sábado, 15 de junho de 2019

Que as melhores idéias vençam



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Respondendo a um amável leitor, tenho a dizer que não sou “gênio” da Economia. Apenas, um homem vivido.

O plano do ministro Paulo Guedes tem uma série de incongruências. A reforma da (im)previdência NÃO foi promessa de campanha; NÃO é urgente pois o sistema atual pode funcionar ainda por muitos anos; NÃO foi feita uma auditoria séria; Não foram devidamente cobrados grandes devedores. A causa maior de seus males é a famigerada DRU (desvinculação das receitas da União) que suga quase um terço do valor arrecadado para pagar a dívida interna (fictícia) aos bancos “bonzinhos”.

O compromisso de Guedes é com o sistema financeiro e NÃO com o país.

A reforma verdadeiramente necessária e urgente é a TRIBUTÁRIA!

O Estado precisa deixar de asfixiar a livre iniciativa com impostos e obrigações acessórias medievais.

Gerar EMPREGOS deve ser a meta prioritária do novo governo.

Não sou do time do “quanto pior, melhor”.

Adoro somente a Deus.

Procuro fazer apenas críticas construtivas para o bem de meu País.

Se sou incompreendido, paciência.

Sugiro a leitura do livro indicado abaixo.

Leiam: “Princípios” de RAY DALIO |ISBN: 978-8551003428















Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Mais uma vez...



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Folha Dirigida

Mais uma vez… Realmente está ficando difícil entender o que se passa naquele que deveria ser o ministério mais importante do governo, o Ministério da Educação. Mais uma vez o órgão, responsável pela aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), tem uma baixa importante. O defenestrado da vez foi o diretor de Avaliação da Educação Básica, depois de uma quebra no protocolo de segurança no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). Enfim, o histórico recente dessa importante instituição não é nada bom.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já está no quarto presidente deste governo iniciado em janeiro. Maria Inês Fini vinha do Governo Temer e foi exonerada no dia 14 de janeiro. No dia 22 daquele mesmo mês foi nomeado Marcus Vinicius Rodrigues, que ficou até 26 de março. Depois dele, assumiu, no dia 14 de abril, Elmer Vicenzi, que só ficou até 16 de maio, mas a queda, ao que parece, já era mais do que esperada, porque no dia seguinte, 17 de maio, já estava nomeado Alexandre Ribeiro Pereira Lopes.

Enfim, o Inep é um órgão que, pela sua importância, deveria ter muito mais estabilidade – e competência - em seus quadros. É inadmissível pensar que só neste governo foram trocados, tirados, exonerados, defenestrados, dois presidentes escolhidos e colocados lá, no Inep, por este mesmo governo. E, sabe-se lá até quando este último vai permanecer.

Que critérios foram usados para escolher e nomear os presidentes do Inep? Por que, 20, 30 dias depois, eles já não serviam mais, ou não eram tão competentes quanto se esperava? Uma balbúrdia!

E, mais uma vez, o exemplo – o mau exemplo - vem de cima. Afinal, já estamos no segundo ministro da Educação deste governo. O primeiro, aliás, teve uma passagem - embora meteórica - mais longa do que se esperava, tantas asneiras cometeu em tão curto espaço de tempo. Uma vergonha! O atual ocupante do cargo também não goza da simpatia do pessoal do setor e já fez intervenções assustadoras. Até pela maneira como anuncia as medidas, tipo “eu sou o cara”, o “dono da cocada preta”.

Enfim, seu trabalho já está sendo contado por meio de uma ampulheta. Mais uma vez é preciso chamar a atenção das nossas autoridades sobre a real importância da área da Educação. Este é o setor – se o país realmente quiser pensar no futuro, se o país realmente quiser crescer de maneira consistente – que deve merecer a maior atenção e os maiores investimentos.

Não há futuro sem se cuidar da educação. Como disse dia desses, em palestra, aqui no Brasil, o ex-presidente norte-americano Barak Obama, “a chave do sucesso é a educação”. Não há como fugir disso! E vamos nós torcer para que acordem. Mais uma vez...

Editorial do jornal Folha Dirigida, Edição de 13 a 17 de junho de 2019.

