terça-feira, 31 de março de 2020

Nova República: Pandemia de Corrupção


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Existe risco de não ter hospital com UTIs, respiradores e profissionais suficientes para tantos que podem ser infectados, seriamente, pelo Coronavírus? A falha acontece não só porque nosso País é uma tragédia em planejamento, mas principalmente porque a área de saúde é um dos maiores alvos de corrupção. Só é fundamental lembrar que a roubalheira acontece desde o enfraquecimento do regime dos Presidentes Generais que degenerou na chamada “Nova República” de 1985.

Seria muita ingenuidade pensar que o ciclo de safadeza se encerrou, completamente, com a eleição de Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Sem dúvida, a roubalheira teve uma redução expressiva com a eleição surpreendente e posse do Capitão (que sobreviveu milagrosamente a uma criminosa facada). No entanto, o Mecanismo do Crime Institucionalizado continua operando, constituindo-se um deep state que Bolsonaro ainda não conseguiu desmontar. Não é à toa que o sistema manobra, escancaradamente, para derrubar o Presidente.

Eis o cenário em que o Brasil se vê em luta contra os efeitos colaterais do coronavírus na saúde pública, na economia e, como não podia deixar de ser, na política. Com toda certeza, estamos no meio de uma guerra de 5ª Geração, na qual o jogo de informação e contrainformação contamina e manipula a vida das pessoas. O interessante é que alguns começam a entender como a guerra assimétrica se desenrola no mundo real. Novamente, publicamos um artigo que circula na Internet. O texto reproduzido a seguir ganha mais importância porque foi viralizado em grupos gigantescos de revendedores de autopeças. A autoria da mensagem, intitulada “Terceira Guerra Mundial”, é atribuída a Matilde Gonzáles M... Leia, reflita e a gente conclui no final... Como tem de ser...

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A Guerra Biológica é mais barata e rápida que uma Guerra Normal.

Vamos fazer uma análise maluca, mas com possibilidades de acontecer.

Eu me chamo China, fiquei por anos trabalhando muito duro e acumulando riquezas

Eu tenho um fornecedor chamado Brasil, o qual tem terras mais férteis que a minha e produz alimentos, minérios e outras comodities que eu preciso comprar.

Eu tenho um rival, chamado EUA, o qual tem uma potencia militar muito maior que a minha, pretende colocar sanções ao meu comercio e me ameaça no ranking mundial.

Lanço um vírus, me preparo primeiro (já estou a anos acumulando riquezas para esse golpe), infecto uma pequena região, isolo, trato e perco 0,01% da minha população (perda muito menor do que em uma guerra tradicional e um custo muito menor).

Nesse meu vírus, preservo a população mais jovem que futuramente será escravizada e elimino a população idosa, que detêm o conhecimento, riquezas e lideram muitos governos e empresas mundiais.

Paro minhas fábricas e produção, gerando um caos na economia mundial e digo que esse é o exemplo certo e ser feito.

Espalho o vírus no mundo, todo o mundo, desesperado, começa o pânico, governos gastando recursos, exércitos voltados a área de saúde, desemprego, fome, perdas astronômicas nas maiores empresas do mundo, enfraqueço toda a economia mundial

Todo o mundo para, nesse momento, nosso território começa a produzir, gerar riqueza novamente.

Governantes não sabem o que fazer, começa a briga interna em todos os países, a população fica procurando culpados entre si e cada vez mais dá tempo para finalizar o meu golpe.

As bolsas de valores caem, começamos então, com todo o dinheiro que guardamos por anos a comprar essas empresas as quais precisamos ter controle a preço de banana.

Inevitavelmente, assim como uma guerra, milhares de pessoas morrem, algum tempo depois, eles juntam os fatos e percebem o golpe sofrido.

Governantes desesperados pedem para a população voltar a trabalhar, mas essa está em pânico devido as noticias e gera um conflito interno, pois a população está desacreditada e confusa, dificultando o aquecimento da economia.

Com o poder acionário de várias empresas produtivas, começo a enviar novos lideres para elas, o qual tem o intuito de “escravizar” todo esse povo para trabalhar para meu país.

