domingo, 23 de fevereiro de 2020

O Carnaval do GenoCid



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O senador cearense Cid Gomes, licenciado, deveria ser alvo de um processo para perda de mandato. Claramente, o irmão de Ciro Gomes cometeu um crime de tentativa de homicídio ao dirigir uma retroescavadeira contra policiais grevistas. Mesmo tendo tomado tiros em represália, o “encenador” não é vítima. Ele atentou contra a vida de pessoas. Lamentável que nossa extrema mídia não tenha dado a correta interpretação ao ato de “Genocid”...

Mais escroto que isto foi Cid Gomes, fingindo ser doente, de forma cínica e consciente, serve para chamar a atenção para um fato relevante. No blog Iclinic, temos informações sobre o CID – que interessa aos brasileiros. Vamos copiar e colar:  Você já reparou que alguns receituários médicos apresentam códigos ao invés do nome da doença?

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Esses códigos representados por números fazem parte do conjunto de Códigos Internacionais de Doenças, reconhecido como CID 10, o qual é responsável por determinar e classificar doenças, assim como sintomas, queixas, causas externas, sinais, aspectos anormais e circunstâncias sociais para doenças ou ferimentos.
Publicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a CID 10 é usada constantemente na rotina médica dos profissionais da saúde. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, diz que a CID é um produto do qual a OMS realmente se orgulha: “Ela nos permite entender muito sobre o que faz as pessoas adoecerem e morrerem e agir para evitar sofrimento e salvar vidas.”
Qual o significado da CID 10 e sua importância?
A CID (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) é uma lista publicada pela OMS e revisada periodicamente, com o objetivo de sempre otimizar e entregar mais inovações.
Seu principal objetivo é criar uma codificação padrão para as doenças. Por estar em sua décima versão, publicada em 1992, atualmente os médicos utilizam a sigla CID seguida do número dez (CID 10) para se referir a essa classificação.
A CID 10 é formada por uma letra, seguida por três números. O código desenvolvido permite a identificação de todas as doenças conhecidas, bem como de sintomas, queixas de pacientes, aspectos fisiológicos anormais, entre outros.
Objetivos da CID
A Classificação Internacional de Doenças possibilita a padronização na nomenclatura das enfermidades, permitindo uma comunicação efetiva entre profissionais de saúde.
Isso ajuda a evitar ambiguidades, que poderiam ser prejudiciais ao paciente, por exemplo.
Essa padronização permite uma comunicação mais clara e eficiente com órgãos governamentais, como a Previdência Social, que concede benefícios como o auxílio doença em função de algumas enfermidades.
O médico também pode usar a CID 10 para encobrir o nome específico da doença a pedido do paciente, por exemplo, com o objetivo de evitar situações desconfortáveis ou até mesmo discriminação.
Além disso, o nome de uma doença pode mudar de um país para outro, de acordo com o idioma, o que pode causar confusão na hora da tradução. Assim, a CID evita mais esse inconveniente.
Utilização em atestados
Um atestado médico sem CID pode ser recusado? De acordo com a resolução 1658/2002 do CFM, a CID só deve estar no documento caso o paciente tenha autorizado, e essa autorização deve estar contida expressamente no atestado. Portanto, em atestados médicos não é obrigatório que o código da CID 10 esteja presente.
CID em guias médicas e procedimentos de reembolso
Desde 2007 a resolução nº 1.819 do CFM (Conselho Federal de Medicina), determina que a CID não deve ser utilizada em guias para procedimentos médicos, assim como não é permitida a identificação do diagnóstico no atestado.
A resolução estabelece que devido ao direito inalienável ao sigilo da relação médico e paciente, o convênio médico não pode exigir que a CID seja especificada em guias médicas e procedimentos de reembolso.
Uso da CID 10 em pesquisas
Por facilitar a identificação de doenças, o uso da CID torna mais fácil a realização de pesquisas sobre a incidência de determinado problema de saúde em um local, ou em um grupo específico de pessoas.
Por meio dela, é possível ser mais preciso em calcular a taxa de morbidade – quantidade proporcional de pessoas que desenvolvem uma enfermidade em uma determinada população – ou mesmo a taxa de mortalidade referente a uma doença.
O levantamento estatístico é importante, tanto para identificar fatores externos que contribuem para o surgimento de epidemias e endemias, quanto para orientar governos e entidades a tomarem medidas educativas, preventivas e de combate, direcionadas a determinadas doenças com maior incidência.
Os códigos da CID 10 e suas classificações
Cada capítulo da CID 10 descreve um grupo de doenças semelhantes, ou causadas pelo mesmo fator.
Dessa forma, os códigos podem ser usados de forma mais eficiente e intuitiva, por conta da lógica usada para desenvolver e classificar as enfermidades....”
O blog.iclinic é destinado a profissionais da área de saúde para os quais presta relevantes serviços por meio de matérias especializadas, e-Books, planilhas, dicas e guias exclusivos.
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Depois desse aprendizado sobre o CID, só nos resta voltar ao caso Cid e desejar:

