segunda-feira, 19 de maio de 2008

Lobby global já pressiona Congresso a ratificar declaração da ONU que viabiliza as “nações indígenas”

Edição de Segunda-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

A tão esperada decisão do Supremo Tribunal Federal, que deverá disciplinar a demarcação de “terras indígenas”, terá pouco efeito prático para a soberania nacional do ponto de vista geopolítico. A Oligarquia Financeira Transnacional - que tem interesses diretos na exploração das riquezas naturais e do subsolo da Amazônia - vai intensificar a campanha internacional, via diplomacia, ONGs e mídia, para que a região seja considerada “patrimônio da humanidade” e que ali sejam criadas “áreas de proteção autônomas”. Nada mais conveniente que as tais “ilhas” - defendidas pela maioria dos ministros do Supremo – sejam exatamente demarcadas, por “coincidência” em pontos estratégicos onde existam riquezas minerais ou de biodiversidade.

Independentemente do julgamento do STF sobre o caso Raposa do Sol, o lobby global vai investir pesado para que o Congresso brasileiro ratifique, o mais depressa possível, a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. A adesão oficial do Brasil a esta convenção da ONU, na prática, vai permitir a criação de 216 “nações” indígenas (com autonomia política e administrativa) dentro do território brasileiro. Outras 53 tribos indígenas, que se mantêm arredias a contatos com a civilização, também terão o mesmo “direito”. Atualmente, na prática, os índios aculturados ou manipulados por ONGs já se sentem desobrigados a seguir as leis brasileiras.

A desobediência vai se tornar realidade legalizada no momento em que o Congresso nacional, por pressões da rica máquina econômica da globalização, aprovar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. Os entreguistas brasileiros farão a festa aproveitando o que foi escrito no parágrafo 3º do artigo 5º, introduzido em 2004, no texto constitucional misturado à Emenda nº 45, que cuidava da reforma do Judiciário. O casuísta dispositivo determina que serão equivalentes a emendas constitucionais os tratados internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, na Câmara e no Senado, em dois turnos, por três quintos dos votos.

Em 2004, na Assembléia Geral das Nações Unidas, o convincente lobby da “globalizaçãso inevitável”, defendido por poderosas ONGs européias, levou o Itamaraty, na gestão do cacique Lula da Silva, a embarcar na canoa furada da Declaração na ONU. Curiosamente, alguns dos principais países do Primeiro Mundo se negaram a ratificar o acordo. Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia votavam contra. Outros 11 países preferiam se abster: Rússia, Colômbia, Azerbaijão, Bangladesh, Butão, Burundi, Georgia, Quênia, Nigéria, Samoa e Ucrânia.

Lobby pesado

O principal propagador da proposta de autonomia dos povos indígenas e de internacionalização da Amazônia é o WWF (World Wildlife Fund), comandado pelo Príncipe Charles.

No Brasil, o WWF conta com a ajuda financeira de empresários de peso, como João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo.

A ONG Survival International é o braço direto de atuação da WWF na Amazônia.

Procurando um entreguista

Os membros da centenária Loja maçônica Dous de Dezembro, no Rio de Janeiro, encaminharam ao Senado um pedido de informações bem objetivo.

Os maçons da loja filiada ao Grande Oriente do Brasil querem saber quem foi o autor do texto que emendou o parágrafo 3º do artigo 5º, introduzido em 2004, no texto constitucional, misturado à Emenda nº 45, que cuidava da reforma do Judiciário.

Em movimento liderado pelo advogado Celso Serra, os maçons querem apurar se o parlamentar é ligado às ONGs que exploram a Amazônia ou se apresentou a proposta aleatoriamente, sem avaliar os riscos que poderia trazer à soberania nacional.

Bem que os maçons no Senado – como os senadores Álvaro Dias e Mozarildo Cavalcanti – poderiam dar uma ajudinha aos “irmãos” do Rio de Janeiro carentes de tais informações...

Papo do NYT

A reportagem de domingo do New York Times foi apenas mais uma para confirmar que existe um lobby global bem organizado e estruturado para empreender a campanha em favor da “internacionalização da Amazônia”.

A matéria do NYT pede “um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade".

Também defende "o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las”.