A recessão nesses países vai estar muito forte e os trabalhadores iram aceitar trabalhar por menos somente para não passarem fome.

Tenho uma produção mundial, com trabalho escravo e com produção direcionada aos meus interesses.

Vendo um frango produzido no Brasil por apenas 1 real para o meu país, e vendo a 10 reais para o mercado interno brasileiro, os tornando cada vez mais pobres e dependentes

Consigo manipular a economia mundial, mando meu povo assumir cidades que sejam interessantes e cadeias produtivas.

Vocês entenderam agora o que está acontecendo?

Para todos que ainda não enxergaram essa guerra, serão escravizados por várias gerações.

Muitos se perguntam porque existiram guerras.

Algumas existiram, pois, pessoas e governantes preferem perder a vida a ver o seu povo escravizado.

Vamos enxergar lá na frente, o que vai ser no futuro, quando seu filho irá trabalhar 12 horas por dia em uma fábrica comandada por chineses, e recebendo meio salário mínimo.

Quando irá no mercado e não vai conseguir comprar comida com qualidade e preços que temos hoje a disposição.

Para os que reclamam que o arroz está R$ 3,00 o quilo (R$ 15,00 pacote com 5kg), ele provavelmente será quase todo exportado a China e custará R$ 30,00 o pacote de 1 Kg.

O golpe que estamos levando, pensem em um jogo de estratégia, aonde o inimigo está várias jogadas a nossa frente.

Fechem as bolsas, não permitam que eles comprem nossas empresas (já estão comprando, a bolsa hoje, 24 de março de 2020, subiu quase 10%).

Parem de brigar entre si, vejam quem é o verdadeiro inimigo.

Eu não sei vocês, prefiro morrer lutando, do que ser e ver meu povo ser escravizado.

Precisamos urgentemente dar um contra golpe ou seremos eternos escravos.

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O Alerta Total insiste no mantra: O Brasil tem de se transformar em um País Capitalista Democrático – e não em um lugar dominado por um escroto Capimunismo. Nós, o Povo, temos de pressionar por Reforma Política (com Voto Distrital, fim do voto obrigatório e partidos sem financiamento estatal). Precisamos de reforma administrativa com reforma tributária. Não há saída – a não ser eliminar os parasitas e os criminosos institucionalizados. O Mecanismo segue vivo, sabotando o Governo. Com certeza, ele é mais letal que o coronavírus que hoje nos desespera.

O Brasil tem de vencer o chinavírus. Mas também precisa neutralizar ou acabar com a Governança Criminosa – que já está faturando com o “estado de calamidade” e compras de emergência, sem licitação, durante a pandemia. O lado obscuro da eleição municipal precisa desta grana para eleger mais bandidos. A pergunta fatal: Vamos deixar eles agirem impunemente?

Parasita Padrão


 O cara-de-pau do vídeo incorpora o perfil padrão do parasita que infesta o Estado brasileiro nos três poderes da União, estados e municípios...

Pergunta que não quer calar...


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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Março de 2020.

O Traidória entrará para a História?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para os tantãs e pros sem memória sugerimos esta página inglória.

Sua figura finória e seus pensamentos imundos leva-lo-ão a porta dos fundos.

Enquanto nós, confinados e iracundos, amargamos nossa sina,
a bandidagem recém solta, rouba e assassina.

Nem a sigla VTNC nos vale agora.

O dono do belo lordo pensará que é proposta de acordo.

A verdade sempre aflora!

Em contubérnio com a chinesada, topou a parada errada.

Do Mito a militância (ou militonça ?) dar-lhe-á belo corretivo.

Punga que se faz de altivo.

Embora envaidecido, compete em tropel aborrecido.

Carinha de namastê, não paga nem placê.

No passado, a turba enfurecida já arrancou grades do palácio.

Lá vivia um monturo pensando ser flor do Lácio.

No momento da fome, até mesmo um vira-lata, a “otoridade” desacata.

Enquanto uma mera atriz, com cara de beata, torce pelo vírus, a “puliça” não ata nem desata.

