quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O peso do fator insegurança na eleição


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O excesso de leis contraditórias produz assustadoras aberrações jurídicas no Brasil. Em tempos de insegurança e barbárie, no Rio de janeiro sob intervenção militar, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal concedeu uma liminar para soltar Claudomiro Santos Rocha Filho. Conhecido como Nicão, ele é apontado pela polícia baiana como chefão do tráfico de drogas no bairro Boca do Rio, em Salvador. O réu libertado seria autor de pelo menos 18 assassinatos.

Defensores do Presodentro Lula agora pregam, nas redes sociais, isonomia com a situação de Nicão. Causídicos da petelândia alegam que o tal Estado Democrático de Direito não permite que alguém seja considerado culpado até o trânsito em julgado do processo. Por tal raciocínio, Lula não poderia estar preso e nem ter seus direitos políticos restritos pela “Justiça Eleitoral”. Probleminha maior é que o STF ainda não decidiu, com certeza absoluta, se a pena pode mesmo ser cumprida após condenação confirmada em segunda instância.

Assim, a insegurança jurídica ainda assombra a eleição – cujas “pesquisas” apontam o Presodentro Lula como o favorito a vencer, com 34% a 39% das intenções de voto. O Superior Tribunal Eleitoral tende a barrar a candidatura de Lula – que seria substituído pelo “poste Fernando Lula Haddad”. Só não se pode subestimar a capacidade de transferência de voto de Lula. Também é bom tomar cuidado porque um histórico aliado de Lula, José Dias Toffoli, assume a presidência do STF no dia 13 de setembro. Existe o risco de Toffoli canetar a libertação de Lula – o que vai tumultuar e  dar mais insegurança ao pleito em que o TSE e o STF mandaram desobedecer a Lei do Voto Impresso...

Além da insegurança jurídica, a insegurança individual e coletiva também terá peso decisivo no resultado eleitoral. Vide o fenômeno Jair Bolsonaro. Uns dois ou três anos antes da eleição, Bolsonaro fez um eficiente investimento na mobilização de jovens nas redes sociais. Esta galerinha ajudou a impulsionar militares na reserva e muitos brasileiros que não se definiam como, porém eram conservadores-raiz. O impulso do discurso foi em torno do intenso combate à insegurança pública misturado com o combate à corrupção. Além disso, adversários e inimigos só conseguem chamar Bolsonaro de “maluco” ou “fascista”. Porém, não conseguiram colar nele o rótulo fatal de “corrupto”...

As “pesquisas” indicam que Bolsonaro teria, no mínimo, 20% das intenções de voto. Os estrategistas de Bolsonaro avaliam que o percentual pode ser muito maior, variando entre 25% e 30%. As “pesquisas” também sinalizam que a eleição 2018 pode ter um índice recorde de abstenção, com votos nulos, brancos e a ausência do eleitor beirando 30%. Se o esquerdismo petralha e afim tiver mais 30% do dleitorado, ficamos, inseguros, diante de contas eleitoreiras que não fecham.

O certo é que temos um Brasil claramente rachado ao meio entre honestos e corruptos associados a violentíssimos psicopatas, bandidos pés-de-chinelo e assassinos profissionais. E sobram dúvidas: A maioria do eleitorado vai optar pela bandidagem ideológica de canhota? Ou a opção será pela honestidade com a coisa pública, contra a corrupção institucionalizada e a violência urbana?

A propaganda da bandidagem é eficiente. No tsunami midiático contra Bolsonaro, a facção hegemônica da mídia colabora com a tradicional desmoralização imagética das Forças Armadas. A falsa pregação do momento tenta vender a falsa acusação de que os militares estão cometendo abusos aos direitos humanos na intervenção no Rio de Janeiro. A infame suspeita lançada tem o objetivo claro de atingir Bolsonaro.

O fato concreto de tal manobra é a consolidação do empoderamento da bandidagem. As facções partem para cima do Exército, usando pobres e miseráveis como escudos. Quem paga o pato é a população amedrontada, assaltada ou exterminada (60 a 70 mil assassinatos por ano). Quando uma pessoa de bem é vítima de homicídio, a mídia noticia laconicamente. Quando um bandido é morto, lança-se a suspeita leviana sobre o abuso de poder dos militares ou das polícias...    
A inversão de valores fala mais alto. Os órgãos oficiais de repressão ao crime são abordados como “bandidos”, “repressores ditadores”. Já os criminosos de toda espécie são desenhados como “democráticos” que lutam legitimamente contra a “repressão das autoridades fascistóides contra os segmentos pobres da sociedade”.

Eis o Brasil dividido, em uma luta de classe fratricida, que vai rachado para a dedada na urna eletrônica sem direito à recontagem física dos votos – o que dá margem a uma gigantesca fraude eleitoral. Eis o País em guerra civil não-declarada, no qual são exterminadas mais vítimas que nas guerras “oficiais” pelo mundo afora. Este holocausto brasileiro vai definir o resultado da eleição? Ou o poder da corrupção e da violência serão os vencedores?

