quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Jura que o juro e os gastos podem baixar?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

Responda sinceramente, à enquete: “Você sentirá saudades do Presidente Michel Temer”? Provavelmente, muita gente dirá que não sente. Embora sua gestão tenha sido infinitamente melhor que a de Dilma (de quem, aliás, Temer era vice), a popularidade dele nunca foi boa, nem subiu. Em recente entrevista à revista Época, Temer antecipou: “Não vou sentir falta de nada”. A maioria deve dizer o mesmo sobre ele. O Brasil agora torce e reza por uma boa administração de Jair Bolsonaro e Antônio Mourão.  

“Como fazer os juros serem mais baixos no Brasil”. A Federação Brasileira dos Bancos editou um livro, distribuído gratuitamente, para discutir o assunto crucial para a retomada do crescimento na Era Bolsonaro que se inicia. Nossos banqueiros faturaram tanto com os juros estratosféricos que agora têm condições de seguir lucrando com os juros menos altos. Vamos ler o livrinho e analisar as propostas dos economistas contratados pelos maiores bancos do País.

Ontem, a taxa básica de juros da economia brasileira (a Selic) foi mantida em 6,5% pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. Uma surpreendente queda da inflação abriu espaço para a estabilidade da taxa básica de juros ainda por um tempo prolongado, possivelmente ao longo de todo o ano de 2019. O COPOM volta a se reunir nos dias 5 e 6 de fevereiro, já no governo Bolsonaro, mas sob o comando do presidente Ilan Goldfajn. O economista Roberto Campos Neto só assume o Banco Central depois de ter o nome aprovado pelo Senado, já na nova legislatura.

Se o juro vai baixar ou se manter estável é mero exercício de futurologia. Isto dependerá de muitos fatores. O próximo governo terá de rebolar entre um dilema complicado: cortar gastos e, ao mesmo tempo, aumentar as receitas. Não tem outro jeito senão aumentar impostos, reduzir isenções e/ou subir alíquotas previdenciárias de servidores públicos e militares. O movimento vai gerar uma guerra política/econômica, nos bastidores do poder e fora deles.

Jair Bolsonaro e Antônio Mourão parecem prontos para tomar decisões duras – que podem desagradar, ao mesmo tempo, a gregos e baianos. O único negócio possível agora é aguardar para ver o que acontecerá. O certo é que a maioria da população e dos empreendedores não pode continuar pagando pelo gasto abusivo ou excessivo da máquina pública brasileira.     

Balanço do Bolsonaro


Presidente eleito promete adotar prática de comunicação semanal, nas redes sociais, para prestar contas de suas ações.

Sobre a polêmica em relação ao amigo Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do filho Flávio Bolsonaro na Assembléia Legislativa do RJ, apanhado em um relatório do COAF por movimentação atípica de dinheiro, o Presidente eleito foi objetivo:

"Se algo estiver errado, que seja comigo, com meu filho, com Queiroz, que paguemos aí a conta deste erro que nós não podemos comungar com erro de ninguém. O que a gente mais quer é que seja resolvido o mais rápido possível, que seja apurada a responsabilidade, se é minha, se é do meu filho, se é do Queiroz ou de ninguém".





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 13 de Dezembro de 2018.

Treino é treino; jogo é jogo...


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A escalação está completa; desde os craques até o pateta !

Não se preocupem, amáveis leitores, com eventuais gols-contra logo no início da partida. Um idiota resolve recuar sem perceber a perigosa aproximação do adversário. A torcida vaia, xinga mas não abandona o estádio (hoje chamado de arena, onde os leões devoravam os cristãos).

Um brilhante senhor escreveu numa rede social que há ministérios descartáveis. Concordo; no entanto nos jogos do interior, no século passado, sempre alguém perna-de-pau era escalado por ser parente de quem deu o jogo de camisas, cedeu o campinho ou pagou o lanche.

Isto chama-se gratidão. Quando o Mito estava sozinho, “igual que nem” cachorro em dia de mudança, alguns poucos o ajudaram numa missão aparentemente impossível: derrotar a mídia amestrada e o urubusário manipulador das urnas fraudáveis. É verdade que a Onça deu providencias bafos.

