sexta-feira, 26 de maio de 2017

Temer merece perdão Supremo? Meirelles será fritado? Nelson Jobim pode virar Presidente?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A derrocada de Michel Temer parece inevitável. Os deuses do mercado, que lhe davam sustentação, agora estão divididos. Uns acham melhor que ele fique do jeito que der, desde que as reformas sejam aprovadas da maneira que for possível. Outros, bem mais cínicos pragmáticos, querem que ele saia logo, por renúncia ou cassação da chapa com a Dilma, para resolver a crise política e retomar o rumo da economia. Estes últimos já rifam até o então queridinho Henrique Meirelles. Situação política mais instável é impossível. E, para animar a sexta-feira, tem mais Lava Jato na rua...

Agora, circula um factóide que merecia ser classificado como uma piada de extremo mau gosto. Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal estariam estudando uma negócio muito esquisito: um perdão a Michel Temer, caso ele tenha a grandeza de renunciar ao cargo imediatamente. Temer não estaria a fim disto. Seu plano é resistir até onde e quando puder, e a canalhice tupiniquim permitir. Foi com este espírito que Temer tenta adiar o fatal julgamento da chapa reeleitoral de 2014 no Tribunal Superior Eleitoral presidido por Gilmar Mendes – inimigo do Rodrigo Janot e vice-versa.

Estrategistas de Michel Temer apostam em um mágico pedido de vista para empurrar com a barriga uma decisão final que tende a ser desfavorável. A previsível aposta é que algum ministro pedirá vistas, sob a desculpa esfarrapada de melhor analisar o caso. A tática do adiamento pode apenas prolongar o inferno de Temer, gerando ainda mais instabilidade política. O destino de Temer depende muito das próximas delações premiadas. A eventual alcaguetagem judicial do deputado afastado Rodrigo Loures tende a ser fatal para o Presidente. Loures ameaça denunciar como funciona o poder de influência de Temer em negócios no Porto de Santos.

Temer já sofre o desgaste direto de 13 pedidos de impeachment (até agora). Tais denúncias, se forem aceitas pela Câmara, podem iniciar uma agonia que pode se prolongar por um mínimo de 8 a 10 meses de tramitação, até uma decisão final em julgamento espetaculoso presidido pela presidente do STF. Por isso, a forçada de barra é para que Temer renuncie – com a promessa canalha de perdão judicial futuro – ou então que seja detonado com a cassação da chapa com Dilma – o que, em tese, seria mais rápido. Pode não ser pela infindável permissividade das chicanas jurídicas em um sistema processual que aceita infindáveis recursos.

A desgastante novidade de agora é o começo de uma operação de fritura contra o poderoso Henrique Meirelles – um dos cotados para uma eventual substituição temerária pela via da eleição indireta no Congresso Nacional. O sinal de que a batata do Meirelles está assando é que cardeais do desgastado PSDB, em conluio com deuses do mercado que abandonaram Temer, desejam que o economista Armínio Fraga possa entrar na lista de presidenciáveis pela via indireta. Na verdade, a intenção é emplacar Fraga como titular da Fazenda na quase certa e próxima gestão presidencial temporária.

Uma maioria parlamentar entende que Temer perdeu a governabilidade com a revelação da conversinha nada republicana captada pela gravação ilegal do empresário Joesley Batista. No entanto, por uma questão de sobrevivência, e para articular futuros “perdões judiciais” que já são negociados escancaradamente, lideranças parlamentares desejam que Temer renuncie ou seja afastado apenas depois de participar da escolha de seu sucessor. O plano depende que a Lava Jato não produza estragos ainda mais graves no cenário de criminalidade da politicagem.

O nome favorito é o de Nelson Jobim – hoje banqueiro (sócio do BTG Pactual de André Esteves e Pérsio Arida), mas que já foi deputado constituinte, ministro da Justiça, ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro da Defesa (com direito até a vestir farda de selva no modelito de General de quatro estrelas). Nelson Jobim é um nome consensual articulado nas conversinhas secretas entre Fernando Henrique Cardoso, o super-réu Luiz Inácio Lula da Silva e o próprio Michel Temer. Detalhe importante é que Jobim, eminência parda do PMDB, teria o apoio de muitos generais do alto comando das Forças Armadas... E a Oligarquia Financeira Transnacional o adora. Jobim deu entrevista negando que seja candidato. Você acredita?

