quarta-feira, 1 de setembro de 2010

“Lideranças” que não valem um tostão

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Márcio Accioly

Desde a sua formação, o Brasil cultiva a prática da mentira, da bandidagem e da pouca vergonha, tão enraizada que não há como se prever ou acreditar que um dia venha a ser removida. E as pessoas não conseguem compreender as razões de tanta apatia. Perceba-se a indiferença com relação às campanhas eleitorais e sinta-se asco.

Mente-se com a maior (e melhor) cara-de-pau! O vice-presidente da República, José Alencar, vivia posando de bom-moço, defendendo a redução de juros (para depois calar e se acomodar nas conveniências), pregando solidariedade humana e amor.

Pois bem: sua excelência agora está sendo processado por litigância de má-fé, por demonstrar, segundo o juiz do caso, “completa falta de senso de respeito” à Justiça. Ele obstrui decisões e se recusa a fazer exame de paternidade numa ação movida por Rosemary de Morais, 54 anos, que diz ser sua filha. A Justiça reconheceu a paternidade.

O ex-jogador Pelé fez a mesma coisa: Sandra, ex-vereadora em Santos (SP), foi reconhecida pela Justiça como sua filha depois de cinco anos de luta! Antes de morrer aos 42 anos (câncer na mama), quis ver o pai, mas este recusou convite, preferindo enviar uma coroa de flores durante o enterro, em nome das Empresas Pelé.

José de Alencar faz a mesma coisa ou pior: vive dizendo que a mãe de sua filha é uma prostituta, e tenta desqualificar a moça que se tornou professora com a ajuda e dedicação da mãe, superando obstáculos financeiros e sociais de toda ordem. Não existe classificação para tanta maldade!

Se José de Alencar conseguisse pensar, descobriria que temos pai e mãe, quatro avós, oito bisavós, 16 tetravós... e que nessa progressão geométrica reunimos todas as prostitutas, homossexuais, assassinos e bandidos na nossa ancestralidade.

De forma que não somente a filha dele deve ser retratada como descendente de prostituta, mas toda a raça humana sem risco de errar está inserida nessa classificação.

As palavras existem para retratar e justificar ações das mais estapafúrdias. No frigir dos ovos, até os antônimos são sinônimos, porque corremos sobre fio tênue de moeda desconhecida. A maior invenção do homem foi Deus (que no mundo ocidental cristão mandou matar o filho), Ser raivoso e vingativo que está aí para nos ajudar.

O que é a fome (indagava Osho), se não o extremo que caminha para a ponta da saciedade? Tudo desliza na mesmíssima linha. Quem não se lembra do presidente Dom Luiz Inácio comparando presos políticos de Cuba a bandidos e o seu governo entregando à ditadura cubana dois boxeadores que queriam de lá escapar?

Quem não se lembra de José Serra (PSDB), assinando documento em que jurava ficar na prefeitura de São Paulo até o final do mandato (registrou em cartório), esquecendo-se em seguida e renunciando no prazo para ir disputar o governo do Estado? E o então presidente FHC, o nosso Fernando Lugo tupiniquim, o pai da pátria?

Não é nem o caso de dizer que lhes falte vergonha, porque é possível que não entendam sequer a conceituação do termo. FHC viu o estado de Roraima arder em chamas durante seis meses e lá não colocou os pés. Estava mais interessado em andar na carruagem da rainha.

Agora, quando se afirma que Dilma Roussef (PT) está eleita (e ela vem sendo apontada como detentora de um só neurônio), eis que numa entrevista ao Jornal da Globo, ela garantiu que o Brasil teve participação ativa e discreta na recente liberação de presos políticos cubanos que foram para a Espanha.

O próprio Dom Luiz Inácio (PT), já havia negado que o Brasil tivesse interferido. O que nos deixa sem comando e sem voz e com a pulga atrás da orelha. Com raça de políticos de tal natureza, só se deve esperar desobediência e desordem.

Márcio Accioly é Jornalista.

