sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A morte da Justiça no Brasil: vamos ser coniventes?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O espectro da ilegitimidade ameaça inviabilizar o Brasil como Nação, em curto prazo. Ficou evidente que é necessária uma revisão urgente da possibilidade de nomeação de ministros das cortes superiores do Poder Judiciário por indicação política de membros do Poder Executivo. Definitivamente, Justiça não combina com politicagem. Mas isto não está claro na República Sindicalista do Brasil, onde vigora o sistema capimunista, com governança do crime organizado.

Foi patético assistir o próprio presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, ser forçado a admitir que a decisão da maioria da corte, aliviando os mensaleiros do crime de formação de quadrilha, cumpriu o “objetivo de anular, de reduzir a nada, o trabalho que fora feito”. Barbosa lamentou que se desperdiçou todo o trabalho feito pelo STF em 2012, no longo julgamento da Ação Penal 470. A forçada sinceridade de Barbosa foi um atestado de óbito do senso de Justiça no Brasil.

O mais grave é: a decisão do STF em favor dos mensaleiros, aliviando a barra na interpretação sobre o que é formação de quadrilha, vai escancarar a porteira da impunidade para crimes do colarinho branco no Brasil, beneficiando políticos e empresários parceiros na corrupção. Os ministros Luiz Roberto Barroso, Cármen Lúcia, José Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Teori Zavascki devem ser responsabilizados por seus atos ilegítimos, totalmente contra o interesse público, perante a história.

O pior pode acontecer no Brasil. Menos que a sociedade perca a confiança na Justiça. Quando o Judiciário se deixa desmoralizar, por questões claramente políticas (como denunciou o próprio presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa), caminhamos para a anomia e para o completo caos institucional, sob domínio do crime organizado – que agora a maioria do STF julgou que inexiste.

O esquema petralha é ilegítimo, porque não favorece o interesse público e nem garante os direitos individuais. Por isso, tem de ser combatido cirurgicamente. Os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira precisam focar em uma bandeira imediata: Legitimidade, já!

Só a reconquista da Legitimidade no Brasil permitirá avanços institucionais concretos. O ilegítimo e corrupto modelo em vigor só serve à governança do crime organizado, através das diversas quadrilhas, que agora a maioria do STF resolveu perdoar...

A poderosa deusa Themis, belo símbolo da Justiça, está sendo violentada e torturada no Brasil. Pena que só possa esboçar seu sofrimento em um même ou charge...

E no empréstimo, não vai nada?

Qualquer bebezinho de colo sabe que são inconstitucionais os vultosos e secretos empréstimos feitos pelo BNDES a governos parceiros do Foro de São Paulo, como Cuba, Venezuela, Equador, Angola, Moçambique e outros países menos votados.

Por isso, o Supremo Tribunal Federal já deveria ter dado uma resposta mais imediata ao mandado de segurança pedido pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) para ter acesso aos termos secretos dos acordos.

Conforme o artigo 49 da Constituição, os empréstimos ao exterior dependem de acordos internacionais que precisam passar pela aprovação do Congresso Nacional brasileiro, o que não é o caso dos empréstimos que usam empreiteiras brasileiras como intermediárias, para fingir que a grana não vai diretamente para fora.

MP, cadê você?

Se são inconstitucionais, os acordos de empréstimo são nulos perante o Direito, e o STF age de forma ilegítima, contra o interesse público, ao não impedir a safadeza.

Portanto, cabe perguntar: Cadê o Procurador Geral da República que não entra com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra os criminosos empréstimos?

Onde está a Ordem dos Advogados do Brasil que também tem competência para fazer o mesmo questionamento ao STF?

As Federações de Sindicatos também poderiam entrar com tal ação no STF, mas a maioria delas é completamente aparelhada pela petralhada...  

Alerta do Barbosa


Joaquim Barbosa foi bem claro ontem sobre o grave risco da decisão do STF para aliviar a pena dos mensaleiros por formação de quadrilha:

“Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira que esse é apenas o primeiro passo. Agora inventou-se um novo conceito de formação de quadrilha. Um conceito discriminatório. Só aqueles que praticam crimes de sangue participariam. Ouvi argumentos espantosos que se basearam apenas em cálculos aritméticos e em estatísticas totalmente divorciadas das provas dos autos, da gravidade dos crimes”.

“Esta é uma tarde triste para este Supremo Tribunal Federal, porque com argumentos pífios foi reformada, foi jogada por terra, extirpada do mundo jurídico, uma decisão plenária sólida e extremamente bem fundamentada. Peço vênia à maioria, e voto pela rejeição dos embargos infringentes ora impetrados”.

