terça-feira, 18 de maio de 2021

Bolsonaro: “Imorrível, imbrochável e incomível”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Facebook - @alertatotal

No Brasil, factóides e tiradas humorísticas rendem manchetes. Na saidinha do Palácio da Alvorada para mais um dia de trabalho, o Presidente Jair Messias Bolsonaro matou seus seguidores de rir. Bolsonaro se definiu como um cara “imorrível, imbrochável e incomível”. (KKKKK, royalties da gargalhada para o lendário jornalista Hélio Fernandes, que morreu de velhice, aos 100 anos de idade). O argumento alimenta a disputa com o ex-Presidente Lula da Silva, que já se definiu como um homem com “energia de 30 e tesão de 20”.

Quem ficou espantado com a avacalhação de Bolsonaro precisa ler o que o colunista da revista IstoÉ, Ricardo Kertzman escreveu: “Homossexual latente ou não; brocha, meia-bomba ou não, o presidente é, no mínimo, preconceituoso, inconveniente e infantil. É o tiozão do churrasco. Na verdade, é um tremendo babaca”. Sempre xingado de “incapaz”, “genocida”, “insano”, “nazista” e “homofóbico”, só faltando ser chamado de “corrupto” (para se tornar equiparável aos adversários e inimigos), Bolsonaro resolveu reagir ao conteúdo esquerdopata do ataque. 

O Presidente utilizou a “palhaçada” como um gancho para criticar “os idiotas que ainda defendem o isolamento social”, via lockdown decretado por governadores e prefeitos que cometeram “assassinato da economia”, causando falências, desemprego, depressão e ainda mais desespero na população amedrontada pela Covid-19. Psicologicamente, Bolsonaro também afina o humor para a semana em que seu governo será mais atacado na CPI do Covidão. Senadores ouvirão, nesta terça-feira, o depoimento do ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Na quarta-feira, é a vez do alvo mais esperado: o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O General de Divisão na ativa recebeu autorização do STF para ficar em silêncio, mas deveria falar tudo para anular a narrativa dos inimigos. A conferir.

Na segunda-feira, dia em que a maioria esmagadora dos senadores não trabalha em Brasília, a Procuradoria-Geral da República botou fogo no parquinho da CPI. O PGR Augusto Aras enviou ao Senado uma lista de seis governadores investigados por crimes de corrupção relacionados ao suposto combate à pandemia. A iniciativa, comandada pela subprocuradora-geral Lindôra Araújo, pegou estados que usaram indevida e ilegalmente o dinheiro enviado pelo governo federal. Correm em em segredo de justiça, em seis Estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo.

A base governista comemorou a iniciativa. A oposição a Bolsonaro “brochou” (como ironizaria o Presidente). Augusto Aras justificou a atuação da PGR: “O compartilhamento de documentos e informações entre autoridades em esforços apuratórios são muito úteis para o progresso de suas respectivas linhas investigativas, preservando-as nos casos sigilosos de sua exposição. Nesse esforço de colaboração mútua, consigno que as autoridades do Ministério Público Federal aguardam que as conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito possam muito agregar aos esforços que elas têm empreendido na elucidação dos fatos”.

Aras marcou um golaço contra a CPI. As narrativas criadas por senadores podem dar em nada contra o Presidente. Mas as investigações contra seis governadores, tocadas pela PGR, tendem a produzir, além de processos judiciais, o risco de argumentos concretos para muitos políticos sofrerem impeachment. Se a CPI for obrigada pela realidade a mudar de escopo, o feitiço da oposição tem tudo para virar contra os feiticeiros. A conferir, lamentar ou festejar...      

3 em 1 - Confira um momento da nossa participação no programa da Jovem Pan desta segunda-feira: Prefeitos e governadores usam isolamento social como manobra política... E @jairbolsonaro se supera, proclamando-se "imorrível", "imbrochável" e "incomível" -  https://youtu.be/WH4kDYbDG1g

 








 

Adquira, também, o livro A ÚLTIMA MARCHA DA MAÇONARIA.

