quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Rumo à revolta social sem precedentes?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

O Presodentro Luiz Inácio Lula da Silva, que desde 7 de abril está “hospedado” em uma sala especial da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, tende a completar pelo menos um ano privado da liberdade. Lula tem grande chance de acabar solto, após o dia 10 de abril, quando o Supremo Tribunal Federal agendou a decisão final sobre o cumprimento da pena de prisão após decisão judicial colegiada em segunda instância.

A tendência no STF é definir que a pena dos condenados comece a ser cumprida só depois que o STF esgotar a análise de todos os recursos possíveis. Como tal possibilidade parece infinita no Brasil sob a ditadura da insegurança jurídica, pode aumentar a demora para prender corruptos. Pior ainda: ilustres ladrões da coisa pública, que já estejam na cadeia, acabarão soltinhos da silva.

Uma eventual libertação de Lula, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e outros mais ou menos votados e condenados vai apenas consagrar a impunidade a favor daqueles que cometem crimes objetivos e comprovados contra a administração pública. O fato representará uma frustração gigantesca do eleitorado que mandou o recado claro de que não agüenta mais o regime de vida longa e próspera aos corruptos.

A incógnita de 2019 será medir as conseqüências da intensidade da reação social a mais uma previsível decisão do Judiciário em favor dos corruptos – principalmente aqueles que conseguem contratar, a peso de ouro, as mais caras e influentes bancas de advocacia. Mesmo que a previsível decisão do STF aconteça em nome do consagrado e justo princípio da presunção constitucional de inocência, a libertação dos corruptos pode causar uma revolta popular sem precedentes. Vai ou não vai?

Parece infindável a quantidade de ações policiais pelo Brasil afora. Quase todo dia, bem cedinho, a mídia mostra prisões espetaculares de políticos, empresários e policiais, com mandados de busca e apreensões nas residências dos suspeitos ou acusados. Prevalece uma crença popular de que os casos devem aumentar quando começar, efetivamente, o trabalho de Sérgio Moro no Ministério da Justiça.

A questão concreta que fica incomodamente no ar: Ações espetaculosas, justas ou injustas, vão se transformar em efetiva punição aos criminosos? Outra dúvida cruel: Será possível combater a corrupção sistêmica sem desmontar a estrutura estatal que efetivamente viabiliza a ditadura do Crime Institucionalizado? Mais vergonhoso ainda: Os bandidos organizados, impunes e cheios da grana, vão continuar rindo da cara dos eleitores honestos? E a pergunta fatal: qual será a intensidade e volume da reação do povo feito de otário?

Na verdade, o tamanho e intensidade da bronca popular dependerão da situação econômica – que agrava ou atenua o clima de revolta...

Recado do Mourão



E agora, Dória?

Será que o governador eleito João Dória vai manter Gilberto Kassab em seu secretariado, depois da operação policial que investiga o ex-prefeito e atual ministro da Ciência e Tecnologia por suspeita de corrupção?

Será que Gilberto Kassab recebeu, realmente, R$ 58 milhões do Grupo J&F?



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Dezembro de 2018.

Não foi preciso chamar o meu boi de espalha...



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O Manti “paz e amor” é macaco velho!

Durante todo este 2.018, ano montanha russa, foi só susto!
Faltam treze dias para o Arcanjo Miguel completar seu serviço!
Que medo!

Parece a história de um famoso “gentleman” que no passado participava de safáris na selva africana. Já mais velho e “aposentado” dessas façanhas idiotas, estava num elegante coquetel, convidado por uma educadíssima senhora que conheceu naquele evento, levado que foi por uma amiga da anfitriã.

Instado a contar um dos episódios mais apavorantes por que passou, disse:
"Numa ocasião deparei-me com um leão; de um lado havia um tigre e de outro, um rinoceronte. Aí o leão rugiu ROAAAR!”.
Alguém perguntou: “E daí ? ! ?”.
Resposta: “Borrei-me !”.
A dona da casa então disse; “ É compreensível, naquele instante de extrema emoção!”

“Minha senhora, foi agora quando imitei o leão...”

