segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Vamos além da malhação ao Gilmar?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A Força Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro enviou sexta passada ao Procurador-Geral da República (em saideira do cargo), Rodrigo Janot, informações para eventual arguição de suspeição ou impedimento do supremo ministro Gilmar Mendes, em relação ao habeas corpus concedido aos empresários Jacob Barata Filho e Lelis Marcos Teixeira – investigados nas ações penais da Operação Ponto Final (conexa à Operação Calicute-Eficiência). Nos bastidores da PGR e do STF, avalia-se que Janot nada fará contra Gilmar. E, se por acaso fizer, o Conselho Nacional de Justiça dificilmente agirá contra um membro do Supremo e presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Os procuradores fizeram a parte deles. Produziram um diagrama para tornar mais fácil de vizualizar as “intrincadas relações” entre Barata, Teixeira e Gilmar Mendes, seus familiares e o poderoso escritório de Advocacia de Sérgio Bermudes (no qual trabalha Guiomar Mendes, esposa do supremo magistrado). Agora, se Janot nada fizer, a ira de Gilmar recairá sobre os procuradores Mônica de Ré, Silvana Góes, Carlos Alberto de Aguar, Andréa Freire, Neide de Oliveira, Eduardo El-Hage, Fabiana Schneider, José Augusto vagos, Leonardo de Freitas, Marisa Ferrari, Rafael Santos, Rodrigo da Costa e Silva e Sérgio Dias.


Pelo menos até 18 de setembro, quando Janot passa o bastão da PGR para Raquel Dodge (indicada por Michel Temer com apoio público do Gilmar Mendes) nada de brusco deve acontecer na agora tensa relação entre a cúpula do Judiciário e os membros do Ministério Público Federal que atuam na Lava Jato em flagrante processo de sabotagem – apesar dos discursos oficiais em contrário. Até aquela delação premiada da OAS, que mexeria com a reputação de integrantes do Superior Tribunal de Justiça, tende a seguir na gaveta, até segunda ordem...

Enquanto isso, perigosamente, o Judiciário vai conquistando um desgaste de imagem que tende a ser mais grave que os dos poderes Executivo e Legislativo (já desmoralizadíssimos). As diversas revelações sobre supersalários – que a presidente do STF e do CNJ, Carmem Lúcia, promete apurar e coibir com o máximo rigor – devem ampliar a “condenação” da opinião pública (tungada pelo governo e pela crise) contra o mundo togado. Como tem poder de mandar prender e soltar, o Judiciário mantém a blindagem e torna-se mais intocável ainda...

A mídia é que resolveu partir para um ataque crítico contra o Judiciário. O Grupo Globo espanca como nunca a máquina judiciária. Escancarou, em seus telejornais, uma planilha que revela os salários acima da média pagos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Como vazou tal arquivo que já circula há meses nos zap-zaps da vida? Outras redes de televisão seguem na mesma balada de chutar a toga. Uma das reportagens mais escandalosas foi produzida pelo jornal local “SBT Rio”. Ironicamente, parece que a crise no estado não chegou ao Tribunal de Justiça de lá.

O SBT denunciou: Uma moderna academia de ginástica, exclusiva para juízes, desembargadores e parentes deles, no segundo andar do TJ fluminense, vira fonte de polêmica. A privilegiada área de educação física é alvo de uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do RJ (ironicamente, aquele mesmo que tem vários de seus integrantes alvos de denúncias e processos por corrupção). Um convênio entre a “Mútua dos magistrados” e o TJ prevê um investimento de R$ 4 milhões 812 mil 393 e 51 centavos só para o pagamento dos “personal trainers”. Como apenas 26 pessoas usufruíram da malhação, o custo individual pode passar de R$ 38 mil por ano.   

Os magistrados merecem e precisam malhar. O problema é que, em tempos de falência do RJ e em meio a uma crise econômica nacional, os malhadores se transformam em alvos fáceis de mais uma desagradável “malhação” popular. Em outros estados, denúncias parecidas colocam o Judiciário em xeque (principalmente os valores do contracheque, muito acima daquele suposto teto salarial baseado no valor pago a um ministro do Supremo Tribunal Federal).

Daqui a pouco, não demora, o candidato Lula vai sair reclamando em caravana do salário dos marajás do judiciário que desejam impedir que ele retorne à Presidência da República...

Novamente, fica claro que o problema brasileiro é estrutural. Não adianta reforma, com placebo (remedinho de araque). É necessária uma inédita Intervenção Institucional que reinvente a máquina estatal.

O legítimo poder instituinte do povo tem de implantar uma república federalista de verdade, com transparência total dos gastos públicos e fiscalização direta feita por contribuintes eleitos para tal finalidade.   

