domingo, 22 de janeiro de 2017

Balanço dos 80 anos de vida: A Defesa Permanente da Pátria

Sérgio Tasso Vásquez de Aquino

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Tasso Vásquez de Aquino

Neste 20 de janeiro, Dia de Sebastião, o Santo Guerreiro e meu Padroeiro, cheguei ao mundo há oitenta anos, na magnífica cidade de Curitiba, no belo Estado do Paraná das araucárias da abençoada Terra do Brasil. Creio, pois, ser adequado um balanço do que vivi, vi e experimentei ao longo de tão extenso período, na fase de formação, na carreira militar ativa e na atuação pública, na Reserva e Reformado, em defesa do Brasil e das Forças Armadas. Iluminaram-me os caminhos o  apoio  e a inspiração da bela e forte mulher que Deus colocou em minha vida há 67 anos, minha esposa há 58 e mãe dos filhos e avó dos netos que completaram a grande ventura familiar.
 
A época da infância, da adolescência e da juventude me foi extremamente feliz, quando me desenvolvi afetiva e religiosamente pelo carinho, pela dedicação sem limites e pelos cuidados sempre presentes da minha Mãe, e forjei o caráter e aprendi a ser um homem de bem, patriota, dedicado às causas nobres e altruístas, corajoso moral e fisicamente pelo exemplo e pelo acompanhamento diuturno do meu Pai, modelo e guia que tomei para mim e o melhor amigo que tive em toda a vida.
 
Outras influências notáveis, marcantes na minha formação para o Bem, foram minha Igreja, Católica Apostólica Romana, que me foi apresentada por meus Pais e cujos ensinamentos e ritos sempre procurei seguir e a cuja Mensagem de Conversão e Salvação sempre me tenho mantido fiel, e o Colégio Militar do Rio de Janeiro, centro notável de formação cívica e moral e de excelência no ensino multifacético do conhecimento humano, no qual permaneci durante todo o curso ginasial, de 1948 a 1951, e travei conhecimento com o espírito legendário das Forças Armadas do Brasil, tendo aumentado o patriotismo, a vocação de servir e de exercer plenamente e com responsabilidade a cidadania.
 
Deus me concedeu privilegiada memória, que me permite lembrar de fatos, lugares e episódios desde quando tinha dois anos de idade, e o atributo, que também é um dom e uma graça do Altíssimo, da inteligência, que me facultou sempre, e sem nenhum esforço, excelente desempenho escolar e assumir posição destacada e lugar privilegiado entre todos os contemporâneos em todos os cursos que realizei e também nas manifestações correntes da vida. Digo-o sem qualquer tola vaidade e sabendo bem que todos os dons que recebemos não são para nosso usufruto e deleite pessoais, mas sim para ajudar-nos a bem cumprir a missão que cada um tem para contribuir para um mundo melhor.
 
Sendo meu Pai Oficial do Exército, no qual atingiu o posto e a condição de respeitado, bravo, corajoso General-de-Divisão e modelo de Chefe e Líder, nossa família, enriquecida por duas queridas irmãs, mais moças que eu, realizou mais de trinta mudanças de residência, acompanhando-o aonde fosse designado, no Brasil e no Exterior. Uma das características dos militares é não criar raízes em parte alguma enquanto no serviço ativo, estando seus filhos sujeitos a constantes mudanças de amizades e de escolas.
 
Falando em escolas, quero relembrar todas as que frequentei, como aluno e na infância e na juventude, dos quatro aos dezesseis anos de idade, para homenageá-las e aos professores que tive e agradecer sua participação naquilo que sou. Minha primeira experiência em sala de aula, e o início da alfabetização, foi acompanhando duas tias pouco mais velhas que eu e alunas do curso primário, autorizado pela direção do Colégio Romaguera Corrêa, em Uruguaiana, RS. Em sequência,  Instituto Petersen, no Rio de Janeiro,  Escola Maria Júlia Sand, em Uruguaiana, Friendship School e John Eaton School, em Washington, DC, EUA, Colégio União e Ginásio Santana, em Uruguaiana, Colégio Anglo-Americano, no Rio de Janeiro, Colégio Militar do Rio de Janeiro e Colégio Naval, em Angra dos Reis,RJ.
 
