terça-feira, 9 de outubro de 2018

2º Turno: Roubalheira eleitoral a caminho?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Escrevi ainda no começo desse mês...  “E se o TSE roubar a vitória de Bolsonaro no 1º Turno?”, na quase certeza de que essa fraude estaria na iminência de acontecer, e que o resultado das urnas “fecharia” com as pesquisas eleitorais, numa “genial” orquestração criminosa  E mais: que haveria 2º Turno das eleições, e que os “finalistas seriam Bolsonaro (1º) e Haddad (2º). Foi exatamente o que aconteceu.

A “organização criminosa” encarregada de dirigir os resultados das eleições , composta por uma “quadrilha” cujo maestro é o próprio “Mecanismo”, é integrada  pela (1) esquerda, (2) por uma parte da Grande Mídia (Rede Globo,o “Estadão”,e outros),que encomendam e pagam as pesquisas, (3) pelos principais institutos de pesquisa (Ibope, Datafolha, etc.),e, finalmente, (4) pela Justiça Eleitoral, através do seu órgão maior, o TSE.

Saliente-se que essa mesma “organização criminosa” já atuou e foi decisiva para a vitória (fraudada) de Dilma Rousseff ,nas eleições presidenciais de 2014. E o mesmo “esquema ” agora volta a ser aplicado nas eleições de 2018,  para dar a vitória ao candidato das esquerdas, Fernando Haddad, do PT,e da “coligação “Brasil Feliz de Novo (???)”,  no 2º Turno das eleições de 2018,quando disputará com Jair Bolsonaro a cadeira presidencial.

Apesar de não haver ainda nenhuma prova concreta que já no Primeiro Turno a eleição teria sido “roubada” de Bolsonaro, todas as evidências levam nessa direção. Faltou muito pouco para Bolsonaro “emplacar” a vitória já no Primeiro Turno ,com  os 50%+ 1 dos votos válidos necessários. E me enquadro entre aqueles que apostam que os votos “faltantes” para Bolsonaro vencer logo teriam sido roubados dele, e transferidos fraudulentamente para Haddad, exatamente na Região Nordeste, como já fora em 2014 na eleição de  Dilma. Nessa Região , Haddad deu uma “goleada” no seu opositor, absolutamente incompatível com o restante do país, onde a “goleada” foi  o contrário, pró-Bolsonaro.

Com a definição que haverá Segundo Turno nas eleições, apesar da aparente fraude no Primeiro Turno, onde “surrupiaram” a vitória do “Capitão”, é evidente que a “organização criminosa” se mobilizará  para assegurar a vitória final de Haddad.

E o esquema a ser montado por “eles” já pode ser antecipado. Será  um trabalho conjunto entre os institutos de pesquisa e a Justiça Eleitoral. Serão várias as pesquisas eleitorais a partir de agora até as eleições de 28 de outubro (2º Turno). Lentamente, o candidato Haddad vai se aproximar de Bolsonaro, até chegar na “cola” dele, ou mesmo ultrapassá-lo.
Com esse “mecanismo”, certamente não haverá nenhum problema para o TSE “homologar” nas suas urnas eletrônicas e computadores a “vitória final “ de Fernando Haddad, conforme  apontada nas pesquisas.

E isso está prestes a acontecer. E quando acontecer, a sociedade brasileira não terá outro caminho que não seja a sua total e justa  rebeldia e irresignação. O único caminho que terá para corrigir tais distorções eleitorais será recorrer a um processo de “intervenção”, diretamente, sem participação do Poder Militar, que está com suas principais lideranças mancomunado com o poder político dominante da esquerda.

Por isso a sociedade terá que valer-se do dispositivo previsto no parágrafo único do artigo 1º da Constituição (Todo o poder emana do povo....), usando a sua prerrogativa de poder instituinte originário e soberano. E como o Brasil tem um Poder Militar absolutamente “imprestável”, mais parece que não se poderia contar com a “intervenção militar constitucional”, prevista  no artigo 142 da CF.

Com isso os comandantes militares estão demonstrando completa alienação em relação à   missão constitucional da Forças Armadas, antipatriotismo e, antes de tudo, profunda covardia, abandonando  o povo brasileiro à própria sorte e deixando-o  à mercê da quadrilha de criminosos que se adonou do poder. As Forças Armadas seriam o único poder com a força necessária para desbancar os criminosos que tomaram conta da política e do próprio Brasil.                                                                                                                 
Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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