quinta-feira, 16 de maio de 2019

Estrogovildo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nos tempos do “santo” Google não há mais desculpas para erros causados pela preguiça.

Antes de escolher o título deste artigo, verifiquei que parece não existir ninguém ou nada com esse nome.

Assim, podemos sugerir aos pais algozes de seus rebentos que prossigam, sem escrúpulos, no afã de liquidar ab initio a vida de inocentes criaturas.

Daqui quarenta anos, mais ou menos, teremos um cão gressista que, inconscientemente, vingar-se-á da humanidade em retaliação da violência sofrida na pia batismal, ou ersatz.

Um filósofo já disse: “Antigamente o mundo era governado pelas elites. Depois os idiotas descobriram que eram a maioria”.

Em nossa Paulicéia desvairada, temos visto uma série de medidas estapafúrdias, que se não fossem intencionais, seriam causa de nos deixar boquiabertos.
Uma das maiores cidades do mundo é pasto de aventureiros e outros bichos. Certa vez, um homem nascido em família abastada, formado numa das melhores escolas de engenharia do país, começou a destruição desta urbs.

Demoliu a concha acústica do estádio do Pacaembu; retirou a cópia do “David” de Michelangelo que a embelezava; ergueu o “minhocão” que “destruiu” diversos bairros (Santa Cecília, Barra Funda, Perdizes).

Quando imaginávamos que nada pior poderia acontecer, o nome do aleijão foi trocado (saiu o de um militar, entrou o de um fujão). Pior, agora o burgomestre de turno quer transformá-lo num jardim suspenso. Em seus babilônicos devaneios, não mede as consequências de seu projeto: congestionar o trânsito até o longínquo Acre.

Talvez por suas origens, deveria ater-se (por ateu?) à destruição de nossos cemitérios e por ende, da memória das famílias que ainda reverenciam seus antepassados.

Ou talvez à transformação dos buracos e crateras de nossas vias em colossais covas. Prédios públicos e particulares são invadidos e se transformam em covis de ratos e outros parasitas.

A má gestão de Estregovildo começa antes de ele ter nascido. É o Fim!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente, não havia pensado sobre mais esse objetivo do poder global: destruição da manifestação pública da memória das famílias que ainda reverenciam seus antepassados, para as pessoas viverem ilhadas num eterno presente, como explica Olavo de Carvalho (a reverência agora deve ser particularizada, com as cinzas dos mortos sendo levadas para casa - voltaremos aos deuses-lares?); até mesmo a displicência dos governantes com a proteção dos jazigos contra drogados que roubam as placas com os nomes dos alí enterrados. É um trabalho de formiguinha de destruir a memória coletiva, além da grande destruição, como no caso do incêndio do Museu Nacional. Esse tipo de destruição também acontece em Israel, onde eles reivindicam o solo onde estão enterrados seus antepassados?

Anônimo disse...

Nascido em família abastada, mas sem desenvolvimento cultural. Ele próprio afirmou ter sido discriminado na sociedade. A formação em engenharia não melhora esse quadro, pois busca apenas soluções de funcionalidade, sem atinar para o conjunto arquitetônico. Com esse histórico, temos apenas mais um "cidadão do mundo", de mentalidade globalista (ele retirou o feriado do Nove de Julho).