domingo, 26 de novembro de 2017

Ineleja bandido! Voto nulo é arakiri!


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Embora, por definição, seja um jogo eletrônico no cassino do Al Capone, a eleição de 2018 tem um significado simbólico: o pleito representará e luta dos honestos contra os bandidos sistêmicos. Além disso, vai representar a indignação da maioria esmagadora dos brasileiros contra o modelo de Estado-Ladrão e os aparelhos repressivos de sua máquina – geradores e mantenedores de uma violência e insegurança sem limites.

Nesse cenário, não há espaço para comportamentos emocionais ou irracionais do revoltado eleitorado. Temos algumas prioridades táticas em 2018: 1) Não eleja nem reeleja nenhum ficha suja em 2018! Também é imperdoável cometer a ingenuidade de que seu voto vai mudar o sistema: não vai! No entanto, tudo pode ficar ainda pior se o eleitor cometer o erro de anular o voto. A omissão só beneficia os infratores.

Todo ano viraliza a mentira de que, se houver mais de 50% de votos nulos, a eleição fica automaticamente anulada. Isto é Mentira! Não existe qualquer regra sobre esta anulação. O voto nulo apenas fortalece a máquina de fraude. O mesmo ocorre com o voto em branco. Quem garante que, na maracutaia sem direito a conferência da votação eletrônica, o tal “voto de protesto” (nulo ou branco) não termine transferido para eleger algum político mafioso?

Já que você é obrigado a votar (uma verdadeira corrupção da liberdade do cidadão), não cometa o erro fatal de eleger ou reeleger bandidos. Procure votar em candidatos novos, com ficha limpa ao máximo. Não é fácil encontrar o político com tal perfil, porém ele existe. Só não se permita o direito à ilusão. O grande problema persiste: a ditadura dos partidos. Eles são os grandes promotores da corrupção eleitoreira. Quem consegue se eleger, mesmo sendo honesto, corre alto risco de ser cooptado pelo sistema.

Mesmo sabendo disso, é fundamental não renovar o emprego do profissional da roubalheira pública. Não reeleger o bandido já ajuda muito, embora não resolva, completamente, o problema. A única saída para o Brasil é uma inédita Intervenção Institucional – um processo já em andamento. Precisamos tornar saudável a legítima atividade Política (com “P” maiúsculo). Afinal, o pleno exercício do bem-comum jamais pode ser corrompido – do jeito que vem acontecendo há muito tempo no Brasil.

Aqui precisamos do Voto Distrital. Barateia a eleição e fortalece o poder local. O eleitor tem mais condições de fazer pressão direta sobre quem ele elege como representante. Além disso, é preciso acabar com a ditadura dos partidos-cartórios. As agremiações partidárias podem e devem existir. No entanto, não devem ser o único meio para indicar candidatos. As candidaturas livres, independentes dos partidos, combinam perfeitamente com o regime de voto distrital.

A Intervenção Institucional também vai implantar o sistema de recall. O político pode ser destituído se o eleitorado ficar insatisfeito com ele ou se cometer algum crime ou falta grave. A reeleição também deve ficar restrita a apenas um mandato. Cargo de senador, deputado e vereador não deve ser emprego público, com direito à aposentadoria “polpuda” – conforme acontece atualmente. A remuneração dos eleitos deve ser a mínima possível. O legislativo tem de funcionar de maneira enxuta.

Tendo em mente algumas dessas mudanças estruturais, tenha cuidado redobrado na eleição de 2018. Faça de tudo para não desperdiçar o voto compulsório (novamente: que aberração!). Jamais cometa o “arakiri” de anular o voto. Também não vote em branco, porque sua suposta “revolta” é um risco inútil. Vote em quem tem ou demonstra compromisso com mudanças estruturais. Vale repetir: políticos assim são raríssimos, porém existem.

