quinta-feira, 4 de junho de 2020

O gratificante prazer do ódio no Brasil



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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“O ódio é de longe o mais gratificante dos prazeres”. O genial Agnaldo Silva botou esta frase na boca da ninfomaníaca e psicopata Tereza Cristina, sua malvada vilã da novela reprisada “Fina Estampa”. A mensagem parece, há muito tempo, a tônica da conflituosa convivência institucional brasileira. O problema grave é que o tom extremista, radical, violento contamina uma sociedade idiotizada por aplicações da narrativa gramscista, forçando a barra em cima de muitos problemas artificialmente criados pela Engenharia Social, como "racismo", "homofobia", “feminismo”, "preconceito" e por aí vai...

Já deu para perceber que o coronavírus não veio sozinho. Trouxe um pacote de “atrações” fabricadas ideologicamente para produzir efeitos psicossociais bem programados. O objetivo principal foi gerar medo para produzir confusão mental nas pessoas. Assim, elas entram mais facilmente em conflito com elas mesmas e com os outros. O núcleo de poder que tem a estratégia correta se aproveita da debilidade individual e coletiva para governar e mais facilmente dominar os “otários” e os que têm a ilusão de algum poder.

Apesar do “gratificante prazer pelo ódio”, que é um fenômeno humano universal, precisamos retomar a mínima sanidade no Brasil. O segmento conservador de cidadãos que trabalha, produz, estuda e empreende, apesar de todas as armadilhas e dificuldades impostas por um Estado-Ladrão, obteve uma surpreendente vitória na eleição de 2018. Por isso, não é justo que sejamos sabotados pelos derrotados, uma esquerda e centro-esquerda que vem desgovernando o País desde 1985, com a “proclamação” da Nova República. Apesar das falhas em 500 e poucos dias, ainda existe a chance de recuperação econômica, mesmo com o desastre pós-KungFlu.

Qual deve ser a prioridade das prioridades de Jair Bolsonaro? Conquistar uma base de apoio sólida no Senado. Perdão, mas não adianta perder muito tempo com o tal “Centrão”. A presença bem negociada com os senadores é que garante a aprovação das mais importantes reformas. Além disso, ter força no Senado significa conquistar blindagem para suportar pressões do Supremo Tribunal Federal. O Senado é a única instância capaz de promover o impeachment de membros do Supremo. Nunca aconteceu na Nova República, mas pode...

Se Bolsonaro fortalecer sua base parlamentar, a tendência é uma pacificação “falseane” com o Judiciário que ao menos lhe permita governar. Bolsonaro só vai cair se fizer oposição estúpida a si mesmo. Embora a narrativa da mídia extrema e de alguns intelectuais falsificados tentem demonstrar o contrário, o Presidente segue com consistente popularidade para não cair.

A tal “tese” de 70 contra 30 é uma canalhice. O apoio de um governo é medido pela soma da avaliação ótima/boa com a regular. E não o contrário. Além disso, vale repetir por 13 x 13, Bolsonaro tem apoio militar. Os generais na ativa já cansaram de repetir que não existe clima para “golpe”. O vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão, um General de Exército na reserva que tem liderança dentro dos quartéis, tem insistindo que não haverá intervenção militar e nem Bolsonaro será derrubado por um golpe jurídico-parlamentar de impeachment. Perdeu, playboy, que pensa o contrário.

Até o insuspeito ministro Gilmar Mendes já avisou que não sabe como irá se portar a Justiça Eleitoral, mas acha que não está voltada para eventual cassação da chapa que elegeu Jair Bolsonaro (sem partido) e Mourão (PRTB). Mendes ressaltou que as ações em curso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que abordam o tema "certamente" serão tratadas "com o devido cuidado". Gilmar avaliou que o plano do TSE é "minimizar, reduzir os efeitos das fake news, dessa má utilização da internet no processo eleitoral".

Atualmente, é mais valioso prestar atenção aos recados passados pelo vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão, em entrevista ao Estadão:
!) “A apresentação das últimas manifestações contrárias ao governo como democráticas constitui um abuso, por ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela democracia (…)”.
2) “Não é admissível que, a título de se contrapor a exageros retóricos impensadamente lançados contra as instituições do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, assistamos a ações criminosas serem apoiadas por lideranças políticas e incensadas pela imprensa. A prosseguir a insensatez, poderá haver quem pense estar ocorrendo uma extrapolação das declarações do presidente da República ou de seus apoiadores para justificar ataques à institucionalidade do País (…)”.
3) “É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo nos Estados Unidos à realidade brasileira. Como também tomar por modelo de protesto político a atuação de uma organização nascida do extremismo que dominou a Alemanha no pós-Primeira Guerra Mundial e a fez arrastar o mundo a outra guerra. Tal tipo de associação, praticada até por um ministro do STF no exercício do cargo, além de irresponsável, é intelectualmente desonesta.”

