segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Delação e Danação: De quem mesmo?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

“Crimes não são cometidos no céu, nem nos conventos. Como regra, então, não podemos chamar os anjos ou freiras como testemunhas desses casos criminais envolvendo a administração pública”. Foi assim que o juiz Sérgio Fernando Moro defendeu a função da colaboração premiada para magistrados, em recente palestra no Tribunal de Justiça do Paraná. Os demônios da politicagem entenderam o recado.

A esperada e temida delação de Eduardo Cunha não é a única que mais bota medo entre os corruptos profissionais. Se PT, PMDB e PP agonizam em extrema tensão, agora é a vez do PSDB mostrar seu pavor. A coisa ficará nigérrima para alguns tucanos se um ex-diretor da Dersa, apelidado de Paulo Preto, partir realmente para a delação premiada na Lava Jato. Paulo Vieira de Souza foi citado, com provas, nas delações de executivos da Camargo Corrêa e da Odebrecht.

O Presidente Michel Temer não poderá continuar fingindo que a banda corrupta do PMDB nada tem a ver com ele. A cúpula tucana também terá de pagar de fingir inocência, com posturas sempre envergonhadas no efetivo combate à corrupção. Renan Calheiros, presidente do Senado, tem de ficar de prontidão para ser convocado, a qualquer instante, pelo Judiciário.

Espera-se que as delações sejam a danação dos corruptos. No entanto, é preciso ficar claro que o sistema do crime institucionalizado continuará vigorando, apesar da Lava Jato e afins. Se não houver uma profunda mudança estrutural na máquina estatal brasileira, tudo permanecerá como sempre esteve.

Delação premiadíssima

Releia o artigo de domingo: Temer deixará o Judiciário detonar Renan Calheiros?


Arquivo vivíssimo


Haja coração!


Pedindo foro


Aliados sumiram


Delação imitada


Articulando


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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Outubro de 2016.

12 comentários:

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Dois aspectos: (1) Se o Planalto der "status" de Ministro ao Moreira Franco para livrá-lo de Moro,Temer estará cometendo crime de "obstrução de Justiça",tanto quanto Dilma e Lula,na escandalosa nomeação deste para Ministro ; (2) quando escrevo que o Brasil não vive na democracia,porém na sua contrária,na OCLOCRACIA (democracia corrompida,degenerada,falsa),não significa que isso ocorra somente na "macro-oclocracia",onde o povo elege os seus representantes nas urnas,porém mais ainda na "micro-oclocracia",que é a escolha do comando das instituições públicas (parlamentos,tribunais,etc.) feitas por um pequeno "eleitorado". Em ambos os casos as escolhas tendem a recair sempre sobre os piores. Nem os tribunais judiciais escapam. Quem não lembra daquele Presidente de TRT corrupto até debaixo d'água ? Mais recentemente a prova está (na "micro-oclocracia"), na escolha dos Presidentes da Câmara e do Senado,e (na "macro-oclocracia",na escolha da Presidente da República(Dilma), e dos seu seu "vice",Temer,que agora assumiu. Por isso a sociedade civil,através dos seus eleitores,não é meramente "vítima" de toda essa situação,porém cúmplice, e igualmente culpada,não tendo direito de simplesmente criticar e "lavar" as suas mãos.

Anônimo disse...








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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Anônimo disse...

