quinta-feira, 17 de julho de 2008

Operação faxina para abafar escândalo Daniel Dantas não permitirá que desgoverno use Cacciola contra tucanagem

Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

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Por Jorge Serrão

Depois do grande acordo que promoveu a operação faxina, nos bastidores, para atenuar os efeitos danosos da Operação Satyagraha sobre o núcleo de poder íntimo do presidente Lula da Silva, praticamente não terá dividendo político para o atual desgoverno o retorno ao Brasil do banqueiro Salvatore Cacciola, acusado de se beneficiar financeiramente do socorro do desgoverno FHC ao falido banco Makra.

Os petistas queriam usá-lo para pressionar e detonar moralmente dirigentes tucanos ligados ao futuro adversário presidencial José Serra. Mas o estouro do escândalo Dantas obrigou os estrategistas a recuarem e renegociarem um abafa generalizado para todos os escândalos. Não será surpresa se, a exemplo de Dantas, Cacciola for solto rapidamente.

Foragido há oito anos, o ex-banqueiro chegou deportado às 4h 30min, em vôo da TAM, no Aeroporto Internacional Tom Jobim. Graças a um habeas corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça, ele não foi algemado. Cacciola veio acompanhado de quatro pessoas que seriam agentes da Polícia Federal. Ele viajou em uma área reservada da classe econômica.

O advogado de Cacciola, Carlos Elias Eluf, se encontrou brevemente com o cliente na delegacia do aeroporto. O ex-banqueiro teria dito que estava muito feliz por voltar ao Brasil e que confia na Justiça brasileira. A defesa de Cacciola quer agora a libertação do ex-banqueiro com o argumento de que o prazo limite para a prisão temporária teria sido excedido.

Operação Faxina

Mestre em ilusionismo, contra-informação e especialista em jogo de cena político, o chefão-teflon Lula da Silva produziu ontem mais um factóide para tirar o dele da reta no escândalo que mais se aproximou do Palácio do Planalto, após o mensalão. Bem orientado por seus marketeiros e analistas de crise, Lula colocou o bode na mesa do delegado federal Protógenes Queiroz. O presidente pregou que o policial tem obrigação moral de permanecer no comando da Operação Santiagraha, sob a alegação de que não houve pressões políticas para ele “pedir para sair”.

O grande temor de Lula é o desdobramento político (e até operacional, fora do controle do governo e da cúpula da PF) de um manifesto de 450 delegados em favor do responsável pela Operação Satyagraha. Por isso, o chefão-teflon determinou que o ministro da Justiça, Tarso Genro, conversasse com a diretoria da Polícia Federal para anular o afastamento de Protógenes. Lula quer que o delegado declare publicamente se quer mesmo deixar as investigações. O presidente batraqueia: “Passar a idéia de que foi afastado é má-fé”.

Mas a PF garante que ele não estará mais no caso a partir de segunda-feira. Será substituído pelos delegados Ricardo Saad e Erika Mialik Marena. Protógenes Queiroz e mais dois delegados que estiveram à frente da operação, Carlos Eduardo Pelegrini e Karina Souza, vão deixar o caso na sexta-feira. A direção da PF afirmou que a saída de Queiroz se deve à necessidade de fazer um curso de especialização, exigido para promover delegados com 10 anos de profissão. Fontes próximas ao delegado comentaram que sua saída foi resultado de pressão política depois que vieram à tona conversas telefônicas do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho.

A saída de Protógenes foi acertada numa reunião entre ele e o diretor de Combate ao Crime Organizado da PF, Roberto Troncon, na última segunda-feira, em São Paulo. A saída dos delegados foi anunciada na terça-feira à noite. Foi estrategicamente antes de o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, negar o pedido de habeas corpus aos dois últimos presos da operação. O diretor interino da PF, Romero Meneses, prometeu reforçar a equipe com mais peritos para analisar o material apreendido em poder do grupo de Dantas.

Ironia grossa

Perguntado se a informação passada pelo seu chefe de gabinete Gilberto Carvalho a Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado do banqueiro Daniel Dantas, preso na operação da PF, deixaria seu chefe de gabinete em posição delicada, Lula defendeu o subordinado.

Se você ligar para mim, quem vai atender o telefone é o Gilberto. Peça a Deus que o telefone não esteja gravado”.

O problema é Deus atendê-lo nesse pedido...

Argumento do chefão

Lula alegou que conversou com o ministro Tarso Genro sobre o assunto e que ele também não achou a saída do delegado conveniente:

A única coisa que queremos neste caso é responsabilidade. Vender insinuações é que não é correto Esse delegado tem de ficar no caso. Esse cidadão não pode, depois de fazer uma investigação de quase quatro anos, depois de apurar, depois de fazer todas as coisas que foram feitas no processo, na hora de finalizar o relatório, dizer "eu vou embora fazer meu curso", deixar para outro e ainda dar vazão a insinuações de que ele foi tirado”.

