domingo, 2 de agosto de 2015

Muitos são investigados; pouquíssimos, denunciados


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Precisamos contratar, urgentemente, uma Ronda Rosey para arrasar, na base da pancada forte e certeira, com a estrutura cartorial, cartelizada e corrupta do modelo estatal de Bruzundanga. A lourona norte-americana só precisou de apenas 34 segundos para aplicar um nocaute na brasileira Bethe Correia, na tão esperada e promovida luta do UFC 190, na Arena da Barra, no Rio de Janeiro. Foi a 12a vitória da Ronda no delicado MMA. Por isso, deveríamos convocá-la para nos ajudar na 13a batalha...

Em linguagem figurada, o soco da Ronda pareceu um golpe mortal da velha guerrilheira Dilma contra a gestão pública brasileira... Por outro lado, coitada, a Dilma parece bem pior que a brava Bethe na lona. Dilma apanha muito, todo dia, mas, como a marketagem do João Santana proclamou, ela é "Coração Valente". Dilma já era - novamente em situação mais crítica que a Bethe. O problema é que, no caso, o nocauteado é o povo brasileiro. O desgoverno do crime nos mata, com juros, multas, roubalheira e muita mentira.

Ao final da luta, já tinha gente na petelândia tirando onda que a Ronda Rousey seria a única com poderes naturais e sobrenaturais para derrubar o guerreiro do povo brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Pode ser que a mesma regra valha para outros políticos tupiniquins tão (ou até mais) poderosos que o $talinácio - que sempre foi craque em derrubar, para dentro, o conteúdo de uns copos bem cheios... Afinal, cada povo tem o gladiador que merece - e que as cervejarias transnacionais podem patrocinar... Claro, sem ajuda financeira dos empreiteiros - muito derrubados no octógono da Lava Jato e da 13a Vara Federal em Curitiba, onde o sorriso de Sérgio Moro, o Homem de Gelo, lembra, não sei por que, o da Ronda, depois da vitória...


Saindo dos entretantos, vamos aos fatos objetivos que dizem respeito à grande luta imaginária do povo brasileiro contra a corrupção. Novamente, é preciso deixar claro que o problema é estrutural. Um Estado corrupto, historicamente construído para roubar recursos do cidadão, só pode ter produzido uma sociedade com alta leniência com a roubalheira. Romper o ciclo cultural da sacanagem não é tarefa para um mero soco no estilo da Ronda.

Neste sistema estatal feito para (você) roubar, empreiteiros, banqueiros e políticos corruptos fazem a festa. No caso dos eleitos por nós, não recebem vantagens irregulares diretamente. Usam laranjas ou assessores com intermediários. Em geral, a grana vai para doações de campanhas, caridosamente feitas por empreiteiros e banqueiros. Tudo feito de forma "legalizada", já que as centenas de milhares de leis em vigor no Brasil conseguem emprestar ares de "legalidade" formal a toda e qualquer safadeza profissional.

Assim funciona o (des) governo do crime institucionalizado. A corrupção, defeito estrutural e cultural, opera nos três poderes. Atinge o máximo da sem-vergonhice quando se manifesta no judiciário - que deveria ser imune para aplicar a tão sonhada Justiça no Direito. A falha da estrutura é tão gritante que, mesmo quando se pensa em fazer Justiça, as leis, normas e regras, junto com nossa subcultura autoritária, dão margens a que se cometam grandes e imperdoáveis abusos. Tragicômico é que o mesmo sistema que alterna leniência e impunidade quando lida com os "poderosos" age de forma implacável contra "ladrões de galinha".

No Brasil, o cidadão comum que é alvo da máquina de julgar corre alto risco de desmoralização imediata, sem chances de recuperação da imagem. Já quem tem aliança com o poder político-oligárquico-hegemônico sempre encontra um jeitinho de se safar. Basta contratar advogados a peso de ouro que, no final, consegue ser condenado a uma "prisão domiciliar" (com ou sem tornozeleira, tecnologia eletrônica nem sempre disponível).