Só faltou o Barbosão ser mais claro e lembrar que estamos diante de um processo revolucionário gramscista – no qual a conquista do poder acontece de forma gradual, através da tomada e aparelhamento das instituições públicas.

Caminho do caos

O Alerta Total reafirma a análise de ontem:

O primeiro passo da petralhada é garantir a hegemonia no Legislativo e avançar na do Judiciário – o que a decisão em favor dos mensaleiros já mostrou que é um fato real e objetivo – e continuar neutralizando qualquer risco de reação dos militares.

O segundo passo, paralelo, é avançar no aparelhamento do Executivo, permanecendo no poder - com a ajuda providencial da fraude eleitoral ou do clientelismo das bolsas vagabundagem que garante o voto de cabresto nas regiões ignorantes do Norte-Nordeste.

O terceiro movimento – urgente - é reconquistar a confiança e o apoio da Oligarquia Financeira Transnacional para que tudo isso dê certo e o sistema capimunista continue avançando no Brasil.

Se tudo der certo, e Dilma conseguir o milagre de se reeleger, a intenção imediata é a implantação de uma assembleia para reformar a Constituição, para adequá-la aos planos da turma do Foro de São Paulo, que sonha com mais poder e muito dinheiro para viabilizar suas fantasias oníricas.

Quem tem...

A cúpula do Foro de São Paulo está preocupada com o alto risco de um desfecho negativo – por eles definido como “golpista” – na Venezuela.

Por isso o presidente do Uruguai, o comunista boa praça José Mujica, foi escalado para atuar de bombeiro junto ao incendiário governo de Nicolas Maduro.

Mujica avalia que a radicalização da oposição e do governo é um erro estratégico, e por isso prega que “é preciso botar a violência de lado e cumprir a constituição”.

Errinho tático

Mujica só comete um erro tático gigantesco.

Chamou para ajudá-lo na missão de pacificação o Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva – que, na surdina dos bastidores, influenciou a ilegítima decisão suicida do Supremo Tribunal Federal em favor dos Mensaleiros (que, agora, podem formar, apenas, uma quadrilha para as festinhas de São João, São José e São Pedro, tão apreciadas por eles).

Além de botar Lula no meio, Mujica também comete outra falha tática ao pregar que Cuba deve ser ouvida no processo.

Justamente os cubanos que emprestam suas tropas de milicianos para acirrar a violência do governo Maduro contra um povo revoltado...

Medinho do filme de sempre

As reflexões do presidente uruguaio José Mujica, em entrevista ao jornal O Globo, merecem profunda reflexão para quem estuda o radical momento da Argentina, Venezuela e (por que não lembrar?) do Brasil:

“A democracia se fragiliza se perdemos a capacidade de discordar, a capacidade de tolerância, o respeito às diferenças. A democracia necessita convivência entre os que pensam de maneira diferente, porque para pensar do mesmo jeito não é preciso uma democracia. Tem de haver tolerância do governo e também da oposição”.

“A pior realidade que pode ocorrer na Venezuela é a tentativa de encurralar o governo e dar pretexto para as Forças Armadas se moverem. Seria um erro de caráter estratégico. É preciso ajudar a ter uma saída amigável para que as Forças Armadas fiquem nos quartéis e não saiam para as ruas. Porque depois que saem... Não preciso explicar aos brasileiros o que acontece”.

“O que menos precisamos na América Latina são guerras e golpes de Estado. Estamos saturados, este filme já vimos”.

Conclusão: definitivamente, a turma radicalóide do Foro de São Paulo só tem medo dos militares – o resto eles passam por cima...

A quem pedir socorro?

Do leitor Mário Dente, de São Paulo, sobre o caos institucional em que o Brasil está mergulhado:

“No caso dos embargos infringentes embora já suspeitasse de que os mensaleiros - só do PT, os dos bancos provedores não - teriam suas penas reduzidas - fiquei desapontado com a decisão do STF. Que esperar de um País em que o Judiciário permite que os polítcos fiquem impunes ? Já não confiamos no Executivo nem no congresso e, agora no Judiciário. Embora já soubesse o significado do verbo INFRINGIR,  fui consultar o dicionário do  Ministério da Educação e Cultura, onde constam os significados de  INFRINGIR, verbo  transitivo:  transgredir, quebrantar, postergar, violar. A quem pedir socorro ? Eu sei, mas não digo”.

É Carnaval...