É melhor que a turma que se gratifica pelo ódio político dê uma trégua. O regime pode não fechar no Brasil. Mas a repressão pode comer solta, como nunca antes comeu, contra bandidos que tentam subverter a lei e a ordem. E a prioridade é salvar a economia, ou só sobrará Brasil falido para chinês e árabe comprar a preço de água no oceano...

A situação pode até ficar esquisita por mais tempo que o necessário, porém é baixíssima a chance de sucesso de um golpe contra Bolsonaro e Mourão.










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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 4 de Junho de 2020.

Picaretas, Vagabundos, Trapalhões



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Incrível o que se assiste de inconsistência das idéias e soluções dadas às questões jurídicas nos pronunciamentos de quem devia primar pela coerência nas tomadas de decisão em homenagem à reputação ilibada, como basilar para usar a sagrada toga do Supremo Tribunal Federal.

Fidelidade à Constituição, aos princípios democráticos e republicanos e, aos votos proferidos por suas excelências em litígios anteriores.

Como entender a revoltante ação policial por decisão tomada pelo ministro Alexandre de Moraes contra cidadãos, que mantêm constância na divulgação dos seus posicionamentos face ao cenário político atual, bem polarizado face às incertezas das ciências no combate ao coronavírus e salvação dos acometidos pela Covid 19.

No alvorecer do dia, com as famílias assustadas face ao aparato policial; terem os seus aparelhos celulares e computadores apreendidos, por suas posições políticas, sem se levar em conta a situação do país de isolamento social cujo conviver com amigos e familiares só existe de forma virtual, proporcionada pelos aparelhos, absurda e violentamente confiscados.

Outra alegoria do enredo, diz respeito às palavras do ministro da Educação Abraham Weintraub, em reunião de trabalho do dia 22 de abril passado, como dito, secreto. Diz o ministro, “Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF.”.

Nítida conversa coloquial no contexto de desabafo do presidente da República cujos palavrões denotam a informalidade do encontro a sinalizar a necessidade de reação nos procedimentos para operações futuras, aos ataques sofridos pelo governo, de forma aparentemente coordenada, encabeçados por membros de outros Poderes.

A recordar, que o condenado em segunda instância e ex-presidente Lula qualificou de picaretas, 300 deputados da Câmara Federal. Deu em nada.

Como substantivo, além da ferramenta, picareta/vigarista é a aquele que age de má-fé e, como adjetivo refere-se à pessoa que é vigarista. Vagabundo é aquele não tem vontade de realizar suas tarefas ou expressa inconstância; pode ser volúvel, malandro ou de péssima qualidade.

Tudo muito subjetivo, genérico, sem acusar de crime quem quer que seja.

A comparar com as palavras postas no livro “O Código da Vida”, de Saulo Ramos, sobre o diálogo do autor com o ministro Celso de Mello, em certa oportunidade, conclui qualificando o ministro de “matéria fecal”, por outra expressão popular que todos conhecem. “Entendi. Entendi que você é um juiz de...”.

Parece mais ofensivo e sem dúvida, bem direto, seja considerando a possibilidade real do diálogo ocorrido, seja de forma escrita e assinada. Houve decorrências?

O renomado jurista Modesto Carvalhosa, em vários pronunciamentos publicados na internet, assim se expressa, contrário a qualquer excesso como o fechamento daquela corte: - “O STF é uma instituição marginal odiada pelo Brasil... Os titulares dela, sobretudo a maioria, devem ser substituídos para que se possa ter um Supremo Tribunal Federal não a serviço de partidos, dos bandidos, a serviço dos corruptos, aquilo é uma fábrica de habeas corpus de corruptos, de organização criminosa, de traficantes...  Existe uma inconsciência, o Supremo Tribunal Federal tem perfeitamente o seu projeto de proteger a corrupção e acabar com a Lava-Jato...”.

E conclui, “O Brasil está em perigo por causa do povo? Não, por causa dos titulares do Supremo e dos que mandam no Congresso Nacional.”