Leia o artigo de Márcio Accioly: Governo de Quinta-Colunas

Encontro do Terror

A partir desta quinta-feira (dia 22) até o próximo domingo (dia 25), o Uruguai vai sediar o 14º Encontro do Foro de São Paulo – que reúne partidos de esquerda, “movimentos sociais” (como o brasileiro MST) e grupos revolucionários (com perigosas ligações com narcotraficantes) como as FARC.

Fazem parte da cúpula do Foro o PT (Partido dos Trabalhadores), o MAS (Movimento ao Socialismo), do presidente da Bolívia, Evo Morales; o Pátria Livre, do presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, e o Partido Socialista Unido da Venezuela, de Hugo Chávez.

O Alianza País, de Rafael Correa, do Equador, deve ser admitido no grupo.

Movimento Social Terrorista

No último dia 8 de abril, a Brigada Militar do Rio Grande do Sul encontrou provas objetivas de que o Movimento dos Sem Terra utiliza técnicas militares e de guerrilha em suas invasões e ocupações.

Tudo foi revelado em um lote de quatro cadernos descobertos na diligência na fazenda “São Paulo 2” assentada na localidade gaúcha de São Gabriel, ocupada por cerca de 800 militantes do MST.

A Brigada Militar encaminhou o material ao Ministério Público.

Grupo armado

Nos cadernos do MST, o grupo que cuida da organização da militância é chamado de “Brigada de Organicidade”.

Na terra invadida, revelam os cadernos, o MST organiza vigilância semelhante à de um quartel.

Os “guardas” são distribuídos em turnos, incluindo crianças com mais de 14 anos.

Cuidando da Polícia

Os cadernos ensinam a lidar com a polícia.

Fazem menção a “pedras”, “trincheiras” e “bombas”. Anota coisas assim: "Resistência do cenário: mais pedras, ferros nas trincheiras, alguns pontos estratégicos... cavalo apavora...”Ou assim: “Zinco como escudo. Bombas... tem um pessoal que é preparado. Manter a linha [...]. Retorno do Pelotão 13: fazer trincheira lá atrás. Se protejam atrás, porque o pelotão que tome cuidado, atiram foguete..."

Cuidando da imprensa

Os textos orientam os invasores sobre o que deve ser dito à imprensa:

Estamos num latifúndio que não tem apoiadores!”

Orienta-os também acerca das respostas que devem apor nos formulários de cadastro do Incra, a fim de ter direito a receber cestas básicas do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Nos acampamentos existe o 1º Pelotão do Grupo Gestor, encarregado da distribuição dos gêneros alimentícios.

Pérolas do texto

Eis algumas das orientações dos cadernos do MST:

“[...] Não precisa se intimidar... Tem de dizer que não tem bem familiar, não tem renda porque não trabalha. Quem não tem documento, dizer que a Brigada roubou. Se tem passagem na Polícia? Não. Se já era agricultor? Sim. O que fazia há cinco anos atrás? Nada, por isso estou aqui... Tempo de acampamento? Dizer que tem mais de um ano... E assim por diante".

Guarda Florestal...

O quase Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, vai propor hoje ao chefão Lula da Silva que o Exército trabalhe no entorno e dentro de unidades de conservação, como parques nacionais.

A primeira das dez coisas que eu vou falar ou propor para o Lula é fazer que replique o que fizemos com os guarda-parques nas unidades de conservação do Rio. Eu vou propor isso para o Exército. Vou propor que se aloquem alguns regimentos das forças armadas para funcionar dentro dos parques nacionais, também tomando conta do entorno deles, e das reservas extrativistas".

Minc deixou claro que quem deve encabeçar este pedido às forças armadas:

Naturalmente, é um papel não meu, mas do presidente da república, que é o comandante supremo das Forças Armadas”.

Alvo Mangabeira

Minc vai sugerir a Lula que retire o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, da coordenação do Plano Amazônia Sustentável.

Também anunciou que pedirá "autonomia, poder e dinheiro".

Antes das conversa com Lula, Minc encontrará a ex-ministra Marina Silva.

Nova CPMF?

O chefão Lula se reúne hoje com ministros para analisar a polêmica recriação da CPMF, com alíquota menor, destinada a financiar o aumento de gastos da saúde.

O Planalto não assume a paternidade da idéia, mas não irá barrá-la.

A proposta de recriar a CPMF, que entra em discussão hoje, na reunião da coordenação política do desgoverno, é vista como tentativa de evitar a votação na Câmara da emenda 29, que eleva os gastos na Saúde.

