sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A Árvore Boa


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Rômulo Bini Pereira

A Revolução Democrática de 31 de Março completa 50 anos este ano e já se observa elevado número de reportagens e artigos sobre esse fato histórico. Nesse diapasão, nas esferas federal, estaduais e até municipais avultam as diversas Comissões da Verdade criadas no País, a levantarem fatos que vão repercutir na opinião pública com uma visão num só sentido. Seu escopo maior é denegrir o fato histórico, cujo combustível veio do coração nacionalista do povo brasileiro no limiar do outono de 1964. Ao passo que os crimes cometidos pelas esquerdas radicais são nefanda e irresponsavelmente acobertados por essas comissões.
A atual "presidenta" da República, que participou ativamente da luta armada, em recente visita à paradisíaca Ilha de Cuba demonstrou ao mundo sua prestimosa submissão ao líder comunista Fidel Castro. Esse seu ato mostra que, se a revolução não fosse vitoriosa, estaríamos sob a vigência de uma "democracia sanguinária", semelhante à que ainda escraviza e aterroriza o povo cubano.
Após 30 anos da Nova República e de cinco governos civis, notam-se análises negativas quanto ao presente e ao futuro do Brasil. Os três Poderes da República, base de todo regime democrático, vivem hoje momentos sensíveis e preocupantes - corrupção e mordomias em todos os seus níveis.
O Legislativo é a instituição mais desacreditada, segundo pesquisas confiáveis. Legisla quase sempre em favor dos direitos, mas nem sempre se lembra dos deveres. O interesse nacional é secundário e, em consequência, temas de capital importância para o Brasil são postergados, só pelo simples fato de que podem trazer reflexos indesejados nas urnas.
O Judiciário passou a ser a esperança dos brasileiros por ter-se sobressaído sobremaneira no processo conhecido como mensalão, conduzido pela Suprema Corte. Esta, em seus debates, demonstrou, entretanto, que há áreas de atritos de cunho ideológico e partidário entre seus membros. Não fossem a morosidade no julgar e os longos trâmites nos processos jurídicos, seu conceito seria mais positivo.
O Executivo passa por sérias dificuldades, pois a "presidenta" demonstra ser incapaz de governar com seriedade, equilíbrio e competência. Diante de qualquer obstáculo, convoca especialistas em propaganda e marqueteiros para que façam diminuir ou mascarar os pontos negativos que poderão surgir, pois só o que ela e seu partido querem é conseguir a reeleição. Em relação à política externa, o anseio do governo é fazer o Brasil ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. e isso está afastado. Nosso país está sendo ridicularizado em todo o mundo por tantos escândalos. País assim não pode postular distinção de tamanha expressão mundial.
Nos dias atuais o País vive momentos conturbados, que se vêm agravando desde os surpreendentes movimentos populares de junho de 2013. A Copa do Mundo traz efetivas preocupações ao povo brasileiro.
Manifestações ininterruptas conduzidas por vândalos transformaram algumas cidades, principalmente as capitais, em verdadeiras praças de guerra. Os "rolezinhos", já bastante disseminados, trazem em seu bojo indícios de luta de classes. A criminalidade já é endêmica entre nós e isso faz com que não mais sejamos vistos como um povo pacífico e cordato. Nossos índices de crimes anuais já atingem a cifra de 50 mil mortos/ano, próximos aos de países onde há guerra civil.
As autoridades constituídas pouco fazem para reverter essa situação. Propalam promessas vãs, são incompetentes, demonstram desinteresse e má-fé. Seu aparato policial está sempre pressionado, pois suas ações são consideradas agressivas. As soluções não surgem e o País vive uma situação de descalabro político e moral, com manifestos sinais de incipiente desobediência civil. É essa a democracia que desejamos?
Finalmente, um enorme paradoxo. As Forças Armadas continuam sendo a instituição de maior credibilidade no País, e isso é se deve não apenas à eficiência, à noção de responsabilidade, ao trato da coisa pública, mas, sobretudo, aos valores morais que são cultivados em todos os seus escalões. A honestidade, a probidade, a disciplina e o empenho no cumprimento da missão são algumas virtudes que norteiam as Forças Armadas e que deveriam também ser exercidas pelos diversos mandatários dos governos de nosso país. O que, infelizmente, não ocorre.
Na área militar nota-se ainda repulsa aos atos das citadas comissões. Ela é flagrante, crescente e de silenciosa revolta. Pensam que os integrantes das Forças Armadas - quietos, calados e parecendo subservientes - assistem passivamente aos acontecimentos atuais com sua consciência adormecida. Não é bem isso que está acontecendo!
As esquerdas sempre alardeiam que os "militares de hoje" não são como "os de 1964". Sem dúvida! Aqueles, mais preparados cultural e profissionalmente e mais informados que estes, mantêm, contudo, bem viva a mesma chama que seus predecessores possuíam e lhes legaram: o amor à liberdade, aos princípios democráticos, à instituição e ao Brasil. Também não aceitarão e, se necessário, confrontarão regimes que ideólogos gramscistas queiram impor à sociedade brasileira, preconizados pelo Foro de São Paulo, órgão orientador do partido que nos governa e de alguns países da América do Sul que se dizem democratas.
Mesmo sendo vilipendiada, devemos saudar a Revolução Democrática. É voz geral entre os esquerdistas que 64 jamais será esquecido. Ótimo, nós, civis e militares que a apoiamos, também não a esqueceremos. A Revolução de 1964 será sempre uma "árvore boa"!
Lei do Silêncio