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2014.

O Encouraçado Brasil e a Lula Gigante


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Outro dia eu escrevi sobre a sensação de “tempo parado”...de história que não anda pra frente, que tenho quando penso no Brasil...Eu lembrei do “Feitiço do Tempo” (Groundhog Day) e do personagem de Bill Murray que entrava em desespero com a sensação de apatia daquela cidadezinha presa sempre no mesmo dia. Mas, pergunto eu, e se ao invés de parar o tempo ficássemos apenas repetindo (na imprensa) os mesmos..eternamente os mesmos..fatos?

“Que é, pois, o tempo? Se ninguém me pergunta, eu sei; mas se quiser explicar a quem indaga, já não sei.” Anteriormente eu já havia citado Santo Agostinho quando escrevi sobre o assunto. O que eu não havia feito, e faço agora, é reforçar – como fica evidente na segunda parte da frase – a importância do entendimento comum daquilo que seja o “tempo”.

Afirmo que é da noção comum de tempo que um povo constrói o sentido que dá para a própria história. Grande novidade, não é? Parece mais uma frase chavão e, digo eu mesmo, seria, não fosse a implicância política que obrigatoriamente precisamos tirar dela.

Dia 31 de março de 2014, comemora-se, lembra-se, ou lamenta-se (eu sei lá qual o verbo politicamente correto a ser usado) os 50 anos da intervenção militar de 1964. Por que isso aconteceu, como aconteceu e quais foram as consequências? Vai haver alguma reportagem especial do Fantástico? Vai haver gente do IBOPE nas ruas fazendo perguntas às pessoas?

As forças armadas brasileiras já receberam, anos atrás, sérias advertências sobre comemorações no dia 31 de março. Já existe uma versão oficial da história a ser ensinada às crianças nos colégios..nada existe para ser comemorado, segundo o governo petista, num mundo em que o Muro de Berlin caiu – e o socialismo não existe mais – mas onde a Revolução Bolivariana veio para libertar todo um continente do “imperialismo americano”.

Como reagir à tirania de algo que “não existe mais”?? Como convencer os brasileiros de que o país caminha para uma ditadura comunista quando as pessoas pensam que isso “acabou”...que o PT mudou, que Lula usa ternos caríssimos, e que Dirceu anda de jatinhos de luxo?

Não há dúvida alguma de que a nossas situação é infinitamente mais grave que a da Venezuela! Não resta debate sobre quem está mais doente...quem vive sob maior ditadura. Não há, digo eu, ditadura maior do que a do pensamento. Nada pode ser mais eficaz do que convencer alguém de que esse alguém já é livre..Sabem como se consegue isso? Dizendo para esse “alguém” (no caso em discussão nós todos) qual a noção correta que devemos ter do conceito de liberdade! Isso se faz de maneira contínua... isso se conquista de forma subliminar, silenciosa e persistente numa revolução cultural diária que tantas e tantas vezes eu já mencionei naquilo que escrevi.

Cinquenta anos depois de ter acontecido, aquilo que restou da intervenção militar de 64 é uma lembrança com 3 características: “comunismo não existe mais”, quem lutava por ele lutava pela “democracia” e os “militares foram os culpados nessa coisa toda” - combinação perfeita para tornar um fato local de 50 anos atrás em algo tão distante (ou mais) quanto a Primeira Guerra Mundial que, em 2014, completa um século do seu início e que aconteceu longe do Brasil.

Nada mais resta fazer do que afirmar que a construção do conceito daquilo que entendemos como tempo tem um componente subjetivo, um caráter passional e que é fruto, também, de um ato de volição. Um povo precisa ter a noção de que é capaz, ele mesmo, de construir a sua história; não de ser “vivido” por ela..de ser uma eterna vítima dela ...como alguém que viaja num barco sem comandante..num navio fantasma agora encalhado numa luta com um monstro das profundezas que não lhe deixa seguir a viagem no tempo, e que permanece parado, eternamente, num quadro que mais lembra a arte de Salvador Dali - O Encouraçado Brasil e a Lula Gigante.

Em homenagem à bravura daqueles que já morreram em Caracas.


Milton Simon Pires é Médico.

O Brasil está podre


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

Não existem dúvidas, o estoque de bandidos e de gente incompetente na esfera do Partido dos Trabalhadores (PT) é inesgotável.

Nos ministérios e nos cargos de primeiro escalão saem bandidos e entram bandidos com a maior facilidade, tudo para dar sequência à podridão.