Os canalhas perderam a mamata!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Solução Judicial para o colapso da indústria e do comércio



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Ely Eluf

A pandemia do coronavírus está provocando enormes consequências na indústria e no comércio. Os estragos são de grande impacto, com a evidente possibilidade de um caos sócio econômico no país. A inadimplência do comércio e da indústria, incluindo lojas, shoppings centers, academias, restaurantes, construção civil e setores industriais, motivo pelo qual os empresários não poderão honrar os débitos contraídos anteriores à deflagração da epidemia; é palpável, e eles não terão capacidade financeira para honrar suas contas com fornecedores, o fisco e os colaboradores. Um dos reflexos? Risco do aumento vertiginoso do desemprego, atingindo cerca de 50 milhões de brasileiros.

Cifras alarmantes é o que preconizam os empresários desses setores, cuja taxa de desemprego poderá subir acima de 30%, batendo os índices de todas as crises anteriores em larga escala, principalmente no Brasil, onde o número de desempregados, atualmente, é de mais de 10 milhões de pessoas, sendo que as consequências serão inimagináveis. Em que pese o esforço da equipe econômica para tentar minimizar esta situação, os estímulos ofertados pelo governo federal não passam de um pequenino grão de areia situado em um imenso deserto.

Nem mesmo a liberação pela equipe econômica governamental de cerca de 147 bilhões em estímulos à economia, além de mais de 55 bilhões pelo BNDES para ajudar as micro e pequenas empresas, não passarão de um mero paliativo para minimizar a maior crise econômica que o país enfrenta. O risco palpável nos próximos meses é de pessoas com graves dificuldades financeiras, além do aumento da criminalidade, com saques e assaltos desenfreados, que se prenunciam ocorrer com celeridade.
           
Com a economia paralisada, principalmente nas pequenas e médias empresas, é necessário apoiar o comércio local, pois os pequenos empreendedores já vivem momento de crise. Mesmo com uma mobilização nacional na ajuda do governo e do Congresso para amenizar o caos econômico, mais de 30 milhões de brasileiros serão impactados com as medidas até agora preconizadas e anunciadas. Provavelmente, será pouco para salvar empresas economicamente deficitárias, ante a paralisação de suas atividades.

Todavia, entendemos que neste estado de fragilidade econômico-financeira, o melhor remédio (e o menos dispendioso para salvaguardar a continuidade dos negócios) é o lenitivo legal advindo da lei 11.101 de 09 de fevereiro de 2005, que regula a recuperação judicial e extrajudicial do empresário e da sociedade empresarial. Requerer judicialmente esta providência evita a quebra e bancarrota das sociedades comerciais, resguardando o devedor da sanha de seus credores, que estão também necessitados de numerário, para gerirem seus negócios e darem continuidade aos mesmos. Esta medida, que certamente irá proliferar pela ausência de opções mais iminentes e viáveis, deverá ser requerida ao juízo do local do principal estabelecimento do devedor ou da filial da empresa que tenha sede fora do Brasil.

O processamento da recuperação judicial será recebido com bons olhos pelo Poder Judiciário, sensível a este baque econômico. Desde que deferida, suspende todas as ações e execuções em face do devedor, abrangendo até aquelas dos credores dos sócios das empresas incluídas pelo acatamento deste favor judicial. Além de credores e fornecedores provenientes de relação de consumo, também poderão ser favorecidos os devedores à exclusão ou modificação de créditos oriundos da relação de trabalho, sendo que esta última modalidade, segundo o artigo 8º daquela lei, é processada perante à Justiça Trabalhista, com seus respectivos créditos inscritos no quadro geral de credores, pelo valor determinado em sentença. As execuções de natureza fiscal não serão suspensas pelo deferimento da recuperação judicial, a não ser que já exista parcelamento de débitos fiscais nos termos do Código Tributário Nacional.

O juízo nomeará um administrador judicial de sua confiança, cabendo à empresa em recuperação entregar em juízo a relação de seus credores, sendo que todo esse procedimento será fiscalizado pelo Ministério Público, para posterior homologação do quadro geral de credores. Depois, ocorrerá uma deliberação por parte dos credores sobre o plano de liquidação de seus débitos pela empresa beneficiária deste favor legal.

