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domingo, 30 de agosto de 2015

Quem NÃO quer e Não Pode presidir o Brasil?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Uma imensa torcida organizada pelo Movimento Avança Brasil MaçonsBR - que é totalmente livre e independente das potências maçônicas ditas regulares e também das tais "espúrias" - já se programa para fazer um grande ato público em favor do juiz Sérgio Fernando Moro, que passou o sábado e curte o domingão em terras paulistanas. O ato será na segunda-feira, às 7h 30min da manhã, no luxuoso Hotel Unique, na avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 4700, em São Paulo.

Se quisesse - mas não tem qualquer indicação de que deseje tal maluquice -, Sérgio Moro seria, nas condições atuais, o nome imbatível para disputar a próxima eleição presidencial. O imaginário popular tem o magistrado da Lava Jato como um "herói nacional" - embora ele esteja apenas cumprindo o papel correto de um servidor público de um judiciário com má fama de funcionar mal no Brasil da Impunidade ampla, geral e irrestrita - que costuma punir, com rigor, "ladrões de galinha" ou aqueles que o rigor seletivo das "gestapos" de plantão consideram "cabras marcados para se ferrar".

Os maçons programam uma algazarra cívica no Exame Fórum - que terá a presença, além do Moro, do vice-Presidente da República, o ex-maçom inglês (placetado) Michel Temer, e de Augusto Nardes, aquele ministro do Tribunal de Contas da União que deseja punição para a Presidenta-ciclista Dilma Rousseff pelas tais "pedaladas fiscais" dadas nas contas públicas de 2014. Os maçons levarão cartazes com os recados diretos, justos e perfeitos: "Não queremos viver em outro país. Queremos viver em outro Brasil". "Nardes: 180 milhões de brasileiros confiam em você; reprova!". "Temer, já chegou a hora de romper!! Assuma teu papel!". "Moro, você tem nosso total apoio!".
  

Aproveitando tal manifestação programada, vale perguntar de novo. Quem vem candidato na ainda distantíssima sucessão presidencial de 2018? Talvez o empresário Eike Batista, um ex-bilionário que se preparava para dar a volta por cima nos negócios, a partir de 2016. Quem também sonha com a cadeira da impopular e desgastada Dilma são os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. O desgastadíssimo mito em decadência Luiz Inácio Lula da Silva resolveu insinuar que também pode voltar ao páreo do qual disputou, perdeu três vezes, ganhou duas, e emplacou a incompetenta candidata mais duas. $talinácio é um fanfarrão...

Já o popular Joaquim Barbosa, herói no processo do Mensalão, aproveitou ontem o 7o Encontro Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, na gelada e sofisticada Campos do Jordão, para avisar que não será candidato à Presidente da República. O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal foi aplaudido pelos 800 participantes classe AAA, ao antecipar que não deixará a aposentadoria para se aventurar na politicagem: "Olhem para o meu jeito, minha transparência e franqueza. Eu seria massacrado se entrasse na briga pela Presidência da República, especialmente pelos políticos, que não gostam de outsiders. Não vale a pena".

Barbosa meteu o pau no TCU: "Não acredito em um Tribunal de Contas da União como um órgão sério de um processo desencadeador de tal processo. É um órgão com as virtudes extirpadas. Afinal, é um playground de políticos fracassados que, sem perspectiva em se eleger, querem uma boquinha. O TCU não tem estatura institucional para conduzir algo de tamanha gravidade".

Barbosa também detonou o TSE. Provocado pelo desejo da maioria da plateia de financistas-rentistas que sonham com a saída forçada de Dilma, Joaquim Barbosa criticou que a estrutura do tribunal superior eleitoral não permite pedir o impeachment da Presidenta, "já que cerca de um terço de seus integrantes são advogados com mandato fixo e que não se desvinculam de suas atividades cotidianas". Barbosa considera tal composição um "elemento fragilizador" para que o TSE tenha a capacidade de tirar um presidente do cargo.

Barbosa até tocou no risco de um processo de ruptura institucional, sem usar o termo, ao analisar o processo de "impedimento" presidencial: "Impeachment é uma coisa muito séria que, se levada a cabo, a gente sabe como começa, mas não sabe como termina. É um abalo sísmico nas instituições. Tem que ser algo muito bem baseado, tem que ser uma prova cabal, chocante, envolvendo diretamente o presidente. Sem isso, sairemos perdendo. As instituições sairão quebradas”.