Mas as rapinas são tinhosas. Uma delas posicionou-se de costas na solenidade de diplomação, ao início da execução do Hino Nacional. Outra, em cerimônia oficial, agradeceu ao molusco em cativeiro, sua ascensão ao Olimpo; no caso, Osujo.

É claro que o “controlador” conseguiu “emplacar” agentes seus no time dos vinte e dois escalados. A única diferença (para melhor) é que os mesmos já foram tintos por nitrato de prata, mercúrio cromo ou azul de metileno como manda a boa prática médica.

Que em janeiro comece a limpeza para tudo voltar a ser chuchu-beleza.

Deus permita que sejam extirpados os tumores remanescentes, no cão egresso e no judas ciário. Se isso não ocorrer, o sonho de uma noite de verão tornar-se-á pesadelo.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Que moral tem a Globo para demonizar João de Deus?



Médium João de Deus

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Definitivamente ficou comprovado que os impostos pagos pela sociedade brasileira para sustentar toda aquela parafernália de organizações  públicas espalhadas pelos Três Poderes representam o mesmo que jogar fora o dinheiro do povo.

Parece que a atitude mais inteligente de todas seria fechar todas essas organizações públicas e deixar tudo por conta da Rede Globo, que concentraria em si todos os poderes de fazer as leis, julgar as demandas da sociedade, e administrar a coisa pública.

As “taras sexuais” do médium João de Deus, de Abadiânia-GO, expostas no Programa “Conversa com Bial”, da TV Globo, sexta feira, 7, tiveram o mérito de comprovar que o Brasil conta com um Serviço Público absolutamente ineficaz e inoperante, apesar dos “bilhões” que são dispendidos para mantê-los.

Como admitir que esses abusos sexuais do médium João de Deus só  tenham surgido  publicamente  através de uma emissora de TV, e não de algum órgão público, que por dever de ofício, teria obrigação de saber de todas essas práticas bem antes? E que seria absolutamente impossível de manter em segredo durante todos esses anos?  João de Deus teria começado essas práticas abomináveis “ontem”?                                                                                                         

Como toda essa “tara” do médium poderia ser mantida em “segredo-de-estado” durante tanto tempo, só vindo a público através da TV Globo, que conseguiu mobilizar a um só tempo todas aquelas estruturas públicas que foram pegas “de surpresa”? Será que todos esses órgãos públicos só são movidos mediante o “combustível” da TV Globo? Como admitir que uma emissora de TV seja o “cérebro”, o coração, as mãos e as pernas de uma Nação?

Mas o mais importante de tudo seria fazer uma “competição” entre João de Deus e a TV Globo, para se aferir qual desses dois seria o “campeão” de incentivar os maus costumes do povo brasileiro.                                                                                                                                    

Certamente as “taras” de João de Deus perderiam longe para as novelas, ”baixarias” e outras programações de baixíssimo nível da TV Globo, que inclusive estão em plena sintonia com as diretrizes  do “Mecanismo”, da “Nova Ordem Mundial” e do próprio “Gramscismo”, cujo  objetivo central se resume na destruição da cultura judaico-cristã, e no esfacelamento da estrutura familiar, incentivando todas as  espécies de práticas depravadas.

Outra diferença fundamental entre esses dois “competidores” é que apesar da reprovação que se deva  fazer dos  atos libidinosos de João de Deus com seus “fiéis”, esse médium também já fez muito bem para os brasileiros e estrangeiros que o procuraram, comprovadamente, em questões de saúde,  ao passo que a  Rede Globo só fez mal durante toda  a sua existência. Não podemos crucificar João de Deus sem antes crucificar quem primeiro o denunciou.

Na verdade eu pagaria qualquer preço que me exigissem para ver se esse  “estardalhaço” que a Globo fez em cima do médium João de Deus também seria feito se o autor dos questionados ilícitos sexuais tivesse sido algum dos seus “queridinhos”, integrante de alguma comunidade LGTB, por exemplo, que normalmente  pensam mais com os órgãos “genitais”, da frente e de trás, do que com o cérebro.