Quando a Educação terá prioridade?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Therezinha Saraiva

Embora o Presidente Jair Bolsonaro diga e repita que, em seu governo, a Educação terá prioridade, não é isso que se tem visto acontecer nesses cinco meses. Ao contrário. A começar pelas pessoas que escolheu para assumir um dos principais ministérios.

O primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, que permaneceu três meses à frente do Ministério sem ter dito a que veio, e acabou sendo exonerado pelas crises internas que marcaram seus 90 dias à frente do MEC, e pelas esdrúxulas declarações e ordens que deu nesse período. O Ministério da Educação ficou paralisado.

Sempre se soube que seu nome foi indicado pelo Sr. Olavo de Carvalho, lá da Virgínia, onde reside. Hoje, sabe-se que Jair Bolsonaro perguntou a Olavo de Carvalho, depois da exoneração, de onde conhecia Ricardo Vélez Rodríguez para o ter indicado, recebendo como resposta: “De publicações”.

Com a saída do primeiro ministro, esperava-se que o Presidente indicasse alguém que conhecesse a estrutura e o funcionamento do MEC e, sobretudo, os principais desafios a serem vencidos a curto, médio e longe prazos, e que indicasse para os postos-chave, pessoas que conhecessem as áreas em que iriam trabalhar. Não só conhecessem, mas soubessem o que e como fazer.

Lamentavelmente, não foi isso que aconteceu. O Ministro Abraham Weintraub também não conhece a estrutura do Ministério. Disse ele, ao assumir, que tinha como missão pacificar o Ministério. Há dois meses no cargo, especializou-se em criar crises externas. Suas declarações, sem exceção, são infelizes e, muitas vezes, ofensivas.

Suas idas à Câmara foram marcadas por bate-boca e, até vaias. Duas procuradorias do Ministério Público entraram com ações sobre sua conduta, e também a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, após o ministro ter enviado nota às escolas em que “desautoriza pais, alunos e professores a estimularem e divulgarem protestos”. O órgão fixou prazo de dez dias para que o MEC cancele a nota enviada, e orientou o Ministério a se abster de “cercear a liberdade de professores, pais e responsáveis pela prática de manifestação livre de ideias”.

Essa é uma das muitas declarações e decisões questionáveis, como por exemplo, fazer contingenciamento nas universidades, CAPES, institutos federais, Colégio Pedro II, primeiro dizendo que era porque faziam balbúrdia e o desempenho não era satisfatório. Após a reação, deu uma explicação injustificável: “tirar dinheiro das universidades para priorizar a educação básica. A educação básica precisa e deve ter prioridade, mas não da maneira que o ministro quer fazer.
Além disso, o ministro Abraham Weintraub tem sido protagonista de posturas e pronunciamentos condenáveis para quem é responsável pelo desenvolvimento da educação brasileira.

Uma das primeiras, ridicularizada por muitos, aconteceu quando o Ministro tentou explicar o contingenciamento nas universidades. Utilizou bombons para mostrar que de cem chocolates do orçamento, ele tirou só três e uma mordida – para serem comidos em setembro.

A seguir, para atacar supostas fake news sobre o corte de verbas, gravou um vídeo, com ele de guarda-chuva aberto, cantando “Singin’ in the rain”. Isso, e muito mais, é o que tem ocorrido no Ministério da Educação.

São tantos os absurdos ocorridos nesses cinco meses e meio que levou seis ex-ministros da Educação, José Goldemberg, Murilo Hingel, Cristovam Buarque, Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e Renato Janine Ribeiro, a se reunirem e escreverem uma carta em defesa das políticas públicas da área, pedindo a garantia de recursos, maior autonomia universitária e igualdade de acesso. Os ex-ministros anunciaram a constituição de um Observatório da Educação, que será integrado por eles, a fim e orientar gestores municipais, estaduais e políticos.

