segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Hora de exigir a Reforma Política


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Domingo começou a campanha eleitoral 2020. O mercado do voto vai movimentar cerca de 542 mil candidatos. Vamos escolher prefeitos e vereadores em tempos de pandemônio. O problema de sempre persiste: o risco da falta de representatividade dos eleitos. Continuamos reféns dos partidos políticos que mais parecem cartórios que negociam vagas para candidatos. A candidatura independente faz falta.

Apesar de o voto ser obrigatório, usando a pandemia como desculpa esfarrapada, muita gente deseja não aparecer para a dedada compulsória na urna eletrônica higienizada. A abstenção tende a ser a mais alta de todos os tempos. O eleitor brasileiro continua insatisfeito com a qualidade dos políticos que tem de escolher. O descontentamento pode gerar alguma mudança. Nas redes sociais da Internet, já surgem muitos jovens candidatos se comprometendo a levar a atividade política a sério.

A campanha pode ser uma excelente oportunidade para debater alterações imprescindíveis no sistema de escolha. O voto distrital é uma necessidade básica. Além de valorizar o poder local, é fundamental baratear o custo da campanha com a proximidade entre o eleitor e o escolhido. O voto livre, não obrigatório, é outra demanda que precisa ser atendida. O direito a ser candidato independente de partido também é básico.

Enfim, já passou da hora de se cobrar a Reforma Política. Deputados e senadores, junto com os donos dos cartórios partidários, fazem de tudo para fugir do assunto. Por isso, cabe ao eleitor esclarecido cobrar dos políticos que o tema ser debatido, seriamente, aproveitando o calor da campanha.



Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Setembro de 2020.

Um Ballo in Maschera


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Este baile carnavalesco em que vivemos em razão do Covid (ou Coviad ?) acabará mal, como a ópera título deste artigo.

Não é possível iludir (ou manipular) todos o tempo todo.

Na tentativa de impedir a reeleição de Trump a qualquer custo, os implantadores da Nova Ordem Mundial, fomentam sua mídia amestrada (e prostituída) a manter o pânico devido a uma segunda “onda” da pandemia.

O tiranete cor-de-rosa ganhará um borrão “rojo punzó”.

“El uso obligatorio de la divisa punzó que implantó Rosas era un medio para no ser considerado salvaje y traidor unitário.”

No feriado de Sete de Setembro uma enorme quantidade de gente foi às praias e nem por isso aumentou o número de infectados.

Nas ruas, já vemos muitas pessoas sem mordaça.

Se o Capitão Sem Cueca não tiver um enorme contingente de “leões de chácara “, em breve voltaremos ao velho estilo brasileiro: Uns mandam e os outros fingem que obedecem.

Estou puto com a Dona Onça. Vê a Pátria sendo ultrajada por traidores e/ou ladrões e continua inerme.

Que medinho de esmagar o verme !?!

São os ratos acuando o paquiderme !

Aproveitemos que o vírus chinês entrará em “férias” até as eleições.

Depois voltará a palhaçada ?

Dona Onça não é de nada ?

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Democracia e fragmentos da realidade


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por André Luís Vieira

Num desses contos que circulam pelas redes sociais, recebi um que dizia assim: “Triálogo problemático entre o psicótico, o psicopata e o neurótico: O psicótico afirma: “2 e 2 são 3!”. O psicopata retruca: “2 e 2 são 3, se eu devo algo a você, 2 e 2 são 7, se você deve algo a mim!”. O neurótico, inconformado, arremata: “Pessoal, não é nada disso! 2 e 2 não são 3, e muito menos são 7! 2 e 2 são 4, mas é isso que me angustia!”. Moral da história: o psicótico e o psicopata vivem ambos fora da realidade, mas o psicopata sempre quer tirar vantagem de tudo. O neurótico vive na realidade, mas esta causa-lhe profunda irritação e angústia”.

Diante dessa história, entre indivíduos psicopatas, psicóticos e neuróticos, por onde andará a verdade em nosso país? Quais são os impactos da guerra de narrativas e de diferentes percepções da realidade em nossa democracia?

Fato é que vivemos numa era em que o povo, sempre o povo, se tornou mero espectador dos acontecimentos. Acontecimentos esses que mais parecem uma obra de ficção surreal, uma novela das oito de mau gosto e que a cada dia nos traz um episódio de descaso e abandono da sociedade à própria sorte. Na prática, é o alargamento do sentido de absurdo, que transforma nossa realidade caótica numa subcidadania banalizada.

A imagem que refletimos é de um país ingovernável, descompromissado com a ordem e o progresso e fadado ao permanente fracasso histórico, satisfeito em ser o eterno “país do futuro”.