(Em 12 de maio de 2012, no Estadão)

Em 1979, após muitos debates em amplos segmentos de nossa sociedade, a Lei da Anistia foi aprovada e promulgada no País. Ela veio pôr um ponto final no ciclo de beligerância que se instalou na vida brasileira e criou um pacto de reciprocidade para a reconstrução democrática no Brasil.

Nestes anos de sua vigência, as Forças Armadas cumpriram um papel impecável. Voltaram-se para suas missões constitucionais, sem a mínima interferência no processo político que aqui se desenvolvia. Mantiveram-se em silêncio, acompanhando os fatos políticos, alguns bastante perturbadores, sem nenhuma atitude que pudesse ser analisada como intervenção no processo democrático.

Adotaram uma verdadeira lei do silêncio. Um ajuste entre seus chefes, em busca da concórdia e do entendimento.

No corrente ano, entretanto, dois fatos vieram de encontro à atitude das Forças Armadas. O primeiro foi a criação da Comissão da Verdade. De modo unânime, militares da ativa e da reserva consideraram tal comissão um passo efetivo para atos de revanchismo. Os seus defensores - alguns deles membros da alta esfera governamental e do Poder Judiciário - já falam em rever a Lei da Anistia, mesmo após o Supremo Tribunal Federal ter confirmado a sua validade.

No escopo de se obter a verdade, essa comissão, para ser imparcial, deveria estudar e analisar não só o ideário político-ideológico, mas também os métodos de atuação de quem optou pela luta armada em todo o mundo. Que pesquise os manuais das organizações internacionais para constatar a semelhança dos objetivos e métodos das inúmeras e variadas organizações nacionais, inclusive o Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, a cartilha do terrorismo brasileiro.

Os diversos delitos cometidos - assassinatos, atentados, roubos e sequestros - também tiveram, tal como as citadas internacionais, um objetivo único, ou seja, a "derrubada do governo central e a instauração de uma ditadura do proletariado", e não uma democracia, como apregoam seus defensores. Com tal comissão só existirá uma verdade unilateral.