A sucessão precipitada chama atenção para um fenômeno. O lançamento espontâneo de candidaturas sem tradição de ligação com a politicagem, mas que possa contar com apoio de empresários, financistas e o meio jurídico. Ontem, advogados de peso lançaram o nome do jurista Modesto Carvalhosa para disputar a sonhada eleição indireta gerada pela vacância presidencial de Michel Temer. O significado simbólico do lançamento é a prova de que a maioria esmagadora dos brasileiros rejeita nomes diretamente ligados ao PMDB e os primos PSDB/PT. Isto é o fato excelente de um processo democrático em construção.

Outro fato interessante e muito relevante dessa crise institucional é que os chamados “coxinhas” e sua “movimentomania profissonal” estão vivendo uma crise existencial. Eles agora não sabem onde enfiam a cara-de-pau, a canalhice ou a incapacidade de análise real da conjuntura política/econômica, para proteger seus “bandidos de estimação” ou para fazer discursinhos vazios e histéricos que, no fundo, defendem a manutenção de um status quo, apenas com ligeiras modificações dos personagens que protagonizam a sacanagem ampla, geral e irrestrita.

A sorte do Brasil é que as Lava Jatos curitibana e carioca ainda vão denunciar muitos esquemas de corrupção ainda ocultos e que, vindos à luz, permitirão que os cidadãos brasileiros possam trabalhar, objetiva e focadamente, no aprimoramento institucional.

O momento crítico, na guerra institucional de todos contra todos, precisa ser bem aproveitado para que formulemos aquele ainda inédito Projeto de Nação para o Brasil, em bases federalistas, produtivas e na plena segurança legal (bases políticas, econômicas e jurídicas para a verdadeira Democracia).

Resumindo: Coxinhas, tomem vergonha na cara! Parem de fazer um Brasil nas coxas...

Releia o segunda edição de ontem: Temer chama urubu de meu Loures, enquanto coxinhas agem iguais aos petralhas em defesa do crime


Definição corretíssima


Piada do retorno


Próximo a dançar


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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Maio de 2017.

Mijou para trás


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

InCãoformado com as críticas da oposiCão, nosso bichon frisé, disfarçado de pitbull, voltou ao poste para se desculpar.

Para muitos, como eu, foi a pá de cal.

Que era mixo já sabia; agora sei também que é covarde.

O episódio serviu apenas para cãoprovar dos bandidos o ódio.

Pela primeira vez, viram o que lhes espera; neste outono, no inverno ou na primavera.

Chegamos ao ponto de afastar a tese do “Ruim com ele, pior sem ele”.

Estamos na era do “Tanto faz como tanto fez”.

O lado bom da história é que a fúria das pessoas de bem ultrapassou o “point of no return”.

Tarde o temprano a classe política entrará pelo cano.

A grande mídia se agarra no auto-engano.

Talvez um pouco incentivada por propinas à tripa forra.

Sugiro que montem um “bolão” esportivo com temas do desenlace.

Quem vai primeiro ? Ou irão todos cãocomitantemente ?

Quem vai ter coragem de morder dona Onça ?

Não gosto da expressão “República de Curitiba” por referir-se apenas a uma parte do território nacional.

Na verdade, hoje, vivemos a “República do cú de boi”.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Revolução, Golpe, Rebelião


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

“Teoria e Prática da Contra-Rebelião” é o título de um livro que focaliza a estratégia para o combate à Rebelião. Ao abordar esse assunto o autor – DAVID GALULA - pôde valer-se de uma desusada experiência. Nascido na Tunísia em 1919, filho de um cidadão francês, passou a maior parte da sua mocidade em Casablanca e, após seu bacharelato, em 1938, optou por uma carreira no Exército Francês. Após sua graduação, em 1940, na Academia Militar Francesa de Saint-Cyr, lutou no teatro europeu durante a II Guerra. De 1945 a 1948 foi destacado para a China. Em seguida, passou 18 meses na Grécia, como observador militar das Nações Unidas. Os cinco anos restantes eles os passou em Hong-Kong, como Adido Militar. Depois, de 1956 a 1958, serviu na Argélia.
________________________
    