Não, isso seria não só tolerado, como também aplaudido de pé, e provavelmente mostrado ao mundo inteiro como exemplo de “direitos humanos” a serem respeitados. Mas “infelizmente” João de Deus teve o azar de não ser um deles.

Quem vence esse “campeonato”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

O bombardeio sobre o Supremo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gaudêncio Torquato

Não há como negar o fato: a mais alta Corte do país tem sido alvo de polêmica, que abriga posicionamentos de seus membros, alguns considerados suspeitos de tomar decisões sob influência política ou por ligações de amizade com figurantes controversos da cena institucional. O fato é que o Supremo Tribunal Federal sofre um bombardeio não apenas de grupos e setores que se sentem incomodados por suas decisões, mas de cidadãos comuns, como nesse episódio envolvendo um advogado e o ministro Ricardo Lewandovski.
Após dizer que o Supremo “é uma vergonha”, o ex-presidente do STF perguntou se ele queria ser preso. A cena diz muito sobre a escalada crítica a que, nos últimos anos, tem sido submetida a tríade dos Poderes, a começar pelo Judiciário. Quando se constata que a nossa mais elevada Corte já não figura como o sagrado altar da Pátria, respeitada pela sapiência de seus membros, reverenciada em tempos idos pela nobreza, dignidade e independência, virtudes inerentes à guardiã da Lei Maior, há de se concluir que graves distorções pairam sobre a vida institucional.
O acervo negativo tem muitas fontes, entre elas o processo de escolha dos magistrados, onde se observa viés político; a ausência de regulamentação de dispositivos constitucionais, que obriga o Supremo a adentrar o território legislativo; e, nos últimos tempos, a própria índole da instituição, que ganhou a imagem de poderosa corte criminal. Enxergar o STF como casa afamada pela condenação a perfis com foro privilegiado é, convenhamos, uma grave distorção.
Comecemos por aí. Desde o mensalão (Ação Penal 470), o Supremo cobriu-se com o manto de tribunal criminal por mais que sua ação tenha se estendido a outros importantes nichos temáticos. Mas o matiz político se adensou na esteira de ilações e inferências sobre condenações de figuras e partidos. 
A polarização política que se acentuou, desde então, cuja marca mais forte pode ser vista no lema “nós e eles” (de autoria do lulo-petismo), acabou respingando em alguns membros da Suprema Corte. A Operação Lava Jato, em curso, ampliou o bombardeio crítico, e as decisões de altos magistrados têm sido inseridas em campos carimbados com as referências “simpatia” e “antipatia” em relação a alguns protagonistas. Portanto, os ministros foram jogados em terrenos da política partidária, com um ou outro formando grupos de decisão. O arremate emerge naturalmente na interlocução cotidiana: “esse é ligado a fulano, aquele a sicrano”.
A suspeição tem aumentado sob o fluxo do divisionismo político que recorta o país em bandas. E ainda em função da pressão da representação política para pôr um ponto final na Operação Lava Jato, que se apresenta como o inferno a aguardar o ingresso de novos visitantes. E, ao que se percebe, a continuidade dos processos estaria garantida sob imensa teia de apoio social e a disposição do futuro governo de estender, no que lhe compete, as tarefas de combate à corrupção política.
Outro fio do novelo é puxado pelo Poder Legislativo. Ao deixar solto um conjunto de dispositivos da CF de 88, sem legislação infraconstitucional, os congressistas abriram o espaço para a Suprema Corte agir. Não há vácuo no poder. Os ministros ocuparam os vazios que os parlamentares abriram. A acusação de politização do Judiciário tem no Parlamento, portanto, sua principal fonte. Se uma questão chega ao Supremo – e não está regulamentada – Suas Excelências acabam dando sua interpretação. E os exageros tendem a aparecer, como as incursões de ministros no terreno das privatizações ou do indulto a presos, prerrogativa do Poder Executivo.
Os caminhos erráticos podem ser corrigidos? Sim. O STF não pode querer ser o protagonista central da cena institucional. Deveria se preservar. Adotar uma liturgia de poder com respeito aos valores e às virtudes da mais alta Corte: a moderação, a sabedoria, a discrição. A TV Justiça acaba sendo um espelho de vaidades.
Que o novo ciclo político a se abrir acolha com fervor a letra da nossa Constituição: independência, harmonia e autonomia dos Poderes.
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Além da Tolerância Zero com a Corrupção