Se por um lado assistimos à proliferação de notícias falsas que comprometem as bases de nossa democracia, de outro a desinformação e até a sistematicidade da negação de informação igualmente não colabora com um processo verdadeiramente democrático. E assim, o que assistimos é ao show de retóricas vazias e narrativas incoerentes, onde a verdade fica relegada ao papel secundário.

As redes sociais se transformaram numa praça de guerra, onde se ofende gratuitamente a quem se discorda, pelo simples fato de se discordar. Não há mais reputações inidôneas ou biografias sólidas, tudo é rotulado e caracterizado conforme o compromisso com a ideologia que se professa.

Apenas à título de exemplo, cito o vídeo em que um militante “humanista” se apresenta como veementemente contrário à pena de morte, cabendo uma única exceção, qual seja, o fuzilamento de “fascistas contrarrevolucionários”.

É a ideologização de tudo! É a politização de tudo!

Tem radicalismos para todos os gostos e narrativas falaciosas de todos os matizes. No fundo, no fundo, trata-se de um autêntico “nós contra eles”, dignos de “FlaFlu”, “BaVi” ou “Grenal”.

O debate que se impõe é pelo repensar dessa lógica cega e acrítica de posicionamentos antagônicos extremados, que, em realidade, são a mesma coisa, só que dotados de sinais trocados. Trata-se de verdade universal e insofismável que os extremos se tocam, se tangenciam. É a fatídica soma zero!!!

A necessidade urgente é fazer valer o diálogo verdadeiramente democrático, para não permitir que aquela máxima de Millôr Fernandes, “democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”, continue a prosperar no nosso país.

O povo, sempre ele, é quem continuará pagando pelas consequências. Este é vítima e algoz, ao mesmo tempo. É vítima dos algozes que cria, alimenta, fortalece e elege.

Enquanto debates acalorados e infrutíferos persistem, nossa democracia continua sob o imenso risco de captura pelo narcoterrorismo, pelo crime organizado e pela corrupção sistêmica.

Será que já não passou da hora de se reavaliar profundamente o impacto do poder econômico dessas organizações criminosas e corruptas na proliferação e na eleição de representantes ilegítimos, em nossa combalida democracia?

O grande paradoxo da democracia é que nela residem, concomitantemente, os genes de sua preservação e de sua destruição. Este último, resta evidente quando se vale de mecanismos democráticos para se atingir o poder e de lá atacar a própria democracia que o legitimou. O risco da autocracia se dá em todos os matizes ideológicos!!!

Se não acordamos para esses aspectos, nossa democracia estará fadada a permanecer no status de democracia meramente retórica e na soma zero da subcidadania.

André Luís Vieira é Advogado.

Progressismo de Mentira


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira

Felizmente também  tenho a vantagem  de ter  o estômago  bem longe do cérebro. Não fora esse  oportuno distanciamento, eu estaria permanentemente  enauseado de tanto ler e ouvir diariamente esse absurdo, no sentido de  que a “esquerdalha” político-ideológica seria “progressista”(???), um novo sinônimo que “eles” inventaram para somar-se  ao socialismo, comunismo, gramscismo, social democracia,e marxismo cultural, bem como tantas outras variantes dessa ideologia que se propagaram pelo  mundo.

Mas essa ousadia sem limites  da militância esquerdista  não pode causar nenhuma  surpresa. Especialmente  num mundo que anda com os seus valores político-ideológicos,dentre outros, absolutamente  “perturbados”, invertidos,virados de “cabeça para baixo”, onde os valores negativos tomam indevidamente o lugar dos valores positivos, os valores-meios se adonam  dos valores-fins, e vice-versa. Sem dúvida a inversão e a corrupção dos valores têm grande responsabilidade pelo lado maligno que moldou grande parte do mundo.

É por esse motivo que a inversão dos valores político-ideológicos podem “puxar” e “contaminar” todas  as outras inversões de valores, sejam os  morais,os sociais,os religiosos,e  os econômicos,dentre tantos  outros.

Na  verdade ,parece que a esquerda mandou editar um dicionário próprio,dando essa pervertida conotação político-ideológica ao que entende por  “progressismo”.

Em nenhum dicionário do mundo, de qualquer especialidade, ciência, ou língua, se encontrará a palavra “progressista” no sentido que lhe emprestam   os adeptos das diversas  ideologias de esquerda.

Ora, nos dicionários “normais”, o “progressismo” significa simplesmente “progresso”,“evoluído”,”crescente”,”florescente”,”próspero”,”desenvolvido”,”adiantado” , “avançado”,ou “moderno”.