Temos de ir muito além da polêmica com Gilmar Mendes. O Brasil só tem jeito se for reinventado. Ainda bem que vários grupos se juntam, a partir do maravilhoso mundo virtual, para debater soluções viáveis.

Uma Constituição enxuta, com Segurança do Direito (Democracia), máquina estatal reduzida, com menos impostos e transparência total de gastos são as prioridades, junto com um choque de Educação.

Os brasileiros não suportam mais o Estado-Ladrão, a hegemonia do Crime Institucionalizado e os vários “tribunais de exceção” em operação contra o povo.

Releia o artigo de domingo: O bem que Gilmar Mendes nos faz


Trauma geral


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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Julho de 2017.

The Last Embira


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O Estado é um ente ficcional. Não obstante, parece ter os mesmos sentimentos humanos dos indivíduos que o compõe.

A classe política, no momento, está com paura bruta.

O judas ciário se ne frega.

Os banqueiros, não confiam nem nos próprios travesseiros.

Para assim dizer, estão com o esfincter na mão.

Todos sabem que vivemos os últimos dias de Pompéia de nossa despudorada república.

O que virá depois não sei. Talvez o resultado de uma dose cavalar de óleo de rícino.

Todas as maquiavélicas amarrações das felpudas raposas foram feitas com embira podre.

Desatam-se seus nós um após outro. A farsa do grande flechador em conluio com os tripeiros; a máscara de “bonzinho” do príncipe dos traidores da Pátria (codinome “efecagácê”); a tucanosfera; a globosta; etc.

Para o meu gosto, dona Onça hesita demasiado em acabar com a suruba federal.

Mas quem sou eu? Um pobre pensador tercermundista a quem a consciência diz: “Insista!”

Boxeador de pontas de faca, não sou tatu nem paca. Talvez, cotia que se esfalfa noite e dia. Um mero urso que tenta melhorar seu discurso.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O Doce desandou


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

O sistema político vigente levou ao beco sem saída da ditadura do crime, que fragilizou, irremediavelmente, as instituições, tornando-as meros instrumentos  da casta política e dos barões do serviço público.
       
Essa é a realidade. Não dá para corrigir o doce, com os mesmos ingredientes.
     
Temos que jogar a panela fora, corrigir a receita e começar de novo. Como fazer?
      
Os segmentos conscientes da sociedade devem exercer o PODER INSTITUINTE (originário), para mudar e fortalecer as instituições.

A casta política está fora do processo, porque aliou-se ao crime para, junto com os barões do serviço público, trair a PÁTRIA e escravizar o povo.

A solução para o impasse é a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL(art 142 CF) do povo, através das suas Forças Armadas, no processo político, para desinfetar a coisa pública e começar de novo.
    
Esta é a receita para o BRASIL voltar a ser a potência mundial, dos tempos do Império!!!


Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é presidente do Nacional Club.

Esquizofrenia Social


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Maynard Marques de Santa Rosa

A transição atual é prolífica em extravagâncias que espelham interesses de todo o tipo, ensejando uma agenda surpreendente. 

A proposta de trocar o sistema presidencialista pelo parlamentarismo, porém, é tema recorrente.

Os políticos costumam culpar o presidencialismo dito de coalizão ou semiparlamentarismo, por tornar o poder executivo refém do Legislativo.

Marotamente, omitem a causa da desarmonia: o parlamentar em função executiva. Pelo certo, o senador ou deputado, ao aceitar cargo no executivo, deveria perder o mandado legislativo, em favor do princípio da independência dos poderes.

Da mesma forma, fingem esquecer que a soberania popular, fonte de todo o poder, escolheu o presidencialismo puro, em dois plebiscitos recentes. Além disso, é inoportuna. Uma reforma que delega mais autoridade ao estamento político, no momento mais crítico da sua credibilidade, é uma insensatez.

Outra preocupação relevante é a da violência urbana. Embora seja notória a crise geral de insegurança pública, o tema não consegue espaço na agenda legislativa. A redoma psicológica em que se abrigam os legisladores no Congresso parece torná-los insensíveis ao sofrimento refletido no índice macabro de 60 mil homicídios/ano, que supera o total de baixas somadas na Síria e no Afeganistão. A realidade social mostra que os códigos vigentes no país estão defasados. Uma explicação para o imobilismo seria a alienação ideológica. 

Contudo, não se restringe ao âmbito legislativo o distúrbio da insensibilidade. A crise econômica e o desemprego de 14 milhões de pessoas não chegam a comover as corporações dos poderes públicos, responsáveis pela expansão de supersalários que transcendem os limites legais.