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

O Crime é Institucionalizado no Brasil. Por isso, a corrupção sistêmica deve ser encarada como conseqüência – e não como causa principal da “roubalheira” organizada. A verdadeira causa é o modelo estatal brasileiro. Ele é estruturado não só para “roubar”. O roubo cumpre a função de remunerar os agentes conscientes que cumprem a missão maior de tornar o poder público ineficiente para nos manter no subdesenvolvimento.  

Por isso, é dificilíssimo combater a Corrupção. Enxugar gelo rende melhor resultado. Vide um exemplo: A Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro instaurou um procedimento criminal há cerca de quatro meses para investigar as circunstâncias das movimentações dos funcionários de Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A apuração também tem como alvo os deputados aos quais estão vinculados os servidores.

Imagina se o mesmo procedimento for adotado como padrão pelo Ministério Público pelo Brasil afora, em todas as assembléias legislativas e nas câmaras municipais de todos os municípios. Pode ter certeza que aí será desvendado como funciona (e arrecada ilegalmente) o famoso “Mecanismo”. Se tamanho esquema não for atacado, nada vai mudar na política. A maioria dos eleitos é escolhida, previamente, pelo Mecanismo – que patrocina candidaturas, independentemente do viés ideológico (mero ilusionismo).

Por isso, é fundamental ir muito além da mera tolerância zero com a corrupção. O corrupto cumpre a função de controlador social pela via executiva ou legislativa, com interferências diretas nos órgãos de controle e, sobretudo, na máquina judiciária (magistratura, membros do Ministério público e os variados cartórios). Isto explica por que tantos corruptos sobrevivem, por longo tempo, impunes ou sem serem incomodados por quem tem a missão profissional de prevenir e conter a corrupção na máquina estatal. O “Mecanismo” é isto aí...

Agora, as diversas variações da Lava Jato geram um corre-corre dos corruptos. As broncas podem sobrar para qualquer um – principalmente para os que perdem seu poderio, por qualquer motivo. As estratégias e táticas usadas pelos corruptos profissionais se tornam manjadas. Mais interessante é que tudo se torna público. O cidadão comum consegue entender como funciona o “Mecanismo”. Melhor ainda: consegue-se identificar os corruptos e seus parceiros, em todos os escalões do poder público, nos Três Poderes, na União, Estados e Municípios.

Só não temos direito de nos iludir. O “Mecanismo” só será realmente afetado se o cidadão comum, eleitor compulsório, se preparar para cumprir o papel fiscalizador. O Brasil que se deseja honesto não tem outra saída senão criar um sistema de Corregedorias Públicas – formadas por voluntários, entre os eleitores, e com capacidade técnica para tomar conta do poder público. Os corregedores devem cumprir mandatos curtos, sendo sempre renovados, para não acabarem, rapidamente, seduzidos pelo “Mecanismo”.

O Controle do Estatal pelo Cidadão é o maior desafio brasileiro. Não se combate corrupção com supostos heróis, discursos moralistas arrumadinhos ou deixando que o próprio “Mecanismo” indique quem irá fiscalizar o setor público. Se isto não ocorrer, vamos apenas esperar pela próxima operação espetaculosa da Polícia ou dos promotores de Justiça, com a certeza de que nada vai mudar, estruturalmente, de verdade. Assim, o Crime Institucionalizado continuará compensando e cumprindo sua função de nos manter no atraso, na miséria e no subdesenvolvimento.

Enquanto o certo não se consuma, vamos nos divertindo com a penca de bandidos de fino trato que a Lava Jato prende...   




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 12 de Dezembro de 2018.

Alemanhosa?


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira


O símbolo da França é a Marianne.https://br.ambafrance.org/Marianne

Em linguagem futebolística, o país dos Galos é freguês dos alemães.

