terça-feira, 28 de novembro de 2017

O mercado assimilou Bolsonaro, ou vice-versa?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Torna-se cada vez mais séria aquela brincadeira do “é bom Jair se acostumando”. Antes encarada como uma “aventura” que não se sustentaria, a candidatura presidencial do deputado federal Jair Bolsonaro vai ganhando viabilidade e visibilidade. Ontem, o mercado ficou excitado com a informação de que Bolsonaro teria o economista Paulo Guedes como seu timoneiro da área econômica. A bolsa monopolista teria subido em função disto.

Alguns fatos são concretos e inegáveis. A maioria esmagadora dos brasileiros está de saco cheio e exige mudanças (até radicais). O descontentamento é cada vez maior com o regime do Estado-Ladrão. A guinada conservadora é a tendência. O discurso esquerdista e sua variante social-democrata não convencem mais. Culpa da petelândia e de seus parceiros no crime. Eles simplesmente “desmoralizaram a honradez” (para usar uma velha expressão do humorista Millôr Fernandes).

O fenômeno Bolsonaro é simples de entender. O mercado e o eleitorado estão carentes de alguém que seja ou demonstre ser honrado. Até agora, é Bolsonaro quem mais bem incorpora tal vontade. O discurso dele combina indignação com combate ao crime – e ataque ao “esquerdismo canalha”, cujos representantes são alvos diretos do indomável Ministério Público e de alguns magistrados que se consagram como “Pontos-fora-da-curva” em um Judiciário que parecia sinônimo de impunidade.

O nome do Bolsonaro fica mais forte a cada erro cometido pelos companheiros de Michel Temer – e a cada palhaçada encenada pela canhota acuada. Quanto mais batem nele, mais o Jair cresce, principalmente junto ao eleitorado jovem do Sul-Sudeste, muito impactado pela crise que atinge, duramente, a classe média baixa e os trabalhadores de baixa renda. Eles são os indignados com a roubalheira – já identificada como a geradora do caos. A maioria culpa diretamente a classe política. Porém, uma minoria já identifica que a culpa é do modelo estatal brasileiro: um capimunismo rentista e corrupto.

Bolsonaro é quem, até agora, melhor representa o discurso contra a insegurança generalizada, no campo político, econômico, judicial e “policial”. A retórica de “pau em bandido” – não importa se ele é da classe alta, média ou baixa – é facilmente assimilável pelo eleitorado. A curiosa novidade é que o papo também agrada aos “deuses” do mercado – justamente os maiores beneficiários dos favores estatais e do rentismo quase nunca produtivo. Até onde vai esta ironia brasileira? Talvez o fla-flu eleitoral de 2018 nos mostre claramente.

É uma jogada de mestre a escalação de Paulo Guedes no time de Bolsonaro – ou o contrário, o patrocínio do time de Paulo Guedes ao Jair até então sem “consistência junto ao poder econômico”. O Bolsonaro sempre pintado como defensor de um Estado forte, nacionalista e interventor agora será colocado na vitrine de uma possibilidade de prática liberal na gestão da Presidência da República. O mercado, que acredita no que deseja, agora aposta suas fichas no Bolsonaro.

A candidatura dele cresce de modo consistente por dois motivos que se complementam. O primeiro é que a equipe de Bolsonaro vem fazendo, há muito tempo, um trabalho muito consistente nas redes sociais, principalmente focando nos jovens (os agentes que desejam e incorporam, mais facilmente, o desejo por mudanças). O segundo motivo é que os adversários se mostram cada vez mais incompetentes, despreparados e, sobretudo, desmoralizados para enfrentar um candidato contra o qual não pesam denúncias de corrupção.

É inegável que Bolsonaro reflete diretamente e surfa na onda da indignação e revolta. O mero discurso messiânico de esquerda não tem capacidade de derrotar Bolsonaro. O desmoralizado Lula é um presidiável – e não um presidenciável viável. O impopular Michel Temer – colocado no poder pela articulação bandida do PMDB para trair o parceiro PT – agora estaria tentando liderar uma articulação de “centro-direita” para enfrentar Bolsonaro. Tudo indica que tal plano vai dar com os corruptos n’água. A parceria de Bolsonaro com o mercado tende a ser mais consistente e forte.