Assim está nosso querido Mito. Pode falar o que quiser, menos imitar o leão...

A musiquinha do título é a senha para chamar a dona Onça, se necessário for.

O vice do mito falou no passado recente: “Ou o Judiciário afasta os corruptos da vida política, ou teremos que impor isto “.

Os urubus enfiaram as penas entre as pernas, reduzidos a meros pássaros pretos, também conhecidos por anus (Crotophaga ani).

Quem tem... tem medo!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Bolsonaro faz um golaço caindo fora do pacto das migrações da ONU



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Foi-se o tempo em que o mundo podia confiar de “olhos fechados” nas decisões e “recomendações” da Organização das Nações Unidas-ONU, conforme as diretrizes de nascimento dessa organização , escritas em 24.10.1945,em São Francisco/CA, logo após o término  da 2ª Guerra  Mundial, na  CARTA DAS NAÇÕES UNIDAS, com o objetivo central declarado  de promover a cooperação internacional.

Mas a ONU não está mais pisando em cima somente do seus estatuto de nascimento, mas hoje também na  própria DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, aprovada em 10.12.1948.

O recente “Pacto Global sobre Migrações”, assinado por 164 países “puxa-sacos” da ONU, inclusive com  a aderência  do Governo Temer, para “unificação segura, ordenada e regular” das migrações internacionais, assinado em Marrakech ,Marrocos, em 10 de dezembro de 2018, com referendo previsto na AG da ONU de 19.12.18,sem dúvida está colocando na lata de lixo as soberanias dos países pactuantes.                                                                                         

Além de outros, deixaram de assinar o referido pacto a Hungria, a Áustria, Israel e os Estados Unidos.

Em declaração sobre o referido pacto, o futuro Ministro das Relações Exteriores  do Brasil ,no Governo Bolsonaro, Chanceler Ernesto Araújo, afirmou: ” a imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e soberania de cada país. Sábias palavras.
Existe um inteligente brocardo popular pelo qual “gato escaldado tem medo de água fria”.

Sem dúvida o futuro Governo do Brasil se “antenou” para os absurdos transformados em lei, na chamada “Lei das Migrações” brasileiras, de 24 de maio de 2017, homologada pelo Presidente Temer, contumaz  seguidor das diretrizes governamentais  do PT, que é muito mais “bondosa”  com a “bagunça” das migrações do que o próprio Pacto das Migrações da ONU. 

Por tal motivo, o novo Governo não só deverá abandonar o “Pacto das Migrações” da ONU, como também fazer esforços para revogar essa lei brasileira ,que dá muitos mais direitos aos “invasores” clandestinos estrangeiros do que aos próprios brasileiros.                                                                     

E cada vez fica mais claro as espúrias ligações  da ONU , não só com a ideologia de esquerda, mas também  com as  diretrizes da chamada “Nova Ordem Mundial”, integrada  pelo  multibilionário George Soros, e mesmo pelos “gangsters” do poderoso “Clube de Bilderberg”, que concentra em torno de si grande parte dos poderes político e econômico mundiais.

Certamente os países que caírem nessa “armadilha” da ONU passarão a ter o seus territórios equiparados  ao “CU DA MÁE JOANA”, que tem o seu melhor significado traduzido como “um ânus  solto, sem dono, onde todo mundo manda” ;  alguma coisa onde “todos interferem”  ; onde “todo mundo mexe”. Um lugar de “bagunça, em resumo”. “Coincidentemente”, esse é o clima preferido do PT “et caterva”.

Ora, assim como existe o “eu individual”, também existe o “eu nacional”. O direito dos povos nacionais em preservar  os seus territórios é equivalente ao direito que tem as pessoas à privacidade e individualidade nos seus respectivos lares. O território de um país é o “lar” do respectivo povo. Ninguém  tem o direito de invadi-lo sem que PREVIAMENTE  seja autorizado ou convidado. A migração não pode ser regulada pela compaixão ou pelo coração. Os seus motores devem ser a razão, e os eventuais interesses nacionais. Imigrantes que não “somam” não devem ser tolerados.

