sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Todos de prontidão contra a vigarice eleitoral



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Seguindo uma crença que sempre levei a sério, segundo a qual “quem avisa amigo é”, consegui publicação na “web”, logo após a vitória de  Bolsonaro no 1º Turno da eleição, de  7 de outubro,  o artigo  intitulado   “O PT disfarça com a ‘fatalidade’ da sua derrota para Bolsonaro”.

Mesmo longe de  ser algum  “Nostradamus”  para enxergar o futuro, antecipei minha convicção que a coligação  “Brasil Feliz de Novo”, liderada pelo PT, que  carrega nas  costas  a candidatura presidencial de Fernando Haddad, estaria mancomunada com o “Mecanismo”, com alguns grandes veículos de comunicação de massa, institutos de pesquisa ,e com o próprio Tribunal Superior Eleitoral-TSE, no sentido de  obter a vitória no 2º Turno das eleições presidenciais ,que serão realizadas no próximo dia 28 de outubro.

O “papo” deles, logo após o  1º Turno, ”era” de inteira resignação em vista da quase certa derrota que teriam no 2º Turno, eis  que “não haveria” mais o tempo necessário nem  qualquer chance  de reverter  essa tendência eleitoral.

Mas na oportunidade antecipei que a anunciada “derrota” não estaria passando de um inteligente ardil ,de uma “armadilha”, para que  o “inimigo” baixasse-a-guarda e fosse  pego de surpresa,  numa “virada” sensacional e inesperada  de última hora ,falsificada pelas pesquisas e seus patrocinadores, e que no  término da apuração da eleição    seriam “ratificadas” pelas “máquinas” programadas e manipuladas pelo TSE e seus “capangas”.

Na visão que me inspirou a escrever o artigo, uma “organização criminosa”, puxada pelo “Mecanismo”, e composta ainda  pela “esquerda”, pela Grande Mídia (Rede Globo,”Estadão”,Folha de São Paulo), e pelos principais institutos de pesquisa (Ibope,Datafolha e outros), inclusive  pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral-  amparado  pelo “patrão” STF – estariam agindo  mancomunados na prática desse fraude eleitoral.

Essa farsa consistiria numa aproximação gradativa de Haddad a Bolsonaro nas sucessivas pesquisas anteriores ao 2º Turno, até que se chegasse a um “empate técnico”, com pequena diferença no percentual de votos válidos para um ou para o outro.

E é exatamente o que já está acontecendo. Logo após o 1º Turno, as pesquisas apontavam enorme vantagem para Bolsonaro, com cerca de 60% das preferências de voto, contra os 40% de Haddad. Agora, faltando apenas 3 dias para a eleição de 28 de outubro , o Ibope já aponta 57% para Bolsonaro ,e 43% para Haddad. O “cara” já está “encostando” em Bolsonaro. O PT festeja. Mas quem olha para a vida real observa que o crescimento efetivo é do “outro” candidato. E com certeza nas próximas pesquisas a diferença irá diminuir, provavelmente até o tal “empate técnico”.

Após toda essa falcatrua nas pesquisas, o trabalho final ficaria a cargo  do Tribunal Superior Eleitoral, que mandaria “ajustar” as suas máquinas para que o resultado totalizado da eleição sintonizasse com as pesquisas, entregando o “diploma” de Presidente a Fernando Haddad.

E tudo indica que essa falcatrua eleitoral está a caminho. Durante o provável  anúncio da  “vitória” de Haddad ,o “Mecanismo” e toda a sua quadrilha organizada   reunirão no palanque  a seus lados as mais altas autoridades da República para “avalizarem” essa fraude. O povo dificilmente reagirá à altura da grandeza dessa fraude  para repeli-la na mesma hora, mesmo porque ele está totalmente desarmado pelo PT, e ao mesmo tempo “espalhado”,”pulverizado”, num território com a área superficial de mais de 8 milhões de quilômetros quadrados.

Mas as Forças Armadas poderiam perfeitamente “assumir essa bronca” , agindo em representação e benefício  do povo brasileiro ,que na verdade é o único titular do PODER INSTITUINTE E SOBERANO (“todo poder emana do povo”).                                                                                                                                                       
Sem  dúvida  essa eleição fraudada poderia abrir caminho para as Forças Armadas acionarem o comando previsto no artigo 142 da Constituição, ou seja, a “intervenção”, a  qual as autoridades constituídas repelem mais do que o diabo repele a cruz.                                              

A pátria estaria sendo violentada  com a fraude eleitoral, e jamais um dos “Poderes Constitucionais”, mais precisamente, a chefia  do  “Poder Executivo”, poderia estar sendo preenchido através  de uma escancarada fraude. Essa é a determinação contida   no artigo 142 da CF: “As Forças Armadas... destinam-se à DEFESA DA PÁTRIA e à GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS...”. Nessas duas hipóteses, as FA podem agir com plena autonomia e soberania, não dependendo de requisição de nenhum dos Poderes Constitucionais, como ocorre quando se trata meramente da “defesa da lei e da ordem”.                                                   

Portanto,é evidente que uma eleição fraudada para preenchimento da vaga de Chefe do Poder Executivo estaria atentando grotescamente contra a “garantia dos poderes constitucionais”, exigindo intervenção  das Forças Armadas por força da Constituição.

Pelo exposto, soldados brasileiros, Soldados de Caxias, deveis ficar atentos e bem alertas.  Mesmo de “prontidão”. Se for o caso, deveis intervir   contra  a fraude eleitoral  que está prestes a acontecer no dia 28 de outubro, se  de fato ela se confirmar, usando a força necessária  compatível com as necessidades de uma  eventual reação, e afastando ou prendendo, logo a seguir, de um só golpe ,todos os traidores e ladrões da pátria.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Um comentário:

jomabastos disse...

Algo que me leva a duvidar dos números do resultado eleitoral, é a não apresentação imediata dos números eleitorais nos minutos seguintes às eleições. É que o voto eletrônico deveria estar de segundo a segundo atualizado e não deveríamos esperar algumas horas para termos conhecimento do resultado final. É este intervalo de tempo que faz acentuar minha dúvida relativamente à credibilidade da Urna Eletrônica sem voto impresso, de modo a que possa executada uma auditoria a cem por cento dos votos, para que no desenlace não restem dúvidas dos números finais das eleições.