Esse é um pequeno resumo da vida militar de DAVID GALULA, autor do livro. Foi editado no Brasil em 1966 por Edições GRD, e as “Considerações Iniciais” são de autoria do então Serviço de Informações de Segurança da Aeronáutica, de cuja fundação e organização orgulho-me de ter participado, junto a um Brigadeiro e um Cabo. Observo que as ‘Considerações’ foram escritas durante o período mais agudo da luta armada desencadeada pelos terroristas seguidores da concepção cubana, dofoco guerrilheiro, e chinesa, da guerra popular prolongada. Foram, portanto, palavras que nos remetem ao clima de tensão da época. 

A Revolução, o Golpe e a Rebelião são as três formas de se tomar o Poder pela força. Ser-nos-á útil distinguí-las, umas das outras.
    
A Revolução é, geralmente, um levante explosivo, súbito, curto, espontâneo, sem planejamento (França em 1789, China em 1911, Rússia em 1917, Hungria em 1956). É um acidente, que pode ser explicado depois, mas não previsto, senão para se observar a existência de uma situação revolucionária, Não se pode prever como e exatamente quando ocorrerá a explosão. 
     
Em uma Revolução as massas movem-se, e depois surgem os líderes. Sun-Yat-Sen estava na Inglaterra quando a dinastia Manchu foi derrubada. Lenin na Suíça, quando caíram os Romanov .
    
Um golpe é a ação clandestina de um grupo rebelde para a derrubada da liderança em um país. Devido à sua natureza clandestina, um golpe não envolve e nem pode envolver as massas. Embora os preparativos de um golpe possam ser longos, a ação propriamente dita é breve e súbita. Um golpe é sempre um risco – o golpe contra Hitler em 1944; os golpes no Iraque Cintra o Rei Faisal, em 1958, e contra Kassem, em 1963.
    
Por outro lado a rebelião é uma luta prolongada, levada a efeito metodicamente, paulatinamente, a fim de se alcançar objetivos intermediários específicos que, finalmente, levem à derrubada da ordem vigente – China, 1927-1949; Grécia, 1945-1950; Indochina, 1945-1954; Argélia, 1954-1962 -. A rigor, a Rebelião não é mais previsível que a Revolução. Na verdade, seus inícios são tão vagos que determinar exatamente quando surge é um difícil problema legal, político e histórico. Na China, por exemplo, podemos datá-la de 1927, quando a aliança entre os comunistas e o Kuomintang foi rompida, surgindo o uso da força, ou em 1921, quando foi fundado o Partido Comunista Chinês  para o estabelecimento de um regime comunista no país?
    
Mas, embora imprevisível, de modo geral uma Rebelião desenvolve-se com lentidão, e não é um acidente, pois numa Rebelião, primeiro surgem os líderes, e depois as massas são acionadas. Embora todas as rebeliões relativamente recentes – exceto a da Grécia – tenham-se ligado a uma situação revolucionária, os casos da Tunísia (1952-1955), do Marrocos (1952-1956), de Chipre (1955-1959), de Cuba (1957-1959), e outros, parecem mostrar que a situação revolucionária não precisou não precisou ficar aguda, para que a Rebelião tivesse início.  
    
Uma Rebelião é uma Guerra Civil, porém há uma diferença na forma tomada pela guerra, em cada caso.
    
Uma guerra civil divide uma Nação em dois ou mais grupos que, após um período inicial confuso, vêm-se em controle de parte, tanto do território quanto das forças armadas existentes, que imediatamente passam a desenvolver. A guerra entre esses grupos logo se torna semelhante a uma guerra internacional comum, salvo pelo fato de os beligerantes serem compatriotas – a guerra da secessão norte-americana; a guerra civil espanhola -.
    