"CONFIRAM O QUE VOMITOU Lafferte – o mais atrevido e traste comunista chileno:
“Sob o pretexto de cultura, instrução, civilização, ciências modernas, devemos atacar o religião”.
Na convenção do partido comunista mexicano em maio de 1944, sentenciou:
“Quando, em nossa declaração de princípios falamos em liquidar os restos semi-feudais que caracterizam os países da América Latina, aludimos ao poder espiritual e político da Igreja Católica Apostólica Romana.
As necessidades táticas da luta nos fazem aparecer hoje como se fôssemos simpatizantes da religião, e até na Rússia o governo soviético se viu obrigado a contemporizar bastante com a religião…
É urgente que como tática de luta façamos penetrar no espírito das crianças, dos indígenas, dos operários, dos estudantes, as piores acusações contra a Igreja católica a fim de separá-los dela para que entrem em nossas fileiras…
Devemos afirmar que o sistema de iniquidades, sustentado, ensinado e praticado pelos católicos não tem igual; que é audaz, agressivo, intolerante e cruel; cego obstinado e blasfemo; que é ao mesmo tempo insidioso, adaptável e às vezes conciliador; que é pomposo, claudicante, servil, regalista e impostor…
Insistir que base da moral católica descansa nos ensinamentos iníquos e no exemplo imoral dos santos, e converte esta religião num código violento, num sacerdócio maldito e num poder sanguinário e cruel…
Devemos dizer, clamar e repetir que com o celibato eclesiástico o chefe católico não poderá nunca viver uma vida humana normal e que é impossível dar exemplo de boa vida, e que as leis das repúblicas deste continente permitem a liberdade de cultos!
É importante que nossas autoridades permitam a outras religiões a entrada em nossos países: mórmons, protestantes, budistas, judeus, muçulmanos etc!
Que estas seitas tenham seus templos à luz do dia… Desta maneira faremos penetrar a pouco e pouco nossas teorias de positivismo, de economia individual e coletiva…
“Agora mais do que nunca, devemos seguir uma tática de luta que engane os inimigos de nossa ideologia”…

Anônimo disse...

“A fome não só destruiu a fé no Czar, como também a fé em Deus”. Quem terá pronunciado essas palavras brutais e cínicas?

Vladimir Ilitch Oulianov, vulgo Lenine, homem símbolo do comunismo soviético – o maior crime cometido na História – utilizou a fome como meio “didático” de transformar a sociedade e extirpar qualquer fé religiosa. Ele, a exemplo de Marx, considerava a religião o “ópio do povo”.

O livro, objeto deste artigo, examina os frutos criminosos desse regime monstruoso.

O século XX deixou pesadas heranças. Entre elas, os erros da Rússia espalhados pelo mundo, como previu Nossa Senhora em Fátima. Erros que se condensaram numa bandeira tinta de sangue: a do comunismo. Hoje, no Brasil, eles são exumados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST) e outros afins – a par do folclore sinistro de Marx, Lenine, Mao e Che Guevara –, ao promoverem invasões e depredações, semeando a tensão no campo e na cidade. Enquanto na vizinha Colômbia a guerrilha marxista-leninista já efetivamente domina parte do país.

O Livro Negro do Comunismo, há pouco editado no Brasil (1), pôs em foco a magnitude dos crimes gerados por esses erros. Desde que foi publicado na França, em 1997, ele suscita apaixonadas polêmicas. Numerosos simpatizantes do comunismo saíram da moita em defesa do partido. No Parlamento francês, o Primeiro-ministro socialista Lionel Jospin correu em socorro de seus aliados do Partido Comunista, denunciados por deputados da direita com base no referido Livro Negro (2). Apareceu até um volume criticando essa obra, ironicamente intitulado Livro Negro do Capitalismo, aliás tão pífio que a revista “Veja” o qualificou de “obra idiota e estapafúrdia” (3).

O Livro Negro do Comunismo foi escrito por esquerdistas. O coordenador da equipe é Stéphane Courtois, diretor da revista Communisme e diretor de investigações do prestigioso Centre National de la Recherche Scientifique de Paris. Ele vem do maoísmo e se define como anarquista (4). Os títulos e obras dos demais colaboradores ocupam algumas páginas. Por sua vez, a Rússia abriu-lhes arquivos até então zelosamente fechados.

A erudição é esmagadora, e a realidade retratada, estarrecedora. Segundo os cálculos, o comunismo é responsável por cerca de 100 milhões de mortos. Só na China somam 63 milhões, e na Rússia 20 milhões. E isso apesar de os autores minimizarem as cifras. Exemplos: a Comissão sobre Repressão do governo russo concluiu que os bolchevistas mataram pelo menos 43 milhões de pessoas entre 1917 e 1953 (5). Na Coréia do Norte, segundo a agência católica Zenit (6), o comunismo matou de fome 3,5 milhões, sete vezes mais do que os autores informam.