O segundo fato se refere aos incidentes ocorridos na sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, tão chocantes e tão esclarecedores para todos os militares. Chocantes porque velhos soldados, ilustres chefes, instrutores, professores e outros de carreira e vida exemplares foram insultados e agredidos por uma turba de radicais com atitudes e impropérios usados pelos grupos extremistas das décadas de 60 e 70. E esclarecedores porquanto demonstraram que o ódio ideológico e o fanatismo estão novamente presentes em nosso país.

Tanto que disse um dos seus líderes: "Somos marxistas radicais". Seu ideário, seus métodos de atuação e seus ídolos são os mesmos das organizações extremistas do passado. Fazem uso até mesmo de ações de intimidação radicais, como o "escracho", de modo idêntico aos trotskistas e aos nazistas nas décadas de 20 e 30. Segundo seus integrantes, suas ações visam a defender a "honra" do nosso país perante a comunidade internacional. Definitivamente, não são aptos para tal defesa. A continuar dessa forma, a citada turba poderá vir a ser um celeiro para novos Araguaias.

Esses dois fatos atingiram frontalmente os objetivos da Lei da Anistia. A concórdia e o entendimento foram atitudes adotadas somente pelas Forças Armadas. Em oposição, um segmento sectário e minoritário demonstrou intransigência e intolerância totalitária para com os militares.

Eles não assumiram seus atos e erros. Talvez para criar uma nova História, na qual seus integrantes sejam os grandes heróis. Talvez para justificar as ações de seus líderes no emprego de jovens em aventuras quixotescas de tomada do poder pela via armada, ou, então, a legitimação das 20 mil indenizações pagas por seus ideais revolucionários.

Não será possível mais aceitar que os "anos de chumbo", expressão de origem italiana tão decantada por esses segmentos minoritários, sejam debitados somente aos atos das nossas Forças Armadas. Na Itália não houve anistia e terroristas estiveram presos por muitos anos. O caso Cesare Battisti, de rumorosa repercussão mundial, exemplifica o desiderato do governo italiano em punir os que optaram pela luta armada. As organizações extremistas brasileiras estavam sossegadas na selva do Araguaia ou nos aparelhos urbanos, algumas nos conventos dominicanos. E assistiram a tudo pacificamente, com uma única exceção: as vítimas de sua autoria, algumas assassinadas barbaramente e outras justiçadas covardemente. Que regime teria sido imposto ao nosso país caso vingasse o ideário radical dessa minoria?

Neste contexto, a palavra dos chefes militares está se fazendo necessária e será um contraponto a possíveis atitudes e ações deletérias, como as agressões no Clube Militar. O que nós, militares, defendemos não é indisciplina ou qualquer conluio, nem quebra dos princípios democráticos. Uma palavra que não signifique um "mea culpa" ou um pedido de perdão. Estivemos, no período da guerra fria, em combate bipolarizado, no qual os extremistas foram banidos em todo o mundo em razão de seu objetivo totalitário e único: a ditadura do proletariado. Correremos riscos, mas eles são inerentes ao processo democrático e à nossa profissão.

Não se admite mais este silêncio reinante. Nas redes virtuais, pela simples leitura de manifestos e artigos oriundos da reserva de nossas Forças Singulares se percebe que estamos num ponto crítico. A nossa autoestima está em visível declínio, agravada por outros fatores, entre eles os baixos salários de nossos subordinados. Dissensões poderão surgir, pois a reserva expressa em muito o pensamento dos soldados da ativa. Possíveis perturbações ou rupturas em nossas Forças trarão repercussões indesejáveis para o nosso país. Não é possível mais calar. A lei do silêncio deve ser quebrada!

O Outro Lado
(em 7 de junho de 2012, na Folha de São Paulo)

Com a instauração da Comissão da Verdade, o ciclo de beligerância e de turbulência política do passado recente voltou a ser um tema discutido em nosso país.

É um tema preocupante, que estará presente em debates e artigos nos próximos dois anos, tempo de vigência dos trabalhos da comissão. No período, os principais fraseados das esquerdas brasileiras estarão em evidência, sempre acompanhados de justificativas emocionais.