Mas nas regras de migração pretendidas pela ONU, e já adotadas pelo Brasil com a sua “Lei das Migrações”,  bastará a vontade de migrar, com livre escolha do destino. Naturalmente , os “preferidos” não serão os países mais pobres, porém os mais ricos, onde os migrantes não terão que participar com o próprio esforço para “construir” nada. Tudo já estará “prontinho”, construído por cada povo. Mas para essa política “assistencialista” predatória de povos e nações, ”usufruir” é muito melhor e mais fácil  que “construir”.

Por que seria que os Estados Unidos são o destino preferido dos migrantes? Como tirar a razão de Trump de  colocar  um basta nesses abusos “migratórios” ?  Será que o povo americano teria obrigação de repartir com os outros o que ele construiu com seu trabalho e esforço? Por que os países  mais desenvolvidos sempre são os preferidos ? Essa gente não quer trabalhar para ajudar a construir o próprio bem-estar?  Quer tudo “prontinho”?  Só para usufruir?

Para que se compreenda  bem o que tenho em mente , exemplifico com uma hipótese. Se se desse aos “sem teto”, ou aos  moradores em precárias condições, o direito de INVADIR livremente  as propriedades ou moradias  dos outros, como pregam muitos  PT e seus comparsas, quais as moradias que seriam as “preferidas”? Seriam as  mais “simples”?

E é exatamente essa a política que está  sendo adotada pela ONU, não tendo chegado “ainda” às moradias individuais, cingindo-se ,por enquanto, às moradias “nacionais”.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Autonomia, independência e vencimentos


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

A situação desoladora pela qual passam diversas classes e categorias do funcionalismo público ressoa mais visível na magistratura nacional, a qual há cinco anos não tem reposição das perdas inflacionárias e obediência à cláusula pétrea da irredutibilidade de vencimentos.

Recentemente escreveu o presidente da suprema corte chilena que se não fosse a vida o bem mais importante quando o estado deve prover tratamentos, melhor seria que escrevessem na carta política que o primeiro aspecto seria o equilíbrio das finanças de acordo com Sergio Munoz. Bem importante também a palavra do professor Enrique Beltrán da Universidade do Chile para quem a falta de remuneração condizente compromete a independência dos magistrados.

Diríamos haver um total fosso entre as circunstâncias da Constituição federal e o abismo da independência e autonomia, já que a crise fiscal fez com que todos pagassem pelos pecados de alguns. O que acontecerá e já se nota é uma debandada geral de juízes,promotores e demais ocupantes de cargos e funções públicas,já que ninguém mais procurará o concurso se o futuro é sombrio e a aposentadoria de um teto minguado.

É melhor ser dono de cartório ou ter uma banca que recebe bastante ainda para atuar no direito penal empresarial cuja clientela a cada dia sobeja. O judiciário brasileiro aceitou seu grande desafio de combater a corrupção e melhorar a atividade econômica com centenas de operações importantes, porém a continuidade é crítica e a falta de bom senso dos dirigentes das cortes não nos deixam animados, muitos magistrados, segundo o CNJ, começam, pelo volume de serviço, e roteiros de eficiência, a apresentar sérios e graves problemas de saúde.

Acaso a magistratura seja um empecilho ao desenvolvimento e crescimento e os magistrados apenas os beneficiários de algumas migalhas,seria mais lógico pelo custo benefício implantarmos robótica para as decisões com agilidade e celeridade. 
A cada ano que se passa a inflação corroendo os salários,os juízes de hoje nem conseguem ter um plano de saúde e  pipocam às centenas os que estão endividados com empréstimos em cooperativas e bancos.

Doravante não mais compensará a trilha da carreira de juiz, promotor, e do mesmo padrão, já que a defasagem salarial é no mínimo de 50% se formos dar os valores reais da inflação desde 2015 até o final de 2018.A inflação real superou 45% e isso significa que estamos ganhando a metade do que recebíamos em 2015 o que é lamentável e extremamente revelador da péssima conjuntura atual.

As demandas aumentam, os recursos também,o novo código de processo civil privilegia a verba honorária,mas os magistrados ficam em segundo plano. A merreca do auxílio moradia se transformou no pano de fundo de todo o besteirol que a mídia proclama, a soma pouco superior a mil
dólares, a qual sequer, numa cidade de médio porte permite que se pague o aluguel e condomínio.