Agora a coisa vai ficar mais escura. A nova líder do partido de Merkel é uma tal de Annegret. Marianne regret ! Se arrependimento matasse, os franceses estariam na tumba. Aceitaram uma política de abertura a todo tipo de imigrantes. Em breve o país sera islâmico.

Não mais turismo, vinhos e queijos ! Au sécours !!!

Um tiranete de ópera bufa está prestes a dar o golpe de misericórdia num dos países mais civilizados de outrora.

A capitulação começou com a União Européia. A França abriu mão de sua moeda (o franco) em favor do Euro que nada mais é que o Deutsche Mark disfarçado. A propósito, o Banco Central Europeu fica na Alemanha e não em Bruxelas.

A Inglaterra, que sempre adotou uma política mais sábia, entrou na União Européia sem abrir mão de sua Libra Esterlina. Agora pode retirar-se com mais facilidade (Brexit).

Não tenho bola de cristal. Mas a Itália será a próxima defecção da UE.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Por que o Mecanismo recuou de eleger Haddad?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Só mesmo um “cara” absolutamente ingênuo poderia supor que a vitória de Jair  Bolsonaro, no 1º e 2º Turno das eleições presidenciais de outubro, tenha se dado  sem  que tivesse havido  alguma “pressão”, impedindo  um resultado fraudado, favorável ao candidato da Coligação Brasil Feliz de Novo, Fernando Haddad.

Partindo-se do pressuposto da possibilidade “teórica ”de manipulação  dos resultados das eleições nas urnas eletrônicas  e  computadores do TSE, é evidente que  essa possibilidade poderia favorecer  qualquer um dos candidatos na competição.

Mas o mais surpreendente de tudo é que em nenhum momento, antes ou depois das eleições, esse tipo de  “acusação” tenha partido da esquerda, no sentido de que Bolsonaro poderia ser o beneficiário de uma possível fraude eleitoral. Portanto essa eventual hipótese merece ser descartada desde logo , completamente. Já com o “outro lado”, não se pode dizer o mesmo.

Muito se cogitou sobre a provável manipulação dos equipamentos do TSE para favorecer a candidatura de Haddad. Tinha muita gente  que estava absolutamente convencida que essa fraude iria ocorrer, inclusive “jo”.                                      
Por isso, mesmo que Haddad  perdesse  a eleição lá na “ponta”, nos teclados das urnas eletrônicas, a certeza era de  que ele seria o vencedor, na totalização dos  votos pelos computadores do TSE, a exemplo do que suspeita-se já ter ocorrido antes , em outubro de  2014, com a eleição de Dilma Rousseff.

Mas nesse meio tempo  algo de “estranho” aconteceu, cortando esse mal pela raíz, abortando o  processo fraudulento nas eleições que se avizinhavam.                                                               

Os próprios militares se encarregaram, patrioticamente, de fazer  uma espécie de “intervenção branca”, deixando bem claro, para o “bom entendedor”,  que tinham plena consciência da probabilidade objetiva   de que estaria na iminência de  haver  fraude eleitoral, mas  que reagiriam “à altura”, se  essa eleição fosse “roubada”.

Sem dúvida essa “intervenção branca” foi suficiente para que o TSE não colocasse nos seus computadores o “vírus” que daria um resultado previamente “escolhido” ,fraudado, para as eleições ,cujo vencedor não seria Bolsonaro, com certeza, e sim o seu opositor ,Fernando Haddad, candidato das esquerdas.

Talvez aí esteja a principal razão pela qual a Sra.Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dra. Rosa Weber, tenha comparecido à solenidade de diplomação de Jair Bolsonaro e  ter feito nessa ocasião  um discurso absolutamante “desconfortável” , fora de contexto, mesmo “indelicado”, frente ao novo  Presidente da República.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