VADE RETRO ESCAVADEIRA!


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Jorge Fernando B Serrão

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Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Fevereiro de 2020.

Fuzarca



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Não estamos tendo um verão escaldante. Ninguém vai virar torresmo.

De minha parte, procuro a esmo a perdida arca.

Nela estão escondidas antigas esperanças e falhadas ilusões.

Arcamos todos nós com as consequências de termos abandonado a Política que foi, então, tomada pela sarjeta.

O Carnaval irá acabar, cedo ou tarde, por ter perdido sua razão de ser.

Era uma festa permissiva nos tempos de uma sociedade rígida.

Hoje a família está desagregada, a linguagem corrompida e a vergonha na cara desapareceu.

Há uma clara aposta da rede globosta para viabilizar a volta da corrupção e do caos social.

Os antigos oligarcas e magnatas da grande mídia “vendida”, usando uma expressão do famoso futebolista, “esqueceram de combinar com os russos”.

Ruços estamos todos nós. Maltratados por políticos tarados por mais de trinta e cinco anos, temos hoje enormes estragos no tecido social. Nossa arma  é a internet.

Sobrou uma geração de analfabetos funcionais, uma casta de servidores públicos arrogantes e prevaricadores e excrementos de um defunto insepulto: a classe política que investe contra os opositores com uma retroescavadeira.

Em outros tempos, um senador matou outro por engano dentro do plenário.

Ficou por isso mesmo. Tem idiota que acha “estarem funcionando as instituições”. “Foda-se”, como disse o ilustre general, é pouco.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Reforma Única



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Na folia de carnaval ou Brasil embrenha pelo caminho de uma dezena de reformas. Já começamos com a previdenciária, agora virão tributária e administrativa. Perguntamos: tudo isso é necessário ou supérfluo?

Bastaria única reforma do Estado pois que a Federação exauriu se e não tem mais capacidade de se manter. Assim, sob nossa ótica como já fizeram algumas Nações vizinhas teríamos que reduzir o peso do Estado e proporcionalmente da Federação.
E para tanto cortar o número de deputados, de senadores, de empresas públicas, sociedades de economia mista, mais ainda diminuir o número de estados e municípios e com isso em menos de 5 anos, segundo dados estatísticos, alcançaríamos uma enorme superavit nas contas em torno de 300 bilhões de reais.

Com isso se pretende destacar que todas as reformas são meramente paliativas e que serão necessárias tantas outras para manter o paquidérmico Estado brasileiro improdutivo e carregado de servidores em todos os escalões. A empresa privada corrompeu o Estado, e a contaminação espalhou seus efeitos mundo afora.

Hoje as reformas previdenciárias estaduais se constituem verdadeiro absurdo em detrimento de direitos e garantias não de corporações mas à luz da constituição federal. Governadores e Prefeitos mentem deslavada e desabridamente que as contas estão ruídas e sem recursos para pagar servidores e fornecedores mas concedem em sigilo bilhões renúncias fiscais.

A quem pretendem enganar? Ao leigo ao desavisado ou a todos ao mesmo tempo o que não se admite? E o rolo compressor ofusca a verdadeira intenção de tudo privatizar e tornar o servidor público o bode expiatório de toda as mazelas, falcatruas e incompetências.

Como um estado que arrecada trilhões ao longo do ano, como a União pode quebrar se batemos recordes de impostos e nossa carga é maior que dos EUA, França e Alemanha. Algo está muito errado, a dogmática da conversa para persuadir e fazer com que a mídia se levante é leviana.

