segunda-feira, 6 de abril de 2020

Reindustrialize o Brasil, Bolsonaro!


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Siga-nos no Twitter - @alertatotal

Até agora, a crise do Coronavírus, no Brasil, projeta muito estrago na economia, menos que o esperado na saúde e, por enquanto, nada na política. No entanto, quem preza pela segurança institucional precisa ficar atento porque o famoso Mecanismo promove um movimento fortíssimo para “amarrar” o Presidente da República. Sabendo disto, Jair Bolsonaro deveria parar de “contribuir” com seus inimigos, tomando mais cuidado e pensando melhor no que vai falar.

Em abril do ano passado, o Alerta Total publicou um artigo que previa o problema que seria vivido, agora, por Jair Bolsonaro. Curiosamente, há umas duas ou três semanas, o texto “Auto-oposição, ninguém merece” vem servindo de argumento para debates fechados entre pesos-pesados da economia que apóiam o Governo Federal. Parece que vale a pena reproduzir, com inclusões relevantes, os argumentos de um ano atrás, como colaboração para conter as assanhadas manobras golpistas do Mecanismo (Parasitas + Criminosos).

Perdão pela insistente repetição. O desafio de ajudar o Presidente Jair Bolsonaro a governar o Brasil é para águia e não para pombinho... É missão para samurai e não para gueixa... É estratégia para ideólogo e não para 171 acadêmico... Exige aplicação tática para quem tem coragem e honra para agir com respeito, disciplina e ordem. O governo precisa de um claro Projeto de Nação, com objetivos capazes de unir a maioria das pessoas de bem e bom senso.

Não dá para entender um governo que consegue fazer oposição a si mesmo. Tudo por ação centralizada equivocada, excesso de personalismo, erro de leitura conjuntural e falta de staff com vivência política necessária para administrar objetivos comuns que não conseguem ser definidos claramente pelo governo. A crise econômica gerada pela paralisação pós-coronavírus, mesmo denunciada por Bolsonaro, oferece o risco de gerar desgaste futuro ao Governo Federal. Por isso, é hora de ação correta, focada na reindustrialização do Brasil. Qualquer outra medida será perda de tempo e de dinheiro.

Enquanto não apresentar, na agenda, um Projeto de Nação, com objetivos, metas e responsabilidades bem definidas, com prazos possíveis de serem cumpridos, o governo Bolsonaro seguirá refém do Centrão do Congresso ou dos grupos antagônicos que fazem parte da administração federal. Curiosa e lamentavelmente, a oposição continua zero a esquerda (sem trocadilho). As batidas de panela não inúteis. Só servem para ilustrar a infame libertinagem jornalística do Grupo Globo contra Bolsonaro.

Diante da sacanagem do Mecanismo, o desafio imediato e urgente de Bolsonaro é acabar ou neutralizar a esquisita “auto-oposição”. O problema não ocorre por fanfarronismo ou personalismo. A causa principal é a falta do projeto estratégico visível e compreendido pela sociedade e, principalmente, pelos colaboradores escalados e/ou pagos para cumprir as missões, objetivos e metas para tornar a gestão eficiente, eficaz e efetiva; combater a corrupção e o mecanismo do crime organizado; melhorar a sensação de segurança; e criar condições estruturais para o desempenho econômico – os ultimatos dados pelas urnas a Bolsonaro. A crise do vírus chinês (perdão camarada Xi...) força Bolsonaro a tomar mais cuidado... Só que ele não está tomando...

Por favor, Presidente Bolsonaro: Pare de cometer e não deixe que seus assessores pratiquem auto-oposição. Se tal erro primário persistir, uma oposição burra e destrutiva tem tudo para renascer do esgoto... A guerra de todos contra todos só se intensifica. O Mecanismo segue intacto. O Crime Institucionalizado deseja que a desorganização persista. O povo deseja resultados concretos diante da crise. Foque na reindustrialização do Brasil. Isto demanda mais estratégia que dinheiro – que agora será jogado, como sempre, no caixa dos banqueiros. Fale menos, cobre mais e faça mais!

Ore, medite, cobre e realize! Transmita otimismo, e não ódio a inimigos que se alimentam exatamente disto. Cuide da gestão da vaidade no governo. Não caia na armadilha de acreditar que seu vice, Antônio Hamilton Mourão, é seu inimigo. Ele não é traidor! Acreditar nisto é burrice. Você está magoado com ministros? Exonere-os... Mete a caneta! Mas não é estratégico ficar falando mal deles a cada entrevista à extrema mídia ou aparição nas redes sociais.