Certamente causando arrepios em alguns rentistas, Joaquim Barbosa tocou na grande falha estrutural brasileira que abre caminho para a fragilização das instituições pela via da corrupção sistêmica: "A alavancagem da economia pelo capitalismo do Estado agrava esse modelo. Incentivadas pelo Estado, as empresas são convidadas a se aproximar do governo da situação em busca de privilégios. A tudo isso se soma um combustível explosivo, que é o sistema partidário brasileiro e seu financiamento. Eu sou contra o atual regime de financiamento privado da vida política porque, no fundo, elas fomentam essas relações profanas de conveniência. O partido chama de doação legal um mecanismo de lavagem de dinheiro da corrupção. Eles promoveram os desvios e uma forma de lavar e joga esse dinheiro no circuito e fazer chegar ao caixa dos partidos políticos sob a forma de doações. Isso é um absurdo e tem que acabar".


Em outro ponto da imensa Gotham City, bem longe de onde estava o Barbosão, o juiz Sérgio Moro aproveitou uma palestra na subseção Jabaquara da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na Zona Sul de São Paulo, para dar, indiretamente, uma alfinetada em uma bobagem das muitas ditas pela Presidenta da República. Moro desmontou a frágil reclamação que Dilma sempre faz da "colaboração premiada", que ela prefere chamar de "delação-traição".

Sérgio Moro definiu, corretamente, o instituto jurídico da "transação penal": "Às vezes, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas de crimes são os próprios criminosos. Uma das regras é que tudo o que o colaborador disser, precisa encontrar prova de colaboração. (...) É traição? É traição, mas é uma traição entre criminosos. Não se está traindo a Inconfidência Mineira, não se está traindo a Resistência Francesa".

Por falar em traidor da Pátria, deixando agora os heróis Joaquim Barbosa e Sérgio Moro descansarem um pouco, é hora de aproveitar mais uma retumbante bobagem saída do intestinal cérebro de Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda muito chateado com o boneco inflável do presidiário 13-171 (a numerologia da morte), Lula teve a coragem de não só defender o retorno da famigerada contribuição permanente sobre movimentação financeira, como, escancaradamente, pregou a volta da CPMF - que, aliás, nunca foi extinta, na prática.

Como bem lembrou nosso leitor José Roberto Eiras Henriques: "A CPMF foi extinta? Apenas remanejada. Em seu lugar foi editado o Decreto 6.339/08 que acresceu em 0,38% de IOF nas operações de credito, incidindo sobre financiamento, cambio e produtos de seguros, alem de títulos e valores mobiliários. Deduz-se que a CPMF não acabou, penalizando ainda mais os mais necessitados, grandes tomadores de empréstimos e compras a prazo".

Ignorando que a CPMF continua viva, o decadente $talinácio, durante um seminário em São Bernardo do Campo, dando ordens a Arthur Chioro, Ministro da Saúde: " Não sei se é verdade que defendeu a CPMF. A verdade é que ela não deveria ter sido tirada. Foi tirada e você deveria falar com os governadores e prefeitos para reivindicarem". Pois foi Lula dizer isto de manhã e a Dilma, de noite, reúne seus ministros próximos e resolve, pelo menos na mentirinha oficial de sempre, sepultar a ideia do retorno da CPMF...



Retornando ao $talinácio, que volta com a corda toda, desde ontem avisando que voltou a voar. Na palestra, ao lado do seu companheiro de Foro de São Paulo, o uruguaio Pepe Mujica, Lula voltou a ameaçar sua candidatura para a distantíssima sucessão de 2018, com uma metáfora voadora: "Você só consegue matar um pássaro se ele ficar parado no galho, olhando para você. Então é o seguinte: eu voltei a voar outra vez. Vou ver se eles dão um pouco de sossego para a nossa querida Dilma e se incomodam comigo. Estou na hora de pensar na aposentadoria, mas as pessoas não me deixam em paz, os adversários. A verdade é que você não cria líderes como faz pão. Sabe quanto tempo vai levar para criar um Mujica? Muito tempo".

A grande torcida é que, no Brasil, não seja criado mais um Luiz Inácio Lula da Silva. O atual $talinácio é o custo desastroso que pagamos pelo tiro pela culatra dado pelo "general" Golbery do Couto e Silva - falha grave do regime de 1964 que inventou o sindicalista de resultados $talinácio para neutralizar os velhos trabalhistas Leonel Brizola e Miguel Arraes...