Finalmente, ressalte-se que há uma assimetria entre os lados opostos de uma guerra revolucionária. Resulta esse fenômeno da própria natureza da guerra, da desproporção, no início, entre os oponentes, e da diferença, em essência, entre seu ativo e seu passivo.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Temer chama urubu de meu Loures, enquanto coxinhas agem iguais aos petralhas em defesa do crime


2ª Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Investigadores da Lava Jato suspeitam que Henrique Meirelles, o super-poderoso ministro da Fazenda, foi o responsável por agendar aquele encontro fatal, com direito a gravação clandestina, entre seu ex-patrão e parceiro Joesley Batista, com seu atual superior hierárquico Michel Temer. Como tal hipótese apavora os rentistas de plantãoa a mídia amestrada pela grana dos especuladores foge do assunto, centrando fogo apenas no empresário-delator. Os coxinhas sem noção, que agem como petralhas às avessas, também miram nos alvos errados.

Embora tenha citado mil oitocentos e poucos políticos corruptos, a delação dos executivos da JBS não é a mais importante da Lava Jato. A “colaboração” mais estratégica, que começa a ser negociada sob pressão com o Ministério Público Federal, é a do deputado Federal Rodrigo Loures. O carinha da mala de R$ 500 mil que evaporou com a merreca de R$ 35 mil é peça-chave para identificar o verdadeiro esquema criminoso que continuou operando antes, durante e depois da queda da Dilma sem-noção. Loures já sabe que, se não abrir o bico com novidades e provas objetivas, quem pode se ferrar é seu pai, que é dono de uma grande indústria de alimentos, a Nutrimental, sediada na região da “República de Curitiba”.

O MPF sabe que Loures era o operador para outros grandes alvos que a Lava Jato deseja atingir, desde o investigado Presidente Michel Temer, passando por ilustres da base de sustentação do governo, como Romero Jucá, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Renan Calheiros e Aécio Neves (dentre outros tucanos menos ou mais votados). Mais apavorante que os protestos radicalóides de quarta-feira em Brasília foi a constatação, por assessores de Temer, que o Loures está costeando o alambrado do MPF para fazer uma delação premiada do fim do mundo.

A família de Rodrigo não quer prejuízo. Não foi à toa que contratou o advogado José Luiz de Oliveira. Ele é defensor de ninguém menos que o ilustre delator-premiado José Aldemário Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS e que um dia foi o “amigo Léo” de Luiz Inácio Lula da Silva – craque com seis processos na órbita da Lava Jato. O deputado afastado Rocha Loures era considerado um principais assessores de Michel Temer. Dentre suas missões mais relevantes constam as articulações com Deus e o Diabo para o impeachment da Dilma, formando uma base amestrada para o maridão da bela Marcela. Agora, meu Loures virou urubu, se fizer revelações que podem fazer o Presidente e meio mundo dos políticos tomarem na rima...

Enquanto se amplia o desgaste de Michel Temer, os analistas sem-noção, mas que são cultuados pelos deuses do mercado, cometem o erro primário de despejar toda atenção sobre o Joesley espertalhão. Os coxinhas entram na mesma onda. Igualam-se e nivelam-se por baixo aos imbecis da petelândia, cuja obsessão é tentar o milagre da salvação para Lula, lutando pela queda do ex-companheiro Michel Temer, para aplicar o golpe inaceitável das “Diretas, já”, para uma reeleição em massa de cotados para a destruição pelas Lava Jatos da vida.

A solução é “Fora Todos os Corruptos”. Petralhas, seus primos tucanalhas, os comparsas peemedebostas e outros membros da organização politicamente criminosa não têm a menor condição moral e ética de seguir comandando o País. Os bandidos são investigados e processados, com grande chance de alguma cadeia e pagamento de multas, graças ao trabalho estratégico e inteligente da Força Tarefa da Lava Jato e de juízes no padrão Sérgio Moro, com apoio esmagador da maioria dos cidadãos honestos.