Vejam os principais pontos da carta:

Educação e saúde devem ser priorizados em qualquer governo; os contingenciamentos ocorrem em todos os governos, mas “na magnitude” que estão sendo apresentados podem ter efeitos irreversíveis e até fatais; a educação é essencial para o crescimento estratégico da economia; economia não avança sem educação; é consenso que a educação deve ser uma política pública de estado; educação básica pública deve ser a grande prioridade nacional; investir em educação implica em valorizar professores, fazer a reforma do ensino médio, aperfeiçoar a gestão, construir diretrizes nacionais de carreira para professores e diretores do ensino público; inovação dos métodos, deslocando a ênfase do ensino para a aprendizagem; empenho na educação infantil e alfabetização na idade certa; melhoria das escolas, laboratórios e bibliotecas; profissão docente não pode ser submetida à perseguição ideológica; liberdade de cátedra e o livre exercício do magistério são valores fundamentais; fortalecimento da cooperação entre União, Estados, Municípios e Distrito Federal; autonomia das redes; constituição de um Sistema Nacional de Educação; aumento dos repasses do governo federal para estados e municípios; ampliação do FUNDEB; ingresso e permanência dos estudantes no ensino superior; maior qualidade no ensino superior.

Esse Manifesto assinado por seis ex-ministros da Educação é a prova mais contundente de que o Ministério da Educação está sem timoneiro, de tal modo que seus signatários se ofereçam para orientar gestores municipais e estaduais, papel que caberia ao Ministério da Educação.

Deu, também, “de bandeja” ao atual Ministro, o roteiro para formular o Plano de Ação do Ministério, que já devia ter sido apresentado tão logo teve início o governo de Jair Bolsonaro e posto em execução. A meu ver só faltou incluir na carta a colaboração para a elaboração dos currículos das três etapas de Educação Básica à luz da BNCC, bem assim como reformular os cursos superiores de pedagogia e licenciaturas para formação dos professores para lecionarem na educação básica.

Quando é que o governo atual vai dar prioridade de verdade à
educação brasileira?

Therezinha Saraiva é Educadora. Originalmente publicado na seção “Sem Censura” do jornal Folha Dirigida, edição de 13 a 17 de junho de 2019.

Violência como problema de saúde


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Maria Fernanda Terra
Desde o ano de 1996 a violência tem sido compreendida como um problema de saúde pela Organização Mundial da Saúde 1996 (OMS, 2005). No Brasil, o tema da violência integra o Pacto pela Saúde como um problema a ser enfrentando também pelo setor saúde.
Para, além disso, em 2006, a Lei Maria da Penha, Lei no 11340/2006, inclui o setor saúde como um serviço que compõe a rede de enfrentamento da violência contra a mulher. Ao compreendermos que a saúde é um direito e que trabalhar o tema da violência é um caminho para a garantia da cidadania, esse tema faz-se necessário de ser trabalhado nos serviços de saúde.
Assim, a oferta de cursos de Especialização em Prevenção e Enfrentamento da Violência para a garantia dos Direitos Humanos em Serviços de Saúde, como o oferecido pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, se justifica a medida que os números da violência aumentam a cada dia, e os espaços da saúde lidam cotidianamente com esta demanda. No entanto, grande parte dos profissionais de saúde não dispõem de conhecimentos técnicos e científicos para atuar tanto preventivamente como ofertar assistência direta nas situações de violência, compreendendo os contextos de desigualdade como marcadores de gênero, raça e classe social, para além das questões específicas dos diferentes ciclos vitais.
As pesquisas mostram que uma a cada três mulheres que buscam os serviços de saúde já sofreu algum tipo de violência; uma a cada seis pessoas idosas já sofreu violência. Apesar dos números da violência, os profissionais de saúde se sentem pouco preparados para atuarem. Assistir essas pessoas em situação de violência envolve conhecer as políticas públicas, conhecer e participar da rede de serviços para o enfrentamento da violência. Essa prática ainda está distante dos cursos de formação dos profissionais de saúde.
Dada à importância da temática (violência), o curso se propõe a ofertar a formação especializada de profissionais de saúde, tendo como proposta o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades técnico-científicas, humanas e assistenciais, relacionadas à documentos legais e oficiais, políticas nacionais do sistema de saúde bem como programas, redes, planos e equipamentos de saúde do país.
Maria Fernanda Terra, Professora Doutora, é coordenadora do Curso de Especialização Prevenção e Enfrentamento da Violência para a Garantia dos Direitos Humanos em Serviços de Saúde da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

“Um Presidente da República desonesto (Lula) deve tomar uma prisão perpétua” - afirma Heleno


Edição Extra do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

No café da manhã do Presidente Jair Bolsonaro com jornalistas, no Palácio do Planalto, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General da Exército reformado Augusto Heleno, aproveitou para deixar claro que não engoliu e ficou muito pt da vida com a mais recente bravata do Presodentro Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à TVT (TV do Trabalhador), o condenado por corrupção lançou dúvidas sobre a facada que quase matou Bolsonaro em 6 de setembro do ano passado.