Olavo de Carvalho, em vídeo se refere a vagabundos e adjetivos muito mais pesados a respeito de ministros daquela Corte.

O deputado petista e ex-presidente da OAB-RJ, Wadih Damous em vídeo público, “tem que fechar o Supremo Tribunal Federal” e, José Dirceu chama o ministro Fux de charlatão.

Como se constata, a prevalecer a liberdade de expressão, sem qualquer consequência referente a esses pronunciamentos. Sem marola. Diverso agora com o ministro da Educação.

Mas, as observações do Dr. Carvalhosa são importantes. A votação para a prisão em segunda instância foi volúvel até que a oportunidade a consagrasse como não válida e a liberdade do condenado a doze anos, Lula da Silva, se consumasse.

A nova interpretação (metamorfose) do STF também colocou de volta às ruas o corrupto José Dirceu condenado a mais de trinta anos. E outros tantos desqualificados.

O cidadão comum está atento e não se conforma com o estado de penúria dos hospitais públicos, nesse quadro de abandono devido aos corruptos que se aproveitaram da Copa do Mundo/Olimpíadas e se lambuzaram no mensalão/petrolão com milhões de reais, para citar um item de magna importância diante da devastadora pandemia do coronavírus.

Foram impiedosos com o cidadão contribuinte e com os mais carentes que já sofriam nas portas dos hospitais e agora morrem da Covid 19 ou perdem parentes que se somam aos milhares nas estatísticas diárias, como nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Amazonas.

Pior que a esses impiedosos, se somam juízes garantistas da impunidade e, governantes atuais que desafiam a sociedade nas aquisições superfaturadas de hospitais de campanha, de respiradores, etc. Fazem das canetas armas assassinas.

Assim, cabe ao cidadão se pronunciar com liberdade quanto aos seus servidores eleitos ou nomeados, sem coação de qualquer natureza, corrupto, protetor de corrupto.

O “fora fulano”, é direito de todos, quer no avião, nas ruas, nas manifestações, falando ou escrevendo.

Por derradeiro, o voto de Alexandre de Moraes, no passado recente para apreciação:

“Quem não quer ser criticado, ser satirizado, que fique em casa, não seja candidato, não se ofereça para disputar cargos políticos. Querer evitar isso por uma ilegítima intervenção na liberdade de expressão é inconstitucional.”

Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado maior, reformado.

Carta Aberta ao Ministro Celso de Mello



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Lúcio Wandeck, Luís Mauro e Luiz Sérgio Ferreira

Ao Exm.º Sr. Ministro José Celso de Mello Filho.

Ninguém ingressa nas Forças Armadas por apadrinhamento.

Nenhum Militar galga todos os postos da carreira, porque fez uso de um palavreado enfadonho, supérfluo, verboso, ardiloso, como um bolodório de doutor de faculdade.

Nenhum Militar recorre à subjetividade, ao enunciar ao subordinado a missão que lhe cabe executar, se necessário, com o sacrifício da própria vida.

Nenhum Militar deixa de fazer do seu corpo uma trincheira em defesa da Pátria e da Bandeira.

Nenhum Militar é comissionado para cumprir missão importante, se não estiver preparado para levá-la a bom termo.

Nenhum Militar tergiversa, nem se omite, nem atinge o generalato e, nele, o posto mais elevado, se não merecer o reconhecimento dos seus chefes, o respeito dos seus pares e a admiração dos seus subordinados.

E, principalmente, nenhum Militar, quando lhe é exigido decidir matéria relevante, o faz de tal modo que mereça ser chamado,  por quem o indicou, de general de merda.

Lúcio Wandeck, Luís Mauro e Luiz Sérgio Ferreira são Coronéis da FAB, na reserva.

