terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

"Pátria Educadora" e analfabeta


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

“Pátria Educadora” é o atual selo do petismo impostor, mais uma galhofa nascida da imaginação do marqueteiro oficial, que fez da ignorância popular uma blague, em proveito político de um governo sem estofo.

A verdade do aniquilamento do País não pode ser camuflada comneon. A ridícula declaração, jogada ao léu pela gerente, reitera o muito que já sabemos do quantum de sua inteligência.

Ela e o cambaleante mentor, regidos pelo defasado marqueteirohortator, remam contra a maré conjuntural brasileira.

Hortator era um condenado que cadenciava as remadas dos prisioneiros nas galés, batendo no tambor. O bêbado e a desequilibrada submetem-se a esse bumbo, porém, de descompassadas expressões bombásticas do publicitário, que perdeu o contato com a realidade nacional e a inspiração profissional.

Exortações são próprias de governos operosos, com competência em materializar palavras em ações, pondo a Nação no futuro, em pleno presente. E, por conduzirem-se como espelhos do respeito às finanças públicas, refletem estímulos à população que colabora no desenvolvimento do País e no de seu próprio. Esse não é o caso da dupla consorciada, movida pelo baixo instinto de desagregação e de maldade ingênita.

O hortator publicitário, vivenciando o dia a dia da crassa ignorância política, contaminou-se, e a sua “Pátria Educadora”, com ar de jargão positivista, tenta encobrir a desfaçatez da dupla maldita, sem compromissos com a Nação, mas atuante no órgão que acomoda a elite do submundo latino: o Foro de São Paulo.

A desastrada ação governamental, quando a troca de favores elevou a ministros trinta e nove fantoches, é mais uma arrogante atitude da gerente, em franca decadência, por conta da incompetência e da imoralidade no trato da coisa pública, esta sim, sua obra espetacular.

Sob as asas da “Pátria Educadora”, 14 milhões de analfabetos adultos (UNESCO) estagnam.

Será Educadora a Pátria com Cid Gomes na Educação?

Será Educadora a Pátria que vê em Xuxa um símbolo pedagógico, apta a entrevistar crianças e adolescentes?

Será Educadora a Pátria que chora o bandido e desdenha o policial, sua vítima e agente do próprio Estado?

Será Educadora a Pátria que dá nome de terrorista a uma escola pública?

Será Educadora a Pátria que dá nome de espiã comunista, mulher de um traidor e apátrida, a outra escola pública?

Será Educadora a Pátria que manda seus policiais combaterem o tráfico e lamenta e chora a morte de um traficante?

Será Educadora a Pátria cuja presidente e seu etílico mentor entravam a Justiça, para livrar da justiça os companheiros corruptos?

Será Educadora a Pátria, na qual o ministro da Justiça carnavaliza as leis com os advogados dos comparsas do partido?

Será Educadora a Pátria com governantes sem leitura, tábulas rasas em qualquer nível de conhecimento?

O Brasil não pode permanecer tantos anos na inaptidão e na irresponsabilidade. Não temos que suportar a presença dessa nulidade e vê-la pôr a pique o País. Cabe a nós retirá-la do Planalto, sede do seu atual “aparelho”. E já!


Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa.

2 comentários:

Loumari disse...

A educação é o grande motor do desenvolvimento pessoal. É através dela que a filha de um camponês se torna médica, que o filho de um mineiro pode chegar a chefe de mina, que um filho de trabalhadores rurais pode chegar a presidente de uma grande nação.
(Nelson Mandela)



A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces.
(Aristóteles)



Nem todos podem tirar um curso superior. Mas todos podem ter respeito, alta escala de valores e as qualidades de espírito que são a verdadeira riqueza de qualquer pessoa.
(Alfred Montapert)



A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.
(John Dewey)

Martim Berto Fuchs disse...

Tirar a Dilma e colocar quem ? Eis a questão. Concordo que tirar esta incompetente é uma necessidade, mas paralelamente precisamos debater um novo sistema político, dentro de um novo Contrato Social.
Não adianta apenas trocar o chefe da gangue. Temos que impedir que guangues assumam o Poder. Esse é o verdadeiro problema.