Agora é possível acrescentar no debate a Lei da Anistia, já chamada de lei injusta, primeiro passo para a sua revogação. Esquecem os críticos que foi essa lei que permitiu quase 33 anos de relativa paz no processo de crescimento democrático do país. Sem ela, o período seria controverso e perturbador.

Na comissão, as Forças Armadas serão o foco principal. Disciplinadas como são, estarão em silêncio obsequioso e sem poder político para interferir nos processos que serão abertos. O seu desgaste será evidente, um objetivo permanente de segmentos minoritários e radicais da esquerda brasileira.

Surge, agora, em artigo publicado neste jornal, de autoria do frade dominicano Libânio, o Frei Betto ("Os dois lados da Comissão da Verdade", em 20 de maio), uma nova designação para a Comissão da Verdade. O novo nome seria Comissão da Vaidade, uma alusão à posição adotada por um dos juristas que integra a comissão, considerada vaidosa pelo frade.

O jurista teria se posicionado, em corte internacional, contra interesses de familiares de vítimas na guerrilha do Araguaia. Em seu artigo, o autor questiona se o jurista teria condições de atuar com imparcialidade.

É surpreendente a posição do frade. Ele considera o jurista parcial por ele ter sido contrário ao posicionamento dos citados familiares. Então sejamos claros: os sete indicados serão imparciais quando analisarem um só lado, de preferência o do frade Libânio. Se analisarem o "outro lado", serão parciais.

Como deverão se sentir os juristas da comissão, indicados com base no seu "notável saber", diante desse claro patrulhamento? Como serão suas "imparcialidades" ao analisarem só um lado, ferindo o contraditório, princípio básico do direito?
Meu professor de história geral, um saudoso frei franciscano, ensinava que a "história tem sempre dois lados". O "outro lado" também tem inúmeras perguntas não respondidas nem esclarecidas.

Também choramos nossa centena de mortos e o mesmo tanto de feridos, muitos inocentes e que nada tinham com os confrontos. Assassinatos a sangue frio, a pauladas, a coronhadas -até esquartejamento houve. Atentados e sequestros com mortes. Sequestro é tortura infame, e alguns sequestradores estão bem vivos.

Há famílias enlutadas que, em sua totalidade, não receberam qualquer apoio indenizatório. Não existia naquela época nenhuma benesse como a atual e generosa "bolsa ditadura". Enumerar outros fatos a esclarecer ultrapassaria nosso espaço jornalístico. Entretanto seria bom se uma pergunta, talvez a mais importante, fosse respondida: que democracia eles lutavam para resgatar?

O ideário das organizações terroristas e os depoimentos insuspeitos de seus ex-integrantes permitem inferir que o objetivo maior, caso vencessem, seria a implantação de uma "ditadura do proletariado" e não uma democracia, como assegura o citado articulista.

Dependendo da organização, seria uma ditadura soviética, maoísta, albanesa ou cubana. Para mim, sem receio de errar, seria a cubana e o seu famigerado "paredón".

Por sinal, os covardes justiçamentos em nosso país, por ordens de tribunais relâmpagos, comprovam a escolha. Caso vingassem tais doutrinas, não poderíamos, hoje, escrever livremente neste ou em outro jornal.

Ao menos eu. Já o frade Libânio escreveria no jornal do partido único. À semelhança de Cuba, no Brasil haveria um só lado. Não existiria o "outro lado".

Não tenho profundos conhecimentos da mitologia grega nem das literaturas portuguesa e espanhola para citações brilhantes como as do eclesiástico. Todavia, fruto da formação franciscana que recebi, encerro com uma citação bíblica, que creio ser válida para o momento sensível pelo qual passa a nação brasileira: "Não julgueis para não serdes julgados, pois com o julgamento com que julgais sereis julgados e com a medida com que medis sereis medidos." (Mt 7,1-2).


Rômulo Bini Pereira é General de Exército e foi chefe do Estado Maior de Defesa.