A questão mais importante é: não baste o jogo de faz de conta eleitoreiro. O momento brasileiro exige a formulação de um Projeto Estratégico de Nação – missão até hoje não cumprida pelos agentes políticos e econômicos no Brasil Capimunista que precisa ser passado a limpo urgentemente. A articulação de Bolsonaro com Guedes ao menos indica que haverá um debate liberal no fla-flu de 2018. Amplia-se o espaço, também, para uma discussão séria sobre a Intervenção Institucional sem golpismos.

Falta muito tempo para outubro de 2018. Muita água – e lama – vai passar embaixo da ponte da temerária sucessão ao Palácio do Planalto. Ainda serão firmados, como de mau hábito, muitos acordos espúrios para viabilizar uma candidatura presidencial. Bolsonaro, se quiser vencer e não terminar derrubado mais adiante, precisa se articular de modo consistente, e não meramente para efeitos de marketing. Até porque não basta ganhar a eleição. É preciso criar e garantir as condições para realizar as mudanças prometidas.
O jogo será muito bruto. Os donos do poder não querem mudanças estruturais. Farão o diabo para sabotar Bolsonaro ou qualquer grupo que lidere propostas de transformação real.

“Carta do Rio de Janeiro”

Os procuradores da Força Tarefa da Lava Jato lançaram ontem, no Rio de Janeiro, um documento de compromisso no combate à corrupção:

Os procuradores da República das Forças Tarefas da Lava Jato de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, reunidos na cidade do Rio de Janeiro, no dia 27 de novembro de 2017, para coordenar esforços no combate à corrupção, por meio da discussão de casos conexos, de técnicas e instrumentos de investigação e dos fatores que estimulam a corrupção no país, vêm a público expressar que:

1. Desde 2014, a Lava Jato vem revelando que a corrupção no Brasil está bastante disseminada no modo de funcionamento do sistema político nas esferas federal, estadual e municipal. Cargos públicos de chefia são loteados por políticos e partidos para a arrecadação de propinas. O dinheiro enriquece criminosos e financia campanhas, o que deturpa a democracia, gera ineficiência econômica, acirra a desigualdade e empobrece a prestação de serviços públicos.

2. Dentre os resultados desse esforço coletivo de diversas Instituições, 416 pessoas foram acusadas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; 144 réus foram condenados a mais de 2.130 anos; 64 fases foram deflagradas, cumprindo-se 1.100 mandados de busca e apreensão; pelo menos 92 ações penais tramitam na Justiça; 340 pedidos de cooperação internacional foram enviados ou recebidos em conexão com mais de 40 países; e mais de 11 bilhões de reais estão sendo recuperados por meio de acordos de colaboração com pessoas físicas e jurídicas.

3. Contudo, mesmo depois de tantos escândalos, tanto o Congresso como os partidos não afastaram os políticos envolvidos nos crimes. Pelo contrário, a perspectiva de responsabilização de políticos influentes uniu grande parte da classe política contra as investigações e os investigadores, o que se reflete na atuação de Comissões Parlamentares de Inquérito e em diversos projetos de lei que ameaçam as investigações.

4. Exemplos disso são a forma de atuação da CPI da Petrobras de 2015 (a qual absolveu criminosos e condenou investigadores) e da CPMI do caso JBS em 2017 e a propositura de uma série de projetos de lei prejudiciais à punição dos grandes corruptos, como os de anistia (perdoando a corrupção sob o disfarce de perdão a caixa dois), de abuso de autoridade (criando punições a condutas legítimas com único intuito de intimidar as autoridades), da reforma do Código de Processo Penal (impedindo prisão preventiva em casos de corrupção), da delação premiada (vedando-a, por exemplo, em casos de réus presos) e da prisão apenas após percorridas todas as instâncias (propiciando ambiente altamente favorável à prescrição e à impunidade).

5. As tentativas de garantir a impunidade de políticos poderosos certamente se intensificarão, como aconteceu na libertação dos líderes políticos fluminenses pela ALERJ no dia 17/11/2017.

6. Da mesma forma, é essencial que a sociedade acompanhe o desenrolar das grandes questões jurídicas que hoje são travadas na mais alta Corte do País, como o foro privilegiado, a colaboração premiada, a execução de condenação confirmada em segundo grau e a prisão preventiva, manifestando democraticamente o seu interesse de que não haja retrocessos. Para o desenvolvimento adequado das investigações, é essencial que se fomente um ambiente favorável para a celebração de acordos de colaboração premiada e que tenham sua homologação apreciada rapidamente.