Sobre fenômeno similar, escreveu Alexis de Tocqueville, em “O Antigo Regime e a Revolução”, que as teses dos enciclopedistas eram temas da moda dos nobres da França do século XVIII, nos convescotes de Paris e nos saraus da Corte de Versailles, como se não lhes afetassem a própria sobrevivência. Mais do que anomalia emocional ou moral, seria um sintoma de esquizofrenia social.     

Outro aspecto contumaz da agenda subliminar é a chamada teoria do gênero. Inventada na Europa por pensadoras feministas, pretende alterar as leis da natureza, ao derrogar os sexos, como se o homem e a mulher fossem espécies diferentes dentro do gênero humano. O que surpreende é a assimilação do conceito pela grande mídia, que vem conseguindo inculcar a aberração na sociedade, até alcançar a legislação governamental.   

O fato é que o humanismo perdeu o rumo e transpôs os limites razoáveis, ensejando um ambiente cada vez mais permissivo. O Brasil, por mais de quatro décadas, tem sido vítima de campanhas “construcionistas” que subverteram os valores sociais e desnortearam o senso comum da população.

O bombardeio populista e ideológico, a partir da Constituinte de 1988, consolidou uma cultura de direitos sem deveres e minou o princípio da autoridade. O resultado se mostra nos indicadores de corrupção, violência e impunidade. Para agravar, escasseiam as lideranças políticas.

Chegamos, assim, ao limiar da ordem política, econômica, social e jurídica. Portanto, é hora de reação, antes que o faça o instinto de sobrevivência coletivo, criador potencial de cenários escatológicos.

A ordem social que repousa em base falsa torna a sociedade suscetível ao presságio bíblico: “Quando vierem as chuvas, subirem os rios, soprarem os ventos e a vierem açoitar, ela ruirá, e grande será a sua ruína” (Mateus, 7:25).


Maynard Marques de Santa Rosa é General de Exército na reserva.

Mensagem ao STF


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal: A Nação brasileira em peso pede e clama o fim da impunidade e o combate sem tréguas à metástase da corrupção que enlameia o País e torna a população refém de serviços públicos de terceiro mundo e graves conseqüências para o tecido social e futuras gerações.

Não provoquem retrocesso ou mudem o que de bom já foi feito. O famigerado foro privilegiado e a lentidão do STF levarão a Nação ao colpaso,ao caos e a ingovernabilidade. Ouçam o grito da consciência de cada um para que julguem a todos e com ritmo acelerado, mantendo a prisão depois do julgamento em segundo grau e não soltando a esmo presos de alta periculosidade mediante decisões isoladas, sem levar à mesa para salvaguarda do órgão colegiado.

O Brasil está de olho em vocês, Ministros, e espera que o STF agora avance e mostre ao Brasil que somos uma sociedade civil que ambiciona democracia e quer ver Justiça.


Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

A Militância das Feminazis


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Repercute na "rede" a espinafrada que senadoras e deputadas petistas levaram do Senador Magno Malta (PR-ES): com mais recato do que qualquer delas, ele desmascarou a justiça seletiva das autodefinidas "feminazis".

Elas comemoraram a condenação, no STJ, do Dep. Jair Bolsonaro em ação movida pela petista Maria do Rosário. Não importa aqui o teor da tal decisão. Apenas de passagem, entretanto, registre-se que Bolsonaro (de injustificada impertinência no caso específico), acabou caindo numa emboscada. Seja lá! As ínclitas esquerdistas comemoraram, porque... "Mexeu com uma, mexeu com todas!".

Só que... Quando o médico Roger Abdelmassih - condenado por haver estuprado 49 mulheres - teve o privilégio de sair da cadeia e ir para casa tratar-se de doença, nenhuma delas teve a atitude política de realçar aquele insulto às vítimas. Quando José de Abreu, o militante da Globo, cuspiu no rosto de uma mulher num restaurante, elas nada disseram.

Quando marmanjos do PT, inclusive por imposição física, constrangeram a jornalista Míriam Leitão num voo da Avianca de Brasília ao Rio, as exaltadas feminazis chegaram ao ponto de justificar a agressão. Quando a jornalista Joice Hasselmann foi alvo de grosserias alusivas à sua condição feminina, desferidas por Reinaldo Azevedo, elas não se pronunciaram (até porque Joice Hasselmann é da parcela minoritária da imprensa que não se omite diante da corrupção da esquerda).