Então  lanço  um desafio a esses predadores e mentirosos da política mundial para que me indiquem um só país,um só,em todo o mundo,que tenha adotado o tal  “progressismo” ,no sentido político-ideológico  dessa expressão, e  conseguido mediante esse engodo  proporcionar ao seu povo  algum progresso,evolução,prosperidade,desenvolvimento,avanço, ou modernismo,considerando,evidentemente,  o sentido literal dessa expressão contido nos dicionários tradicionais.

Não teria acontecido exatamente o inverso  dessa pregação ideológica mentirosa  com os povos dos   países que caíram nessa  armadilha do “progressismo” ? No lugar dos propalados “progresso”, ”evolução”, ”prosperidade”, ”desenvolvimento”, ”modernismo”, o que se vê na realidade não passa de “atrasismo”,”semi-escravidão “,”fome”, ”violência política e policial”, ausência quase total de “liberdade”.

Algum  país “progressista”,porventura, pode ser considerado “desenvolvido”,desde  o momento em que nenhum deles têm bom desenvolvimento econômico e social caminhando numa justa medida?

Como pode a República Popular da China possuir reservas financeiras suficientes para comprar  mais de metade do mundo, agora “adubado” pelo novo coronavírus,que “eles” criaram e espalharam pelo mundo, ao mesmo tempo em que grande parte do seu povo passa  necessidades primárias de sobrevivência,inclusive fome, e total falta liberdade?

Coreia do Norte, Venezuela e Cuba, por exemplo, dentre  outros, países que adotaram o tal “progressismo”, poderiam  “inspirar” os povos  de outros  países ainda livres dessa maldição a fazer o mesmo?

É isso que esses “cretinos” querem empurrar “goela-abaixo” do já sofrido povo brasileiro?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

domingo, 27 de setembro de 2020

Lambuja


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

A grande mídia amestrada internacional não se conforma com a eleição e o sucesso do governo Bolsonaro.

Ataca-o, sem escrúpulos, dia e noite.

Torcem, descaradamente, pela morte ou derrota de Trump.

Na Argentina não é diferente. Ver a retomada rumo ao progresso de seu vizinho “Muy amigo” (o Brasil) causa inveja e/ou ciúmes ao cleptogoverno daquele país.

Por ingenuidade ou desespero, o povo elegeu aqueles que saquearam e venderam o seu país.

A base chinesa na Patagônia será extirpada caso Trump se reeleja.

Se isso não ocorrer, o Brasil terá que fazer um esforço hercúleo para ter duzentos ou mais Gripens aptos para o combate em pouco tempo; além de concluir nosso submarino atômico ( e talvez um segundo).

Por terra é impossível para os chineses invadir o Brasil.

Tentarão nos solapar através de traidores da Pátria que já venderam sua alma ao Diabo e agora vendem terras e empresas.

O tiranete cor-de-rosa de São Paulo será escorraçado, cedo ou tarde.

Livres de urubus, retirados de cena ou presos num eventual despertar de nossas gloriosas Forças Armadas e com o cão egresso expurgado de idiotas e/ou ladrões, nosso futuro será brilhante.

Pela ordem de destilação de veneno contra o Brasil estão os platinos La Nación, Clarín, El País e Perfil.




Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Bolsonaro vira “Judas de sábado de Aleluia” para a militância ambientalista

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por J. R. Guzzo

Presidente Jair Bolsonaro é alvo de ambientalistas radicais por causa da política ambiental de seu governo. O Brasil não tem nenhum problema de verdade com a Amazônia, o Pantanal e o restante das regiões de vegetação nativa que cobrem uma extensão tão grande do território nacional. É o exato contrário. Os agricultores brasileiros podem dar lições ao resto do mundo em matéria de preservação do ambiente em que trabalham e produzem.

O Exército Brasileiro é um exemplo de competência, eficácia e empenho na defesa da floresta amazônica – sem ele, a região já teria virado há muito tempo um amontoado de enclaves tão sem lei como as favelas do Rio de Janeiro – entregues ao tráfico de drogas, à mineração clandestina, ao corte ilegal de madeira e outras desgraças. Todo cidadão que já saiu um dia do seu asfalto natal sabe que as leis brasileiras estão entre as mais rigorosas do mundo no controle das alterações que afetam a natureza.

O que o Brasil tem – mas, aí, tem que não acaba mais – é um problema na sua imagem internacional em matéria de ecologia. O nome deste problema é Jair Bolsonaro.

O problema não é que o presidente viva tocando fogo na Amazônia ou no Pantanal, caçando onça ou garimpando diamante – nunca fez nada disso, nem deixa fazer, mas é Bolsonaro, e sendo quem é, sempre servirá de judas de sábado de aleluia para a militância ambientalista do mundo inteiro. Pode passar o resto da vida plantando uma árvore por dia; não vai adiantar nada.

