sexta-feira, 25 de agosto de 2017

25 de agosto: Dia do Soldado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

Esta data levou-me a fazer um confronto entre os valores morais e cívicos de Caxias, que sempre pôs a sua espada a serviço das causas brasileiras, e a degeneração do comportamento político nos dias atuais, o descaso total com a Nação, típico padrão ético do socialismo moreno e que, surdamente, vai minando os espíritos dos que não pertencem ao círculo, mas foram escolhidos a compartilhar do mesmo espaço.

Este confronto de conduta resultou numa radical opinião de que somente aqueles que respeitam a História Político-Militar Antiga e Recente da Corporação, fiéis seguidores da doutrina militar brasileira e que sempre se mantiveram firmes nas suas convicções, são os que estão credenciados a reverenciar a figura ímpar do Patrono da Força Terrestre. É uma questão de coerência.

Como se sentiria Caxias ao ver o nome de um facínora substituir o de um presidente militar na fachada de uma escola pública baiana? Que pensaria o Pacificador dessa afronta a toda Instituição Militar, por omissão, por recolhimento atencioso, no limite da subalternidade àqueles que, traiçoeiramente, transferiram nossas reservas para o Caribe vermelho e para os vizinhos de fronteiras perigosamente subordinados à maldita Ilha?

Nessa nossa República sem ideais republicanos, separamos ‘os tradicionalistas’ dos ‘situacionistas’. Na Ordem do Dia, referente ao Dia do Soldado, que não seja omitido o nome de Caxias, nem os seus feitos em favor da unidade territorial através de sua ação pacificadora, como tem ocorrido com o histórico 31 de Março, por imposição de presidentes submetidos ideologicamente a interesses alienígenas, imposição vexatoriamente acatada pelos ‘situacionistas’.

Dia do Soldado Brasileiro deveria ser o da libertação da Força Terrestre da presença de ministros da Defesa indesejáveis e comprometidos com ideologia oposta a de Caxias. Ministros que coreografam passos diante das câmeras num protagonismo risível, porque ridículo, incompatível com a seriedade militar. Ministros que tentam ser a voz da Corporação em assuntos de estratégia de defesa que ignoram, sobre um Rio de Janeiro em guerra. Durante as suas falas sem peso nem medidas, esquecem que há observadores críticos entre o povo demasiado crédulo, tanto que se satisfaz com o malabarismo verbal das “excelências”.

Pondo em risco a credibilidade da tropa, empurram-na para combater a bandidagem no abandonado Rio de Janeiro, sem que essa tropa possa agir independentemente, pondo em prática toda a sua tática de guerra, para estancar, de vez, a sangria produzida pelas alianças entre todos os fora da lei: eleitos ou de outras facções criminosas, além das abomináveis organizações de direitos dos bandidos que deveriam ser postas na linha de frente. A tropa não pode ficar à mercê de ministros apaziguadores que têm em mira outros interesses que não o da Corporação.

Os inoperantes, os larápios do dinheiro público, que deixaram a cidade entregue à vadiagem, os governantes de mais baixo coturno, todos são os verdadeiros responsáveis pela eliminação quase diária de policiais e civis. Mas para se manterem no foco da luz e da câmera, mas sem meios para a ação, entregam a tarefa ao factótum ideal: as Forças Armadas.
Só um País com políticos traidores, só um país com leis penais de acordo com as caras dos magistrados, só um país com autoridades desmoralizadas pela ambição única de enriquecimento, pode servir-se, continuamente, para ilusionismo popular, das Forças Armadas.

Dia do Soldado Brasileiro deveria ser comemorado com a posse para Ministro da Defesa de um militar reformado, técnico, conhecedor do Brasil, dos seus mais distantes rincões, estrategista, e que combatesse, de imediato, a infecção vermelha que parece ter atacado o sangue de alguns de seus companheiros, deixando-os anêmicos em relação às suas antigas crenças e alheios à luta em favor da própria Força e do País.

Seria o melhor presente de aniversário em comemoração ao nascimento de Caxias, não só aos Soldados, mas também aos patriotas civis que acompanham desolados o mutismo dos acomodados atrás dos merlões [1] da fortaleza.

Dia do Soldado Brasileiro é o dia do vitorioso Pacificador, que deu a alma pelo Brasil, que manteve sempre elevado o moral da tropa, que lutou pelo apaziguamento dos ânimos de brasileiros mais exaltados na luta pela própria terra.

São aos Soldados Brasileiros que se mantêm fiéis aos ideais de seu Patrono que me dirijo na sua Data Magna, desejando que continuem no seu trabalho de elo de integração através da transmissão e manutenção da língua em longes pontos do País, fato importantíssimo que, parece, continua despercebido pela própria Força.

Que o Altíssimo ilumine estes Soldados, demagogicamente lembrados para remover os escombros em que deixaram o País os apátridas que infestam todos os setores políticos, todas as estatais, onde o cheiro do dinheiro público lhes leva ao clímax do prazer.

[1] Partes salientes da murada (fortificação) que se alternam com as ameias.


Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES.

2 comentários:

Anônimo disse...

O DIA DO SOLDADO DEVERIA SER COMEMORADO COM UMA DEVASSA NOS SALARIOS E PREVILÉGIOS MILIONARIOS QUE ROUBARAM ATÉ A ULTIMA GERAÇÃO, O ULTIMO GOLPE AGORA É A APOSENTADORIA POR INVALIDEZ QUE É DADA DE MÃO BEIJADA PARA QUALQUER FDP QUE COOPERE COM AS CAGADAS, BASTA CONDUZIR UM CAMINHÃO COM UMA CARGA DE DROGAS, ARMAS OU CONTRABANDO QUE VAI SER PREVILEGIADO IGUALMENTE OS BANDIDOS DA RESERVA QUE TORTURAM, ASSSSINARAM ESCRAVIZARAM E FIZERRAM DA NAÇÃO UM NINHO DE DESDENTADOS, ANALFABETOS E DESNUTRIDOS, TODOS EM UMA MISÉRIA DESGRAÇADAS E ELES COM A BURRA CHEIA ATÉ HOJE...

Anônimo disse...

Armaram uma cilada para a nação (que, como diz Olavo de Carvalho, "não quer saber de nada, mas tem opinião sobre tudo" , e por isso é desinformada pelo grupo mais vistoso dos falsos intervencionistas) que nem ficará sabendo do requisito necessário pelas regras internacionais para exercer seu poder instituinte: o clamor da multidão (de preferência na porta dos quartéis).