Heleno deu um murro na mesa, balançou talheres, copos e atacou $talinácio: “Um Presidente desonesto é um deboche com a sociedade. Destrói o conceito do País. É o cúmulo ele ainda aventar a possibilidade de a ser uma mentira. Será que o câncer dele foi mentira? E o câncer da da Dona Dilma foi mentira? Alguém teve peito de dizer isto a ele?”.

O General Heleno classificou de “canalhice” a provocação de Lula: “Ele não mereceu jamais ser Presidente da República. Presidência da República é uma instituição quase sagrada. Eu tenho vergonha de um sujeito desses ter sido Presidente. O Presidente, eleito pelo povo, merece respeito de toda a sociedade. Um Presidente da República desonesto tem que tomar uma prisão perpétua”.

O legal de tudo é que o Presidente Bolsonaro só sentiu as pancadas na mesa, sem olhar para Heleno e nem esboçar qualquer reação, porém, certamente, pela cara que fez, deve ter dado aquela famosa gargalhada, por dentro, com a pregada que seu chefe do GSI deu no companheiro-prisioneiro $talinácio...

Releia a primeira edição: Supremocracia é pedra no coturno do “Mito”


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Jorge Fernando B Serrão

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Junho de 2019.

Supremocracia é pedra no coturno do “Mito”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Maktub! A maior pedreira na bota-coturno do Presidente Jair Bolsonaro é, inegavelmente, o Poder Judiciário, principalmente em suas políticas instâncias superiores (já advertindo que o Supremo Tribunal Federal não é instância superior, mas sim a Corte Suprema, um tribunal que deveria ser eminentmente constitucional e não julgador de “feijoadas jurídicas”). O STF não pode, nem deve, “legislar” ou promover “judicializações” e “judicializagens” com interpretações criativas e poderosamente convenientes. Mas...

Em Bruzundanga, os 11 “deuses” do olimpiano STF “legislam”. A distorção acontece por causa de uma Constituição prolixa, pouco regulável, com 105 emendas e mais por virem, que dá mais margem a interpretações que o sentido consciente e objetivo do cumprimento do que está escrito. No mundo civilizado democraticamente, jurisprudência serve para resguardar e garantir a segurança jurídica. Aqui vigora a “Supremocracia” – para usar uma expressão bem empregada pelo jurista e professor Oscar Vilhena.

Desde 1988, e ainda mais recentemente, o Supremo se arvorou o papel de “poder moderador”. Seus membros se acostumaram a dar a última palavra sobre as decisões - em momentos de crise ou não. Os detalhes do julgamento do impeachment da Presidenta Dilma Rousseff mereceriam uma tese ou uma pela de tragicomédia... Na prática, o STF assume o protagonismo do processo político de legislar, ditando o que vale ou não ser obedecido. Neste regime “supremocrático”, a sociedade não fica tutelada pela lei, mas sim submetida aos “intérpretes” da legislação.

Regra clara? Isto parece peça de ficção... De tanto exercer o poder sem ser um órgão representativo, como um poder que tem obrigação de prestar contas à população, o STF pulverizou suas decisões e passou a tomar decisões individuais (monocráticas) de ministros. A novidade, recente, é ampliar a dimensão pessoal para o plenário, usando o argumento da “maioria do colegiado” como proclamadora da “verdade” jurídica e judicial.

Só nesta semana, o Governo do Presidente Jair Bolsonaro sofreu algumas duríssimas derrotas no STF. Uma delas, por mancada imperdoável: como é que se faz um decreto genérico, extinguindo conselhos, sem determinar, exatamente, quais seriam eliminados? Os togados simplesmente aproveitaram a suprema vacilada do Executivo para dar a primeira grande vitória judicial ao Partido dos Trabalhadores – que alguns ingênuos supunham “derrotado”. A Petelândia ainda lutará até o fim para soltar seu endeusado líder Lula – mui justa e comprovadamente condenado por corrupção.