Novamente, vale repetir por 13 x 13: seu voto faz pouquíssima diferença na ditadura do Crime Institucionalizado. Não banque o otário: o máximo que você pode fazer é provocar uma pequena sabotagem no sistema, votando em algum indivíduo honesto (achá-lo é a missão quase impossível do eleitorado tupiniquim). Não anule o voto e nem vote nos bandidos de sempre!   

Resumão dos governos passados


                                                                                  
Próximo da fila?


Machucadinho


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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Novembro de 2017.

8 comentários:

Anônimo disse...

videversus
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
STJ nega liberdade a Adriana Ancelmo, a "Riqueza", ex-primeira-dama do Rio de Janeiro
A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça, negou nesta sexta-feira (24) pedido para revogar a prisão da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, a "Riqueza" do ladrão peemedebista Sérgio Cabral, também conhecida como "Garota do Leblon". Adriana Ancelmo cumpria prisão domiciliar no apartamento do casal, no Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (23) ela foi levada para o presídio de Benfica, onde Sérgio Cabral também está preso. A decisão de revogar a prisão domiciliar e restabelecer a prisão preventiva foi decidida nesta quinta-feira pela 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Os desembargadores atenderam a um pedido do Ministério Público.
Adriana Ancelmo foi presa em 2016, na Operação Calicute, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Em setembro, ela foi condenada a 18 anos e 3 meses de prisão pelo crime de lavagem dinheiro e por ser beneficiária do suposto esquema de corrupção comandado por Sérgio Cabral. A ex-primeira-dama chegou a passar algumas semanas presa no complexo de Gericinó, mas, com decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, teve concedida prisão domiciliar.
Postado por Vitor Vieira às 21:18:00

Anônimo disse...

24 de novembro de 2017
http://pontoetvirgula.blogspot.com.br/
Dias Toffoli fez o que já era esperado
Já era mais que esperado o pedido de vista feito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli na votação do julgamento do processo que tratava do Foro Privilegiado. Sete dos 11 ministros já haviam votado favoravelmente pelo fim do tão condenado privilégio. O objetivo de Toffoli foi alcançado, pois sua intenção era atrasar o andamento de modo que os políticos aos quais ele é ligado fiquem sem decisão final de seus processos podendo participar das eleições do ano que vem. Os pedidos de vista servem para o juiz ter mais conhecimento do processo antes de dar sua sentença, mas no caso atual, pelo tempo em que o tema vem sendo discutido Temer só quis mesmo "empurrar com a barriga" o processo e ajudar seus "companheiros".

Anônimo disse...

TOFFOLI DIZ QUE REUNIÃO COM TEMER ANTES DE PEDIR VISTA, FOI MERA "COINCIDÊNCIA"...
http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com.br/
Toffoli deve achar que todos os brasileiros são idiotas
O ministro Dias Toffoli admitiu ao blog nesta sexta-feira que foi uma “coincidência” ter se encontrado com o presidente Michel Temer na semana em que o Supremo Tribunal Federal voltaria a discutir a limitação do foro privilegiado – mas negou ter discutido o assunto com o presidente. “Jamais. Foi uma coincidência o encontro, pode-se até fazer esta ilação, entendo. Mas eu não concluo jamais porque o tema não foi tratado”, afirmou Toffoli.
O ministro disse que já estava decidido antes da visita ao presidente que pediria vista no caso – o que interrompeu novamente o julgamento da limitação do foro no STF. “Eu já estava com essas dúvidas, até porque é uma ilusão achar que acaba foro para uns e não para outros. Eu estou trabalhando, no meu gabinete é celeridade.”
“UM BATE-PAPO” – Perguntado sobre o que, então, tratou com o presidente, Toffoli repetiu o que havia dito ao blog no fim de semana: “Foi um bate-papo. A gente falou sobre economia, sobre Trump. Agora, as pessoas conversam.”
Toffoli disse achar que esta foi a primeira vez que esteve com Temer na condição de presidente no Palácio da Alvorada. “Quando ele era vice, fui algumas vezes. No Planalto agora, também. Me dou muito bem com ele”, afirmou.
Sobre previsão de quando devolverá o processo, o ministro disse que não será neste ano. “Assim que eu tiver uma posição, mas neste ano não mais.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O ministro Dias Toffoli, que jamais teve o “notório saber jurídico” exigido para ser ministro do Supremo, vai presidi-lo a partir de setembro de 2018. Foi convidado pelo presidente Michel Temer para uma conversa no Palácio da Alvorada em pleno domingo (dia 19), exatamente n semana em que o foro privilegiado entraria em pauta no STF. Procurado pela excelente e atenta repórter Andréia Sadi, o trêfego Toffoli confirmou o encontro e disse que foi um convite para um bate-papo. Ora, “isto não ecziste!”, diria o Padre Óscar Quevedo, porque presidente da República jamais encontra tempo para bate papo e conversar amenidades. Como se vê, a desfaçatez dessa gente não tem mesmo limites. Estão conseguindo desmoralizar as instituições brasileiras, numa velocidade impressionante. Com certeza, eles são muito bons nesse tipo de empreitada. (C.N.)
25 de novembro de 2017
Andréia Sadi
G1 Brasília