Não há espírito corporativo mas de seguidores fieis do texto constitucional. Pretendem acabar com todas as classes de servidores a pretexto do rombo que criaram e obras fantasmagóricas que se iniciam e nunca terminam.
Essa distorção maquiavélica fará com que tenhamos milhares de aposentadorias e à exemplo da seguridade social as demandas da sociedade ficarão represadas, como saúde, educação, transporte e tantos outros serviços.

Única e exclusivamente pela razão mentirosa e pérfida da quebra do Estado que é a própria mão aberta para os grandes grupos empresariais e misérias com migalhas para os excluídos do tecido social.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A Privataria Bolsonariana?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Tudo leva a crer que os militares que se instalaram no governo com a vitória de Jair Bolsonaro, em outubro de 2018, estariam mais ajudando a desfazer toda a  grandiosa obra deixada pelos seus antigos  “colegas” de farda, protagonistas da “intervenção” de 1964, durante os  seus 5 (cinco) governos consecutivos, de 1964 a 1985, ou seja, de  Castello Branco, Costa e Silva, Garrastazú Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo.

Quem se der ao trabalho de examinar com minúcias a “obra” do atual governo, durante os seus 14 primeiros meses de trabalhos, certamente vai ser forçado a concluir que o  “modelo” de gestão desse governo se aproxima muito mais das “obras”, ou “desmanches” dos governos que se sucederam aos militares, ou seja, os de José Sarney, Fernando Collor/Itamar Franco, FHC, Lula  da Silva, e Dilma Rousseff/José Temer, que “mandaram” de 1985 a 2018, do que propriamente dos  governos dos militares, de 1964 a 1985.

Adotando a forma “política “de governar idêntica a que  funcionou de 1985 a 2018, e apesar do aproveitamento de  quase “metade” do generalato para compor o novo  governo, ao invés de optar pela forma “militar ” de governar, como funcionou  de 1964 a 1985, o governo de Jair Bolsonaro acabou ficando totalmente refém, “amarrado”, e mesmo “boicotado”, no sentido de  bem governar,  pelos outros Dois Poderes Constitucionais (Legislativo  e Judiciário/STF), ambos norteados por um combate sem tréguas  e radical ao governo, que certamente assumiu bem intencionado.

Enquanto os militares governantes do Regime Militar tinham a energia e a “autoridade” necessárias  para fazer um bom governo, com essa atitude dotando o  país de uma infraestrutura de obras públicas em nível compatível   com a dos países mais desenvolvidos do mundo, os que tomaram posse em janeiro de 2019, com a vitória de Bolsonaro, mostraram-se absolutamente “frouxos” e “políticos” demais  para superar o boicote dos seus adversários .
Isso tudo resultou numa inversão de valores de tal dimensão que conseguiram construir uma realidade na qual  os bandidos andam soltos pelas ruas  e o governo “preso”.

A grande bandeira dos governos do PT, por exemplo, foi sempre o progresso “social” das classes menos favorecidas, quando tudo não passou de uma descarada mentira, com manipulação de índices sociais enganosos. Os governos militares fizeram muito mais pelos pobres do que os mentirosos da esquerda, que só conseguiram  “progresso social” para  si mesmos, enchendo as suas “burras” com dinheiro roubado do erário, portanto, do povo.

Mas será que o Brasil se livrou mesmo da corrupção que era rotina política de 1985 a 2018?

Além dos inúmeros focos de corrupção apontados pelas diversas operações da Polícia e Ministério Público Federais, que segundo alguns garantem, teria desviado do erário a exorbitante quantia de 10 trilhões de reais, ”só” de 2003 a 2016, acabaram escapando “ilesas” dessas operações as inúmeras  PRIVATIZAÇÕES, que marcaram  forte  os Governos de FHC, de 1995 a 2003, e continuaram muito ativas com o PT/MDB, de 2003 a 2018, onde chegaram a privatizar a exploração dos maiores aeroportos  do país por valores verdadeiramente “simbólicos”, ”vergonhosos”, tamanhas as suas subavaliações.
Imprescindível é sublinhar que mediante as “privatizações”, onde também “rolou” muita  corrupção, ninguém chegou a ser apontado ou responsabilizado  pelas autoridades competentes. Tudo passou em “brancas nuvens”.

