sábado, 18 de setembro de 2010

IMPEACHMENT II – Voto branco, nulo e o eletrônico

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Ercio Braga


Sobre as cinco ultimas eleições ouço uma frase dita com freqüência é: “Estou cansado de escolher o menos pior”. O eleitor e a maioria de seus amigos também devem ouvir diariamente tal frase.

Este sentimento de impossibilidade de mudança na política brasileira tem que terminar. Vamos fazer do dia 3 de outubro o dia da mudança, única solução para os eleitores nacionalistas que amam este país e querem o melhor para o Brasil.

Sobre os votos brancos e nulos alertaríamos sobre sua inutilidade, pois os mesmos dão legitimidade a uma farsa de eleição numa fraca democracia.

Com relativa facilidade alguém com pequeno conhecimento em informática, tendo acesso aos disquetes da eleição, consegue transferir qualquer voto para um candidato conveniente, numa fraude “impagável” e segura de impunidade. Confirme essa afirmação com qualquer internauta.

Sobre essa realidade, falar com especialistas em segurança em informática é covardia.

Qual seria a solução para o eleitor? A solução é a abstenção. Sem comparecer a votação a fraude não pode se consumar e com 51% de abstenção a eleição deve ser anulada. Lembro que a transformação dos votos não foi feita no ridículo plebiscito sobre desarmamento porque estava guardada para esta eleição e a diferença entre o “sim” e o “não” era muito grande.

Para dar um ar de seriedade e honestidade ao sistema corrupto, a máfia necessitava de uma instituição que divulgasse com antecedência, os resultados pretendidos. Surgiram então as pesquisas cujos resultados serão confirmados através da manipulação dos votos.

Mas, se o caro eleitor resolver comparecer as urnas, vote no impeachment nos grandes (só tamanho) partidos: PT, PSDB e PMDB que são os responsáveis pela podridão que se alastrou na política brasileira.

Em Impeachment III faremos alguns lembretes aos leitores para transformar o dia 3 de outubro no dia do BASTA.

Ercio Braga é Brigadeiro da FAB.

3 comentários:

Anônimo disse...

A história das eleições no Brasil tem muitas coisas folclóricas. Lembro-me de algumas que ficaram nos anais do folclore popular.
No Rio de Janeiro foi a eleição do macaco Tião. Como a eleição era com votos de papéis preenchidos na hora, o macaco se deu bem e foi eleito.
Aqui em São Paulo, um bode foi também eleito, e por infelicidade minha, não me lembro se o bode tinha nome ou não, mas com certeza afirmo: o bode deveria ter ido para o Congresso Nacional.

Era também de costume, como forma de avacalhação, votar em jogadores de futebol que estivessem no ápice na época. Lembro-me que quando Biro Biro começava a fazer sucesso na equipe do Corinthians, ele foi um dos mais votados. Após, já tendo largado o futebol e sendo candidato, foi eleito vereador pela cidade de São Paulo, fazendo assim, as pazes com a Urna. Infelizmente (ou felizmente) o mesmo Biro Biro não foi mais eleito.

E assim, sem poder abster-se do voto obrigatório, o povo sempre encontra uma maneira de se expressar a favor ou contra o momento atual. Contudo, o certo mesmo seria o povo brasileiro ter a opção de não votar, e nada ser obrigatório, como é o voto nas eleições, e o serviço militar.

Que bom seria se estes “pseudos” democratas brasileiros soubessem que: “se é obrigatório, é porque já não é bem uma PLENA DEMOCRACIA”.

Anônimo disse...

Pois é, acho que o brigadeiro pre-
cisa pensar melhor neste momento de
verdadeira guerra. Pergunto é fácil atingirmos os 51%? Se optar-
mos para anuir as idéias do Brgadeiro e não atingirmos os 51% e
Dilma for a eleita? E olha brigadeiro que sou daqueles que pensa ser melhor termos um General
tomando conta desse país, apesar de termos até generais do lado do PT. Acho que é hora de pensarmos sériamente. Não sou a favor do Serra por ser de esquerda, mas penso que nesse momento o ideal para sairmos do perigo é votarmos
nele, Serra, e depois trabalhar para sairmos desse marasmo político. Bem, é o pensamento desse ignorante que nem escrever sabe. Vicente

Selva disse...

Dizem as atuais pesquisas que a popularidade de Lula beira os 80%, devendo atingir 125% até dezembro. Tenho minhas dúvidas. Explico:
No segundo turno da eleição de 2006, Lula obteve menos de cinqüenta por cento dos votos possíveis. Eram 125.913.479 eleitores, e Lula obteve 58.295.042 votos. Fazendo-se uma regra de três simples podemos afirmar que os votos de Lula foram exatamente 46,29% de todos os votos.
Para saber a real popularidade de Lula em 2010, basta ver a quantidade de votos que Dilma obterá. E aplicar a mesma regra de três simples.
O número de eleitores em 2010 de acordo com o TSE é de 135.804.433.
Então, basta pegar o número de votos que Dilma obtiver, multiplicar por 100 e dividir por 135.804.433. O número resultante será realmente a popularidade de Lula. Simples assim.
Acho que muita mentira será desmascarada com uma simples regra de três, e muitas opções estarão postas para quem ama verdadeiramente o Brasil.
Como diria o Reinaldo Azevedo:"Fui claro, ou preciso desenhar????"