Por isso, a Intervenção Constitucional, pelo poder instituinte do povo, claramente prevista em nossa Constituição (Título I, Art. 5, parágrafo único, e artigo 142) é  única maneira segura disto não voltar a acontecer, dificultando ou inviabilizando a permissiva criação de novos "Pixulecos da Silva" (excelente apelido para um futuro preso, já que, na cadeia, a turma adora tratar os companheiros por codinomes).

Fuzilando a classe média


O secretário do movimento popular socialista Brigadas Populares, Sammer Siman declarou no dia 26 de agosto e está gravado: “Se a gente entende que o nosso inimigo principal é a classe média, nós vamos ter de decidir o que vamos fazer com ela: se vamos exportar para Miami ou se vamos fuzilar.”

Confissão do crime contra o pixuleco


A União da Juventude Socialista, ligada ao PC do B, confessou sua responsabilidade no furo causado no boneco Pixuleco, que ganha fama mundial:

"A militância da UJS protagonizou um ato antifascista em São Paulo. Posicionado no viaduto do chá, boneco que faz calúnia do ex-presidente Lula foi rasgado. Não aceitaremos que essa onda de ódio que leva pessoas explodirem bomba na sede do Instituto que leva seu nome e atacarem sedes de partidos políticos permaneça se reproduzindo. Exigimos a identificação dos responsáveis pelo boneco e a punição deles! A calúnia, a violência e a difamação não fazem parte do Estado Democrático de Direito!"

Idas e vindas


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Neste momento em que estruturamos mudanças para melhor no Alerta Total, que coincide com uma brutal crise econômica, reforçamos os pedidos de ajuda financeira para a sobrevivência e avanço do projeto.

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II) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

III) Depósito no sistema PayPal, para doações feitas no Brasil ou no exterior.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Agosto de 2015.

A vaca tossiu: agora, mujica!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para engrossar o caldo indigesto, só faltava um debochado gesto.

Um ex-colega da Anta (mais pra de pirata papagaio que urubu de tubo de ensaio), veio discursar em merdópolis, em frente a grande baía (que despoluir-se-ia) e agora não vai mais porque de suas águas surgiu a “Vênus de Bostacielo” também conhecida como a Anta de Barretos onde o povo lhe sugeriu que fosse a PQP.

Isto antes de tentar a CPMF ressuscitar para o “rombinho” do pibinho tapar.
Hoje nua pelas ruas pode cavalgar, como Godiva rediviva, porque ninguém mais já se espanta ao mirar as misérias da Anta.

Um boneco listrado (Pixuleco), que lhe dava um pouco de ternura, foi esfaqueado e murchou como o prestígio do retratado; depressa e sem deixar vestígio.

O local do atentado? Em frente ao palácio do palhaço antado (o mal amado) burromestre, que só sabe fazer maldade, acabando com nossa cidade.

Antes que no pescoço a corda ponha, ó Anta diga ao gringo sem-vergonha, que o povo não precisa de maconha pra passar fome. De nada serve a larica quando a corda estica.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.


Nota da redação: Mujicar, segundo o Machaelis é engrossar (um caldo) com qualquer ingrediente. 

A Solução


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

As FORÇAS PATRIÓTICAS, civis e militares, no EXERCÍCIO do PODER INSTITUINTE, que lhes faculta CRIAR, MODIFICAR OU REVOGAR INSTITUIÇÕES , diante da USURPAÇÃO  DO PODER DO ESTADO, pela classe política, para a prática sistemática de crimes, estão obrigadas a INTERVIR CONSTITUCIONALMENTE , no processo político, na forma prevista pelo art. 142 da CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

O objetivo é GARANTIR OS PODERES CONSTITUCIONAIS, restabelecendo a LEGITIMIDADE do governo. Cumprindo esse DEVER PATRIÓTICO, deverão nomear um GOVERNO DE TRANSIÇÃO, que poderá ser uma junta governativa , a qual RESTABELECERÁ as INSTITUIÇÕES, dotando-as de mecanismos de proteção contra a usurpação.

O Governo de Transição convocará ELEIÇÕES GERAIS, em todos os níveis, com toda a segurança de um resultado auditado por uma recontagem de votos feita pelos cidadãos-eleitores.

O Estado existe para proteger as pessoas, nunca para oprimi-las, como ocorre, de há muito, no BRASIL.

O SISTEMA POLÍTICO e seus mecanismos devem garantir o REGIME DEMOCRÁTICO - a Segurança do Direito de Todos.

Por isso, a solução: INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ!!!