Como em geral as pessoas não estão capacitadas para  avaliar o patrimônio público nas  estatais,ou seja, os “ativos” envolvidos, os órgão públicos  “interessados” nas privatizações, muito espertamente, após colherem as autorizações necessárias do Poder Legislativo, dentro da conhecida ”filosofia”  do “toma lá-dá-cá”, contratam e “encomendam” determinadas  “avaliações”, que  acabam  apontando valores muito inferiores ao real, conforme o “encomendado”, subtraindo desse valor  ainda mais  um “desconto” adicional, que na verdade nem deverá ser levado em consideração pelos licitantes, só servindo para o “teatro” de aparentar  o pagamento de um “ágio”, ou seja, de um “plus” acrescido ao valor mínimo do bem licitado, restando  oportunidade  ao respectivo órgão público de ,cinicamente, festejar e “soltar foguetes” pela “vantagem” relativa ao “ágio” recebido.                                                    

Esse “teatrinho” é generalizado , em todas as privatizações, sem qualquer exceção. Sempre  tem um “plus” pago sobre o preço mínimo ,mas que não é nenhum “plus” de verdade, e sim um engodo “público”. Esses “cretinos” percebem que irão agradar os seus desavisados  eleitores por venderem algum bem público “acima” do valor.

Em vista da disposição do Governo Bolsonaro, através do trabalho do seu poderoso Ministro  da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, estar “trabalhando” para privatizar o que ainda resta de empresas da Administração Indireta da União, que certamente vai superar o “volume”,a “soma”, de todas as outras realizadas anteriormente, nos Governos de FHC e do PT/MDB, o Amaury Ribeiro Jr, autor de “Privataria Tucana”, poderá deixar o gatilho preparado para um  novo livro sobre “privataria”, aproveitando o anterior como “esboço”, só  trocando os nomes dos personagens e das empresas.                                                                              

Os poderosos  chineses, que acabaram se tornando os novos “imperialistas” mundiais, e que já compraram grande parte da África, vêm aí “embalados” para adquirir  as empresas brasileiras privatizandas, as quais poderão ser adquiridas  com “meia dúzia” dos seus “yuans” (supervalorizados).

O povo brasileiro, por sua maioria, politicamente “idiotizada” ,nem vai se importar, e até irá aplaudir essa “entrega”, uma vez que até hoje não teve garra, nem pulso, nem coragem ,para construir uma nação forte e independente, tendo vivido quase toda a sua história como verdadeiro   escravo dos  políticos , uma escória disfarçada de “democrata”, e  também de diversas potências estrangeiras. E todos os políticos e partidos de oposição  ao Governo Bolsonaro não terão qualquer moral para  contestar  ou  contrariar as privatizações porvindouras, simplesmente porque no passado  fizeram a mesma coisa.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Il Sorpasso



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Também vivemos no Brasil de hoje uma comédia dramática.

Um bando de ladrões e/ou traidores tentam chantagear um governo legitimamente eleito. Em seu afã de ultrapassar o resultado das urnas, escolheram o momento errado. Há uma jamanta marca EB vindo no sentido contrário.

Em breve as frangas estarão em frangalhos.

Um bota fogo no gasogênio mas sem êxito.

Outro, movido a álcool deslumbrado, não conseguirá retroceder. Exclama: “Bato a ré !” e necas de pitibiribas. Seu calhambeque não consegue sair de cima dos trilhos em que passará o trem blindado.

O desastre será maior que colisão de navio com caminhão de porcos.

De lei só conhece o leitão.

Abusa e “avua” com quem senta a púa.

Sejamos justos. As honras da armações frustradas são de Cesar. O rebento só desmaia.

A corrente tem a força do seu mais fraco elo; no caso, um pé de chinelo.

Cosseno seria um conceito chileno?

Ou sairá pela tangente?

Lhama ou alpaca que o progresso empaca?