EU SOU



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Eu sou os milhões de aposentados de cujos direitos roubados, saem as gordas aposentadorias de políticos e dos membros do judiciário.
Eu sou o velho cansado das filas para pagar suas contas, das filas para marcar uma consulta médica para conseguir uma internação, sem garantia de que essa aconteça antes que a doença vença a contenda com seu corpo.
Sou o que paga contas de água, luz, gás, onde os impostos cobrados sobrepujam o gasto efetivo de consumo para lastrear a vida nababesca de toda “nomenklatura”, alçada ao patamar de amigos do poder nas últimas décadas de governos de esquerda.
Eu sou o que por não ter alternativa, entregou os filhos para serem “Gramscisados” por agentes comunistas nas escolas e universidades do estado.
Sou também os milhões que foram enganados em um passado não muito distante, por um sociólogo de botequim bancado pelo controlador em Londres.
Sou aquele que com fé cega toda noite pede:- Caminhe comigo Jesus, assim não caminharei sozinho.
Sou o advogado, até alguns dias desconhecido, alçado a herói nacional após ter dito, na cara do polaco do STF, que tinha vergonha do Supremo Tribunal,  o qual reagiu como uma virgem Vestal ofendida e em um surto de prepotência,   determinou minha prisão pela Polícia Federal, atropelando os direitos individuais,  que na  constituição me garantem o direito a opinar com liberdade  sobre a atuação de  um órgão público.
Eu sou os milhões ofendidos pela burra prepotência de um dos representantes do Olimpo que acredita mandar no país.
Também sou dos que imaginam que na carceragem em Curitiba o “muar de São Bernardo” deve ter cantarolado baixinho parodiando o samba de Assis Valente:
Meu polaco fez bobagem
Maltratou um advogado no avião
Sua eminência abusou da prepotência
E enterrou o Supremo com minha chance de sair da prisão
Eu sou finalmente, a luz das estrelas de Raul Seixas, embora não tenha nascido a dois mil anos atrás, sou a voz não mais calada de mais de cinquenta e cinco milhões que dizem basta à tirania desse Supremo que apenas legisla em causa própria e para os amigos.
Eu sou Nêmesis.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Menoridade da Maioridade do Código de Trânsito


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Em vigor há mais de 21 anos, o código de trânsito apresentou algumas mudanças, mas seu espírito punitivo e não de orientar ou disciplinar a circulação merece reflexão. Ao lermos e relermos o código verificamos que a maioria dos dispositivos se vincula à punição do infrator com as mais diversas tipificações. Polícia de trânsito não existe, e o conjunto da obra está a demandar uma reforma substancial.

Tentemos explicar: hoje o Brasil conta com mais de um milhão (pasmem os senhores) de radares os quais são cofres 24 horas por dia para as burras dos municípios, estados e União - os três, todos eles, literalmente falidos. Não há sequer um projeto de recomendar e manter equipe nas ruas para simples diretriz de conscientizar e permitir uma alteração do modo de ser do condutor.

A última década propiciou o ingresso de quase 2.5 milhões de carros no Brasil fruto das benesses fiscais e de um pseudo credito financiamento, cujos consumidores não honraram seus compromissos. Prova disso é o vultoso número de veículos resultantes de devolução ou busca e apreensão.

Em primeiro lugar não é possível mantermos o número de 20 pontos na carteira para suspensão da carta ou sua entrega. Em segundo, as multas de menor potencial ofensivo deveriam ser transformadas em advertências ou majoração do valor sem pontuação. Por fim e não menos importante se os carros já não são mais velhas carroças do século de então, as nossas ruas e estradas assim se comportam.

A velocidade máxima é de 120km/h ao passo que no exterior há pistas sem limite de velocidade e mais grave ainda temos diversas rodovias com perimetros urbanos nas quais as velocidades são reduzidas em até 40km/h. Em linhas gerais o poder público somente tem direitos e o condutor apenas deveres.

A indústria da multa precisa ser desvendada por meio de rigorosa investigação do Ministério Público e da receita proveniente da arrecadação na qual metade é de ser endereçada para conservação das pontes, viadutos e vias públicas. Infelizmente, a montanha de dinheiro que se arrecada pelos três poderes - mais de R$ 50 bilhões por ano - não tem retorno algum para a população.

