domingo, 2 de agosto de 2015

Difíceis respostas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

"Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe", ditado popular que ajuda as pessoas  a enfrentar as agruras da vida, além de encerrar grandes ensinamentos.

Em relação ao Brasil atual, o bem já acabou há pelo menos dois mandatos do PT e a expectativa agora é  de quando o mal chegará ao fim e, quando chegar, como estará o país.

Destroçado?

Os corruptos que estão hoje a escandalizar ininterruptamente a sociedade serão realmente condenados e estarão cumprindo penas? Ou estaremos todos nos locupletando num carrossel gigante em forma de pizza?

Os políticos atualmente acusados e indiciados, se comprovadamente culpados, serão finalmente alcançados pela justiça e pagarão por seus crimes, em que pese as insistentes juras reiteradas durante as presentes investigações, de que nunca receberam dinheiro ilegal e jamais viram os agentes que passaram as propinas?

Após o mal acabar, será o crescimento do país restabelecido ou a deterioração econômica terá sido irreversível e o Brasil, de emergente BRIC, retornará à condição de subdesenvolvido?

A nova classe média, conquista alardeada pelos petistas, continuará sendo média?

Os níveis de emprego voltarão aos da época em que constituíram o trunfo do governo para enfrentar a crise externa, ainda hoje considerada vilã pela Presidente Dilma?

A pátria ter-se á  finalmente transformado em educadora?

O cidadão poderá enfim circular com relativa segurança pelas ruas das cidades?

O SUS, certa vez recomendado por Lula a Obama, deixará de matar ainda nas emergências o cidadão que não tem acesso ao Sírio-Libanês?

A justiça voltará a gozar da confiança da população?

O senhor Stédile será um dia compelido a cumprir suas promessas incendiárias?

Perguntas de difíceis respostas que nenhum futurólogo se aventurará a responder. 


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

2 comentários:

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

Espero que o espírito de um cordial, o do Porto presenteado por um distinto lusitano ao meu filhote número 6, não esteja afetando meu raciocínio, que percebo etilizado.

Mas vejamos, estando no meu espírito as claras evidências de que as FFAA brasileiras continuam na pratica de alimentar o dano que iniciaram com Geisel e Golbery, as flagrantes inconsistências nas declarações da Gatta Preta, do diploma de "honesta" concedida por FHC à DillmaLoucca, da emenda de José Carlos Aleluia (DEM-BA) na Lei Anti-Terror criminalizando manifestações sociais ( http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/07/lei-antiterror-trancara-pauta-partir-de-segunda.html), do STF autorizar João Vaccari Neto a ficar em silêncio durante depoimento na CPI da Petrobrás, das sucessivas sentenças suaves exaradas por o juiz Sérgio Moro - sentenças que deveriam ser muito mais duras do que as aplicadas a qualquer criminoso comum, seja Marcola, Fernandinho Beira Mar ou qualquer outro meliante brasileiro - porém contemplando-os, os "condenados", a curtirem repouso na própria casa, ou em outros casos, praticamente libertando-os de punições, estou com a certeza de que Catta Preta igualmente ao juiz Sergio Moro, são personagens e cúmplices de um gigantesco estelionato praticado contra os brasileiros decentes, voltados ao Bem Comum.

Isso mesmo, afirmo que é minha convicção de que o juiz Ssergio Moro igualmente à Catta Preta, o PT, políticos também do DEM, estão trabalhando em conjunto em um logro de proporções épicas, logro montado com o fito específico para servir de distração e desvio de atenções diante do quadro de desmonte econômico nacional e das imprescindíveis medidas de saneamento ("austeridade econômica" e aumento brutais nos valores de serviços e impostos); continuando, sugiro que sabedores da eminente quebra das finanças nacionais, foi montado um logro para catalisar atenções, desviando-as do principal, dando falsas esperanças aos brasileiros do Bem.

Anônimo disse...

Se depender dos CANALHAS, PARASITAS e TRAIDORES que vestem farda, ficará tudo como sempre esteve. E eles na sombra, mamando e tomando parte da roubalheira, enquanto humilham e exploram subordinados nos quartéis.