Ou seria um guanaco que só vive enchendo o saco?
Il Sorpasso – Aquele Que Sabe Viver
1962 ‧ Drama/Filme de estrada ‧ 1h 48m

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Nota da redação do Alerta Total. Prestamos homenagem ao resiliente Carlos Maurício Mantiqueira pela publicação de seu artigo número 2000em nosso blog. Que o Manti continue nos brindando com sua erudição e ironia fina por infinitas edições. Como tem de ser...





Deus me livre de apoiar Jair Bolsonaro em passeata no dia 15 de março


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Meu nome foi parar num dos jornais mais vagabundos e corruptos do Brasil (que apoiava o PT) quando fui preso pelo “crime inafiançável de porte de arma com licença vencida”. Fui acusado de bater em médica dentro de UTI, de "não examinar pacientes" e de "copiar evoluções", de ser “racista”...vi amigos serem PRESOS acusados de fraudar ponto em Santa Catarina...Avisei que o PT traria médicos cubanos ao Brasil em 2013!

Tive minha profissional devastada por vagabundos petistas fui chamado de “louco” por colegas de profissão. O próprio comandante do Exército, o “Vida Boa”, disse que gente como eu era “louca” de pedir Intervenção Militar...

Depois vi Jair Bolsonaro levar para dentro do Ministério da Saúde alguns marginais que ajudaram o PT a fazer isso comigo. Vi mais: vi o Ministério da Saúde do "Mito" chamar os cubanos de volta para atender no SUS sem "Revalida" nenhum! 

Agora que a Quadrilha do Congresso Nacional quer derrubar Bolsonaro, tem gente me convidando para “ir para rua” defender o cara?? 

Isso me lembra aquele americano conversando com outro em 1980 - “enquanto eu estava dentro de um buraco no Vietnam vocês, seus desgraçados, tomavam LSD e transavam com todo mundo em San Francisco, em 1968, chamando caras como eu de "assassinos de crianças"! Eu prefiro os próprios vietnamitas a vocês – Vocês estão abaixo dos comunistas do Vietnam!

E assim digo eu – Deus me livre de estar ao lado de quem vai apoiar Bolsonaro em 15 de março. Os próprios Vagabundos Petistas, pederastas, ladrões, pedófilos e traficantes do PC do B e do PSOL são mais confiáveis do que vocês! Vocês estão abaixo deles!

Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Ecos do #Helenão contra o #Elenão


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Toda pessoa de bem e bom senso sabe que é recomendável respeitar a independência, prevista nas Constituição, dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Em um regime democrático normal – não é o caso brasileiro, no qual os poderes são usurpados pelo Crime Institucionalizado -, os poderes devem se respeitar em decisões baseadas em livres votações. Por isso, ganhou tanta relevância política o desabafo do General Augusto Heleno, advertindo que não dá mais para tolerar os abusos da classe política.

O “#Helenão contra a turma do #Elenão” apenas ecoou, nas redes sociais e alhures, a insatisfação profunda da maioria do povo brasileiro contra os políticos. Acontece que a bronca também se estende ao Judiciário, e suas decisões esquisitas que geram flagrante insegurança jurídica. Só não é recomendável que se embarque na narrativa absolutamente mentirosa de que foi criado um clima para um “golpe militar”. No entanto, os Generais (tendo Heleno como porta-voz) deixam claro que não vão assistir passivos às armações ilegítimas, e às vezes ilegais, contra o Poder Executivo. É como tem de ser...

O momento é de pragmatismo. Precisamos aproveitar a indignação popular que beira à revolta para apresentarmos a solução democrática para o problema brasileiro da falta de representatividade Política. Temos de aumentar a pressão para que o País promova a Reforma Política com o indispensável e inadiável Voto Distrital. Temos de eleger vereadores, deputados (estaduais e federais), senadores, prefeitos, governadores e um Presidente e o Vice que sejam legítimos representantes do povo, a partir da realidade local e regional. A solução não é mágica, mas, de imediato, vai melhorar a situação insustentável e insuportável da esclerosada e corrupta Nova República que vigora sob a égide da Constituição-Vilã de 1988 – que tem de ser reescrita. Reformar não basta...