Auto-oposição, ninguém merece... O Brasil tem de virar o jogo e dar certo... A Reindustrialização do Brasil é o caminho inteligente, sustentável e seguro para a retomada do crescimento e do desenvolvimento. Por favor, Bolsonaro, cobre do seu Posto Ipiranga o projeto e os planos que a equipe dele tem para isto. Ou, então, os ricaços que ainda acreditam em Bolsonaro, por favor, cumpram tal missão. Do contrário, o País vai quebrar, entrar em convulsão e caminhará para a indesejável fragmentação.

Pelo Amor do Acima de Todos, Bolsonaro!  




Colabore com o Alerta Total

Jorge Fernando B Serrão

Itaú - Ag 9155 cta 10694 2

Banco do Brasil - Ag 0722-6 cta 209.042-2

Caixa (poupança) - 2995 013 00008261-7

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

©
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Abril de 2020.

Estamos no meio da batalha



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Desde 5 até 11 de abril, será decidida a sorte do BRASIL.

De um lado estão os patriotas (entre os quais me incluo). De outro, os traidores da Pátria, os ladrões e os que querem nos escravizar (leia-se a Nova Ordem Mundial).

Quase toda a imprensa está idiotizada ou vendida aos interesses estrangeiros, A maioria das redes sociais, na mão dos inimigos, os bancos “bonzinhos” usufruindo da generosidade de nosso Banco Central.

O Facebook controla o Instagram e o WhatsApp.

O Google controla o nosso acesso à informação. No dia 4 do corrente fez um Doodle a favor do isolamento (para tentar arruinar de vez a economia brasileira).

Além disso, temos milhões de idiotas que repetem o mantra “fique em casa” e não têm a menor idéia do que está em jogo: NOSSA LIBERDADE, ESTÚPIDOS! Nosso direito de ir e vir!

Nos salvará a própria ganância dos bandidos. O povo acordou; pelo menos a parte pensante e não drogada.

O Orkut acabou! Lembram-se?

O fax (aparelho de facsímile) também.

Gigantes desapareceram ou estão reduzidos a pó de traque. Xerox, Kodak, etc.

O futuro é simples de ser previsto: ou teremos uma guerra nuclear que nos matará a todos, inocentes e pecadores, ou bilhões de chineses e indianos morrerão de fome e/ou de sede porque não mais lhes venderemos comida.

Estamos no meio da batalha! A guerra se vislumbra no horizonte!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Dilma lendo Santo Agostinho



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

O mérito do isolamento, para qualquer pessoa de bom coração e que é capaz de examinar o significado da sua própria vida, é a capacidade dele (isolamento) demonstrar o quanto é medíocre, o quanto é miserável a vida da pessoa isolada…

O isolamento acaba com a possibilidade de postar foto ao lado do “novo carro”, do “novo apartamento”, a foto da “nova viagem”, da “nova mulher”...Tudo é VELHO no isolamento...Nada se modifica, não há nada de “novo”…"Meus dias vão ser de par em par até que eu tenha uma nova data (ou alguma coisa material nova) para comemorar"

O futuro é o “novo”. O Brasil é o “país do futuro” e é desesperador para este chinelão, para este pobre diabo sem passado e sem história, que é o brasileiro, ficar em casa...dentro da mesma casa de sempre, com a mulher de sempre, com as crianças de sempre, com o carro de sempre dentro da garagem…pensando na vida…ficando triste…

Que horror: todos nós sabemos que é proibido ficar triste no Brasil. No Brasil, quem está triste é pobre ou doente mental. Ninguém pode ficar triste por viver no Brasil, por ter razão quando reclama do país, do passado do país, do presente do país…

O Brasil é o país do FUTURO e com o futuro não se pode ficar triste porque afinal de contas, como diria a Dilma, o “futuro nem aconteceu ainda”...Só pode ficar triste por não ter dinheiro ou saúde psíquica e ponto final !

Se eu não tenho passado, se eu não lembro de passado algum, não posso ficar triste com ele. Se o futuro ainda não veio, como diz a Dilma depois de ter lido Santo Agostinho, o que resta para o presente?

Eu posso ficar desesperado com o presente? Alguém tem culpa por tudo que está acontecendo AGORA no Brasil? Tem que julgar e prender quem roubou bilhões da saúde? Quem fechou hospitais? Quem trouxe falsos médicos ao Brasil? Tem que colocar Lula e Dilma na cadeia? Tem que extinguir o PT?

