quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A República da Vaselina


“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Se é verdade que não existe pecado ao sul do equador, estamos presenciando apenas mais um ato de nosso vaudeville.

O ilustre apresentador de televisão, em seus primórdios, Silveira Sampaio dizia que o Brasil era o único país em que havia leis que “pegavam” e outras que “não pegavam”.

Ultimamente temos visto que também a Constituição (ou parte dela) não “pegou”. Uma rasgadinha aqui, outra acolá, justificam a era do “achismo”, pudicamente chamada de “Direito Interpretativo”.

A bem da verdade, quase a totalidade dos urubus não cumpre o requisito do notável saber jurídico. Menos culpado quem os escolheu (por seu baixo nível de instrução e de civismo) do que os que votaram (ou se omitiram) por sua homologação.

Nada como um dia após outro.

Mais enrolados que bobinas, suas excrescências agora frequentam as páginas policiais.

Veremos o dia em que alguns terão destino mussoliniano.

Os que hoje tentam nos enfiar goela abaixo, monstrengos jurídicos, terão introduzidas em locais ectópicos a fúria e a indignação populares.
Haja vaselina!.

La Vaselina por Maria Yañez -Bella Dorita- 1933 con la orquestina Crazy Boys. Decia Boccaccio que no hay cosa deshonesta que no se pueda decir con palabras honestas y en ello el repertorio de Bella Dorita siempre fue correctisimo y sugeridor y ella educadisima al estilo de Gypsie Rose Lee en el Burlesque yankee,años despues..en los años 30´s y 40´s era la Reina indiscutible en el Salon Pompeya y El Molino de Barcelona.





Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador; mientras.

2 comentários:

Anônimo disse...

Preparem-se, o ex-bilionário, não tem mais segredos. O último caiu: ele é careca. Ele deve ter tantas gravações e, de tão antigas, devem ser até em fita cassete. Bem que, o finado, deputado Juruna tinha razão ao gravar tudo e andar com um gravador a tira colo.

Anônimo disse...

Leis que pegam e leis que não pegam é a expressão brasileira do direito consuetudinário.