Aguarde a resposta no dia 7 de outubro...






Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Agosto de 2018.

7 comentários:

jomabastos disse...

O STF deveria limitar-se a cumprir o seu papel de Tribunal Constitucional, e ser obrigatoriamente constituído somente apenas por Juízes qualificados em Constituição, não nomeados por políticos, nem filiados em algum partido político.

Na América Latina os supremos tribunais são habitualmente controlados pelos políticos, algo que faz com que o poder político não seja independente do poder judicial. Este é um erro que a Constituição brasileira tem que corrigir, se quer eliminar a corrupção e a injustiça judicial atualmente seguida pelo STF.

O STJ, devidamente estruturado e somente com juízes de carreira não nomeados por políticos, é suficiente para tratar da suprema justiça brasileira.

jomabastos disse...

Imoralmente, causídicos da petelândia e da corrupção, alegam que o tal Estado Democrático de Direito não permite que alguém seja considerado culpado até o trânsito em julgado do processo. Esta situação acontece porque a Constituição e a legislação estão mal definidas - o STF colabora profundamente com a instabilidade jurídica e sociopolítica - e assim sujeitas às mais diversas interpretações.

jomabastos disse...

O CANDIDATO Jair Bolsonaro, tem que mentalizar-se que corre sérios riscos de não ser eleito se não melhorar substancialmente a sua atitude sociopolítica e a atividade da sua campanha eleitoral perante a sociedade brasileira. Há que conquistar os votos brancos e os votos dos eleitores que pensam não comparecer às eleições, e também conquistar os votos dos demais eleitores que atualmente não o apoiam.

Não continuemos a culpar todos os eleitores pela falta de planejamento do candidato Jair Bolsonaro perante as eleições. Esta Nação necessita de um candidato que dê soluções liberais aos atuais problemas que afligem o país. Ele não ser corrupto não é suficiente para cativar os votos de todos os eleitores.

jomabastos disse...

Mais de 60 mil assassinatos por ano acontecem neste país, mas somente 5% destes assassinos cumpre pena de prisão. É o sistema social, policial e judicial brasileiro a não funcionarem.

Este país vive uma forte doutrinação sociopolítica do comunismo/socialismo implementada desde a eleição de Lula até ao atual momento. Mas os direitos humanos - sem a intervenção do comunismo/socialismo - são extremamente necessários para que um país se desenvolva e viva em paz social. Não devemos confundir direitos humanos com comunismo/socialismo. Temos o exemplo nefasto das atuais ditaduras comunistas vigentes pelo mundo.

Jayme Guedes Filho disse...

Absolutamente verdadeiro, Serrão. Sobre a parcialidade da imprensa ao noticiar vitimas, o destaque dado para a morte do criminoso é especialíssimo, principalmente na imprensa dos "cem milhões de uns". Na vida desempenhamos papéis. A baixa escolaridade do brasuca pauta a relação que ele tem com todos que com ele se relacionam, políticos, imprensa, agentes econômicos e até os bandidos.Consumidor, eleitor, contribuinte ou vitima, não importa o papel que esteja desempenhando, o brasuca é sempre tratado de conformidade com o seu nível de escolaridade e de cognição.

Anônimo disse...

MONTAGEM DO GOLPE BOLIVARIANO NO POVO BRASILEIRO, QUERENDO QUE ENGULA SAPO BARBADO GÜELA ABAIXO, NA MARRA!
1 - SOLTAM O LULA BANDIDOS IGUAIS DO STF
2 - A peste Lula com 39%,(3,9) depois prá 41%(4,1) ou mais "vence"!
4 - Bolsonaro é réu por "racismo" das esquerdas, do petistas do STF e das redações de jornais martelo e foice, tipo Foia de S Paulo etc.
5 - Urnas fraudadas e/ou com vírus.
6 - O povo e as FFAA deixariam entrar essa desgraça no poder.
7 - Venezuela II e acerto de contas, vingança com os opositores, todos fuzilados!
Permitirão esse possível cenario?

Anônimo disse...

A pá de cal será lançada neste infeliz país, quando o apedeuta for libertado em setembro, pelos bandidos de toga do STF. Neste momento em que o povão medíocre e ignorante, ainda vota nas pesquisas no apedeuta que está preso em Curitiba e o inglório exercito brasileiro, contaminado pelos comunistas faz cara de paisagem afirmando que as instituições estão funcionando normalmente, somente Bolsonaro poderá salvar este país se tiver a coragem de nomear o general Mourão comandante supremo do exercito e determinar intervenção militar, caso seja eleito nesta luta de David contra Golias que representa a corja suja e corrupta que está unida para destruir a qualquer custo a última esperança do povo brasileiro consciente. Deus tenha piedade de nós.