Ter vivido por cerca de três anos nos Estados Unidos da América, durante a Segunda Guerra Mundial, de 1942 a 1945, foi uma experiência notável, que, além de  ampliar-me os horizontes culturais na tenra idade que tinha, permitiu-me falar bem uma língua estrangeira, facilitar o aprendizado de outras  e ampliar e consolidar meu patriotismo. Tive exata percepção, desde então, de que era brasileiro, filho de uma terra rica e dadivosa e pertencente a um conjunto único e diferenciado de pessoas, unidas pela herança de um glorioso passado em comum e por anseios e aspirações também compartilhadas para o futuro melhor. O amor à Pátria transformou-se em paixão, que me envolve por toda a existência!
 
A vocação militar manifestou-se muito cedo em mim. Desde que me entendo por gente, gostava de ouvir as histórias que meu pai me contava sobre os heróis guerreiros do Brasil, da Marinha e do Exército, e de ler os livros que me dava sobre seus feitos, de desenhar e pintar navios de guerra e mercantes, sempre navegando com o Auriverde Pendão da Minha Terra tremulando  aos ventos. Dos cinco aos oito anos, alimentei os sonhos de ser da Legião Estrangeira Francesa, influenciado pela leitura dos clássicos da literatura, “Beau Geste” e “Beau Sabreur”, muito populares na época, e da Real Polícia Montada do Canadá, desde quando conheci seus flamantes integrantes em viagem de férias com a família àquele país.

Impressionaram-me muito, também, os alinhados Oficiais da Marinha do Brasil que conheci, em Washington, no mesmo período de vida nos EUA.
 
De volta ao Brasil, tornei a acompanhar meu Pai nas cerimônias e em visita aos aquartelamentos, sempre que possível, dos heroicos Regimentos de Cavalaria em que servia, já então como Capitão Comandante de Esquadrão, o 8* RCI, de Uruguaiana, e o 6* RCI, de Alegrete, nos pagos gaúchos que se tornaram tão caros para mim, pela presença marcante na minha criação, do primeiro ao quinto ano de vida, e do oitavo ao décimo, por causa da bela natureza da terra, com seus campos, coxilhas e sangas, e do espírito e das tradições de sua gente, que se fez brasileira pela luta e pela ponta da lança e da espada, guerreando e vencendo os castelhanos pela posse definitiva do Continente de São Pedro do Rio Grande!
 
Vindo para o Rio em setembro de 1947 e morando na Rua Artur Menezes, no Maracanã, passava todos os dias pela frente do Colégio Militar, a caminho do Colégio Anglo-Americano em Botafogo. Impressionaram-me seus muros com seteiras, lembrando antigas fortificações, e o aspecto marcial dos jovens alunos, entrando e saindo pelo Portão da Guarda. Aí decidi: vou entrar para o Colégio Militar e, mais do que isso, vou ser militar, do Exército e de Cavalaria, como meu Pai!

No exame de admissão de 1948, logrei ser aprovado em terceiro lugar geral, já que o concurso era aberto a todos os jovens brasileiros na época, e em primeiro lugar entre os filhos de militares. Em 6 de maio de 1951, dia do 62* Aniversário do Colégio Militar e estando eu no quarto ano ginasial, recebemos  a visita de delegação de Aspirantes da Escola Naval, que me impressionaram vivamente ao participarem do desfile militar entre os ex-alunos. Isso e a muito bem feita propaganda da Marinha sobre a criação do Colégio Naval naquele ano, mais a lembrança dos  impecáveis Oficiais de Marinha que havia conhecido em Washington, forjaram minha decisão definitiva: vou ser de Marinha!
 