Antônio José Ribas Paiva é Advogado.

A estratégia da Fiesp para enfrentar a crise


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Mtnos Calil

Tudo que falta – e sempre faltou – ao Brasil é planejamento estratégico. As nossas zelites políticas e empresariais sempre deram prioridade ao curto prazo: as empresas pensando sempre em aumentar as vendas ou seu market share (participação no mercado) e os políticos, nas próximas eleições, que ocorrem de dois em dois anos.

Esse desprezo pelo médio e longo prazo é uma das causas fundamentais da atual crise que assola o país. Agora a Fiesp – ou melhor seu presidente que foi candidato a governador de São Paulo nas últimas eleições – desponta como “liderança emergente” da defesa dos interesses dos empresários e, como sempre, não apresenta nenhum plano visando o desenvolvimento do país.

Desenvolvimento? Ah, não... isso é assunto de longo prazo. Agora o foco é enfrentar a crise.

E, para enfrentar a crise, Paulo Skaf propõe simplesmente a saída do Ministro Banqueiro do Governo – e o faz em jantar com a presença do Presidente do Bradesco e do Vice-Presidente da República, Michel Temer!

Curiosamente, Skaf e Henrique Meirelles se posicionaram à esquerda, ao lado da Dilma, criticando a estratégia conservadora de Levy. Só não criticaram a esquizofrênica taxa de juros que mereceria um lugar honroso no Guiness.

Como na cabeça deles a saúde econômica do país depende da saúde financeira dos bancos, a taxa maluca dos juros se justifica de várias formas, seja para combater a inflação seja para compensar os prejuízos causados pela crescente inadimplência.

O resultado dessa “terapia macro-econômica” foi o seguinte: O lucro do banco Itaú só no primeiro semestre de 2015 foi de  R$ 11,71 bilhões e os 4 maiores bancos tiveram um lucro superior a R$ 16 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2015.

Itaú Unibanco - R$ 5,98 bilhões
Bradesco - R$ 4,473 bilhões
Banco do Brasil - R$ 3,008 bilhões
Santander - R$ 3,308 bilhões    

Enquanto isso, a economia do país vai batendo o recorde no sentido contrário: ao mesmo tempo em que os bancos se fortalecem como nunca, o país se enfraquece como nunca!

Ah... mas existe uma explicação “técnica” para isso. Por exemplo: a taxa de juros vai derrubar a inflação, sim, no ano que vem. Com a queda da inflação – e quem sabe até lá se resolva também a crise política – vamos resgatar a “credibilidade” do Governo e os investimentos do capital nacional e internacional vão provocar uma nova onda de crescimento econômico, como já anunciou a nossa Presidenta.

Ela só não informou qual vai ser essa taxa de crescimento. Será de 1% ao ano a partir de 2018, ano de eleições? Sendo um ano eleitoral, podemos crescer até 2%!

Quanto ao Presidente da Fiesp temos que reconhecer que ele se transformou num profissional de  marketing de primeira linha: nunca na história da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo um presidente teve tanto Ibope. Vejamos o que dizem outros ilustres participantes deste memorável jantar regado a vinho:

·         Jorge Gerdau criticou a taxa de juros, afirmando que a inflação não é de demanda e sim de custos, mas não disse como se deve combater a inflação.

·         Flavio Rocha, da Riachuelo advertiu que o varejo pode voltar à “informalidade” devido ao aumento de impostos.

·         Henrique Meirelles, ex-amigo de Lula, criticou o sistema tributário vigente cujo objetivo é “taxar tudo que se move”.

·         Murilo Portugal, da Febraban cumprimentou Michel Temer pela coordenação política do ajuste fiscal.

·         Luiz Trabuco, presidente do Bradesco, para justificar a taxa de juros recorreu a esse criativo refrão: “Temos que entregar os anéis para ficar com os dedos”.

Conclusão: as zelites brasileiras não têm absolutamente nenhuma proposta para o Brasil realizar suas potencialidades gigantescas que vão continuar adormecidas por mais algumas décadas. Ou séculos?


Mtnos Calil, Psicanalista, é Coordenador do grupo Mãos Limpas Brasil.

O povo brasileiro e suas idiossincrasias


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Ao longo das últimas décadas, expressões como a “garra”, a “coragem”, a “honra”, e outros grandiloquentes adjetivos foram devidamente avacalhados por nossa sociedade.