As ONGs, os partidos verdes, as universidades de país rico, a mídia internacional, etc, etc, querem usar Bolsonaro como uma bandeira para as suas causas, ou para defesa dos seus interesses. Não vão mudar de ideia só por estarem dizendo uma mentira. Na verdade, acharam no presidente do Brasil uma figura ideal, que junta a sua fome com a sua vontade de comer.

Querem guerrear contra Bolsonaro porque ele é de direita – e aí clamam pelo santo nome das florestas para turbinar a sua ação política. Querem manter viva a pregação ecológica, com boas ou más intenções – e aí se servem da imagem direitista do presidente para construir uma espécie de Coringa pró-destruição do planeta. Sempre é uma mão-na-roda ter um satanás para promover o evangelho.

Não há milagre capaz de resolver este tipo de situação. Mas sempre existe o recurso de combater a mentira com a divulgação sistemática da verdade. Basta, para isso, agir com inteligência, profissionalismo e perseverança – além de trabalho duro, é claro. Não vai convencer quem não quer ser convencido. Mas com certeza ajudará a mostrar a realidade para milhões de pessoas, em todo o mundo, que estão dispostas a ouvir a razão.

O problema é que não passa pela cabeça do governo brasileiro fazer nada remotamente parecido com esse esforço. A atitude oficial é sair para a briga de rua, xingar a mãe e gritar pátria amada Brasil. Resumo da ópera: vai continuar como está, com viés de piora.

O jornalista José Roberto Guzzo (J. R. Guzzo) dispensa apresentações. Publicado originalmente na Gazeta do Povo.

sábado, 26 de setembro de 2020

Enfim, começa a renovação suprema


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Que venham as datas festivas. Dia 12 de outubro é Dia da Criança. Também é feriado nacional, Dia de Nossa Senhora de Aparecida - padroeira do Brasil. Dia 13 o País terá muito a comemorar. Agenda marcada para o começo da renovação do Supremo Tribunal Federal. O decano Celso de Mello antecipou, em um mês, a aposentadoria.

O Presidente Jair Bolsonaro já pode oficializar a indicação do substituto. É a chance de colocar no STF alguém “terrivelmente evangélico”. O nome terá de ser sabatinado e aprovado (ou não) pelo Senado. Dificilmente será reprovado. Até porque já se sabe que, se não houver zebra, a vaga é de André Mendonça – atual ministro da Justiça. Ele é articuladíssimo com os 11 do Supremo.

Até prova em contrário, é conservador declarado. Em tese, vamos aguardar a  vida prática, ele será um contraponto ao “progressismo” hegemônico na suprema corte constitucional brasileira. A renovação é fundamental para o futuro da sonhada democracia. O movimento conservador que elegeu Bolsonaro – não se tem certeza se foi uma onda, uma marola ou uma tendência efetiva – precisa ser debatido e testado.

O próximo a ser substituído por aposentadoria, no ano de 2021, é o ministro Marco Aurélio de Mello. Celso foi indicado por José Sarney. Marco foi levado ao empregão supremo por seu primo Fernando Collor de Mello. Curiosamente, os ventos já sopram diferentemente no STF. Nas últimas manifestações e votações, Marco Aurélio tem sido crítico do comportamento da maioria de seus colegas.

Não chega a ser “fogo no parquinho” (como se diz no Big Brother Brasil), mas já é um fio de esperança em relação da mudanças è vista. Mas, com certeza, a nova escalação do STF vai permitir que se amplie as discussões em uma corte dominada por indicados por Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – todos presidentes esquerdistas.

Só é recomendável não esperar mudanças radicais com André Mendonça no STF. Ele é bem low profile. Não vai para embate. Vem para composição. Só que com contrapontos naturalmente conservadores. Mendonça é o líder do grupo de Brasília – que divide o governo Bolsonaro com o grupo dos Generais. O pau come nas fofocas de bastidores. Mas, para o público externo, encena-se uma paz “falseane”. André Mendonça só não vai agora para o STF se a guerra muda de poder no Palácio do Planalto estiver fora de controle.

O bacana é que Celso de Mello está de saideira. Poderá curtir a namorada e cuidar da saúde, sem as pressões emocionais causadas pelas pressões naturais do emprego quase vitalício. Que a retirada da toga lhe seja leve!




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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Setembro de 2020.

Como o “Poderoso” cai


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em todos os aspectos da vida humana, tudo é efêmero.

Se assim não fosse, uma família dominaria o mundo em cinco gerações.

No Brasil, as oligarquias nordestinas e sulistas dominam o país desde os tempos coloniais.

As novas tecnologias da informação, principalmente as redes sociais, estão destruindo centros de poder existentes há séculos.