A empresa devedora terá que exercer, dentre outros requisitos, sua atividade há mais de 2 anos, e estarão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes até a data do pedido do favor legal, ainda que não vencidos. E são meios de recuperação judicial a concessão de prazos e condições especiais para pagamento das dívidas da empresa que solicitou a referida medida. Ocorrerá um plano de recuperação judicial a ser apresentado pelo devedor no prazo de 60 dias após a decisão que deferir o processamento do pedido de recuperação, e caberá aquele demonstrar a viabilidade econômica de sua empresa e as garantias dos credores já existentes.

Entendemos poder opinar, com fulcro na vasta experiência que adquirimos em nossa carreira profissional, com este tipo de procedimento, que visa salvaguardar os devedores probos, honestos e com conduta ilibada, dos malefícios de uma falência que é, sem dúvida, a pior solução para todos. Desta forma, não vislumbramos outra modalidade viável para darmos continuidade aos negócios em geral e garantir empregos, pois este é o objetivo precípuo do bem-estar social, seriamente comprometido com esta situação de emergência, que deixa os empresários sem meios de subsistência econômica.

Carlos Ely Eluf é advogado titular do Eluf Advogados Associados, coordenador e conselheiro de prerrogativas da OAB-SP.

Constituição Federal x CLT: Redução de salário por motivo de força maior



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Décio Daidone Jr

A MP 927/2020 tem o cuidado de dispor logo na entrada de sua redação estar tratando de uma situação de calamidade pública em decorrência de um motivo de força maior e passa a regrar condições emergenciais e transitórias nas relações de emprego.

A redução do salário, no entanto, não foi tratada pela MP 927, mas, pelo que já está disposto na CLT, em seus artigos 501 e 503, ela seria possível em situações de força maior:

"Art. 501 - Entende-se como força maior todo acontecimento inevitável, em relação à vontade do empregador, e para a realização do qual este não concorreu, direta ou indiretamente."

"Art. 503 - É lícita, em caso de força maior ou prejuízos devidamente comprovados, a redução geral dos salários dos empregados da empresa, proporcionalmente aos salários de cada um, não podendo, entretanto, ser superior a 25% (vinte e cinco por cento), respeitado, em qualquer caso, o salário mínimo da região".

Ocorre que esse artigo 503, apesar de condicionar uma questão singular e incomparável que é a força maior, para alguns, traz uma redução na sistemática top down e conflita com o dispositivo da Constituição Federal (artigo 7º, inciso VI), que somente permite a redução salarial se ela for combinada a dois fatores: (i) negociação coletiva e (ii) redução proporcional de jornada.

Soma-se a isso, a reforma na CLT ocorrida em novembro de 2017 (Lei 13. 467), traz um terceiro elemento para compor a viabilidade de redução salarial, dispondo no parágrafo terceiro do artigo 611-A que a cláusula que pactua a redução do salário ou jornada deve prever a proteção dos empregados contra dispensa imotivada durante o prazo de vigência do instrumento coletivo.

Desta forma, em tese, para reduzir o salário de forma conservadora, sem risco a ser contingenciado, a empresa precisa configurar esses três fatores: (i) negociação coletiva; (ii) redução proporcional de jornada e (iii) garantia provisória do emprego.

Se a conjugação dos três fatores ao mesmo tempo não for possível, o risco surge, mas, ao nosso entender, ainda assim, é viável reduzir o salário com base somente no disposto pelo artigo 503 da CLT, ponderando, principalmente, a dificuldade em se negociar coletivamente durante este momento de confinamento e executar o ato soberano da assembleia.