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

Mito da Revolução Francesa: modelo para esquerdas contemporâneas

Lenine posa diante de uma monstruosa cabeça de Danton, em Moscou, para um filme de propaganda soviética
O Livro Negro carateriza o comunismo como intrinsecamente criminoso, genocida, muito mais nocivo à humanidade que o nazismo ou qualquer totalitarismo do século XX, enquadrando-o no gênero de crime contra a humanidade. Teses que deixam em maus lençóis as esquerdas, inspiradas, todas elas, no mesmo sonho igualitário.

Para o Livro Negro do Comunismo, a emulação com a Grande Revolução –a Francesa de 1789– é que moveu os revolucionários vermelhos. Robespierre abriu o caminho, Lenine e Stalin lançaram-se nele, os Khmers Vermelhos do Camboja bateram recordes genocidas. Para todos eles, a utopia igualitária e libertária tudo justificava. Exterminar milhões não importava, em sua opinião, porque assim nasceria um mundo novo, fraternal, para um homem novo liberto da canga da hierarquia e da lei.

O obstáculo a varrer era a propriedade privada. E o adversário a eliminar eram os proprietários. Os comunistas atiraram-se ferozmente sobre eles do mesmo modo como Robespierre encarniçara-se contra os nobres.



FONTE:
http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

Da Reforma Agrária à Guerra Civil

Devido à guerra civil e à política bolchevista em relação ao campo, uma terrível fome devastou as regiões do rio Volga, nos anos de 1921/22...
Na Rússia – como em geral nos países que caem nas garras do comunismo -- tudo começou pela Reforma Agrária. Sob o tzarismo, os agitadores incitavam à partilha negra de terras invadidas. Era a luta de classes dos sem-propriedade contra os proprietários rurais, grandes ou pequenos.

O desastroso desenlace da IGuerra Mundial deixou a Rússia numa situação caótica. O tzar abdicou e foi substituído por políticos centristas, concessivos à esquerda. Em face disso, a minoria comunista ousou o inconcebível e apoderou-se do governo quase sem resistência.

Logo a seguir, Lenine declarou a Guerra Civil contra os proprietários. Comitês revolucionários de intelectuais comunistas conduzindo uma tropa de “elementos criminosos e socialmente degenerados” (p. 127) instauraram o terror. A droga corria farta entre eles. Os proprietários de milhares de fazendas invadidas foram mortos ou fugiram para o exterior. Os donos de roças ou chácaras ficaram, provisoriamente. Em 29 de abril de 1918, Lenine decretou “uma batalha cruel e sem perdão contra esses pequenos proprietários” (p. 83).

Os bolchevistas passaram a desarmá-los e a lhes confiscar o grão. Quem resistia era torturado ou espancado até a morte. Roubavam-lhes até a roupa interior de inverno e os sapatos, ateavam fogo nas saias das mulheres para que dissessem onde estavam sementes, ouro, armas e objetos escondidos. As violações praticadas então pelos comunistas foram sem conta.

Entretanto, em julho-agosto de 1918, os bolchevistas perderam o controle de quase todo o país. E na região que dominavam eclodiram 140 insurreições. Os proprietários agrícolas formaram exércitos de até dezenas de milhares de homens. Porém, estes não compreendiam a natureza ideológica do adversário e que era preciso opor-lhe uma ideologia anticomunista. Repetiam inadvertidamente o jargão dos bolchevistas, pensando com isso seduzi-los. Ingenuidade! Os comunistas maquiavelicamente propunham arranjos, atribuíam os excessos a funcionários e prometiam uma solução assim que os anticomunistas entregassem as armas. Isto feito, matavam-nos desapiedadamente.


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

Brutal nacionalização da indústria e primeira grande fome

...ceifando 5 milhões de pessoas, sendo as crianças suas primeiras vítimas
Tendo confiscado o alimento, o governo reduziu o povo pela fome. Só comia quem possuísse o cartão de racionamento distribuído pelo partido... Havia seis categorias de estômagos excomungados. Os burgueses, os contra-revolucionários, os proprietários rurais, os comerciantes, os ex-militares, os ex-policiais foram condenados ao desaparecimento.