Ministros do STF com cabeça a prêmio



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Goyaz

Os membros da Suprema Corte, antes de mais nada, são cidadãos brasileiros, igual a qualquer outro cidadão e não gozam de qualquer distinção no tocante a obrigação de cumprir a lei ou aplica-la, devendo estar atuando, enquanto autoridades públicas, dentro dos princípios esculpidos no artigo 37 da Constituição Federal, dentre eles: da legalidade, da impessoalidade, da moralidade e da este ligado diretamente ao princípio eficiência e do artigo 5º, LXXVIII que é o princípio da celeridade processual.
O mandamento constitucional obriga os tribunais, dentre eles o STF, a efetuarem a distribuição imediata dos processos (art. 93, XV, CF) e o seu julgamento em tempo máximo necessário (art. 5º, LXXVIII C.F), sendo que o RIST fixa os prazos para os ministros, salvo acúmulo de serviço, são aqueles elencados no artigo 187 do CPC e no artigo 111 do RISTF a saber: dez dias para atos administrativos e despachos em geral; vinte dias para o visto do Revisor (RISTF: art. 25, III) e trinta dias para o visto do Relator (RISTF: art. 21, § 3º) e para os servidores do STF, o prazo é de quarenta e oito hora (art. 112 do RISTF), lembrando que RISTF foi editado pela corte e consequentemente, não se pode alegar que se trata de prazos impossíveis de serem cumpridos pelo Ministro, já que se assim fosse, já teria sido adequado pelo Plenário da Corte e que os casos de acúmulos de serviços, deve conter manifestação expressa em cada processo penal, devidamente publicado para conhecimento de toda a sociedade.
 Nos termos do artigo 39, §§ 4º e 5º da C.F, que estabelece que os Ministros da Suprema Corte, enquanto membros do Poder Judiciário, assim como os demais membros de outros poderes, o detentor de mandato eletivo, Ministros de Estado e o Secretário Estadual e Municipal são “(…)remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI, estão vedados de perceberem qualquer outro benefício do tipo 13º salário, férias, gratificações em geral, inclusive, no meu entendimento até ajuda de custo de moradia, salvo moradia funcional.
 Os ministros do STF não podem ter outra atividade, além daquela de um magistério, de sorte que não podem receber para proferir palestras, participar de eventos, receber passagens, hospedagens, alimentação ou cache, em face de participação de eventos, seja de pessoa jurídica de direito público, privada ou economia mista.
 Não pode na ação que declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público, decidir monocraticamente, nos termos do artigo 97 da Constituição federal.
 O Ministro membro da Suprema Corte, “não se pode desconhecer que o monopólio da titularidade da ação penal pública pertence ao Ministério Público, que age, nessa condição, com exclusividade, em nome do Estado. A ordem normativa instaurada no Brasil em 1988, formalmente plasmada na vigente Constituição da República, outorgou ao “Parquet”, entre as múltiplas e relevantes funções institucionais que lhe são inerentes, a de “promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei” (CF, art. 129, inciso I – grifei), ressalvada a hipótese, que é excepcional, prevista no art. 5º, inciso LIX, da Carta Política” (Celso de Mello) e no entanto, há notícias de que tramita um inquérito penal n. 4.781, aberto pela Portaria do Presidente do STF DIAS TOFFOLLI, n. 69 de 14.mar.2010, que escolheu como relator o Ministro ALEXANDRE DE MORAIS (sem distribuição eletrônica) e este escolheu os delegados e agentes da Polícia Federal para investigar da supostas FAKENEWS – figura sem tipificação penal – gerando além da violação ao princípio da moralidade administrativa, diversos crimes contra cidadãos, a ordem institucional e as garantias das cláusulas pétreas e como tal, estão ambos sujeitos a lei da ação popular, além dos crimes comuns e de responsabilidades.
 Há jurisprudência consolidada de que “não compete ao Poder Judiciário, em anômala substituição ao órgão estatal de acusação, avaliar se os elementos de informação veiculados em “notitia criminis” revelam-se suficientes, ou não, para justificar a formação da “opinio delicti” pelo “Parquet” e para autorizar, em consequência, o oferecimento de denúncia, eis que “O sistema acusatório confere ao Ministério Público, exclusivamente, na ação penal pública, a formação da ‘opinio delicti’, separando a função de acusar daquela de julgar” (RHC 120.379/RO, Rel. Min. LUIZ FUX – grifei) e de que: “é inviável a requisição judicial para a instauração quer de inquérito policial (CPP, art. 5º, II), quer de procedimento de investigação penal pelo próprio Ministério Público (RE 593.727/MG, Red. p/ o acórdão Min. GILMAR MENDES), pois, em tais singulares hipóteses, já se delineia o entendimento da impossibilidade constitucional de o magistrado (ou o Tribunal) ordenar a abertura de procedimento investigatório, não importando se “ex officio” ou mediante provocação de terceiro;.
 A busca e apreensão de documentos relacionados ao pedido de quebra de sigilo realizadas pessoalmente pelo magistrado, gera o comprometimento do princípio da imparcialidade e consequente violação ao devido processo legal já que as funções de investigador e inquisidor. Atribuições conferidas ao Ministério Público e às Polícias Federal e Civil (CF, artigo 129, I e VIII e § 2º; e 144, § 1º, I e IV, e § 4º). A realização de inquérito é função que a Constituição reserva à polícia.
 O ministro Celso de Mello, ao estabelecer uma preferência nefasta, no inquérito contra o Presidente Jair Bolsonaro e o Ex-Ministro Sergio Moro, em detrimento de outros processos que lhes foi distribuído anteriormente, acabou criando um estado policial e de usurpação de competência, além é claro de violar a moralidade administrativa e de criar constrangimentos a vários cidadãos que participaram da reunião do governo ocorrida em 21 de abril de 2020, estando pois sujeito a vários dispositivos penais e administrativo.
 Por outro lado, a partir do momento em que o Ministro Celso de Mello tornou público reunião de estado em matéria que não tinha vínculo com o inquérito supracitado e que acabou prejudicando terceiros em face do vazamento do seu conteúdo, demonstrado a amoralidade do ato praticado.
 O ato de tornar público o vídeo secreto da reunião ministerial, gerou um sentimento de que o Ministro Celso de Mello, cujo o mandato vence agora este ano, além de estar violando o princípio da moralidade administrativa, ainda pode estar tentando chantagear o Presidente da República, para indicar o seu sucessor e que se confirmado será deplorável.
O Ministro Gilmar Mendes, quase que, diariamente, vem a público emitir opinião política e jurídica sobre atos jurídicos que deve julgar e com agravante de promover eventos jurídicos fora do pais com recursos, segundo a mídia proveniente de empresas privadas, públicas e de economia mista que precisam ser apuradas, já que pagam passagens, hospedagem e alimentação para outros membros desta corte, além de outros magistrados e advogados amigos.
Não tenho dúvida de que está ocorrendo a ruptura institucional, em face dos atos jurídicos que estão praticados de forma monocrática por alguns membros da Suprema Corte, inclusive, alguns membros da STF não respeitam as decisões colegiadas e praticam atos jurídicos contrários ao entendimento majoritário da corte.
 Em face destes pontos e de outros, e considerando que os Ministros do STF estão cometendo ato de violação a moralidade administrativa e que com base na lei 4.717 de 29 de junho de 1965 que regula a ação popular, requeri ao STF, várias informações e certidões, através da petição n. 37191/2020 de 27.05.2020 e estamos aguardando a manifestação do STF para decidir se vamos ou não propor ação popular contra algum ou todos os ministros do STF, além de eventuais servidores daquela corte.
Paulo Goyaz é Advogado.