Eis o triste retrato com o qual nos deparamos, os orçamentos em colapso, a classe desmotivada e muitos jovens abandonando o barco já que é melhor arriscar a iniciativa privada do que permanecer congelado no cargo público além do não conhecimento as críticas maldosas da mídia que passam sem respostas pelos verdadeiros representantes das entidades de classe. Ser juiz e feliz é antinomia.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Presidencialismo de Resultado ou porradaria?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

A maior especulação sobre o sucesso ou não do Governo Bolsonaro passa pela tal de “governabilidade”. Alguns deusinhos do mercado financeiro manifestam preocupações com a fragilidade da articulação política do futuro Presidente. No entanto, a tendência inicial é que nada vai prejudicar o andamento de projetos “prioritários” – como a reforma da Previdência. Bolsonaro terá, pelo menos, seis meses de trégua para agir com liberdade.

O “Posto Ipiranga” Paulo Guedes aproveitou ontem uma reunião com empresários na Firjan para assegurar que a governabilidade, daqui para frente, não vai ser como antes, pois já está sendo construída. Algumas apostas de Guedes foram manifestadas em frases curtas e soltas: “A própria classe política vai se reinventar”. “Queremos dividir bancadas, por temas”.

O futuro ministro da Economia fez promessas estratégicas, também em frases soltas: “O novo eixo é o pacto federativo. Os governos vão ajudar. Temos de corrigir a hipertrofia do Governo Federal. Queremos recompor o federalismo, descentralizar recursos para estados e municípios. Vamos acelerar as privatizações. Vamos fazer a reforma da Previdência”.  

Não foi á toa que Bolsonaro encomendou um plano de metas a cada um dos seus ministros. A ideia é que os futuros integrantes do primeiro escalão apresentem ao coordenador da transição, Onyx Lorenzoni, um conjunto de ações individuais que pretendem cumprir no próximo governo. O limite é a reunião dos 22 ministros nesta quarta-feira. Justamente este plano de metas é que será debatido e negociado com a base aliada em formação.

Além de um relacionamento pragmático com o Congresso, a maior preocupação prática do grupo de Bolsonaro é com o Judiciário. Por isso, foi bem recebida a recente declaração do presidente do STF, José Dias Toffoli, definindo três prioridades do Judiciário: deixar a política retomar o protagonismo na definição de políticas públicas; garantir segurança jurídica e previsibilidade para a recuperação da economia; e rechaçar ataques aos direitos fundamentais e das minorias.

Toffoli deu outra boa notícia que interessa ao time de Bolsonaro, principalmente ao “craque” Sérgio Moro – que deve liderar um esperado ataque contra a corrupção sistêmica. Toffoli agendou para 10 de abril o julgamento do mérito de ações que tratam da possibilidade de execução provisória de pena. O plenário do STF vai analisar o mérito de ações declaratórias de constitucionalidade que tratam, principalmente, da prisão após condenação em segunda instância.

Bolsonaro paz e amor? Isto não faz parte da personalidade dele... No entanto, aliados e inimigos podem contar com a grande possibilidade de um Presidente com alta capacidade aberta e direta de negociação com todos os poderes. Bolsonaro terá de exercitar a capacidade de tomar decisões rapidamente. Se acertar, bom para todos. Se errar, deve corrigir, o mais depressa possível, o erro (ou declarações infelizes dele e de ministros).

O Presidente eleito sabe que terá de agir com prazo de validade curto. A eleição comprovou a ansiedade da população por soluções imediatas, principalmente no campo econômico. A tal “governabilidade” dependerá, essencialmente, dos resultados objetivos e imediatos.

A transição está acabando... Rapidamente, o jogo começará para valer. Ministros que não forem gestores de verdade cairão em menos de seis meses. Quem falar demais, sem realizar o prometido ao 01, terá o mesmo destino de exoneração imediata. O ritmo é de “porradaria”...