Nas cidades, as fábricas pararam. Os operários trocavam ferramentas e máquinas furtadas das oficinas por alimentos. A ditadura soviética nacionalizou, então, as indústrias e as militarizou. Trabalhava-se sob ameaça. A ausência podia acarretar a morte. O pagamento não ultrapassava um terço ou metade do pão necessário para a sobrevivência.

As inúmeras revoltas operárias foram afogadas em sangue. O paraíso igualitário estava começando... “As cidades devem ser impecavelmente limpas de toda putrefação burguesa .... O hino da classe operária será um canto de ódio e de vingança!”, escrevia o “Pravda” – jornal oficial -- em 31 de agosto de 1918.

A fome prostrou a população. Em 1922 não havia mais revoltas, apenas multidões apáticas implorando uma migalha e morrendo como moscas. Foi o início da primeira grande fome que ceifou 5 milhões de vidas.

Os cadáveres insepultos acumulavam-se nas estradas. Surgiu o canibalismo. Os comunistas deitaram a mão nos bens da igreja cismática (dita ortodoxa), majoritária na Rússia. O confisco ocorreu com profanações e carnavais anti-religiosos. Após sucessivas ondas aniquiladoras, pouquíssimos templos permaneceram abertos. Os “Popes” (chefes da igreja cismática) transformados em agentes do Partido.


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

A sangrenta estatização dos campos

Dois comissários bolchevistas, com dois motoristas, exercendo sua sinistra atuação no campo russo
A Reforma Agrária prometeu terra aos que não a possuíam. Mas na verdade o comunismo desejava implantar os kholkhozes, isto é, granjas comunitárias pertencentes ao Estado, onde os camponeses obedecem como servos à planificação socialista.

Stalin completou a estatização do campo decretando o extermínio imediato de 60 mil chacareiros e o exílio da grande maioria para campos de concentração da Sibéria. Mesmo os simpatizantes do governo perderam tudo, sendo deslocados para terras incultas de sua região. Em poucos dias, a meta de 60 mil assassinatos foi superada. Em menos de dois anos foram deportados 1.800.000 proprietários e familiares. A viagem mortífera, em vagões de gado, durava várias semanas, sem alimento nem água. Os comboios descarregavam os cadáveres nas estações. Os locais de acolhida eram ermos, sem instalações básicas. As baixas por inanição, doença ou frio atingiram mais do 30% dos deportados, no primeiro ano.

Como nas granjas coletivas os assentados desenvolviam resistência passiva às normas, Stalin decidiu submetê-los pela fome. As reservas de alimentos, sementes e ferramentas foram confiscadas. Carentes de tudo, os camponeses abandonavam os filhos na cidade próxima. Em Jarkov, crianças famintas lotavam as ruas. As que ainda não haviam inchado foram conduzidas a um galpão, onde agonizaram aproximadamente 8 mil crianças. As outras foram despejadas num local longínquo para morrerem sem serem vistas. Esta fase final da Reforma Agrária provocou 6 milhões de mortes.


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

O Grande Expurgo: 6 milhões de vítimas

Em janeiro de 1930, os pequenos comerciantes, artesãos e profissionais liberais foram “desclassificados”, isto é, privados de moradia e de cartão de racionamento. E, por fim, deportados.

Stalin excogitou também o Grande Expurgo nas fileiras do partido e da administração pública. Universidades, academias e institutos diversos foram quase esvaziados. Até Tupolev, inventor do tipo de avião que leva seu nome, foi vítima. A alta oficialidade do Exército foi expurgada numa porcentagem de 90%. A mortandade causada pelo Grande Expurgo atingiu mais de 6 milhões de pessoas, embora oficialmente só tenha havido 681.692 execuções.

Durante a II Guerra Mundial, o comunismo russo dizimou as minorias étnicas. Mais de 80% dos 2 milhões de descendentes de alemães que moravam na URSS foram expurgados como espiões e colaboradores do inimigo. Várias outras etnias foram supressas.