Não! Claro que não! “Agora não é hora disso...Agora é hora de todo mundo se unir...Não é hora de politizar o problema”...não é hora de “grenalizar”

E aí, de repente, nesse país tropical, “abençoado por Deus”, nessa Terra de megalômanos que diz que Deus é Brasileiro (coitado de Deus…) chega um bicho que isola loucos e sadios, pobres e ricos...e gente com e sem dinheiro, gente psicologicamente saudável e psicologicamente doente, se vê sozinha...

A vida em isolamento se torna a vida presente e o problema do presente, como diria a Dilma, é que ele passa rápido e “daqui a um minuto ele já é passado”…

O pobre diabo isolado não tem conta bancária nem educação que o diferencie. O pobre diabo chinelão brasileiro é estivador, operário, lixeiro ou prostituta...é médico, advogado ou juiz...fez doutorado na New York University ou só concluiu o primeiro grau lá na Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus Pereira Coruja, em Taquari (RS)...Não, não faz diferença nenhuma, não ...ele é pobre diabo de qualquer jeito porque não entende, ou jamais quis entender, a mensagem de Sócrates quando ele disse que “a vida não examinada não vale a pena ser vivida”

E aí vem o problema mais terrível de todos ...que é o desespero de chegar, em isolamento, à possibilidade do fim da vida que jamais foi examinada, a vida que jamais foi vivida, e que agora, com esse vírus que eu chamo de “bicho”, pode acabar com a vida do chinelão brasileiro de uma hora para outra…

Eu duvido muito que exista algum país do Mundo, com exceção do Brasil, cuja História não vá ser diferente depois da COVID-19. A História, assim nós gostamos de dizer, transcorre no Tempo, num Tempo que é formado por passado, presente e futuro...Nós não temos presente e passado: somos, eu já disse lá em cima, o “país do futuro”.

Quando a Epidemia acabar (e não interessa quanto tempo vai levar, mais ela vai acabar, sim) ela não vai ficar no nosso passado porque nós não temos passado algum e quem não tem passado não é capaz de aprender nada…

Nada é capaz de superar nossa capacidade de não aprender coisa alguma com o sofrimento…nem mesmo com o NOSSO sofrimento ...com o NOSSO isolamento de uma vida que poderia ter sido examinada...muito melhor examinada. 

Milton Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

É satisfatório extinguir o PT?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Fico até surpreso quando vejo algumas pessoas  “torcendo” pela extinção do PT na Justiça Eleitoral, conforme recente parecer do Vice-Procurador Geral Eleitoral, Dr.Renato  B. de Goés, porém preservando intactos,”imexíveis”, os direitos políticos das pessoas responsáveis pelas respectivas infrações.                                                                                                                                                  

Para quem eventualmente não tenha ainda consciência desse ”embuste” que estão “aprontando”, os direitos eleitorais dos atuais  filiados e mandatários políticos do Partido dos Trabalhadores, que cometeram as respectivas  irregularidades, e que deram margem à extinção do partido, seriam  totalmente preservados, podendo votar e ser votados, livremente, em outro partido.

A primeira pergunta que se impõe: adiantaria alguma coisa  extinguir o PT e deixar os seus integrantes livres para continuarem fazendo política e fundarem  imediatamente nova sigla, ou talvez ingressarem num desses “partidecos” quaisquer de “aluguel”, que andam “se vendendo” por aí, porém devidamente habilitado na Justiça Eleitoral, e que poderia ser “incorporado”, de fato, e não de direito, pelo “espólio” humano do PT, que passaria a comandá-lo, podendo inclusive em poucos dias  dar-lhe  nova  denominação, talvez até com uma palavrinha a mais para “burlar” a Justiça Eleitoral? Quem sabe,por exemplo: “Novo Partido dos Trabalhadores-NPT”? Já não fizeram esse tipo de coisa  com o antigo MDB, que passou para PMDB, e voltou a ser MDB?

Esse tipo de manobra espúria, que teoricamente  teria passagem livre frente ao Direito Eleitoral Brasileiro, desnuda toda a canalhice que cerca o ORDENAMENTO JURIDICO BRASILEIRO, o qual, trocando em miúdos, não passa de uma fantástico “FAZ-DE-CONTA”, em quase tudo.

Deveríamos nos surpreender com essa nefasta realidade se considerarmos o perfil da patifaria política que contamina os políticos e autoridades brasileiras nos Três Poderes Constitucionais? É claro que não!!!