Jair Bolsonaro e a Revolução Fascista no Brasil


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

JAMAIS vai haver Fascismo no Brasil ou Estados Unidos SE o Exército Brasileiro ou Americano abrir (como já deveria ter aberto) fogo e matar os terroristas do ANTIFAS.

Muito pelo contrário – o caminho para o Fascismo vai nascer do silêncio, da inação, da tolerância de um Exército que ganha cargos nos Ministérios de Bolsonaro e ignora os Terroristas Vagabundos Petistas, do PSOL e PC do B e, nos Estados Unidos, com a complacência do Exército Americano com os judeuzinhos ricos, grandes empresários e professores gays comunistas da NYU que tramam a morte de cidadãos de Israel financiando o Hammas e agora o ANTIFAS.

Quando os comunistas começarem a queimar e depredar todo Brasil, como eles pretendem fazer no próximo final de semana, a população cansada, esgotada, desesperada, vai começar a dar razão para psicopatas, para monstros, para “Mitos” como Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho e Sara Winter.

O país inteiro, então, vai marchar com tochas à noite usando máscara e capuz branco para torturar e enforcar qualquer pessoa negra, judia, homossexual, deficiente física não pelo que ela faz, mas pelo que ela é enquanto pessoa...Aí, sim, o Brasil será uma Nação completamente Fascista vivendo uma experiência de Terror que jamais teve – o Regime Totalitário.

“O caminho para Auschwitz foi aberto pela Maldade e pavimentado pela Indiferença”.

Milton Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Até “Lady Gaga” assassina Bolsonaro?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O que acabará primeiro? A penca de restrições impostas pela pandemia? Ou o “terceiro turno” da eleição presidencial de 2018? O lockdown, no qual os brasileiros embarcaram por força de decretos e da passividade, já é solenemente descumprido pela maioria. Aqui no Brasil, ele cumpriu objetivos básicos e convergentes: dar uma travada na economia para criar o clima e a narrativa de caos favoráveis à destituição do Presidente Jair Bolsonaro. Por enquanto, o golpe falhou...