Dai o fracasso do diploma de trânsito, já que sem policiamento preventivo nas ruas e nas rodovias todo projeto será inócuo. Ao que tudo indica nossas autoridades somente exercem fiscalização ao colocarem radares moveis e fixos ao longo de todas as localidades e fazem do cidadão um mero pagador de impostos e multas, escravos da incompetência e imoralidade que cerca a administração pública.

O transporte público está muito distante das necessidades da população. Uma chuva mais forte de 5 minutos já causa transtornos deixa os semáforos intermitentes e as ruas se tornam cachoeiras com ameaça
de morte. O código de trânsito é muito mais comportamental, de conscientização do que punitivo de mero arrecadador de multas e de velocidades desconexas.
Há um estudo que mostra se elevarmos a velocidade permitida em 5 km/h as multas cairiam em 30%. 

Exemplo: se houvesse radar com 45, 55, 65, 75, 85,e 105, 115, e 125, decerto as empresas fabricantes dos radares e os serviços de punição teriam dias sombrios. Há muitas alterações a serem feitas, no que diz respeito aos motoristas recalcitrantes, embriagados e principalmente de milhares de veículos que poluem, antigos sem condições de circular, mas a fiscalização é nula.

Enfim teremos muitas tragédias no trânsito ceifando vidas, mas a culpa não é apenas do infrator mas sim das autoridades de trânsito que cruzam seus braços e desde as 5 hs da manhã já estão com seus talões e smartphones a fazer da industria da multa a mais nefasta de todas as regras de um trânsito burro, punitivo e sem sinal de melhoria a curto prazo.

Donde a maioridade do código é a menoridade do cidadão de bem, pois que sem separar o joio do trigo, a finalidade exclusiva é de arrecadar sem parar e estontear, por falta de sinalização e agentes de trânsito, o condutor perplexo.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Agendas para Bolsonaro e Mourão



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

Devidamente diplomados e prontos para tomar posse dia 1º de janeiro, Jair Bolsonaro e Antônio Mourão têm, a partir de agora, uma missão imediata: a definição de duas Agendas. Uma, tática e operacional, para ser amplamente divulgada na cerimônia de posse. Outra, estratégica, para ser conhecida pelos mais fundamentais dos 22 ministros, que não deve ser alardeada publicamente e, muito menos, vazada, para ser colocada em prática pelos integrantes do Governo.

A Agenda pública tem de conter as ações imediatas que o eleitorado definiu como um ultimato: medidas imediatas para a segurança pública; ataque à Corrupção; e melhoria econômica. Um milhão de perdões aos tecnocratas, mas a reforma da previdência não foi uma prioridade definida pelos eleitores. Ignorar isto será um erro imperdoável de comunicação: falar de um tema espinhoso, na hora errada. A burrada foi cometida nesta transição governamental...

Na hora certa, a reforma previdenciária deve ser debatida abertamente, porque mexe com o futuro das pessoas. Porém, Bolsonaro e Mourão não podem criar e muito menos cair na armadilha da marketagem errada. Presidente e Vice não podem permitir que burocratas abram espaço para um assunto que só gera desgastes, para alegria da mídia inimiga e que só é prioritário, de verdade, para os banqueiros interessados em lucrar com a capitalização.

A dupla Bolsonaro/Mourão tem uma prioridade entre si: precisa demonstrar ao público que prevalece um bom entrosamento e uma harmonia pessoal entre o Presidente e o Vice. Também deveriam mandar a turma próxima parar de chamá-los de Capitão e de General. Essa é outra armadilha que a mídia inimiga adora explorar, para transmitir a falsa imagem de um “governo militarizado”, associado à também falsa imagem consolidada de “ditadura” do passado.

O Palácio do Planalto não é um quartel, por mais militares e ex-oficiais que abrigue. O negócio agora é o presente e o futuro. Bolsonaro e Mourão já foram “aposentados” da profissão militar: um foi reformado há muito tempo e o outro foi para a reserva. Não são mais militares, apesar da origem. Jair e Antônio viraram políticos. Já foram diplomados Presidente e Vice. Por delegação constitucional, Jair será Comandante-em-chefe das Forças Armadas, sem necessidade de vestir farda como já o fez, impropriamente, Nelson Jobim (que nunca foi Presidente, mas que agora é um daqueles banqueiros interessadíssimos na reforma previdenciária)...