Na verdade, o que já era ruim no aspectofibra de um povo foi desgastado e vilipendiado com o avanço do comunismo no País, triste ideologia enfiada no crânio de intelectuais, mestres e professores, e de outras categorias que lidam com a mambembe mentalidade das pessoas.

A nossa Pátria se destaca no mundo pelo maior número de acidentes automobilísticos, de abortos, de cesarianas, de cirurgias plásticas, de uso de Botox, de assassinatos, de corrupções e de uma infinidade de outras qualificações (como o uso de drogas), sem esquecer a área de ensino, onde sempre afundamos mais. Ah, esquecíamos da nossa carga de impostos, uma das mais elevadas do planeta.

Infelizmente, é difícil para aqueles que conhecem a verdadeira fibra nacional, esperar que o populacho assuma qualquer postura de grandeza para acabar com os canalhas que nos gerenciam.

Recordamos que temeroso com a vitalidade da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que combatera ao lado dos aliados contra as tiranias de Hitler e de Mussolini, Getúlio Vargas, após 15 anos de ditadura, temia que a chegada da tropa trouxesse ideias esdrúxulas contra o seu governo.
Por isso, a FEB foi desfeita durante o seu retorno marítimo.

A desmobilização, tentativa política em esvaziar a sua importância, foi rápida e causou perplexidade. Como por ocasião do retorno das tropas brasileiras após a Guerra do Paraguai, os bravos combatentes foram banidos do cenário nacional com precisão maquiavélica.

Para os pracinhas, excetuando - se as demonstrações de apreço do povo ocorridas durante os desfiles, em vista de sua chegada ao Brasil, o que se viu foram as manobras de esvaziamento daqueles feitos.

A gloriosa participação da FEB e as consequências positivas de seu retorno, apesar das medidas para restringir a sua influência, mostraram - se insuficientes para embotar o natural questionamento que a simples constituição da força expedicionária trazia no seu âmago, ao lutar em prol do regime democrático, de há muito inexistente no Brasil.

Assim, faleciam em berço esplêndido as manifestações daqueles militares. Contudo, o embrião da democracia estava plantado.

Em sequência, ocorreu a deposição de Getúlio, em 29 de outubro de 1945, para encerrar um período que havia esgotado a paciência do povo brasileiro, exausto de viver à sombra de um estado ditatorial, e com perspectivas de suportá-lo por mais alguns anos.

Em 1950, novas eleições presidências, e lá estavam o Getúlio como candidato, e o seu oponente, o Brigadeiro Eduardo Gomes, homem corretíssimo, que se empenhara para o fim da ditadura e, portanto, um forte candidato.

Para encerrar este melífluo papo, questionamos? Quem após mandar nesta terrinha por 15 anos foi eleito pelo atento e esperto povo brasileiro? Adivinhe quem quiser.

Se alguém perguntar, o que será de nós, após o final da atual crise econômica, política e moral, respondemos:

- Se houver uma intervenção militar, só Deus sabe;   

- Se não houver, continuaremos subordinados de um bando de desclassificados.


Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General de Brigada, reformado.

Ponte Milagrosa


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

Basta às vezes um segundo para que a confiança seja perdida.
No entanto, sua volta ao nível anterior, por maiores que sejam os esforços, leva um tempo infinito. 

O nosso país vive hoje em meio a uma crise de confiança que se manifesta praticamente em todos os setores da vida nacional. 
Seus principais sintomas, entre muitos outros, são: 
governo central perdido, reeleito graças a um campanha selvagem, recheada de mentiras, onde se "fez o diabo", cujas trágicas consequências estão agora aflorando; 

legislativo, com mais de 40% de seus componentes envolvidos em algum processo judicial, verdadeiro cupinzeiro pragmático e balcão de negócios que passam ao largo do interesse público; 

partidos políticos, numerosos e disformes, meras siglas;  

justiça, lenta e, por isso, injusta, com sua Corte máxima aparelhada para apoiar estratégias de poder de quem nomeia;

inchaço administrativo, arrastando incríveis 39 ministérios e milhares de comissionados;  

políticos dos três níveis, individualistas e desinteressados em qualquer tipo de reforma eleitoral; 

economia incapaz de atrair investimentos sadios, apesar dos apelos às "travessias"; 

líderes de papel, muitos deles nos bastidores, ex-presidentes intrusivos, que visam somente à manutenção e ampliação do seu naco de poder e notoriedade e, finalmente: 

corrupção que vai desde as propinas bilionárias até o "jeitinho" do guarda de trânsito. 