Temer segue jogando com factóides de sobrevivência –como o montado ontem com apoio do seu Gabinete de Segurança Institucional, baixando o Decreto de emprego da Garantia da Lei e da Ordem, sob a desculpa de “garantir a segurança em Brasília”. O Presidente usou sua canetinha de condão para revogar o mesmo decreto nesta quinta-feira. Foi cumprido o objetivo de assustar os inimigos com a “intervenção militar à moda temerária”. Mesmo assim, a situação de Temer segue insustentável, e uma delação de Rodrigo Rocha Loures tem tudo para jogar Temer, definitivamente, na lata de lixo da História, fazendo companhia a Dilma.

A delação de Loures será a danação de muita gente poderosa. Não é à toa que alguns deuses do mercado apoiam, explicitamente, a falsa solução da renúncia de Michel Temer (ou da cassação da chapa da Dilma com ele), emplacando, na eventual eleição indireta no Congresso Nacional, o nome de Nelson Jobim – hoje banqueiro (sócio do Banco Pactual) que já vestiu todas as casacas da República: deputado constituinte, ministro da Justiça, ministro do Supremo Tribunal da Defesa, e da Defesa.

Também tem deus no mercado que defende outra candidatura na original: a do Henrique Meirelles, que foi presidente do Conselho de Administração da J&F, a holding que controla os negócios bilionários da família da dupla sertaneja Joesley e Wesley Batista – os meninos de Goiás que agora cantam de delatores premiados nos EUA e alhures. Antes de ser “presidenciável” indireto, bem que Meirelles poderia explicar como as empresas JBS conseguiram tanta grana do BNDES. O MPF desconfia que Meirelles deve ter domínio de muitos fatos.

Na hora que der para mexer com os banqueiros – estamos muito perto de ver tal milagre acontecer -, muitas verdades secretas virão à tona, para desespero de coxinhas, rentistas, petralhas e muitos corruptos profissionais. A coisa vai ficar bem picante (sem trocadilho relacionado ao Negão da Chatuba) quando André Esteves vestir sua fantasia de delator – certamente muito bem assessorado por seu sócio minoritário Nelson Jobim e equipe. Ou, então, se “Meu Loures” falar...

A Guerra Institucional de todos contra todos, aí sim, vai viabilizar o começo de uma cirúrgica faxina no Brasil sob hegemonia criminosa.

Nós, o povo, temos de exigir a Intervenção Institucional para redesenhar a máquina pública em padrões democráticos e contra o crime.

A única saída é propor e debater soluções estratégicas para o Brasil. 

Releia a primeira edição: A falta de opção beneficia Michel Temer




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Não percam tempo com cara mixo


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Há uma espécie de histeria coletiva pedindo a prisão de um bosta.

Para ele devemos rogar pragas. Prisão de ventre, unha encravada e brochura.

Sua maior punição será entrar para a História como um bêbado ladrão e debochado. Totalmente desmoralizado.

Devemos ficar atentos com os agentes do implantadores da Nova Ordem Mundial que prepara um novo golpe contra o Brasil para continuar o saque de nossas riquezas.

Nome aos bois (inteligível apenas para os iniciados) em ordem de periculosidade:

Fecagácê;
Chupim;
Dart Vader;
Qualquer dos outros urubús;
Janota;
Qualquer general que foi omisso na ativa e hoje, na reserva, posa de valente Salvador da Pátria;
Queridinhos da grande mídia.
Veado de Ouro - nada original.

Felizmente, quem pode decidir já se manifestou que a Constituição Federal será cumprida à risca.

Nada de golpes, atalhos ou pontes para a “governabilidade”.

Se forem forçados a intervir, em razão do descontrole social, fa-lo-ão nos termos do art. 142 da nossa Carta Magna.

Aí então, essa putada de baderneiros verá o que é bom para a tosse.

Veneno de cobra se combate com veneno de cobra.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

A falta de opção beneficia Michel Temer


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O desgoverno terminal de Michel Temer ganhou uma sobrevida graças aos radicalóides da petelândia, seu braço sindical e agitadores profissionais que promoveram ontem atos de barbárie em Brasília. Além da depredação incendiária no Ministério da Agricultura, a baderna rendeu 50 feridos e oito presos. Espertamente, Temer sacou da caneta do Diário Oficial da União e baixou um Decreto temporário de Garantia da Lei e da Ordem, convocando as Forças Armadas para garantirem a segurança. O ato apavorou os inimigos e ganhou adesão popular, sobretudo nas redes sociais.