Com efeito, a punição que as leis e a Justiça Eleitoral impõem sobre  os partidos políticos que violarem as regras partidárias ou  eleitorais, inclusive as suas “extinções”, acabam condenando quem não tem culpa de absolutamente nada, ou seja, o respectivo partido político, o qual acaba “pagando-o-pato”, por somente ter servido  de instrumento para os  seus “caciques”, dirigentes,  políticos, ou detentores de mandatos eletivos, infringirem as leis. Nesse sentido a Justiça Eleitoral “pune” quem é inocente, o partido político, e indiretamente “absolve” os verdadeiros culpados das irregularidades partidárias ou eleitorais, que poderão  em seguida “contaminar” outros partidos e disputar eleições por eles.

Nesse exato sentido, o “camaleão” poderia ser o melhor símbolo de grande parte dos políticos brasileiros, que trocam de partidos a todo instante. Hoje a cor predileta do PT é a vermelha. Mas a qualquer momento,dependendo das circunstâncias políticas, poderá ser  azul, amarela, rosa ou preta.

Mas não é só no Direito Eleitoral que essas “coisas” absurdas acontecem. O próprio Direito Constitucional está impregnado desse tipo de “faz-de--conta”. Dentre eles, se destacam a tal “soberania do povo”, prevista no parágrafo único , do art. 1º da CF (“ todo o poder emana  do povo...”). Mas na prática,de  tantas  e tão complicadas que são as exigências para o exercício dessa  “sobenania do povo”, que essa pretensa “soberania” sempre vai depender do “aval” do Poder Legislativo. Que “m...”de soberania popular seria essa, então?

Outra “atochada” constitucional reside no art.5º, XXII, da CF, pelo  qual “é  garantido o direito de propriedade”. A Constituição “só” esquece de avisar que são  poucos os que podem ter acesso à propriedade. Portanto, o que a CF está garantindo são os direitos dos proprietários... contra os não-proprietários.

Mas a maior “piada” constitucional de todas está no disposto no “caput” do  seu artigo  5º, que assegura a “igualdade de todos perante a lei”. Ocorre que essa “igualdade de todos perante a lei” só se manifesta HORIZONTALMENTE, não  verticalmente, dentro das  respectivas “pirâmides” SOCIAL,ECONÔMICA e POLÍTICA. Só são iguais uns aos outros... os “iguais”, não os “outros”.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Pandemia e Patifaria


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Nestes tempos de quarentena, em que canais de televisão preenchem quase a totalidade de sua grade de programação, disseminando o pânico, resolvi que o melhor a fazer, era dar uma de eremita e afastar-me das notícias diárias, para refletir sobre outras pandemias que afligiram a humanidade e algumas curiosidades políticas.

Lá pela metade do século XXIV, o surto de peste negra chegava à Inglaterra, (na época, as doenças demoravam mais a se propagar) depois de causar milhões de mortos na Europa continental.

Algumas freiras que cuidavam dos infectados, imaginaram que a doença poderia estar se propagando pelo ar, e começaram a afastar os doentes uns dos outros e usar uma máscara de pano em frente a boca e o nariz para proteger-se.

Padres que na época se intitulavam médicos formados em Oxford, afirmavam que a doença se propagava pelo olhar, e se devia a excesso de sangue ruim nos pacientes, que sangravam pelo nariz, receitando sangrias e tripas de animais. Já as freiras que estavam conseguindo algum sucesso, pelo menos em sobreviver aos seus pacientes, eram acusadas de bruxaria, algumas inclusive queimadas na fogueira.

Estava em jogo a hierarquia do saber e do poder.

Hoje em dia não é muito diferente, sempre existe, como na fantástica obra em quadrinhos do francês Jean Tabary, “Iznogud “ (corruptela do Inglês  He´s no good – ele não presta), em parceria com  René Goscinny,  (esse último o mesmo que com Albert Uderzo deu vida a o gaulês Asterix) um Vizir que quer  ser Califa  no lugar do Califa.

Na crise dos dias atuais, em se tratando de patifarias, podemos encontrá-las na classe política para todos os gostos.

Senão vejamos:

Ministros do STF sem abrir mão de nenhuma de suas mordomias, palpitando em áreas que não lhes competem, como defender atitudes desse ou daquele governador, que todos nós índios, menos categorizados da tribo, sabemos que tem pretensões políticas que vão além do cargo que ocupam.

Um Congresso que mesmo vendo a economia sangrar, não abre mão de seus dois bilhões de verba para o fundo eleitoral.

Uma tal de ABJD (associação Brasileira de Juristas pela Democracia), denuncia o presidente, por crime contra a humanidade perante o Tribunal Penal Internacional.  