Agora, na jogada de Lula, quem age errado é o delegado, que agiu certo ao manter todo o sigilo da operação Satyagraha, para que o desgoverno impedisse que ela acontecesse.

Os Irmãos como tal se reconhecem?

Existe algo em comum entre o delegado Protógenes Queiroz e Luiz Eduardo Greenhalgh (o advogado e principal defensor de Daniel Dantas no desgoverno Lula).

Os dois são maçons, e lá no mundo dos templos devem se tratar como “irmãos”...

Essa é pra deixar o Grande Arquiteto do Universo enlouquecido e tem tudo para dar o maior "bode" no seio secreto da Maçonaria...

Detonando provas

O próximo passo explícito da informal operação faxina, para abafar a Operação Satyagraha, é tornar ilegal a atuação da Agência Brasileira de Inteligência nas investigações – o que anularia várias provas contra a turma do Opportunity.

O comando da PF já considerou insubordinação o fato de Protógenes, sem consulta a seus superiores, ter convocado agentes da Abin para vigiar suspeitos.

Descredenciando tais provas, a operação faxina facilitará a estratégia de defesa de Daniel Dantas e demais enrolados na Satyagraha.

Faxina boa...

Além disso, existe o risco de que vários documentos comprometedores a “autoridades” desapareçam do processo.

Agora, já se fala que só foram apreendidos HDs, laptops, pen drives e muita papelada.
Mas não CDs ou DVDs comprometedores na suposta parede secreta do apartamento do Daniel Valente Dantas.

Aliás, a tal parede falsa parece que já não existe mais oficialmente no inquérito...

Espetáculo da CPI

A CPI do Grampo aprovou a convocação, em agosto, do banqueiro Daniel Dantas.

O objetivo é que o bom baiano explique o pedido à empresa Kroll para investigar a Telecom Itália e membros do governo.

O delegado Protógenes Queiroz e o juiz Fausto de Sanctis também serão ouvidos.

Boca fechada não engole Sapo Boi Barbudo...

Em três horas de depoimento ontem, Daniel Dantas não respondeu a nenhuma das perguntas dos policiais.

O banqueiro Daniel Dantas foi denunciado ontem formalmente à Justiça pela acusação de oferecer R$ 1 milhão para um delegado federal mantê-lo longe do inquérito que apura as atividades de seu grupo empresarial, o Opportunity.

A Procuradoria da República requisitou ainda abertura de inquérito para apurar participação de Verônica Dantas, irmã do banqueiro, e do advogado Wilson Mirza na corrupção.

Agora são réus

O juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal da de São Paulo, marcou as datas para interrogatório dos denunciados Daniel Dantas, Hugo Chicaroni e Humberto José da Rocha Braz.

Fez isso rapidinho logo após receber e aceitar a denúncia do procurador da República Rodrigo de Grandis, que os acusa de corrupção ativa e suborno.

Com isso, eles deixam de ser investigados e se tornam réus no processo, acusados de tentar subornar um delegado da PF.

Novos depoimentos

O primeiro a ser ouvido será Hugo Chicaroni, no dia 5 de agosto, às 13h.

No dia seguinte (06/08), será a vez de Humberto da Rocha Brás, que irá depor no mesmo horário.

Por fim, no dia 07/08, Fausto Martin De Sanctis ouvirá Daniel Dantas, também às 13h.

Nova tentativa de suborno

Além da tentativa de suborno a um delegado por Humberto Braz, ex-dirigente da Brasil Telecom, o inquérito da Operação Satiagraha levanta a suspeita de que o grupo do empresário Daniel Dantas, do Opportunity, também teria cogitado subornar o juiz federal Fausto de Sanctis, encarregado do caso.

A investigação transcreve grampos telefônicos dos investigados que podem vir a colocar sob suspeição a atuação da desembargadora Cecília Mello, do TRF da 3ª Região (SP).

Em interceptação telefônica de 21 de maio, Danielle Silbergleid Ninnio, chefe do departamento jurídico do Opportunity, avisa a um homem não identificado que recebeu recado de que Sanctis não é corruptível e que Cecília estava sob forte pressão após modificar seu posicionamento jurídico no caso.

Desembargadora contra-ataca

Primeiro, ela considerou estar impedida de ser a relatora de um habeas corpus preventivo impetrado por Dantas na Justiça de São Paulo. Depois, decidiu que não tinha nenhum impedimento

Ontem, Cecília pediu ao Ministério Público Federal para investigar se houve escuta ilegal ou "impropriedade técnica" na transcrição do relatório da Satiagraha, no qual constam referências sobre suas conversas com o advogado de Dantas, Nélio Machado.