Para maiores informações clique aqui:

https://www.amazon.com.br/s?k=A+ULTIMA+MARCHA+DA+MA%C3%87ONARIA&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss_2

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 18 de Maio de 2021.

O Desmonte da Ciência


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Gaudêncio Torquato

 

É crise puxando crise. Mais uma se desenvolve, ameaçando jogar a ciência brasileira ou, em outros termos, seus entulhos, no fundo do poço. As instituições de ensino superior e técnico estão recebendo apenas 2,22% dos recursos anuais a que têm direito, deixando perplexos reitores das universidades federais, apavorando o alunado que recebe bolsas de iniciação científica, comprometendo a assistência estudantil, deixando pesquisadores frustrados ante a descontinuidade de suas tarefas, enfim, enterrando descobertas da ciência em profundo fosso.

O desmonte é coisa nunca vista, o que, de pronto, lança a pergunta: alguém sabe o nome do ministro da Educação? É triste constatar que, em paralelo ao negacionismo com que nossos gestores públicos, a partir do mais poderoso, o presidente da República, administram a pandemia da Covid 19, assiste-se ao desmoronamento do ensino público no país.

Os impactos podem ser sentidos não apenas nos cortes de recursos que paralisam atividades, mas na própria estética dos campi, como o da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que já foi celebrada como um centro de excelência em ensino e pesquisa, figurando entre as melhores do mundo. Eram os saudosos tempos da Universidade do Brasil. O que diriam deste descalabro alguns de seus reitores do passado, como Benjamin Franklin Ramiz Galvão, primeiro reitor da universidade e ex-membro da Academia Brasileira de Letras (ABL); o médico Raul Leitão da Cunha, o ex-ministro da Educação e Saúde Pedro Calmon; o também imortal da ABL Deolindo Couto; o ex-ministro da Educação Raymundo Augusto de Castro Moniz de Aragão; e o economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)? Teriam vergonha do Brasil.

Que decepção ver que nem serviços de vigilância, limpeza e higiene são pagos por carência de recursos. A energia e a água ainda não foram desligadas por concessão das companhias. As rachaduras nos prédios e a falta de conservação assustam visitantes. Na Bahia, no Paraná, no Rio, as evidências de descaso até foram expostas, mas o feio retrato é o mesmo em todos os espaços ocupados por universidades federais.

O que se pode alegar? Cortes para viabilizar o chamado “teto de gastos”. Mesmo assim, justifica-se esse corte brutal de gastos? A imagem é dura, porém necessária: para salvar a vida de uma pessoa, ao invés de amputar um dedo, um braço, extirpam-se as veias. É claro que não haverá salvamento. Assim agem os burocratas, esses que, em seus compartimentos na Esplanada dos Ministérios, com a lâmina afiada, cortam as veias do corpo nacional. Ora, a educação é a base matricial de uma Nação. Sem educação, não há processo civilizatório, não há avanços, progresso, vida saudável. Sem educação, um território deixa de ser Nação para continuar a ser um pedaço bruto de terra.

A maior revolução de uma Nação é a da educação. Sem ela emerge aquela moldura descrita pelo filósofo argentino José Ingenieros: “em certos períodos, a nação adormece dentro do país. O organismo vegeta; o espírito se amodorra. Os apetites acossam os ideais, tornando-os dominadores e agressivos. Não há astros no horizonte, nem auriflamas nos campanários. Não se percebe clamor algum do povo; não ressoa o eco de grandes vozes animadoras. Todos se apinham em torno dos mantos oficiais, para conseguir, alguma migalha da merenda. É o clima da mediocridade....O culto da verdade entra na penumbra, bem como o afã de admiração, a fé em crenças firmes, a exaltação de ideais, o desinteresse, a abnegação — tudo o que está no caminho da virtude e da dignidade.”

