domingo, 15 de abril de 2018

Quem tem medo dos militares?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

É mais falsa que uma nota de 13 reais com a efígie de Lula a análise ou impressão de que “uma suposta maior influência dos militares no cenário nacional coincide cm uma mudança perceptível na guinada da sociedade  para a direita e com a crescente desilusão com a política e a democracia”. Tal “tese” não se sustenta, com base na realidade brasileira, Tal equívoco é defendida em recente reportagem da revista Exame, muito lida pelo empresariado.

O erro crasso de análise é fruto podre da militância jornalística de esquerda. Os militares são sistematicamente atacados e apontados como “ditadores” pela mesma visão canhota e canhestra que tolera uma força armada ilegal e criminosa como os MSTs e afins. Daí vem o papo furado e equivocado de que “a presença mais forte dos militares no governo e nas decisões nacionais incomoda muitos brasileiros, especialmente aqueles que sofreram no regime militar” (sic).

Só uma pessoa incapaz de fazer uma análise de conjuntura correta embarca no argumento equivocado da reportagem “Com guinada do eleitor à direita, militares ganham poder e sobem o tom”. No fundo, o texto reclama da tese de as “Forças Armadas se tornaram cada vez mais ouvidas e presentes no Brasil nos últimos meses, 33 anos após o fim do regime militar” (sic). Ainda no fundo, o objetivo da matéria é mais uma campanha contra o crescimento da candidatura presidencial de Jair Bolsonaro – fenômeno que a narrativa esquerdista não consegue entender e admitir que a culpa é dela própria, na incitação ao radicalismo burro e às artificiais divisões ideológicas.

A responsabilidade por tanta bobagem dita e escrita não é só da imprensa brasileira – acometida pela esquerdopatia causada pelo vírus mortal da imbecilidade. A bestial “intelectualidade” – da qual os jornalistas adoram fazer parte – não consegue entender qual o papel das Forças Armadas para a construção e consolidação do regime Democrático. Eles ignoram que os “Exércitos” são a primeira instituição de qualquer Nação. Em qualquer lugar do mundo é assim. Aqui os idiotas pregam que deve ser diferente. Por isso, eles defendem outra “tese” insustentável: “as sucessivas declarações políticas de altos oficiais violam o regulamento disciplinar das três forças”. Rá, rá, rá...

A dita esquerda faz a festinha porque venceu a guerra psicológica contra as Forças Armadas. Os Generais falharam feio na transição do “regime militar” para o tal “regime civil”. Os comandantes da década de 80 subestimaram o “inimigo”. A Batalha da Comunicação foi vencida pela canhota midiática e seus pseudointelectuais. Eles impuseram o discurso vencedor de uma “ditadura sanguinária” – que os fatos Históricos verdadeiros mostram que não existiu no Brasil. Graças a tal imagem falsa, os militares se tornaram sinônimo de “ditadores”.

Amadas ou não, as Forças Armadas, sobretudo o Exército, têm pautado sua conduta pela Estabilidade, Legalidade e Legitimidade. Recentemente, o General de Divisão na reserva Luiz Eduardo da Rocha Paiva, um dos mais lúcidos, analistas militares brasileiros, fez uma constatação bem objetiva: “O regime militar, em seus 20 anos, foi quem garantiu e criou condições para fortalecer a democracia, que a esquerda conseguiu enfraquecer e ameaçar em 25 anos (de Nova República)”.

Quem tem medo dos militares? Resposta fácil: os militantes meliantes de esquerda e outros bandidos menos ou mais votados manipulados pelo Mecanismo do Crime Institucionalizado. Eles são os criminosos “Senhores das Armas” – inimigos do Brasil e, por extensão, das nossas Forças Armadas. Felizmente, com o tempo, a opinião pública descobriu que foi enganada pela guerra suja do esquerdismo contra os militares.
Como o esquerdismo ainda é persistente e hegemônico, seus ideólogos evocam mentirosos fantasmas do passado para inventar que existe risco de golpe militar no Brasil. Tal hipótese não se repetirá, embora a situação presente seja muito mais grave que a de 1964. O esquerdismo revolucionário hoje conta com duas vantagens táticas. Primeiro, tem muito dinheiro roubado da sociedade, em 25 anos de poder. Segundo, conta com a poderosa força armada do narcotráfico – que domina comunidades e até direciona os votos em seus corrais eleitorais.
A maioria dos brasileiros deseja romper com o Crime Institucionalizado. Só não sabe como... Por isso e para isso, convoca suas Forças Armadas. A construção e consolidação da Democracia (a segurança institucional, jurídica e individual) vai depender da velocidade com que os militares ajudarão os cidadãos no combate direto ao Poder do Crime. O problema não se resolve nem com fuzil e muito menos com varinha de condão.
A única saída viável e segura é a inédita “Intervenção Institucional” que precisa ser imediata, cirúrgica e por tempo determinado. A pré-condição fundamental para a Intervenção é um Projeto Estratégico de Nação que já está em estágio avançado de elaboração, porém ainda em fase tímida de discussão. O processo é inevitável. Porém, o jogo é brutíssimo. O Crime Institucionalizado emprega seu Mecanismo para impedir que as mudanças estruturais ocorram pela reinvenção da máquina estatal brasileira.     
A esquerda é instrumentalizada pelo Crime para impedir as mudanças. Por isso, o foco presente dela é desmoralizar os militares, induzindo-os a cometerem equívocos do passado. Acontece que os Generais de hoje, apesar de também afetados pela guerra psicológica e seu gramscismo, conhecem as artimanhas do verdadeiro inimigo que não é a tacanha esquerda. A canhota burra é mero instrumento do Poder Real Mundial que deseja consolidar seu domínio completo sobre o Brasil, seus recursos e potencial econômico.  
A grande guerra brasileira, embora não-declarada, está em andamento. Apesar das explosões de violência, a batalha é mais ideológica que bélica. Por isso, os militares devem dar total apoio às transformações que serão tocadas por cidadãos comuns - não necessariamente fardados. Deu para entender o drama, ou precisa desenhar mais?

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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Abril de 2018.

6 comentários:

Anônimo disse...

Caro Serrão, seu artigo de hoje resumiu muito bem a situação.

Elias Chagas da Silva Chagas disse...

Serrão, como sembre dá um show de conhecimento e análise séria.

Elias Chagas da Silva Chagas disse...

Ué! Meu comentário foi cancelado por quê!

Moisés Saturnino disse...

Ótima definição do cenário ridículo que permitimos que a facção pt estabelecesse, Jorge.

ALMANAKUT BRASIL disse...

Tudo o que é nego torto, do mangue, do cais do porto, a Geni, o compositor e cantor, além da corja que os seguem, tem medo dos militares!

Anônimo disse...

A tão almejada intervenção constitucional solicitada pela maioria dos brasileiros, jamais se concretizará com os treis comandantes das FFAA em vias de se aposentar e doentes terminais. Temos que buscar outro caminho alternativo nas próximas eleições, só podemos contar com o Bolsonaro, que o sistema corrupto, está boicotando de todas as formas, porque é o único que poderá convocar as FFAA, para poder governar.