7. O Ministério Público Federal continuará a defender a sociedade e a democracia brasileiras da corrupção endêmica de nosso sistema político. Esse é o compromisso dos procuradores da Lava Jato, que não se acanharão com os ataques que vêm sofrendo de interesses atingidos pelas investigações. Contudo, o futuro da Lava Jato e a esperança no fim da impunidade histórica de poderosos no Brasil dependem do Congresso Nacional. Somente os parlamentares federais podem aprovar as leis necessárias para satisfazer os anseios da população por Justiça. Infelizmente, há quase um ano, em plena madrugada do dia 29/11/2016, enquanto o país chorava a tragédia do avião da Chapecoense, a Câmara dos Deputados desprezou o desejo legítimo de mais de 2 milhões e 300 mil pessoas ao desfigurar as 10 Medidas Contra a Corrupção, encerrando precocemente um debate necessário.

8. Se a luta contra a Corrupção depende essencialmente do Congresso, é preciso que a sociedade continue atenta aos movimentos dos atuais parlamentares, manifestando-se contra qualquer tentativa de dificultar ou impedir as investigações criminais de pessoas poderosas. Por fim, é crucial que em 2018 cada eleitor escolha cuidadosamente, dentre os diversos setores de nossa sociedade, apenas deputados e senadores com passado limpo, comprometidos com os valores democráticos e republicanos e que apoiem efetivamente a agenda anticorrupção. Olhando o passado, não podemos descuidar do futuro."

Assinam: Procuradores das Forças Tarefas da Lava Jato em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

  
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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Novembro de 2017.

15 comentários:

Anônimo disse...

0 ANTAGONISTA
O semipresidente Michel Temer e o semiministro Gilmar Mendes já estão fazendo circular a “minuta da proposta que prevê a adoção do semipresidencialismo”, diz a Folha de S. Paulo.
Os velhos golpistas querem que os semi-eleitores tenham apenas um semivoto em 2018.
PS – ANONIMO DIZ …

TUDO QUE VIER DA CABEÇA DESSES MARQUETEIROS MAQUIAVELICOS DE JUSTIÇA FAC SIMILE MERDA SUL, MERDA EUROPA, MERDA AFRICA, MERDA RUSSIA E CIA LIMITADA NAO SERVE PARA O POVO BRASILEIRO NEM PARA LIMPAR NOSSO TRAZEIRO. EM VEZ DE FICAREM CONFABULANDO TODOS OS DIAS NO SENTIDO DE NOS COLOCAR AINDA MAIS NO LIXAO EM QUE ELES MESMOS NOS COLOCARAM DEVERIAM JA QUE NAO TEMOS MAIS NOSSAS FFAA PARA NOS DEFENDER PORQUE FICA SOMENTE DANDO COBERTURA A PUTARIA VERMELHA ALEM DE SERVIR DE MATA MOSQUITOS, LIMPADORES DE FOSSA, LIMPADORES DE MERDA DOS TRES PODERES EM VEZ DE CUMPRIR O QUE A CONSTITUIÇAO PERNETA MANDA OU SEJA DESAPROPRIAR DO ERARIO PUBLICO TUDO QUANTO E LADRAO DOS TRINTA CINQUENTA PARTIDINHOS MEIA BOCA SEQUELAS DE PT, PSDB, PMDB, PC DO B, PC, PSOL, PREDE DEVERIAM ESTAR ORGANIZANDO UMAS ELEIÇOES SEM CONFABULAÇOES AS ESCONDIDAS E SEM MARQUETEIROS DE MERDA PARA ENGANAR ZE POVAO. NO APAGAR DAS LUZES ELES AINDA QUEREM MAIS. O VIGARISTA DO TEMEROSO SO QUER ESCAPAR DA LAVA JATO JUNTO COM TODOS OS FRAUDULENTOS DE SEU PROPRIO PARTIDO. ESSES VIGARISTA DEVERIAM PELO MENOS CALAR AS LATRINAS JA QUE NAO TEM NADA MAIS IMPORTANTE PARA FALAR. PARA SE ARRANJAR CONTINUEM FAZENDO O QUE FAZEM FAZENDO PLANOS A OCULTAS SEM DIZER O QUE REALMENTE ACONTECEU E SE ESCONDAM O MAIS QUE POSSAM DA JUSTIÇA DA TERRA POR QUE A DIVIDA JA ESTA A CAMINHO. NAO ADIANTA SE ESCONDER CEDO OU TARDE TODOS PAGARAO COM A VIDA O QUE ESTAO FAZENDO COM O PAIS. CAMBADA DE HIPOCRITAS, INUTES, PREVARICADORES A CEU ABERTO. VA TOMAR CONTA DE SEU GADO NO SUPREMO ELEITORAL BESTEIROL TRATE DE APERTAR OS INDIVIDUOS QUE DEVEM A LEI NAFIQUE DANDO HABEAS CORPUS E MUITO MENOS SOLTANDO BANDIDOS PREVARICADOR DE MERDA. SE AQUI FOSSE UM PAIS PROBO VOCES JA ESTARIAM ENFRENTANDO UM CORDAO DE FUSILAMENTO. QUANTOS MORRERAM POR CAUSA DE VOCES. VOCES TEM A CHAVE DO COFRE E CONTINUAM OS MESMOS SEM VERGONHAS DE SEMPRE. PORQUE NAO CORTAM OS MINISTERIOS. PORQUE TRINTVAGABUNDOS SEM CACIFE EGRESSOS DO CONGRESSO. PORQUE A GASTANÇA? PAREM DE FABRICAR SOLUÇOES. A SOLUÇAO E A DISSOLUÇAO DE TODOS OS PODERES DE MERDA QUE NUNCA TRABALHARAM E NUNCA FIZERAM NADA APENAS ENRICARAM E VENDERAM NOSSO PAIS. ESTA E NOSSA REALIDADE HOJE.AVANTE JUIZES MORO E BRETAS O PAIS PRECISA DE VOCES.