E onde está a esfera política nessa crise de mediocridade? Preocupada com outras coisitas que podem lhe render recompensas, retorno, resultados, votos. Verbas para comprar tratores, articulações para conseguir inserir emendas no Orçamento, participar de foros que conferem maior visibilidade midiática. Assim é a vida nos espaços da representação parlamentar. Será que suas excelências, em postos nos Ministérios, autarquias e casas congressuais, não devem nada ao motor educacional que impulsionou suas vidas? No momento de decidir, usam a balança do pragmatismo. Pensam: o que pode ser melhor para mim nesse momento?

E assim, a ciência, mesmo sob loas e aplausos de alguns, acaba sacrificada por “outras prioridades”. O que diz o MEC? Os recursos, infelizmente, estão “condicionados”. Não podem ser usados. Ou seja, a educação está “condicionada”. A esta altura, alguém sabe responder à pergunta acima: como é mesmo o nome do ministro da Educação?

P.S. O clamor foi tão intenso que o governo acabou dando um pouco mais de recursos às Universidades.

Gaudêncio Torquato é jornalista, escritor, professor titular da USP e consultor político Twitter@gaudtorquato

segunda-feira, 17 de maio de 2021

A luta pelo Voto Impresso para recontagem total


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Facebook - @alertatotal

Dia importante para o destino político o Brasil. Acontece a primeira reunião da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para discutir a proposta de emenda constitucional ao “voto impresso auditavel”. Enquanto o Tribunal Superior Eleitoral promove uma campanha publicitária para defender a segurança das urnas eletrônicas, mais uma vez o País corre o risco de ser vítima de uma discussão com o foco errado. O problema não é “auditoria do voto” e sim a necessidade de que ocorra uma conferência do resultado eletrônico pela recontagem pública dos votos que a urna eletrônica vai imprimir. A PEC 135 não prevê isso - que foi o alvo das recentes manifestações populares.

Não basta pressão para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional que regulamenta a impressão do voto pelas urnas eletrônicas nas eleições, plebiscitos e consultas populares oficiais. É fundamental defender e aprovar a proposta correta, em vez de criar mais um samba do legislador doido. Se for aprovada do jeito que está, a PEC 135 pode criar mais problemas para a segurança eleitoral que o sistema de urnas eletrônicas no qual somos obrigados a aceitar no dogma do resultado sem questionamento legal. O texto em processo de tramitação na Câmara dos Deputados não soluciona a demanda pela contagem pública de votos para atestar, realmente, se o resultado eletrônico foi verdadeiro e correspondeu à vontade do eleitor. 

Voto impresso não basta! Não assegura a Transparência Total Eleitoral de um mecanismo de escolha honesto e seguro. “Auditoria” não é a mesma coisa que contagem pública de votos. Auditoria implica judicialização - sinônimo de demora e lentidão no Brasil. Recontagem, não! É imediata, logo depois da votação. Pela proposta da PEC 135, a auditoria poderá ser feita a qualquer tempo, mediante  postulação de processo judicial junto ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral). A tendência é que a queixa acabe no TSE, o que poderá levar meses ou anos. Outra falha da nova regra é a previsão de uma auditoria apenas por amostragem de 5% ou 10% sobre os votos impressos - o que não constata a totalidade da eventual fraude (se ela ocorrer de verdade).

Vale repetir por 13 x 13 até as Velhinhas de Taubaté entenderem: A segurança administrativa, ética, moral e jurídica de um processo eleitoral honesto exige que o mecanismo de escolha, além do avanço gerado pela votação eletrônica, também permita que todos os votos sejam contados fisicamente na apuração, imediatamente depois de encerrada a votação. A eleição só termina realmente com a proclamação do resultado conferido, no qual o resultado eletrônico tem de ser igual ou apurado pelo voto que a urna eletrônica imprimir. A PEC 135 tem uma falha imperdoável de origem: só prevê auditoria e não recontagem completa dos votos. Ou seja, praticamente nada muda em relação ao sistema em vigor há 20 anos, que o Establishment, o STF e o TSE não desejam mudar. 