Aprovado em primeiro lugar no Concurso de Admissão, ingressei, pois, em 22 de abril de 1952, no Colégio Naval, do qual fui Comandante-Aluno no ano seguinte, dando início a uma carreira em que fui sempre muito feliz, no mar e em terra, por todo o tempo recebendo inspiradores elogios, transcritos em minha Caderneta Registro de Oficial e que enobrecem minha fé-de-ofício, respeito e reconhecimento de Chefes, Comandantes, contemporâneos e comandados/subordinados, em todas as comissões exercidas, sempre com o máximo de exação, proficiência, comprometimento e dedicação, na Marinha e fora dela, no Brasil e no Exterior.
 
É hora de lembrar, com toda a emoção e grande saudade, os belos, bravos e inesquecíveis navios em que tive o privilégio de embarcar e de realizar na plenitude minha vocação marinheira, CL BARROSO, do qual fui Encarregado das 1* e 3* Divisões e da Divisão de Navegação (2* Ten e 1* Ten); SE RIACHUELO, do qual fui Oficial de Suprimento e Gestor e Encarregado da Divisão S, S BAHIA, do qual fui Chefe do Departamento de Operações, Encarregado de Navegação e de Adestramento (CT); e S AMAZONAS, o submarino mais operativo da Marinha na época e do qual fui Comandante e para o qual cunhei o lema de “SERVIR BEM SEMPRE”, seguido com todo o empenho e à risca por sua denodada tripulação (CF).
 
Em terra, vale citar algumas das funções que exerci e que me foram fontes de muito orgulho e satisfação, de Comandante de Companhia e de Batalhão no Comando do Corpo de Aspirantes da Escola Naval e Instrutor de Psicologia e Liderança dos Aspirantes do 4* Ano (CT); Chefe de Gabinete e Assistente do Diretor-Geral de Engenharia da Marinha, Assistente, Oficial de Informações e de Organização do Comando da Força de Submarinos (CC); Analista, Adjunto e Chefe de Seção da Agência Central do SNI, Instrutor de Operações de Submarinos e de Guerra Nuclear, Biológica e Química da Escola de Guerra Naval (CF); Comandante do Corpo de Aspirantes da Escola Naval, Chefe da Divisão de Assuntos Políticos da Escola Superior de Guerra, Chefe da Seção de Assuntos Políticos do Colégio Interamericano de Defesa, International Senior Fellow da National Defense University dos EUA, Encarregado das Divisões de Planejamento Estratégico e de Guerra Naval da Subchefia de Estratégia do Estado-Maior da Armada e Chefe de Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada (CMG).
 
Como Almirante, fui honrado com os cargos de Subchefe de Avaliação e Controle e de Logística e Mobilização do Estado-Maior da Armada, de Comandante Naval de Brasília, de Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e de Comandante da Força de Submarinos (CAlte); de Diretor do Pessoal Civil da Marinha e de Vice-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (VAlte). Além disso, nomeado pelo Ministro da Marinha da época, fui representante da Marinha perante a Assembleia Nacional Constituinte, da qual resultou a Constituição de 1988, e na Comissão Interministerial de Estudos de Legislação das Forças Armadas-CIELFA. 
 
Jamais fui atraído pela ideia de exercer qualquer outra profissão e nunca recebi qualquer centavo de remuneração que não fosse da função militar. Por puro diletantismo intelectual, para ampliar os horizontes e para conhecer mais pessoas, de outras gerações e diferentes atividades, formei-me em Administração, pela Faculdade MORAES JÚNIOR, no Rio de Janeiro, e em Economia, pelo Centro de Ensino Unificado-CEUB, em Brasília, em cursos noturnos, sem prejuízo do serviço. Em ambos os casos, terminei os estudos em primeiro lugar, sendo que no de Economia obtive nota máxima, a menção SS, em todos os trabalhos e provas e fui o orador, escolhido pelos formandos dos 16 cursos do CEUB para falar na Cerimônia de Graduação, realizada no Estádio PRESIDENTE MÉDICI. Tanto no Rio, como em Brasília, fui convidado para o magistério universitário e para exercer funções civis no Estado/Governo, mas declinei, porque estava realizado e feliz no cumprimento da minha vocação e na carreira militar.
 