O movimento errático da canhota revolucionária tornou impopular o golpe das “diretas, já”. O “Fora, Temer” persiste, com o risco de impugnação da chapa presidencial de 2014, em julgamento que será retomado dia 6 de junho, no Tribunal Superior Eleitoral. Temer também segue mais desgastadíssimo que nunca com a crise gerada pela divulgação espetaculosa da gravação clandestina de uma conversa (nada republicana), em pleno Palácio do Jaburu, com o empresário Joesley Batista – delator premiado que vai seguir faturando alto nos EUA e que escalou o Bradesco para fatiar e vender a JBS no Brasil.

Prevista no artigo 142 da Constituição Federal em vigor, a tese da garantia da lei e da ordem, mais conhecida no meio militar como GLO, tem tudo para ganhar mais força com o domínio cada vez mais violento e antidemocrático do Crime Institucionalizado, em meio a um vácuo de lideranças políticas honestas – que consigam cumprir o quase milagre de não ser pega pelas Lavas Jato da vida.

Os canalhas e histeriquinhos devem ficar espertos. Não serão os militares que tomarão o poder no Brasil, brevemente. Quem fará isso é cidadão consciente que não aguanta mais ser roubado, violentado e desrespeitado pela associação delitiva entre servidores estatais e criminosos de toda espécie. Foi por isso que o decretinho – uma espécie de “intervenção Militar à moda Temerária” – fez tanto sucesso ontem perante a maioria da opinião pública.

A situação de Temer continua ruim ou péssima. Ele segue insustentável, comprovando que devia ter saído junto com a Dilma, um ano atrás. A diferença é que, agora, os radicalóides conseguiram ficar com o filme tão ou mais queimado que os corruptos institucionais. Esta é a boa novidade no Brasil em que a maioria as pessoas de bens exigem mudanças estruturais e, efetivamente, democracia de verdade.

Resumindo: os segmentos emputecidos da sociedade farão a diferença, na hora certa, sem ou com o apoio do legítimo sustentáculo armado da Nação. O golpe das “diretas, já” não vai prosperar. Até porque não dá para levar fé em um País a ser governado na emergência por Tasso Jereissati, Rodrigo Maia ou Nelson Jobim, caso Temer caia fora (o que ele jura que não fará) ou seja cassado pela chapa com Dilma ou pela via do impedimento.  

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A Moeda do Futuro


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

As trocas primitivas eram difíceis. Nem sempre a mercadoria que alguém tinha, servia para o dono da algo que desejasse.

Assim, algumas delas eram aceitas como oportunidades. Era mais fácil, carregar pedras de sal que bois.

Os soldados romanos recebiam “salário”.

Pequenos animais (cabras e ovelhas) eram bens intermediários.

Ao atravessar um rio, o sal se dissolvia e os animais podiam se afogar.

Era preciso um bem durável. Ouro, por sua ductibilidade, podia ser transformado em uténsilios sem grande esforço. Idem a prata (era também purificadora da água potável) o cobre, etc.

A qualidade do metal era difícil de avaliar. Os poderosos então contrataram escultores pra fazer o carimbo que seria aplicado em pedaços metálicos mais ou menos homogêneos.O cunho artístico era difícil de falsificar.

Surgiu a moeda grega. A mais famosa, a coruja ateniense.

Com o tempo, as pessoas preferiram depositar suas moedas (pesadas e difíceis de carregar) em estabelecimentos do governo ou de particulares, que emitiam um recibo em papel. Surgia o papel-moeda.

Estamos na era da moeda virtual (sem papel !), eletrônica; só existe nos computadores. Sujeita à má fé dos operadores de informática, dos governos ávidos a confiscar o alheio e ataques cibernéticos.