4 comentários:

Anônimo disse...

Quando o carnavalesco Joãozinho Trinta (infelizmente ele agora quer ser político pelo DF. Quer amancebar-se com a maracutaia) afirmou que - quem gosta de miséria é o intelectual, porque o pobre gosta de luxo. Acertou na mosca na sua afirmação.
Realmente os intelectuais e seus pseudos, amam a miséria e na maioria das vezes fazem dela o seu modo de viver, quiça, também, o seu ganha pão.

Muito tem se dito a respeito dos nossos dirigentes (principalmente os que ocuparam a presidência), e todos que passaram por lá, de alguma maneira, levantaram bandeiras pela defesa dos pobres.
Mas, qual destes realmente eram defensores dos pobres e quais eram intelectuais e/ou seus pseudos?

Dos que estão vivos e foram ex-presidentes, pode-se excetuar o Itamar Franco, que pouco tempo teve para fazer alguma coisa, tendo deixado o barco ir devagar e não quis se comprometer – apesar que foi no governo dele que se implantou o Plano Real, amplamente vitorioso até a atualidade.

Fernando Collor sempre foi um dândi, e os pobres que raramente povoaram a sua mente, o fizeram em época de eleições.

FHC, filho de militar (general) e sociólogo, usou os pobres como meio de vida e para atingir os seus objetivos. Após, varreu-os para baixo do tapete ou alguma lata de lixo, e tenta se manter o mais longe possível desta classe. Acho interessante, pois houve um outro ex-presidente/ditador dado a atos de sinceridade extrema, João Figueiredo, que achava o cheiro dos seus cavalos de melhor odor do que o cheiro do povo. Será que FHC não pensa o mesmo da maconha?

O presidente Lula veio da classe pobre e retirante da seca, e formou a sua base de vida no contato com as massas, normalmente composta de pobres. Sendo, talvez, por isso, que o povo o tenha como um deles.
E não me lembro dele se afastando do povo, nem em palavras, nem em atitudes.
Dado a atos de sinceridade extrema também, disse que não gosta de ler, nem se informar, sendo em síntese um apedeuta no poder. Contudo, está sempre cercado por pessoas de bom estudo, e estes, pelo menos na sua presença, mostram prazer de serem liderados por um inculto.

Bem, longe de defender qualquer político, que como afirmou o missivista também me causam asco, tenho que reconhecer que o Lula gosta do povo.
É que, talvez, na história recente do nosso Brasil, o único que realmente não quer ficar longe das massas, e não quer apenas usá-la, é o presidente atual. Porque, os outros, eram apenas intelectuais (pseudos) que estiveram no poder.

Anônimo disse...

Quando o carnavalesco Joãozinho Trinta (infelizmente ele agora quer ser político pelo DF. Quer amancebar-se com a maracutaia) afirmou que - quem gosta de miséria é o intelectual, porque o pobre gosta de luxo. Acertou na mosca na sua afirmação.
Realmente os intelectuais e seus pseudos, amam a miséria e na maioria das vezes fazem dela o seu modo de viver, quiça, também, o seu ganha pão.

Muito tem se dito a respeito dos nossos dirigentes (principalmente os que ocuparam a presidência), e todos que passaram por lá, de alguma maneira, levantaram bandeiras pela defesa dos pobres.
Mas, qual destes realmente eram defensores dos pobres e quais eram intelectuais e/ou seus pseudos?

Dos que estão vivos e foram ex-presidentes, pode-se excetuar o Itamar Franco, que pouco tempo teve para fazer alguma coisa, tendo deixado o barco ir devagar e não quis se comprometer – apesar que foi no governo dele que se implantou o Plano Real, amplamente vitorioso até a atualidade.

Fernando Collor sempre foi um dândi, e os pobres que raramente povoaram a sua mente, o fizeram em época de eleições.

