sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Lula chama Renan de “cafajeste” por ameaçá-lo e não cumprir acordo de largar a presidência do Senado

Edição de Sexta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

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Por Jorge Serrão

O presidente da República perdeu completamente a paciência no último encontro que teve com o inocente presidente do Senado. Lula da Silva chamou Renan Calheiros de “cafajeste”. O xingado pensou em reagir, mas nem teve como. Tudo porque Renan descumpriu completamente o acordo firmado com o Palácio do Planalto antes da salvadora votação secreta do dia 12 de setembro. Como a cúpula do governo temia, Renan se salvou e desistiu de renunciar à presidência do Senado, como prometera.

Agora, Lula quer a cabeça de Renan. Enfraquecido e sob pressão, Renan cobra (com ameaças de bastidores) o apoio do PT para se manter no comando do Senado. Um dos mais revoltados com Renan é o senador Aloísio Mercadante. O filho do general Oliva se sente o mais desgastado pela traição de Renan Calheiros. Mercadante se viu obrigado a declarar sua abstinência de voto – o que pegou mal para ele perante a opinião pública. Agora, o cerco a Renan tende a se apertar.

A Mesa Diretora do Senado decidiu ontem, por unanimidade, encaminhar ao Conselho de Ética a quarta denúncia do PSOL contra Renan. Desta vez, será apurada a acusação de Bruno Miranda Ribeiro, ex-marido de uma funcionária do gabinete do senador. Segundo Ribeiro, Renan estaria envolvido em esquema de cobrança de propina em ministérios controlados pelo PMDB. O dinheiro seria distribuído por Luiz Garcia Coelho, amigo do senador e ex-sogro de Ribeiro.

Santa Inocência

Renan finge tranqüilidade. Jura não se importar com a decisão da Mesa e solta as cínicas declarações de sempre:

"Com a quarta, com a quinta, com a sexta (representação), eu sou inocente".

Tendo uma base amaestrada para salvá-lo, sua Inocência nem precisa de julgamento...

Quedinha

O caso Renan Calheiros e a prorrogação da CPMF afetaram levemente a avaliação positiva do governo Lula, segundo pesquisa CNI/Ibope.

A avaliação ótima ou boa passou para 48%, diante dos 50% em junho.

A avaliação ruim ou péssima ficou em 18%, em comparação com os 16% da pesquisa anterior.

A queda na popularidade foi um dos motivos do destempero verbal de Lula com Renan.

Novo alvo

Renan Calheiros terá mais um coleguinha em seu clube dos candidatos a cassação.

O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) será mesmo denunciado pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, como mentor e beneficiário do mensalão mineiro.

Assim foi batizado o esquema de arrecadação ilegal, usado na eleição estadual de 1998, e que também contou com a ajuda operacional do publicitário carequinha Marcos Valério.

O Mensalão Mineiro será mesmo uma dor de cabeça para a cúpula tucana, e com todo o apoio do Palácio do Planalto, que pretende desviar a atenção para o mensalão petista.

Preço do acordo

O líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), apresentou quatro requerimentos de convocação de ministros para explicarem as informações de barganha na votação da CPMF.

O governo Lula é pressionado por deputados aliados para cumprir depressa o que prometera.

O Executivo tem uma semana para liberar emendas parlamentares e nomear os indicados dos políticos para cargos em ministérios, estatais e órgãos públicos.

Lula solta tudo

Em três dias, o Planalto liberou R$ 68,8 milhões em emendas parlamentares.

A bancada do PMDB ameaça abertamente se rebelar devido às dificuldades para emplacar seu indicado à diretoria internacional da Petrobrás.

As diretorias do Banco do Nordeste (BNB) e da Companhia Docas de São Paulo, que administra o Porto de Santos, já foram trocadas esta semana.

Cargos na Petrobras também foram negociados com políticos, acirrando-se a disputa entre PT, PMDB e PP por postos na diretoria.

O povo contra

Pelo menos 54% dos brasileiros querem o fim imediato da CPMF.