Desde Capitão-de-Fragata e até o final do meu tempo no Serviço Ativo, sempre fui muito requisitado para proferir palestras em todas as Escolas para Oficiais das Forças Armadas, de formação, de aperfeiçoamento, de Estado-Maior e de Altos Estudos, na ESG e nas Delegacias e Agências da ADESG e em variados ambientes civis e escolas para Oficiais das Forças Auxiliares, Brasil afora, e em centros de estudos das Forças Armadas e civis dos EUA, quando lá servi, e na Espanha e no Equador. O mesmo continuou a ocorrer até  dias recentes, pelo Brasil e inclusive duas vezes na Argentina, o que me dava grande satisfação e sentimento de realização, mesmo depois de muito tempo de haver eu passado à Reserva e à condição de Reformado, mas com visível diminuição durante os governos petistas.
 
Alguma coisa estranha aconteceu na realidade brasileira, inclusive com reflexos nas Forças Armadas, a partir de 1990, possivelmente em consequência de interesses ocultos e deliberadamente inoculados na Constituição de 1988. Os governos federais passaram a ficar cada vez mais distanciados dos Objetivos Nacionais Brasileiros e caudatários de interesses de centros externos de poder, culminando com a deliberada destruição de tudo o que era bom, eficaz, eficiente e decente, realizada no período lulopetista.

O Estado, em seus Três Poderes e nos três níveis administrativos, e a sociedade em geral exibem até hoje evidentes sinais de contaminação profunda pela mortal doença moral disseminada pelos arautos da revolução vermelha que assumiram o poder, e que, mesmo agora, já afastados dos cargos e funções principais, continuam enquistados em muitos setores oficiais, que aparelharam, engajados sempre no propósito de destruir a ordem democrática reinante, para erigir a nova, cruel e retrógrada “ordem socialista” em seu lugar. E as pessoas de bem, com atuação no Estado, ficaram cada vez mais omissas, fracas e submissas aos governos, todos os governos, mesmo os maus e de índole perversa, em vez de lutar pelo aperfeiçoamento e pelo progresso nacionais, como sempre ocorrera no passado. E  políticos e partidos “conservadores’’ pervertidos tornaram-se aliados da  máfia vermelha e seus iguais no butim às riquezas nacionais, e coniventes/participantes da programada destruição!
 
Daí o enfraquecimento deliberado e paulatino das Forças Armadas e o aviltamento crescente da remuneração paga aos seus dignos e briosos integrantes e aos professores, médicos e paramédicos, engenheiros, técnicos, cientistas, pesquisadores, todos os membros civis do serviço público essenciais ao progresso e ao desenvolvimento; a destruição dos sistemas de ensino, saúde, segurança e da infraestrutura de transportes, comunicações e energia (vide o exemplo PETROBRÁS); o desmazelo, a incúria, a incompetência administrativos e o desperdício de recursos escassos e a gigantesca corrupção provocadoras da fabricada “crise econômica”, da qual o desemprego é a mais dolorosa e injusta consequência, fomentados desde 1990 e radicalmente agravados no período petista...
 
Nos últimos anos de Serviço Ativo, de 1990 a 1993, quando dedicava todas as minhas energias e todo o meu talento, para estimular uma consciência militar e nacional favorável ao fortalecimento da Expressão Militar, num mundo marcado de ameaças, conflitos e guerras, e ao pagamento justo aos seus integrantes e aos civis do Plano de Classificação de Cargos-PCC, frente aos absurdos privilégios desde então crescentemente concedidos a Legislativo, Judiciário e setores escolhidos e protegidos do próprio Executivo, conheci e experimentei, finalmente e quando combatia o Bom Combate, com toda a lealdade, ardor e espírito patriótico, a dor da incompreensão por parte dos superiores de então e da solidão a que fui relegado por meus pares, que foi coroada por meu afastamento prematuro e indesejado da carreira da minha eleição e à qual havia ofertado a vida, em abril de 1993. Não estava preparado, nem esperava esse desenlace, pois defendia a Pátria e as Forças Armadas, desde 1990 muito ameaçadas, e justas, abalizadas e corretas eram minhas ações, razões e motivações, como o tempo tratou de demonstrar!

