quarta-feira, 4 de maio de 2011

Matando a verdade, com “Caixa Preta” e tudo!

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Cláudio Falcão

Será que o robô REMORA 6000, usado pelo Escritório de Análises e Investigações da França, poderá ser empregado para localizar o corpo de Osama e sua “Caixa Preta”, para sabermos o que o levou a ser “Bin Laden” o maior e mais poderoso terrorista na terra?

Se realmente foi ele o mentor intelectual dos ataques de 11 de Setembro de 2001? Por quê? Para quê? Qual a sua finalidade específica? Foi um ato tresloucado de um terrorista cheio de ódio e “Ópio”? Foi vingança de uma família americana que lhe passou a perna nos negócios?

Talvez nunca saibamos ao certo a verdade, pois segundo as Forças Armadas Americanas, Osama, o “Bin Laden”, já era, virou petisco para os predadores do mar. Suas verdades, ficarão para sempre confinadas em uma virtual “Caixa Preta” que ele trazia acima dos ombros, com um conteúdo doentio, mas só dele, agora mais que ultra secreto, impossível de ser revelada, nem mesmo por ele próprio.

Sua execução pode estar sendo comemorada, mas há crueldade e também de abuso de poder. Nessa ação dos EUA em terras estrangeiras. Os militantes dos Direitos Humanos devem estar se mobilizando para adotarem providências contra essa execução, não importa quem foi executado, ma sim a legitimidade da ação, pois os americanos falam descaradamente que assassinaram, executaram o cara, seu filho e sua mulher, que estavam desarmados e depois, desovaram somente ele, o “Bin” ao mar, por quê?

Uma ESTÓRIA? Uma HISTÓRIA, ou parte de um roteiro de um filme de Hollywood que foi deixado no meio dos documentos do Comando do Exército dos Estados Unidos da América, e foi divulgado sem querer, querendo?

Essa acho que nem o “Chaves” poderá nos responder?

Cláudio Falcão é Radialista.

Um comentário:

Mujahdin Cucaracha disse...

Publiquei, faz alguns dias, um texto do Gen Ex Carlos Alberto Pinto Silva, a respeito dos ataques militares à Líbia. Agora, ainda é notícia a morte do chefe do grupo terrorista Al Kaeda. Nada a favor de Gadaffi ou de Bin Laden, muito antes pelo contrário. Mas a euforia desses atos contra o Cara do Livro Verde e contra o mentor da desgraça ocorrida em 11 de setembro de 2001, deve ser seguida de uma reflexão sobre até onde é aceitável uma ação militar de um país contra outro, sem uma declaração formal de guerra. Que me lembre, o precedente de uma ação buscando fazer a justiça funcionar contra um criminoso abrigado por um outro país foi a captura do nazista Adolf Eichmann, na Argentina, por agentes de Israel. Mais recente foi a gritaria contra a Colômbia por ter liquidado com alguns narcoterroristas homiziados em território equatoriano. Me parece que não devemos ter pena de bandido. Mas deve haver uma regra para ações desse tipo, que não se baseie na "lei do mais forte". Veremos com satisfação ou como ofensa uma ação de 'comandos' italianos resgatando ou 'justiçando' Cesare Battisti em terras brasileiras? Ou de agentes colombianos buscando o "padre Medina"? Ou de policiais paraguaios levando na marra os terroristas daquela nacionalidade que aqui estão presos e nossa morosa justiça não libera para extradição? E que tal um bombardeio de uma "coalizão da OEA" contra as recém iniciadas obras de Belo Monte com a justificativa de que a organização já se posicionou contra sua realização? São hipóteses malucas? Pode ser que sim, pode ser que não!