Os expurgos alimentavam o gigantesco sistema de campos de concentração, onde os deportados funcionavam como mão-de-obra escrava para sustentar a economia soviética. Nesses locais, a alimentação era ínfima e nojenta, e a mortalidade pavorosa.


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

Na China: Reforma Agrária, “salto para a frente” e a maior fome da História

Enquanto os líderes comunistas Mao-Tsé-Tung e Peng Chen posam para fotos, cerca de trinta milhões de chineses morrem de fome...
A China de Mao-Tsé-Tung seguiu as pegadas da Rússia com aspectos surpreendentes. Assim que se apossava de uma região, o comunismo chinês empreendia a Reforma Agrária. Mas antes de eliminar os proprietários, desmoralizava-os o quanto podia. Eles eram por exemplo submetidos ao “comício da acidez”: os parentes e empregados deviam acusá-los das piores infâmias até que “entregassem os pontos”, sendo então executados pelos presentes. Um proprietário teve que puxar um arado sob as chibatadas de colonos, até perecer. Chegou-se a obrigar membros da família de um fazendeiro a comer pedaços da carne dele, na sua presença, ainda vivo! A Reforma Agrária chinesa extinguiu de 2 a 5 milhões de vidas, sem contar aqueles que nunca voltaram entre os 4 a 6 milhões enviados aos campos de concentração.

Outra fábrica-prisão: produtos para exportação
Em 1959, Mao propôs o “grande salto para a frente”, que consistiu em reagrupar os chineses em comunas populares, sob pretexto de um acelerado progresso. Foi proibido abandonar a comuna, as portas das casas foram queimadas nos altos fornos, e os utensílios familiares transformados em aço. Iniciaram-se construções delirantes. Os responsáveis comemoravam resultados fulgurantes e colheitas astronômicas. Mas logo começou a faltar o alimento básico. Barragens e canais viraram pesadelo para seus construtores escravos. A indústria parou. A fome mais mortífera da História da humanidade sacrificou então 43 milhões de vidas! Era proibido recolher as crianças órfãs ou abandonadas. O regime reprimia os famintos, entes não previstos na planificação socialista...

O sistema amarelo de campos de concentração foi (e continua sendo) o maior do mundo. Até meados dos anos 80, mais de 50 milhões de infelizes passaram por ele. A média de ingresso nesse sistema é de 1 a 2 milhões de pessoas por ano, e a população carcerária atinge, em média, a cifra de 5 milhões. Os presos-escravos vivem psiquicamente infantilizados, num sistema de autocríticas e delação mútua. Esses cárceres, disfarçados em unidades industriais do Estado, desempenharam importante papel nas exportações chinesas. Pense nisso o leitor quando lhe oferecerem um produto chinês a preço ínfimo...


FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

Enlouquecimento? Ou possessão diabólica coletiva?

Katyn (Rússia), abril de 1943. Os alemães descobrem em fossas cadáveres de 4.500 oficiais poloneses. Uma comissão da Cruz Vermelha concluiu que eles foram executados pelos soviéticos, na primavera de 1940. Assim, o oficial polonês, empalado pelos comunistas ainda durante a Revolução bolchevista, é um infeliz precursor da matança de seus compatriotas em Katyn
Em plena Revolução bolchevista, a famosa revista francesa “L'Illustration” coleção 1920 a 1925, p. 38, publicou matéria inédita. Tratou-se de mórbida fotografia do cadáver de um oficial polonês empalado, contemplado pela soldadesca comunista. A revista quis ilustrar com essa fotografia a inexplicável e antinatural ausência de reflexos humanos, bem como a indiferença absoluta dos soldados vermelhos. O que teria anestesiado as reações instintivas daqueles homens?

“L'Illustration” acrescenta que o crime foi ordenado por uma pessoa que, na frívola Paris da época, distinguia-se como um gozador, cético em matéria de religião, mas bom rapaz, engraçado, grande jogador de bridge e freqüentador de bailes. Que fator misterioso transformou-o, subitamente, em feroz comissário bolchevista?