Ao nosso sentir, essa interpretação, ainda que comporte um aumento no risco de intervenção do Estado, se sustenta por estarmos enfrentando uma situação socioeconômica jamais condicionada em nossa legislação, exceto pelo correspondente denominado "motivo de foça maior" previsto no código civil (artigo 393), bem como no artigo 503 da CLT acima citado, o qual não conflita com a CF em razão exata de sua própria especificidade em regrar uma situação anormal como uma calamidade pública, enquanto o artigo 7º, inciso VI, da CF tratou de regrar os direitos sociais básicos para a convivência e bem estar social latu sensu.

A manutenção do negócio empresarial deve ser avaliada ponderando a saúde financeira e sua subsistência dentro do cenário real e catastrófico em que a relação empregatícia está estabelecida. Uma condição sem precedentes, afetando a todos indistintamente, empregado e empregador, requer medidas radicais na mesma dose que ela se apresenta.

A redução unilateral do salário com o objetivo de preservar o bem maior do trabalhador, permitindo que a empresa mantenha vivo o seu posto de trabalho, prescinde da interpretação conservadora e estagnada dos intérpretes jurídicos e exige um protagonismo disruptivo para utilizar a legislação na forma que melhor atende os anseios prementes da sociedade.

Nesse cenário, privilegiar o acordo individual, inclusive com a possibilidade de uma redução ainda maior para os empregados enquadrados no artigo 444 da CLT, denominados hipersuficientes, ou negociar um parcelamento para postergar o pagamento dos valores que estão sendo descontados, são medidas legais e, provavelmente, necessárias.

Dentro dos direitos fundamentais do cidadão está o seu emprego, que antecede o seu salário, além dos direitos sociais de manutenção do seu lazer, do seu trabalho para dignificá-lo, como preconiza o artigo 6º, da CF.

Reduzir o salário, portanto, aplicando a previsão expressa do artigo 503, da CLT, é utilizar-se da medida legal existente que se encaixa na realidade em que o país está passando, ainda que dolorida, preservando-se o negócio, que preserva o emprego, que preserva o salário, que preserva a sobrevivência, direitos inerentes ao empregado e empregador.

Decio Daidone Júnior é advogado, professor, mestre em Direito e Processo do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e palestrante.

Governo pode obrigar população a ficar em casa?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por André Damiani e João Paulo Mazzieiro

Por bem ou pela lei qualquer cidadão poderá ser obrigado a se recolher em hipóteses de calamidade pública mediante a propagação de doença contagiosa ou outras calamidades. Em 2004, um forte tremor de terra causou tsunamis na região Asiática. Ondas gigantescas devastaram zonas costeiras em 11 países. Enquanto isso, à distância, o resto do mundo assistia a milhares de mortes e destruição em massa. Na prática, não havia muito o que ser feito. Era a natureza agindo de forma implacável e assustadora.

Agora, 16 anos mais tarde, o mundo presencia os efeitos de outra onda: o coronavírus. Dessa vez, o fenômeno não é tão ruidoso quanto o tsunami, vez que, num primeiro momento, invisível a olho nu. Todavia, o que alarma é a capacidade silenciosa de o vírus transpor fronteiras, multiplicar-se exponencialmente e, não raro, matar.

Hoje, diferentemente, há muito o que ser feito sob a ótica da mitigação de uma potencial catástrofe. E há sérias providências em curso. Durante as últimas semanas, dezenas de países fecharam suas fronteiras, impuseram o isolamento e quarentena aos cidadãos. Tudo isso visando prevenir e reprimir a disseminação do coronavírus. Na mesma esteira, o Brasil adotou medidas salutares, tais como a suspensão de aulas, o cancelamento e proibição de eventos com aglomeração de pessoas.

Pois bem. Para que estas e outras cautelas sejam cumpridas, importante lembrar que o Direito Penal é ferramenta de prevenção geral. No caso concreto, o artigo 268 do Código Penal estipula a detenção de um mês a um ano e multa para aquele que "infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.".

É bem verdade que este crime é desconhecido do grande público, embora previsto no Código Penal há quase 80 anos. Não obstante, em reforço à norma que visa resguardar a saúde pública, é de extrema importância que a população cumpra as determinações governamentais de maneira consciente, pareçam elas exageradas ou não; afinal, como bem pontuou Winston Churchill, "É inútil dizer ‘estamos a fazer o possível’. 

