quinta-feira, 7 de março de 2019

Pulga na Zebra



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Os homens, em relação às mulheres, estão sempre como a pulga na zebra; ora na lista branca, ora na lista negra.

O período da quaresma é um tempo de reflexão.

Em primeiro lugar devemos nos lembrar da efemeridade da vida.

Diz um tango: “Es un soplo la vida”.

Em seguida, é mister reconhecer nossa insignificância. Napoleão Bonaparte morreu mas o mundo seguiu seu curso. Idem, com Julio Cesar.

Dito de uma forma jocosa: nossos antepassados, mais cultos e ilustres que nós, não conseguiram acabar com o Brasil !.

A sua grandeza é de tal ordem que desperta paixões inesperadas.

Uma jovem romena, morando na Itália, encantou-se com a “última flor do Lácio...”


Assim, procuraremos falar “menas” de política e mais de cultura.

Dentro de pouco tempo, ninguém mais se lembrará da porcada hoje existente. Raro serão os Caxias, Barrosos e Tamandarés que sobreviverão ao mixismo do século.
Eugène Ionesco, também romeno, foi o expoente do Teatro do Absurdo”.

Sua peça “O rinoceronte” bem se aplica aos tempos do “politicamente correto”.

Por ironia, a Transilvânia, terra do Drácula, bem poderia estar em nosso país!

Felizmente nossa alegria supera a dor pelos milhões de mortes violentas nos últimos trinta e cinco anos.

Graças a Deus temos nossas Forças Armadas!

Dona Onça, por exemplo, há quase quatrocentos anos, garante a integridade do território nacional.

Só lembrando Camões:”Minhas armas verás porque me obrigo; não as queira ver como inimigo!”

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador. E amigo da Onça.

Um comentário:

Anônimo disse...

Uma representante de associação de apátridas disse, no programa de Ronnie Von na TV Gazeta, que o Brasil foi o único país onde ela encontrou acolhida e busca de solução original para o problema.