Anônimo disse...

domingo, novembro 26, 2017
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/
PARTIDOS, POLÍTICOS E DESCRÉDITO POPULAR.
Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Faz tempo que a imagem do político está vinculada à corrupção, promessas não-cumpridas, incompetência, descaso com a população. Atualmente isto se acentuou o que, por tabela, dificulta a atuação e manutenção das máquinas partidárias. O desgaste é sentido, inclusive, pelos três maiores partidos: PMDB, PT e PSDB.
No caso do PT foram quase duas décadas de escândalos de corrupção e, por fim, o descalabro na economia que detonou o País. Portanto, não foi à toa que em manifestações espontâneos e inéditas na nossa história milhões de pessoas foram às ruas de todo o país aos gritos de: “Fora Dilma”. “Fora Lula”. “Fora PT”.
A consequência foi o impeachment de Rousseff, o qual teve efeitos devastadores sobre o PT e seu chefe. Lula viu seu poder esmaecer. O PT, nas eleições municipais passadas perdeu 60% de suas prefeituras.
Fracassou até no “cinturão vermelho”, região do ABC, sendo que a derrota mais amarga se deu na capital paulista com a vitória de João Dória (PSDB) para a prefeitura sobre o desastrado ex-prefeito petista, Fernando Haddad. Até as greves gerais que a CUT prometeu se transformaram em fiascos. E foi difícil reunir companheiros para elegerem seus diretórios municipais.
Entretanto, Lula da Silva vem fazendo campanha antecipada e frenética para voltar ao poder, mesmo estando condenado em um processo e sendo réu em vários outros. Ele proclama que já ganhou, certo que escapa da Justiça. Mas, será que consegue novamente enganar o eleitorado com suas mentiras? Pelo menos suas caravanas têm sido um fracasso.
Quanto ao PSDB, também corre o risco de se apequenar nas próximas eleições. Ao teimar em manter candidaturas das mesmas figuras, o partido impediu João Dória que tinha mais probabilidade de chegar à presidência, de competir. Dória é combativo, apto a enfrentar o violento PT e renovação em termos de Brasil. Ao invés disso, o PSDB insiste nos seus punhos de renda, nas cabeças baixas diante das agressões petistas. Pousados em cima do muro os tucanos nunca sabem se vão ou se ficam, se fazem ou não fazem. Pior, cultuam Lula da Silva. continua...

Anônimo disse...