Em tese, não se pode condenar ninguém por suposição. Ainda em tese, são necessárias provas e documentos objetivos. O problema é que, em Bruzundanga, o negócio não funciona bem assim. Por isso, vale a pena uns segundos de reflexão com a polêmica lançada ontem no Facebook pelo cidadão Emílio Bocha Perez, um argentino ariano e corinthiano que gosta de causar:

"Amigos, o sr Luis Inácio Lula da silva é a pessoa mais honesta deste País, junto com Sra Dilma. Até hoje não tem nada que possa incriminá-los. Por isso, digo vcs: a manifestação do dia 16 de agosto vai ser uma homenagens às figuras mais honestas deste País. Dos políticos investigados nada foi provado. Eles estão sendo difamados, execrados. Eles negam tudo veementemente. Agora, os empreiteiros, esses sim, estão pagando pela corrupção criada por eles (os políticos)? Repito: nada se fala na MÍDIA sobre Lula ou Dilma. Quero expressar aki meu apoio as pessoa mais honestas deste Pais. Sem provas, sendo citadas e difamadas... Não temos nada! Só posts mentirosos".

Aparentemente, o argentino que torce pelo mesmo time do Lula não deixa de ter lá sua razão irônica. No Brasil, muitos costumam ser investigados. Porém, poucos são denunciados. E, muitos menos acabam condenados pelos crimes que efetivamente cometeram. Aqui, a impunidade é ampla e geral. Só não é tão irrestrita porque, historicamente, sempre são escolhidos bodes expiatórios para servir de bois de piranha. Na hora do pega-pra-capar como agora, inexistem justos ou pecadores.

Vide a mais recente manobra contra-ofensiva do presidente da Câmara.  Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou ontem, via Twitter, que determinará à Procuradoria Parlamentar da Casa que acione a advogada Beatriz Catta Preta na Justiça: “A sua acusação atinge a CPI como um todo e a Câmara como um todo, devendo ela esclarecer ou ser responsabilizada por isso. Determinarei a Procuradoria Parlamentar da Câmara que ingresse com a interpelação judicial semana que vem, independente da CPI”.

Catta Preta anunciou que abandonou a advocacia, em entrevista ao Jornal Nacional da TV Globo, após ter recebido “ameaças veladas” da CPI. Ela tomou a decisão depois de ser convocada pela comissão e um de seus clientes, o lobista Júlio Camargo, ter alterado seu depoimento em delação premiada passando a acusar Cunha de receber propina de US$ 5 milhões. O presidente da Câmara nega e afirma que Camargo foi pressionado pelo Ministério Público Federal a mudar o depoimento e acusá-lo.

Em resumo, no Brasil das injustiças, provas objetivas de crimes nem sempre se transformam em denúncias, julgamentos e condenações. Os assassinatos de reputação acontecem com a ajuda nem sempre responsável da mídia e dos discursos da politicagem. Evidentemente, o Ministério Público (a quem cabe defender a cidadania) e o judiciário acabam como vilões mais visíveis da história de impunidades e injustiças. Mas a causa estrutural do problema resulta do conluio, leniência e permissividade entre o Estado e a Sociedade.

Para mudar tal cultura, será preciso muito mais que um socão da poderosa Ronda Rosey em nossa consciência.

Recado às Legiões

Mensagem para profunda reflexão da área militar postada pelo jurista Antônio José Ribas Paiva, defensor da intervenção constitucional e do poder instituinte, em vários grupos do Whatsapp,:

"Os comandantes militares, durante mais de uma década,ignoraram o Foro de São Paulo, que nas sombras,se fortaleceu e tomou o poder no Brasil e no restante da América Latina. Os frutos dessa omissão indesculpável são os mensalões, petrolões , eletrolões e o enfraquecimento das democracias. O " convênio" , firmado pelo Tribunal de Justiça  de São Paulo com o Ministério das Cidades, para dificultar reintegrações de posse, é ação do Foro de São Paulo, para proteger a guerrilha urbana e conflagrar a sociedade. Os comandantes precisam garantir a nação contra a guerrilha do Foro de São Paulo, ou serão cobrados pela história".

Só mente aos domingos


A petelândia devia fazer a cabeça por lá... Pelo menos o cara só mente aos domingos... Já os petistas...

Por falar em golpismo oficial, releia nossa postagem de sábado: Dilma comete inconstitucionalidade ao sancionar que trafegar pelo corredor de ônibus é infração gravíssima


Pavor da deduragem


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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Agosto de 2015.

O Ferrabrás que ferra a Anta


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Ferra(ri!)brás, Lamporquinho, Por “Che” panamericano e outros brinquedos foram tomados do rei dos tarados.

No ano de 1.990 de deus grego uma deu e nos fo...sem ser pego. Apropriou-se indevidamente do dinheiro depositado pelos donos nos bancos e deixou a economia aos trancos e barrancos.

Saiu nas redes sociais uma nova bravata por ele dita:

“Se eu for preso,eu boto a boca no trobone, e garanto que vai faltar cela na carceragem, pois tem muita gente importante nesse País que vai preso junto comigo.”