O presidente Bolsonaro deve pensar, seriamente, em liderar o processo de Reforma Política. As outras reformas terão pouco efeito real senão forem precedidas pela que mexe com o processo de escolha dos representantes e redesenho dos partidos políticos – que não podem ser cartórios financiados com dinheiro público. Isto é indecente, pois torna as agremiações políticas dependentes das veleidades estatais (palavra bonita!). Assim, Bolsonaro não pode ficar refém da politicagem que mais pensa nos próprios “negócios” e “vaidades” do que no interesse público.
Basta de chantagem! Já passou da hora de reagir com sabedoria e estratégia. 

Bolsonaro e seus Generais têm de focar na Reforma Política, popularizando a defesa do Voto Distrital e mobilizando as pessoas para que pressionem os políticos que elegeram nesta direção e sentido. Reforma Política, já!

O flamenguista “#Helenão” fez o Governo Bolsonaro subir de patamar... Só porque expôs a verdade... A turma do #Elenão se deportou para a Sibéria do mais estúpido radicalismo esquerdopata... Faz parte...  

Ecos do senso comum


O ator Ivanildo Gomes Nogueira, que interpreta o personagem Batoré, fez uma pesada manifestação nas redes sociais, para ecoar a imensa insatisfação popular contra os políticos do Congresso Nacional e os Magistrados da alta cúpula. Pode-se não concordar com o conteúdo da parte mais radical do discurso dele, mas a essência apenas reproduz o senso comum da maioria dos brasileiros. As pessoas estão desesperadas... Entendeu por que o clone do Batoré no Senado e o Nhonhô Botafogo ficaram tão pts da vida com as declarações do #Helenão?

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Jorge Fernando B Serrão

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Fevereiro de 2020.

Ou vai ou racha



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O cão egresso está sendo conduzido por uma dupla caipira: Bolão e Bolo Fofo.

Seguindo a máxima de que “Pretensão e água benta, cada um se serve de quanto quer” ambos, após fartas abluções com a dita cuja, se “acham”.

Acostumados, desde tenra idade, a fazer birra e dar gritinhos de contrariedade, agora estão no mato sem cachorro.

Seus interlocutores não têm medo de cara feia e nem rabo preso.

Os idiotas e os traidores que tentaram em 2.019 botar o Mito nas cordas, agora se borram de medo de terem ultrapassado o point of no return.

Mais um passo em falso, tornar-se-ão seguradores da brocha sem escada.

Por ironia são melhores. por menos aquinhoados intelectualmente, que seus antecessores. Suas atitudes são previsíveis e com menor poder destrutivo.

Cagada de mestre fez um tal de Chiquinho ao receber o cara que um dia é réu e noutro, réia.

Com sua proverbial humildade, o argentino está destruindo uma instituição com mais de dois mil anos de existência.

Papa capim, papanatas ou papateta, os três epítetos servem ao vigarista de Roma.

Em breve a Itália libertar-se-á do jugo de Bruxelas e das bruxas em sua cúpula.

Rezemos por continuar vivos e ver o desfecho dessa ópera bufa.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

“Foda-se”: a verdade sobre a verdade aqui no Brasil


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

O Brasil, isso nós já o sabemos bem, é um país em que não se pode, em hipótese alguma, dizer a verdade. O Brasil é um jogo, “isso aqui é apenas um jogo” como diz chorando qualquer um dos pobres diabos sem autoestima que participam do BBB20 e que são capazes de gerar no telespectador a famosa “vergonha alheia”.

Apesar de tudo ser apenas um jogo, um jogo em que não se pode dizer a verdade em hipótese alguma, ainda assim a verdade emerge com uma violência inaudita, com uma explosão de espontaneidade, de imprevisibilidade e de sinceridade que choca qualquer um que se confronte com ela.

Sobre o choque, sobre a catarse coletiva, sobre a convulsão social provocada num país de 200 milhões de “brothers” que estão no BBB 20 (o programa mais importante da televisão brasileira) cabe dizer antes de tudo o seguinte:

O trauma, a apoteose provocada pela “revelação” pública de alguma verdade que alguém deixou escapar (e normalmente em nome da “democracia” e da “governabilidade” se arrependeu) é diretamente proporcional ao grau de ocultação, de repressão da verdade que já sabemos por nós mesmos.

