segunda-feira, 6 de maio de 2019

Discurso de Mestre da Marca



Ministro das Relações Exteriores do Governo Bolsonaro, Ernesto Araújo, discursa na presença do Presidente Jair Bolsonaro na formatura de diplomatas do Instituto Rio Branco.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por João Guilherme C. Ribeiro

O Ministro Ernesto Araújo, em belíssimo discurso na formatura de nova turma do Instituto Rio Branco, traz a diplomacia brasileira de volta às tradições de Rio Branco e Joaquim Nabuco, aquela que garantiu nossas fronteiras de forma definitiva e pacífica. 

Vale a pena ouvir um recado desse quilate na íntegra.  Porém, se quiserem identificar-se definitivamente com a mensagem, vejam a partir dos 11 minutos algo que tem a ver com todos nós, legítimos Mestres de Marca! Não deixem de ver.  Faz bem ao coração!

Um Irmão, a quem muito considero, escreveu-me preocupado com os rumos do governo. Não, eu não estou preocupado. Tenho motivo e precedentes para não estar.

Vou apenas citar um antecedente na China (sim, na China), que mais ou menos descreve um paralelo para mim. Em 1966, se não me engano, Mao Tsé Tung fez uma pseudo abertura, que a imprensa mundial batizou de "primavera das flores", conclamando os intelectuais, pensadores e chineses em geral a falar sobre o que precisava ser corrigido no regime.

Pouco depois, estourou a tal "revolução cultural", que caiu em cima justamente dos descontentes assim identificados, lembra-se? Penso que trinta anos (e mais, se contarmos os anos de infiltração gramsciana na intelligentzia!) de corrupção capilarizada necessitam de desratização dos corruptos, entre os quais muitos cripto-aderentes, supostamente "ao lado" da renovação... A meu ver, eles se expuseram, tentando ampliar os boatos, as dúvidas e a sensação de insegurança, como se o fracasso estivesse atrás da porta.  Aos poucos, vamos sabendo quem são e onde estão, esses interessados no caos anterior, no "quanto pior, melhor"...

Mas pare e pense: como um governo supostamente de malucos (se é que um sujeito infame como o ladrão perseguido politicamente pode fazer qualquer julgamento!) fez tanta coisa, em tantos campos diferentes, em quatro meses?  Tem algo errado aí, não tem?

Levo em consideração alguns fatores. Vamos lá:

– A grande mídia podre, acostumada a anos de dinheiro fácil e abundante, vê cercada a possibilidade de continuar a bandalheira. 

Claro, ferida fatalmente, no desespero de ver insustentável o modelo atual, reage abandonando completamente a verdade dos fatos. Tudo serve de motivo para enxovalhar, denegrir, distorcer, abastardar. Em vez de notícias jornalísticas, distorções favorecendo a militância e a parasitagem, igualmente ferida no acesso ao cofre. Aí, ao pretender que tudo continue como antes, esquece-se de que a verdade tem capilaridade muitíssimo ampliada. Não aprendeu a lição da derrota nas eleições presidenciais de 2018. Defronta-se agora com alguém que é irritantemente coerente, como diz o José Maria Trindade, de Os Pingos nos Is (você deveria acompanhar no youtube: é o melhor noticiário brasileiro, sem favor!), um Presidente que cumpre o que prometeu à risca! Onde já se viu isso? Agora, de modo crescente, vê-se desmoralizada e desacreditada. Não só a Globo, em caída espetacular, mas revistas como a Veja e até – quem diria! – o Estadão! Se não dermos o devido desconto aos estertores da hidra, certamente a imagem é de um governo que não faz nada certo...  

Mas pense: estamos diante de fatos novos: a transparência, a honestidade e a competência. A mim diverte ver os esquerdalhas ausentes das redes sociais,  Calam a boca porque as mentiras não se sustentam.  Minutos depois de dita, recebe milhares de desmentidos indignados e insultuosos.  Pretensos "lacradores" despencam e perdem seguidores.  