Trata-se de mais uma proposta cara-de-pau do desgoverno Lula, que este ano tem uma previsão de arrecadação deR$ 15 bilhões a mais em impostos.

Fiscalização cara

Responsável por fiscalizar o Executivo, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro custou em 2007 aos cofres públicos R$ 301 milhões.

Os gastos com pessoal foram de R$ 274 milhões, o que dá um salário médio de R$ 11 mil.

Há regalias como atendimento médico e dentário no próprio TCE.

Dia de lucros

O consórcio formado pela construtora Odebrecht e por Furnas Centrais Elétricas é o favorito para vencer, hoje, o leilão das obras da hidrelétrica de Jirau.

O mega-investimento de R$ 8,7 bilhões é uma das meninas dos olhos da super poderosa mãe do PAC.

Foi um dos motivos da briga entre mãe Dilma Rousseff e a ex-ministra Marina Silva.

Espetáculo garantido

Uma força tarefa formada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, ligado à Presidência da República, e entidades da sociedade civil chega hoje ao Pará.

Eles pretendem averiguar denúncias de tráfico de pessoas, exploração sexual comercial de crianças e adolescentes e pedofilia no estado.

A decisão de ir ao Pará foi tomada depois de uma reunião com os bispos dom Luiz Ascona, dom Flávio Giovanelle e dom Erwin Krautler, além do padre José Amaro Lopes, ameaçados de morte.

Existem outras 300 pessoas na mesma situação no estado.

Se o Lula falou...

O presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, garantiu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lhe confirmou, na sexta-feira passada, a disposição em prosseguir "o mais rápido possível" o diálogo sobre o tratado de Itaipu.

Lugo se reuniu com Lula pela primeira vez desde a eleição e disse que o brasileiro se prontificou a enviar um assessor para preparar um encontro formal.

O ex-bispo católico, ligado à Teologia da Libertação, foi eleito presidente em 20 de abril com a promessa de renegociar o preço que o Paraguai cobra do Brasil por seu excedente na hidrelétrica binacional de Itaipu.

Lugo também pretende fazer o mesmo com relação a Yaciretá, projeto conjunto com a Argentina.
Só prometendo...

Fernando Lugo prometeu ontem um Paraguai diferente, a partir de 15 de agosto, data em que assume a presidência da República.

A partir de 15 de agosto, o Paraguai deixará de ser refúgio de ladrões, bandidos. Nosso país será de gente honesta e decente. Assim seremos respeitados”.

Lugo passou o fim de semana em San Pedro, onde se reuniu com líderes rurais para conversar sobre projetos agrários do futuro governo, segundo seus porta-vozes. O ex-bispo ganhou as eleições gerais de 20 de abril, no Paraguai.

Fazendo escola

O pragmático PTB resolveu seguir a mesma estratégia adotada por Gilberto Kassab quando negociou para ser vice do então candidato a prefeito José Serra, quatro anos atrás.

Os petebistas formalizam às 11h 30min, na sede do partido, em São Paulo, o apoio à candidatura de Geraldo Alckmin a prefeito de São Paulo.

Em troca, querem apenas a vaga de candidato a vice na chapa.

Apostam os petebistas que, em 2010, herdam a prefeitura, já que Alckmin sai candidato a governador ou presidente da República.

5 minutos

O acordo entre PSDB e PTB já foi selado e traz para a coligação o PSDC, de José Maria Emayel, que já havia firmado acordo com o deputado estadual e presidente estadual do PTB, Campos Machado.

O objetivo dos petebistas é estender a aliança com os tucanos para as eleições proporcionais de vereadores.

Com relação ao tempo de televisão, graças ao PTB, Geraldo Alckmin terá cerca de cinco minutos.

Marta se isolando

O acordo PSDB-PTB deixou mais isolada ainda a candidatura de Marta Suplicy.

A petista já perdeu o bloquinho (PCdoB-PDT-PSB) e o PRB, que vão com o comunista Aldo Rebelo.

O PR, de Valdemar Costa Neto, fechou aliança com o DEM, de Gilberto Kassab.

Ficará também sem o PP, pois Paulo Maluf deve vir candidato.

Kassab comemorando

A administração de Gilberto Kassab (DEM) enfrenta hoje o menor índice de reprovação já registrado em seus quase 26 meses de governo: 20%.