Hoje em dia tudo se sabe e tudo se compartilha.

As desesperadas tentativas de censurar a internet são em vão.

Os Bill Portões, os Zucabekas e outros, em breve desaparecerão do cenário mundial.

O Poder os embriagou. O poder absoluto corrompe absolutamente.

Um argentino destrói, de maneira implacável, a maior e mais antiga multinacional do mundo: a Igreja Católica Apostólica Romana.

Se as profecias de São Malaquias estiverem certas, em breve chegará o dias do Juízo Final.

Os que sempre pautaram suas vidas sobre os preceitos romanos, nada têm a temer.

“Honeste vivere, alterum non laedere, cuique suum tribuere “.

Lembremo-nos do singelo ditado: “Um copo d'água, um pedaço de pão e nem sombra de leve mágoa tocará seu coração”.

 

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

O supremo dilema do Capimunismo Tupiniquim


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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A Petrobras precisará de aprovação do Congresso Nacional para vender suas refinarias. Esta é tendência do julgamento que será retomado no próximo dia 30 no Supremo Tribunal Federal. O STF já tinha decidido, no ano passado, que é necessário o aval legislativo para a venda de ativos de uma empresa-matriz.

Coisas do Capimunismo tupiniquim. Aqui temos a jabuticaba chamada “estatal”. São as empresas de economia mista. Controladas pela União, estados ou municípios. Os maiores fundos de pensão – detentores de participação acionária nas principais companhias públicas e privadas do País – são formados, majoritariamente, por empregados das “estatais”.

Novamente, temos a atividade econômica judicializada. Nosso regime “estatal” (de economia mista) alimenta um festival de insegurança jurídica. Dependendo das conveniências políticas e econômicas, a empresa opera conforme as regras da administração pública ou alega que é uma companhia aberta – que não deveria ser obrigada a seguir o  regramento excessivo da burocracia estatal.

O negócio é uma bagunça. As decisões são tomadas ao puro sabor das conveniências. O estatuto da Petrobras, por exemplo, define que suas pendengas jurídicas devem ser resolvidas na Câmara de Arbitragem da Bolsa de Valores (B3). Só que quando a decisão é desfavorável à empresa, a petrolífera rasga o estatuto e apela ao tapetão do Judiciário.

No show de roubalheiras do Petrolão, a empresa posa de “vítima”. A turma da Lava Jato reforçou esta “tese” questionável. Contraditoriamente, a “estatal de economia mista” indenizou investidores estrangeiros que a processaram no Tribunal de Nova York. A petrolífera se recusa a fazer o mesmo com os acionistas “minorotários” no mercado brasileiro. As brigas estão em arbitragens que demoram a chegar a um resultado final.

Uma hora a embromação vai se resolver. Da mesma forma que o debate econômico e político. O Presidente Jair Bolsonaro foi eleito com a promessa de realizar privatizações. A metade do governo vem chegando, e pouca coisa acontece em termos de desestatização. Bolsonaro reluta em mexer nas maiores estatais. Sua única bronca é com os Correios – que desperta o interesse da turma da Magalu, do Grupo Silvio Santos e das Americanas.

Assim, vamos que não vamos no Brasil Capimunista. E, semana que vem, assistiremos a mais um espetáculo de demagogia no julgamento do STF. Depois, perguntam por que investidores fogem daqui ou querem distância do tacanho mercado brasileiro.

Ah, faltam três meses para o Natal.


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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 25 de Setembro de 2020.

O risco para o futuro da Bolsa de Valores


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nossa Bolsa de Valores está muito aquém da grandeza da economia do Brasil. Poucas empresas listadas; o órgão regulador mal situado numa cidade perigosa que nem mais bolsa tem; escolha de seus dirigentes mais por influência política que por capacidade técnica.

Autorizar Assembleias Gerais de acionista apenas por internet, parece contrariar o dispositivo constitucional de que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo a não ser em virtude de Lei.

Por exemplo, um pequeno acionista individual (pessoa física) NÃO é obrigado a ter um computador e, portanto, estará alijado de comparecer à reunião virtual.

Mas o maior risco será quando a geração gramscizada chegar à alta administração das companhias abertas.

Vemos o presente caso de uma empresa discriminar candidatos a “traine” pela cor da pele.

Por coincidência, sua acionista controladora era (é ?) amiga da Anta fronteiriça.

O “aparelhamento” das empresas começou pelos setores de Recursos Humanos, que só contratam militantes de esquerda, “politicamente corretos, idiotas ou debiloides.

O cleptopartido político espera minar por dentro as elites empresariais do país para implantar a ditadura do proletariado.