A volta a um nível de confiança anterior, que já foi suportável, é improvável, por depender de exemplos inexistentes na melancólica elite política, e portanto, inatingível, por maiores que sejam as piruetas e as lábias dos que permitiram que fosse atingido o presente panorama. 

Vale a pena relembrar a recomendação, já  gasta, de que o país deve ser passado a limpo? Não funciona mais, mesmo porque ninguém sabe exatamente o que isso significa. 

Tudo indica que o precipício está próximo e que só uma ponte milagrosa que lembra, noutro contexto, a abertura do Mar Vermelho por Moisés, poderá salvar-nos.


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

O povo não vai murchar


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Enéas

Uma das armas mais eficientes da guerra política é a ridicularização do adversário. No caso da esquerda, a melhor maneira de ridicularizá-la é colocar um espelho em sua frente, mostrando o que ela realmente é: uma ideologia política assassina, responsável pelo genocídio de milhões de pessoas no mundo todo e que é acima tudo uma ideologia cognitivamente contraditória, amoral e corrupta. No caso do PT, a criação do personagem pixuleco representado pelo boneco do Lula Inflado, numa caracterização que não apenas ridiculariza como representa alegoricamente quem de fato é o aiatolá de sindicato líder supremo da organização, calou fundo no brio dos petistas.

A reação por parte dos petistas à ridicularização a que foram expostos foi igualmente ridícula. Durante a exibição do Pixuleco na capital paulista na tarde de sexta-feira, uma militante investiu contra o boneco com uma faca, desinflando-o, nesse que talvez tenha sido o ato político mais ridículo, histérico e tresloucado da história da esquerda mundial: atacar um boneco de plástico em nome da revolução! Por sua vez, o presidente do partido, Rui Falcão, afirmou que a “exibição do boneco como se fosse um ladrão faz parte de uma campanha de destruição da imagem do PT”. O ridículo dessa afirmação do presidente do PT demonstra a dificuldade que eles estão tendo em lidar com o espelho que lhes foi colocado na cara.

Em primeiro lugar não existe campanha de destruição da imagem do PT coisíssima alguma. O que existe é a percepção por parte de um número cada vez maior de brasileiros do que realmente é o PT. Um partido empenhando na subserviência do país ao Foro de São Paulo por meio do comprometimento de nossa dignidade e de nossa soberania nacional. Um partido comprometido com um projeto de poder permanente autoritário e antidemocrático e decidido a nos transformar numa ditadura socialista que irá trazer miséria e pobreza a toda população. Um partido que, para atingir esse objetivo, não se furtou nem se furta em usar da corrupção generalizada no aparelho de estado como método preferencial de se fazer política, e em fazer uso da mentira sistemática e do cinismo desavergonhado, no melhor estilo de Joseph Goebbels, na sua comunicação com a população, para enganar, mentir, iludir e ocultar a realidade. Essa é a síntese e o resumo do PT.

O que Rui Falcão chama destruição da imagem do PT nada mais é do que a revelação de sua verdadeira face, hoje percebida e compreendida pela maioria dos brasileiros.

A militante tresloucada e histérica pode ter desinflado o pixuleco num acesso de fúria ensandecida típica da psicopatia dos revolucionários de esquerda. Mas o que ela fez foi só murchar um boneco, que será consertado. O que não vai murchar é a disposição dos brasileiros de bem em combater esse partido e seu projeto de poder corrupto e antidemocrático.

E usaremos para esse combate todos os meios que a democracia, democracia essa que o PT tanto odeia e despreza, nos propicia. Inclusive o humor e a sátira, representados por um boneco inflado que se alguma petista histérica resolver murchar, a gente infla de novo.


Paulo Enéas é Ativista.

Do meu twitter/facebook


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Nivaldo Cordeiro

Há tempos em que a nossa própria água não chega ao rio e não vai ao oceano. Caminhos interrompidos. Para muita gente a era PT foi isso. Não, meu amigo, não é coincidência. Quem ficou na oposição perdeu dinheiro e oportunidades. Essa gente é implacável com quem não lhe apoia. Mas nada dura para sempre, nem o PT. A crise atual é profunda e vai durar, mas ela tem o condão de ajudar a extirpar o câncer PT do poder.

Os que resistiram ao poder do PT perderam, enquanto os que apoiaram muito ganharam. São eles agora que perdem muito, por vezes tudo. Vejo com frieza de sociólogo a desgraça se abater sobre empreiteiros, como Marcelo Odebrecht, e a "cadeia produtiva" que implantaram. Aprisionar os operadores do crime é ato de pura Justiça. Os apenados pagarão caro.