Tirante os erros de português, a ameaça é semelhante à do violoncelo marca barbante; mais pra Marquês de Rabicó do que trombeta de Jericó.

A diferença berrante é o ódio ao boi errante.

Em lugar de trombone, fagote e ei-lo fungando da Anta no cangote.

Do tempo dos carapintadas não sobrou quase lembrança; tudo virou pó. Hoje quem aspira alguma carreira de glória, pode num desatino, mudar da Anta o destino. Não passa de um cretino, mas pode passar pra História.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Apenas indagações


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

Há quem ache difícil viver no Brasil. Difícil é ser brasileiro em todo o sentido da palavra. A cada dia, um enigma, embora a resposta seja sempre a mesma: corrupção petista.

Parece intransponível a via que leva ao “capo” da máfia responsável pelo maior rombo do patrimônio público na história mundial. Também aquela que conduz à barroca figura que destroçou o Brasil com renomada competência.

Incompreensível, é ler artigos, ver e ouvir vídeos de jornalistas independentes, que não se renderam às malas de notas, nem caíram diante do bafo etílico da peste alcoólica, dizerem que o partido maléfico está nos estertores, que a criatura está acuada e que a disparatada senhora já não governa.

Como acreditar em tantas falas de bom augúrio se o partido do mal continua a desenvolver o projeto de governo do Foro de São Paulo, o decaído ídolo continua a incensar-se e aquela senhora que não mais governa continua a assinar cortes de verba nas áreas da educação e da saúde e a manter trinta e nove ministérios?

É difícil entender a tragédia nacional diante das contínuas mudanças de enredo. Agora, dizem que a manifestação de 16 de agosto é que vai decidir o “ponha-se para fora” da inarticulada presidente, apesar de, sabidamente, ter arrasado as contas do país.

Mas como? É o número de pessoas presentes na passeata que vai determinar o afastamento de tão indesejada senhora? É assim que funciona a penalidade para as cabeças coroadas, mesmo a Justiça já tendo todas as informações, como dizem as notícias?

Pois eu, ingenuamente, pensava ser a letra da lei que conduzia o réu para a cadeia, para o olho da rua no caso da má gerência governamental, após a análise de seus atos e a confirmação do dolo no manuseio das contas públicas.

Ignorava que o respeito à lei se fizesse, desde que um número satisfatório de pessoas viesse à rua solicitar esse respeito. Deduz-se, então, que a letra da lei já, há muito, esteja apagada pelo não uso.

No que eu acredito, firmemente, é que Lula pode ficar tranquilo; todos querem vê-lo caminhando em direção à Papuda. Como se tornou um homem-bomba pelas gostosas talagadas que consome, um conselho: não se aproxime de nenhum fumante para que seus sectários não venham dizer que houve terrorismo ou, um politicamente correto, “ataque político”.


Aileda de Mattos Oliveira, Doutora em Língua Portuguesa, é vice-Presidente  da Academia Brasileira de Defesa.

Difíceis respostas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

"Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe", ditado popular que ajuda as pessoas  a enfrentar as agruras da vida, além de encerrar grandes ensinamentos.

Em relação ao Brasil atual, o bem já acabou há pelo menos dois mandatos do PT e a expectativa agora é  de quando o mal chegará ao fim e, quando chegar, como estará o país.

Destroçado?

Os corruptos que estão hoje a escandalizar ininterruptamente a sociedade serão realmente condenados e estarão cumprindo penas? Ou estaremos todos nos locupletando num carrossel gigante em forma de pizza?

Os políticos atualmente acusados e indiciados, se comprovadamente culpados, serão finalmente alcançados pela justiça e pagarão por seus crimes, em que pese as insistentes juras reiteradas durante as presentes investigações, de que nunca receberam dinheiro ilegal e jamais viram os agentes que passaram as propinas?

Após o mal acabar, será o crescimento do país restabelecido ou a deterioração econômica terá sido irreversível e o Brasil, de emergente BRIC, retornará à condição de subdesenvolvido?

A nova classe média, conquista alardeada pelos petistas, continuará sendo média?

Os níveis de emprego voltarão aos da época em que constituíram o trunfo do governo para enfrentar a crise externa, ainda hoje considerada vilã pela Presidente Dilma?

A pátria ter-se á  finalmente transformado em educadora?

O cidadão poderá enfim circular com relativa segurança pelas ruas das cidades?