Ontem, um General de Exército da Reserva que ocupa eu sei lá qual cargo dentro do Governo Bolsonaro, disse que “nós não podemos aceitar esses caras (o Congresso Nacional) chantagearem a gente (o Brasil) o tempo todo. Foda-se"

O tal General disse isso por causa de uma soma de trinta bilhões de reais cujo controle está sendo disputado entre o Executivo e o Congresso Nacional.

A declaração do sujeito, aparentemente gravada sem ele saber e muito menos desejar que fosse levada à imprensa, causou uma onda de “fúria democrática” nos nematelmintos de sempre – nos mesmos vermes tradicionais que, dentro do Congresso, da Justiça e da Imprensa, comandam a “casa mais vigiada do Brasil” - a nossa consciência.

A nossa consciência pode até (e não precisa ser “lá no fundo”, não, pode ser à “flor da pele”, mesmo) saber o que é verdade, mas dizer? Aí já é demais! Aí não dá! Aí é um ataque à Democracia e às Instituições que “bem ou mal ainda estão funcionando”.

Deus me livre de dize a “verdade” no Brasil! Deus me livre de dizer que o Congresso Nacional INTEIRO é uma Organização Criminosa formada por putas, pederastas, analfabetos, esquizofrênicos, estelionatários, traficantes e ladrões de todos os tipos que deveria ser fechada com a força dos tanques.

Deus me livre de dizer que toda política de saúde pública no Brasil continua sob comando de Vagabundos do PT, PSOL e PC do B que o próprio Bolsonaro deixou dentro do Governo!

Deus me livre de dizer que as reitorias das Universidades Federais deveriam ser comandadas por militares e que a CNBB é uma organização fantoche do PT e do Cheguepapa que recebeu Lula em Roma!

Sei lá, seja lá qual for a verdade, uma coisa sobre a verdade é verdadeira aqui no Brasil – não se pode dizer a verdade e ponto final!

SE a verdade vier à tona, se escapar alguma palavra verdadeira de alguém em algum cargo importante, é necessário passar logo o pano quente, dar aguinha com açúcar e dizer que “esta imprensa não se cansa de tentar derrubar o Governo”.

Se a verdade alguma vez dá as caras, se alguém acidentalmente diz a verdade, deve ser alguém com problemas psiquiátricos! Não é normal alguém dizer a verdade sobre qualquer coisa neste inferno.

Um médico que diga a verdade sobre o Hospital do SUS, um policial que diga a verdade sobre as condições de trabalho ou um professor que insista que um aluno não tem condições de ser aprovado precisam todos ser chamados no “confessionário” conhecido no Serviço Público como “licença saúde” para que um retardado mental a serviço da Globo ou da Prefeitura Local diga que a “direção do programa” resolveu lhe aplicar uma advertência por brigar demais ou por tentar comer alguém demais – mentir demais é normal sempre!

A verdade no Brasil é esse fantasma, esse bicho papão, essa criatura da escuridão que volta e meia retorna para lembrar que isso não é um país; é um eterno Big Brother Brasil sem vencedor algum onde falar em “Democracia” e “Instituições” já não é nem mais ingenuidade – é puro cinismo e covardia.

É o mesmo cinismo de sempre que vai agora fazer o Exército inteiro ficar quietinho ou até mesmo pedir para que o colega da Reserva que “fez cagada” venha a público dizer que “não foi bem isso que ele queria dizer”.

É o mesmo cinismo que vai fazer “Botafogo”, “Amante”, “Solução”, “Avião”, "Submarino" ou outro MARGINAL qualquer pedirem para que o General seja convocado para depor no Congresso…

É a mesma hipocrisia dos meus "coleguinhas queridos" de profissão muitos dos quais diziam, em 2014, que “eu tinha razão em tudo que estava escrevendo”, mas que o problema “era o meu jeito de ser com as pessoas..”

Mas enfim...chega de escrever. Já escrevi bastante. Foda-se! Hoje à noite tem BBB20 e eu não posso perder de jeito nenhum.

No fundo, no fundo (aí sim: lá no fundo mesmo) é ali que se define o futuro de uma nação de 200 milhões de brothers, de 200 milhões de imbecis, de 200 milhões de membros da “galera” - esse navio tocado pelos escravos da corrupção que sempre fomos, somos e seremos….todos nós.

Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.