domingo, 15 de maio de 2011

A ignorância como “norma culta”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Geraldo Almendra

Depois de ser transformado no lixão da corrupção do ocidente, o Brasil, com a prestimosa colaboração do MEC, está sendo conduzido para o lixão da ignorância popular em matéria de comunicação entre seus cidadãos menos favorecidos ou menos esclarecidos.

Que ninguém estranhe se “nos vai ou nos fica” virarem expressões absolutamente aceitas como representativas da cultura popular, melhor dizendo, da ignorância popular transformada em ‘norma culta’ para as classes menos favorecidas, menos esclarecidas ou para os milhões de analfabetos funcionais que são empilhados no mercado de trabalho todos os anos.

Assim vai caminhando o Brasil depois da Fraude da Abertura Democrática e, mais recentemente, depois da era da ignorância generalista, o melhor instrumento de comunicação utilizado por um presidente da República durante dois mandatos.

O Brasil continua na contra mão da civilização ocidental dos países desenvolvidos que estão cada vez mais sofisticados nas suas formas de comunicação oficialmente aceitas como normas cultas das suas línguas nativas.

O suborno moral dos menos favorecidos e dos menos esclarecidos alcança com a aprovação do MEC para a deturpação da língua induzindo milhões de crianças e adolescentes, o direito a induzir a sociedade a falar de forma errada, como se seguir regras formais de uma língua não fosse uma obrigação de cada cidadão.

Ninguém precisa falar de maneira sofisticada para falar certo, mas o MEC distribui uma ‘cartilha da ignorância linguística’ determinando que falar de forma errada e grosseira não deve preocupar os que estão sendo educados para se tornarem cidadãos plenos de seus direitos e obrigações.

O MEC somente esqueceu-se de dizer aos milhões de adolescentes que enfrentarão no futuro uma entrevista em um emprego que dizer “nos vai ou nos fica”, por exemplo, não será nunca aceito por um potencial empregador, que não vai admitir alguém com esse perfil chafurdando a língua pátria no seu ambiente de trabalho e tendo contato com seus clientes.

ESTAMOS VIVENDO O RESULTADO DA ERA LULA.

O Brasil depois de ser transformado em um Paraíso de Patifes governado por um Covil de Bandidos agora caminha para transformar a ignorância linguística em norma culta. Depois de uma conceituada universidade portuguesa dar um título de Doutor Honoris Causa ao mais sórdido e ignorante político de nossa história, a troco de um punhado de euros, o que se poderia, na verdade, esperar dessa gente oriunda da academia que serviu e ainda serve de lacaio do petismo?

Quanto mais ignorante for o tecido social, mais espaço será ocupado pelo Covil de Bandidos para continuar garantindo o sucesso do projeto de poder perpétuo do Retirante Pinóquio.

Geraldo Almendra é Ensaísta.

5 comentários:

Anônimo disse...

Se o Lula podia vociferar sandices e deixar de usar o plural, porquê ou outros também não podem?

Com mais dois governos do PT iremos voltar a viver em cavernas e falar "UGA UGA"!

Anônimo disse...

É incrível como a IGNORÂNCIA faz as pessoas terem pensamentos tão precipitados e mesquinhos frente a mudanças. A cartilha não é de ignorância (que absurdo!), mas sim de esclarecimento. O que se encontra ao observá-la é que, tendo em vista a língua utilizada em contextos reais de uso, é possível encontrar diversas variações. Na realidade, a frase destacada é uma das possibilidades encontradas na FALA do português brasileiro. O livro destaca claramente a norma culta (na verdade a norma padrão) e a popular que independe da vontade das pessoas para existir. A questão aqui é que não se pode ensinar algo que as pessoas falam naturalmente, isso é apenas uma constatação. Na mesma cartilha, é possível encontrar um momento em que se diz que é necessário que se adéqüe à norma que o momento, a situação social, exige. A idéia é que o sujeito consiga se utilizar da língua em suas diversas possibilidades. Um conselho? Pesquise antes de escrever algo que a primeira vista parece ser fácil de ser explicado.

Anônimo disse...

É incrível como a IGNORÂNCIA faz as pessoas terem pensamentos tão precipitados e mesquinhos frente a mudanças. A cartilha não é de ignorância (que absurdo!), mas sim de esclarecimento. O que se encontra ao observá-la é que, tendo em vista a língua utilizada em contextos reais de uso, é possível encontrar diversas variações. Na realidade, a frase destacada é uma das possibilidades encontradas na FALA do português brasileiro. O livro destaca claramente a norma culta (na verdade a norma padrão) e a popular que independe da vontade das pessoas para existir. A questão aqui é que não se pode ensinar algo que as pessoas falam naturalmente, isso é apenas uma constatação. Na mesma cartilha, é possível encontrar um momento em que se diz que é necessário que se adéqüe à norma que o momento, a situação social, exige. A idéia é que o sujeito consiga se utilizar da língua em suas diversas possibilidades. Um conselho? Pesquise antes de escrever algo que a primeira vista parece ser fácil de ser explicado.

Anônimo disse...

É incrível como a IGNORÂNCIA faz as pessoas terem pensamentos tão precipitados e mesquinhos frente a mudanças. A cartilha não é de ignorância (que absurdo!), mas sim de esclarecimento. O que se encontra ao observá-la é que, tendo em vista a língua utilizada em contextos reais de uso, é possível encontrar diversas variações. Na realidade, a frase destacada é uma das possibilidades encontradas na FALA do português brasileiro. O livro destaca claramente a norma culta (na verdade a norma padrão) e a popular que independe da vontade das pessoas para existir. A questão aqui é que não se pode ensinar algo que as pessoas falam naturalmente, isso é apenas uma constatação. Na mesma cartilha, é possível encontrar um momento em que se diz que é necessário que se adéqüe à norma que o momento, a situação social, exige. A idéia é que o sujeito consiga se utilizar da língua em suas diversas possibilidades. Um conselho? Pesquise antes de escrever algo que a primeira vista parece ser fácil de ser explicado.

Anônimo disse...

O seu texto é de tamanha ignorância, que nele próprio você demonstra que não conhece a fundo esse conceito que está sendo trabalhado por meio da educação, nesse verso, fica bem explícito isso, "O Brasil continua na contra mão da civilização ocidental dos países desenvolvidos", os conceitos de variação linguística, que estão sendo desenvolvidos pelo MEC, através dos livros didáticos são de origem desses países desenvolvidos, e a variação não trabalha com uma maneira fixa de se expressar, como você cita a norma padrão (culta), ela explica que o individuo para cada situação vivida, desenvolve a variação, de acordo com o local, com o social, e com a necessidade, faça um estudo melhor sobre o assunto, e quem sabe da próxima vez você consegue fazer uma crítica à um assunto que fica bem evidente que você é leigo!