Ainda que mal pergunte: Onde estavam esses distintos senhores defensores da democracia e justiça durante os governos populistas dos últimos trinta e três anos?

Pedindo permissão aos meus leitores respondo: Locupletando-se com os desmandos, junto com todos os outros que são contra o atual governo.
Traições, mentiras, canalhices não são de espantar, são moeda corrente na política, mas às vezes nos surpreendemos.

É inegável, que pela primeira vez na história, temos um governo que soube eleger seus ministros, e que quando equivocou-se, teve e a humildade de reconhecer o erro e concertá-lo imediatamente. 

Alguns deles (ministros) que assumiram um protagonismo junto aos meios de comunicação, muitas vezes maior que o do presidente da república, caso de Sergio Moro que apesar de cortejado pela fama nunca cedeu a ela.

O que nos leva de volta ao personagem anteriormente citado “Iznogud”.

Graças à atual pandemia o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ex deputado pelo mesmo partido do Nhônho, Batoré e do Caiado, foi alçado da noite para o dia  a um papel de protagonismo inesperado, devido a seus inegáveis conhecimentos  e bom senso, mas parece ter sido picado pela mosca azul da fama. Percebe- se em seus atuais pronunciamentos uma mudança de tom, algo que sobrepassa sua missão de bem informar, dentro do que a seu ministério corresponde.

Aqui cabe um bom conselho para todos que estão surfando nessa onda;

Aproveitem a quarentena para ler as aventuras de “Iznogud“, e lembrem-se: o cemitério está cheio de gente que se achava insubstituível e “queria ser califa no lugar do Califa”.

Hierarquias existem para serem respeitadas, o resto é caos.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

domingo, 5 de abril de 2020

Em ritmo de “Pau nos Jegues”


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Siga-nos no Twitter - @alertatotal

Medo, angústia, ansiedade, incerteza, ameaça à sobrevivência, distanciamento social obsequioso (em alguns lugares combinado com isolamento social por ordem estatal), além da falta de domínio de conceitos corretos para uma análise política e econômica do ponto de vista estratégico... Tudo isso, junto com o risco de concreto de problemas gerados pela falta de dinheiro e a bagunça do mercado causam um espetáculo dantesco de insanidade, desinformação e tensão das pessoas, em tempos de pandemia de coronavírus.

A situação brasileira é esquisita e requer atenção redobrada e cuidado extremo. A crise expôs e agravou a falha estrutural do Estado Brasileiro. O clima de radicalização incorporou o ingrediente do desespero e ampliou a guerra institucional de todos contra todos. Agravou-se a deficiência de uma economia que já vinha estagnada, ensaiando uma retomada, mesmo sem um conjunto articulado de soluções compreendidas pela maioria da sociedade.

Agora, a exagerada parada deve nos mergulhar em recessão com estagnação. Cenário aterrador que nos obrigará a uma reinvenção individual, para cuidar da saúde, da sobrevivência e, colaborando para a situação melhorar, na retomada do progresso. A crise é mundial. Ok... Só que pode ter efeitos muito mais danosos por aqui. Não em termos de saúde pública – que já é deficiente, embora as autoridades se esforcem para mostrar o contrário. Mas em termos econômicos. A quebradeira é uma realidade funesta.

Haja otimismo para reverter o caos. Parece o clima de pré-guerra – no planeta todo... Até agora, pelas atitudes oficiais, tudo indica que, como sempre, vamos pagar a conta com juros (agora menos altos) e impostos (cada vez mais elevados) para compensar a injeção de liquidez no mercado, beneficiando os bancos e demais fornecedores de crédito. A previsão é de muita “matemágica” feita pelos economistas regiamente bem pagos pelos banqueiros.
A hora é de muito debate. Por isso, reproduzimos mais um daqueles textos que rolam na Internet, para profunda reflexão. O título é “Casa Branca sobre a atual crise”. Leia e final, arrematamos...

--------

Na tradicional coletiva de imprensa diária da Casa Branca sobre o coronavírus, hoje, Peter Navarro, conselheiro de Trump, acaba de falar em alto e bom som que se há algo que os EUA estão aprendendo com a atual crise é que o país não pode mais depender tanto da cadeia de distribuição global. Falta uma série de coisas nos EUA que ninguém “imaginava” ser possível. 

Muita coisa essencial só pode ser obtida hoje se comprada fora do país. Medicamentos básicos e essenciais deixaram de ser produzidos nos EUA nas ultimas décadas. A indústria americana foi dizimada pelos últimos presidentes.