FHC, filho de militar (general) e sociólogo, usou os pobres como meio de vida e para atingir os seus objetivos. Após, varreu-os para baixo do tapete ou alguma lata de lixo, e tenta se manter o mais longe possível desta classe. Acho interessante, pois houve um outro ex-presidente/ditador dado a atos de sinceridade extrema, João Figueiredo, que achava o cheiro dos seus cavalos de melhor odor do que o cheiro do povo. Será que FHC não pensa o mesmo da maconha?

O presidente Lula veio da classe pobre e retirante da seca, e formou a sua base de vida no contato com as massas, normalmente composta de pobres. Sendo, talvez, por isso, que o povo o tenha como um deles.
E não me lembro dele se afastando do povo, nem em palavras, nem em atitudes.
Dado a atos de sinceridade extrema também, disse que não gosta de ler, nem se informar, sendo em síntese um apedeuta no poder. Contudo, está sempre cercado por pessoas de bom estudo, e estes, pelo menos na sua presença, mostram prazer de serem liderados por um inculto.

Bem, longe de defender qualquer político, que como afirmou o missivista também me causam asco, tenho que reconhecer que o Lula gosta do povo.
É que, talvez, na história recente do nosso Brasil, o único que realmente não quer ficar longe das massas, e não quer apenas usá-la, é o presidente atual. Porque, os outros, eram apenas intelectuais (pseudos) que estiveram no poder.

Anônimo disse...

Quando o carnavalesco Joãozinho Trinta (infelizmente ele agora quer ser político pelo DF. Quer amancebar-se com a maracutaia) afirmou que - quem gosta de miséria é o intelectual, porque o pobre gosta de luxo. Acertou na mosca na sua afirmação.
Realmente os intelectuais e seus pseudos, amam a miséria e na maioria das vezes fazem dela o seu modo de viver, quiça, também, o seu ganha pão.

Muito tem se dito a respeito dos nossos dirigentes (principalmente os que ocuparam a presidência), e todos que passaram por lá, de alguma maneira, levantaram bandeiras pela defesa dos pobres.
Mas, qual destes realmente eram defensores dos pobres e quais eram intelectuais e/ou seus pseudos?

Dos que estão vivos e foram ex-presidentes, pode-se excetuar o Itamar Franco, que pouco tempo teve para fazer alguma coisa, tendo deixado o barco ir devagar e não quis se comprometer – apesar que foi no governo dele que se implantou o Plano Real, amplamente vitorioso até a atualidade.

Fernando Collor sempre foi um dândi, e os pobres que raramente povoaram a sua mente, o fizeram em época de eleições.

FHC, filho de militar (general) e sociólogo, usou os pobres como meio de vida e para atingir os seus objetivos. Após, varreu-os para baixo do tapete ou alguma lata de lixo, e tenta se manter o mais longe possível desta classe.

Continua...

Anônimo disse...

Continuação...

Acho interessante, pois houve um outro ex-presidente/ditador dado a atos de sinceridade extrema, João Figueiredo, que achava o cheiro dos seus cavalos de melhor odor do que o cheiro do povo. Será que FHC não pensa o mesmo da maconha?

O presidente Lula veio da classe pobre e retirante da seca, e formou a sua base de vida no contato com as massas, normalmente composta de pobres. Sendo, talvez, por isso, que o povo o tenha como um deles.
E não me lembro dele se afastando do povo, nem em palavras, nem em atitudes.
Dado a atos de sinceridade extrema também, disse que não gosta de ler, nem se informar, sendo em síntese um apedeuta no poder. Contudo, está sempre cercado por pessoas de bom estudo, e estes, pelo menos na sua presença, mostram prazer de serem liderados por um inculto.

Bem, longe de defender qualquer político, que como afirmou o missivista também me causam asco, tenho que reconhecer que o Lula gosta do povo.
É que, talvez, na história recente do nosso Brasil, o único que realmente não quer ficar longe das massas, e não quer apenas usá-la, é o presidente atual. Porque, os outros, eram apenas intelectuais (pseudos) que estiveram no poder.