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/ CONTINUA II
Relembre-se que quando “o pobre operário” finalmente ganhou, FHC fez a inédita transição, ou seja, passou seus melhores quadros técnicos para os incompetentes petistas. Acrescente-se que durante o primeiro mandato de Lula, o PSDB foi o partido que mais o ajudou no tocante as votações no Congresso.
A paga por tanta devoção se traduziu nos gritos de “fora FHC”, além do pedido de impeachment deste. Naquele tempo, Lula e o PT não consideravam impeachment golpe, assim como não foi golpe para eles o que aconteceu com o ex-presidente Fernando Collor de Mello.
Nos seus mandatos, especialmente no primeiro, Lula mandou copiar as políticas macroeconômicas e sociais de Fernando Henrique, mas as chamou de herança maldita.
O PSB tem tomado decisões erradas e vacilado demais como é seu costume. Com isso tem desgostado o eleitorado e poderá encolher na eleição de 2018.
Quanto ao PMDB, que há 23 mantém o papel de coadjuvante do PSDB e do PT, provavelmente seguirá sem candidato presidencial. De todo modo, o partido tem sua dose de descrédito por conta da enxurrada de denúncias de corrupção, cujo ápice se concentra o Rio de Janeiro.
O próprio presidente, Michel Temer, foi crivado pelas “setas” do então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, que tirou o foco foi do PT e o passou para o PMDB, que apareceu como o grande partido corrupto. Enquanto isso, a mídia promoveu diariamente dois momentos de ódio: um contra o presidente norte-americano, Trump, outro contra o presidente Temer.
É impossível dizer o que vai acontecer em 2018. Mesmo porque, com relação à presidência da República estão aparecendo candidatos que nunca disputaram tal cargo, como o deputado federal Jair Bolsonaro, politicamente incorreto como o povo gosta e capaz de enfrentar o PT e demais adversários com o mesmo rigor retórico.continua...

Anônimo disse...


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/ CONTINUA III E TERMINA
Sem João Dória, outro nome que representaria novidade, Luciano Huck, está sendo cogitado para concorrer à presidência da República. Com aceitação já acentuada de imagem em faixa significativa de eleitores, resta saber se ele entrará ou não em campanha. Outros tipos de renovação poderão ocorrer alterando o jogo político.
Na eleição municipal passada houve grande dispersão partidária dos votos em vários partidos, o aumento de votos nulos, brancos e de abstenções. É provável que isso se repita e até se amplie em 2018, refletindo o descrédito da população com os políticos.
Estas, naturalmente, são hipóteses baseadas nas tendências que se observam hoje. O resultado real só se dará quando as urnas se abrirem em outubro de 2018. Resta desejar que hajam mudanças.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga

Anônimo disse...

ENTÃO É POR ISTO QUE TEM QUE VOTAR NO PT... OS MILITARES POR 2O ANOS PILHARAM O PAIS, ASSASSINARAM , TORTURARAM, ESCRAVIZARAM, PROMOVERAM O NARCOTRAFICO, JOGOS ILEGAIS, CONTRABANDO E NINGUEM FOI PRESO, FOI ASSIM COM O SARNEY, COLOOR, IYAMAR. FHC E ESTÁ SENDO ASSIM COM O THEMER... A VERDADE É QUE A MAÇONARIA E O JUDICIARIO SEMPRE ESTIVERAM E PARTICIPARAM DE TODOS OS GOVERNOS E REGIME E NUNCA FORAM INCOMODADOS E SEM UMA POLICIA ESPECIALIZADA PARA FINDAR COM ESSA MAFIA, APENAS O PT PODERA NOS DEFENDER, ISSO, ISSO, ISSO... UMA REVISÃO NOS SALARIOS E PREVILÉGIOS DESSES CORRUPTOS E INCOMPETENTE SERIA UM BOM COMEÇO...

Anônimo disse...

Sobre a anulação de eleições o pessoal realmente faz confusão.
O que consta, na verdade, é que se a justiça eleitoral ANULAR mais de 50% dos votos (constatação de fraude, erro proposital, etc.), então obrigatoriamente será realizada nova eleição, não podendo dela participar os candidatos da eleição contaminada.
E tem razão o articulista: votar nulo é o mesmo que abrir caminho para bandido.