Um militar foi anunciado hoje como coordenador das ações de supply chain para a crise. O que o almirante anunciou é que já foram operacionalizados 6 vôos militares internacionais para abastecer os EUA com itens emergenciais; outros 28 vôos já estão agendados para os próximos dias. 

‪Navarro citou a dependência quase total de medicamentos vindos de fora (China, ok?) e de suprimentos e equipamentos de saúde. Tudo aquilo que já sabemos. Mas o mais importante da sua fala foi quando disse que há hora certa para tudo. Agora os EUA precisam resolver os problemas mais imediatos mas a hora de enfrentar esse desequilíbrio calamitoso vai chegar.

‪Peter Navarro deixou extremamente claro que isso vai mudar e que esse tipo de situação “não vai se repetir mais”. O que ele quis dizer é que na hora certa o governo americano vai entrar com força total nessa questão da dependência externa, leia-se CHINA.

‪Navarro tem preparado rascunhos de ordens executivas e projetos para botar fim nisso. Não estranhem o fato de Trump ter parado de chamar a peste de “coronavírus chinês” para chamar de COVID-19. Ele não aderiu ao politicamente correto. O xadrez está sendo jogado num nível muito mais alto que dos meros mortais.

Os EUA vão ganhar esse confronto com a China — que está para começar, vão ganhar também seus mais próximos aliados. Nunca foi tão importante estar ao lado de países como a América. Quem estiver junto, na mesma barca, vai participar desse redesenho que só os EUA têm o cacife para iniciar.

Aos deslumbrados com a China no bananal brasileiro, um recado:

O dinheiro chinês não vai comprar a fúria americana contra os culpados por essa desgraça mundial que o mundo tá vivendo. 

Aguardem a hora certa.

-----------

No caso brasileiro, a dúvida cruel: Será que o efeito colateral coronaviriano será o aumento da dependência estatal e também da escravização dos brasileiros pela mentalidade rentista do mercado financeiro? Tomara que não. A hora é de mudança de rumo. O Brasil tem de se reindustrializar para valer. Não dá mais para ser exportador de commodity agrícola ou mineral. O Brasil merece se transformar em colônia pós-moderna da sofisticada China Capimunista? Ou é melhor nos relacionarmos com os chineses de maneira soberana?

Eles jogam o jogo deles... A gente é que precisa definir o nosso... Por isso, temos de entrar em ritmo de “Pau nos Jegues” (tirando da reta a teimosia em seguir no rentismo improdutivo e corrupto). Qualquer outra opção será a manutenção do atraso, com ilusões de voo de galinha e, na real, com o constante assassinato de nossas galinhas dos ovos de ouro.

Repetimos o mantra... Economia ruim, se não derruba governo, elege a oposição... Por isso, todo cuidado é pouquíssimo... Pau nos Jegues!...


Colabore com o Alerta Total

Jorge Fernando B Serrão

Itaú - Ag 9155 cta 10694 2

Banco do Brasil - Ag 0722-6 cta 209.042-2

Caixa (poupança) - 2995 013 00008261-7

Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

©
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Abril de 2020.

Serena Idade



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Os nervos estão à flor da pele. Tudo é motivo para discussões e brigas.

Nem os governadores “terroristas”, nem os prefeitos idem conseguirão impor uma quarentena horizontal por muito mais tempo.

La nécéssité oblige. Entre a fome e a desobediência civil, quem necessita de seu trabalho diário para sobreviver optará pela solução mais premente.

Os tiranetes de ocasião vivem seu momento de canto do cisne.

Se estourar a represa da ira popular, teremos um efeito “brumadinho”.

Desaparecerão na lama urubus, torquemadas, membros do cão egresso, “isentões” e jornalixos.

Quem possui o dom da observação, sabe que estamos por dias (e não tofolididos !).

Passados os de março idos, estamos em abril, mês da PQP.

Uma linda canção diz:” por mais terras que percorra, não permita Deus que eu morra sem que eu volte para lá...”

Lá é o BRASIL, livre e soberano.

Povo faminto é mais valente que general na reserva.

E os pobres soldados cumprirão ordens de atirar em seus irmãos e parentes? NÃO!

Se nosso adorado Presidente não der remédio a todas as mazelas, teremos um triste fim; o BRASIL, ele e nós todos.

Estamos fartos de engodos.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

"Mitos"



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fábio Chazyn

Há 2.500 anos a sabedoria está usando mitos para nos abrir os olhos para entender como seguir evoluindo no mundo!