Exemplar como a vida castiga os orgulhosos. Exemplar como Deus castiga os orgulhosos e malvados. Essa gente que se associou ao PT construiu um consórcio para praticar o mal. Lula é como Mefistófeles e Dilma é como Lilith, figuras infernais que não ligam para o sofrimento das pessoas. O poder é seu único alvo.

A repulsa ao PT e aos petralhas é ato de repulsa espiritual. Estamos como nos tempos bíblicos: temos que expulsar, em nome de Deus, os demônios. O Boneco Pixuleco é um modo de expulsar os demônios que assombram o Brasil, atingindo o Chefe. É como nosso gente reage, sempre com humor. Quem tem a resposta para o desafios dos tempos? O vento, meu amigo.

A resposta está no ar, pois toda gente exige mudança. Novos tempos chegam.Mas as mudanças não virão sem esforço e sofrimento. Cortar o mal pela raiz exige sacrifícios e libações com sangue. Antes do final do ano toda a gente brasileira estará malhando o Judas no Boneco Pixuleco. Os petralhas já não podem sair às ruas. Os petralhas mais inteligentes e endinheirados podem escolher o caminho do auto-exílio.

Todavia, deixarão aqui a desesperança dos muitos. Temos um país para reconstruir, como se tivéssemos passado por uma ocupação estrangeira. E foi: os demônios são estrangeiros na Terra de Santa Cruz.


Nivaldo Cordeiro é Jornalista.

Da megalomania à insignificância

O Grito, de Munch, versão pixuleco

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Percival Puggina

Certa feita, no ano de 2004, em um dos tantos debates que já mantive com lideranças do PT, ironizei a continuidade que o governo Lula vinha dando às políticas tucanas que combatera tão intensamente e com tanto sucesso eleitoral. Mostrei, uma a uma, as contradições. O abominável Plano Real estava mantido com inteiro rigor. O superávit fiscal, tão execrado pelo petismo, havia atingido, com Lula, o maior valor dentro da série histórica.

Os programas de renda mínima, que Lula acusara de serem uma forma de fazer votos graças à fome de quem vota com a barriga, haviam mudado de nome e recebido mais recursos. E por aí fui, até ser interrompido por meu interlocutor que me disse exatamente o seguinte: "Puggina, não se muda a direção de um transatlântico com guinada brusca" e ilustrou o que dizia com o braço desenhando um longo arco. A mudança de rumos estava em curso e seria gradual.

Ele pertencia à alta hierarquia de seu partido e estava bem informado. O tempo o comprovou. O PT destruiu os fundamentos macroeconômicos então vigentes (responsabilidade fiscal, câmbio flutuante e meta de inflação). Exibiu, pouco a pouco, sua vocação para o totalitarismo. Empenhou-se na armação da luta de classes, forçando o divisionismo dentro da sociedade. Ensaiou várias tentativas de controlar a mídia. Levou o revanchismo até onde pode. Concebeu várias agendas socialistas. Aliou-se aos piores vilões da política nacional e internacional.

Não lhe faltaram tentativas de impor absurdos, mediante decretos felizmente rejeitados pela opinião pública e pelo Congresso. Tais foram os casos do PNDH-3, que fazia gato e sapato em nome dos direitos humanos, e do decreto Nº 8.243 (decreto dos sovietes), que pretendia uma desabilitação do poder legislativo. O partido viria, como de fato veio, contaminar e aparelhar o Estado em conformidade com um desígnio totalitário. Tudo para alterar a trajetória do transatlântico.

Na política, tudo ia bem. Os corruptos prosperavam. Não faltava dinheiro à mídia chapa branca, nem capitanias hereditárias aos partidos e aos políticos da base. O crescimento chinês empurrava a economia para a frente, mais ou menos como as elevações da taxa de juros engordam os lucros dos bancos sem que os banqueiros precisem sair da poltrona. O petróleo a mais de US$ 100 viabilizava qualquer estripulia na Petrobras e o pré-sal era portentosa mina, a ser drenada ainda antes de gotejar.

A megalomania, os delírios de poder e de riqueza, os projetos faraônicos, o messianismo característico dos partidos e movimentos totalitários recebiam injeções de adrenalina na veia. No limite das aparências, Lula era um Midas. Além das aparências, uma bomba de efeito retardado.