Acredito que ontem, muitos cidadãos brasileiros, inclusive eu, sentimos náuseas ao assistirmos o jornal da Rede Globo em horário nobre.

É uma falta de caráter e desrespeito ao cidadão tão grandes que a bandidagem encarcerada nos presídios de segurança máxima teria vergonha de encarar diante das câmaras.


Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Deus nos proteja


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

Os petistas, logo após eleitos pelo desalentado e mal informado povo brasileiro, foram percebidos até por seus fundadores de primeira hora, como a maior armadilha eleitoral da nossa frágil democracia. A partir daí, tomaram a república de assalto, sem disparar um só tiro. 

Aplicaram inicialmente um sedativo forte no Legislativo que, meio grogue, passou a funcionar completamente alheio à sua verdadeira função de criar e discutir leis, limitando-se a reagir somente segundo estímulos e necessidades dos seus mentores centrais. 

Tentaram até garantir o apoio parlamentar definitivo, mobilizando vultosos meios financeiros. Um boquirroto porém, sentindo-se à margem, roeu a corda e permitiu à sociedade um espasmo de indignação que, sete anos após, ensaiou restaurar a moral no meio político. 

Pura ilusão. 

O PT tinha o bem mais precioso: o tempo. 

E, lentamente, desafiou sua própria Justiça. 

Para isso, seguindo seu estilo insidioso, equipou-a com artífices aliados. E assim foi ela aos poucos sendo colocada de joelhos, obrigada a parir meios artificiais para demonstrar que os maiores corruptos criminosos da História não eram tão bandidos como havia sido decidido pela Corte suprema, antes da chegada dos novos paladinos. 

Com isso, ficou comprovado que o último baluarte de defesa da sociedade também estava dócil e pronto aos desígnios de poder político do partido. 

A partir de agora, é certo que o povo brasileiro está abandonado, com defensores postiços, que prestam contas a outros senhores, com fisiologia e objetivos próprios. 

Deus nos proteja.


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

O País Humanitário


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Luis Sérgio Silveira Costa

O ministro Marco Aurélio, do STF, em entrevista ontem na TV, comentando sobre as regalias aos mensaleiros presos, chamou os presidiários de “reeducandos”!!!! Já não bastassem os menores que não cometem crimes, são apenas “infratores”, e não são presos, ou capturados, mas “apreendidos”, agora temos os reeducandos.

E formação de quadrilha, agora, é coisa de São João!!! Por que esse tratamento respeitoso, piedoso e humano, se não há piedade com a Educação de baixa qualidade, se a Saúde é absurdamente desumana, se não há respeito com o dinheiro público, no país líder dos impostos?

Com essa falta de atitudes firmes contra as malfeitorias, a Segurança Pública está em chamas, com as pessoas começando a fazer Justiça com as próprias mãos.

Assim  como os menores, mensaleiro agora é reeducando, e deve ser tratado com humanidade: “Meu reeducando querido, roubar é feio, faça a sua barba, estacione o carro lá fora, feijoada pode fazer mal....”

Lembrando  outro piedoso ministro do STF, o Brasil não tem só alguns, mas uma constelação de pontos fora da curva!

Pobre País!!


Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante, reformado.

Judiciário Vulnerável


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Edgar Granata

O Poder Judiciário,  no  que  tange  aos  precatórios,  é  vulnerável  e  fraco. Redundância  à  parte,  a  vulnerabilidade  é  uma  fraqueza.  Então, nesse  caso, o  Poder  Judiciário  é  duplamente  vulnerável,  tudo  em  detrimento  dos  credores  de precatórios.

A famigerada E C - 62  autorizou  ao   Poder  Judiciário  a  administrar  o dinheiro de   credores  dos  precatórios  mediante  uma  remuneração... Ora, quem são  eles, os Poderes  Executivo  e  Legislativo,  a  fazer do Poder  Judiciário  um  subserviente  às  custas dos  credores de precatórios ?

Nem os bancos  praticam  essa  heresia,  pois,  os  depósitos  em bancos são voluntários,  ao  passo  que, o  Poder  Judiciário,  guardião do dinheiro  dos  credores   de precatórios,  faz  a  farra  com  o dinheiro alheio  por  imposição  da  tal   E C - 62  num   '' depósito '' à sua mercê.... Nem AL CAPONE  foi  tão  descarado ...