Anônimo disse...


SE DELAÇÃO DE EMPRESÁRIO BATER COM A DE MARCOS VALÉRIO, LULA SERÁ PRESO POR ASSASSINATO
http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com.br/

https://youtu.be/SMWRqVBf92A

Anônimo disse...


MORO DIZ QUE MAIOR FRUSTRAÇÃO SERIA 'TUDO O QUE FIZEMOS NÃO IR ADIANTE'
ELE QUER O FIM COMPLETO DA PRERROGATIVA ATÉ PARA MAGISTRADOS
http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com.br/
MORO REAFIRMOU QUE NÃO PRETENDE DISPUTAR QUALQUER CARGO PÚBLICO PORQUE ISSO COLOCARIA EM DÚVIDA TODO TRABALHO FEITO POR ELE FOTO: GIL FERREIRA/ ABR


O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, citou nesta segunda-feira, 27, falhas legislativas que, segundo ele, permitem a corrupção, como o foro privilegiado e a falta de barreiras ao loteamento das estatais, como sua maior frustração desde o início da operação, em 2014. “Minha maior frustração seria tudo o que fizermos não ir adiante”, disse.

Ao participar de fórum realizado pela revista “Veja” em São Paulo, Moro defendeu o que chamou de “Plano Real contra a corrupção”, referindo-se, disse, a um plano considerado tanto pela direita quanto pela esquerda como bem-sucedido no enfrentamento da hiperinflação.

O juiz disse que é preciso ir além da redução do foro privilegiado e eliminar por completo essa prerrogativa, inclusive a magistrados. Afirmou também que é preciso criar bloqueios legislativos ao loteamento político das estatais, que levou às indicações políticas que permitiram desvios em empresas públicas como a Petrobras.

“O que se verifica é a quase completa omissão da classe política em promover medidas dessa espécie”, declarou. Segundo Moro, a atuação única do Judiciário é insuficiente para resolver o problema e considerou ser uma grande responsabilidade colocar nas costas da Lava Jato a tarefa de reduzir a corrupção no Brasil. “Eu tinha a expectativa de que o tratamento (dos escândalos de corrupção) não ficasse restrito a cortes da Justiça”, disse.

Moro avaliou que as eleições do ano que vem serão uma oportunidade de mudança na política e considerou que, ainda que as agendas econômica e social sejam importantes, o combate à corrupção precisa estar no centro do debate. Disse ter curiosidade sobre o que pensam os potenciais candidatos a respeito do foro privilegiado e do loteamento das estatais. “É preciso que quem postule tenha respostas a essas questões”.