Hoje a moeda é como o éter. Aberto o frasco devemos usá-lo imediatamente; senão, evapora e perde-se.
Como proteger nossa moeda virtual? É uma outra história que fica para outra vez.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

União Soviética – A transformação dos principais Aparelhos da Ditadura do Proletariado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

“O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria” (Winston Churchil)

A análise das transformações operadas entre 1917 e 1922 nos principais aparelhos do Poder, permite compreender algumas das mudanças políticas que se iniciam desde essa época, e cujo desenvolvimento posterior terá efeitos mais negativos para o proletariado. Essa análise permitir demonstrar também que tais transformações são o resultado de um
 processo social objetivo, o produto de uma luta de classes e não o produto das concepções teóricas ou organizacionais do Partido Bolchevique. 
    
E se algumas dessas concepções, seu caráter parcialmente “inadequado”, não permitiram prever os efeitos das transformações em curso, ou evitar suas conseqüências, não se deve confundir a parcial fala de domínio sobre um processo social objetivo com o motor desse processo.
    
Para ir ao essencial, é preciso lembrar que as relações políticas jamais são “decretadas”, em última instância, elas são sempre a forma das relações sociais fundamentais situadas ao nível da produção. Como escreveu Marx na Introdução à Crítica da Economia Política: “Toda forma de produção engendra suas próprias relações jurídicas, sua própria forma de governo”. Essa relação de determinação das formas políticas pelas formas de produção, permite compreender que o caráter limitado das transformações operadas ao nível das relações de produção, sobretudo na divisão do trabalho no interior das fábricas, na divisão do trabalho entre cidade e campo, assim como na divisão de classes no campo, tende, em última instância, a neutralizar os efeitos da Revolução de Outubro.

Ao longo de um período de vários decênios, essa relação de determinação permite também compreender que, na falta de uma nova ofensiva revolucionária que atingisse, em profundidade, as relações de produção, e de uma linha política capaz de permitir um bem sucedido desenvolvimento dessa ofensiva, a ditadura do proletariado terminasse por ser esmagada e víssemos ressurgirem, hoje, na Rússia, em condições novas, relações políticas internas e internacionais que pareçam a reprodução das relações políticas burguesas e até mesmo daquelas que caracterizavam a época czarista.
    
A determinação do nível político pelo nível econômico ( relação que Lenin sintetiza admiravelmente em sua célebre fórmula “A Política é a Condensação da Economia”) é, evidentemente, uma relação da determinação em última instância, e não uma “relação de expressão” (que faria das relações políticas a simples “expressão” – uma outra face – das relações econômicas). Por isso, o nível político é relativamente autônomo em relação ao nível econômico. 
    
Essa autonomia relativa explica que a luta revolucionária pôde destruir o poder político da burguesia e estabelecer a ditadura do proletariado – como ocorreu em outubro de 1917 –, sem que as relações de produção e as relações de propriedade tenham sido, prévia. ou simultaneamente, mudadas. Não podendo, aliás, essa mudança, ter sido efetuada senão quando a burguesia foi privada do Poder, e o proletariado constitui-se em classe dominante.  
    
A exigência de uma revolução ininterrupta, da continuação da luta revolucionária sob a ditadura do proletariado, prende-se, precisamente, no fato de que, na ausência de uma tal luta, as relações econômicas fundamentais não podem ser profundamente transformadas. Ora, enquanto elas não são radicalmente transformadas – destruídas ou reconstruídas -, enquanto contenham elementos de relações capitalistas, as relações sociais existentes proporcionam uma base objetiva a práticas sociais  burguesas, que tendem a garantir a reprodução das antigas relações políticas, e enfraquecer, e enfraquecer a ditadura do proletariado e, finalmente – pela consolidação das posições, a partir das quais a burguesia pode conduzir a sua luta de classes -, a restabelecer o conjunto das condições da ditadura da burguesia, e essa mesma ditadura.  
    
Um dos objetivos da luta de classes sob a ditadura do proletariado é o desenvolvimento depráticas sociais proletárias. Somente esse desenvolvimento permite transformar de maneira revolucionária o conjunto das relações sociais. Em sua ausência, as práticas sociais burguesas se reproduzem, e asseguram, em todos os níveis da formação social, condições favoráveis à luta burguesa de classe, à consolidação e ao restabelecimento das relações sociais burguesas.
    