O Conselho  Nacional  de  Justiça  autorizou  aos  Tribunais  de  Justiça, através da Resolução 123  a  operar  com  os  bancos  oficiais  os créditos  dos  precatórios  e  auferir rendimentos similar ao chamado SPREADs bancários. Ora, isso é eufemismo. O SPREAD, nesse caso, é uma  apropriação  indébita, eis  que,  tudo  ocorre  às  custas dos credores  de precatórios,  no  qual  os  Tribunais  de  Justiça  fazem a  farra  com  o dinheiro  alheio, sob  o beneplácito do C N J.

Quantos credores de precatórios  morreram esperando pelo seu dinheiro?

Quantos estão passando à míngua esperando pelo seu dinheiro?

Quantos já morreram à míngua esperando pelo seu dinheiro?

Vale  lembrar,  EN  PASSANT, que  esse  dinheiro  é  referente  a  um direito  líquido e certo  transitado em julgado.  Portanto, o  Poder Judiciário é cúmplice nessa modalidade de  multiplicidade criminal.

De forma que não interessa aos  Tribunais de Justiça  liberar os valores depositados  aos  credores de  precatórios,  haja  vista  que, quanto mais  procrastinarem,  mais  lucram,  criando  toda  a  sorte  de '' frescura '' empurrando com  a  barriga, por  exemplo, como as tais MODULAÇÕES...

Os anos  vão  passando  e  os  calvários  vão  surgindo...  E  tudo  indo   para  as calendas.   Os precatórios estão se tornando  instrumento de enriquecimento dos  Tribunais de Justiça  em  detrimento de seus legítimos  credores...

A  Lei Orçamentária Federal nº 12.919  de  24  de  dezembro  de  2013 regulou  os  efeitos da  tal  MODULAÇÃO, através  do  S T F. Entre os critérios  para  a  liberação, consta  a  POSIÇÃO  NA  FILA ORDEM CRESCENTE DE  VALOR  e  a  POSIÇÃO NA  FILA  ORDEM CRONOLÓGICA.

Mas  os  Tribunais  de Justiça  são  insaciáveis  nesse casos,  eis  que, por  exemplo, se alguém  está  na  fila  pela  ordem  crescente  no número  43  e  o  valor  ultrapassar um centavo  que seja  desse  limite atribuído  pelos  Tribunais  de  Justiça,  o  credor passa  para  a ordem cronológica para  o  número  99 ... Esses critérios  bem mostram  que os setores de  precatórios  são  CAIXAS-PRETAS ou de tétricas surpresas... Cada setor tem sua peculiar  maneira...

Para saber sobre o andamento do ' processo '  do  precatório, só  na base do telefonema  (dispensam-se  comentários) ou  indo  lá  na Capital de cada  Estado  da  Federação onde  estão  os  setores  (também  dispensam--se  comentários)...

Os autos  dos  precatórios  NÂO  estão  incluídos  no Processo  Judicial Eletrônico  ou em sistema  eletrônico... Só  através  do  DIÁRIO  DA JUSTIÇA...

Um verdadeiro retorno às cavernas ...


Edgar Granata é Advogado  -  OAB / RS - 8.388 - egargrata@gmail.com

Linchamento

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Sarkis

Tivemos uns diazinhos complicados (e veem mais por ai), que nos obrigaram a pensar.

‘Justiça pelas próprias mãos’ foi o mote.

Antes de falar disto, vou filosofar um pouco:

O que é violência?

Vários pensadores já discorreram sobre o tema e, todos, têm razão nas suas posições.

Eu tenho uma que venho apregoando desde a faculdade que é: Violência é tudo aquilo que provoca desequilíbrio na minha tabela de valores.

E mais, todos nós nascemos com a violência instalada, é parte do set up básico.

Nosso controle sobre a violência é que nos mantém ‘não violentos’.

Quando alguém disser que vai acabar com a violência não acredite.

A violência é um dos instintos que nos mantém vivos.

Dava pra falar muito mais...

No que quero propor já está de bom tamanho.

Vamos pensar que cada um de nós já fez JUSTIÇA PELAS PRÓPRIAS MÃOS.

Quem nunca deu um ‘tapa’ em alguém que ultrapassou os limites da nossa paciência?

Esse ‘tapa’ pode ser literal, mas vale também um grito, uma fala mais dura, um dedo em riste,...

Aliás, quando dizemos que paciência tem limites é exatamente isto que avisamos. “Vou corrigir a injustiça!”

Dentro de cada cordeiro tem um lobo.

Não pretendo incitar ninguém à violência física, mas faço uma proposta bem simples.

VAMOS FAZER JUSTIÇA PELOS NOSSAS PRÓPRIAS MÃOS!!!

Na verdade, pelos dedos.