O SUS, certa vez recomendado por Lula a Obama, deixará de matar ainda nas emergências o cidadão que não tem acesso ao Sírio-Libanês?

A justiça voltará a gozar da confiança da população?

O senhor Stédile será um dia compelido a cumprir suas promessas incendiárias?

Perguntas de difíceis respostas que nenhum futurólogo se aventurará a responder. 


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

Um crápula acima da lei


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso precisa fazer urgentemente um teste de sanidade mental. Assim, poderá continuar dando sua opinião sobre a vida do país ou ser impedido definitivamente de fazê-lo.

O tucano acaba de dar entrevista para uma revista alemã, assumindo com unhas e dentes a defesa da dona Dilma e, como se não bastasse, afirmou que seria ir longe demais colocar Luiz Inácio Lula da Silva na cadeia. Ora, senhor Cardoso, por que esse crápula é melhor do que qualquer outro cidadão?

A lei é para todos; ele é um ladrão dos cofres públicos e merece ir para a cadeia, sim. Em um país sério, esse bandido estaria apodrecendo na prisão há muito tempo e todos os políticos oportunistas e fisiológicos de seu nível  já teriam sido banidos da política para o bem da sociedade. Jamais teriam espaço na mídia para defender bandidos como está acontecendo.

Concluindo, senhor Fernando Henrique Cardoso, sabe quem merece ir para a cadeia? Eu, Humberto de Luna Freire Filho. Quem me mandou trabalhar durante 50 anos? Senhor... por favor, cale o bico.


Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Fecha o bico, Tucano


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Waldo Luiz Viana

Segundo o UOL, em entrevista à revista alemã de economia Capital, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu a presidente Dilma Rousseff, afirmando que ela não está envolvida no escândalo de corrupção na Petrobras.

FHC atribui ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a responsabilidade política pelo escândalo de corrupção na companhia.

“Os escândalos começaram no governo dele”, argumenta. “Tudo começou bem antes, em 2004, com o Lula, com o escândalo do mensalão”, disse.
Segundo o UOL, questionado sobre se Lula estaria envolvido, FHC responde: “Não sei em que medida. Politicamente responsável ele é com certeza. Os escândalos começaram no governo dele”.

Mas FHC afirma que seria ir longe demais colocar Lula na cadeia: “Isso dividiria o país. Lula é um líder popular. Não se deve quebrar esse símbolo, mesmo que isso fosse vantajoso para o meu próprio partido. É necessário sempre ter em mente o futuro do país”.

É por este tipo de posições que os tucanos mostram que não são confiáveis. Nenhum homem, popular ou não, está acima da Lei. Se o Lula infringiu a Lei, que seja julgado e condenado de acordo com a mesma.

Em 1961, Jânio Quadros renunciou, tomou o avião presidencial e foi para São Paulo. Não desembarcou, aguardando que o povo, a massa popular o repusesse no poder, com poderes ditatoriais. Não houve a reação popular esperada, e o ex-presidente saiu em definitivo do poder. Nada demais aconteceu, a não ser empurrar o país para o colo dos militares, que instalaram sua ditadura em 1964. Hoje, os militares certamente não fariam a mesma coisa.

Com todo o respeito que tenho por FHC,  lembro que em 2005,quando se descobriu o mensalão, havia condições para o “impeachment” de Lula, mas alguns tucanos, FHC dentre eles, pensando do mesmo modo que agora, preferiram manter o Lula no poder, acuado, manietado, sangrando, e ganhar as eleições de 2006. O resultado a gente conhece, e o Lula et caterva, fez a esculhambação em que nos encontramos, o que nos tomará anos para colocar o país nos trilhos.


Waldo Luiz Viana é Escritor.

Criticar o PT, agora, é fácil!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Percival Puggina

Com a crise multiforme se expandindo em todas as dimensões da vida política, econômica e social, com os escândalos vindo a lume como saem os lenços, amarradinhos um ao outro, da cartola do mágico, com a crise pedindo passagem a bordoadas e deixando pelo caminho as vítimas da inflação, da recessão e do desemprego, aí, meu caro leitor, é muito fácil criticar o governo petista.

Dureza foi apontar os males do petismo quando, antes de assumir poder político real, ele era o megafone de todas as reivindicações, perante os portões das fábricas e dos palácios. Difícil era confrontá-lo quando, como grande inquisidor das condutas de seus adversários, orientava os mais candentes sermões em favor - lembram? - da moralidade e da austeridade.

