quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Nuvens escuras sobre o Rio de Janeiro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gilberto Pimentel

Não sei se recordam, mas faz muito pouco tempo, pouco mesmo, que economistas apontavam o Governador Paulo Hartung, do Espírito Santo, como exemplo de gestor moderno, eficiente e, por isso mesmo, como um possível candidato ao ministério da Fazenda. Diziam que aquele estado sofreu com a queda do petróleo, do preço das commodities, que sofre com a crise do país da mesma maneira que o Rio de Janeiro, mas não enfrentava problemas maiores porque desde o início do mandato seu governador assumiu-os de frente, foi claro e transparente e executou exemplarmente o processo de ajuste fiscal.

As contas e salários no Espírito Santo, diziam os especialistas, estavam rigorosamente em dia. O que teria mudado então, em tão pouco tempo, para que acontecesse a rebeldia e a paralisação total das instituições responsáveis pela segurança pública seguidas da explosão de uma onda de cólera popular, violência urbana, banditismo e vandalismo sem precedentes? Será que a insatisfação esteve tão bem camuflada por todo esse tempo? Seria um farsante o governador do estado?

O Brasil está é muito doente, de um extremo ao outro! Ferido de morte!

E o que esperar, então, do futuro de federações como o nosso Rio de Janeiro, por exemplo, onde o gestor nada tem que sirva como modelo, nem no aspecto administrativo, menos ainda no de confiabilidade; onde as contas públicas estão completamente desorganizadas; os salários dos funcionários atrasados; as dívidas públicas acumuladas e impagáveis; a paz social já fora de controle há algum tempo?

Nesse pobre Rio, o desastroso Pezão, herdeiro do maior assaltante dos cofres públicos e hoje na cadeia, por incompetente, joga todas as cartas num complexo e discutível acordo de ajuda financeira estabelecido com o governo federal, cujas draconianas condições, já está demonstrado, dificilmente serão aceitas pacificamente pela população fluminense e aprovadas pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, além de depender de confirmação pelo Congresso Nacional.

O caldo de cultura, ou seja, a mistura de elementos, no caso negativos, de ordem política, econômica, psicológica e sociológica aqui no nosso estado é, infinitamente, mais explosiva do que a que prevalecia encoberta aos nossos olhos lá no Espírito Santo. Aqui salta às nossas vistas. Portanto, preparemo-nos, os dias que virão não são nada promissores.


Gilberto Pimentel, General de Divisão, é Presidente do Clube Militar.

4 comentários:

Cniht Marcos Callado disse...

Nada bom aqui no Rj! Nada é tão ruim que não possa piorar.

Estéfani JOSÉ Agoston disse...

RECUPERAÇÃO DE NAUFRÁGIO

Sugiro que o único caminho para evitar a cubanização do Brasil é a deposição de Michellrousseff Temer, novas eleições, assumindo um "déspota esclarecido" que promova uma reviravolta na situação das FFAA prestigiando e modernizando-as no poder de fogo e contingentes e passe a utiliza-las tal como o são, uma ferramenta altamente especializada e de grande poder; promova radicais alterações na Constituição e Leis, fazendo voltar à luz a punição capital para homicídio doloso, estupro, rapto, sequestro, pedofilia, cafetinagem, traição à Patria (mesmo em tempos de paz), corrupção no serviço público, tornando todas as escolas públicas em Escolas Militares, com direção de militares na reserva e ou ativa, dissolução de todas as câmaras de deputados e vereadores, jugular o Senado levando-o a caminhos limpos, destituição de todos os juízes da Suprema Corte (substituindo-os por nomes de "notáveis" honestos tipo Ives Gandra), intervenção em todas as governadorias dos estados, substituindo-os, também na medida do possível nos municípios (substituindo-os por "notáveis" dos estados ou municípios, de preferência militares na reserva) e de imediato decretar o fim do sistema republicano, substituindo-o in limine pelo Federalismo nos moldes suíços. Nas FFAA promover e aumentar a quantidade de tropas de selva e cerrado existentes e criação de novas tropas e contingentes altamente especializados em outros cenários tendo como modelo as SAS e Sayeret Matkal. Liberar o porte e uso de armas de fogo para todos os cidadãos com mais de 30 anos de idade -sem antecedentes criminais-. Reforçar e refrescar antigas alianças políticas e militares, promover novas políticas internacionais com Rússia, USA, Inglaterra, Israel, Turquia, Japão e India, reforçar antigas alianças e fechar as fronteiras para árabes muçulmanos, expulsando do solo brasileiro estrangeiros do Haiti, de África negra e árabes muçulmanos -com menos de trinta anos de permanência em solo brasileiro-. Eliminar sumariamente todos os impostos incidentes na indústria e comércio, criando um imposto único de 7% incidente no ato de compra -pago pelo comprador- que será rateado proporcionalmente para o governo central, estados e municípios. Comprar todos os débitos em cartões de crédito pelo valor de 20% do principal em seguida repassando-os para o BB e CEF, instituir um juro simples de 1% para cartões de crédito emitidos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal na titularidade de cartões próprios do BB e CEF. Rever todos os contratos com arrendamentos de vias públicas e pedágios, recriação do transporte ferroviário e fluvial, fortalecimento do transporte oceânico, injeção de capital para a construção de estaleiros por empresas privadas. Fortalecimento da Embraer. Rever todos os contratos de arrendamento e ou venda de empresas e serviços brasileiros para estrangeiros. Revigoramento de todos os institutos brasileiros de pesquisa científica e tecnológica e criação de uma indústria voltada à produção de equipamentos militares de defesa em todos os campos. Criação de "cidades refúgio" (prisões abertas) próximo às fronteiras terrestres, fluviais e oceânicas (controladas e administradas pelas FFAA) fechamento de todos os estabelecimentos prisionais, extinção das policias militares, incorporando os efetivos nas FFAA (em tropas especiais) guardas florestais e marítimas) e reestruturação das policias civis, tornando-as altamente técnicas e cientificas.

Ou promovemos tais modificações, ou em tempos futuros não distantes perderemos partes de nossos territórios para nações estrangeiras cobiçosas de nossos recursos hídricos e minerais e diante de acontecimentos que estão se dando e virão a acontecer com a fragilização dos USA no campo político e militar..

Anônimo disse...

Instaurar a monarquía parlamentar: única saída para trazer esse país ao mundo desenvolvido.

Milton de Borba disse...

General Pimentel. Todos os brasileiros, os esclarecidos e os de poucos esclarecimentos, sabem, ou melhor, tem certeza, que para o Brasil ter recuperação, em todos os setores, somente com uma intervenção militar. Caso contrário, continuará nas mãos dos usurpadores da nação. O nobres General, na qualidade de presidente do Clube Militar, juntamente com seus camaradas da Marinha e da Aeronáutica, por certo, devem ter planos para a recuperação do Brasil. Eleições, por mais capacitados e bem intencionado que seja o eleito, não logrará êxito, terá que curvar-se aos Renans, Lulas, Jucas, Serras, Cardosos, etc. A faxina tem de ser grande e os entulhos que precisarão ser removido são ainda maiores. Nossa nação está doente, está mal, muito mal. É preciso de uma cirurgia o quanto antes melhor, para poder salvá-la. A esperança dos brasileiros que amam o Brasil já foi mais saudável, também está enfraquecendo. Não deixem que a esperança se finda, junte-se a outros nobres militares, lidere um movimento para salvar o Brasil.