Apesar de todo o desgaste imposto em mais de 500 dias de governo, a explicação para a resistência vem das urnas. Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão foram eleitos com 55,13% dos votos válidos, no segundo turno. Em números exatos, foram 57 milhões 797 mil 847 votos. Foi uma vitória expressiva em 15 estados e no Distrito Federal. O eleitorado se dividiu, geograficamente: Sul, Sudeste, Centro-Oeste com Bolsonaro; da Bahia para cima, com exceção do Amazonas, Amapá, Roraima, com a esquerda perdida.

Bolsonaro tem o apoio consolidado da classe média empreendedora, que vai dos prósperos empresários do agronegócio até as dezenas de milhões de pessoas que sobrevivem na economia informal. Trata-se de um segmento conservador, predominantemente cristão. Apesar disso, o País segue dividido e cada vez mais radicalizado. O coronavírus vai embora, deixando um rastro de mortes (só que em quantidade menor que o desejado por alguns escrotos morais e ideologicamente sem-noção).

Só que o terceiro turno eleitoral continua contaminando o ambiente brasileiro. Pior ainda: com um componente altamente golpista e repleto de narrativas mentirosas (perdão pela redundância). O Brasil é envergonhado e envenenado pela judicialização da politicagem combinada com uma oposição destrutiva, irresponsável, sem proposta de solução para o País. Os inimigos de Bolsonaro não conseguem posar de “bonsosos opositores”. Ainda mais agora que deixam cair as máscaras e se travestem de “Antifas”, anarquistas e apelam a um certo terror radical contra um Presidente legitima e democraticamente eleito. São fascistas que nem sabem o que é fascismo...

A esquerda, na prática, age como reais fascistas e nazistas. Incita o ódio, mas, no discurso cínico, prega que os seguidores de Bolsonaro e o próprio são fascistas, nazistas, autoritários, defensores da ditadura. Tudo pura narrativa sem base na verdade – a realidade universal permanente. Felizmente, a maioria da população percebe a manobra criminosamente golpista daqueles que tentam desagastar Bolsonaro para forçar, pela via judasciária-parlamentar, um processo de impeachment. Isto não rola porque Bolsonaro tem apoio popular e dos militares (que rechaçam uma quebra institucional sem motivo justificável).

Recentemente, tivemos dois exemplos hediondos de ilegalidade, abuso de terror e incitação à violência contra Bolsonaro, seus familiares e aliados. O roubo de dados pessoais por hackers, com divulgação criminosamente pública pelos @nonymus da Deep Web, já é investigada pela Polícia Federal. O mesmo acontece com os anarquistas truculentos da “Antifas” (claramente herdeiros dos truculentos blackbloks). Mais grave foi a animação em que uma suposta Lady Gaga – fazendo-se passar pela Michele Bolsonaro - dá um chá de veneno e assassina o Presidente. Fala sério... A esquerdopatia passou de todos os limites...


O Alerta Total tem dado repetidos e insistentes conselhos ao Presidente Bolsonaro e aos seus seguidores para que segurem a onda e não entrem no jogo de insanidade dos esquerdopatas. A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Judiciário não podem ser complascentes e devem apurar, com rigor máximo, a onda explícita de violência contra Bolsonaro – que já foi vítima de uma facada na campanha eleitoral, em 6 de setembro de 2018, que só não o matou por milagre e competência dos médicos.   

O momento é digno de doideira em manicômio judiciário a céu aberto. Tudo pode acontecer... No próximo dia 10, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal julgarão, em plenário, a validade e a extensão do polêmico inquérito que trata das supostas Fakenews. Já se especula que a maioria de ministros votará por aproveitar informações do inquérito (claramente inconstitucional) para validar outras investigações que sejam abertas pela Procuradoria-Geral da República e Polícia Federal.    

Apesar do STF, existe a chance de pacificação. Segunda-feira à tarde, o ministro da Defesa, General de Exército na reserva Fernando Azevedo e Silva, se reuniu com Alexandre de Moraes, no apartamento do supremo magistrado, na zona Sul de São Paulo. No domingo, Azevedo sobrevoou com Bolsonaro, em helicóptero da FAB, as manifestações populares em Brasília. A conversa com Moraes deve ter sido acerca da hipótese da revogação da Lei da Gravidade pelo STF, com a colaboração dos militares... Ontem, Moraes tomou posse como ministro do Tribunal Superior Eleitoral.