Ontem, conforme já era esperado, o STF “legislou”, provisoriamente, conforme o plano globalitário de “libertinagens” que alimentam conflitos sociais quase permanentes. O Supremo autorizou a criminalização da homofobia e da transfobia como sinônimos de crime de racismo. Goleada de 8 a 3... A aplicação de tal pena valerá até que o Congresso Nacional aprove uma lei específica sobre o tema. O parlamento chegou a ser chamado de “omisso” pelo ministro Gilmar Mendes... Pode isso, Arnaldo Cezar Coelho?...

Já não bastam os 1050 crimes previstos em nossa legislação? Claro que não... O negócio é criar mais ainda... Democracia para quê? Regras claras e jurisprudência bem definida, com punição clara e objetiva para os infratores condenados, não interessam a um sistema que precisa dar lucros à bancas de advocacia e, ao mesmo tempo, custear uma dispendiosa e cada vez mais gigantesca máquina judiciária.

É por tudo isso que a gente consegue entender por que e como a deputada petista Maria do Rosário conseguiu impor uma vitória judicial contra o ex-deputado Jair Bolsonaro (sim, aquele que é o Presidente da República eleito “democraticamente” – por aquele sistema de votação eletrônica, sem recontagem, em cuja lisura somos dogmaticamente obrigados a acreditar)...

Bolsonaro foi condenado a pagar multa de R$ 10 mil e “pedir desculpas”, com nota publicada no Twitter pessoal, por causa daquele episódio do “você nem merece ser estuprada” (ou coisa parecida), no qual os vídeos comprovam, para quem quiser ver, que foi a Maria quem agrediu o Bolsonaro, que revidou de forma pouco sensata e emocional. O curioso é que tal bate-boca de baixo nível ocorreu no contexto da liberdade de expressão parlamentar... Mas... O Judiciário não entendeu deste jeito... Bolsonaro tem 15 dias para morrer na grana...

Diante de tanta pedra na bota, ao menos tivemos uma novidade institucional. A petelêndia (bicho mais nojento que a petelândia) até poderia dizer que “agora o Governo de Bolsonaro é mesmo militar...”. Pois Bolsonaro nomeou para a Secretaria de Governo da Presidência da República um General de Exército na Ativa: Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira... Claro, o General Ramos deve ir para a reserva... O General Santos Cruz foi para casa (ou irá para algum organismo multilateral da ONU, onde tem prestígio)... Mas vale a brincadeirinha... Aliás, Ramos é mais um torcedor do Flamengo no time militar de Bolsonaro... Junta-se aos Generais de Exército rubro-negros Hamilton Mourão, Augusto Heleno, Santa Rosa... E mais alguns que peço perdão pela omissão...

Tudo bem... Quarta-feira, no Estádio Nacional de Brasília, o palmeirense Bolsonaro e seu ministro Sérgio Moro (que torce pelo também rubro-negro Athletico Paranaense) até vestiram o manto sagrado do Mengão, emprestado por torcedores...


O que significa o protagonismo do Flamengo no Governo do palmeirense líder Bolsonaro?

Nada... O que valerá, de verdade, é Bolsonaro nomear um Procurador ou Procuradora Geral da República que parta com tudo para cima do Crime Institucionalizado, fazendo tabelinha com agora ministro da Justiça Sérgio Moro... Bolsonaro não tem direito de errar... O resto é gol contra absoluto... Ou pedra judiciária no coturno presidencial...

No mais, é não dar bola para tudo que o também supremo rubro-negro Marco Aurélio de Mello fala sobre o craque Sérgio Moro... Talvez seja melhor ouvir o flamenguista Luís Barroso – que tem se mostrado mais crítico do Crime Institucionalizado...

E que seja a reforma da Previdência, já que 2019 não pode começar apenas em 2020... Ou será que Bolsonaro terá de contratar Jesus – igual fez o Flamengo – para resolver seus problemas insanáveis?



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Jorge Fernando B Serrão

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Junho de 2019.

Erramos?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Estão voando penas pra todos os lados ! Cruz Credo !

Menos mal que o nosso querido Mito é do Ramo! (Ou o Governo é do Ramos?)

Prossegue na jornada das estrelas. Felizmente, uma a mais.