Notícias recentemente veiculadas agravam o ambiente de dúvidas e incertezas que ainda vivemos: entre elas e por exemplo, o destrutivo abandono do Estádio do Maracanã, no qual mais de um bilhão de reais foi gasto há pouco tempo para prepará-lo para as Olímpíadas, hoje grandemente estragado e vandalizado, assim como as universidades e escolas públicas por todo o Brasil; o ridículo reajuste salarial anunciado para os professores, essenciais para curar a ignorância que assola nossa juventude e infância estudantis e compromete o futuro da Pátria e para tirar-nos do fundo do poço em que estamos mergulhados em matéria de educação, para R$ 2.298,80 mensais versus as 15 remunerações totais de R$ 175.000,00, pagas a cada ano, a todo parlamentar federal.

A tardia confissão do padre português apóstata, revolucionário marxista, de 93 anos, seguidor da chamada “Teologia da Libertação” e ex-guerrilheiro, segundo a qual foram ele e seus companheiros de terrorismo, que ensinaram os presos comuns, com eles conjuntamente detidos durante o governo militar, a organizarem-se paramilitarmente e a aplicarem técnicas e táticas guerrilheiras no seu afã criminoso, o que deu azo ao surgimento de Falange Vermelha, depois Comando Vermelho, Primeiro Comando da Capital e ramificações mais recentes, tipo Família do Norte e que tais, que semeiam o terror país afora e dentro dos presídios estaduais, em estreita ligação com seus aliados e mentores vermelhos internos e os narcoterroristas das Fuerzas Armadas Revolucionárias de Colombia- FARC...
 
Graças a Deus, o povo, desde 2013, está desperto e atento. É ele que, apoiado na força e na justeza de suas crenças e convicções e, assim,  mobilizado e unido em torno das boas causas, expulsará os maus, exigirá sua necessária e pedagógica punição, estimulará os fracos e os tíbios e salvará o Brasil, devolvendo-o ao leito do seu grandioso destino, em paz, justiça, abundância e felicidade. É essa a manifestação de minha fé e da minha esperança, nesta data tão marcante para mim!
 
Em 1963/1964, participei da saga das Forças Armadas em defesa da ordem democrática contra o projeto esquerdista radical de subvertê-la. De 1971 a 1977, tive a missão funcional de manter os escalões responsáveis do Estado/governo informados e a sociedade em geral alertada  sobre a nefasta ação global do Movimento Comunista Internacional e de suas consequências para o Brasil, através da atuação de agentes e seguidores, tarefa que jamais deixei de cumprir desde então. 
 
A partir do trágico ano de 1990, com as responsabilidades de Chefe Naval, engajei-me decididamente na luta em defesa da liberdade e da democracia, da independência, da soberania e da integridade do patrimônio nacional, e do fortalecimento das Forças Armadas e da dignidade do seu pessoal. É por isso, que continuo a combater o Bom Combate, antigo de 27 anos, desde quando no Serviço Ativo e por todo o tempo na Reserva e Reformado, em centenas de documentos/artigos a que busco dar a difusão ao meu alcance e que me é permitida e não censurada, e em palestras onde e quando convidado. Essa a razão, também, de me haver candidatado à Presidência do Clube Militar, em 1996, e do Clube Naval, em 2005 e 2015, visando a ampliar o alcance e a repercussão da minha luta contra a ação deletéria, de lesa-Pátria, dos governos federais de então, de entreguismo e servilismo aos centros mundiais de poder e/ou de promoção da revolução vermelha entre nós, apoiada na mais gigantesca corrupção da História.