Tem mais. A deputada Maria do Rosário, junto com a senadora Fátima Bezerra, foi chamada por Lula - o leitor perdoe a citação - de "mulher de grelo duro". E como ela reagiu? Só sorrisos! Achou engraçadinho! Justificou! E acabou levando uma tremenda carraspana do Jornalista Antônio Carlos Macedo, da Rádio Gaúcha, durante entrevista em que ela, muito esperta, tentou dar um significado simpático à baixeza do "ex-presidente" (que ela pronunciou com orgulho). Basta!

Que aconteceria se Jair Bolsonaro, inimigo preferencial dessas madames, houvesse empregado (perdoe de novo!) a expressão "grelo duro" em relação a qualquer delas? Por óbvio e adequadamente, ele enfrentaria um processo por quebra de decoro parlamentar. Seletividade: "Aos nossos, tudo; aos inimigos, nem a justiça!"

O que Magno Malta fez foi desnudar o relativismo moral e a hipocrisia das petistas, revelando a incoerência e a grande farsa ideológica das feminazis. Será que o eleitor brasileiro já descobriu que votar nessa gente significa ser conivente com uma completa falta de princípios?


Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

Economia de Compadrio – Interferência humana na lei natural do livre mercado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ronaldo Carneiro

Políticos e burocratas, algumas vezes bem intencionados, buscam estimular o comercio com exterior ou setores do mercado doméstico. Com isto criam instituições financeiras visando exportação/importação e bancos de desenvolvimento domestico.

Isto significa nada mais que uma bolsa empresário, mas acima de tudo, permite empoderar políticos e burocratas para fazer beneficio com dinheiro publico. Captam recursos de muitos para destiná-los a poucos amigos do rei – prática anti democrática por excelência, sempre com a legitimidade conferida por tecnocratas de conceito distorcido/duvidoso ou mal intencionados. Esta prática não acrescenta em nada a capacidade de investimento, apenas concentra nas mãos de poucos além de empoderar políticos – isto não tem nada a ver com economia mas tudo a ver com manutenção de poder.

Algum tecnocrata resiste ao telefonema do poderoso de plantão indicando empresários para serem beneficiados com esta bolsa empresário? Gráficos, planilhas, cálculos são preparados com rapidez para justificar o empréstimo – campeões nacionais amigos do rei criam um desbalanceamento na competição de mercado, pela indevida interferência humana no livre mercado.

Certamente agencias de desenvolvimento, não instituições financeiras, tem um importante papel a desempenhar na organização de investimento para infraestrutura. Significa captar recursos de todos para beneficiar a todos. Porem, político prefere ser credor de favores para iniciativa privada que são financiadores de suas campanhas – captam recursos de todos para beneficiar os amigos do rei. Esta prática é tão descarada que bancos ficam conhecidos como “banco da Boeing” ou demais beneficiários.

Ao interferir na iniciativa privada, cria-se uma distorção enorme na economia de mercado, tecnocratas que conferem legitimidade a estas opções definitivamente não conhecem o potencial distributivo do mercado.
Desastre semelhante ocorre com legislação que obriga recolhimento compulsório de impostos sindicais, viabilizador de toda uma estrutura arcaica e lideres sindicais forjados pela compra de votos para manutenção de poder trabalhista.

Outro desastre econômico são os setores que definem seus próprios salários gerando uma distorção enorme na economia. Esta prática consegue desestabilizar planos salariais, mormente com o crescimento da estrutura burocrática, tanto no executivo, como no legislativo e judiciário. Estes setores, ao invés de definirem seus próprios salários, devem buscar referenciais na economia de mercado, que, verdadeiramente, flutuam conforme a vontade coletiva e a justa contribuição de cada um para a sociedade.

Empresas estatizadas constituem uma reserva de mercado para empoderar políticos. De nenhuma eficácia econômica mas de toda eficácia politica. Argumento mais comumente usado é o nacionalismo, como se economia tivesse nacionalidade, como se as leis econômicas conhecessem fronteiras geográficas – definitivamente a economia não estuda geografia!!!

Defensores da estatização não são ideólogos de direita nem de esquerda, são ideólogos do atraso.

Aliás, interferência do governo na economia é sempre, sem exceção, um desastre, viabilizadora do capitalismo de compadrio. Urge separar economia de politica.

Economia de mercado num novo pacto social, priorizando nutrição, saúde e educação é remédio infalível para pavimentar as estradas do desenvolvimento. Mais Mises, menos Keynes, mais liberdade menos governo.


Ronaldo Campos Carneiro é engenheiro de produção, ex professor da USP/PUC. Ex negociador de projetos do Brasil com Banco Mundial e BID. Foi executivo -CEO - de empresa privada na área de café e maquinas de café.