Atônitos, políticos e urubus, viram a eleição de Bolsonaro como um duro revés que não conseguiram evitar nem com as urnas “batizadas”.

Surpresos estamos nós com a inação da Forças Armadas.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Pandemia e reação


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Renato Sant’Ana

O que apresentar primeiro: a coisa boa ou a ruim? Comecemos por aquela que é de todo negativa. Depois se vê o que tirar de bom.

No Rio Grande do Sul, em seis meses de pandemia, morreram sete empresas por hora, totalizando 30 mil - dados da Junta Comercial.

Inclusive hotéis e restaurantes tradicionais, Mas, em maioria, fecharam empreendimentos modestos - de comércio e prestação de serviço.

Quem faliu é gente que tem iniciativa, que arrisca tudo, gera emprego, impulsiona a economia e garante a subsistência da vida.

São sonhos que se apagaram, empregos que desapareceram, vidas que murcharam: a economia encolheu e cresceu uma onda de incerteza e temor.

Quem terá feito empatia (palavra da moda) com tais vítimas da pandemia?

Políticos de conhecida coloração ideológica, além da mídia e da casta acadêmica, entre outros, parecem contentes com o desastre.

Assim no RS como no Brasil inteiro, o que se vê é uma verdadeira cruzada para disseminar o pânico e matar a esperança.

Não há dúvidas de que é dramática a situação, com um vírus que ainda não tem controle. Mas o pior é haver quem queira tirar proveito da crise.

Foram aproveitadores que cunharam um falso dilema, um embuste cognitivo para enganar as pessoas: defender a economia ou defender a vida?

Acaso a vida pode subsistir sem a economia? Onde está o dilema?

Embora amem ter patrimônio, esses arautos do pânico diabolizam o capital, odeiam empresas, misturam alhos com bugalhos e tratam o dono da padaria e o especulador George Soros como se fossem a mesma coisa.

Faltou, do governo estadual e da Assembleia Legislativa, uma palavra de encorajamento e solidariedade para os empreendedores que faliram.

O que sobrou, por todo lado, foi performance salvacionista com a repetição do mantra "fique em casa", como se isso, que é indispensável para vulneráveis, encerrasse a solução cabal no enfrentamento da crise.

A pandemia desmascarou o egoísmo e a inclinação oportunista de muitos e mostrou o quanto e como a população pode ser manipulada.

Mas nem tudo está perdido. O Brasil não vai acabar. Logo entraremos numa fase de recuperação. E serão os empreendedores, hoje subestimados, que vão impulsionar a revitalização da economia.

Além disso, é positivo que, dentro de alguns dias, haja eleições municipais. Ou alguém dirá que uma tal chance de renovação é inútil?

Sem a política, o que resta é abuso de poder. Quanto menos gente interessada em política houver, mais cômodo será para os oportunistas, ao passo que mais gente interessada tende a reduzir abusos.

E não há como ficar de fora: os que dão as costas à política, encenando superioridade moral, acabam sendo úteis ao parasitismo espertalhão.

Ora, estar o ar poluído nunca foi motivo para se desistir de respirar. Por que é que alguém, senão por preguiça e mediocridade, usaria a escusa de estar a política dominada por espertalhões para dela desistir?

O que faz uma sociedade melhor ou pior é a qualidade das suas instituições. E a questão é "como melhorar as nossas instituições?". É precisamente para essa tarefa que elegemos os nossos representantes.

Sejamos, pois, adultos e, abandonando ilusões juvenis, comecemos por aprimorar nosso critério de escolha para reduzir a margem de erro na eleição daqueles que, em nosso nome, vão gerenciar o futuro da cidade.

Pensemos  com generosidade que é aí, na política municipal, que serão forjados os líderes que conduzirão o país futuramente.

E a saída é distinguir entre quem valoriza o trabalho e quem bajula o trabalhador para, dele, tirar proveito. Entre quem quer instituições abertas e transparentes e quem só as quer úteis a seu projeto de poder.

Tudo começa pelo município. As eleições de 2020  marcam o início da recuperação: vamos melhorar o país, principiando por arrumar a cidade.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail sentinela.rs@uol.com.br

Quando o ódio político supera o amor a Pátria


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Percival Puggina

Se havia algo sabido e consabido eram as críticas da imprensa brasileira ao discurso que Bolsonaro faria à Assembleia Geral da ONU no último dia 22. Assim como numa partitura, as claves servem para identificar as notas, que devem ser lidas conforme a clave indique, assim também, na grande imprensa militante brasileira, todos os fatos sobre a presidência e o governo da República devem ser produzidos em clave depreciativa. A clave orienta a orquestra.