Vamos escolher o dia 5 de outubro como o DIA DO LINCHAMENTO.

Quando você estiver diante da urna eletrônica linche quem já ultrapassou o limite de sua paciência.

Linche aquela senadora que diz que o ‘pobrezinho amarrado no poste’ é vítima.

Linche aquele deputado que defende criminosos condenados, só porque são do mesmo partido.

Linche o partido que abusa da lei.

Linche todos aqueles que se mostram de máscara para iludir você.

Linche aqueles que são a favor da escravidão, sob qualquer desculpa, sejam de médicos, sejam de carvoeiros.

Linche a todos que acham que no século 21 somos imbecis e acreditamos em políticas que já faliram a um século.

Linche aquele que desvia verbas e assassina os necessitados.

Linche aquele que declara como ‘profissão’ ser deputado/senador/vereador/prefeito/governador/presidente.

Linche quem diz que política é profissão.

Linche aquele que enriquece a si e a toda sua família, com o suor e lágrimas de todos os brasileiros.

Linche...

Linche...

Linche...

Não tenho facebook, Twitter, ou qualquer outra ferramenta dessas, mas lanço pra vocês esta proposta e peço que divulguem.

A justiça boa é aquela que nós mesmos fazemos, com nossas próprias mãos, pois nós sabemos o que queremos e onde parar.

Não temos o dia da Independência, o dia da Bandeira, o dia do FICO?

Minha proposta é de que o dia 5 de outubro de 2014 seja o DIA DO LINCHAMENTO.

Vamos fazer a nossa justiça!

Minha indignação só tem valor se encontrar eco.

Ecoe comigo e todos nos ouvirão.

Bom final de semana.


Yussef Jorge Sarkis é Advogado (OAB/GO 22.950 E DF 39.297).

Manifestações e Manifestantes


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Holst

Tenho sugerido a militares para se unirem a manifestações em vias públicas envergando seus uniformes de gala, desarmados e, se possível, acompanhados de suas esposas ou maridos no caso de mulheres militares; oficialato e praças junto aos civis servindo ainda como proteção a tropas de choque mal comandadas ou grupos de vândalos.

Nenhum governador ou presidanta ou quem quer que seja terá coragem de ordenar atacar uma multidão assim apresentada.

E os militares conseguirão, com seu comportamento respeitoso, infundir disciplina e coragem aos manifestantes.

Esta é a melhor forma de recuperar a dignidade das FA ante a sociedade civil e anular o atual governo sem que caia um disparo e mais, sem tanques e outros blindados, movimento de tropas ou armas ostensivas comandadas por anônimos generais : pelo contrário, uma liderança presente, viva e palpável, com a garantia da segurança e de uma luta de mãos limpas com o apoio de um poder indiscutível a ponto de fazer os quatro cantos do mundo pasmar diante do fato sem que nada saibam o que dizer em contrário e temam ainda sua própria surpresa.

Como resultado os roedores locais abandonarão imediatamente a nave dos tresloucados deixando-a na deriva.

Mas para tanto o governo provisório já deve estar previamente organizado sendo constituído unicamente por civis do mais alto gabarito, "fichas limpas", e nisto não se deverá tergiversar sob pena de mais um futuro fracasso. 

Obs. - esta estratégia não deve ser comunicada a mais ninguém que os próprios militares do alto escalão sob pena de sabotar o plano de modo catastrófico.  O senhor certamente sabe a quem se dirigir se assim concordar.

Carlos Holst é Cidadão.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Crítica ao “voto político” que poupa a quadrilha do mensalão pode ser a saideira de Barbosa do STF


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A revolta contra o que chamou de “voto político” em favor dos réus condenados por formação de quadrilha no mensalão tende a ser um dos últimos gritos de guerra de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal. Tudo indica que Barbosa vai antecipar sua aposentadoria. Em princípio, não deve encarar a aventura de entrar na política. Mas, até o final de março, tudo pode acontecer. A avaliação geral é que o espectro da ilegitimidade ameaça tomar conta do Brasil, em curto prazo.

A provável decisão do STF em favor dos mensaleiros, aliviando a barra na interpretação sobre o que é formação de quadrilha, vai encarar a porteira da impunidade para crimes do colarinho branco no Brasil, beneficiando políticos e empresários parceiros na corrupção. Mesmo após tal advertência feita pelo ministro Luiz Fux, a maioria de seus companheiros preferiu aliviar a punição dos condenados na Ação Penal 470. Decisão nada surpreendente para mortais elevados ao olimpo do Supremo pela canetada do regime petista - em pleno estado autoritário de direito em que vivemos.