Por que o Brasil ainda é um País pobre?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Mateus Azevedo

Talvez a pergunta esteja errada, pois historicamente, todas as sociedades sempre foram pobres. Mas por que alguns países enriqueceram e o Brasil, que tem enorme extensão de terra agriculturável, diversidade e volume de recursos naturais, clima favorável, sem terremotos, tsunamis ou vulcões, não enriqueceu?

Sempre que ouço uma teoria tentando responder essa pergunta me surpreendo com a criatividade das pessoas. Já ouvi que, o fato do Brasil ter sido colonizado por portugueses há mais de 500 anos e não holandeses ou ingleses é o motivo da pobreza até hoje. É comum também a tese de que somos um povo que sempre quer se dar bem, que só existem dois tipos de brasileiros - os que roubam e os que não tiveram a chance de roubar – ou ainda o pouco investimento do país em educação. Câmbio muito valorizado, infraestrutura ainda insuficiente e corrupção. Embora todas essas questões influenciem muito a forma como a nossa economia funciona, a resposta adequada para isso seria mais simples: intervenção estatal.

Tudo no Brasil precisa ter aval do governo: regras para abrir uma empresa, como as relações trabalhistas se dão, quantas e como empresas devem ou não competir em um determinado setor, até o uso obrigatório do Real como única moeda no País. Já pensaram que praticamente só os bancos podem emprestar dinheiro e as regras para abrir e manter um banco é tão absurda que existem apenas poucos players, tornando os juros absurdamente caros? Que nenhuma outra empresa de telefonia pode entrar no Brasil, pois órgãos regulamentares proíbem, tornando o serviço caro e de qualidade duvidosa?

Via de regra uma empresa precisa dar lucro para continuar existindo. Se der lucro, significa que todo o custo que ela tem é repassado no preço do produto. Ou seja, sempre que o governo cria uma nova regra para “proteger” o consumidor, a empresa a adota e repassa esse custo na venda, fazendo com que o consumidor pague a conta final.

Além disso, em função do alto custo para contratar pessoas obedecendo as leis brasileiras, as empresas optam por importar produtos mais baratos, já que a produção em solo nacional encarece a operação.

Para piorar, o governo ainda imprime dinheiro e injeta em setores específicos da economia, o que estimula investimentos de longo prazo de forma artificial e não sustentável.

A grande pergunta é: o que você pode fazer para não ter prejuízo com tudo isso? Primeiramente, é fundamental entender como se dão os ciclos econômicos e se adiantar a eles, não investindo em bolhas anunciadas. O segundo, é usando a tecnologia para fugir do controle estatal.

Nesse ponto, nada melhor que o blockchain – sistema de registros e contabilidade organizado em blocos e com formato descentralizado, sem regulação governamental. O blockchain nasceu com a criação das criptomoedas, que ganham cada vez mais espaço no mercado, devido à sua constante valorização cambial. Entretanto, o conceito blockchain tem se expandido para outros setores do mercado.

A primeira onda de revolução que vimos com o surgimento do Uber e AirBNB, foi só o começo. Esses, apesar de conseguirem criar soluções para fugir das regulamentações estatais, ainda estão parcialmente sujeitos a elas. Vislumbro que a próxima onda de empresas descentralizadas baseadas em blockchain ou em arranjos tecnológicos que ainda não conhecemos serão totalmente baseadas em livre associação de indivíduos renegando qualquer regra puramente governamental.

De modo geral, assim como vem ocorrendo em outros segmentos, a tecnologia deve impactar o mercado econômico, com a descentralização da moeda, dos negócios e do mercado de trabalho. A tendência é que cada vez mais estas atividades saiam das mãos do governo, à medida que o formato blockchain avance e ganhe outros patamares, pois será impossível – ainda que se tente – manter a estagnação burocrática e engessada em que vivemos.


Mateus Azevedo é Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas. Formado em Administração pela ESPM (SP), com pós-graduação em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral, Mateus é um dos sócios da BlueLab, responsável pela diretoria de marketing e vendas da companhia. Nessa função, desenvolve a estratégia de vendas, sempre com foco na evolução do modelo de negócios, na experiencia do usuário e nas diversas plataformas tecnológicas. Além disso, faz questão de participar da contratação de todos os novos profissionais da empresa. É grande estudioso e amante da escola austríaca de economia e do livre mercado.

Assim foi Auschwitz


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

PRIMO LEVI era um químico italiano de apenas 24 anos quando foi capturado pelas forças fascistas italianas e deportado para o campo de concentração de Auschwitz, a fábrica da morte construída pelo regime nazista para executar judeus, homossexuais, comunistas e ciganos.
    