 Não deu outra. Nenhum mérito, nenhuma afirmação necessária, nenhuma atitude correta, nenhuma verdade identificada, nenhum serviço prestado ao país foi percebido na fala presidencial, malgrado haver nela méritos, afirmações necessárias, atitudes adequadas e verdades proferidas. Em outras palavras, estamos diante de um daqueles casos em que cabe indagar, como indagou alguém: “Você prefere crer no que seus olhos veem e seus ouvidos ouvem, ou no que eu estou lhe dizendo?”.

Como afirmei acima, no mundo das estratégias, era conhecida a clave dos comentários que se seguiriam ao discurso. Todo radicalismo é soberbo e a soberba emburrece. Há que respeitar até esse direito. No entanto, certos excessos não deveriam ser sancionados pelo silêncio da opinião pública. Desde que a esquerda perdeu o poder, tanto o presidente quanto o Brasil estão sob ataque político interno e externo. Os “companheiros” não sabem perder. É incômodo, injusto, mas inevitável que com a chegada de Bolsonaro ao poder, questões correntes e recorrentes no cotidiano nacional tenham ganhado enorme repercussão externa. Com a derrota petista em 2018, toda a fumaça das queimadas, que não ia à conta de ninguém, passou ser soprada para o Palácio do Planalto.

Quem é brasileiro e está acordado sabe que as queimadas são praticadas há séculos, mas só ganharam destaque quando conservadores e liberais venceram a eleição presidencial. Quem é brasileiro e está acordado sabe que o Brasil não se abraçou com o fascismo na eleição de 2018; o que aconteceu naquele pleito foi o inverso: o Brasil se divorciou do comunismo e de suas lucrativas organizações criminosas tão ricas de dinheiro público como para financiar as parceiras do Foro de São Paulo. Quem é brasileiro e está acordado sabe que não há clima nas Forças Armadas para golpe militar; sabe, também, que o golpismo real deita raízes nos outros dois poderes, nas articulações da esquerda e da mídia militante que não reconhecem derrotas, nem direitos aos adversários.

Não se conceda tolerância, porém, ao ataque econômico. O Brasil e os brasileiros têm sido vítimas de investidas de outras nações, com visível e já notória discriminação de nossos turistas desenhando uma situação de extrema gravidade. A excelência do agronegócio brasileiro sempre enfrentou animosidade dos dispendiosos agricultores europeus. A Amazônia sempre suscitou a cobiça internacional.

Assim, a mídia militante brasileira comete inominável excesso quando, em meio a infundadas depreciações ao discurso do presidente, reverbera as críticas de ambientalistas europeus. Chegaram estes ao cúmulo de afirmar e os companheiros daqui a reproduzir que o discurso “dá a trilha sonora” à saída de investidores internacionais e ao cancelamento de acordos comerciais com países parceiros. Não importam os danos colaterais sobre a nação, contanto que o alvo seja atingido! Silenciam perante ameaças ao próprio país! Somam-se aos que o atacam!

Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras e Cidadão de Porto Alegre, é arquiteto, empresário e escritor.

As Seiscentas e cinco pragas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Aileda de Mattos Oliveira

Um desperdício de dinheiro para sustentar tantas inutilidades. Agem, em sinergia, todo o tempo, o tempo todo, para destruírem o Brasil e o seu povo, por meio de ações nefastas, em tentativas contínuas de impedi-los de crescer, de se desenvolver. O que importa para essas miseráveis pragas são o ouro e o poder.

Sim, miseráveis pragas! Façam as contas: 11, no STF; 513, na Câmara Federal; 81 no Senado. Resultado: 605 pragas. Sem incluir nesta soma os governadores e prefeitos da mesma espécie.

Não importa se há fiapos de exceção, pois se não aparecem em público, se não se mostram contrários e veementes às contínuas tentativas de destruição do país pelas infames aberrações dos Onze, é porque, então, são coniventes, e, portanto, cúmplices.

Por que a parte consciente do povo parou de protestar? O rugido de um ínfimo Supremo o assustou? As caras amarrotadas e maquiavélicas de seus membros fizeram-no empalidecer? Será que o povo ainda não entendeu que tem uma força descomunal que precisa ser posta em execução? Essas pragas são nossos empregados, nossos serviçais, caros demais para o nosso bolso, sendo assim, cabe-nos exigir deles o que desejamos, reduzirmos o que pagamos a eles, de acordo com o que quase nada produzem, ou fazê-los sair de onde estão.

O que não pode, é continuar a empáfia de indivíduos inescrupulosos dizerem o que temos que fazer, comandar as nossas vidas, como se fôssemos seus títeres. Não podemos aceitar que a inversão de valores da esquerda se perpetue por meio das determinações desses grotescos indivíduos, dentro de um governo que deseja trabalhar em favor dos valores tradicionais, do país e de sua população.