Precisamos fazer o que é necessário". Do contrário, caso não seja enfrentado à altura, o novo "tsunami" será ainda mais devastador do que aquele ocorrido no sudeste Asiático.

André Damiani e João Paulo Mazzieiro, advogados e sócios da Damiani Sociedade de Advogados (http://lideadvogados.com.br/)

segunda-feira, 30 de março de 2020

Entre o Vírus e o Dragão chinês


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Independentemente da dimensão do estrago que o coronavírus fará na economia e na saúde dos brasileiros, o Brasil não pode perder a oportunidade única para propor, debater e implantar o inédito Projeto Estratégico de Nação. Aí sim poderemos negociar, soberanamente, com a China.

Não adianta reclamar dos chineses, do Partido Comunista Chinês (PCC), nem do vírus que veio de lá. Precisamos definir qual o nosso papel no comércio mundial – que sempre foi abaixo de inexpressivo. Temos de focar no ensino de qualidade, no trabalho, na produtividade e na força do mercado consumidor. Eis a força de uma Nação.

Para profunda reflexão, copiamos e colamos das redes sociais mais um texto (infelizmente) sem autoria definida. O anonimato, no entanto, não impede que seja analisado com toda atenção, para mais bem compreendermos o fenômeno chinês e sua capacidade de expansão global, com previsão de que tem tudo para tomar um poderoso troco dos Estados Unidos da América. Leiam e critiquem, antes que caiamos, completamente, nas garras do Dragão Chinês:

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O coronavírus acabou com o ano econômico de 2020 no mundo. Não haverá milhões de mortes, pelo contrário, o que haverá é quebradeira e demissões em larga escala. E a China certamente lucrará muito com isso , tomará o lugar nas empresas ocidentais que perderam valor.

Não tenho qualquer dúvidas que o coronavírus foi fabricado em laboratório.
Prepararam  o terreno criando um clima de terror.

Todas as mídias anunciaram que um vírus letal estaria matando milhares de pessoas na China. Em poucas horas várias reportagens,  o mundo inteiro passou assistir uma verdadeira cena de guerra , pessoas contaminadas caídas pelo chão. Especulou-se que era transmitido pela ingestão da carne de morcego e outros bichos.

A China então constrói um enorme hospital em menos de 10 dias para o tratamento e quarentena de pessoas infectadas. Para nós brasileiros foi um espetáculo surreal , não estamos acostumados com a construção de hospital em tão pouco tempo. 

O vírus migrou para outros países passou a ser chamado de o Novo Coronavírus.

Agora que a novidade passou, e que se sabe que o vírus é de baixa letalidade, com percentuais levemente maiores do que uma gripe comum. Ainda assim, as reações de pânico em massa foram claramente provocadas pelos grandes conglomerados de mídia e alguns órgãos de governos mundo afora, com reações teatrais espetaculares.


Resta saber se o intuito foi meramente econômico, como podemos ver com a deterioração da economia global, ou se foi um teste para ver até onde a mídia ainda tem poder de influência e credibilidade para causar pânico em larga escala. 

Enquanto a dúvida dos reais motivos para esse pânico programado persiste, vamos amargando o resultado econômico de toda essa histeria, economias se dissolvendo e países com vários setores econômicos indo a falência. 

O principal causador de todo esse caos por coincidência ou não, incluindo a gripe aviária, gripe suína, SARS, H1N1 e o Coronavírus todas essas doenças tiveram origem na China .

Estamos sendo usados e testados, de tempos em tempos aparece um vírus chinês. 

O problema todo é uma gripe, como conhecemos, é difusa no decorrer do ano. Esta epidemia atinge muitas pessoas ao mesmo tempo, principalmente pessoas mais susceptíveis . Daí o caos porque não há estrutura hospitalar, em qualquer país, para absorver tantos doentes.