Uma alta autoridade eclesiástica parece oferecer-nos uma explicação indireta para o fato. Trata-se de Mons. André Sheptyskyj, Arcebispo de Lvov e Patriarca de Halich, líder da Igreja Católica na Ucrânia durante as perseguições de Lenine e Stalin. No início da II Guerra Mundial, escreveu ele à Santa Sé: “Este regime só pode se explicar como um caso de possessão diabólica coletiva”. E pediu ao Papa que sugerisse a todos os sacerdotes e religiosos do mundo que “exorcizassem a Rússia soviética” *. Mons. Sheptyskyj faleceu em 1944. Seu processo de beatificação está em andamento.

A crueldade inumana da seita socialo-comunista e a desproporção entre seus satânicos feitos e os êxitos que alcançou são de molde a confirmar a impressionante declaração do heróico Prelado ucraniano.

* Pe. Alfredo Sáenz S.J., De la Rusia de Vladimir al hombre nuevo soviético, Ediciones Gladius, Buenos Aires, 1989, pp. 438-439.



FONTE:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/CFC8E07F-C954-62E1-8A41482C1497A325/mes/Fevereiro2000

Anônimo disse...

O desarmamento do povo brasileiro...

“Uma morte é uma tragédia, milhões mera estatística”. Josef Stalin

Ha alguma relação entre governos facistas e o desarmamento da população de bem?

“Absolutamente todo governo autoritário desarmou a população. A Alemanha nazista desarmou os judeus, Cuba desarmou sua população, URSS fez o mesmo pelas mãos de Lenin. Nenhum ditador confia em sua população armada.”

Adendo – o Decálogo de Lenin:

O “Decálogo de Lênin”, são os “10 mandamentos” da Ideologia Socialista, escrita em 1913 e atribuída ao lider revolucionário russo Vladimir Lênin, pai do comunismo.

Em 1913, Lênin escreveu o “Decálogo” que apresentava ações táticas para a tomada do Poder.

a) Qualquer semelhança com os dias de hoje, não é mera coincidência.

b) Tendo a História se encarregado de pôr fim à questão ideológica, a meditação dos ideais, então preconizada, poderá revelar assombrosas semelhanças nos dias de hoje, senão vejamos:

1.. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;

2.. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;

3.. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;

4.. Destrua a confiança do povo em seus líderes;

5.. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;

6.. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;

7.. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8.. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;

9.. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

10.. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…



E para quem acha que o Decálogo é uma invenção dos EUA na Guerra Fria, ou simplesmente nunca existiu:

É um documento notório escrito por lênin em Em 1913, alguns falam que foi entre 1901 e 1902, mas a data exata não é importante.

Vladímir Ilich Lenin escreveu uma obra que se converteu em uma espécie de “Manual do Revolucionário”, publicada no idioma espanhol com o nome de
“¿Qué hacer?” (Editorial Progreso, Moscou 1981).

Download da Versão em Inglês http://www.tau.ac.il/~russia/cvs/Faculty/Halfin/chp4.doc

LENIN, Vladimir Ilitch. El Imperialismo, Fase Superior de Capitalismo.
Moscou. Editorial Progreso, 1981. (Existem várias edições em português).
Link Aqui http://www.historia.uff.br/grad_discipl_hist_contemp1.php

Para sermos mais atuais, o tal falado “estatuto do desarmamento”, nada mais
é que orientação do Decálogo de Lênin

Link 1 http://www.marxists.org/espanol/lenin/1900s/quehacer/

Link 2 http://resistir.info/mreview/editorial_mr_jan04.html



Os títulos mais comum que ele teve no Brasil foram:

LENIN, Wladimir I. (1979). O imperialismo: fase superior do capitalismo.
in Obras Escolhidas, Tomo I. São Paulo: Alfa-Omega.
Essa editora ainda existe em http://www.alfaomega.com.br

http://verdademundial.com.br/2011/07/desarmamento-adiantou-para-algo/

http://verdademundial.com.br/2013/10/a-verdadeira-historia-sovietica-documentario/


"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades" (Benjamin Franklin).