terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Terrorismo de Estado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

Terrorismo é a politização da violência. Quando praticado por governantes é terrorismo de estado.
             
Sob a falsa bandeira de reforma agrária, todos os presidentes dessa famigerada Nova República têm praticado TERRORISMO DE ESTADO contra os produtores rurais, para minar o agronegócio, que é vocação natural do Brasil.
          
A motivação dos presidentes terroristas, que promovem, financiam e garantem imunidades aos invasores de fazendas e suas lideranças , é variada : traição à pátria, controle social, garroteamento do Poder do agronegócio, tentativa de mudança do foco político e etc
         
As dezenas de invasões de fazendas, perpetradas ao mesmo tempo, em vários Estados, financiadas com verbas públicas, são tentativas desesperadas do governo Temer, enlambuzado na LAVAJATO, de sair do foco das acusações para defender-se nas sombras.
            
Não basta roubar, a casta política precisa massacrar o povo, para manter-se no poder. Seus inimigos somos nós cidadãos de bem, que sustentamos esse regime do crime organizado, com impostos extorsivos e inconstitucionais.
           
Basta!!!
        
As Forças Armadas, mandatárias institucionais do povo brasileiro, precisam impor a ordem no caos, afastando, imediatamente, o crime do Poder do Estado.  É para isso que foram instituídas!

INTERVENÇÃO INSTITUCIONAL JÁ !!!


Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

2 comentários:

Anônimo disse...

EU QUERO QUE VOCÊ E AS FFAA VÃO PARA OS QUINTOS... QUANTO TU GANHAS COM ESSE PAPO FURADO??? REFORMA AGRARIA NA CASA DO CARALHO,O JUDICIARIO DEU DE MÃO BEIJADA PARA OS SEUS COMPARSAS AS AREAS DE DOMINIO PUBLICO E FUNDOU A MAFIA DO AGRONEGOCIO QUE CONTROLA O PREÇO DE TUDO, O CALOTE E O GOLPE NO BNDS VOCÊ NÃO CITA TAMBÉM, OU VOCÊ É RETARDADO OU É INTEGRANTE DESSA MAFIA...

Anônimo disse...

Temos que nos unir para constituir um exército ou partir para a desobediência civil, senão nada acontecerá.