Por falar em Constituição, a Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a supre magistrada Rosa Weber, aproveitou muito bem seu longo e meio chato discurso na diplomação de Bolsonaro e Mourão. Taticamente, Rosa usou como gancho os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU para mandar um recado subliminar à dupla que toma posse. O Judiciário exige que eles cumpram a agendinha global das Nações Unidas – que é uma bandeira da esquerda derrotada no voto, mas não na eficácia do discurso midiaticamente hegemônico.

Aquele papo todo arrumadinho, em juridiquês, foi como se a Rosa dissesse para Bolsonaro e Mourão para tomarem todo o cuidado na hora da repressão pesada contra o Crime – desde o bem organizado entre os poderosos até às facções narcoguerrilheiras (que têm enfoque comercial ilegal, mas, também, político ideológico). Rosa sinalizou, simbolicamente, que a cúpula do Judiciário será um obstáculo, se os tais direitos humanos não forem respeitados.

Voltando à agenda, Bolsonaro tem de comparecer ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, nos Alpes Suíços. Só precisa viajar com a clareza de que o evento anual, entre os dias 22 e 25 de janeiro, é um mero espetáculo para os controladores globalitários do Planeta darem seu showzinho de vaidosa exibição de força e poderio.

Por isso, Bolsonaro deve suportar o frio e cumprir dois objetivos básicos. Primeiro, mostrar aos poderosos que um novo Brasil vem aí, equilibrando soberania com negócios na medida certa. Segundo, deixar claro aos gringos que ele não é aquele “fascista” que a oposição pintou lá fora...

Antes da primeira viagem internacional, Bolsonaro precisa priorizar a saúde. Deve marcar, para depois de Davos, a cirurgia para reconstrução da ligação intestinal. Quinta-feira, Bolsonaro deve definir a parada com seu médico Antônio Macedo, em reunião/consulta no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Bolsonaro continua usando aquela incômoda bolsa de colostomia... Lembram que ele tomou uma covarde facada?... Ou só recordam da Marielle?... A coitada morreu... Bolsonaro não foi assassinado por milagre... Será que a Rosa e os demais cravos com espinho do Judiciário lembram daquele atentado aos direitos humanos, ocorrido em 6 de setembro?...

Discurso do Diplomado




Vergonha...


O presidente do STF, José Dias Toffoli, é recebido, animadamente, no Espírito Santo... Galera grita "vergonha"...

Recadinho ao Crivella


O cantor e político Agnaldo Timotéo mandou um injuriado recado ao Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivellae, em protesto por ter apoiado a eleição dele, sem sequer ser recebido pela autoridade, até agora...

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Dezembro de 2018.

Pelo em Ovo



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Pelo sim, pelo não fica nossa sugestão.

As “viúvas” dos derrotados procurarão criar obstáculos para o novo governo.

Eu vomito para quem tenta enredar o Mito.

Após a esfincterocracia dos últimos trinta e três anos, os derrotados estão cheio de gases ainda não arrotados dos manjares, hoje “manjados”, de sua voracidade pantagruélica sobre as “tetas” do erário do Cãotribuinte otário.

Assim, picuinhas são criadas diuturnamente na mente de um boçal indigente.

Passados os vinte e poucos dias que restam deste pesadelo cleptocomunista, os “intelectuais” do ânus entrarão em novo período histórico: o cunamãozismo.

Afinal o COAF terá nova direção ! Expurgará o que resta de influência dos apaniguados da mulher do chupim.

Novos e trepidantes escândalos, novinhos em folha, virão à tona esmerdeando ainda mais (se é que possível) os merdandantes que, na história deste país nunca dantes, dantescos delitos cometeram.

Os histriões que ora se vitimizam aos urros estarão confinados entre mata-burros.

De que valem os bilhões para quem não tem cultura ?

Burro olhando pra palácio ? Tomar “Petrus” na boquinha da garrafa ?

Pior que torcicolo em pescoço de girafa !

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.