Outros 12% defendem que o imposto seja reduzido gradativamente até sua extinção.

Eis o resultado de uma recente pesquisa do Ibope.

Mentira da CPMF

Levantamento realizado pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da União (Unafisco) mostra que 18% dos R$ 185,9 bilhões arrecadados com a CPMF, entre 1997 e 2006, nunca foram gastos pelo governo.

Esse dinheiro - cerca de R$ 33 bilhões, em valores históricos, sem correção - foi utilizado para fazer o chamado superávit primário.

A alegada economia de recursos, teoricamente, serviria para pagar juros da dívida pública.

Mas, às vezes, a grana fica apenas “parada” no caixa do Tesouro, devidamente aplicada em algum grande banco internacional, e a dívida pública trilionária só cresce a cada dia que passa...

Recorde de impostura

O governo já arrecadou, de janeiro a agosto deste ano, com a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira R$ 23 bilhões e 700 milhões de reais.

O valor arrecadado com a CPMF foi recorde, cresceu no período 11,19%, descontada a inflação medida pelo IPCA.

Só em agosto, a CPMF rendeu R$ 2 bilhões 988 milhões de reais.

Foi apresentando um crescimento real de 10,48% sobre o mesmo mês do ano passado e uma queda real de 7,11% sobre o arrecadado em julho com essa contribuição.

A expectativa do governo é arrecadar este ano R$ 36 bilhões com a CPMF.

Impostura fiscal

A Super Receita Federal tem a cara de pau de comemorar que a arrecadação de impostos e contribuições federais em agosto somou R$ 48 bilhões e 653 milhões de reais.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a arrecadação de impostos e contribuições somou R$ 381 bilhões e 487 milhões de reais.

Houve um crescimento real (pelo IPCA) de 10,71% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em agosto, o montante teve um crescimento real (pelo IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 13,36% em relação a agosto de 2006 e uma queda 3,92% ante julho.

Laranja de Lula?

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, acusou ontem o Congresso brasileiro de atrasar a decisão sobre o ingresso de seu país no Mercosul por submissão aos interesses dos Estados Unidos.

"Estou seguro de que é a mão do império, a mão norte-americana"

Ao desembarcar em Manaus para encontro com o presidente Lula, Chávez afirmou que não vai se "arrastar" e pretende esperar "até um limite digno" por uma definição dos parlamentares brasileiros.

Crítica velha

O ataque de Chávez foi o segundo ao Congresso brasileiro em três meses.

Em junho, ele disse que os parlamentares do Brasil "repetem como um papagaio" o que os congressistas dos EUA dizem em relação à Venezuela.

Chávez alega que seu país cumpriu todos os requisitos técnicos para a adesão ao Mercosul e afirma que o aumento das exportações brasileiras para a Venezuela foi resultado de "vontade política".

Conversa visível

Em declaração à imprensa, após encontro com o presidente Hugo Chávez, Lula da Silva contou a estorinha de sempre:

"Brasil e Venezuela ratificaram aqui os compromissos que tínhamos assumido há tempos atrás. Por problemas técnicos, nossos acordos andam mais devagar do que aquilo que Chávez e eu esperamos. Para nós, é extremamente significativa a parceria da construção de duas empresas mistas, uma no Brasil e outra na Venezuela, entre PDVSA e Petrobras. Com a construção desta parceria, estamos mostrando que é possível resolver os problemas energéticos dos países da América do Sul, que tem problemas energéticos e tem carências de petróleo, de gás".

Integrantes dos dois governos voltarão a se reunir em dezembro, em Caracas, para assinar acordos na área energética.

O projeto das refinarias de petróleo Carabobo 1 e Abreu e Lima, o gasoduto do Sul e a produção de etanol foram temas da conversa dos presidentes dos dois países, que incluiu ainda comércio bilateral, cooperação técnica e Banco do Sul.

Conversa invisível

"Iremos fazer todo o esforço para que Brasil e Venezuela possam se tornar cada vez mais países integrados. Temos mais coisas para fazer do que divergências para criar".