Os petistas vão festejar duplamente a antecipada saída de Barbosa. Terão a chance de indicar, bem depressa, mais um apadrinhado para a vaga dele. Será mais um avanço no aparelhamento do STF – que ajudará na maioria folgada em votações polêmicas. E com a saída imediata de Barbosa o comando da Justiça fica com o vice Ricardo Lewandowski – que só assumiria a presidência, normalmente, em novembro. Para completar a festa, no meio do ano, o “ex-petista” José Dias Toffoli assume a Presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Assim que Barbosa sair, e for indicado mais alguém de confiança do PT para o STF, um dos primeiros passos será a colocação em pauta de votação de um novo questionamento da Lei de Anistia de 1979. O cenário para este previsível espetáculo já está armado pela tal “Justiça de Transição” (aliás, ninguém explica: transição para quê, nem para onde?), que é um movimento patrocinado por uma ONG financiada por recursos transnacionais.

Um de seus alvos principais é acabar, definitivamente, com qualquer hegemonia das forças armadas. A punição exemplar de alguns militares como “criminosos torturadores” simbolizará a desmoralização final da instituição militar – que é a garantidora efetiva da soberania. Viabilizada pela revogação unilateral da Lei de Anistia (punindo apenas os agentes do Estado e não os militantes meliantes de esquerda que roubaram, mataram, sequestraram e praticaram atos de terror na Era pós-1964), a esquerda cumpre seu objetivo primordial no serviço que presta à Oligarquia Financeira Transnacional: queimar o filme dos militares para que não possam esboçar qualquer reação – parecida com a de 1964.

O jogo está manjadíssimo. O primeiro ponto é garantir a hegemonia no Legislativo e avançar na do Judiciário. O segundo é avançar no aparelhamento do Executivo, permanecendo no poder - com a ajuda providencial da fraude eleitoral ou do clientelismo das bolsas vagabundagem que garante o voto de cabresto nas regiões ignorantes do Norte-Nordeste.

O terceiro movimento – urgente - é reconquistar a confiança e o apoio da Oligarquia Financeira Transnacional para que tudo isso dê certo e o sistema capimunista continue avançando no Brasil. Se tudo der certo, e Dilma conseguir o milagre de se reeleger, a intenção imediata é a implantação de uma assembleia para reformar a Constituição, para adequá-la aos planos da turma do Foro de São Paulo, que sonha com mais poder e muito dinheiro para viabilizar suas fantasias oníricas.

O esquema petralha é ilegítimo, porque não favorece o interesse público e nem garante os direitos individuais. Por isso, tem de ser combatido cirurgicamente. Os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira precisam focar em uma bandeira imediata: Legitimidade, já! Só a reconquista da Legitimidade no Brasil permitirá avanços institucionais concretos. O ilegítimo e corrupto modelo em vigor só serve à governança do crime organizado, através das diversas quadrilhas, que agora a maioria do STF resolveu perdoar...

Legitimidade, já! Sem ela, o Brasil pode mergulhar em um caos institucional que terá repercussões negativas para o resto do mundo. A consolidação autoritária por aqui tende a comprometer a democracia e a sustentabilidade da economia liberal. Só com Legitimidade conseguiremos reformular um projeto nacional federalista, com reformas políticas e tributárias capazes de viabilizar a produção riquezas sob um regime que respeite os valores humanos essenciais.

A Cadeia da Legitimidade vai tirar do poder a petralhada e seus comparsas. Eis a aposta para este ano conturbado e instável de 2014.

Mancada Suprema

O STF deve dar pelo menos seus votos favoráveis para acatar os embargos infringentes para reverter a condenação por formação de quadrilha de Delúbio Soares, José Genoino, José Dirceu, José Roberto Salgado, Kátia Rabello, Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz.

Ontem, votaram a favor deles os ministros Luiz Roberto Barroso, Cármen Lúcia, José Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

Logo mais, eles devem contar com o reforço de Rosa Weber e Teori Zavascki.

Celso de Mello, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello sairão derrotados, junto com Joaquim Barbosa e o relator Luiz Fux, na defesa da manutenção da condenação por formação de quadrilha.

Batalha verbal perdida

Sinal dos nebulosos tempos políticos em que vivemos foi o embate, ontem, no plenário do STF, entre o presidente Joaquim Barbosa e o ministro Luiz Roberto Barroso.