Somos nós, o povo, que temos que escolher o que desejamos, portanto, não podemos ficar alimentando essa hipocrisia de máscaras na cara, por tempo indeterminado e, para isso, temos que retirar, publicamente, as máscaras da hipocrisia política desses roteiristas que desejam um enredo de misérias para o Brasil.

Foram os 605, vendidos à corrupção, os protagonistas do filme de terror, no qual 100.000 pessoas foram levadas pelo Covid 19. Onze executores da ordem e da pena de morte, apoiados pelos demais 594. Extravasando de suas funções, determinaram o impedimento de o Presidente Bolsonaro agir contra a doença que já se agravava. Bolsonaro avisara em fevereiro, antes do carnaval, que os governadores e prefeitos deveriam tomar cuidado com a disseminação do mal.

Mas, os euros e dólares dos gringos que desceram, em massa, dos transatlânticos (25.000, num só dia), fizeram os olhos do ambicioso governador carioca (agora, afastado) e do prefeito saltarem das órbitas. São mais de 605 genocidas. São mais de 605 pragas. Não foi somente o coronavírus o responsável letal, há mais de 605 vírus que acabaram com a vida de tantos brasileiros, e que ainda estão em plena fase de destruição.

Precisamos de uma vacina brasileiríssima (esta, somente o povo pode aplicar) para acabar com as pragas que infestam o país! As vacinas russa, chinesa e de qualquer outra de origem comunista ficam, especialmente, reservadas àqueles que se ajoelharam, se venderam e pediram a bênção aos dirigentes desses países.

Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da Academia Brasileira de Defesa (ABD); Membro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES) e Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB), Articulista do Jornal Inconfidência.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Kung Flu também goleia o Flamengo


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Goleadas são vergonhosas. O Brasil apenas fingiu que aprendeu a lição após os 7 a 1 que a seleção canarinho sofreu da Alemanha, na Copa de 2014. Ontem, o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sofreu sua segunda derrota por 69 a zero na Assembléia Legislativa. A outra aconteceu quando se votou a admissibilidade do processo – que o VAR do STF chegou a interromper. Agora, é pule de 10 o impeachment do detrator do Bolsonaro e do Picapau.

Falemos de Copa Libertadores. A competição nunca foi moleza. Mas o Flamengo jamais poderia esperar que viajasse ao Equador para tomar um chocolate vergonhoso de 5 a 0 para o Del Valle, vencer um jogo duríssimo contra o Barcelona e sofrer uma impensável goleada para a Covid-19: nada menos que 26 jogadores e membros da comissão técnica “infectados” pelo Kung Flu. Até o presidente Rodolfo Landim entrou pelo cano.

O gestor de risco falhou? Pode ter certeza que sim. O Equador foi um dos países mais atingidos pela doença. Tudo indica que o Corona de lá veio da Espanha – uma das versões ou transmutações mais virulentas do Kung Flu. As autoridades equatorianas nem queriam retornar com o futebol. Certamente, houve pressões espúrias. Políticas e financeiras. Extrafutebolísticas. Tipo aquela das malas cheias. O Mengão perdeu para o Covidão. Tomara que a doença não cause maiores danos entre os rubro-negros que testaram “positivo”. Haja “cloroquina”.

Não houve efeitos colaterais adversos graves, mas ainda não se tem prova da eficácia da vacina chinesa. Xing Han, representante do laboratório coronavac, deu entrevista ontem no show diário do governador-marketeiro João Dória. O “fumanchu” disse que tomou a vacina duas vezes, e que não teve nenhum problema. O remédio chinês só será usado no Brasil, assim que a Anvisa definir que é seguro e funciona. Provavelmente, tomar a vacina será obrigatório na República Ditatorial de Bruzundanga.

Não é recomendável dar bobeira para a praga do vírus – que é tão letal quanto o comunismo. O bicho faz estrago, se você demora a perceber que ele te infectou. Estamos falando do Kung Flu ou do regime do Mao (perdão, do Mal)? Não faz diferença... Não há vacina segura para as duas desgraças da humanidade. A do coroninha juram que está chegando, até porque vai render bons lucros para os laboratórios farmacêuticos capitalistas e comunistas. 

A Luta continua, companheiros. O vírus que veio da China segue à espreita. Alguma vacina vem aí. Talvez demore um pouco para chegar aquela que realmente detone o coroninha. Enquanto isso, a gente segue na caça ao Lobo-Guará. Ah se o dinheiro contaminasse nosso bolso e se multiplicasse com a velocidade de um coronavírus... Juro que pagaria uma cachaça Middas para o camarada Xi Jinping...



Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 


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Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 24 de Setembro de 2020.