As palavras de Lula escondem outro compromisso, este não revelado abertamente, entre os dois companheiros do Foro de São Paulo (grupo que mistura no mesmo balaio partidos de esquerda e grupos narcoterroristas revolucionários na América do Sul e Caribe).

A Agência espanhola EFE revelou que Lula ofereceria o território brasileiro, como terreno diplomático, para uma reunião entre Hugo Chávez e o líder das FARC (as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Manuel Marulanda.

Adiamento

O governo adiou os leilões de licitação para construção das hidrelétricas do Rio Madeira, as maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento.

A licitação de Santo Antônio passou de 30 de outubro para 22 de novembro.

A de Jirau foi transferida do início do ano que vem para 30 de junho de 2008.

Come to de Box you too

A Caixa Econômica Federal abre, segunda-feira, seu primeiro escritório nos Estados Unidos.

Os próximos passos da CEF são o início das operações de ACC.

Mas o grande alvo da Caixa é o crédito imobiliário para imigrantes.

Inimigo da Dilma

O professor Ildo Sauer, da USP, está quase perdendo seu poderoso cargo de diretor de Gás e Energia da Petrobras.

Quem pede a cabeça dele é Dilma Rousseff.

A ministra Superpoderosa quer colocar no lugar dele uma pessoa de sua confiança:

Maria das Graças Foster, que cederá a presidência da BR Distribuidora a José Eduardo Dutra.

Tudo certo

Dilma Rousseff reclamou ontem que o relatório divulgado ontem pelo Tribunal de Contas da União que aponta irregularidades em obras públicas é "inconsistente".

A ministra disse que o governo tomará todas as providências para resolver pendências.

Mas ressaltou que algumas das obras que constam no relatório do tribunal já foram regularizadas."O que achamos inconsistente é que (informações sobre) algumas obras selecionadas estão sendo enviadas. Havia da nossa parte uma abertura no sentido de esclarecer isso".

Pobrema de nomenclatura

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, fez duras críticas ao TCU.

Entre as obras que constam como irregulares no relatório do tribunal está a transposição do Rio São Francisco, de responsabilidade da pasta de Lima.

"Como ministro de Estado eu recomendo ao TCU que seja um pouco mais cauteloso quanto à nomenclatura. Quando usa irregularidades parece desvio de recursos e corrupção, o que é muito grave".

Lima criticou a divulgação do relatório na véspera do balanço do PAC e jurou que nenhuma das obras de seu ministério está em situação irregular.

Mais ou menos verdes

Finlândia, Islândia e Noruega lideram a lista dos países mais "verdes" do planeta.

Eles dominam o ranking pela preocupação que têm com seu ambiente e pelo bem-estar de sua população.

O Brasil ocupa o 40º lugar, atrás de países como a Albânia e a Bósnia-Herzegovina.

A classificação foi realizada com 141 nações e publicada ontem pela revista "Reader's Digest".

A partir deste sábado, essas classificações, assim como os resultados detalhados e o conjunto de critérios utilizados, poderão ser consultados na internet (www.selectionclic.com).

Em busca da qualidade de vida

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que São Paulo se tornou o Estado que mais perde moradores.

Em 2006, o número de pessoas que deixaram São Paulo superou em 207.098 a quantidade de imigrantes que chegaram.

Já Santa Catarina é o Estado que mais atrai moradores.

A explicação para o êxodo paulista é a busca por melhor qualidade e vida.

Censura ou prevenção ao mau gosto

O ministro Antônio de Pádua Ribeiro, da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a proibição de veicular cenas que atentam contra a dignidade humana no programa do apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho.

O SBT e Ratinho apresentaram recurso especial alegando censura, mas acabaram derrotados.

A pedido do Ministério Público Federal, a Justiça de São Paulo impediu o "Jornal da Massa" de exibir cenas de confronto físico e de discussão entre os participantes do programa, assim como deficiências e deformidades física como atrações dos quadros.