Segundo pesquisa Datafolha, nunca a reprovação ao governo Kassab foi tão baixa.

Em março --dois anos depois de Kassab assumir a prefeitura--, 27% dos entrevistados classificavam o governo como "ruim/péssimo".

De março para cá, essa taxa sofreu uma redução de sete pontos percentuais.

171

Após dois meses de investigações, policiais da 127ª DP (Búzios) tiraram mais um 171 de circulação.

Prenderam, na Rua das Pedras, em Armação dos Búzios, o estelionatário/ receptador Alex Marques dos Santos, de 25 anos.

O jovem agia no balneário se passando por delegado da Polícia Federal.

Sedutor

Alex também seduzia mulheres de classe média se passando por piloto de avião ou empresário.

O malandro mantinha relacionamento amoroso com as vítimas e depois roubava dinheiro, jóias, veículos e aparelhos eletrônicos.

Ele já foi preso em flagrante em Curitiba e responde inquérito na 12ª DP (Copacabana), por também ter seduzido mulheres

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Inteligente, inovador, fortemente analítico e propositivo, utilizando as mais modernas tecnologias para transmissão instantânea e eletrônica de informação privilegiada e análise estratégica, junto com a difusão de novos conhecimentos voltados para a construção e consolidação de novos valores humanos.

5 comentários:

Anônimo disse...

O lobby global (leia-se lobby internacional e, aqui, o "global" também pode incluir a "venus platinada"), dentro de poucos anos, será, junto com Jarbas Passarinho, Fernando Collor, Fernando Henrique e Lula da Silva, responsável pela perda da Amazônia pelo Brasil.
Na Amazônia serão criadas "nações", devidamente "protetoradas" pelo pessoal do "primeiro mundo" (os "mais ricos"). E, não está longe o tempo em que o próprio Brasil, como o conhecemos agora, isto é, união de Estados em torno de uma Federação, se pulverize em vários "países" independentes (alguns regionalmente unidos)... que até poderão pelejar entre si. A prova é o segregacionismo calhorda com o quê brasileiros de algumas regiões tratam os demais. "falando sem rodeios": como exemplo podemos ver o tratamento pejorativo que os paulistanos (que insistem em negar ser paulistas) dão aos outros (também) paulistas... o tratamento de "paraiba" (com sentido pejorativo) com que são tratados qualquer nordestino, ou nortista, pelos do sudeste... a animosidade velada dos amazonenses pelos seus vizinhos paraenses... o destes para com os amapaenses... a animosidade explícita dos paranaenses e catarinenses pelos gaúchos... etc... etc... É, vamos fazer logo um "mea culpa", antes que seja tarde! Vamos nos unir mais, em defesa da Pátria que temos (a Pátria, não é a terra, a Pátria, SOMOS NÓS!).

Anônimo disse...