Moro reafirmou que não pretende disputar qualquer cargo público porque isso colocaria em dúvida todo trabalho feito por ele até o momento. Disse que uma candidatura seria inapropriada neste momento e que também não vê essa possibilidade ocorrer no futuro.

27 de novembro de 2017
diário do poder

Anônimo disse...

27 de novembro de 2017
http://pontoetvirgula.blogspot.com.br/
No Brasil, o que não falta é legislação
O Brasil tem a maior Constituição do mundo, promulgada em 1988. É a que tem mais artigos (cerca de trezentos), parágrafos, incisos e alíneas, além de quase cem emendas (a dos Estados Unidos tem apenas sete, com duzentos anos de existência) e leis complementares regulando artigos da Lei Magna. Ela diz que o sistema de governo é presidencialista, mas tem regras do parlamentarismo, como a Medida Provisória (MP), por exemplo. Há também 27 constituições estaduais e mais de 5 mil municipais (as leis orgânicas). Junte-se a tudo isso milhares de decretos, portarias, regulamentos etc. Sendo assim, no Brasil sobram ações na Justiça, porque os legisladores são os que mais descumprem aquilo que aprovam. Já está na hora de termos uma nova e única Constituição definindo todas as regras nela estabelecidas, com o que os tribunais seriam bem mais ágeis nas suas decisões.

Anônimo disse...

@diariodopoder
7:41
Supremo
Gilmar Mendes questiona o fim do foro privilegiado: 'Será que vai ser bom?'
Supremo julga caso que pode definir o alcance do benefício
Publicado: 27 de novembro de 2017 às 19:00
Ministro avalia que tirar competência do STF não significa 'modelo funcional' nas outras instâncias (Foto: Estadão Conteúdo)
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta segunda-feira, 27, que achou ‘importante o pedido de vista’ de seu colega de Corte ministro Dias Toffoli no julgamento que pode definir o alcance do foro privilegiado de deputados federais e senadores.
Na quinta-feira, 23, sete dos 11 ministros do Supremo votaram por limitar o foro especial dos políticos. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista de Toffoli, mas, pelo entendimento da maioria dos ministros somente deverão tramitar na Corte máxima processos de crimes cometidos no exercício do mandato e relacionados ao cargo.
Ainda faltam votar os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
Gilmar declarou, em São Paulo, nesta segunda, que ‘a questão do foro é uma questão muito delicada’. Ele participou da XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira.
“Por quê? Porque tirar do Supremo não significa que nós vamos ter um modelo funcional lá embaixo. Em geral, eu tenho dito a Justiça Criminal no Brasil como um todo, não do Supremo, funciona mal. Pouco mais de 8% dos homicídios são desvendados. Isso signifca que vamos para os Estados passar para as pessoas julgar esses parlamentares”, disse.
“Será que vai ser bom? Será que nós não vamos ter uma grande influência política lá? Coisa que não ocorre, ou pelo menos não ocorre de maneira visível, no Supremo Tribunal Federal? São coisas que nós precisamos analisar com muita responsabilidade. Por isso eu achei importante o pedido de vista do ministro Toffoli.”
Gilmar apontou ainda uma crise na Corte máxima – pela manhã, em outro evento, outro ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, disse que o Supremo não está em crise.
“É claro que nós estamos vivendo um momento de crise também no Supremo. Como eu disse aqui nós temos uma demanda muito intensa. Recebemos uma série de demandas. E quem recebe muitas demandas acaba tendo que dar respostas a ela e nem sempre as respostas serão as mais corretas. Muitas vezes nós nos arrependemos”, afirmou.
Segundo o ministro, ‘o Supremo tem sido muito demandado pelo estamento político’.
“Veja, o Supremo regulou o impeachment presidencial. Por quê? Porque ainda não tinha uma lei sobre o assunto. A toda hora nós temos uma nova provocação. Agora estamos discutindo essa questão dos deputados estaduais e a questão da imunidade das prerrogativas. Toda hora nós temos esse tipo de desafio. E, por isso, certamente nós acertamos, eu espero que seja na maioria das vezes e também erramos”, declarou. (AE)

Anônimo disse...