Sem sucesso, nas três ocasiões, apesar das boas plataformas, “SOBERANIA E DIGNIDADE”, “DIGNIDADE MARINHEIRA”, “LIBERDADE E DEMOCRACIA”, talvez por me haver tornado antipático e desagradável por falar e escrever sempre a dura verdade, da qual ninguém quer saber, principalmente a legião sempre crescente dos omissos que não se querem comprometer, ou por produzir textos considerados longos, escorreitos vernácula e gramaticalmente, e, portanto, muito complexos e difíceis para o entendimento dos leitores comuns de hoje, preguiçosos e pouco letrados, como tantos amigos e colegas por seguidas vezes me têm afirmado... 
  
A partir do processo de impeachment, no novo e melhor ambiente gerado, adotei a comunicação direta, via e-mail, com autoridades dos Três Poderes, para elevar-lhes informações, sugestões e pedidos de providências, prática comum nas democracias consolidadas.
 
A adequada e oportuna assistência médica prestada aos militares e seus dependentes, a remuneração justa, capaz de proporcionar-lhes digno padrão de vida, a previdência que garanta segurança e condições de confiança quanto ao futuro aos na reserva, reformados e seus herdeiros e o rancho farto e saudável nas OMs são pilares fundamentais para manter elevado o moral do pessoal e para reforçar-lhe a prontidão para o cumprimento de todas as Missões, na paz e na guerra!

UMA VEZ MILITAR, SEMPRE MILITAR, UMA VEZ MARINHEIRO, SEMPRE MARINHEIRO!

SER CHEFE, MAS, ACIMA DE TUDO, BUSCAR SEMPRE SER LÍDER!

TUDO PELA PÁTRIA!


Sérgio Tasso Vásquez de Aquino é Vice-Almirante, reformado.

3 comentários:

Milton de Borba disse...

Nosso cumprimentos e admiração ao ilustre brasileiros que muito nos honra e eleva moralmente. Parabenizamos pelo oitenta anos, desejando saúde, paz e uma vida longa para gozar junto a seus familiares e nos encher de admiração e orgulhos em termos no Brasil um militar corajoso e feliz em dizer que serviu o Brasil no período dos governos militares.

Anônimo disse...

ESCONDE TUDO DE MÉRDA QUE ACONTECE NOS 4 PODRES PODERES... ESSA TUA SOBERBA ACABARA QUANDO SEUS NETOS PROVAREM DO VENENO QUE VOCÊ E SEU PAI DESTRIBUIRAM POR TODO O MEU PAIS... NARCOTRAFICO, CONTRABANDO, JOGOS ILEGAIS DEGRADAÇÃO PELOS VICIOS, TORTURA, ASSASSINATO E ESCRAVIDÃO DE UM POVO... E EM 80 ANOS VOCÊ NUNCA VIU NEM SOUBE DE NADA??? QUALQUER RELIGIÃO É UM MEIO DE EXPLORAR A FÉ EM TROCA DE FAZER O POVO CADA VEZ MAIS BURRO... QUER COMPRAR UM TERRENO NO CÉU??? HÁ QUASE 2 MIL ANOS DE EXISTENCIA JÁ PASSOU DA HORA DE DENUNCIAR TODO TIPO DE CRIMES COMETIDO PELA IGREJA CATÓLICA, PODEMOS COMEÇAR COM A CAÇA AS BRUXAS, O COZIMENTO DE MAÇONS NO AZEITE, A ESCRAVIDÃO DOS NEGROS E MAIS MILHARES DE MÉRDAS... NÃO SE ORGULHE DESSA SUA VIDA NOJENTA EM QUE SEU PAI LHE ENSINOU A SER UM VERME...

Roberto Vieira Cavalcanti disse...

Faltou dizer o que os militares deveriam ter feito e não fizeram na defesa permanente da pátria, para impedir toda essa situação relatada, entendendo que esse seu balanço foi feito exclusivamente para seus companheiros das forças armadas e respeitando os limites impostos por elas.