A experiência histórica mostra que um dos papéis essenciais e insubstituíveis de um partido revolucionário é o de contribuir para o florescimento de práticas proletárias. Para isso, ele deve apoiar-se, em todo momento, no amadurecimento das contradições de classes, levando em conta todos os aspectos dessas contradições.O Partido Bolchevique enfrentou essa tarefa de modo muito desigual, em conseqüência permitiu a reprodução de práticas sociais burguesas e o prosseguimento do processo de consolidação das relações sociais capitalistas, nas quais a Revolução de Outubro havia provocado apenas um pequeno abalo, sobretudo ao nível político e jurídico.

O processo de consolidação dessas relações assumiu, a princípio, o aspecto de um processo de transformação dos principais aparelhos da ditadura do proletariado. Os aspectos essenciais e principais desse processo não foram – e não podiam ser- senão parcialmente compreendidos pelo Partido Bolchevique, primeiro partido revolucionário a defrontar-se com a tarefa histórica, sem precedentes, de guiar a edificação de relações sociais socialistas.  
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O texto acima é um dos capítulos do livro “A Luta de Classes na União Soviética”, escrito porCharles Betelheim, editora Paz e Terra. Charles Bettelheim (20 de Novembro de 1913 20 de Julho de 2006) foi um economista historiador francês. Fundador do CEMI ("Centre pour l'Étude des Modes d'Industrialisation" - Centro para o Estudo de Modos de Industrialização) na Sorbonne;foi também consultor econômico em governos de vários países em desenvolvimento durante a descolonização. Foi muito influente na Nova Esquerda Francesa, e é considerado "um dos mais notáveis marxistas do mundo capitalista" (Le Monde4 de Abril de 1972) em França, mas também em EspanhaItáliaAmérica Latina Índia.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

“Intervenção Militar” à moda Temerária


2ª Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

“Eu espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado um decreto autorizando o uso das Forças Armadas no Distrito Federal, no período de 24 a 31 de maio”. Por que o supremo-ministro Marco Aurélio de Mello reagiu com tanto espanto à determinação de Michel Temer de invocar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), diante da radicalização de protestos de sindicalistas e agitadores profissionais, causando até incêndio no Ministério da Agricultura?

Resposta simples: todos os detentores de algum poder na ilha da fantasia infestada de corruptos chamada Brasília têm o cagaço de que os militares retomem aquele gostinho tenentista que tiveram no passado, desejando alguma retomada da Presidência da República, pela via da Intervenção – que tem base constitucional no artigo 142 da Carta Magna. Tal temor não tem cabimento, já que os Generais cansam de insistir que não tomarão qualquer atitude fora do limite da Constituição, exceto se o Brasil mergulhar em convulsão social por abuso e descontrole da violência fora da lei.

Portanto, não há razão para tanto medinho ou repulsa a uma atitude absolutamente legal e legítima tomada pelo Presidente da República, mesmo que seja o acuado e impopular Michel Temer – um chefe de Executivo desmoralizado pela delação premiada dos dirigentes da JBS e pela criminosa gravação clandestina de uma conversa com o empresário Joesley Batista. Apesar de ser cabra marcado para um impeachment ou cassação da chapa com a Dilma sem-noção, Temer ainda tem a poderosa caneta que assina o Diário Oficial da União. Portanto, apesar do desgaste político, ele tem poder ofensivo contra os inimigos que pregam sua queda imediatamente.

Assim, a “intervenção militar à moda temerária” é apenas um sustinho naqueles que temem, na verdade, uma reação legítima da cidadania, com apoio das Legiões, no combate direto ao Crime Institucionalizado. Nossa guerra de todos contra todos já está exigindo a compra de muito papel higiênico e remédio para dor de barriga. Quem deve está temendo. Temer ainda assusta porque tem a favor dele o Gabinete de Segurança Institucional – que tem mecanismos de inteligência reativados para identificar ameaças ao Presidente e ao Estado (mesmo que este último esteja dominado pelo Crime Institucionalizado).

 Releia a primeira edição: Os Dias são assim: Corruptos, Injustos e Temerários


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Maio de 2017.