Preparemo-nos para a temporada do Presidencialismo de Resultado. Funcionou, segue adiante. Falhou? Vai tomar pau da esquerda e do próprio eleitorado como nunca antes na História... Técnico de time de futebol no Brasil sabe como esse jogo brutíssimo é jogado...

O novo Brasil tudo indica que vem aí... Já começou... Mas é bom ficar claro para todos que não se fará omelete sem, antes, quebrar muito ovo (principalmente os podres)...

Enfim, Bolsonaro terá de surfar melhor que o bicampeão Gabriel Medina, em um mar revolto cheio de tubarões e dominado pelo nosso peixe nacional - o "Roubá-lo"...






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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 18 de Dezembro de 2018.

PICHAÇÕES


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Quero advertir os amáveis leitores que as pichações não são apenas atividades de bandidos e/ou idiotas. São um plano orquestrado pelos implantadores da Nova Ordem Mundial para degradar o habitat da “burguesia reacionária”, liquidando seu sentido estético, ético e moral.

A face mais perversa desse vandalismo é a profanação dos cemitérios. O motivo alegado é roubar peças de bronze, para apurar dinheiro com sua venda e assim comprar drogas. É um pretexto. A verdadeira intenção é “borrar” a história das famílias e de seus antepassados.

Ainda não consegui provas irrefutáveis sobre quem são os financiadores dos grupos que se dedicam às pichações. A COAF nunca os identificará.

Quem paga as tintas ? Que convence o(a) idiota a arriscar o pescoço subindo nas alturas dos prédios para conspurcá-los ?

Consegui estabelecer um padrão de atividade. Um imóvel que é desalugado, sofre imediatamente um ataque.

Outros grupos de “atuação” tais como catadores de papel ou “movimentos” de sem teto, promovem o acúmulo de lixo a invasão dos imóveis vagos. Urinam e defecam nas calçadas.

A reação dos proprietários virá, mais cedo ou mais tarde.

Os globalistas vencem de qualquer forma, com o retorno da barbárie.

Enquanto a classe urubúsica se preocupar apenas com o aumento de seus próprios salários, homenagens e outras vantagens, não há perigo de melhorar. Talvez reivindique um “salário-insalubridade” por ter que tratar de ações movidas pelos “simples mortais”, quase sempre desvalidos, que viviam do aluguel do imóvel vandalizado.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Brigas que Bolsonaro vai comprar ou não



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

Pode se preparar para aguentar a gritaria midiática e artística de transnacionais ambientalistas como a norueguesa Norad, a britânica Oxfam, The Nature Conservancy e o Greenpeace – que formam a tal de Amazon Aliance – controladora de uma picaretagem chamada Conselho Indígena de Roraima (CIR).

Um dos primeiros atos do governo Jair Bolsonaro será um decreto revendo a criação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. As ONGs têm olho gordo na região porque ela tem a maior reserva de nióbio e a segunda maior reserva de urânio do planeta. Também tem muito ouro, estanho, diamante, zinco, caulim, ametista, cobre, diatomito, barita, molibdênio, titânio e calcário.

A Raposa do Sol fica próxima de um dos maiores campos de petróleo da Venezuela. A reserva foi uma estupidez homologada em 2015. A reserva de 1,7 milhão de hectares arrasou com a economia do estado de Roraima – que hoje é invadido por venezuelanos desesperados com a democradura do Nicolas Maduro. Por isso, rever a situação da Raposa Serra do Sol é uma decisão estratégica que Bolsonaro tomará de imediato.

Ontem, o Presidente eleito se viu forçado a anunciar que não comprará uma briga polêmica - colocada em pauta por seu filho, o deputado reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Bolsonaro pai advertiu, via Twitter, que não vai tratar da implantação da pena de morte no Brasil: "Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte de minha campanha. Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus (sic) propositais diários".

Bolsonaro só pretendia retornar a Brasília no dia 29, pertinho da posse. No entanto, preferiu priorizar o alinhamento do discurso de sua futura equipe de governo, para evitar factóides e polêmicas inúteis. Bolsonaro agendou para a próxima quarta-feira (19), às 10 horas, a primeira reunião com seus 22 indicados para os ministérios. O freio de arrumação e lavagem de alguma roupa suja fora de hora acontecerá na sede do “Governo de Transição”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília.  