O petismo, então, se vestia de justiça, solidariedade, direitos humanos, superação dos desníveis sociais; e atraía multidões. Os ouvidos da CNBB, por exemplo, se encantaram para sempre. A partir de então, vá o partido para onde for, a entidade marcha ao seu lado. Até frei Betto largou o PT de mão. Mas a CNBB, não.

À luz da história, analisando partidos políticos com condutas semelhantes, era fácil perceber para onde estávamos sendo conduzidos. Ante o que acontecia no Brasil, não. Aqui, tendo em vista a fragilidade das nossas instituições e a pouca credibilidade dos partidos políticos já afeitos ao exercício do poder, era mais complicado perceber que o petismo significava o canto das sereias, atraindo a nação para os rochedos e para o naufrágio.

Em 2003, o PT chegou ao poder e em 2005, quando estourou o mensalão, tornou-se comum encontrar com leitores que me paravam na rua para afirmar que eu profetizara. Mas era bem o contrário. Bastavam as entrelinhas e o entreouvido e, principalmente, ler o passado. Aquelas ideias e aquele modo de fazer política, em toda parte, produziram o resultado que passávamos a observar por aqui. Não obstante, foram necessários outros 12 anos, um descomunal estrago, e uma crise do tamanho da que aí está, para que, finalmente, ampla maioria da população compreendesse o que já deveria estar bem sabido.

"Coxinhas! Golpistas! Lacerdinhas! Ultradireitistas! Fascistas!". É assim que argumentam, hoje, muitos defensores do governo. Xingam os que afirmam algo tão óbvio quanto que o governo, acabou e que as instituições precisam resolver a encrenca. Conduta rasteira, chã, mas eu os entendo. Não há argumento que lhes lave as mãos e lhes limpe os calçados.

Outros, depois de haver preparado o caminho do petismo ao poder como esfregadores de gelo no jogo de curling, e segurado a barra ao longo de 13 anos, agora se posicionam contra. Mas não mudam de lado! Para estes, o governo não serve. E a oposição tampouco. São os mais perigosos porque se alinharão, ao fim e ao cabo, com algo ainda pior do que isso que aí está.


Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

O dobro de nada


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Guilherme Fiuza

O PIB brasileiro despencou por causa da Operação Lava-Jato, explicou Dilma Rousseff. A presidente informou que a investigação do petrolão reduziu em pelo menos um ponto o crescimento nacional. Ou seja: o Brasil não deveria ter interferido no ir e vir dos pixulecos. O esquema estava funcionando bem, com mais de dez anos de crescimento sólido. É claro que a moralização ia estragar tudo. Com essa mania de prender pessoas que fazem o dinheiro circular, Sérgio Moro só poderia mesmo provocar uma recessão.

Deve ter sido sobre isso que Dilma foi conversar escondido com Lewandowski em Portugal. A presidente da República e o presidente do Supremo Tribunal Federal hão de salvar o Brasil de Sérgio Moro — mas é melhor mesmo tratar disso clandestinamente, porque esses juízes éticos são vingativos. Pouco depois da reunião republicana na cidade do Porto, Lewandowski resolveu dar sua opinião isenta sobre a conjuntura econômica: afirmou que a crise brasileira provém da bolha americana de 2008.

Os brasileiros jamais entenderiam que diabos aconteceu com seu PIB se não fossem os esclarecimentos oportunos de Dilma e Lewandowski. Agora, é só esperar a crise de 2008 passar e torcer para a Lava-Jato parar de arrochar os pixulecos.

Mas se você continua achando que o país está no buraco porque foi depenado pelos companheiros, esqueça. Num texto que está fazendo o maior sucesso por aí, os respeitáveis economistas Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa dizem que o problema não é esse. O trio recua duas décadas e meia para mostrar o histórico de hipertrofia do Estado e descontrole fiscal. Os autores são amados pelos tucanos, mas nem João Santana prestaria um serviço tão valioso ao PT.

Após 12 anos de pilhagem desenfreada dos cofres públicos pelo sistema que engendrou o mensalão, o petrolão, as pedaladas fiscais e grande elenco de manobras parasitárias, os três consagrados economistas estão preocupados com o ano de 1991. Foi ali que as despesas públicas passaram a crescer demais, apontam eles. O resto foi bola de neve. Imaginem Guido Mantega lendo esse texto... Nem 20 anos de psicanálise quebrariam tão bem o seu galho. Pode até voltar a frequentar restaurantes.

