domingo, 15 de maio de 2016

The Farm of Mother Joanne


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Antigamente as pessoas se escandalizavam com a mentira; hoje, com a verdade.

Vamos nos libertar do patrulhamento “politicamente correto” e dar nome aos bois.

Desde 1.985, mas principalmente de 2.003 pra cá, a administração pública foi deliberadamente destroçada.

Quanto menos organização, mais difícil o controle.

Vivemos na Casa da Mãe Joana. Ninguém sabe ao certo quantos funcionários existem nos três níveis de desgoverno.

Salvo a honrosa exceção de dona Onça, a máquina pública vive à tripa forra.

Cartão corporativo é o maior símbolo do escárnio.

Quando do “confisco” da poupança pelo presidente colorido, havia uma piada trágica:

“Votamos no mocinho para afastar o bandido, mas na primeira cena do filme, ele assalta o banco!”.

A história se repete. O novo administrador da fazenda quer capar o porco (povo) antes mesmo de verificar os estragos feitos por invasores sem escrúpulos.

Vai dar com os burros n'água. O gado está sem sal e muito agitado, prestes a iniciar o estouro da boiada.

Não adianta ameaçar com a ida ao frigorífico livre onde até ontem bostejava.

Boi, rufião e vaca velha irão pro espeto junto a boys “olas”, marc “olas” e arg “olas”.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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