Só agora, concluída aquela curva descrita pelo meu interlocutor no debate acima referido, veem-se todas as dimensões do estrago. O desvio de rota jogou o país contra os rochedos, de modo desastroso. Lula e Dilma, que sequer se animam a aparecer em público, fazem lembrar o rápido e furtivo desembarque do comandante Francesco Schettino após jogar o Costa Concórdia contra os arrecifes junto à ilha de Giglio.

A direção pretendida quando a grande curva foi desenhada chegou onde inevitavelmente haveria de chegar, porque nunca foi diferente o resultado de tais políticas. E se há muita incerteza, hoje, sobre o futuro do país, se os comandantes se escondem mas não desembarcam, ninguém duvida de que o desvio de rota e a megalomania os condenaram à insignificância.

Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+

A Confissão do crime contra o Pixuleco


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Políbio Braga

Veja a seguir a confissão retirada da página de Facebook da UJS Brasil, aparelho usado pelo PCdoB para apoiar regimes ditatoriais como os da Coréia do Norte e também para ser utilizado como quadrilha de jagunços contra os adversários do PT.

A UJS vangloriando-se de ter cometido crime, rasgado o boneco Pixuleco anteontem pela manhã em São Paulo. 

Leiam:

A militância da UJS protagonizou um ato antifascista em São Paulo. Posicionado no viaduto do chá, boneco que faz calúnia do ex-presidente Lula foi rasgado. Não aceitaremos que essa onda de ódio que leva pessoas explodirem bomba na sede do Instituto que leva seu nome e atacarem sedes de partidos políticos permaneça se reproduzindo. Exigimos a identificação dos responsáveis pelo boneco e a punição deles! A calúnia, a violência e a difamação não fazem parte do Estado Democrático de Direito!

O uso do termo “calúnia” é  bizarro. Se tivessem um pouco de lógica, poderiam processar quem fez o boneco. Mas sabendo que estão mentindo, esses boquirrotos tiram da cartola o termo “calúnia”, sem a menor aplicabilidade para o caso.

Em seguida, alegam defender “estado democrático de direito”, mesmo repelindo uma manifestação pacífica com violência fascista. 

O detalhe é que esta confissão deveria por si só levá-los à cadeia, posto que hoje esses fascistas cometeram um crime de dano ao patrimônio alheio. Quem danifica um boneco que custou R$ 12.000,00 é da mesma laia que um ladrão que rouba pessoas na saída de banco.


Políbio Braga é Jornalista.

Grupo pró-PT sugere fuzilar a classe média


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Keyla Cezini

A declaração, que chocou os participantes de uma palestra na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), na última quarta-feira (26), partiu do secretário do movimento popular socialista Brigadas Populares, Sammer Siman.

A reportagem sobre essa declaração foi publicada na edição desta sexta-feira (28) no jornal A Tribuna, assinada pelo repórter Vitor Carletti, da editoria de Política.

O grupo a que Sammer pertence apoiou a Presidente contra Aécio Neves (PSDB), no segundo turno das eleições presidenciais do ano passado. No primeiro, apoiou Luciana Genro (Psol).

Um áudio da palestra de Sammer na Ufes, em que foi apresentado o perfil socioeconômico dos manifestantes que foram às ruas no último dia 16 pedir o impeachment da presidente   Dilma Rousseff,  confirma a declaração.

Antes de sugerir o fuzilamento da classe média, Sammer .disse o que País precisa de outro projeto  “Se a gente pensa que é necessário recompor um projeto de nação, isso passa por recompor um projeto geral de sociedade” disse, na ocasião.

Em entrevista a A Tribuna, Sammer afirmou ter sido mal interpretado: “A declaração foi em um contexto irônico porque há uma ausência de projeto de País.”

Apesar da declaração considerada radical pelos que foram à palestra, Sammer disse que o apoio ao governo Dilma não é incondicional. “Não sou contra a classe média e não estava defendendo o governo Dilma. O governo condena a classe média, enquanto deixa imunes os segmentos dominantes”, garantiu.

A sugestão de atacar de forma radical aqueles que querem a saída de Dilma da presidência não é novidade. Neste mês, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, e o presidente da Câmara de Porto Seguro (BA), Élio Brasil (PT), declararam disposição para “pegar em armas” para defender o mandato de Dilma, se a oposição insistir no discurso de impeachment.

Ouça o trecho da fala de Sammer durante a palestra no qual ele fala do fuzilamento da classe média:



Keyla Cezini é Jornalista. Originalmente publicado na Tribuna em 28 de agosto de 2015.