Tanto a sentença do juiz estadual quanto o acórdão da 8ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP, que manteve a decisão de primeiro grau, rejeitaram o pedido de danos morais de R$ 35 mil que o Ministério Público pretendia aplicar, em conjunto, ao apresentador e ao SBT.

Conversa entre pessoas de bem

Diálogo (fictício, mas com ares de realidade) que circula no maravilhoso mundo sem censura da Internet entre um cliente de um banco e um bandido prestes a assaltá-lo (perdão pela redundância...):

- Alô? Quem tá falando?

- É o ladrão.

- Desculpe, eu não queria falar com o dono do banco.

Tem algum funcionário aí?

- Não, os funcionário tá tudo como refém.

- Eu entendo.

Trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil. Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?

- Impossível. Eles tá amordaçado.

- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?

- Claro que não, meu amigo. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar um assalto.

- Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...

- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero.

- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor. O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.

- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo.
Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligar pra Brasília.

- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.

- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um ssalto!

- Longe de mim. Que é um assalto, eu sei erfeitamente. Mas queria saber o número reciso. Seis por cento, sete por cento?

- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?

- Ah, já tava esperando. Vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?

- Não... Eu... Peraí, bacana, que hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.

(um minuto depois)

- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.

- Puxa, que incrível!

- Tu achava que era menos?

- Não, achava que era isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida,
consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço, pelo telefone, em menos de meia hora e sem ouvir Pour Elise.

- Quer saber? Fui com a tua cara.

Dei umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?

- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?

- Nadica. Tá acertado.

- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...

- Ih, sujou! (tiros, gritos) A polícia!

- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?

- (sinal de ocupado)

- Alô?... Droga! Maldito Estado. empre intervindo nas relações entre homens de bem!

Vida que segue...

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

8 comentários:

Anônimo disse...

Este xingamento do Lula contra o Renan, é "JOGADA ENSAIADA". É claro que muita água (leia-se, "grana") vai rolar para aprovarem a CPMF!!! CRETINOS!!!!

rico_fil disse...

Vagabundo faz trato com vagabundo e o resultado se faz uma tremenda vagabundagem o mal se destrói por si próprio

Anônimo disse...

Passeata FORA LULA - 29 de Setembro – 15:00 horas

A vaia continua ecoando e cada vez com mais força. A vaia contra o pior governo da história da República só vai acabar quando ele sair de cena.

Os brasileiros honestos que pagam impostos, trabalham e desejam um BRASIL melhor, não suportam mais ver o País indo cada vez mais para o fundo do poço.

Até quando você vai ficar quieto, enquanto a impunidade é cada dia maior, a corrupção é crônica, a justiça é ineficiente e o Presidente nada vê, nada sabe, nada faz.

Vaie, é direito seu! Dia 29 de setembro acontece a segunda passeata nacional em várias cidades brasileiras. Faça parte de um movimento cívico legítimo pelo bem do BRASIL.

Veja o local de sua cidade e compareça trazendo seus amigos e familiares.

Prepare faixas, cartazes, planfetos para distribuir, etc. e vamos mais uma vez para as ruas, vaiar e gritar: FORA LULA!

LOCAIS:

1) Belém/PA - Praça do Can;

2) Belo Horizonte/MG - Praça da Liberdade;

3) Brasília/DF - Pátio Brasil;

4) Curitiba/PR - Rua XV (em frente à Praça Osório);

5) Florianópolis/SC - Trapiche da Beira-Mar;

6) Joinville/SC - Praça Nereu Ramos;

7) Porto Alegre/RS - Esquina Democrática;

8) Rio de Janeiro/RJ - Forte do Leme;

9) São Paulo/SP - Paulista com Pamplona (Metrô Trianon/MASP);

10) Vitória/ES - Praça do Papa (em frente ao Palácio do Café).

INFORMAÇÕES:

Por e-mail < orgsp@grandevaia.org > ou no site < www.grandevaia.org

Anônimo disse...