Será uma excelente oportunidade para Bolsonaro fechar qual será sua agenda de começo de governo. Muita coisa pode ser antecipada para tranqüilizar os nervosos deusinhos do mercado. No entanto, muita decisão deve ser mantida em sigilo, e só anunciada na hora certa, para que não ocorra sabotagem prévia contra medidas que não podem ser adiadas.

É bom Bolsonaro revelar que brigas deseja comprar, junto com as polêmicas em que não deseja se meter, ao menos de imediato. Por isso, é normal que aliados próximos e até os filhos se preparem para “tomar muito cascudo” até o governo começar, de verdade.


Releia o artigo de domingo: A Maçonaria que protegeu e a que combateu Battisti




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Dezembro de 2018.

INGUINORANTES



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Peço aos amáveis leitores que meditem sobre a “pérola” que encontrei na internet (link abaixo).

Farei um esforsso para me ingualar ao autor. Não pouparei cacófatos tais quais “na boca dela”, “nosso hino” e “mas não”.

É tempo de jingle bell,; aproveite-mo-lo antes que se acabe o papel!

Aquele velhinho, com cara de bonzinho, que está à espreita de seu rico dinheirinho (como dizia uma antiga propaganda de uma caderneta de poupansa), hoje é provador de açentos na Lufthansa, para verificar se é poçível acomodar a chefe, “uma bunduda incomível” no dizer de um famoso político intaliano.

Adoro uma pantomima! Com panetone então, fica muito melhor!

A...(como é mesmo o nome do coletivo de urubús ?) urubumância ? canta a bola na sinuca pra ficar bem na foto. Afinal há uma dívida de gratidão com o foragido. Quando morava em Paris, Cãojuge de herdeira de grande empreiteira (hoje enrolada que nem bobina na jatolavância) hospedou o rebento do, hoje, ubriaco detento.

De mais a mais, tanto faz!

Afinal pra que cultura? Pra enfiar na primeira sílaba?

Há muitos anos, um cronista social foi desafiado para um duelo: ditado em praça pública. O resultado, duela a quem duela, indigitaria o derrotado mesmo antes de ter o manjar, arrotado.

Bons tempos do rio de nojeira! Hoje é irrelevante; não fede e nem cheira.

Para a sofrida populaCão, do abismo à beira, só mesmo governo de freira!


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Recuperação das finanças públicas



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

O calamitoso estado das finanças públicas no Brasil é o retrato mais vivo da má administração e uma conjugação de fatores que nos preocupam e a todos de uma forma geral. Com razão, mais de 1500 prefeituras não reúnem condições de pagar clientes, fornecedores e a folha dos servidores, incluindo pequenas, médias e grandes cidades, a desaceleração econômica provocou um tsunami e acendeu a combustão dos gastos públicos e a necessidade do choque de gestão.

No entanto, a folha de ativos e inativos é pesada,a forma de cobrança da dívida ativa  burra, e demorada,e a terceirização dos serviços não resolve a questão. O que teremos pela frente é um programa de recuperação gradual e paulatina das finanças públicas, com eliminação das despesas,do patrimônio e funcionários ociosos, além de realizar uma fusão entre os municípios menores mais carentes os quais não podem disponibilizar serviços essenciais de saúde, transporte e educação ao nível da população.

O Constituinte pensou muito bem em oferecer direitos mas não há almoço gratuito e os municípios, a cada ano que passa, têm o repasse menor de estados e da União. Uma fórmula inteligente seria de descentralizar a arrecadação e permitir que os municípios exercessem tributos do peculiar interesse mais amiúde e não aguardassem as migalhas que são repassadas decorrentes de outros ajustes dos estados e da União, com isso a situação seria menos penosa.

Manter a máquina pública insolvente em funcionamento é um desafio. Oxalá fosse feita uma lei que disciplinasse a recuperação e até mesmo insolvência de entes públicos como já acontece nos Estados Unidos da América e em poucos países Europeus. Não poderia ser diferente que mais de metade dos estados da federação apresentam colapso das contas públicas nos limites da lei de responsabilidade fiscal, já que muitos pilharam os orçamentos e contribuíram para o aumento de servidores ocupando cargos de confiança.

