha a degringolar, medidas enérgicas serão tomadas.

Que mais precisa acontecer para os palhaços abandonarem o mantra “As instituiCães estão funcionando...”

Dezessete dias para o 17. É uma eternidade!

Utilizemos, por enquanto, a mais poderosa das armas: a oração.

Um segundo limbo. De 8 de outubro até 31 de dezembro.

Em 1°de janeiro a redenção. Voltaremos à terra prometida. A de Santa Cruz.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O antipetismo vencerá a eleição presidencial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Virou contra o feiticeiro a tática de tentar turbinar o “Andrade” (como o candidato Fernando Haddad, “filho de Lula”, é conhecido no Norte/Nordeste). O paciente Jair Bolsonaro ganha mais espaço entre formadores de opinião e empresários, em função da consolidada rejeição ao “modo petista de desgovernar”, seja por incompetência gerencial ou por abuso na arte da corrupção.

Bolsonaro incorpora, definitivamente, a imagem de principal combatente ao petismo. Ele também representa, no imaginário popular, o candidato que desperta esperança na Segurança Pública – tema que afeta a maioria do eleitorado, junto com o desemprego. Só falta se consolidar como o simplificador, redutor e eliminador de impostos. Tais “conceitos” podem lhe render a vitória já no primeiro turno eleitoral.

O guru econômico de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, resolveu agir com toda transparência na divulgação de sua “solução” para os impostos. Guedes defende apenas dois tributos federais, ambos sobre transações financeiras, um para a Previdência e outro para impostos e contribuições - apenas dois tributos federais, ambos sobre transações financeiras, em vez dos cerca de 50 existentes atualmente. O PT não tem o que oferecer ao setor produtivo. O desgoverno Dilma, em parceria com o MDB de Michel Temer, são naturalmente responsabilizados pela maior crise econômica da nossa História.

O maior temor da petelândia e afins é que Bolsonaro consiga conquistar e consolidar o apoio da maioria do empresariado. Depois do impeachment da Dilma e da prisão do Lula, os endinheirados fogem do petismo. Fernando Haddad não consegue se aproximar do setor produtivo. O mais curioso é que, por falta de pegada e mau desempenho nas pesquisas, Geraldo Alckmin também perde apoio entre o setor industrial e o agronegócio.

Aliás, Geraldo segue encalhado nas intenções de voto porque apanha dentro do PSDB. O discurso de Segurança Pública feito pelo marketeiro profissional João Dória está mais alinhado com Bolsonaro que Alckmin. A campanha de Geraldo errou na dose do ataque inicial a Bolsonaro, coincidindo com o momento em que o Capitão levou a covarde facada que o obriga a ficar preso no “Hospital de Campanha”. Alckmin também subestimou que o “Andrade” cresceria com o impedimento do prisioneiro Lula em disputar a presidência.

Por tudo isso, vai se consolidando a brincadeira do “é bom Jair se acostumando”. Bolsonaro só perde a eleição presidencial para ele mesmo. Seus filhos, que comandam o PSL, não podem incorrer na disputa interna de campanha com o candidato a vice. O General Hamilton Mourão, filiado ao PRTB do Levy Fidélix, também precisa tomar mais cuidado para não cair na manjada armadilha da mídia que insiste em tentar associar sua imagem a de “um militar autoritário e preconceituoso”.

Bolsonaro e Mourão ganham mais se focarem na divulgação de propostas objetivas de governo, em vez de caírem nas armadilhas das polêmicas ideológicas inúteis. Os dois são facilmente provocados pelos adversários e pela mídia dominada pela canhota sem noção e contra a nação. A prudência recomenda que já comecem a apresentar sugestões concretas para a pacificação nacional – e não para o acirramento da luta de classes, como desejam os inimigos do Brasil.

Enfim, o compromisso tem de ser claro com a Democracia. Qualquer discurso ou prática nazifascista tem de ser repelida, porque não interessa ao Brasil. O próximo governo tem o desafio de ser liberal e libertador. O Brasil autoritário precisa ficar com os dias contados. Do contrário, o mais do mesmo vai mergulhar a Nação em violência descontrolada que causará o fracionamento do País.



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Setembro de 2018.

Estado de choque da mídia vendida


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O mais triste do período eleitoral é ver como um poderoso cai.

Outrora respeitados jornais, hoje se sujeitam a obedecer ordens de traidores da Pátria.