Na Grécia, um dos primeiros foi o Mito da Caverna.

Lá estava um grupo de prisioneiros olhando para a parede da caverna onde viam sombras projetadas pela luz de uma fogueira sobre um desfile de marionetes atrás do grupo. Os membros do grupo, todos acorrentados, não conseguiam olhar para onde vinha a luz, nem para as marionetes. Sem nunca ter visto a luz do dia, a realidade dos prisioneiros era as sombras das marionetes que viam projetadas na parede da caverna.

Um dia, um dos prisioneiros conseguiu se desvencilhar das correntes que o mantinham imobilizado e saiu da caverna. No primeiro impacto com a luz do sol, o sujeito ficou ofuscado e não viu mais nada. Mas, pouco a pouco, foi se adaptando. Conseguiu ver reflexos e depois pessoas, coisas, estrelas, até que pôde olhar o sol e pensar sobre ele.

Concluiu que o mundo fora da caverna era superior ao de dentro da caverna e achou que deveria avisar isso aos outros prisioneiros. Voltou p’ra a caverna com a boa notícia.

Mas, lá adentrando, se surpreendeu pela sensação de não conseguir mais enxergar na escuridão. Seus olhos tinham se acostumado com a luz do sol. Foi quando os prisioneiros “entenderam” que quem se aventurasse fora da caverna corria o risco de ficar cego! E quem os forçasse a sair da caverna estaria atentando contra as suas vidas...

O nosso aclamado Mito contemporâneo está vivendo a mesma experiência.

Ousou abrir os olhos do povo sobre as consequências da estupidez e foi logo rechaçado e injuriado pelo bando de ignorantes; e de outros mal-intencionados.

De fato, a analogia do nosso mito brasileiro com o mito contado por Sócrates é que a luz da fogueira na caverna corresponde à orientação política, as marionetes são obra dos criadores de ilusões, a parede da caverna corresponde ao que hoje vemos nas telinhas e telonas, enquanto os prisioneiros são os indivíduos que vão “viver” para sempre no fundo da caverna...

As correntes que os mantém prisioneiros condena-os à ignorância eterna. Eles poderão acessar somente a aparência das coisas que interessam aos donos da chave do cadeado.

E ai daquele que ousar tirá-los das trevas...

Fabio Chazyn, autor do livro “O Brasil Tem Futuro?” recém-lançado. Adquira seu exemplar pelo site https://clubedeautores.com.br/livro/o-brasil-tem-futuro.

Vírus x Parasita



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

No olho do furação e endemoniado pela pandemia que assola a humanidade, o contraponto a ser feito é o abalo que acarretará no sistema capitalista e na impregnada globalização e sua revolução tecnológica. Não sei se é cedo ainda para uma análise sistêmica daquilo mais  relevante entre o socialismo comunista e o capitalismo global.

Entendemos que a máxima produção industrial com a robótica e tecnologias de ponta sacrificaram a mão de obra e submeteram o homem ao jugo da máquina. Os fundos de trilhões de dólares foram esmagando e controlando mundo afora mas o vírus entrou lenta e sorrateiramente engolindo o modelo parasita da globalização o qual se favorece não da produção em larga escala mas simples e puramente do capital.

Hoje se o empresário dispuser de máquinas e mão de obra e não tiver
apoio financeiro raramente avançará. O que se pretende significar é que nosso sistema é explorador da mão de obra e faz com que cada vez mais trabalhemos dia após dia e nos finais de semana, mas o vírus atacou o coração e o enfrentamento sucederá.

Doravante prevalecerá o parasita que suga e explora o trabalho e somente busca lucro e fazer capital ou o vírus será o divisor de água. Qualquer solução ou antevisão parece ser precipitada na medida em que o coração da Europa foi atingido e também os EUA. Poucas notícias do leste Europeu, e de alguns Países da Africa e Ásia - o que não desconfigura a falta de empenho dos governos e total desconhecimento para derrubar o vírus o qual não morrerá ou será vencido já que novos e mais potentes poderão no futuro aparecer.

Toda a engrenagem do sistema capitalista se deu conta quão frágil é e menos capaz de combater um organismo vindo da China através de animais e seus hospedeiros ou evolução típica de laboratório para alcançar mais de um milhão de pessoas e matar em torno de cinco por cento.

O futuro não é previsível mas o sistema global de capital perderá trilhões de dólares. As economias cambaleantes dos Países emergentes poderão naufragar, além de várias outras complicações em Países mais pobres da Ásia e da Africa. A luta intestina entre o sistema capitalista parasita que afunila recursos
financeiros em mãos de cem magnatas ou 50 grandes empresas parece ter chegado a um ponto de inflexão.

