terça-feira, 19 de março de 2013

Sabotagem no Trânsito de São Paulo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio Ribas

O KASSAB fez de tudo para implantar o PEDÁGIO URBANO, através do terrorismo no trânsito de São Paulo, mas não conseguiu.

O HADDAD chegou com a corda toda, o trânsito já piorou muito, seus prepostos e aliados, CET, DETRAN e POLICIAIS estão provocando engarrafamentos terríveis, para justificar a implantação do “sonho dourado dos ditadores”: o PEDÁGIO URBANO, para arrecadar e controlar o DIREITO DE IR E VIR das pessoas.

Para tanto, descoordenam semáforos, criam ciclovias, moto faixas e corredores de ônibus, estiolando o fluxo de tráfego, além de reduzirem a velocidade das vias expressas; outro artifício,  é a fiscalização de automóveis, com bloqueios policiais arbitrários, nas vias de grande movimento.

Chega da DITADURA DO CONTROLE SOCIAL! MINISTÉRIO PÚBLICO onde está você? Por favor, defenda a sociedade dos tiranos e terroristas, dentro e fora do poder do Estado, porque os cidadãos não são gado, pagam impostos e têm direitos constitucionais (art.37 CF), que preveem a legalidade, a razoabilidade, a moralidade e a eficiência, que não são respeitados pelas autoridades do trânsito, cuja ação, portanto, além de ilegal, é inconstitucional.

Antônio José Ribas Paiva é Presidenta da Associação dos Usuários de Serviços Públicos.

4 comentários:

Dr. Traffic Calming disse...

A Máfia Nacional do Trânsito e suas conexões com a Máfia da Verticalização Imobiliária,(entre outras), tem seus braços operacionais e comissionados extremamente ativos na Capital Mundial das Placas de Trânsito, entre as várias barbaridades de que SP é vítima.
Basta verificar a mal contada história dos semáforos, que há pouco tempo estavam sendo substituídos pelos "modernosos" e supostamente de alta tecnologia com LEDS. Pelo visto brilham mais, mas continuam não resistindo à São Paulo. De qualquer forma, os semáforos de LEDS, atendem pelo menos a Máfia dos semáforos e seus comissionados, pois estão sendo colocados duplicados, com a mesma função, na mesma haste. Ou seja, assim teremos pelo menos o dobro de semáforos necessários,sem alguma explicação razoável. (falar em redundância de eqtos para segurança e outras firulas idiotizantes, é piada de mau-gosto). Partimos para ser também a Capital Mundial dos semáforos duplicados na mesma haste com a mesma função). Essa longa e misteriosa história dos semáforos é fácilmente levantada pela internet. Quem afinal é o responsável por mais esse descalabro? E lá se vai o dinheiro publico em factóides e falácias. Quando vão investigar essa parceria publico privada onde o publico suporta os custos e os lucros são privatizados? Quando vão abrir a caixa preta da empresa de economia mista, com nítido direcionamento para o lucro (basta ler seu estatuto),e que supostamente gerencia o trânsito de SP? SP, pobre cidade rica, vive um circo de ilusões e é refém de todo tipo de Máfia.

Anônimo disse...

A classe média paulistana está sendo
perseguida por todos os meios possíveis pelo governo, e aterrorizada pelos bandidos.
É a luta de classes levada ao trânsito, à educação, etc.
Para quem observa, fica evidente a ideologia comunista por trás das medidas "técnicas", em todos os aspectos da ação governamental,especialmente a complacência com criminosos e invasores.

BRAGA disse...

Resposta às dúvidas. Tá completo Serrão!
Os tempos e os regimes mudam mas as motivações das pessoas mantêm-se. Le Diable Rouge é uma peça teatral de 2008, com autoria de Antoine Rault. O extracto seguinte, dela retirado, é um diálogo entre Colbert e Mazarin, passado noutro tempo e noutro lugar, no reinado de Luís XIV, em França. Mas bem poderia ter tido lugar hoje em Portugal. Ou em 2008 neste mesmo Portugal.
Colbert: – Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço…

Cardeal Mazarin: – Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado… é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem!

Colbert: – Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos imagináveis?

Mazarin: – Criando outros.

Colbert: – Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarin: – Sim, é impossível.

Colbert: – E sobre os ricos?

Mazarin: – Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: – Então como faremos?

Mazarin: – Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!

BRAGA disse...

Só para esclarecer dúvidas.

Os tempos e os regimes mudam mas as motivações das pessoas mantêm-se. Le Diable Rouge é uma peça teatral de 2008, com autoria de Antoine Rault. O extracto seguinte, dela retirado, é um diálogo entre Colbert e Mazarin, passado noutro tempo e noutro lugar, no reinado de Luís XIV, em França. Mas bem poderia ter tido lugar hoje em Portugal. Ou em 2008 neste mesmo Portugal.
Colbert: – Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço…

Cardeal Mazarin: – Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar à prisão. Mas o Estado… é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem!

Colbert: – Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos imagináveis?

Mazarin: – Criando outros.

Colbert: – Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarin: – Sim, é impossível.

Colbert: – E sobre os ricos?

Mazarin: – Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: – Então como faremos?

Mazarin: – Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!