Índios já se consideram independentes, diz especialista

Extraído do www.oguapore.com.br

A questão indígena está se agravando, porque várias tribos já se
consideram emancipadas e independentes em relação ao Brasil, antes
mesmo da entrada em vigor da Declaração Universal dos Direitos dos
Povos Indígenas, que lhes concede autonomia política e
administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças
Armadas possam entrar nas reservas.
"O primeiro grande equívoco foi chamar de territórios as reservas
indígenas. Isso é inadmissível, porque só pode existir um
território, que é o território nacional. Mas os índios não querem
mais ser brasileiros. Já se julgam independentes em relação ao
Brasil, confiantes na ratificação da Declaração Universal dos
Direitos dos Povos Indígenas pelo Congresso Nacional", adverte o
advogado Celso Serra, que há décadas se dedica ao estudo da questão
indígena.
Em sua opinião, as tribos da Amazônia estão sendo manipuladas por
uma série de ONGs estrangeiras que se estabeleceram na região. "O
objetivo dessas ONGs é conseguir transformar as reservas indígenas
em países autônomos, nos termos da Declaração da ONU, que o
Itamaraty ingenuamente aceitou", critica.
Manipulação
"O caso da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, demonstra a
gravidade da situação. Os índios, que são todos aculturados, já se
julgam independentes e querem fazer denúncias diretamente à
Organização dos Estados Americanos, como se fossem estados-membros
da OEA. Na verdade, eles nem obedecem mais às leis brasileiras", diz
o advogado, citando uma ameaça feita recentemente pelo cacique Edson
Alves Macuxi ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Semana passada, em entrevista a vários jornais, o líder indígena
afirmou: "Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco
mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra".
Exibindo o recorte do jornal com a declaração do cacique, Celso
Serra diz que esse comportamento mostra que as tribos de Roraima já
se consideram acima das leis do Brasil. "Basta lembrar que, na
semana passada, os caciques da etnia macuxi decidiram passar a
impedir que as mulheres de suas tribos se casem com outros
brasileiros não-índios, num desrespeito às leis brasileiras contra o
racismo", acentua.
Planejamento
Diz o estudioso da questão indígena que a manipulação das tribos
pelas ONGs estrangeiras está mais do que evidente, porque os atos
dos índios têm sido minuciosa e estrategicamente planejados, para
obter espaço na mídia e conquistar a opinião pública.
"No caso da recente invasão de uma fazenda em Roraima, por exemplo,
foi escolhida justamente a propriedade do líder dos plantadores de
arroz, num momento estratégico, quando a imprensa noticiava que o
ministro-relator do Supremo Tribunal Federal estava prestes a
proferir seu voto.
Um detalhe importante que passou despercebido: a imprensa nacional
não noticiou que já havia um avião pronto para transportar feridos e
colocá-los ao alcance da grande mídia na capital de Roraima, fato só
divulgado pela imprensa local", acentua Serra.
"Outro detalhe citado pelos jornais de Roraima e omitido na
cobertura da grande mídia: o escritório do fazendeiro, um hangar e
todos os alojamentos tiveram portas e janelas arrombadas, apesar de
as chaves estarem no local", acrescenta o advogado.
A seu ver, a ação dos índios teve duplo objetivo - constranger os
ministros do Supremo e aparecerem como vítimas perante a mídia
mundial. "Portanto, devemos reconhecer que os índios foram
eficientes no planejamento e na ação, que o governador de Roraima
classificou de orquestrada", enfatiza.
Declaração da ONU dá autonomia às tribos
O advogado Celso Serra, que é um dos líderes da Maçonaria no Rio de
Janeiro, explica como descobriu que o ponto-chave da questão é o
parágrafo 3º do art. 5º, introduzido em 2004 no texto constitucional
misturado à Emenda nº 45, que cuidava da reforma do Judiciário.
"Na sede da Maçonaria no Rio, há alguns meses assisti a uma palestra
do general Eduardo Villas Boas, ex-comandante do Exército na
Amazônia, que discorreu sobre as questões de segurança na região,
sem falar de política nem censurar qualquer governo brasileiro.
De volta a meu escritório, decidi consultar a legislação sobre o
assunto e me surpreendi ao deparar com o parágrafo introduzido na
Constituição, determinando que os tratados internacionais sobre
direitos humanos que forem aprovados, na Câmara e no Senado, em dois
turnos, por três quintos dos votos, serão equivalentes às emendas
constitucionais", relata.
"Até então, havia jurisprudência de que os tratados internacionais
eram considerados apenas como leis ordinárias, sem a força
impositiva de emenda constitucional, que tem de ser cumprida de
imediato, sem maiores discussões", comenta, acrescentando que então
levou o assunto à Maçonaria, submetendo-o à Loja Dous de Dezembro,
onde já funcionava, há mais de um ano, sob sua presidência, um grupo
de trabalho para estudar o assunto.
"É surpreendente que esse risco real sobre a soberania brasileira em
seu território ainda não tivesse sido percebido pela mídia, pelos
brasileiros e pelos políticos. Assim, foi a loja maçônica Dous de
Dezembro que localizou o problema e tornou pública a gravidade da
situação.

Independência
Celso Serra diz ter ficado estarrecido ao descobrir que, se o
Congresso ratificar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos
Indígenas, de imediato serão criados 216 países indígenas
independentes, desmembrados do território nacional, além de outras
53 tribos que ainda permanecem arredias a um maior contato com os
brasileiros.
"Em dezembro, fui procurado pela reportagem que começou a publicar
matérias a respeito do assunto, provocando um grande debate
nacional. Outros jornais então passaram a se interessar pelo tema e
a TV Bandeirantes fez um programa Canal Livre com o general Augusto
Heleno, acirrando a polêmica", lembra o advogado, acrescentando:
"O mais curioso é que, até agora, apenas ESTA REPORTAGEM esteja
cobrindo corretamente o assunto, cujo ponto-chave é a Declaração da
ONU, em sinergia com o parágrafo 3º inserido no artigo 5º da
Constituição brasileira, que abre a possibilidade da imediata
declaração de independência das 216 etnias. Os outros jornais não se
aprofundaram no assunto, preferindo dar destaque apenas ao caso da
reserva de Roraima", comenta o especialista.