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/
terça-feira, novembro 28, 2017
PRESTÍGIO DE BOLSONARO JÁ ALCANÇA TODO O BRASIL, TANTO NOS GRANDES CENTROS COMO TAMBÉM NO INTERIOR DO PAÍS.

E o ano de 2017 vai chegando ao seu final e o establishment tupiniquim ainda não encontrou capaz de superar a performance do presidenciável Jair Bolsonaro. Seu prestígio não se circunscreve a uma grande cidade e/ou região mas se espraia por todo o Brasil.

Os dois vídeos acima comprovam isto. O primeiro vídeo é uma manifestação em Cabrobó, no interior de Pernambuco, enquanto o segundo registra manifestação semelhante em Altamira, no Pará.

Ambos os vídeos ilustram a página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook, onde o presidenciável já se aproxima de 5 milhões de seguidores superando como folga todos os demais postulantes.

É um capital eleitoral nada desprezível para quem leva bordoadas da grande mídia todos os dias, sem contar as famigeradas revistas semanais que desfiguram o rosto de Bolsonaro por meio do Photoshop e de outros programas de computador para transformá-lo num monstro. Até agora esse truque tosco e agressivo parece que, ao contrário do que deseja a mainstream media, tem tido efeito contrário, isto é, o prestígio do presidenciável aumenta.

O jornalismo esquerdista continua raciocinando como se estivesse ainda no século XX, antes do impacto da internet, sobretudo das redes sociais, blogs e sites independentes. Tanto é que insistem na mídia impressa cujo atestado de óbito já foi emitido faz tempo.

Até a toda poderosa mídia televisiva já sente a fuga de telespectadores enojados com a papagaiada politicamente correta da diversidade bundalelê que vem sendo repudiada e desconstruída pelas redes sociais. Parece que os algoritmos destinados a censurar determinadas postagens "inconvenientes" para o processo de dominação globalista não têm alcançado o resultado prete CONTINUA...

Anônimo disse...


aluizioamorim.blogspot.com.br/CONTINUA II


Simples assim. Se os censores do Facebook, do Twitter e do Instagram, os que têm maior capilaridade, levarem a termo esse ataque à liberdade não há dúvida que daqui a pouco surgirão novas rede sociais. Trata-se de uma reação de mercado. Ou essa gentalha acredita que poderá mesmo transformar o planeta inteiro numa Coreia do Norte? Que as pessoas estão dispostas a perder seu tempo postando apenas platitudes nas redes sociais?

Dos ditos presidenciáveis o que tem utilizado de forma inteligente as redes sociais tem sido Jair Bolsonaro e sua equipe. E nem precisa armar o circo. As coisas acontecem de forma espontânea como por exemplo em aeroportos onde Bolsonaro aparece para embarcar em algum voo. Isto é algo inaudito nos últimos anos no Brasil, principalmente depois da Lava Jato com a explosão do petrolão. Exemplo disso é o Lula que só viaja de jatinho emprestado pelos "amigos ricaços". Não pode embarcar em avião de carreira sem ser molestado por eleitores irados. Seus correligionários mais graúdos, ex-ministros e coisa e tal, tomaram chá de sumiço. Até mesmo os "mortadelas" - a galera de aluguel do PT -, desapareceram e se torna cada vez mais difícil a sua "contratação".

Esta é a realidade dos fatos. Daí surge a indagação: isto influirá na eleição presidencial de 2018? A resposta obviamente é sim! Influirá. O que se está vendo neste momento é apenas o aperitivo do que vai rolar na campanha presidencial já com os nomes definidos oficialmente.

O establishment está agoniado, tecendo planos no breu das tocas para aplicar um golpe eleitoral. Resta saber se o eleitorado brasileiro acatará sem mais delongas um trambique armado pelos "petrolões" do PMDB, PSDB et caterva.CONTINUA...

Anônimo disse...


aluizioamorim.blogspot.com.br/CONTINUA III E TERMINA
Por enquanto, queiram ou não, o presidenciável Jair Bolsonaro corre na frente e avança chegando até mesmo nos sertões mais recônditos deste imenso Brasil. Sim, Bolsonaro é um ponto fora da curva. É algo que não se via há muito tempo no Brasil. E por trás dele não há, por exemplo, velhos caciques da política, como também não há o establishment globalístico que contém no seu bojo os velhos agitadores comunistas, profissionais da política e da agitação esquerdista. Afinal, o esquerdismo sempre foi um movimento global.