Barroso argumentou: “O Supremo Tribunal Federal é um espaço da razão pública, e não das paixões inflamadas. Antes de ser exemplar e simbólica, a Justiça precisa ser justa, sob pena de não poder ser nem um bom exemplo nem um bom signo”.

Barbosa retrucou: “O tempo em que essa quadrilha movimentou toda essa montanha de dinheiro (R$ 70 milhões, comprovados), a forma como esse dinheiro era distribuído aos parlamentares, tudo isso foi objeto de debate intenso aqui neste plenário. Agora, Vossa Excelência me chega aqui com uma fórmula prontinha, não é? Já proclamou inclusive o resultado do julgamento. Vossa Excelência já disse qual é o placar antes mesmo de o colegiado ter votado. A sua decisão não é técnica. É simplesmente política. É isso que estou dizendo”.

Barroso devolveu: “Para mal dos pecados de Vossa Excelência, o meu voto vale tanto quanto de Vossa Excelência. O esforço para depreciar quem pensa diferentemente, com todo o respeito, é um déficit civilizatório. Quem pensa diferente de mim só pode estar mal intencionado ou com motivação indevida: é errada essa forma de pensar. Precisamos evoluir. Discutir o argumento e não a pessoa. É assim que se vive civilizadamente”.

Pergunta sem resposta

Barbosa atirou novamente: “Em que dispositivo do Código Penal se encontram esses parâmetros tarifários que Vossa Excelência está utilizando no seu voto? Isso não existe. É pura discricionariedade de Vossa Excelência. Admita isso”.

Dias Toffoli saiu em defesa de Barroso, atacando:

“Presidente, vamos ouvir o voto do colega. Todos nós ouvimos Vossa Excelência votar horas e horas, dias e dias, sem interrompê-lo”.

Barbosa chutou o balde de Toffoli: “Não seja hipócrita”.

Toffoli fez apenas muxoxo: “Vossa Excelência não quer presidir deixando ele proferir o voto. Só porque o voto discorda da opinião de Vossa Excelência!”


Zé Lampião

O relator Luiz Fux deixou claro que “a complexidade do esquema, que atendeu a todos e a cada um dos integrantes da quadrilha, retrata a existência de união estável de três ou mais pessoas para o cometimento de crimes”.

Fux produziu uma imagem perfeita para defender o absurdo da absolvição aos mensaleiros no crime de quadrilha:

“O bando de Lampião trazia desassossego assim que chegava a cidades do interior, ofendendo a paz social. A associação (do mensalão) também trouxe profunda intranquilidade, não para pequenas sociedades, mas para a República, fazendo desmoronar no ideário de todos os cidadãos brasileiros a crença na democracia. Intranquilidade social maior dificilmente ocorrerá”.

Já que a maioria do STF preferiu jogar a favor da quadrilha, a previsão otimista de Fux não deve se concretizar...

Ataque aos militares?

As Legiões enxergaram no voto de Luiz Roberto Barroso uma menção indireta ao regime militar:

“Por essa razão, continuaremos a viver um abominável espetáculo de hipocrisia, em que todos apontam o dedo para todos, enquanto muitos procuram manter ocultos os seus cadáveres no armário. Pior que tudo: temos um sistema político que não atrai vocações, que não mobiliza a juventude, compreensivelmente afastada pelo medo do contágio das práticas aqui denunciadas e condenadas. Vivemos a derrota do idealismo, diluído no argentarismo e na criminalidade política”.

Barroso insiste em repetir, sempre que pode, a frase “muitos procuram manter ocultos os seus cadáveres no armário”...

Erremos feio...

O Alerta Total errou feio na previsão de que o General Carlos Alberto dos Santos Cruz estaria cotado para receber a quarta estrela, em março.

O General de Divisão, bem sucedido no comanda da campanha da ONU no Congo, já foi transferido para a reserva em 9 de novembro de 2012.

Pelo erro imperdoável, nosso redator será rebaixado ao posto de cabo da faxina, tão logo possa se alistar no Exército Transnacional que a Unasul pretende criar...

Machismo mata


A ousada foto da ativista Sara Winter, do grupo Bastardxs, ganha repercussão mundial, após protesto contra o machismo, no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro.

O ato foi uma reação a entrevista do ator Bruno Gissoni – que argumentou que “um pouco de machismo faz bem”.

Algemada em uma grade, a ex-ativista do grupo Femen, ficou nua para passar a mensagem de que “machismo mata”...

Mais Médicos para quem precisa...


Dança com Bobos


Libera Geral


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Fevereiro de 2014.