Itamaraty sofreu muitas pressões externas
O advogado Celso Serra diz que o Itamaraty foi levado a erro ao
aprovar a Declaração na ONU, enquanto Estados Unidos, Canadá,
Austrália e Nova Zelândia votavam contra e outros 11 países
preferiam se abster - Rússia, Colômbia, Azerbaijão, Bangladesh,
Butão, Burundi, Georgia, Quênia, Nigéria, Samoa e Ucrânia.
"O Brasil sempre foi contrário aos termos dessa Declaração e nossa
delegação na ONU sofreu enorme pressão, especialmente dos países
europeus, liderados pela França. As ONGs também pressionaram,
levando muitos índios para as reuniões da ONU, entre eles, o neto do
célebre cacique Raoni", destaca.
Em sua opinião, os diplomatas brasileiros só aceitaram votar a favor
da Declaração porque desconheciam a mudança sofrida pela
Constituição em 2004, quando se passou a considerar como emenda
constitucional qualquer tratado sobre direitos humanos ratificado
pelo Congresso.
"Se nossos representantes na ONU sabiam dessa mudança
constitucional, cometeram crime de lesa-pátria. Prefiro acreditar
que eles não sabiam", diz, lamentando ainda não ter descoberto qual
foi o parlamentar que propôs a mudança na Constituição.
"Encaminhamos na semana passada um pedido de informações ao Senado,
mas ainda não obtivemos resposta. Precisamos saber quem foi o autor
da emenda, para apurar se é ligado às ONGs da Amazônia ou se
apresentou a proposta aleatoriamente, sem avaliar os riscos que
poderia trazer à soberania nacional", conclui Celso Serra.

Fonte da Notícia: Carlos Newton

Marcos Paulo - São Paulo

Anônimo disse...