23 comentários:

Anônimo disse...

QUE DEUS ABENÇOE O GENERAL BINI!!!!!
NÃO SUPORTO MAIS A VIOLÊNCIA, ANARQUIA E A CORRUPÇÃO!!!!!

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

"Ditadura do proletariado", "marxistas radicais"? Tais pretensões foram sepultadas pelos resultados que obtiveram inclusive no pais de orígem, Rússia, e ainda existem insanos que as pleiteiam, apregoando virtudes inexistentes nessas idéias? Coréia do Norte e a também infeliz Cuba são os dois últimos países comunistas, em outros, o comunismo/socialismo/marxismo naufragou solenemente sob o peso das próprias iniquidades, dos maus resultados em decorrência dos erros intrinsecos dessas crenças, dessas filosofias!Comunismo, socialismo/marxismo são "árvore do mal". Mas não se há de esquecer que tudo isso que vivenciamos é também fruto de mãos de militares de 64, generais e coronéis; também é imprescindível lembrar que um alto membro da ESG é (ou era) conselheiro de Hugo Chávez; convém também não esquecer que a ESG retirou de seu portal tal informação, o nome desse cabra conselheiro.

Flavio de Albuquerque Lima disse...

Parabéns Gal. Bini.

É um alívio saber que o silêncio das Forças Armadas não significa omissão, medo ou subserviência a esta situação de descalabro que vivemos há mais de 10 anos.

Flavio de Albuquerque Lima

macanudo disse...

Olá, General Bini. Concordo integralmente com suas análises pertinentes. Cadê o General Bolívar??!! Já passou da hora de dar um basta a estes canalhas que nos governam!

Anônimo disse...

3 artigos ótimos! Parabéns General Bini! Que saudade dos presidentes militares. Havia competência, ordem e respeito no Brasil! Hoje, as pessoas de bem só estão pensando em como deixar o pais, achando que aqueles tempos não voltam mais. Salve 31 de março! Fora PT! Fora Dilma!

Anônimo disse...

CLEONICE I FERREIRA DISSE: O POVO BRASILEIRO APOIA TOTALMENTE O EXCELENTÍSSIMO GENERAL RÔMULO BINI PEREIRA E PARTILHA DA MESMA REPULSA DAS DITAS COMISSÕES. NÃO TOLERAREMOS MAIS UM GOVERNO QUE DIZ GOVERNAR OS MORTOS ,ESSES PERTENCEM A DEUS.QUEREMOS GOVERNOS PARA OS VIVOS.QUANTO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL SÓ EXISTE NO PAPEL, POBRE DO POVO DECENTE QUE PRECISA RECORRER A LEI, A ÚNICA COISA QUE CONSEGUE É VER TODOS OS SEUS DIREITOS IGNORADOS. POR NÃO RESPEITAREM AS LEIS CONSTITUCIONAIS APOIAMOS AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL A SE JUNTAREM COM O POVO E FECHAR TODAS AS INSTITUIÇÕES. POR TODO LADO O QUE SE ESCUTA É QUE NINGUÉM AGUENTA MAIS TANTA DESORDEM , ANARQUIA, CAOS GENERALIZADO. SR. GENERAL RÔMULO BINI PEREIERA CONVOCA O POVO PARA JUNTAR COM VOSSOS SOLDADOS E VERÁS QUE A NAÇÃO BRASILEIRA ESTARÁ COM OS SENHORES. CHEGA DE TANTOS ÚLTRAGES, ANOMALIA E OUTROS. QUE O GRANDE SENHOR DO UNIVERSO DERRAME MUITA LUZ NA VOSSA JORNADA. ESTENDO OS VOTOS A TODOS.

walner spencer disse...

Meu total e irrestrito apoio ao General Bin. Sou da geração que apoiou a Revolução Democrática de3 1964, e, como civil, estava sentindo-me abandonado e sozinho. Assim mesmo, continuei com meus princípios pela ordem e pela família.