Resumindo: os poderes, em guerra, precisam praticar a autocontenção. Do contrário, uma ruptura institucional pode se tornar realidade. É hora da luta pela implantação da verdadeira Democracia no Brasil. Temos de partir para uma profunda Repactuação Política-Jurídica. Como diria o ministro Luís Roberto Barroso, quase parafraseando o personagem de ficção científica “The Mandalorian” (sucesso na plataforma Disney):

- “Assim é como deve ser”. Ou, em mandaloriano: “This is the way”...

Narrativa das Mortes


As mais de 31 mil mortes pelo coronavírus ainda são menores que o número oficial de mortes no Brasil, antes da pandemia...









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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 3 de Junho de 2020.

Perigo à vista



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Agora a dupla cervídea que submeter quem quer trabalhar a uma “autorização” da burocracia.

Chegamos ao ponto de quem trabalha ter que pedir o placet de quem não trabalha.

A fúria popular deve explodir em breve.

Depois do primeiro linchamento não digam que ninguém avisou.



Talvez aproveitem os últimos dia da pandemia para comprar, sem licitação, produtos muito úteis.

Vocês, amáveis leitores, se lembram do filme “Último tango em Paris”?

A manteiga é multi-uso.

E a lãzinha aquecerá os corações carentes que não conseguiram nos subjugar as mentes.

Encafifado estou eu com a felina ausente.

Ou escafedeu-se ou cheiro de sangue sente.

Na cabeça de tênis passemos fino pente.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O Macunaíma voltou


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Eliéser Girão Monteiro

Quem imaginaria, há poucos meses, que 2020 seria marcado pela pandemia da Covid-19, com centenas de milhares de mortes em todo o mundo? E quem imaginaria uma completa desorientação entre governos e órgãos de cooperação internacional, como a Organização Mundial da Saúde? Vivemos também uma pandemia de má gestão, que ainda não permitiu identificar as verdadeiras raízes desse vírus, suas condições de transmissibilidade, evoluções, mutações, alternativas de cura e possíveis vacinas.

É certo que o coronavírus tem se demonstrando mais forte do que muitos imaginavam, já tendo sido identificadas mutações e reações mais abrangentes e letais. Mas não foi o primeiro e nem será o último a nos atacar em larga escala. Onde estão os erros? Faltou previsão ou faltaram cuidados com pesquisas — que podem ter sido a origem dessa pandemia?

A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Organização Mundial da Saúde, precisa apurar nos detalhes como isso tudo começou. Sabemos que ele foi inicialmente identificado na cidade chinesa de Wuhan, mas as causas originárias ainda estão longe de uma explicação razoável. Mesmo que não haja dolo, não é razoável que a humanidade seja absolutamente complacente com os culpados por uma grave crise mundial que ceifa inúmeras vidas e acarreta uma das piores recessões do mundo moderno, jogando milhões de pessoas na miséria e na fome.

Lamentavelmente, no Brasil a COVID-19 foi transformada numa bandeira política, onde a extrema imprensa transmite e comemora, diariamente, o número de óbitos como se fossem gols de uma partida de futebol. Chegamos a um ponto tão absurdo que o ex-presidente Lula da Silva, encarnando o Macunaíma pós-moderno — o herói sem nenhum caráter, nos dizeres do saudoso Mário de Andrade — comemorou afirmando que “ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus”. Não foi um ato ingênuo ou inocente, mas sim uma postura decorrente de sua personalidade e dessa infeliz guerra fratricida de enfrentamento, patrocinada por grande parte da mídia e pequena parcela da opinião pública.

O Governo do Presidente Bolsonaro, sempre procurando evitar pânico generalizado, decretou, em 04 de fevereiro de 2020, estado de emergência de saúde pública em todo o território nacional, elevando o grau de risco ao nível 3, o mais alto da escala. Simultaneamente, enviou ao Congresso Nacional Projeto de Lei criando a quarentena e tornando exames e tratamento obrigatórios. Mas, naquele mês, foi completamente ignorado pelos governos estaduais e por grande parte da mídia, ansiosos por não prejudicar os festejos carnavalescos. São os mesmos que, atualmente, acusam o Presidente de menosprezar a doença quando, na verdade, procura um necessário equilíbrio entre a pandemia e a crise econômica.