Índios já se consideram independentes, diz especialista

Extraído do www.oguapore.com.br

A questão indígena está se agravando, porque várias tribos já se
consideram emancipadas e independentes em relação ao Brasil, antes
mesmo da entrada em vigor da Declaração Universal dos Direitos dos
Povos Indígenas, que lhes concede autonomia política e
administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças
Armadas possam entrar nas reservas.
"O primeiro grande equívoco foi chamar de territórios as reservas
indígenas. Isso é inadmissível, porque só pode existir um
território, que é o território nacional. Mas os índios não querem
mais ser brasileiros. Já se julgam independentes em relação ao
Brasil, confiantes na ratificação da Declaração Universal dos
Direitos dos Povos Indígenas pelo Congresso Nacional", adverte o
advogado Celso Serra, que há décadas se dedica ao estudo da questão
indígena.
Em sua opinião, as tribos da Amazônia estão sendo manipuladas por
uma série de ONGs estrangeiras que se estabeleceram na região. "O
objetivo dessas ONGs é conseguir transformar as reservas indígenas
em países autônomos, nos termos da Declaração da ONU, que o
Itamaraty ingenuamente aceitou", critica.
Manipulação
"O caso da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, demonstra a
gravidade da situação. Os índios, que são todos aculturados, já se
julgam independentes e querem fazer denúncias diretamente à
Organização dos Estados Americanos, como se fossem estados-membros
da OEA. Na verdade, eles nem obedecem mais às leis brasileiras", diz
o advogado, citando uma ameaça feita recentemente pelo cacique Edson
Alves Macuxi ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Semana passada, em entrevista a vários jornais, o líder indígena
afirmou: "Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco
mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra".
Exibindo o recorte do jornal com a declaração do cacique, Celso
Serra diz que esse comportamento mostra que as tribos de Roraima já
se consideram acima das leis do Brasil. "Basta lembrar que, na
semana passada, os caciques da etnia macuxi decidiram passar a
impedir que as mulheres de suas tribos se casem com outros
brasileiros não-índios, num desrespeito às leis brasileiras contra o
racismo", acentua.
Planejamento
Diz o estudioso da questão indígena que a manipulação das tribos
pelas ONGs estrangeiras está mais do que evidente, porque os atos
dos índios têm sido minuciosa e estrategicamente planejados, para
obter espaço na mídia e conquistar a opinião pública.
"No caso da recente invasão de uma fazenda em Roraima, por exemplo,
foi escolhida justamente a propriedade do líder dos plantadores de
arroz, num momento estratégico, quando a imprensa noticiava que o
ministro-relator do Supremo Tribunal Federal estava prestes a
proferir seu voto.
Um detalhe importante que passou despercebido: a imprensa nacional
não noticiou que já havia um avião pronto para transportar feridos e
colocá-los ao alcance da grande mídia na capital de Roraima, fato só
divulgado pela imprensa local", acentua Serra.
"Outro detalhe citado pelos jornais de Roraima e omitido na
cobertura da grande mídia: o escritório do fazendeiro, um hangar e
todos os alojamentos tiveram portas e janelas arrombadas, apesar de
as chaves estarem no local", acrescenta o advogado.
A seu ver, a ação dos índios teve duplo objetivo - constranger os
ministros do Supremo e aparecerem como vítimas perante a mídia
mundial. "Portanto, devemos reconhecer que os índios foram
eficientes no planejamento e na ação, que o governador de Roraima
classificou de orquestrada", enfatiza.
Declaração da ONU dá autonomia às tribos
O advogado Celso Serra, que é um dos líderes da Maçonaria no Rio de
Janeiro, explica como descobriu que o ponto-chave da questão é o
parágrafo 3º do art. 5º, introduzido em 2004 no texto constitucional
misturado à Emenda nº 45, que cuidava da reforma do Judiciário.
"Na sede da Maçonaria no Rio, há alguns meses assisti a uma palestra
do general Eduardo Villas Boas, ex-comandante do Exército na
Amazônia, que discorreu sobre as questões de segurança na região,
sem falar de política nem censurar qualquer governo brasileiro.
De volta a meu escritório, decidi consultar a legislação sobre o
assunto e me surpreendi ao deparar com o parágrafo introduzido na
Constituição, determinando que os tratados internacionais sobre
direitos humanos que forem aprovados, na Câmara e no Senado, em dois
turnos, por três quintos dos votos, serão equivalentes às emendas
constitucionais", relata.
"Até então, havia jurisprudência de que os tratados internacionais
eram considerados apenas como leis ordinárias, sem a força
impositiva de emenda constitucional, que tem de ser cumprida de
imediato, sem maiores discussões", comenta, acrescentando que então
levou o assunto à Maçonaria, submetendo-o à Loja Dous de Dezembro,
onde já funcionava, há mais de um ano, sob sua presidência, um grupo
de trabalho para estudar o assunto.
"É surpreendente que esse risco real sobre a soberania brasileira em
seu território ainda não tivesse sido percebido pela mídia, pelos
brasileiros e pelos políticos. Assim, foi a loja maçônica Dous de
Dezembro que localizou o problema e tornou pública a gravidade da
situação.

Independência
Celso Serra diz ter ficado estarrecido ao descobrir que, se o
Congresso ratificar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos
Indígenas, de imediato serão criados 216 países indígenas
independentes, desmembrados do território nacional, além de outras
53 tribos que ainda permanecem arredias a um maior contato com os
brasileiros.
"Em dezembro, fui procurado pela reportagem que começou a publicar
matérias a respeito do assunto, provocando um grande debate
nacional. Outros jornais então passaram a se interessar pelo tema e
a TV Bandeirantes fez um programa Canal Livre com o general Augusto
Heleno, acirrando a polêmica", lembra o advogado, acrescentando:
"O mais curioso é que, até agora, apenas ESTA REPORTAGEM esteja
cobrindo corretamente o assunto, cujo ponto-chave é a Declaração da
ONU, em sinergia com o parágrafo 3º inserido no artigo 5º da
Constituição brasileira, que abre a possibilidade da imediata
declaração de independência das 216 etnias. Os outros jornais não se
aprofundaram no assunto, preferindo dar destaque apenas ao caso da
reserva de Roraima", comenta o especialista.