Felizmente, o grupo Convergências elaborou uma Nota Técnica enviada para todos os senadores e deputados. É imprescindível que o Presidente Bolsonaro, a autora do projeto, deputada federal Bia Kicis, e o presidente da comissão e relator da PEC, deputados federais Paulo Eduardo Martins e Filipe Barros, leiam a crítica e atentem para a proposta de Emenda Substitutiva proposta pelo grupo Convergências. A íntegra do texto pode ser vista em - https://convergencias.org.br/pec-135-coalizao-convergencias-propoe-emenda-substitutiva/

Aprimorar o sistema eleitoral é imprescindível. Só os negacionistas do pleno Estado de Direito conseguem ser contra a Transparência Total Eleitoral, defendendo o atual Trâmite Sigiloso Eleitoral”. O Brasil merece ter o mais avançado processo de votação, com garantia de toda segurança. Voto eletrônico + recontagem total dos votos impressos pela urna é possível e desejável. Pena que a PEC 135 não garanta isso. Se for aprovada do jeito que está, será mais um problema, e não uma solução para melhorar o mecanismo de escolha dos políticos eleitos no Brasil.

Um palpite? Com a atual redação, a PEC tem tudo para não ser aprovada na Câmara. Se passar, o STF, o TSE e a Procuradoria Geral da República tendem a questionar a constitucionalidade do conteúdo. O Establishment e o Poder Supremo não querem mudanças no modelo eleitoral. Portanto, é muito provável que a eleição de 2022 seja disputada conforme as regras atualmente em vigor. Tomara que esteja errado, mas a previsão realista é sombria e negativa. Tomara que “dê zebra”, e tudo mude de verdade. Mas a tendência é pela mesmice, com risco de burrice.

 








 Adquira, também, o livro A ÚLTIMA MARCHA DA MAÇONARIA.

Para maiores informações clique aqui:

https://www.amazon.com.br/s?k=A+ULTIMA+MARCHA+DA+MA%C3%87ONARIA&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss_2

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Maio de 2021.

Criticar a imprensa não é violência


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

]Por Adriano Alves-Marreiros

Vocês vão ter que me engolir!!! Mário Jorge Lobo Zagallo (e Adriano, agora...)

“A ideologia é uma religião invertida, negando a doutrina cristã de salvação pela graça, após morte, e pondo em seu lugar a salvação coletiva, aqui na Terra, por meio da revolução e da violência. A ideologia herda o fanatismo que, algumas vezes, afetou a fé religiosa e aplica essa crença intolerante a preocupações seculares.."

“Não existe um modelo conservador e o conservadorismo é a negação da ideologia: é um estado de espírito, um tipo de caráter, um modo de ver a ordem civil e social.” Russel Kirk.

Imagina se a tia percebe que algumas crianças estão fazendo um bullying reiterado contra a turma quase toda.  Inclusive dizendo mentiras.  Imaginou?  Agora pensa na seguinte cena: a tia vai, não adverte essas crianças e ainda proíbe o resto da turma de reagir. Conseguiu visualizar?  Bem: é isso que andam pregando recentemente. Querem dizer que liberdade de imprensa significa supressão da liberdade de expressão das demais pessoas. Quem critica a imprensa, quem usa a já famosa e justa expressão extrema imprensa estaria praticando violência contra jornalistas e atentando contra a liberdade e a credibilidade da imprensa.

Sou obrigado a lembrar do que o Raul falou sobre os jornais.  Nem vou repetir porque “não sou besta pra tirar onda de herói”...

Fala sério!  A Liberdade de Imprensa é algo que decorreu do reconhecimento da Liberdade de Expressão, cuja necessidade de ser declarada oficialmente, inclusive em Constituições, vem do fato de ela consistir em dizer o que alguém não quer que seja dito.  Dizer o que as pessoas querem ouvir nunca foi proibido, nunca precisaria ser declarado para ser garantido: sempre deixaram...

