quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Não a uma reforma da Previdência “meia-boca”



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Um ditado popular reza que não se deve por o carro na frente dos bois.

Fazer uma “reforma da Previdência” antes de cobrar judicialmente todos os devedores do INSS, antes de eliminar as aposentadorias imorais dos congressistas, antes de acabar com outras benesses a quem nunca contribuiu, é dar um tapa na cara dos cidadãos de bem.

Por que esse açodamento ? Haa ! ! Os bancos exigem a criação do regime de capitalização !

A banca é o segundo pior câncer do país (o primeiro é o judiciário).

Em conluio com desgovernos incompetentes, ladrões e traidores da Pátria, gerou uma dívida pública fictícia que absorve quase metade da arrecadação federal apenas para o pagamento dos juros.

O excelentíssimo senhor ministro da Economia é (ou foi) banqueiro. Terá ele a isenção e a serenidade necessárias para acabar com a “farra do boi”?

Não se pode construir nada sobre alicerces frágeis.

Imploro ao nosso Presidente e a seu ilustre Vice que tenham a firmeza de resistir às chantagens que certamente ocorrerão (ou já ocorrem).

Governem e façam cumprir as leis existentes. Um Congresso hostil sucumbirá à crise de abstinência. A rataiada morrerá de inanição.

Pelo amor de Deus comecem, imediatamente, o reequipamento das forças armadas. Além de movimentar a economia e nossa indústria, aumentará nosso poder dissuasório contra ditadores verdes, maduros ou podres.

Façam uso do Código Penal Militar para punir os traidores.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

5 comentários:

Anônimo disse...

Carlos Mauricio Mantiqueira é um livre pensador que em poucas palavras sem elucubrações, atingiu a veia jugular dessa maldita farsa da previdencia social que os economistas independentes já cansaram de afirmar que a seguridade social por ser o maior orçamento da União é superavitária e que bilhões são desviados desde sempre para cobrir os rombos do governo. O governo Bolsonaro em quem votei, continuará fazendo vista grossa, para os grandes dramas nacionais como as barragens da Vale, etc, para não assustar os investimentos estrangeiros que ainda estão em dúvida, num país em que a corrupção já faz parte do DNA brasileiro. Pronto falei, como diria o Reinaldo Azedo. NBR

Anônimo disse...

Comentarista no chat do Terça Livre TV lembrou que Petrobrás, BNDS e Itaipu sairam do INSS porque tinha muito dinheiro.

jomabastos disse...

Deus parece-me que já está cansado de estar vigilante do Brasil durante as 24 horas.
É tanta a corrupção e tanta a falta de profissionalismo e dedicação à nação, pois parece-me que é o capeta a estar contribuindo e orientando a auto-destruição deste país.
Acredito que a atual gestão governamental fará tudo para elevar o país.
O Bolsonaro deveria começar por limpar da sua governação os suspeitos de corrupção e os condenados por improbidade administrativa.

Anônimo disse...

Por que o PT não fez? Os comparsas são muitos e iriam entregá-lo? Agora vão fazer força contrária à aprovação. Aí o governo para dizer que está cortando na própria carne,vai colocar os militares para servirem de boi de piranha.

Anônimo disse...

Os três pilares do modelo híbrido de sistema previdenciário que predomina globalmente: o pilar de proteção social (bancado pelo governo e para o qual não é preciso ter contribuído para receber o benefício); o de repartição (atual sistema brasileiro, onde os trabalhadores atuais bancam a aposentadoria dos inativos); e o de capitalização. Seguindo esse modelo, a Dinamarca tem hoje o segundo melhor sistema previdenciário do mundo, atrás da Holanda. O que esquecem de explicar é a legislação de aborto, e o suicídio assistido (que parece estar sendo sugerido pelos globais em momento estratégico), que ajudam esses países a eliminar a despesa com os vulneráveis. O suicídio de Drauzio Varella - Bernardo P. Küster - https://www.youtube.com/watch?v=dqQWLnek3Zs