Itamaraty sofreu muitas pressões externas
O advogado Celso Serra diz que o Itamaraty foi levado a erro ao
aprovar a Declaração na ONU, enquanto Estados Unidos, Canadá,
Austrália e Nova Zelândia votavam contra e outros 11 países
preferiam se abster - Rússia, Colômbia, Azerbaijão, Bangladesh,
Butão, Burundi, Georgia, Quênia, Nigéria, Samoa e Ucrânia.
"O Brasil sempre foi contrário aos termos dessa Declaração e nossa
delegação na ONU sofreu enorme pressão, especialmente dos países
europeus, liderados pela França. As ONGs também pressionaram,
levando muitos índios para as reuniões da ONU, entre eles, o neto do
célebre cacique Raoni", destaca.
Em sua opinião, os diplomatas brasileiros só aceitaram votar a favor
da Declaração porque desconheciam a mudança sofrida pela
Constituição em 2004, quando se passou a considerar como emenda
constitucional qualquer tratado sobre direitos humanos ratificado
pelo Congresso.
"Se nossos representantes na ONU sabiam dessa mudança
constitucional, cometeram crime de lesa-pátria. Prefiro acreditar
que eles não sabiam", diz, lamentando ainda não ter descoberto qual
foi o parlamentar que propôs a mudança na Constituição.
"Encaminhamos na semana passada um pedido de informações ao Senado,
mas ainda não obtivemos resposta. Precisamos saber quem foi o autor
da emenda, para apurar se é ligado às ONGs da Amazônia ou se
apresentou a proposta aleatoriamente, sem avaliar os riscos que
poderia trazer à soberania nacional", conclui Celso Serra.

Fonte da Notícia: Carlos Newton

Marcos Paulo - São Paulo

Anônimo disse...

Para o Anonimo das 10:53 am.

Perfeito o seu texto, assino embaixo e adiciono o seguinte;
Essa gran-quadrilha de traidores e entreguistas a serviço dos "Donos do mundo" além de entregarem explicitamente o territorio nacional e suas riquezas promovem a izania entre o nosso povo.
Lula é o pai do RACISMO brasileiro e esta apoiando literalmente os grupos negros raciustas,além de promover a dissolução das FAMILIAS com o seus apoio e de seu PT as PARADAS GAYS, MARCHAS DA MACONHA... etco proposito é um só: ACABAR COM O BRASIL E SEU POVO A MANDO DO IMPERIO DO $$$$ TUDO RIGOROSAMENTE PLANEJADO... O Brasil e seu territorio será transformado em terra de ninguem... em um imenso e conflagrado campo de batalha entre os brasileiros... a grande herança do lula, fhc,collor , rede globo, edir macedo etc etc...
O BRASIL acabou...graças a covardia e omissão dos nossos militares frouxos e cooptados.
logo,logo as chamas da inflação, recessão e convulsão social vai dar ao povão safado o que ele merece! o seu proprio fim!! o brasil vai mergulhar no caos e na barbarie!!!

BRAGA disse...

Boa noite Serrão.
Estou enviando a transcrição de parte do e-mail à casa civil do governo Sergio Cabral Filho (em 13 de maio de 2008). É claro que até hoje não recebi resposta.
Não consegui “colar” a carta compromisso com a Educação, escrita pelo então candidato Sergio Cabral Filho.

“Todos que conheço dizem que é bobagem escrever para as famosas autoridades competentes.
Enquanto viver não deixarei de espernear.
Gostei de ver o capítulo da novela das oito. O cheeeeega! de Marília Pera, é o que venho escrevendo para a grande mídia (claro, não publicam) e para os grandes bostas de sucessivos desgovernos, que já começo a incluir este.
O Sergio Cabral (pai) um grande sujeito. Tenho quase 67 anos, tendo um patrimônio moral e ético excelente (para vocês, certamente sou um babaca).
Desde Marcelo manguaça Alencar, passando pelos nefastos Garotinhos e, chegando ao Serginho, nós aposentados estamos sendo estuprados, detonados, por uma infame política de arrocho salarial jamais visto em nossa Pátria (nem na “ditabranda” isso aconteceu).
Todos nós, aposentados do estado recebemos nossos impostos sempre atualizados. Cada ano que passa, mais nos ferramos.
O dinheiro que entra no Tesouro estadual aumenta a cada ano e, nunca dá para reajustar ninguém. Para onde vai a diferença?
Dá nojo!
Espero que alguém aí da casa civil (CV) de digne a ler este e-mail, pois certamente alguns cidadãos de bem irão ler.”

Braga