Em 1945, após sua libertação, militares soviéticos encarregaram Levi e outro prisioneiro, o médico Leonardo De Benedetti, de elaborar um relatório detalhado sobre as inomináveis condições de saúde dos campos. O resultado foi o “Relatório sobre Auschwitz”, um testemunho extraordinário e pioneiro sobre os campos de concentração, e ainda hoje uma peça impressionante a respeito da prática clínica num lugar de desumanização e extermínio. Detalhes escabrosos, escatológicos e aviltantes a respeito do cotidiano dos médicos, enfermeiros e pacientes são apresentados numa prosa sóbria, cristalina e anti-sentimental.
    
Publicado em 1946 numa revista científica, o relato inauguraria o trabalho de PRIMO LEVI como escritor. Nas quatro décadas seguintes, PRIMO LEVI nunca deixaria de contar a experiência em Auschwitz em diversos textos. São relatos, depoimentos, cartas e comentários publicados quase até às vésperas de sua morte, em 1987. Invocam, com o poder do testemunho e a desconcertante claridade de sua prosa, a agonia de milhões de pessoas que experimentaram o inferno em um sistema diabolicamente concebido para espoliar do homem tudo o que ele tem – seu corpo, sua esperança e, por fim, sua própria vida.
    
A seguir um desses textos, intitulado “Aniversário”, escrito por ele em 1955:
    
A dez anos de libertação dos Campos de concentração, é triste e significativo ter de constatar que, pelo menos na Itália, o tema desses locais de extermínio, longe de ter ingressado na história, segue no mais completo esquecimento.
    
É supérfluo, aqui, recordar os números, que essa foi a mais gigantesca carnificina da história, a ponto de reduzir quase a zero, por exemplo, a população judaica de nações inteiras da Europa Oriental. Relembrar que, se a Alemanha nazista tivesse sido capaz de levar seu plano a termo, a técnica experimentada em Auschwitz e em outros locais teria sido aplicada a continentes inteiros.
    
Atualmente, é indelicado falar dos Campos de concentração. Corremos o risco de sermos acusados, na melhor das hipóteses de vitimismo ou de amor gratuito pelo macabro; e na pior, de pura e simples mentira ou, talvez, de ultraje ao pudor.
    
Esse silêncio é justificado? Devemos tolerá-lo, nós, os sobreviventes? Devem tolerá-lo aqueles que, petrificados pelo espanto e pela repugnância, assistiram, entre golpes, blasfêmias e gritos desumanos, às partidas de vagões lacrados e, anos mais tarde, ao regresso de pouquíssimos sobreviventes, alquebrados de corpo e espírito? É justo que se considere cumprido o dever da declaração que fora tida como necessidade e obrigação imediata?
    
Uma única resposta é possível. Não é lícito esquecer. Não é lícito calar. Se calarmos, quem falará? Certamente não os culpados e seus cúmplices. Se não dermos nossos testemunhos, num futuro próximo as ações da barbárie nazista, por sua própria enormidade, poderão ser relegadas às lendas. Portanto, é preciso falar.
   
No entanto, o silêncio predomina. Parte dele é fruto de uma consciência insegura, ou mesmo de uma má consciência; é o silêncio daqueles que, solicitados ou forçados a exprimir um juízo, tentam se desviar a todo custo da discussão, e invocam as armas nucleares, os bombardeios indiscriminados, o processo de Nuremberg, os problemáticos campos de trabalho soviéticos; argumentos não desprovidos de peso em si, mas totalmente irrelevantes para os fins de uma justificativa moral dos crimes fascistas, que constituem, eles próprios, um monumento de ferocidade sem paralelo em toda a história da humanidade.
    
Mas não é descabido mencionar outro aspecto desse silêncio, dessa reticência, dessa evasão. Que se calem na Alemanha, que se calem os fascistas, é natural, e no fundo não nos desagrada. Suas palavras não nos servem para nada, não esperamos risíveis tentativas de justificação da parte deles. Mas o que dizer sobre o silêncio do mundo civilizado, da cultura, nosso próprio silêncio, diante de nossos filhos, dos amigos que regressam de longo exílio em países distantes? Ele não se deve apenas ao cansaço, ao desgaste dos anos, à atitude normal do primum vivere. Não se deve à vileza. Existe em nós uma instância mais profunda, mais digna, que em muitas circunstâncias aconselha-nos a calar sobre os Campos de concentração ou, pelo menos, a atenuar, a censurar suas imagens, ainda tão vivas em nossa memória.
    