Não importa que o craque seja bom. Precisa estar entrosado com o resto do time. Nada de gol contra ou de jogar pra plateia.

No mais, vai indo tudo muito bem.

A cada dia que passa Dona Onça se convence de que a única solução verdadeira é a intervenCão.

Se vai levantar-se do berço esplêndido são outros quinhentos.

É verdade que o urubusário abusa e se lambuza todos os dias.

Agora usurpa as atribuições do cão egresso.

Até quando Cãotilina abusarão da paciência nossa ?

Para nos ilustrar e maravilhar (enquanto seu lobo não vem) sugiro aos amáveis leitores que assistam no YouTube um trecho da ópera “Giulio Cesare in Egipto” que estreou em Londres em 1.724.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Rumores de Impeachment


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Rômulo Bini Pereira

No programa de entrevistas Conversa com Bial, o entrevistador perguntou aos deputados federais Tabata Amaral, Kim Kataguiri e Felipe Rigoni, todos em seu primeiro mandato, se eles tinham ouvido rumores no Congresso Nacional, a respeito de um impeachment contra o presidente Bolsonaro. Todos os três responderam que, de alguma forma, ouviram algo a respeito.

Esses três jovens representantes de nosso povo não vivenciaram, como parlamentares, os dois processos de impeachment, anteriormente conduzidos pelo nosso Legislativo, referentes aos ex- presidentes Collor e Dilma. Talvez não tiveram conhecimento da postura democrática de nossas Forças Armadas durante os citados impeachment.

Nos dois casos, houve solicitações veladas, por parte de representantes dos envolvidos, para que as Forças Armadas se empenhassem na manutenção do status quo, esvaziando os processos em curso. As solicitações foram rechaçadas e consideradas impróprias.

Não houve, por parte das Forças Armadas, quaisquer atitudes que interferissem no andamento político dos impeachment. Adotaram uma postura de total acatamento em relação às decisões emitidas pelo Legislativo. Entretanto, caso ocorra esse terceiro processo, seria de bom alvitre que o Congresso considerasse o posicionamento das Forças Armadas, sempre aliado com os anseios do nosso povo.

Para esses três jovens parlamentares, um aspecto que será de importância capital nesse sugestionado impeachment é que ele se baseie em fatos concretos e não em criados e manipulados. Sim, estes últimos, em sua maioria, têm origem, não somente numa imprensa investigativa, nacional e estrangeira, comprometida pelo ordenamento e espectro ideológico de esquerda, bem como por determinados partidos políticos que, além de levarem nosso país à bancarrota econômica, social e política, fizeram com que um desprestígio internacional ímpar viesse comprometer a nação brasileira. Isso, sem contar, opiniões de ex-presidentes, com destaque para aquele que está na prisão.

Essa tem sido, lamentavelmente, a conduta que também se observa em algumas redes sociais com a divulgação de notícias falsas e caluniosas, de toda ordem, atacando frontalmente o presidente Bolsonaro e, indistintamente, integrantes do primeiro escalão de seu governo.

Seria interessante que os nossos representantes políticos observassem o que se passa no cenário político sul-americano, em especial na Venezuela. As Forças Armadas daquele país exercem um papel fundamental no dito “estado democrático” apoiado pelas esquerdas mundiais, atitude que contraria e oprime a maioria do povo venezuelano. O presidente Maduro, tido como “líder democrático” e a sua sustentação militar, tão defendida por esquerdopatas sul-americanos, não devem servir de exemplo para o Brasil e nossas Forças Armadas.

Nesse norte, esses rumores imprudentes e levianos, observados no Congresso Nacional, com vistas a um articulado processo de impeachment do presidente Bolsonaro, podem conduzir a fatos que não representam a verdade desse governo, uma vez que este tem demonstrado total respeito à CF/88 e tem agido de forma ilibada em todas instâncias do Executivo Federal.

Fatos apoiados em base legal duvidosa, infelizmente oriundos de alguns membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, bem como do sistema político vigente, poderão provocar consequências imprevistas e indesejáveis para a nossa sociedade e para a democracia jovem e frágil em que vivemos. Esse cenário de características antidemocráticas, advindas de maquinações e ardis “politicamente corretos” não será compactuado por nossas Forças Armadas, pois elas bem conhecem o caráter íntegro e o acendrado patriotismo de nosso Presidente, recentemente eleito de forma democrática.