Se o vírus for de color socialista ou comunista ninguém pode decifrar. Mas uma coisa é absoluta, certa e inescondível: o ruído provocado foi mil vezes maior do que aquele causado pela derrubada das torres gêmeas.

Assim, a humanidade, em pleno domingo de ramos, deve ser madura e suficiente antenada para saber o que projeta solidariedade e o convívio harmônico e pacífico entre os povos e Nações. Que as doenças e pestes não impeçam a liberdade e fundamentalmente a luta para melhores dias no cenário devotado à Páscoa e completude da ressureição.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurélli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Covid-19 seria início da 1ª Guerra Mundial “Biológica”?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Todos no mundo estão temendo, mesmo “apavorados”, que a qualquer momento poderia dar um “chilique” qualquer na cabeça de um desses malucos que presidem algum país que domine a tecnologia nuclear, que de forma unilateral, e de surpresa, desse o pontapé inicial à 3ª Guerra Mundial, com potencial destrutivo infinitamente superior ao “estrago” do bombardeio atômico que os americanos fizeram em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em agosto de 1945, ao final da 2ª Guerra Mundial.                                                                                                                                                      

As defesas de todos os países prováveis alvos de eventuais ataques nucleares, precavendo-se dessa possibilidade, construíram muitos abrigos e diversas outras instalações para proteger as suas populações, num primeiro plano, e as suas “construções”, num segundo, dessa possibilidade.

Mas talvez os novos estrategistas da dominação do mundo tenham percebido que a destruição nuclear das obras feitas pelos homens nos seus possíveis “alvos” daria no mesmo que  destruir riquezas de inestimável valor, que levaram  muitos séculos para serem construídas. Seria preferível, portanto, conservar todas essas obras, eliminar os seus “donos”, ou todas as pessoas que pudessem ser entraves para essas conquistas.                                                 

Teoricamente, portanto, o ideal seria eliminar toda a população do país desejado, para em seguida apossar-se dele, com todas as  suas “instalações”, tornando-se o novo “dono” do seu território, com todas as suas” benfeitorias”.

E qual, então, seria a “guerra” ideal que eliminaria as pessoas, preservando as  benfeitorias desse país a ser conquistado pelos seus novos “donos”? Daria para apostar todas as fichas nos limites éticos dos homens de que esse tipo de acontecimento jamais poderia acontecer? Sinceramente, eu não apostaria. A história está para demonstrar essa possibilidade.

Sem dúvida uma 3ª Guerra Mundial que dispensasse os artefatos nucleares tradicionais, e preservasse  com isso  as benfeitorias e todas as riquezas feitas pelos homens nos países conquistados, seria muito mais “inteligente” e “lucrativo” para o “vencedor”. Certamente mais vale a pena para um “conquistador” possuir um país já “prontinho” e “rico”, do que se adonar e impor a sua soberania numa terra arrasada, onde terá que construir tudo, novamente.

Apesar de haver diversos laboratórios no mundo dedicados ao estudo de  armas biológicas, inclusive na China, “pertinho” do local onde  o “bicho” nasceu, o mundo só registra alguns poucos  ataques bioterroristas, que tanto podem ser bacteriológicos, quanto virológicos. 

Mas nenhuma guerra “formal” foi reconhecida até hoje mediante uso  dessas “armas”, as “biológicas. Só houve bioterrorismo.

Mas ao que parece o rastro de infecção e mortes humanas  deixados pelo novo coronavirus ,em todo o mundo , já poderia  ser considerado  como um novo “estado de guerra”, talvez a deflagração da “3ª Guerra Mundial”, que corresponderia à “1ª Guerra Mundial Biológica”,que apesar de não “declarada” formalmente ,nem “respondida” por nenhum país, É UMA REALIDADE, uma nova guerra mundial informal,de “fato”.

A grande questão que impõe-se seja levantada é se o novo coronavirus teria sido “importado” pelos Estados Unidos, hoje o “campeão” de infectados, vencendo a própria China, mediante pessoas  vindas  de lá, ou outros lugares já tomados pelo  vírus, ou teria sido “plantado” dentro dos próprios Estados Unidos, em vários pontos, concomitantemente ,inclusive no “coração” de New York ?  E não teria sido relativamente fácil essa “plantação”, dentro das fronteiras dos Estados Unidos?   Sem nenhum “barulho”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.