Passeata FORA LULA - 29 de Setembro – 15:00 horas
.
A vaia continua ecoando e cada vez com mais força. A vaia contra o pior governo da história da República só vai acabar quando ele sair de cena.

Os brasileiros honestos que pagam impostos, trabalham e desejam um BRASIL melhor, não suportam mais ver o País indo cada vez mais para o fundo do poço.

Até quando você vai ficar quieto, enquanto a impunidade é cada dia maior, a corrupção é crônica, a justiça é ineficiente e o Presidente nada vê, nada sabe, nada faz.

Vaie, é direito seu! Dia 29 de setembro acontece a segunda passeata nacional em várias cidades brasileiras.

Faça parte de um movimento cívico legítimo pelo bem do BRASIL. Veja o local de sua cidade e compareça trazendo seus amigos e familiares. Prepare faixas, cartazes, planfetos para distribuir, etc. e vamos mais uma vez para as ruas, vaiar e gritar: FORA LULA!

LOCAIS:

1) Belém/PA - Praça do Can;

2) Belo Horizonte/MG - Praça da Liberdade;

3) Brasília/DF - Pátio Brasil;

4) Curitiba/PR - Rua XV (em frente à Praça Osório);

5) Florianópolis/SC - Trapiche da Beira-Mar;

6) Joinville/SC - Praça Nereu Ramos;

7) Porto Alegre/RS - Esquina Democrática;

8) Rio de Janeiro/RJ - Forte do Leme;

9) São Paulo/SP - Paulista com Pamplona (Metrô Trianon/MASP);

10) Vitória/ES - Praça do Papa (em frente ao Palácio do Café).

INFORMAÇÕES:

Por e-mail

orgsp@grandevaia.org


ou no site

http://www.movimentopelademocracia.org
.

Anônimo disse...

Jorge Serrão,

Será que ainda vamos ter a felicidade de ver um matando o outro e o outro matando o um???
Dizem que a esperança é a última que morre!

Anônimo disse...

Amanhã estarão tomando caipirinha, juntos, e morrendo de rir da gente,até o dia que derem para eles tomarem um drymartini da Marion. Ah, este dia ainda vai chegar!!!!

Anônimo disse...

UM BRASIL SEM DEFESA

http://infomix-cf.blogspot.com/2007/09/um-brasil-sem-defesa.html

O Ministro da Defesa Nelson Jobim fez mais uma. Pediu o cargo do Gen Ex Santa Rosa, Secretário de Política e Estratégia e Assuntos Internacionais (SPEAI) do MD. Corre entre o pessoal do Ministério que a situação pegou todos de surpresa. O articulista Lorenzo Carrasco, do site Alerta em Rede, já no dia 16/09, publicou artigo “A Batalha de Roraima”, no qual falava sobre o afastamento do General Santa Rosa usando verbos no pretérito perfeito. Para substituir Santa Rosa, Jobim designou o general ex Barros Moreira (aquele que convidou João Stédile para dar palestra na ESG), que assumirá oficialmente a função hoje, dia 19 de setembro.

As coisas estão meio estranhas no ministério da defesa. No último dia 6 de setembro, Jobim havia pedido o cargo do Gen Ex R1 Bini - Secretário de Estudos e Cooperação do MD – ao extinguir aquela Secretaria, para transformá-la na Secretaria de Aviação Civil (SAC) e colocar uma civil na função. Na verdade, como se sabe, a Anac não foi extinta e Jobim acabou indicando Solange Paiva Vieira para a presidência da agência - cargo que será disponibilizado pelo atual presidente, Milton Zuanazzi.

O motivo da exoneração do General Santa Rosa gira em torno de seu posicionamento contrário à livre e não fiscalizada atuação de Ong(s) estrangeiras na Amazônia e por discordar do emprego de tropas do Exército para colaborar com a Polícia Federal em mega operação para expulsar da reserva indígena Raposa da Serra do Sol, em Roraima, os irmãos brasileiros não-índios que vivem por lá – alguns deles descendentes de famílias que já viviam na região há mais de 50 anos. O General Santa Rosa justificava sua posição quanto ao perigo desta ação da PF, afirmando que haveria sérios riscos de uma reação armada por parte dos moradores daquela região caso a operação se realizasse.