Como entender que querem dar à Imprensa, ou melhor, à sua imensa parcela ideológica, o direito de falar e opinar à vontade e proibir as pessoas de falar e opinar contra a Imprensa? Pior, proibir até de se reagir quando for atacado.  Ah, mas estão criticando demais os jornalistas e pondo em xeque a credibilidade de veículos de comunicação.  Perdoem-me, mas credibilidade é uma coisa que se conquista, ela não pode ser imposta.  Ainda que calem a todos com mordaças e inquéritos inconstitucionais, ainda que coloquem milhões na cadeia, ainda que tripliquem penas para punir quem diz a verdade, mesmo assim não se conseguirá credibilidade: as pessoas estarão caladas por medo, mas ainda não acreditarão em quem não tem credibilidade.  As pessoas precisam crer que você divulga verdades.

Negar a condição de jornalista a quem não segue ideologias, negando sua liberdade de imprensa e chamando-o de “blogueiro”, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Aplaudir prisões de jornalistas que não seguem ideologias, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Deixar de noticiar fatos relevantes que aconteceram, para ocultá-los da maioria, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Criar agências de censura para coibir apenas opiniões conservadoras, não ideológicas, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando se usa o sigilo de fonte não para proteger a identidade de uma fonte, mas para se criar factoides sem que haja realmente uma fonte, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando defendem direitos humanos só para os bandidos, fazem guerra à a polícia e desprezam as vítimas inocentes, isso é atacar a credibilidade da imprensa.

Quando chamam de fascistas todos os que não seguem ideologias que mataram 100 milhões de pessoas, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando praticam, aplaudem e legitimam ataques constantes às Liberdades, Crenças e Opiniões de quem pensa diferente das redações, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando querem calar as redes para tornar as pessoas dependentes da imprensa tradicional, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando entrevistam sempre os mesmos pretensos especialistas que repetem sempre os mesmos mantras ideológicos, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Quando se busca ridicularizar a opinião da maioria, isso é atacar a credibilidade da Imprensa.

Esses são os verdadeiros ATAQUES à credibilidade da Imprensa.

Criticar a imprensa: é apenas Liberdade de Expressão...

Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux / Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana

Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas.  (Oração de São Bento cuja proteção eu suplico)

Adriano Alves-Marreiros  é cristão, devoto de São Jorge, cronista, pessimista, Mestre em Direito, membro do MCI e MP Pró-Sociedade e autor da obra Hierarquia e Disciplina são Garantias Constitucionais, da Editora E.D.A.

O Golpe “homeopático” do STF em curso


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Sérgio Alves de Oliveira

 

A palavra “golpe” é a que mais anda solta na boca dos políticos de esquerda , dos seus “capangas” togados dos tribunais, e da sua mídia “amestrada”, invariavelmente atribuindo a tentativa de golpe aos “outros”.                                                          

Qualquer pensamento, sugestão, insinuação ou proposição, de quem quer que seja,que divirja das manobras obscuras do círculo  esquerdista, e que possa, eventualmente, se afastar um só milímetro do projeto político de retomada total do poder traçado pelos chamados “progressistas”, apeados do poder em 64, imediatamente é acusado de estar propondo um “golpe”. É a palavra que mais se lê hoje nos jornais serviçais da esquerda .

Os progressistas  brasileiros, e toda a sua “curriola” de colaboradores, na verdade estão sendo absolutamente coerentes e fiéis à pregação de um dos maiores nomes mundiais do socialismo, Vladimir Lênin, líder “bolchevique” da Revolução Russa, que em outubro de 1917, a partir da viagem de trem que fez de Zurique à Estação Finlândia, planejou e executou o derrube violento  do regime dos Czares.                                 

Dizia Lenin: ”Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.

Mas esse bando de políticos esquerdistas  brasileiros, e “outros” mentirosos de igual laia, na verdade simplesmente tentam “estigmatizar” a palavra “golpe”, a partir da conotação que querem emprestar ao movimento cívico-militar de 31 de março de 1964, que apeou do poder o Governo João Goulart, que comprovadamente tinha planos de efetivamente dar um“golpe”, de esquerda, inclusive fechando Congresso Nacional, com dia marcado, 1º de maio desse mesmo ano (1964), dia do “trabalho”. Portanto é preciso que se desestigmatize totalmente o que eles chamam de “golpe de 1964”.

