terça-feira, 18 de agosto de 2009

A quem possa interessar

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Arlindo Montenegro

O ex oficial da aeronáutica russa, Viktor Bout, é um destacado traficante internacional de armas, preso na Tailândia. Os americanos pediram a extradição do mesmo, para processá-lo por fornecer armas aos narco guerrilheiros das farc. As autoridades tailandesas negaram e os russos manifestaram sua satisfação e se mobilizam para que “Bout volte ao seu país natal, onde vivia em liberdade”.

Mister Lula vetou a lei que limitava bilionárias despesas com a propaganda do seu desgoverno. Também ignorou um Tratado Internacional e deu de presente ao Paraguai uma fatia substancial de Itaipu, sequenciando outras dádivas generosas como as fronteiras desguarnecidas para facilitar o contrabando de cigarros, uísque, armas, eletrônicos, maconha e outros produtos falsificados pelos vizinhos ou vindos da China.

Em meio ao terrorismo com a gripe produzida sei lá por que laboratório, o remédio Tamiflu já tinha patente registrada há dois anos. Sabe-se que o Ministério da Saúde deixou de aplicar R$ 5,4 bilhões desde o ano de 2000, por conta de um errinho de contabilidade governamental, do mesmo jeito que a Petrobrás errou no pagamento de impostos e os senadores meteram a mão na cumbuca. Só os Senadores?

“Que jeito que tem? Que jeito se dá?”... A nação calada só leva porrada! E os dispositivos legais não alcançam os sucessivos golpes, que encobrem a infinitude de “maracutaias” secretas. O governo que deveria defender e representar a vontade da nação, executa as diretrizes emanadas pelo Foro de São Paulo. Associado ao projeto detalhado para a comunização do continente, privilegia ditadores e terroristas. Será esta a vontade da nação?

Melhor indagar: qual é mesmo a vontade da nação brasileira? Ou então: temos vontade? Temos escolhas? Temos objetivos para o bem comum? Que resta da nossa identidade? Os sucessivos governos “socializantes”, desde o acadêmico FHC, eleito pela Trilateral e pelo Diálogo Interamericano, têm direcionado a nação por veredas obscuras.

Em vez de solucionar, agravaram, com suas decisões, a situação decepcionante da saúde, educação, segurança, defesa da soberania... contribuíram sistematicamente para descaracterizar a face da nação, subordinando as instituições tradicionais que asseguravam o direito natural, ao projeto aventureiro que destaca governos como o de Cuba, Venezuela, Equador e Bolívia, onde a marca registrada é a opressão política, a miséria e o descontentamento popular reprimido com a força brutal.

Enquanto estamos enrolados neste ambiente de incertezas em que cada um trata de defender a própria pele, configura-se a nova guerra fria, prenunciando a possibilidade de batalhas sangrentas na América do Sul. E nos divertem prometendo Reforma Agrária, Reforma Tributária, Reforma Política, Reforma de Leis Trabalhistas, reformas, remendos, arremedos de leis para que ninguém cumpra, começando pelos poderosos.

Que tal falar de um Compromisso Federativo que nunca foi feito em nossa história? Que tal ouvir a voz de cada município, de cada Estado? Que tal garantir a autonomia e as iniciativas, independentes das decisões do covil totalitário que a partir de Brasília, impera e oprime a nação? Que tal proclamar de fato e de direito a independência, reduzindo o orçamento do governo central à mera necessidade de guardião de uma unidade jurídica que garanta o Estado Democrático de Direito?

Lendo a história percebem-se os contos das mil e uma promessas e o quanto ainda estamos submetidos aos burocratas e oligarcas agrários. Pior, o quanto estamos vulneráveis à vontade dos impérios que se configuram e dividem zonas de influencia para estabelecer a Nova Ordem Mundial. Dependendo desta casta de políticos, continuaremos balançando entre o império dos mercadores anglo americanos e o outro, dos mercadores comunistas da Rússia e da China.

A Unasul, com propósitos ideológicos de seita fanática, está formada. Aponta suas armas contra o que resta de propósito democrático no continente, declarando ódio mortal ao que resta de capitalismo, ideais conservadores ou liberais. Esta “coisa” misteriosa, a Unasul, se propõe subordinar o sul do continente americano, como a ONU se propõe a subordinar o planeta.
As pesquisas para o voto nas eleições obrigatórias, utilizando maquininhas viciadas, já começam a fazer a cabeça dos crédulos. As cartas estão marcadas...

Arlindo Montenegro é Apicultor.

3 comentários:

Anônimo disse...

Humanidade escravizada

Você sabe de onde vem a energia elétrica que usa em sua casa?
De Itaipu? De outra usina hidrelétrica, a gás, a diesel, nuclear?
Bem, na verdade todas elas enviam energia elétrica que provém do vácuo quântico. Cada watt de energia gerado no mundo desde o primeiro gerador elétrico provém do vácuo quântico. Mas e daí? Ocorre que nos enganam dizendo que é preciso gastar uma quantidade maior de diesel, gás, energia nuclear ou potencial e cinética (no caso de hdrelétricas) para produzir a eletricidade. Daí que todos os engenheiros do mundo hoje acham que não pode existir COP (coeficiente de performance) igual ou maior que 1, porque seria gerar energia a partir do nada.
Falso. Basta não destruir o dipolo magnético do gerador. Como? Colocando os eletroimãs de forma assimétrica dentro do gerador, e não de forma simétrica, como é ensinado nos cursos de engenharia elétrica há 140 anos (a simetria destrói o dipolo magnético, que precisa então mais energia para ser contìnuamente recriado).
Assim, não será preciso gastar mais energia, além do impulso inicial, para por o gerador em funcionamento indefinidamente.
Isto libertaria a humanidade para sempre da escravidão do petróleo, da energia nuclear, da farsa dos biocombustíveis (estes sim gastam mais energia para serem gerados do que fornecem), da energia cara e suja.
Advinhe quem não quer que isso aconteça?

Ref:
www.cheniere.org/

Eraldo disse...

Caro Arlindo.
Este é o grande defeito das atuais democracias: o maldito vício de jogar com cartas marcadas. A ética foi para a cesta de lixo.

Marc disse...

É...
E tudo isso montado em cima da enorme ignorancia da maioria da população que se satisfaz com migalhas; não reclama de fazer fila no hospital as 2 da manhã, perigando não ser atendido. Não reclama da falta de escola; não reclama do policial que o aborda por conta de sua cor.
E ainda acha que o pulha que acha que governa é o maioral.