Rômulo Bini Pereira é General de Exército, na reserva.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Assassinato de Reputações



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Admirável mundo velho no qual tudo se repete não por coincidência, porém por um jogo macabro de cartas marcadas com o destino certo do assassinato de reputações. É a pura verdade que um dia, mais cedo ou mais tarde, todos sabemos, aconteceria.

Os esquerdopatas nunca se conformaram com a perda da eleição e a forma pela qual as Cortes se conduziram ao longo dos julgamentos dos envolvidos em corrupção e coação no curso do processo, afora ameaças. E a sinalização é perfeita, na medida em que o próprio STF, de maneira peculiar, instaurou um inquérito para investigar as ameaças e até provisoriamente interrompeu meio de informação, depois reconsiderando a própria decisão.

Os que atacam a operação Lava jato e os capas pretas que fazem parte da Justiça em sentido amplo desafiam a incredulidade e querem o quanto pior melhor, já que experimentar o azedume dos queixumes e não conseguem sair das próprias trapaças que plantaram. O bem vencerá o mal é inexorável. Mas tal qual o joio e o trigo, cuja espera pela colheita é a paciência, os tentáculos dessa matéria revela a nossa democracia juvenil e o estado beligerante não de um País dividido, mas literalmente rachado.

E aqui a culpa maior se desloca para a extrema imprensa que, sem nada temer e se apropriar de fatos e atos ilícitos, tenta blindar alguns em detrimento da sociedade e expor o combate à corrupção como se mazela fosse. Não temos e nem queremos procuração apud acta para defesa de ilegalidades e irregularidades, mas tudo conspira para um castelo de areia 2, cujo resultado final todos já conhecem: os mocinhos viram bandidos e vice versa, no ataque à instituição da Justiça e credibilidade do funcionamento da governabilidade.

O abismo que ataca e comete assédio se denomina assassinato de reputação não de uma determinada pessoa, mas do conjunto como um todo e sem medo de errar das instituições consolidadas pós regime autoritário há mais de 34 anos passados. Os que não se conformam e jogam para a platéia plantam notícias inverídicas e tal qual o fruto da árvore envenenada espraiam seus efeitos para o lodo reto, consolidado consubstanciado na ruptura do passado e entrega de um futuro mais limpo e com moral e ética para todos os cidadãos de bem.

Da mesma forma como o STF se permitiu autodefender o governo é o maior interessado e o pertencimento cabe às instituições, sem mecanismo seguro, infra estrutura e apoio geral da sociedade em particular dos cultores da Justiça navegaremos em mares dantes jamais vistos e rumaremos para o colossal e abissal precipício da tendência ao enfrentamento que poderá dar o color da anarquia ou da intolerância como regime daqueles que não aceitam as regras da democracia e o predomínio do convívio mesmo entre aqueles que pensam diferentemente.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Espelunca, VTNC!



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Há no planalto um estabelecimento que é uma verdadeira espelunca. Na verdade também existe outro, dividido em dois ambientes.

Num impera o cão balacho; noutro, o cão luio.

Ambos não têm cãosideração com os cãotribuintes.

Se refestelam em luxos e mordomias. O perigo é o Cão que não tolera quem mia:” Mordo !”

O Brasil está hoje no grupo dos 100:

Sem noção! Sem juízo! Sem vergonha! Sem eira nem beira! Sem sossego!

Vemos eminentes cavalgaduras de esquerda, incãosoláveis.

Afinal, por mais que tentem, não conseguem libertam o molusco; nem às claras, nem no lusco fusco.

Tal qual Diógenes, um homem probo busco! Devemos ter precauCão !

Lembremo-nos do ditado: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento !”

Oscilamos entre euforia e raiva.

Por indignaCão com Dona Onça, que segue impávida diante de toda gente , por justiça, ávida. Ação? Até agora neca de pitibiribas.

É preciso sair da zona de Cãoforto.

Se tardarmos em salvar o povo faminto, encontra-lo-emos morto.

Basta dizer ao bando do urubu, VTNC!

Antes que alguém pense besteira: ”Vocês Traíram Nossa Confiança”!

Coisa que dói mais que um retumbante e popular palavrão...






Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.