O movimento cívico-militar de 31 de março de 1964 não foi um “golpe”, nem um “golpe militar”, porém o contrário, um “contragolpe”, que  felizmente conseguiu frustrar a tempo a tentativa do “golpe comunista” que a esquerda acampada no Governo Goulart pretendia desencadear, com total apoio dos sindicatos, inclusive alguns cogitando da implantação de uma “república sindicalista”, a exemplo do que acontecera antes durante o “peronismo”argentino.

Mas mesmo que esse pessoal que acusa todos os outros do que eles mesmos  são e querem, fossem simples analfabetos funcionais políticos, o que não corresponde à realidade, pois eles são, de fato, golpistas por “natureza”, há que primeiramente se distinguir entre os vários tipos de “golpes” que existem.                                                                                                                                      

Dentre outras espécies,tanto o “golpe”,quanto o “contragolpe”, podem ser FÍSICOS,ou POLÍTICOS. Os “físicos” podem ser o choque de um objeto contra outro, um impacto,uma batida,ou uma pancada,por exemplo. Já os golpes (ou contragolpes) “políticos” geralmente correspondem aos chamados “golpes de estado”, ou “contragolpes de estado”, à derrubada da ordem constitucional vigente. E podem ser violentos,ou não,corresponder aos interesses da maioria ou da minoria.

O “contragolpe político” de 31 de março de 1964 no Brasil sabidamente não usou de qualquer violência, física ou armada, tanto que os que estavam no poder e foram derrubados fugiram facilmente para o exílio. Não houve um só tiro. E o povo também não se opôs a 64.                                                                                      

Mas a história acabará esclarecendo a contento se o contragolpe de 64 no Brasil  se transformou com o tempo, ou não, numa REVOLUÇÃO. Apesar de não ter sido uma mobilização que tenha causado grande impacto na transformação do mundo,como  aconteceu com a Revolução Francesa, de 1789, e a Revolução Russa,de 1917, no mínimo  essas mudanças de 1964 a 1985, podem ser equiparadas,ou foram até superiores, às ocorridas na “Revolução de 1930”, que durou até 1945, liderada pelo então Presidente Getúlio Vargas. Se a primeira merecer o título de “revolução”, 1964 certamente  também fará jus a essa denominação.  

Mas a verdade é que tanto o movimento de 1930, quanto o de 1964, causaram grande impacto no desenvolvimento e progresso do Brasil, contrastando com a estagnação econômica e de realização de obras públicas de infraestrutura, bem como a corrupção desenfreada que se instalou no Brasil após, de 1985 a 2018, garantindo alguns que teriam sido roubados do erário cerca de 10 trilhões de reais,mais que o valor do PIB brasileiro.

Mas o novo golpe planejado pela esquerda é de um tipo absolutamente inédito no mundo. É “jurisdicional”. Durante o tempo em que governou, de 1985 até 2018, a esquerda nomeou todos os ministros do Supremo Tribunal Federal, exceto um, nomeado recentemente pelo atual Presidente Jair Bolsonaro. Nessa condição, como “guardiões” da Constituição, esses “Supremos” Senhores tem trabalhado com muito afinco para defender os interesses da esquerda,por quem foram nomeados,e da corrupção desenfredada, sem paralelo no mundo.

Com total apoio de um “Congresso Nacional” que deixa muito a desejar, num processo de “toma lá-dá-cá” entre eles, sem limites, de recíproca proteção, o STF ajuda a sabotar e boicotar a governabilidade do país,inviabilizando o mais possível o Governo Bolsonaro,apostando numa interrupção do mandato presidencial,seja por impeachment, ou cassação do seu mandato, a exemplo da tal ridícula “CPI da Covid-19”, ou ainda derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022, ”apostando” na suposta memória curta do povo ,que não lembraria  nas próximas eleições que o caos político, econômico e social hoje vividos no país foram todos, sem exceção, causados por essa mesma “gentalha” de esquerda que ainda tem a “cara de pau” de pretender a volta ao poder.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

domingo, 16 de maio de 2021

A PEC do Voto Impresso tem de corrigir falha grave


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Siga-nos no Twitter e Facebook - @alertatotal