A posição de Santa Rosa é respeitada - corre no Ministério da Defesa que todos os que estudam o assunto dizem que a avaliação estratégica feita para a ação era de extrema gravidade e que o desfecho seria muito drástico, com cheiro de sangue. Já em abril do ano passado, o jornalista Cláudio Humberto anunciava em sua coluna diária na internet que ia “dar confusão”: “O Exército prevê um grave conflito entre brancos e índios, insuflados pelos padres da ONG Consolata. Eles premiam com dinheiro os índios da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que não falam com brancos.”

Roraima é uma mina de preciosidades – entre outras, ouro, diamantes e urânio. Logo após o assento do PT no poder, com o presidente LULA eleito, o governo criou a reserva Raposa-Serra do Sol, em 2005. Na época, muitos dos próprios índios se rebelaram, pegaram em armas e fizeram policiais federais como reféns, EXIGINDO o cancelamento do decreto que criava a tal reserva. Ora, se até muitos dos índios eram contra, deveria haver outros interesses por trás da criação da reserva. Já em 2003, o general pára-quedista Claudimar, comandante da região, foi até dentro do que hoje é a reserva Raposa Serra do Sol retirar uma bandeira estrangeira hasteada na região: "tira essa bandeira. Isso aqui é Brasil!", disse o general a um cidadão, que respondeu: "General, não vou tirar, porque aqui é de quem paga". O general trocou a bandeira estrangeira pela brasileira. Mas, soube que depois recolocaram a bandeira estrangeira.

O conflito na região da Raposa Serra do Sol em Roraima não é fácil de resolver e há muitas questões a ser consideradas. A região é um território de 1,7 milhão de hectares habitado por 15 mil índios de cinco etnias diferentes e por cerca de 700 não-indígenas. Estes e os militares como o general Santa Rosa defendiam uma nova configuração para a reserva, onde seria preservada uma faixa da fronteira, que incluiria a estratégica cidade de Uiramutã, sede do Sexto Pelotão de Fronteira do Exército, e as plantações de arroz. A Funai e as Ong(s), é claro, não concordam – e, afinal, acabaram conseguindo o que queriam, com a homologação das Terras Indígenas da Raposa Serra do Sol feita pelo governo Lula, sem a restrição da faixa de fronteira. Mas, a retirada das famílias da região é complicada e muitos dos que aceitaram de lá sair, até hoje, não receberam as indenizações prometidas pelo governo federal. (Entendam o problema AQUI).

Há toda uma sincronia de fatos perfeitamente coordenada para isolar a Amazônia do território brasileiro. O problema é que, em relação a este tema, o discurso fanático-nacionalista se confunde com o discurso comunista que, por sua vez, está intimamente relacionado com o dos partidários do governo mundial – teorizado sob o olhar ditatorial do pleno controle sobre os indivíduos, transformando sua própria natureza humana. Nenhum deles poderia conduzir o Brasil a um papel participativo no cenário mundial globalizado, em que seriam realmente beneficiados todos os brasileiros. Não entrarei nesse assunto agora, mas vou destacar apenas os três últimos fatos que ajudam a identificar essa sincronia mantenedora artificial de nosso subdesenvolvimento.

Primeiro, a implementação da Lei de Gestão de Florestas que, entre outras coisas, criou o Serviço Florestal Brasileiro (SFB). O serviço, criado para supostamente agilizar os processos de licenciamento que costumam entravar obras de infra-estrutura vitais para o País, até agora, não licitou um hectare sequer de floresta. Entretanto, seu presidente, Tasso Azevedo, que é partidário da corrente internacional que pensa que a preservação da Floresta Amazônica é tarefa de várias nações, já propôs que os países desenvolvidos “ajudem” o Brasil a preservar a Amazônia, pagando uma espécie de “merreca” aos moradores da região para manter a floresta de pé (Commodity é outra coisa – com a qual, aliás, já há gente graúda ganhando dinheiro).