É a vergonha. Somos homens; pertencemos à mesma família humana de nossos carrascos. Diante da enormidade de suas culpas, também nos sentimos cidadãos de Sodoma e Gomorra. Não conseguimos ser alheios à acusação de um juiz extraterreno que, na esteira de nosso próprio testemunho, levantaria contra a humanidade toda.
    
Somos filhos dessa Europa onde está Auschwitz, vivemos nesse século em que a ciência se rendeu e gerou o código racial e as câmaras de gás. Quem pode se dizer seguro de estar imune à infecção?
    
E há ainda mais a dizer: coisas dolorosas e duras que, para quem leu Les Armes de La Nuit, não impressionariam. Considerar gloriosa a morte de inumeráveis vítimas dos campos de extermínio é vaidade. Não era gloriosa, era uma morte indefesa e nua, ignominiosa e imunda. Assim como não é gloriosa a escravidão, houve quem soube sofrê-la incólume, exceção a ser considerada com um reverente assombro, mas ela é uma condição essencialmente ignóbil, fonte de degradação quase inevitável e de naufrágio moral.
    
É bom que essas coisas sejam ditas, porque são verdadeiras. Mas que fique bem claro que isso não significa associar vítimas e assassinos. Isso não alivia, pelo contrário centuplica a culpa dos fascistas e dos nazistas. Eles demonstraram para todos os séculos vindouros as reservas de perversidade e de loucura que jazem latentes no homem depois de milênios de vida civilizada, e esta é uma obra demoníaca. Trabalham com tenacidade para criar sua gigantesca máquina geradora de morte e corrupção; um crime que não seria concebível. Construíram seu reino com insolência, por meio do ódio, da violência e da mentira. Seu fracasso é um alerta.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

domingo, 20 de agosto de 2017

O bem que Gilmar Mendes nos faz


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Sabe o que é mais preocupante em toda a seqüência de casos desmoralizantes ou polêmicos envolvendo o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal e na presidência do Tribunal Superior Eleitoral? Atacado duramente nos meios jurídicos, nas redes sociais, e agora também na dita grande imprensa, o Poderoso Gilmar Mendes não parece preocupado com nada(ou, em português claro, com porra nenhuma).

Por que Gilmar não ajuda a sociedade brasileira que clama por transparência e segurança total no voto eletrônico, apoiando a implantação da conferência do voto impresso por recontagem? Para com isto... O Poderoso Gilmar Mendes tem outras prioridades. A força dele é tão grande que três professores de seu Instituto Brasiliense de Direito Público conseguiram ser indicados, recentemente, para uma vaga de ministro-substituto do TSE (que deveria ser um mero órgão administrativo, e não um organismo judicial para cuidar das eleições).  

O prestígio de Gilmar Mendes apenas comprova que ele é uma das figuras que mais manda nesta velha Nova República. Ele foi indicado para o supremo cargo pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O velho Príncipe dos Sociólogos (agora chamado por alguns inimigos de “Efegagácê”) é um fenômeno da esquerda mundial e do mundinho acadêmico. Seus desafetos intrigam que ele é o único professor universitário aposentado do planeta terra que possui um apartamento avaliado em 11 milhões de Euros na Avenue Foch, em Paris. Fala sério... Só pela indicação de Gilmar para o STF, FHC merece...

Por falar em aposentadoria, e mudando rapidamente de assunto para voltar nele depois, A Veja denuncia que uma investigação acaba de confirmar que a inesquecível Dilma Rousseff furou a fila do INSS e conseguiu se aposentar de modo irregular. Um dia depois do impeachment presidencial, o ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas, e uma secretária particular da Dilma, entraram pela porta dos fundos da Agência do INSS na Asa Sul. Lá conseguiram abrir e fechar, em tempo recorde, um processo para aposentar Dilma com o salário máximo de R$ 5.189 reais. Nada anormal se 400 mil brasileiros sem prestígio estivessem com processos de aposentadoria represados na burocracia previdenciária. Dilma merece...

Voltando ao Gilmar Mendes, os gaiatos no zap-zap estão viralizando uma avacalhação contra ele. No texto, que circula velozmente, algum desafeto explora a fama de Gilmar como ilustre “Godfather”: Gilmar e a esposa Guiomar foram padrinhos do casamento da filha do Jacob Barata – o Rei dos ônibus do Rio de Janeiro, que mandou soltar recentemente. A mensagem vai lotar a caixa de mensagens dele: “O ministro Gilmar Mendes está fazendo participação em festas de aniversário, formatura e casamento, inclusive como padrinho, mesmo sem ter contato com a família. Basta enviar e-mail convidando. Ministro GILMAR MENDES. Telefone (61) 3217-4175; email: mgilmar@stf.jus.br – email: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br ”.