No quadro continental, o Brasil aparece sozinho com a Venezuela no buraco da recessão. Isso depois de receber sólidos alicerces de crescimento nas décadas de 1990 (estabilização monetária) e de 2000 (enxurrada de capital para os emergentes). O PT jogou fora esse ciclo virtuoso, mantendo a taxa de investimento em níveis vexaminosos — e agora, com a revelação do sequestro da Petrobras, sabe-se bem onde os companheiros estavam investindo o dinheiro público. Isto para não falar nas triangulações obscenas entre Tesouro, BNDES e estatais para maquiar déficits recordes.

Um longo e devastador estupro das contas públicas, que, na autópsia feita por Mansueto, Lisboa e Samuel, virou uma gripe. Dilma, Lula, Mantega, Dirceu, Delúbio, Vaccari e companhia podem dormir com o texto do trio na cabeceira: as obras completas do bando não são nem uma marolinha na crise fiscal brasileira.

Naturalmente, o mercado e outras criaturas do mundo real não cantam essa cantiga. Uma das principais agências de risco acaba de colocar o Brasil em perspectiva negativa — mais um sinal de desconfiança diante da rave dos aloprados no Planalto. Ou não: talvez a Standard & Poor’s também ache que a Lava-Jato faz mal ao PIB.

A alegação de que a catástrofe fiscal brasileira seria a mesma sem as peripécias do PT no poder, feita por economistas notáveis, é o melhor presente que os delinquentes da estrelinha poderiam receber. O Brasil não liga muito para corrupção, e a chapa está quente para o governo petista por causa da ruína econômica que os companheiros plantaram. Mas se os acadêmicos que encantam os tucanos aparecem dizendo que a bomba-relógio não tem dono, Dilma pode continuar pedalando à vontade — e dizendo que a bicicleta é do Fernando Henrique.

O paper de Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa sustenta que a explosão da carga tributária vem de antes do reinado petista. É fato. Só que o aumento de impostos no Plano Real, por exemplo, foi parte de um ajuste fiscal que permitiu a estabilização da moeda — e melhorou a vida dos brasileiros. Já o aumento de impostos no presente serve a um ajuste fiscal mambembe para bancar a farra companheira — que piorou a vida dos brasileiros. Um detalhe.

Outro detalhe: o PT atropelou a meta fiscal, criada pelo governo anterior, fazendo o superávit primário dançar conforme as suas malandragens contábeis. Se o jogo é calcular o tamanho do tombo no futuro próximo, como não botar na conta esse coeficiente perdulário — mais uma exclusividade petista?

Está todo mundo de cabelo em pé com a radiografia do trio de economistas, menos Dilma e seus companheiros. Tudo o que eles precisavam era ter as melhores cabeças do país dizendo que seu governo vampiresco é igual aos outros. Assim, a mulher sapiens poderá continuar por aí, numa boa, dobrando metas que não existem.


Guilherme Fiuza é Jornalista. Originalmente publicado em O Globo em 1 de agosto de 2015.

A meta de Vovó Dilma


Poesia no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Alamir Longo

Descobri que Vovó Dilma
Não é somente uma atleta
Pois além das pedaladas
Na sua linda bicicleta
Nossa meiga presidente
Também revelou-se poeta.

No circo do Pronatec
A lambança foi completa
Vovó Dilma versejou
A uma plateia seleta
E ganhou tantos aplausos
Que quase saiu da meta.

Falou como mulher sapiens
De maneira bem concreta
Foi logo dando o recado
Sempre assim, muito direta…
Como fez com a mandioca
Sua raiz predileta.

Da sua vertente de versos
Brotam veias de poeta
Da engenharia das letras
Vovó Dilma é uma arquiteta
Tem tanta sabedoria
Que impressiona até profeta.

A tal de filosofia
Muita dúvida acarreta
Mas vou tentar decifrar
Da maneira mais correta
O que disse a presidente
Quando quis falar em meta.

Bem assim versejou ela:
“Não vamos colocar meta,
Vamos deixar a meta aberta
E quando atingir a meta”
Completou a presidente,
“Então dobramos a meta.”

Pois viram com que clareza
Vó Dilma falou de meta?
Quem não entendeu sua rima
Tão cristalina e direta
É um ‘coxinha golpista’
Ou é gente analfabeta!


Alamir Longo é poeta gaúcho.

O lado escuro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por J. R. Guzzo

De um ponto de vista puramente prático, como mostra a experiência, a maioria das pessoas que participam da vida pública acha preferível ser julgada pela história do que por uma vara da Justiça penal. Todos estão sempre prontos a garantir que sua grande preocupação é deixar uma biografia limpa para quando não estiverem mais em circulação física neste Vale de Lágrimas — algo que exige trabalho duro, sacrifícios e outros aborrecimentos durante o aqui e o agora.