Segundo, em sintonia, a ministra do meio-ambiente Marina Silva, protegida pelo poderoso aparato ambientalista internacional, conseguiu que fosse regulamentada a cobrança de uma extorsiva taxa de 2% sobre o valor de qualquer empreendimento que provoque danos ambientais na Amazônia. O dinheiro arrecadado será utilizado para criar mais de 20 milhões de hectares em unidades de conservação até o final do segundo mandato de Lula – ou seja, estaremos eternamente no berço esplêndido do subdesenvolvimento, para o regozijo daqueles que vendem a pátria para passar o resto da vida desfrutando das fortunas que conseguiram juntar.

O terceiro fato ocorreu há 6 dias apenas, no dia 13 de setembro de 2007. Foi a aprovação, na ONU, da declaração de direitos dos índios, na qual constam princípios como a igualdade de direitos e a proibição de discriminação, o direito à autodeterminação e a necessidade de fazer do consentimento e do acordo de vontades o referencial de todo o relacionamento entre povos indígenas e Estados. A declaração já aguardava aprovação final da Assembléia Geral da ONU desde novembro de 2006, mas um grupo de países africanos apoiados por Estados Unidos e Canadá levantou objeções quanto ao alcance de termos como “povos” e “auto-determinação”, argumentando que haveria o risco de criar divisões e conflitos étnicos, bem como ameaça às fronteiras dos países. Agora, em 2007, a Declaração foi definitivamente adotada pela ONU - foram 143 votos a favor, 11 abstenções e 4 votos contrários (Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá e Austrália).

De fato, de acordo com seus principais pontos (clique no quadro ao lado), a declaração da ONU sobre os direitos dos povos indígenas transformou em realidade a possibilidade de criação de nações indígenas, totalmente independentes, dentro dos países onde elas existam – inclusive dando recursos legais para isso. Não há espaço para dúvidas e/ou ponderações, principalmente no caso do Brasil, ao se associar esta declaração da ONU com o nosso Estatuto do Índio. O Brasil dispõe de 600 reservas indígenas, que ocupam 12% do território nacional (991.498 km2, segundo o IBGE), onde vivem cerca de 345 mil índios (0,2% da população brasileira), agrupados em 215 sociedades indígenas.

E o que tudo isso tem a ver com a exoneração do general Santa Rosa do cargo de Secretário de Política e Estratégia e Assuntos Internacionais? Tudo. Santa Rosa é o homem que induziu autoridades brasileiras a pedirem a criação de uma CPI para investigar as Ong(s) instaladas na Amazônia – todas denunciadas por ele como espiãs e traficantes, além de drogas, de nossas riquezas e que, ademais, pretenderem retirar do controle do Brasil as terras indígenas. Mas, o discurso de Santa Rosa é desenvolvimentista. Já o de seu sucessor, o general Barros Moreira, é antiimperialista. São pontos de vista diferentes – acreditem.

Muito resumidamente, o discurso antiimperialista confunde a atuação do governo dos EUA com a dos oligopólios transnacionais que atuam, muitas vezes, através do próprio Estado norte-americano, mas, quase sempre e inclusive, destruindo aquela nação por dentro, visando à formação de um novo governo mundial – socialista (ou capitalista de um dono só) e ditatorial por excelência. Já o discurso desenvolvimentista procura separar o joio do trigo e busca parcerias, inclusive com os próprios EUA, que coloquem o Brasil nas trilhas do Primeiro Mundo.

Christina Fontenelle
19/09/2007

Anônimo disse...

Me pergunto como se junta quase um milhão de homosexuais numa parada Gay com todo o suporte mídia-governamental porém se promove uma "vaia" contra o governo num Sábado chuvoso e inexpressivo. Situações desesperadas demandam soluções desesperadas! Se fizessem um protesto que impedisse a Paulista num dia de semana (vide "caras-pintadas"/Collor), aí sim haveria a devida repercussão cobertura e consequencias.