segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A reserva atira, atirou e continuará atirando

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Pinto Monteiro

O 1º CBTiR foi um sucesso. Realizado dia 08 de novembro de 2012 no Estande Nacional do Exército, em Deodoro, no RJ, reuniu mais de 60 atiradores, todos Oficiais da Reserva FFAA, inclusive 2 oficiais generais.

A iniciativa do CNOR teve seu projeto aprovado pelo DECEx, e, contou com o apoio da 1ª DE, dos Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica/IMBEL/CBTD. Foi uma atividade inédita no País, e, que, pelo êxito alcançado, certamente terá continuidade, transformando-se num evento emblemático da máxima "TIRO: ESPORTE PRA TODOS, DEVER DO MILITAR".

A expressão da Reserva Brasileira é um importante fator dissuasório contra qualquer projeto de violentar-se a Segurança e Soberania Nacionais.

Portanto, nada mais adequado que seus integrantes mantenham-se profissionalmente capacitados para, na forma da lei, atuarem quando e como a Nação convocar. E, o Tiro em suas diversas modalidades, deve ser atividade praticada como rotina.

Não admite-se que o militar, porque deixou o serviço ativo, descuide-se de sua qualificação básica que é estar pronto pra atirar.

O CNOR, dentro de seu projeto de integrar os vários segmentos da Reserva das nossas FFAA, deu a partida nesse processo de manutenção das aptidões básicas da vida castrense. O 1º CBTiR - demonstrou o acerto de tal objetivo.

Foi extremamente gratificante ver reunidos, em ambiente de intensa vibração, e, forte companheirismo, Oficiais da Reserva de todas as épocas, armas e forças. Em alguns momentos chegou a ser emocionante constatar a satisfação com que alguns atiradores mais antigos participavam da atividade.

Era um verdadeiro reencontro com suas origens, habilidades e ideais. Os herdeiros de Tamandaré, Caxias e E.Gomes viram reavivar 1 chama que nem o tempo conseguiu apagar.

Estamos gratos a todos que de alguma forma contribuiram pro êxito do 1º CBTiR. Especialmente aos militares da Ativa que dispensaram-nos, além do apoio fundamental pra realização do 1º CBTiR, a consideração, e, o respeito devidos aqueles que precederam-os na preservação dos valores, princípios e atributos que forjaram a nacionalidade.

Sérgio Pinto Monteiro, 2º tenente R/2 de Artilharia, é Presidente do CNOR

9 comentários:

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

Anônimo disse...

Ótima iniciativa!

Os oficiais da reserva estão espalhados. Manter contato, reavivar os valores da caserna e trocar idéias mais atuais é importante nessa época de tantas informações e contra-informações na imprensa e internet.
Que venham outros encontros!

A máxima é correta: "TIRO: ESPORTE PRA TODOS, DEVER DO MILITAR"

Anônimo disse...

Ótima iniciativa!

Os oficiais da reserva estão espalhados. Manter contato, reavivar os valores da caserna e trocar idéias mais atuais é importante nessa época de tantas informações e contra-informações na imprensa e internet.
Que venham outros encontros!

A máxima é correta: "TIRO: ESPORTE PRA TODOS, DEVER DO MILITAR"

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

ASCR disse...

Os petralhas e seus simpatizantes borram-se de medo que essa iniciativa tenha sucesso. Embora a Constituição garanta aos oficiais da reserva o porte de arma, as FFAA, no meu caso, a Marinha, em razão do famigerado Estatuto do Desarmamento, estabeleceu uma série de normas que dificultam ao pessoal da reserva o pleno gozo daquele direito constitucional, exigindo periodicamente prova de sanidade mental, como que se o fato de irmos para a reserva nos tenha transformado em debilóides ou alienados mentais.
O preço da liberdade é a eterna vigilância...

Anônimo disse...

Realmente na minha epoca do NPOR-3ºRI Niteroi (DEZ 61-AGO 63)foi um periodo de intensa camaradagem (exercicios fisicos, jogos . etc 07:00 às 09:00) depois 3 horas de aulas , pratica de campo montagem e desmontagem de .50 , BAR,Thompson .45, pistola Colt, canhão AC 75mm, etc.manobras ,marchas, acampamentos, fortificação de campanha e comunicações, entre outras materias . Lá aprendi respeito, disciplina, organização, liderança . Depois como Oficial R/2 no 1º BIB aplicamos todos esses ensinamentos aos praças. Hoje em dia ,em Niteroi e S. Gonçalo todos os quarteis foram desativados e viraram albergue para desabrigados.O 3º RI que ajudou a fornecer quadros para a FEB , e possui uma longa história (resistiu na intentona comunista de 1935) poderia virar um museu ou parque de visitação publica tombado pelo Estado ou Município.Infelizmente, nossas FFAA estão sucateadas há mais de 15 anos( será revanche da esquerda?) , nossa gloriosa Marinha está se tornando uma grande Guarda Costeira ( só tem navio patrulha )e o NAe12 só entra e sai da barra rebocado (o "velhinho" possui mais de 45 anos")Nossa esperança é quando defenestrarem os corruptos ou reduzirem o nº de congressistas e seus aspones teremos mais verbas para Saúde, Educação e Segurança (tb externa) PLAM (dr Marinho - Perito Judicial )