terça-feira, 1 de março de 2016

O Brasileiro é Licurgo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Boas armas asseguram boas leis.

Depois de mais de trinta anos de desgovernos corruptos e/ou incompetentes, é mister fazer uma ampla reforma institucional-legislativa.

A principal, que no entanto levará um quarto de século para frutificar, é a lei de educação.

Em seguida, a lei ambiental.Tornar crime a prevaricação de mandatários que toleram a invasão de áreas de proteção de mananciais.

Não é admissível que a cidade de São Paulo, cortada por três rios, tenha problemas de abastecimento de água.

Deixar sem uso a usina hidrelétrica Billings é tamanha burrice que parece proposital. Traição à Pátria.

A lei de transportes deverá priorizar o ferroviário. Serão execrados publicamente os que desmantelaram o que havia de melhor em ferrovias.

A lei de saúde deverá estabelecer que funcionários públicos dos três poderes só poderão ser atendidos em hospitais governamentais.

O executivo será chefiado por um gestor demissível ad nutum pelo Poder Moderador do Conselho de Estado a ser criado.

A lei do legislativo estabelecerá a desnecessidade de filiação a partidos políticos para alguém candidatar-se a cargo eletivo.Tornará inelegíveis para sempre quem já tiver ocupado algum cargo no legislativo.

O voto será distrital e com possibilidade de revogação de mandato.

O judiciário será refeito do zero. Serão juízes, pelo prazo de cinco anos, improrrogável, advogados com mais de cinquenta anos de idade e dez de profissão, sorteados entre os que pleitearem o cargo.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Loumari disse...

Tudo isso é maravilhoso. Onde achar competentes para assumirem varonilmente cargos de responsabilidade com ética e moral?
Todos preferem nadar no oceano da PUTATICE. Um mundo onde os soberbos são reputados legendas e os poucos justos que sobram já foram colocados entre a espada e a parede. Te moves, morres.
As mesmas aberrações são perpetradas em Moçambique, onde assassinam advogados, juízes, jornalistas, professores de direitos, bancários, membros da oposição.
Agora procuram como assassinar o líder da oposição Afonso Dhlakama. Ontem a Frelimo mandou para o distrito onde está a base do líder da oposição para destruírem a base, só que a tropa governamental foi massacrada lá pelos guerrilheiros da Renamo, partido da oposição. E o comandante das forças armadas governamentais, fugiu, e pelo caminho despiu-se da farda e foi percorrendo o mato nu da silva. E quando lhe deram algo de trapos ele se retirou para a sua província 500 kms de onde ele tinha ido perpetrar o ataque armado.
E o presidente de Moçambique, ontem ele mandou passear a igreja católica. Portanto se até aqui Moçambique preservou a paz é graças a mediação da igreja católica.
Isto tudo quer dizer que o país vai partir em brasas dentro de muito pouco.

Anônimo disse...

ô doutor Mantiqueira, mais uma vez vem o senhor "cantar a bola" mas se esquecendo de indicar "quem vai botar o sininho no pescoço do gato"?!

Na verdade, a figura de linguagem a ser usada deveria ser "quem vai colocar a mão na merda"?

As mães trocam o cocô (sic, com acento mesmo!) de seus nenéns e colocam mesmo a mão lá porque AMAM seus filhos e sabem que eles dependem delas.

Caberia fazer a mesma pergunta àqueles que são os "pais da Pátria" - se eles amam MESMO sua filha (a Pátria) a ponto de alegremente "meterem a mão na merda" e limparem seu bumbum? (Seria bom que o fizessem, e que desta vez a limpeza fosse bem feita....)

Pergunta que não quer calar, não é mesmo?

(Tem gente achando que o povo - desarmado, desorganizado e mal alimentado - é quem deveria fazer isso, mas digo que cabe aos Pais da Pátria - armados, treinados e preparados - essa responsabilidade intrínseca e visceral. Concorda comigo?)
Ass. Clóvis Melo

Pedro Nogueira disse...

Merecem ser apreciadas as idéias propostas, porque em verdade o Brasil precisa de mudanças radicais para um combate efetivo às sementes da corrupção que vicejam dentro dos partidos políticos os quais, não contribuem em absoluto para o progresso da nação brasileira.