Anônimo disse...

Parabéns, general Bini!

O povo ordeiro e trabalhador o apóia!

Se as urnas não eliminarem a ameaça bolivarianista que nos assombra, que possamos contar mais uma vez com os filhos da pátria em uniforme que, com o apoio do povo, conduzam novamente este país ao caminho da justiça e da democracia.

Anônimo disse...

Gal Bini. Obrigada pela esperança que coloca no coração dos verdadeiros Brasileiros que amam essa nação e a democracia. Deus queira que as FFAA de meu país cumpram com seus deveres constitucionais, e nos livre dessa corja que hoje (des) governa o Brasil.

Um grande abraço.

Edelweiss

C.X.E.M. no Ideal Club disse...

Concordo com o que disse um certo Militar dentro do Congresso"a revolução deixou "vermes" vivos e hoje estão querendo se manifestar novamente, mas a vacina contra eles está agora mais forte e eles não vão conseguir trair a pátria novamente sem a devida punição.Fico admirado pelo desrespeito que eles teem a líderes militares honrados e honestos. Minha farda está bem guardada e se for preciso novamente a vestirei com orgulho sem nenhuma mancha, sem dinheiro na cueca,sem contas faraônicas no exterior,sem comprometimento com a corja cubana que está comandando este país, sem alcançar algum cargo político em benefício próprio, e com a bandeira do Brasil radiante sem nenhuma faixa vermelha. SELVA

Cabo Faria disse...

Meu caro Comandante General Bini.
CCAC, 10º RI, Março de 1964, o Senhor foi meu comandante de Cia.
Recentemente, no 10º BI (passagem de comando) tive oportunidade de agradecer o quanto você foi importante na minha formação e no encaminhamento dos meus 8 irmãos. Que Deus o ilumine e mantenha o mesmo entusiasmo com que deslocamos no dia 31 de março para
ocupar a ponte do Rio Paraibuna. Dei um longo depoimento sobre minha visão dos fatos ocorridos em 1964 para o Estadão. Se publicarem o que falei, o Sr terá orgulho deste velho soldado.
MONTANHA!
Cabo Faria

CRIArte disse...

O Homem forte, antes de qualquer reação, passa por três fases: primeiro sente, depois pensa, finalmente, decidirá o que fazer; seus atos guiados de dentro para fora, e a ação excitante que poderão sobre ele exercer as circunstâncias. não conseguem privá-lo do exercício de seu pensamento e sentimento patriota e da sua vontade de defender a nação da qual jurou defendê-la com o sacrifício da própria vida.
Sabe que não é um escravo dos sentidos alheios e muito menos do sistema fascista de governo, porque, age conscientemente e ordeiramente sempre com o fuzil em uma das mãos e a Constituição Federal em outra.
Prezado General confiamos em seus brios e aproveito para dizer-lhes que estamos dentro do portal militar desde o seu início lutando por esse dia e ele chegou hoje, é hora de unirmos forças.
podem contar conosco.

Att. MARMOSILVA-RIO do PORTAL MILITAR

Fabio Sliachticas disse...

Espero que o Dia do Julgamento esteja próximo para essa corja de usurpadores que estão no poder em nosso país.
A doença se espalha e o tempo urge.

Ronald disse...

Viva as Forças Armadas !
Queimem o lixo comunista !
O Brasil honesto e decente espera por isso !

Hamilton Noronha disse...

General, nasci no ano de 1964, servi o glorioso Exército Brasileiro, no 12º BIMTz, NPOR, em 1983, sou Oficial da Reserva R2, atualmente sou Agente de Polícia Federal, com mais de 25 anos de experiência no combate ao crime, apesar da idade, 49 anos, estou à disposição da Democracia e do Exército Brasileiro.

Hamilton Noronha disse...

