segunda-feira, 28 de maio de 2018

O Direito de ir e não vir se não quiser


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hilton James Kutscka

Os caminhões pararam, dezenas, centenas, milhares deles por todo País. Civilizadamente, ordeiramente, (na imensa maioria dos casos), deixando uma pista das     estradas livre para o trafego de veículos essenciais, como: os que transportam artigos hospitalares, ambulâncias, bombeiros e até mesmo veículos de passeio que tinham combustível para alcançar seu destino como o deste humilde escriba, que viu em loco o que narra.

Cumprimentei e fui cumprimentado por caminhoneiros, que diferente do que dizem os meios de comunicação, não querem somente uma baixa do preço do combustível, mas protestam por um Brasil livre da corrupção e dos políticos ladrões que colocaram o país na situação em que está. Querem uma limpeza geral, limpeza que somente uma intervenção civico militar pode realizar, fechando para balanço o senado, o congresso e o STF.

Um chegou a dizer-me,  como para se desculpar pelo incomodo, e justificar a atitude sua e dos companheiros que o cercavam,  que seu pai  era Maçon.

Na quinta-feira à noite, negociadores dos sindicatos acertaram uma trégua com o governo, mas como sabiamente disse uma vez Garrincha: “esqueceram de combinar com os russos”.

Este não é um protesto sindical, os negociadores não representavam os caminhoneiros, esses se reuniram com uma nova arma, uma que deu direitos iguais a todos, a internet. Eles não respondem a sindicatos sangue sugas das classes operárias.  Respondem apenas ao dever para com suas  famílias,  que correm o risco de passar fome, pois  quando chegam  ao destino com suas cargas,  o que ganham de frete não da para pagar  os custos da viajem,  graças  à três  ou quatro aumentos   nos preços dos combustíveis ocorridos durante o trajeto em um país de dimensões  continentais,  país onde o transporte fluvial e ferroviário não existem, graças  aos governos que tivemos.

Querer que eles voltem a trafegar é estimular o trabalho escravo (do qual o governo diz cinicamente ter ojeriza, mas que não é nenhuma novidade nos países dominado pela esquerda, onde todos menos a “nomenclatura” são escravos).

Na sexta-feira,   o ministro Jugmann vendo que o movimento continuava, como bom esquerdista   buscou logo um bode expiatório nas elites.  Disse ter indícios de lockout provocado pelos empresários   do setor   dos combustíveis, e que vai mandar investigar.

Acredite, ministro, não precisa, o culpado pelo que está acontecendo são vocês mesmos, tentando desesperadamente   repor o dinheiro que causou o rombo nas contas públicas roubado durante os últimos trinta anos de governos esquerdistas declarados ou disfarçados.

Ora! “Quem pariu Mateus que o embale”, não podem querer punir a classe média com impostos para salvar a corja de políticos que se locupletou.  
É   chegada a hora de pagarem por suas mordomias, aposentadorias milionárias, salários desproporcionais   para seus apaniguados. (um serviçal para por a capa nos ombros de sua “divindade” um ministro do STF, ganha R$ 15.000,00 por mês). 

Entretanto, segundo os políticos, tudo anda bem na “nau dos insensatos” rumo ao desastre total.

De julgar os culpados é chegada a hora, que sofram o rigor da justiça militar.

A realidade que somente era encontrada em Curitiba   está contagiando todo país.

Existem milhares de Moros nas boleias de caminhões, como focos de luz espalhados por todo país.

Juntos, afastaremos as trevas para um novo amanhecer de justiça social e política.

Brasil acima de tudo.   

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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