Desde então, a população presencia uma luta política, com ares de um terceiro turno eleitoral, colocando vidas humanas como mariscos entre o mar e o rochedo. E, para incrementar os absurdos, assistimos às indevidas interferências no Poder Judiciário na gestão pública, adotando muitas vezes decisões monocráticas e até inconstitucionais, ferindo de morte a harmonia e a independência entre os Poderes.

Até quando iremos suportar isso? Até quando veremos negados, aos cidadãos, o direito de ter acesso a um medicamento que é usado há mais de 80 anos, sem maiores restrições? Depois de alertar sobre os — eventuais e poucos — riscos, os profissionais de saúde pública que negarem oportuno tratamento não estarão levando à morte milhares de vítimas?

Precisamos evoluir rapidamente como sociedade civilizada, a fim de salvar vidas e permitir que o Brasil retome o caminho do progresso. Que Deus nos guarde e salve dos maus políticos e maus gestores.

Eliéser Girão Monteiro é Deputado Federal pelo Rio Grande do Norte. General na reserva.

terça-feira, 2 de junho de 2020

O problema do timming para Bolsonaro



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Há alguns anos com forte apoio popular (ou populista, pouco importa), o guerreiro solitário Jair Messias Bolsonaro terá de dar uma contida em sua natureza bélica, se quiser chegar ao fim de mandato de maneira bem sucedida. O golpe que seus inimigos montam contra Bolsonaro só terá sucesso se o Presidente quiser e permitir. O comportamento irado de Bolsonaro e seu estilo de não dar bola para conselhos valiosos fora da família terá de mudar imediatamente, ou a Turma do Mecanismo conseguirá o objetivo de neutralizá-lo e derrotá-lo.

O Presidente tem um problema de timming para realizar tudo que prometeu, principalmente resolver a tragédia econômica, o invencível problema da corrupção sistêmica e a quase utópica melhora da segurança em um Brasil violento porque o povo é essencialmente ignorante. Como o Presidente não tem como fabricar milagres, na base da promessa e da mágica, o melhor que ele poderia fazer é reduzir o nível de tensão política. Até porque seus inimigos se alimentam e ganham força e vigor a partir da energia bélica que Bolsonaro desperdiça.

Parece papo filosófico, mas não é não. Bolsonaro tem de declarar a complexa e difícil trégua institucional. Nem que seja por fingimento, contrariando seu próprio estilo de ser, ele precisa, pelo menos, parar de jogar combustível no incêndio. O radicalismo do fim de semana, principalmente por parte dos truculentos terroristas a serviço da Turma do Mecanismo, estimulou a ousadia dos inimigos. Eles sabem que têm pouca chance de vitória, porém acreditam que podem provocar alto grau de sabotagem e desgaste. Na verdade, é isso que sempre imposta.

O elemento revolucionário, no Brasil, é um grande estelionatário. Ele não quer fazer revolução nenhuma. Apenas deseja aparelhar, ainda mais, a máquina estatal, para tirar vantagens patrimonialistas dela. O comunismo e suas variações socialistas ou sociais-democratas querem apenas se dar bem. Por isso, praticam um altíssimo grau de cinismo pragmático. Novamente, apelam para a picaretagem de um discurso absolutamente falsário, de centro-esquerda, apostando que iludirá o eleitorado, principalmente se conseguir impor o máximo desgaste de imagem a Bolsonaro. É enorme a chance de a aposta dar errado.

Resumindo: além de reduzir ao máximo o nível das “tretas”, o Presidente terá de construir uma base de apoio no Senado, para desestimular ataques covardes do Judiciário. A base no Congresso será facilidade com os acordos com o “Centrão” – que darão votos para aprovar reformas e, se houver boa fiscalização, quem sabe pode até não acontecer a provável roubalheira, apesar no inevitável clientelismo no toma-lá-dá-cá.

Enfim, se agir no timming exato – sem perder tempo com broncas desnecessárias -, Bolsonaro ainda tem chance de produzir boas surpresas – desagradáveis para os inimigos de um Brasil que pode evoluir se o embate ideológico idiota não nos destruir.

A imbecilidade segue fortíssima. Nesta terça, às 16 horas, o Senado começa a apreciar a absurda Lei das Fakenews. Pode vir mais porcaria por aí... Sabe quanto retornaremos à “normalidade”? Nunca mais... E a maioria do povo segue a vida do jeito que dá, no estilo "durango kid".







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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Junho de 2020.