Por tudo isso, Jair Bolsonaro já é um fenômeno eleitoral. Algo muito parecido com o que ocorreu na eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, onde todos os institutos de pesquisa davam como favas contadas a vitória de Hillary Clinton. Mas quem acompanhou o desenrolar da campanha, vendo os comícios de Trump com milhares de pessoas, sabia que algo estava para acontecer e que não era o que diziam as sondagens eleitorais.

Abertas as urnas foi tiro e queda. Mr. Trump deu um olé! Os dois ambientes pré-eleitorais nos Estados Unidos e no Brasil são muito parecidos. Mas não são iguais. Dependerá unicamente da competência de Jair Bolsonaro e de seu staff.

Por enquanto ele corre solto na frente. Tanto em Cabrobó no interior nordestino como aqui em Santa Catarina, onde a última pesquisa deu Bolsonaro na cabeça folgado.
Postado por Aluizio Amorim às 11/28/2017 02:44:00 AM

Anônimo disse...

http://diariofilosofico.midiasemmascara.org/cultura/escravidao-historia-e-o-erro-dos-atuais-lideres-intelectuais-negros/
Diário Filosófico

Escravidão, história e o erro dos atuais líderes intelectuais negros
Olavo de Carvalho
20 de novembro de 2017 - 19:20:21
Quando pela primeira vez um europeu comprou um escravo na África, já fazia um milênio que os habitantes daquele continente eram aprisionados, escravizados, vendidos e capados pelos muçulmanos, e dois milênios pelas próprias tribos e nações negras. Durante todo esse período, jamais se revoltaram em massa e não consta sequer que a idéia de abolir a escravatura tenha passado pelas cabeças, seja dos senhores, seja dos próprios escravos. Trazidos para o Ocidente, ao fim de dois ou três séculos estavam todos libertos e a noção mesma da escravidão condenada como crime hediondo. Não mostram nenhum ressentimento contra seus antigos escravizadores negros e muçulmanos, mas um ódio crescente contra os brancos ocidentais, e a idéia de exterminar por completo a raça branca começa a parecer bem razoável a muitos intelectuais e líderes negros na América.
Se não há algo de monstruosamente errado em tudo isso, não sei o que significa a palavra “errado”.

Anônimo disse...

http://diariofilosofico.midiasemmascara.org/cultura/ideologia-de-genero-o-ponto-chave-da-questao/
Ideologia de gênero: o ponto-chave da questão
Olavo de Carvalho
24 de novembro de 2017 - 18:47:13
Não adianta argumentar contra a ideologia de gênero na base do “homem nasce homem, mulher nasce mulher”. Na prática, essa premissa está embutida em todo o discurso LGBT e nada pode contra ele. Nenhum homem desejaria tornar-se mulher se não reconhecesse que nasceu homem. Nem muito menos poderia ser homossexual sem identificar-se com o sexo em que nasceu. O ponto-chave da questão está a léguas desse tópico. O ponto-chave é o confronto entre o que um sujeito deseja parecer e o que outro consegue perceber — é a ânsia criminosa de destruir a percepção humana, obrigando cada pessoa a ver não o que ela vê, mas o que outros querem que ela veja.
*
Obrigar um ser humano a fingir que enxerga uma mulher quando está de fato enxergando um homem, ou vice-versa, é a mais requintada violência psicológica que se pode imaginar. É destruir a confiança instintiva que ele tem no seu aparato de percepção, é assassinar a sua psique, é negar e suprimir a sua identidade, é reduzi-lo a mero instrumento dos desejos de um outro. É rebaixá-lo a uma condição inferior à do escravo, que, forçado à obediência exterior, conserva a sua liberdade de perceber, sentir e pensar.
Um legislador tem de ser infinitamente perverso para desejar impor isso como obrigação legal.
*
Se um outro tem o poder de obrigar você a vê-lo como ele deseja ser visto, independentemente de como você o vê na realidade, ele tem DOMÍNIO TOTAL sobre a sua psique. Você é um nada, e ele é tudo.
*
Qual a violência maior: chamar de homem um homem que deseja ser mulher, ou obrigar quem enxerga um homem a admitir que enxerga uma mulher? Qual dos dois bens em questão merece mais a tutela da Justiça: o desejo ou a percepção? A frustração do desejo produz incômodo e frustração, a repressão da percepção produz a dissonância cognitiva, a divisão da personalidade.
Haverá ainda, entre os legisladores e juristas brasileiros, um número suficiente de cérebros capazes de fazer essa avaliação comparativa? continua...