O Governo brasileiro está demorando a fechar o país e tomar medidas drásticas de contenção interna. Produzido em laboratório ou não, "teorias da conspiração" à parte, o assunto é de segurança nacional. Donald J. Trump não tem nenhum interesse em fomentar um pânico que só beneficiaria os chineses, e ainda sim, praticamente fechou os Estados Unidos como medida de contenção da epidemia. Países inteiros parados, parques industriais vazios, comércios fechados, Isto não é uma brincadeira. Mas tem gente pagando para ver.

A inteligência humana somada a ganância e à sede de poder para dominar o mundo está promovendo uma guerra mundial em torno de um vírus que é ameno em comparação com H1N1, influenza, gripe aviária,  suína e outras 

Um vírus que está causando recessão no mundo , mercado financeiro em baixa, as bolsas despencando e dólar nas alturas. Muita gente perdeu milhões mas isso interessa muito aos estados ditatoriais e grandes corporações.

Foi enormemente prejudicada a indústria do turismo no mundo, vários países tem como uma enorme fonte de renda, o turismo. 

Vários parques temáticos foram fechados , cidades fechadas, vários eventos pelo mundo cancelados . Países isolados ninguém entra, ninguém sai . Milhares de pessoas mundo afora cancelando viagens de negócios, cancelando viagens de férias, aeroportos vazios, companhias aéreas com seus aviões no chão, navios em alto mar sem porto para atracar.

A economia mundial parou!  O mundo parou! O Coronavírus atacou o mercado financeiro derrubando o valor de grandes empresas. E quem interessa esse caos todo? Quem lucrou? A China, comprando ações em baixa a preços de banana de milhares de empresas ocidentais estratégicas pelo mund . 

A China sendo um regime autoritário e antidemocrático, tem se mostrado flexivelmente amoral quando se trata do seus interesses e predominância no comércio mundial. 

Quem saiu prejudicado? Nós. 

De qualquer forma nós todos estamos contaminados pelo Coronavírus .

Segue o jogo.

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Repetimos por 13 x 13: Precisamos de um choque de Capitalismo Democrático, rompendo com o Capimunismo Rentista, Improdutivo e Criminoso (Regime Cricri). Temos de pressionar por Reforma Política (com Voto Distrital, fim do voto obrigatório e partidos sem financiamento estatal). Precisamos de reforma administrativa com reforma tributária. Não há saída – a não ser eliminar os parasitas e os criminosos institucionalizados.

Assim, vamos para o Federalismo Pleno, com uma nova Constituição enxuta, fácil de cumprir, dispensando interpretações do Supremo Tribunal Federal. Este tem de ser o Brasil pós-coronavírus. Mudança, já! Como tem de ser...

Doc do Xi


Imperdível: Quem é e quais os planos do Presidente da China

Releia o artigo de domingo: 

O coronavírus vai te pegar!


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Março de 2020.

A Crise e as Peruas



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

As peruinhas, nascidas na época do “confisco “ do Collor, não sabem o que é bom pra tosse.

Esta é sua primeira privação! Surgiu um grupo tão ou mais perigoso que o dos sem terra. O “Sem Cabeleireiro”. Logo, logo se equiparará ao dos caminhoneiros em matéria de desestabilizar a vida cotidiana.

Não podem choram porque borraria a maquiagem; não podem gritar para não irritar a garganta em tempos de epidemia; não podem ir às compras para espairecer porque os shoppings estão fechados.

Restou-lhes comprar toneladas de papel higiênico na certeza de ter que usá-las na limpeza da merda que a imprensa canalha, os políticos, os urubus e os torquemadas estão causando.

Desfraldarão a bandeira dos fraldas sujas?

“Se não puderes comprá-los ao menos fujas!”

O caldo entornou e a coisa não vai acabar bem.

Um amigo mais inteligente e mais prático que eu, já montou um plano de apostas.

Vejam os rateios:

guerra civil -10 para 1;
empalamento de traidores- 20 para 1
explosão social dos que não podem ficar confinados pois seu sustento
depende do dia dia- 2 para 1
desmoralização da turma das “Instituições estão funcionando” – 1 para 1

Perdendo as ilusões, mas firme nos ideais, socorrer-nos-ão os generais?

Parece que quem vai socorrê-los é o Povo!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.