Vivemos um típico "os cães ladram, mas a caravana passa".  Olhe à volta.  Não é necessário buscar sites "de direita" (até há pouco, "direita" era palavrão", não era?). Olhe aleatoriamente. Vai ver exageros, é claro, mas, como tenho acompanhado, cada vez mais a esquerdalha se encolhe, se desdiz e se ridiculariza. Como a grande mídia podre, impotente como nunca antes, cai no enredo das próprias mentiras...

– Ainda que nos tenham tentado impingir uma suposta incompetência, o instinto autoritário e ditatorial dos generais, apanham muito a cada confronto. A famosa resposta do Vice-Presidente Mourão – "Míriam, meus heróis não morreram de overdose..." – encontra eco em um sem número de outras respostas contundentes nos mais diversos estilos, irônico, como o do Presidente Bolsonaro ("Façam carga contra mim, sim, porque embora não vá persegui-los, vocês receberam apenas o que merecem, não 90% da verba de comunicação!"), indignado, como o do Ministro Paulo Guedes ("Tchucthuca é a mãe, é a avó...!"), sereno, como o do Ministro Sérgio Moro ("Não persegui ninguém, apenas julguei crimes...") e até emocionado, como o da doce Ministra Damares, que achatou a desclassificada deputada Érika Kokay a ponto de ser aplaudida até por opositores ("Jamais pensei ouvir isso de uma mulher, menos ainda de uma que se diz defender direitos das mulheres!")...

Isto me diz que temos um governo profissional, ético e competente, com propósitos definidos, motivação e conscientes dos perigos e armadilhas.  

Por mais que ninguém seja imune às vaidades e interesses, estamos falando de qualificação e de princípios éticos, algo que o brasileiro não viu muito nos últimos trinta anos.  Pegue os generais, como o Gen. Heleno, o Gen. Otávio Rego e o Gen. Santos Cruz. Eles tropeçariam por desconhecer fatos e por disputas imbecis?  Duvido. O que temos é uma equipe ajeitando as camadas tectônicas, ajustando-se.  Mais ainda: equipe que se comunica, não feudos estanques e corrompidos como antes, propriedade de senhores feudais defendendo interesses próprios e quase sempre inconfessáveis.  Nós, brasileiros, não estamos acostumados à sinceridade e à luz.  Governo sempre significou algo de propriedade dos poderosos, distribuidor de migalhas em troca de votos...

Então, meu Irmão, não estou temeroso de nada.  "Quando Homens de Bem juntam-se por uma causa justa, até a natureza conspira a favor", não é o que diz o adágio? 

Vamos em frente, fazendo nossa parte e simplesmente sendo o que somos.  Como os britânicos às vésperas da Batalha da Inglaterra, quando Churchillfoi transparente e macho para dizer que "nada tenho a oferecer-vos senão sangue suor e lágrimas", vamos enfrentar essa luta com confiança.

Quem sabe, ao fim da contenda, mereçamos um julgamento como o do povo britânico naquela hora escura: "Mesmo que a Commonwealth dure mil anos, aquele foi seu momento mais sublime"!  O espírito épico, heroico, deste governo foi retratado, com emoção e em todas as letras, pelo discurso do Ministro Ernesto Araújo, fazendo-nos lembrar do Grau de Mestre de Marca: "A pedra que os construtores rejeitaram veio ser a pedra que completou o Templo!"

Não queremos retorno ao triste passado. Os brasileiros assim decidiram por 57 milhões de votos. Ouvimos a voz de 57 milhões de pedras! Temos que estar à altura deles, aguentando o tranco sem perder a fé.

Afinal, a luta é mais importante do que a vitória.

João Guilherme C. Ribeiro é Escritor e Empreendedor Cultural.

Um comentário:

Anônimo disse...

O Estadão foi comprado por esquerdistas.