A criação de novos tributos está literalmente descartada, mas uma questão é necessária somos uma das Nações que mais arrecadam e mesmo assim o poder público é carente de recursos financeiros. Os precatórios não são pagos levam décadas e contam ainda com atualizações artificiais, o que constatamos é que os administradores públicos saem ricos dos cargos que detém mas as finanças encontram-se carcomidas e desalentadoras para os novos gestores que assumirão suas funções a partir de janeiro de 2019.

A reforma passa necessariamente pela visão do Estado, da Federação e da desconstrução desse número de prefeituras e estados incapazes de responder pelos custos das suas máquinas. Vejam o exemplo recente de Roraima e muitas prefeituras sem verbas as quais já decretaram o encerramento do ano.

O que está por vir não sabemos, mas sem um freio de arrumação da casa nada milagroso surgirá. O nosso ponto de vista é que tenhamos apenas 20 estados e que os municípios sejam reduzidos para no máximo 3500, o que daria bem um novo alento para a recuperação das finanças públicas e um esforço na reengenharia de não tapar o sol com a peneira e empurrar gravíssimo problema para as mãos do novo eleito.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Vai para a PQP!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Em tempos de mais fidalguia e finura, como nos tempos em que viveu minha sabia avó, para se dispensar alguém que nos estava aborrecendo com pedidos e reinvindicações absurdas não atendidas e para os quais não estivéssemos dispostos  a dar maiores explicações sobre nossas decisões, costumava-se no lugar de ir direto aos fatos mandando o insatisfeito ir atrás  de sua progenitora na zona (do baixo meretrício é claro), onde trabalha, dizia-se:

- Se o cavalheiro não está satisfeito, vá reclamar com o Bispo!

Tal sugestão seria o suficiente para o indivíduo entender que: “daquele mato não sairia coelho”.

Parece, no entanto, que mesmo passado tanto tempo, desde os áureos anos de minha avó, ainda existem indivíduos que não entenderam a “sutileza” da mensagem de dita frase, então resolveram, vejam só, dar um “up grade” no conceito e foram reclamar para o Papa, em mais uma tentativa ridícula de marketing esquerdista de vitimizar suas lideranças, bem em um momento e que uma pesquisa do Ibope  mostra que pelo menos 75% dos brasileiros entende  que o novo governo está no caminho certo  14% acha que não e 11% se negaram a responder - me pergunto, se esta pesquisa está correta, de onde saíram os quarenta e quatro milhões de votos no “beiço de mula”? - estará já o Ibope sofrendo de um ataque de honestidade como efeito colateral da vitória da direita nas urnas?

A capacidade do “cantor fraude da mpb esquerdista” - segundo suas próprias palavras, a maioria das composições  por ele assinadas é de autoria de músicos desconhecidos dos  quais  ele as compra – de nos surpreender parece inesgotável, assim como a do Papa que o recebeu, que cada dia me espanta mais e mais com novas atitudes de complacência para com a esquerda, como quando recebeu Cristina Kirchner  cheio de sorrisos  e   Macri “ottuso”.

É estranha – ou não – a atitude do maior representante da igreja católica, nesta dimensão pelo menos, para com ditadores como Maduro e um cocaleiro empoderado como Evo Morales, para não falar de uma simpatia declarada a comunistas de esquerda declaradamente ateus.

Eu, como humanista - um nome mais palatável para o ateísmo- talvez fique mais chocado com este fato do que seu próprio rebanho de ovelhas cristãs, acostumadas a “ dar a outra face” mas por outro lado fico tranquilo, porque sei que as reclamações feitas a Sua Santidade, terão o mesmo efeito que as feitas ao Bispo desde muito tempo, ou seja: nenhum.

O Papa gostando ou não, a ONU gostando ou não, os artistas de esquerda gostando ou não, os políticos corruptos junto com os juízes do supremo gostando ou não, em janeiro nascerá um novo Brasil e quem não gostar pode reclamar para quem quiser.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.