Mas em geral, quando têm de tratar com realidades, preferem deixar para depois, no conforto de um futuro em que não há promotores, juízes nem penas de prisão, o acerto de contas com os atos praticados hoje. É chato, claro, legar para o registro histórico uma reputação manchada por suspeitas ou por fatos. Mas muito pior é acabar residindo uma boa temporada no presídio da Papuda, por exemplo, ou em algum outro endereço do nosso “sistema prisional”, como dizem os técnicos em administração carcerária. Tirando isso, o resto se arranja. O futuro fica para o futuro.

Nunca antes, na história deste país, tal filosofia de vida prosperou tanto. O resultado é a criação de um ambiente em que o grau de sucesso dos políticos é medido pela distância que os separa do xadrez. Estar “blindado” — ou seja, não se sentir ameaçado por provas efetivas de má conduta — tornou-se a prioridade das prioridades, e um sinal superior de competência. Vitória, na política brasileira de hoje, é isso.

É um problema, pois aí se abre um amplo portal de entrada para o tráfego de posturas que normalmente matariam de vergonha qualquer cidadão interessado em manter o seu bom nome — e que hoje são tratadas como a coisa mais normal do mundo. A pergunta, na vida pública do Brasil de 2015, deixou de ser: “Está certo fazer isso?”. Passou a ser outra: “Fazer isso vai me causar problemas com o Código Penal?”. Se não vai, ou se for difícil a Justiça provar que vai, tudo bem — vamos em frente.

É o caminho mais prático, como dito no início — ao mesmo tempo, é o motivo pelo qual as biografias a ser deixadas pelos que mandam hoje no governo parecem condenadas, cada vez mais, a ficar abaixo da linha da pobreza. Há pouco tempo, numa reportagem publicada na Folha de S.Paulo, a jornalista Estelita Carazzai produziu um desses trabalhos que não costumam ganhar prêmios, nem mexem com o movimento de rotação da Terra, mas que demonstram com impecável precisão a vida como ela realmente é nos lugares onde as coisas realmente se decidem. A reportagem reproduz mensagens trocadas na noite do segundo turno da eleição presidencial de 2014, e que são investigadas pela Operação Lava-Jato.

“Dilminha ganhou!!!!!”, escreve ali para um colega empreiteiro, com todos esses cinco pontos de exclamação, o executivo Léo Pinheiro, então presidente da OAS e no momento em prisão domiciliar. Ele anexa também a imagem de uma represa vazia, com um recado para a oposição: “Favor chorar aqui”. Numa mensagem enviada antes, ele diz: “Aécio despencando! Boa notícia”. As mensagens que recebe são do mesmo tom. “Desemprego em baixa. Muito bom… Vai dar 10% na urna de diferença, no mínimo”, escreve para ele o vice-presidente da OAS, Cesar Mata Pires Filho. Um outro companheiro lhe diz: “Mais que nunca, Super Ministro da Infraestrutura, Leozinho”. Léo responde: “Rsrsrsrs”. 

Não há desculpa possível para uma coisa dessas — a fotografia em altíssima definição dos verdadeiros sentimentos que as empreiteiras têm em relação ao atual governo. A reação da máquina oficial é um perfeito sinal dos tempos. “E daí?”, foi sua pergunta básica. “Dilma não tem culpa se as construtoras de obras públicas gostam dela.” Ninguém é responsável, claro, pelo que os outros escrevem. Mas fica a questão que realmente importa: por que essa gente toda que está na cadeia ou usando tornozeleira, por ter participado comprovadamente dos mais agressivos atos de corrupção da história nacional, gosta tanto assim da presidente Dilma?

Gosta e paga: sua campanha de 2014 gastou 320 milhões de reais, na maior parte fornecidos pelos empreiteiros — e o fato de que também doaram para a oposição só torna as coisas piores, ao deixar provado que não pagam por acharem um lado melhor que o outro para os interesses do país, mas apenas porque querem comprar os dois. A reportagem citada acima joga luz sobre o lado mais escuro da política brasileira de hoje. Estará reproduzida, palavra por palavra, em qualquer biografia séria a ser escrita sobre Dilma Rousseff e seu governo.