Gilmar virou piada... O site Sensacionalista já colocou o ministro na mais alta “catiguria” dos ecologistas, com a manchete: “Gilmar Mendes ganha prêmio do Ibama por soltar tucanos, ratos e até Barata”. Gilmar também foi comparado ao poderoso iogurte Corpus: “Solta toda a merda presa”... Mas a sacanagem mais terrível contra Gilmar foi postada por Gustavo Victorino: “Estado Islâmico assume a autoria de Gilmar Mendes no STF”. Ainda bem que a notícia é mentirosa: o autor verdadeiro é FHC... Gilmarj merece? Talvez, sim... Quem sabe, não... Poderoso virar piada é coisa normal no mundo inteiro.

O problema (ou seria solução?) é que as atitudes públicas, decisões judiciais e manifestações virulentas de Gilmar Mendes, sobretudo contra a Força Tarefa da Lava Jato, certas ou erradas, atraem os olhares do mais simplório cidadão para as mazelas do Judiciário (ou Judasciário) do Brasil. Agora que a ministra Carmem Lúcia resolveu atacar o pagamento dos “penduricalhos” nos vencimentos de magistrados e servidores dos Palácios de Justiça, devemos presenciar um choque de transparência que será muito útil no processo de mudanças que o Brasil sofrerá.

Para encerrar, uma reflexão do jornalista paranaense Paulo Eduardo Martins, Diretor de Relações Institucionais do Instituto Liberal, que deve ser levada muito a sério: Há tempos alerto sobre a bolha virtual em que a Direita vive. Enganada pelas redes sociais que só lhe mostra conteúdo de interesse comum, pensa que a esquerda está morta. O fluxo de informação e o predomínio da narrativa da esquerda no imenso mundo fora da bolha não podem ser ignorados, de forma alguma. A Direita liberal/conservadora não predomina ainda em uma única instituição de ensino, redação ou partido. Eleitoralmente, ainda não temos condições de eleger UM deputado federal por Estado. Encaremos a realidade. Fechar-se no conforto da bolha é coisa de nerd”.

Ainda bem que tem gente saindo da bolha. Domingo que vem, dia 27 de agosto, é convocada uma manifestação, na Avenida Paulista, com um mote central: “Eu quero Gilmar Mendes Preso”. O curioso é que a campanha é divulgada na Internet por membros do Judiciário...

Os novos atores políticos vão aumentar a pressão para que os poderes instituídos sejam passados a limpo no Brasil. A Intervenção Institucional, para nos livrar do domínio do Crime, é inevitável. Neste 20 de agosto, tem ato pelo “Voto Impresso, já” em 100% das Urnas Eletrônicas, em todo o Brasil.

Fora Gilmar, a semana promete ser animada com a esperada delação do doleiro Lúcio Bolonha Funaro. Antônio Palocci também já teria denunciado que os bancos BTG e Safra pagavam mesadas para Lula...

A turma próxima a Michel Temer já está tomando remédio para dor de barriga... O que a turma de Lula toma já não faz mais efeito...

Releia o artigo: Lava Jato, Lava Voto e Lava Toga


Abridor da Porteira
~

Furona


Outra delação esperada


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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Julho de 2017.

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“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Dia após dia procuramos escrever algo de útil para os amáveis leitores.

Com humor (às vezes irreverente); com propostas de melhoria institucional para o país; com análse dos acontecimentos recentes através de uma perspectiva histórica.

Num país onde se estuda bulhufas, se pensa só no próximo “feriadão” e se esquece dos malfeitos antigos e recentes, é preciso cutucar nosso bovino povo.

Até dona Onça parece estar entalada ou enlatada. Haja vara comprida e coragem para cutucá-la também !

Há muitos anos atrás, um saudoso amigo e mestre disse que o Brasil era a prova teológica plena da existência da Divina Providência.

A coisa funciona como uma espécie de biodigestor: Um monte de merda, como por encanto, é capaz de gerar energia.

Por diletantismo, procuro estudar a cena lírica brasileira. Fico surpreso com a quantidade e a qualidade dos jovens cantores. Tão bons (até melhores) que os de outras partes do mundo.

Há verba pra bolsa-corrupção, eufemisticamente chamada de Fundo Partidário e zero-zero bolinha para incentivar essa maravilhosa juventude.

A pedido de uma gentil leitora, vou gastar um pouco de meu latim:

“Video meliora, proboque; deteriora sequor”.

(Vejo as coisas melhores, e concordo com elas, mas, sigo as piores - OVÍDIO, Metamorfoses).

Esperemos que a porcada política metamorfoseie-se e vire um bando de arminhos; bichos que preferem morrer a se sujar.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.