A extrema mídia tupiniquim prefere não perceber o momento que o Brasil vive. Em censura editorial combinada, resolveram ignorar, editorialmente, a gigantesca e histórica manifestação de sábado (15 de maio), promovida pelo agronegócio e cristãos. Essa perda do nexo com o contexto real é o velório de um modelo de comunicação desmoralizado e falido, condenado a desaparecer com a implantação da internet 5G de verdade. Felizmente, o ato foi divulgado nas redes sociais, para atestar como o jornalixo afronta e briga com a realidade. Azar deles.

O slogan do evento #FECHADOSCOMBOLSONARO merece uma leitura mais cuidadosa por parte do Presidente da República. A massa organizada ocupou o monumental espaço público da capital federal não só para manifestar apoio a Jair Messias Bolsonaro. Os participantes ousaram na aglomeração, em tempos pandemônicos de Covid-19, para cobrar do chefe de Estado e de Governo que empregue sua autoridade para que promessas da campanha eleitoral passada sejam efetivamente cumpridas, com a realização das reformas e mudanças estruturais.     

Uma das principais bandeiras, também apoiada pelo Presidente Bolsonaro, é a pressão popular para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que regulamenta a impressão do voto pelas urnas eletrônicas nas eleições, plebiscitos e consultas populares oficiais. No trio elétrico - com a faixa “Faça o que for preciso! Eu autorizo, Presidente” -, Bolsonaro ressaltou a importância da aprovação do “voto impresso e auditável”, advertindo sob o risco de a eleição presidencial de 2022 terminar fraudada. Claro, Bolsonaro se referiu ao risco de a fraude (?) eleger Luiz Inácio da Silva - candidato resgatado por decisão absurda do Poder Supremo que atropelou três instâncias do judiciário federal para devolver direitos políticos a um ex-Presidente condenado por corrupção. 

Só os negacionistas do pleno Estado de Direito conseguem ser contra a Transparência Total Eleitoral, defendendo o atual Trâmite Sigiloso Eleitoral”. Acontece que uma leitura mais atenta da PEC 135 revela que, se ela for aprovada do jeito que está, pode criar mais problemas para a segurança eleitoral que o sistema de urnas eletrônicas no qual somos obrigados a aceitar no dogma do resultado sem questionamento legal. O texto em processo de tramitação na Câmara dos Deputados não soluciona a demanda pela contagem pública de votos para atestar, realmente, se o resultado eletrônico foi verdadeiro e correspondeu à vontade do eleitor.

Voto impresso não basta! Não assegura a Transparência Total Eleitoral de um mecanismo de escolha honesto e seguro. “Auditoria” não é a mesma coisa que contagem pública de votos. Auditoria implica judicialização. Recontagem, não! É imediata, logo depois da votação. Pela proposta da PEC 135, a auditoria poderá ser feita a qualquer tempo, mediante  postulação de processo judicial junto ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral). A tendência é que a queixa acabe no TSE, o que poderá levar meses ou anos. Outra falha seria uma auditoria apenas por amostragem de 5% ou 10% sobre os votos impressos - o que não constata a totalidade da fraude (se ela ocorrer de verdade).

A segurança administrativa, ética, moral e jurídica de um processo eleitoral honesto exige que o mecanismo de escolha, além do avanço gerado pela votação eletrônica, também permita que todos os votos sejam contados fisicamente na apuração, imediatamente depois de encerrada a votação. A eleição só termina realmente com a proclamação do resultado conferido, no qual o resultado eletrônico tem de ser igual ou apurado pelo voto que a urna eletrônica imprimir. A PEC 135 tem uma falha imperdoável de origem: só prevê auditoria e não recontagem completa dos votos. Ou seja, praticamente nada muda em relação ao sistema em vigor há 20 anos, que o Establishment, o STF e o TSE não desejam mudar. 