General, nasci no ano de 1964, servi o glorioso Exército Brasileiro, no 12º BIMTz, NPOR, em 1983, sou Oficial da Reserva R2, atualmente sou Agente de Polícia Federal, com mais de 25 anos de experiência no combate ao crime, apesar da idade, 49 anos, estou à disposição da Democracia e do Exército Brasileiro.

Tiago Costa disse...

Fui militar na ativa, na época do Governo Militar. O que pude constatar na relação ontem/hoje sobre a política anterior e a atual é que, o que chamaram de ditadura militar está refletido o comportamento promíscuo e rebelde de um povo que só se interessa no "bel prazer" e no viver da plena libertinagem. Quando se tenta impor uma normatividade através da justiça e da moral social, vê-se incontinentemente uma reação popular contrária, pois somos sobejos de uma cultura em que a ordem e o progresso estão totalmente aquém de um objetivo positivo.
Estamos em plena política da "carne podre" e o que ainda resta de um resquício de sociedade impoluta tem que ser urgentemente restaurado, porque se cair na mesma putrefação em que já está a cúpula política e administrativa, não tem mais "sal que dê jeito" a essa podridão!
As Forças Armadas, com seus integrantes preparados para trilhar caminhos rochosos não poderão cair nessa areia movediça!
Não somos papel higiênico fabricado para limpeza dessa massa fecal que está cada vez mais maculando nossa honra e o nosso respeito!!!

Anônimo disse...

Servi o Exército no ano de 1978 em Belém do Pará e tive vários comandantes como o Gal. Euclides Figueiredo Filho, Gal. Newton Cruz e Gen. Kruel. Tínhamos problemas, é verdade, mas existia o mínimo de respeito às instituições democráticas. Hoje temos um governo que apenas tem um projeto de poder e cada vez mais alinhado às ditaduras. Confesso que já havia perdido a esperança mas com este artigo do General Bini percebo que as nossas FFAA não estão de braços cruzados, estão apenas avaliando a situação para poderem intervir, caso seja necessário. Que Deus nos abençoe.

Gilberto Vestino disse...

Parabéns ao gen.Bin.e a outros que realmente estejam vivos e atentos ao que esta acontecendo com o estado Brasileiro,sou Militar da reserva R2,eu e tantos outros com quem mantenho relação de amizade, estamos a disposição do Exército Brasileiro,se necessário pegaremos em armas novamente,e que outros não substimem nossa capacidade de lutar e enfrentar o regime atual,somos a favor do governo que se instalou a partir da revolução de 1964 ou seja lindos anos em que o Exército ou forças armadas governaram o País.
Rip 31 de março de 1964

Anônimo disse...

Nós o brasileiros de boa fé, pedimos o auxílio dos militares, so sentido de impedirem que seja aprovada a convenção 169 da OIT, que significará o fracionamento do Brasil, quando sem dúvida alguma haverá muitas guerras internas e muito derramamento de sangue.

Um grande abraço ao exercito brasileiro que sempre amei desde sempre.

Anônimo disse...

salve 31 de março de 1964, dia memorável e anos de gloria ermos felizes e não sabíamos, infelizmente
estamos vendo o país dominado pela corrupção,pelo crime organizado,carga tributária umas das mais violentas do mundo, um governo aliado dos comunistas faltando pouco
para declarar o comunismo no Brasil, o golpe final,senhores Generais o povo brasileiro pede socorro, OBRASIL PEDE AJUDA.

Anônimo disse...

salve 31 de março de 1964, dia memorável e anos de gloria ermos felizes e não sabíamos, infelizmente
estamos vendo o país dominado pela corrupção,pelo crime organizado,carga tributária umas das mais violentas do mundo, um governo aliado dos comunistas faltando pouco
para declarar o comunismo no Brasil, o golpe final,senhores Generais o povo brasileiro pede socorro, OBRASIL PEDE AJUDA.

Anônimo disse...

Ninha Querida Pátria, está pedindo socorro, esse PT está acabando com o Brasil.

No regime militar, havia respeito.