Anônimo disse...

Midia sem mascaras continua ii e termina
Entre as celebridades, professores universitários e “formadores de opinião” em geral, parece que não há.
*
TODO o discurso esquerdista, hoje em dia, consiste em dar a alguma pretensão absurda e desumana os ares de uma obviedade à qual ninguém pode razoavelmente se opor. Quase sempre isso se opera mediante a substancialização de algum termo formal e vazio erigido em símbolo e imantado de valor emocional. Alguns ouvintes, diante disso, são imediatamente vencidos pelo fascínio, outros sentem uma incomodidade que se expressa em explosões indignação irracional — tal a diferença entre massas esquerdistas e direitistas –, mas nem uns nem outros conseguem apreender a forma lógica da armadilha em que caíram.
*
A “ideologia de gênero” é uma filosofia para inteligências lesadas pela exacerbação idolátrica do desejo.

Anônimo disse...

OS COMUNISTAS de modo geral já sentem com a expulsão dos cafagestes do PT do poder, assim aumentando contra a corriola vermelha, aumento da pressão feita em cima desses selvagens que tentaram escravizar o povo brasileiro e de quando tempo há noticias de investidas contra esses agitadores, antes inexistentes!
Levemos em conta a reação contra o Queermuseus e similares de perverterem a infancia-juventude, eventos de Ideologia de Gênero e outras desgraças que esse FANÁTICOS VERMELHOS, DEBILOIDES, querem impor na marra!
O suporte com que tanto esses subversivos contavam, como as tvs, radios e outros nos quais mantinham controle quase absoluto estão desmascarados, ninguém acredita mais neles, não apitam mais - pois quando não fazem do lar UMA ZONA BOEMIA, ENCHEM DE ESTERCO MARXISTA AS MENTES DOS INCAUTOS E DESINFORMADOS - põem merda na cuca deles - embora querendo se passarem em contrario com suas "nutiças" de laboratorio de engenharia social, visando apenas enganar, trapacear, roubar!...
..

jomabastos disse...

O Bolsonaro tem que se cuidar com os votos da pobreza e extrema pobreza que está disseminada por todo o Brasil. Só nos 60 milhões do Bolsa Família são mais de 20 milhões de votos, que muito provavelmente irão para quem lhes comprar ou oferecer algo em troca do voto.
Os rentistas, os assassinos, os assaltantes certamente que irão votar nos corruptos e nos comunistas, porque querem um país virado do avesso.
E a Urna Eletrônica sem voto impresso - porque não é possível fazer qualquer recontagem física dos votos - favorece aqueles políticos que controlam o TSE.

jomabastos disse...

O que é certo é que os atuais congressistas estão a falir e a derrocar a democracia no Brasil.
O Que é certo é que os atuais congressistas só envergonham o país e criaram um totalitarismo político no Brasil.
O Bolsonaro que deixe de se preocupar com outros candidatos e apresente soluções efetivas para a corrupção, a violência, a saúde, a educação, o saneamento básico, as infraestruturas e outros problemas graves que o Brasil atravessa.
Sem uma Intervenção Constitucional e uma Constituição renovada, serão os corruptos e os rentistas que continuarão a mandar e a desmandar no Brasil e não o presidente eleito.

Unknown disse...

Bom dia,

Ontem 31/11/2017 estive pegando medicamento para evitar a rejeição do meu rim transplantado no HC de SP e o medicamento prescrito "micofenalato de sodio" não tinha mais. Foi uma correria para os consultórios dos médicos para que trocasse o medicamento por outro (recomendação da própria farmácia do HC SP). Corria a boca
pequena que os medicamentos para evitar a rejeição deverão acabar todos nos proximos dias. Por favor verifiquem e nos ajudem. Viu Sr Temer, viu Ser Alkimim. Precisamos dos remedios para continuar a viver... Pelo amor de Deus nos ajude. Vejam o que está acontecendo...

Diaquino - SP