Tenho dó de jornalistas, que por desespero, se sujeitam a escrever mentiras para preservar seus empregos e o sustento de suas famílias.

Nojo tenho da cúpula editorial que pretende tapar o sol com a peneira para iludir seus leitores fiéis que, por ingênuos, ainda não se deram conta de que a marca continua a mesma, mas o conteúdo está a serviço do mal.

As tiragens diminuem, os anunciantes fogem para mídias mais eficazes, e os leitores remanescentes, perplexos, se perguntam para o que servem hoje em dia as minguadas páginas impressas ou as postadas às pressas nos portais da internet.

Se fizermos uma reflexão profunda veremos que só servem para limpar a rima.

Num passe de mágica, dizer que um poste mijado (derrotado no primeiro turno em sua pretensão reeleitoral) agora é Cãodidato apto a despontar como adversário preferencial para tentar conter o tsunami verde-amarelo, seria ridículo se não fosse trágico.

Em setembro, viram na tumba veneráveis julhos.

A mesquita foi substituída pela mesquinha subserviência.

Pobre país que vê perecer um símbolo da verdade e da ponderação.

Hoje, pasquim mentiroso está a serviço do melhor postor (ou impostor ?).

Hoje, arauto do estado vendilhão “precifica” a vergonha e vende o pão.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Polarização e Incertezas na corrida presidencial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Surpresa? Nenhuma! A sucessão presidencial 2018 é marcada por muita polarização, radicalização e muita incerteza. A subida do candidato do PT era esperada. Da mesma forma como Fernando Haddad não ameaça o favoritismo do paciente Jair Bolsonaro – que tem a desorganização estratégica e as brigas internas de campanha como adversário mais perigoso. Deuses do Mercado rejeitam o retorno ao poder dos petralhas que quebraram o Brasil. Assim, Haddad tem mínima chance de vitória.

O irracional radicalismo ideológico segue dando o dom da campanha. Se o mercado repele o PT, a velha mídia hegemônica insiste em demonizar e sabotar Bolsonaro e seu vice, General Hamilton Mourão. Nem em cama de hospital, recuperando-se da covarde facada de 6 de setembro, Bolsonaro tem moleza. E Mourão apanha por qualquer coisa que fale. Qualquer racionalidade democrática passa longe desta eleição. É um indicador claro de que o próximo governo, seja quem for o vencedor, terá de enfrentar uma guerra ideológica insana.

Diante do previsível cenário de conflito inútil, vale reproduzir um comentário enviado pelo leitor Drausio Moraes de Oliveira Pinho: “Permito-me um pitaco em seu editorial questionando a afirmação de que a centro-esquerda, que vem governando o país, segundo afirma, mostrou-se incompetente para este gigantesco desafio. A centro-esquerda não existe no Brasil e no mundo: existe, sim, uma muito grande, bem pensada e bem estruturada esquerda. Tão bem estruturada que finge existir dentro de si um enorme leque de tendências, mesmo contraditórias, incluindo até uma facção mais amena e comportada: a chamada centro-esquerda abrigada sob outro subterfúgio semântico representado pela mentirosa social-democracia proposta, originalmente, para promover a aproximação Leste-Oeste nos tempos da Ostpolitik germânica de Willi Brandt”.

Drausio Pinho prossegue: “A social-democracia foi, à partir de então, maquiavelicamente utilizada para “vender” a idéia de um socialismo de traços humanos e não genocidas e chega, aos dias de hoje, travestida de lobo em pele de cordeiro como bem o demonstra o cínico brasão da londrina Fabian Society. Foram, então, os social-democratas brasileiros (FHC, sua figura magna e seu apogeu, representando o papel transitório de Kerensky brasileiro), os construtores das poderosas fundações que alicerçaram os governos destrutivos e alinhados com a chamada “nova ordem mundial” - de Soros et caterva sceleris - que abriram as portas para as radicalíssimas facções da “centro-esquerda” aqui atuante que redundou no poder conferido a traidores da Pátria fantasiados como “lulinha paz e amor”, como “dilma gerentona” e seu séquito de maléficos parceiros. Todo o cuidado com eles é extremamente pouco”.

Resumindo o pensamento do Drausio: Essa esquerda falsária e retrógrada não quer mudanças no Brasil. Quer apenas mais Estado para aparelhar, enquanto encena o discurso falsificado do socialismo/comunismo que ainda consegue seduzir uma grande parcela de um eleitorado idiotizado.



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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Setembro de 2018.