sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A fraqueza física e moral do Brasil


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas

Caros amigos: A mais poderosa arma de uma Nação é seu amor próprio, manifestado no orgulho de seu povo, no patriotismo, na perfeita compreensão do seu elevado valor e a certeza de que a sua vontade superará todos os obstáculos e as ameaças colocadas à conquista e à defesa dos interesses nacionais. 

O Brasil, no melancólico momento que vivemos, carente de razões que estimulem o amor próprio de seu povo e, mais ainda, de lideranças capazes de conduzir a vontade nacional a um esforço conjunto de recuperação, está vulnerável às ameaças que, permanentemente, pairam sobre suas aspirações. 

Os poderes da República estão desmoralizados. Ministros e fiscais da lei juntam-se a infratores para adaptar a lei às práticas delituosas, de forma a legitimar o ilegítimo e a privilegiar o interesse de grupos, partidos políticos, pessoas e empresas, em detrimento do interesse nacional.

Um País sem estadistas, corrompido, vítima de si mesmo, ainda que contando com Forças Armadas profissionais, preparadas e equipadas será sempre vulnerável à ação da vontade de seus adversários. 

A capacidade de mobilização das lideranças brasileiras, instrumentalizada pela demagogia própria dos falsários, se tem direcionado, basicamente, a questões de cunho ideológico que visam não mais que a sua perpetuação no poder e a dilapidação do patrimônio público. 

O Brasil está degradado e pervertido pela corrupção que, a partir dos governantes, contamina o tecido social e enfraquece o comprometimento da sociedade com os valores que deveriam ser os alicerces de sua fortaleza física e moral. 

O Exército Brasileiro, desviado de sua função principal, empenha-se para obter os meios que necessita para responder à sua imprescindibilidade perante a Nação. Para tanto tem se submetido à aceitação de missões que fogem ao enquadramento legal de seu emprego, pondo em risco a credibilidade e o prestígio que o colocam à testa da confiança da sociedade. 

A estratégia indireta de atender a uma necessidade secundária, visando a suprir, pelo menos em parte, o necessário para a principal, isto é, a busca de materiais e sistemas de emprego dual (policial e bélico) para uso em operações complementares à segurança pública, na prevenção de crimes transnacionais em áreas de fronteira e na garantia de segurança à realização de grandes eventos, esportivos ou não, está a transformar a Força em uma colcha de retalhos, sem qualquer garantia de correção, de continuidade ou de retorno à prioridade da atividade fim. 

O emprego do Exército em operações policiais, fora das condições legais, exaustivamente estudadas e estabelecidas pela Constituição Federal, potencializa o inevitável desgaste da Força, o que, por seu lado, traz consigo o aumento das possibilidades de falhas humanas, com reflexos negativos para a imperiosa obrigação de manter a instituição como líder da confiança nacional. 

Cabe ao Estado o dever e os decorrentes encargos de sua própria defesa. Equipar devidamente as FFAA faz parte desse dever e não pode ser encarado como favor ou agrado e, muito menos, ser cumprido sob a forma de escambo, trocando equipamentos pela prestação de serviços complementares! 

“A maiori, ad minus” – “quem pode o mais, pode o menos” -, as FFAA preparadas e equipadas para a guerra, são capazes de cumprir quaisquer missões; a recíproca, no entanto, não é verdadeira! 

Apesar do comprometimento, do empenho, da honestidade e da competência dos seus quadros militares e da indignação de uma parcela cada vez maior da sociedade, a segurança e a defesa do Brasil, graças à falsidade, à incompetência e à má fé de seus governantes estão vulnerabilizadas por fraqueza física e, principalmente, por fraqueza moral!


Paulo Chagas, General de Brigada na reserva, é Presidente do Ternuma.

5 comentários:

Loumari disse...

E se adiciona a isto aí as terríveis injúrias proferidos encontra dos militares das bocas deste povo ignóbil. O que sai da boca deste povo são palavras assassinas. E com isso eles foram fazendo pesar mais maldições sobre eles mesmos. Porque quando se injúria os militares se atacam direitamente ao São Miguel Arcanjo.

Povo inimigo de Deus. Não cessaram de profanar o Sagrado, agora foram entregues ao Diabo. Filhos de Deus jamais servirão ao povo de Satanás.

Todo católico quando reza há sempre uma oração para o anjo da Guarda.

Esta população é mais povo do Diabo que de Deus. O equivalente a esta gente, só no islão radical. Povo Satânico. Onde eles abrem a boca é para vomitar puros horrores. De horrores em horreres, aos poucos a luz se foi degradando.

Que vos salve as vossas bocas porcamente imundas.
BESTAS RUINS.

Anônimo disse...

Pior é a conivência criminosa, a passividade e subserviência covarde dos generalecos, almirantecos e brigadeirecos das Fraquezas Desarmadas. E temos que ler no milésimo artigo análises desses "bravos", que nada fazem enquanto o país afunda...

Anônimo disse...

Alguém confia em generais???
Talvez alguém possa recomendar para os "generais" brasileiros ganhadores de diárias polpudas, isentas de imposto de renda, um filme chamado "A noite dos generais". Este filme é sobre um grupo de bravos soldados, que pensando no seu povo e o que sobraria dele depois da derrota da Alemanha na Segunda Guerra, pensaram numa maneira de tirar Hitler do poder. A ideia inicial era prende-lo, mas acabou dando errado. Pelo menos salvaram parte da honra da Alemanha.

Anônimo disse...

Pois é...

Eis o General, novamente falando o... óbvio!

Sim, estou careca (em cima e embaixo) de saber que os militares prezam a disciplina e ordem constitucional, e esperam que os civis consertem a bagunça.

Mas com todo o respeito Sr. General, o Sr. não acha que agora já é tarde demais?

O Sr. realmente acredita que depois de 35 anos de socialismo ideológico arraigado o Brasil possa, em um governo civil de 4 anos, recupera-se de tamanho estrago?

Anônimo disse...

Esses excrementos fardados deveriam ficar calados...Espero que o fim desses traidores, que falam, falam, e nada fazem, seja trágico! Merecem!