quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Patifaria midiática atrás da entrevista do Adélio



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Essa conversa fiada e mentirosa que o mundo opositor do Bolsonaro está preparando para destruir a sua candidatura presidencial, às vésperas do pleito de 7 de outubro, mais precisamente, na entrevista que será dada  à Rede Globo, no dia 5 de outubro de 2018, pelo marginal Adélio Oliveira, que friamente tentou assassinar Jair  Bolsonaro, dia 6 de setembro, em Juiz de Fora/MG, é de uma desfaçatez à toda prova.

Apesar de  todas as restrições impostas  pela legislação eleitoral ,os “patifes” da política e da grande mídia encontraram uma brecha na lei  que praticamente tem  força para demolir toda “moralidade” preconizada pelo direito eleitoral como um todo. É o tal “jeitinho brasileiro” de  cometer imoralidades dentro da aparente legalidade, inclusive com as “bênçãos” das autoridades responsáveis.

A repercussão dessa entrevista, que será explorada pela grande  mídia à exaustão ,na noite do dia 5, e todo o dia 6 de outubro (sexta e sábado) , certamente terá maior impacto  que todas as propagandas eleitorais gratuitas para as eleições de 2018.Mas o consenso público que se estabeleceu é que a dita entrevista não será feita com imparcialidade , muito menos com algum  favorecimento a Bolsonaro. Será feita para “destruí-lo”  politicamente, roubando-lhe a liderança que vem  nas pesquisas.                    

A maior prova dessa afirmação está no fato da Rede Globo já ter se declarado “inimiga” da candidatura de Bolsonaro e a seu projeto de Governo, vendo nele uma séria ameaça aos seus interesses e privilégios conquistados  junto aos diversos governos que ajudou a sustentar , e ao mesmo tempo foi sustentada por eles, inclusive  os do Regime Militar, e das  “Eras” dos “tucanos”(FHC, etc.), e do PT/MDB.

Como essa entrevista será com certeza um descarado “ataque”, não só à candidatura de Bolsonaro, como também ao livre arbítrio políticos dos eleitores, para  escolha da candidatura que melhor  lhes aprouver, é preciso que a sociedade civil fique prevenida e em posição de “defesa” contra esse ataque que está prestes a sofrer.

Não se sabe ainda ao certo qual será o teor da dita “entrevista”. Mas o que já pode ser garantido  é que as “respostas” do entrevistado Adélio serão previamente  preparadas e colocadas dentro da sua boca pelos seus entrevistadores. Com certeza, a versão levada ao público será a de que  a “culpa” maior, ou o  “mandante”  dessa  tentativa de homicídio ,tenha sido  o próprio Bolsonaro, ou sua equipe...

É preciso que se tenha em mente antecipadamente que a dita “entrevista” será com certeza absolutamente coerente com a podridão  política que se instalou no Brasil, e  que tem como porta-voz justamente essa grande mídia que preparou toda essa “armação” da entrevista do Adélio.                                                                                                                                                             
É  por isso que  qualquer limpeza política que se imaginar para o  Brasil  jamais  poderá deixar à margem os veículos de comunicação  dessa grande mídia, responsáveis por essa “armação” ,como esses que estão  fazendo  a   entrevista do  Adélio.                                                             

Mas essa “limpeza” exigirá caminhos excepcionais.  Será preciso que num dado momento o “direito-da-força” se sobreponha à “força-do-direito” ,até que se instaure a moral e a decência na  política. É que por trás desse tal “Estado-de-Direito” se esconde toda a patifaria política.    

E só  existe um   caminho constitucional para essa medida.  Está previsto no artigo 142 da CF, que pode ser  o único dispositivo constitucional ou legal que venha socorrer esse povo totalmente abandonado à própria sorte, refém dos criminosos que se adonaram da política  e do direito de fazer as leis e as próprias constituições.                                                                                                                               

Dentro da “legalidade” construída pelos bandidos da política – e  que” eles” ainda  têm a ousadia  de chamar de “Estado-de-Direito”- nada se conseguirá.                                                                                                                                            

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

2 comentários:

jomabastos disse...

Não que ter medo dos mídia!
Há que encarar os mídia como fundamentalmente necessários para dar conhecimento à população da realidade da Nação.
Está claro que não podemos proibir as televisões e as rádios privadas de se partidarizarem, pois isso seria censurar a liberdade de expressão.
Mas podemos dar fim à televisão e rádio públicas e liberar muito mais televisão e rádio privadas.

Há que proibir o governo e outros organismos públicos, de publicitarem a sua legislação e assuntos políticos na televisão e na rádio, pagando rios de dinheiro público para se autopromoverem.

As entrevistas, as reportagens e discussões sobre a legislação e assuntos políticos na televisão privada(sem o dinheiro público, a televisão privada vai necessitar de mais recursos oriundos da publicidade de produtos das empresas privadas e consequentemente de mais audiência), são suficientes e mais fidedignos para elucidar a população sobre a legislação e outros assuntos públicos do Brasil.

Anônimo disse...

Nos EUA, os adversários do Trump apresentam entrevistas de amantes, para denegrir sua imagem. Aqui, a imprensa "neutra e isenta" traz, diariamente, noventa por cento do noticiário com ataques ao candidato Bolsonaro. Deve ser o tal "jus sperneandi", o popular CAGAÇO.