Felizmente, o grupo Convergências elaborou uma Nota Técnica enviada para todos os senadores e deputados. É imprescindível que o Presidente Bolsonaro, a autora do projeto, deputada federal Bia Kicis, e o presidente da comissão e relator da PEC, deputados federais Paulo Eduardo Martins e Filipe Barros, leiam a atentem para a proposta de Emenda Substitutiva proposta pelo grupo Convergências. A íntegra do texto pode ser vista em - https://convergencias.org.br/pec-135-coalizao-convergencias-propoe-emenda-substitutiva/

O Presidente Bolsonaro e o parlamento brasileiro não podem correr o risco de aprovar uma emenda à Constituição que provoque mais desastre institucional e que não assegure a lisura e transparência total do processo eleitoral eletrônico - um avanço em rapidez, porém ainda uma dúvida em termos de credibilidade objetiva. O Brasil merece ter o mais avançado processo de votação, com garantia de toda segurança. Voto eletrônico + recontagem total dos votos impressos pela urna é possível e desejável. Pena que a PEC 135 não garanta isso. Do jeito que está, é mais prudente reprová-la. Ou tudo continuará do mesmo jeitinho…

Em tempo: Confira o discurso completo de Bolsonaro, que chegou triunfalmente, a cavalo, para o ato - https://youtu.be/U5PprhSgpZ4 

Foi-se

 

Anunciada oficialmente neste domingo de manhã a morte de Bruno Covas, às 8h 20min, no Hospital Sírio-Libanês, vítima de câncer gástrico (no aparelho digestivo), com metástase nos ossos e no fígado, contra o qual lutava desde 2019.

 

Velório será na Prefeitura de São Paulo, e o sepultamento na cidade de Santos, onde Bruno nasceu.

 

Além de lamentar a morte, também é preciso condenar o que aconteceu na sexta-feira passada, às 19h 05min, quando o hospital soltou uma absurdo, cruel e desumano boletim médico informando que o estado de saúde de Covas era “irreversível”  

 








Adquira, também, o livro A ÚLTIMA MARCHA DA MAÇONARIA.

Para maiores informações clique aqui:

https://www.amazon.com.br/s?k=A+ULTIMA+MARCHA+DA+MA%C3%87ONARIA&__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&ref=nb_sb_noss_2

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Maio de 2021.

Tiro certeiro do Governo - No Alvo


Artigo no Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Ernesto Caruso

 

O governo deu o tiro certeiro - NA (no alvo) - quando agiu sobre o STF (como se sabe tem cor), como objetivo 1, de testar o posicionamento da Corte em relação ao depoimento do ex-ministro Pazuello, e assim, conseguir dar condições a um depoimento fiel à verdade, como a sociedade espera, atenuando a sanha inquisitorial, tipo Torquemada, como fartamente demonstrada nos depoimentos do ex-ministro Teich, do atual ministro Queiroga e do ex-presidente da Pfizer Carlos Murillo. 

 

Vale destacar a agressividade sobre Teich, que manteve controle e serenidade, por sua índole muito pacífica, que nem todos têm ou suportam, diante das claras agressões intencionais, nitidamente provocativas. Com Pazuello certamente será mais contundente.

 

Como objetivo 2, permitir que o ex-ministro da Saúde não se manifeste diante de uma instigação das feras feridas e, nem sofrer constrangimentos físicos ou morais, em especial ameaças de prisão ou de processo e terá direito de ficar em silêncio para não ser incriminado, como determinado em lei. Não é privilégio, nem medo de depor.

 

O sucesso da vacinação demonstra por si o que foi realizado na sua gestão, a cloroquina que era somente lembrada, não foi receitada por ele, nem pelo presidente, além de ser receitada pelo médico David Uip ao paciente David Uip, que demonstra que deve ter sido feita para o bem. 

 

Naturalmente, deve estar munido de dados sobre os recursos enviados aos estados e municípios, que devem ser investigados e punidos os culpados por desvios, para esclarecimento ao cidadão brasileiro, que perdeu amigos e parentes a resultar mais de 400 mil mortes.

 

Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado-Maior, reformado.