J. R. Guzzo é Jornalista. Originalmente publicado na Veja de 2 de agosto.

sábado, 1 de agosto de 2015

Dilma comete inconstitucionalidade ao sancionar que trafegar pelo corredor de ônibus é infração gravíssima


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Dilma está bombando! Prontinha para cair por impeachment, intervenção constitucional ou renúncia a contragosto, em plena véspera do mês do desgosto, que começou ontem com uma linda "lua azul", a Presidenta Dilma Rousseff decretou mais uma absurda inconstitucionalidade contra o direito de ir e vir do cidadão. O Diário Oficial da União de ontem publicou uma indevida mudança no Código Nacional de Trânsito, passando a considerar "infração gravíssima" trafegar pelo corredor de ônibus, nos horários exclusivos, em todo o Brasil.

Existem pelo menos dois fatos graves por trás da nova regrinha absolutamente que deverá ser alvo de ações civis públicas e ou de arguição direta de inconstitucionalidade. Primeiro, que a mudança no CTB é mais um reforço no aparato de regramento excessivo do Estado Capimunista Brasileiro, cartorial, cartelizado e corrupto, para causar dano psicológico ao cidadão. Gera mais tensão no trânsito e causa mais engarrafamentos, com risco de provocar mais acidentes. Também mexe no bolso de quem fica ainda mais sujeito a tomar uma caríssima multa.

Segundo fato, menos visível: a construção e caríssima manutenção dos tais corredores de transporte, pelo Brasil afora, é uma das principais formas de arrecadação ilegal de recursos para os "mensalões da vida", com o reforço da grana arrecadada pela chamada "indústria das multas". O valor arrecadado entra nos cofres públicos como receita extraorçamentária - que não é passível de fiscalização pelos conselhos ou "tribunais" de contas. Os governos fazem com a grana o que bem entenderem. A desculpa, esfarrapada, é sempre a "melhoria da segurança e a educação no trânsito" - onde morrem mais brasileiros que nas guerras convencionais pelo mundo afora...

Esses são os motivos pelos quais Dilma e sua equipe resolveram agravar a penalização para um dos "delitos" mais rentáveis cometidos no caótico espaço urbano, onde a racional engenharia de tráfego passa longe, na maioria dos municípios e grandes cidades. Desde ontem, o motorista que entrar no corredor, fora do horário permitido, irá perder 7 pontos na carteira nacional de habilitação. O rigor da punição é claramente desproporcional à qualidade da infração.

Além disso, para alegria dos prefeitos mensaleiros, o motorista infrator deverá pagar multa de R$ 574 (novamente, um abusivo exagero). Para piorar, ainda pode ter o veículo apreendido pelas verdadeiras "gestapos" que são algumas guardas municipais. Será mais grana para pagar o guincho e "estacionamento" no depósito de veículos apreendidos... Antes da lei entrar em vigor, o tráfego na faixa exclusiva era considerado apenas infração leve, nos corredores à direita, e grave, nos corredores à esquerda. Nenhum dos casos previa a apreensão do veículo.

Antes da lei entrar em vigor, o tráfego na faixa exclusiva era considerado apenas infração leve, nos corredores à direita, e grave, nos corredores à esquerda. Nenhum dos casos previa a apreensão do veículo. A Presidanta Dilma, que dirige o Brasil rumo ao caos, cometeu mais inconstitucionalidade.  O cidadão, motorista ou não, vai reagir! O mês do desgosto está apenas começando para a petelândia e seus comparsas...

Indústria da multa

Sobre o caos na selva do trânsito, agravada pela brutalidade estatal, leia, abaixo, o artigo de Ernesto Caruso: Paz no asfalto


Brincadeira tem hora, Lula

Releia a edição extra de ontem: Quem atenta contra quem, Lula?


Nota de Repúdio

O Partido dos Trabalhadores deve estar querendo ganhar um Oscar de partido mais engraçado de Bruzundanga...

Verdadeira bomba


Tão querendo cair junto?


Internautas esculhambam governadores por causa da reunião com Dilma, na qual o representante do PC do B, Flávio Dino, tentou puxar uma moção contra o impeachment da Presidenta...

Direito e Justiça em Foco


O desembargador Laercio Laurelli entrevista o Procurador Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Marcio Fernando Elias Rosa, em seu programa Direito e Justiça em Foco, neste domingo, às 22 horas, na Rede Gospel.

Meta escancarada


Modernidade


Uma prova de que existe tecnologia para tudo: pen drive na dentadura para fofoqueiro armazenar mais informações...

Sua excelência


Genial sátira de Cantinflas, na comparação entre capitalismo e socialismo, que vale ser revista por quem ainda embarca em divergências ideológicas completamente fora de hora...

Planejamento bombástico


Interpretação explosiva


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 1 de Agosto de 2015.