Cecília diz conhecer Machado e Ilana Muller, outra advogada de Dantas, mas que isso não representa uma irregularidade.

Guerra psicológica contra o Juiz

O advogado Nélio Machado pediu à Justiça o afastamento do juiz da 6ª Vara, Fausto Sanctis, do processo.

Segundo o advogado, falta eqüidistância do processo.

Ele vem dando entrevistas apaixonantes sobre o processo e emitido críticas sobre decisões superiores”.

BC contra DVD

O Banco Central está processando o Opportunity por lavagem de dinheiro.

Os indícios contra o banco de Daniel Dantas foram levantados em fiscalização realizada em 2007. Relatório dos fiscais afirma que o Opportunity “nunca implementou controles” sobre as operações de lavagem.

O banco abria conta, sem documentação mínima, como comprovante de residência, RG e CPF.

Problema em casa

Uma das contas com irregularidades é de Maria Alice Dantas, mulher do dono do Opportunity.

O cadastro de Maria Alice registra renda mensal não comprovada de R$ 1.468,44 e patrimônio de R$ 60 mil.

Os fiscais descobriram que pela conta da mulher de Dantas passaram valores incompatíveis com as cifras de seu cadastro.

Só em 2005, a movimentação financeira foi de R$ 21,5 milhões e o saldo das aplicações de R$ 830 milhões.

A Polícia Federal aponta Maria Alice como laranja de Dantas, mas a Justiça ainda não aceitou tal argumento.

O BB é uma mãe

A operadora de telefonia Oi informou ao mercado que obteve um empréstimo de R$ 4,3 bilhões do Banco do Brasil para financiar a compra da Brasil Telecom.

O negócio entre as teles anunciado em abril, ainda depende de mudanças na legislação para ser efetivado.

Ao todo, estima-se que ele ultrapasse R$ 12 bilhões.

A transação deve render ao banqueiro Daniel Dantas, preso duas vezes na semana passada, pelo menos R$ 1 bilhão - o banco Opportunity é acionista da BrT.

Repeteco

É o segundo financiamento de banco público obtido pela Oi para a operação.

O BNDES já havia anunciado apoio de R$ 2,5 bilhões para reestruturação acionária.

A Oi informa que o empréstimo é o "primeiro movimento de captação de recursos" para a compra.

Linda laranjada

A análise do disco rígido (HD) do Grupo Opportunity confiscado em 2004, na Operação Chacal, mostra que só um investidor carioca teria movimentado US$ 25 milhões no Opportunity Fund.

Apesar disso, o tal investidor declarou renda mensal de R$ 21 mil.

E para piorar, o tal fundo só deveria atender a investidores estrangeiros.

Contra informação

Investidores que, segundo a Polícia Federal, teriam investido de forma ilegal no Opportunity Fund, negam ter feito tais aplicações.

Assim, levantam-se mais dúvidas sobre uma das principais peças da acusação de evasão de divisas contra Daniel Dantas.

Durante as investigações da Operação Satiagraha, a PF identificou 84 cotistas do fundo no exterior. Para a PF, a lista confirmaria a suspeita de que o Opportunity Fund estivesse envolvido no delito de evasão de divisas.

O Fundo

O Opportunity Fund funcionava como um guarda-chuva que agregava 35 classes de subfundos para atender às diversas estratégias de investimento.

Os registros dos fundos, bem como as aplicações e resgates, eram realizados pelo Banco ABN Amro das Ilhas Cayman.

A Opportunity Asset Mangement era administradora do fundo e gestora dos investimentos, responsável pelas aplicações financeiras.

Segundo o relatório elaborado pela Polícia Federal, o Opportunity Fund movimentou US$ 1,97 bilhão entre outubro de 1992 e junho de 2004, dos quais as autoridades destacam que só foi possível identificar operações referentes a US$ 233 milhões.

Isenções

O Opportunity Fund, criado dentro das regras do Anexo IV da Resolução 1.289 do CMN, editada em de 20 de março de 1987 e cujas regras valeram até 26 de janeiro de 2000, não permitia a participação de residentes brasileiros.

Também isentava do Imposto de Renda os investimentos de estrangeiros no mercado de ações.

Mas na lista dos 84 cotistas do fundo, segundo o relatório, a maior parte era formada por investidores com nacionalidade e residência brasileiras, incluindo empresas do grupo como a Opportunity Lógica Administração de Recursos e a Opportunity Computers Systems.

Da lista também constam fundos de investimentos e de previdência ligados a companhias companhias estatais, além de outras empresas com capital nacional, o que seria ilegal, de acordo com as normas do fundo.

Eike com problemas

A União disputa na Justiça Federal, desde 2004, o controle sobre a estrada de ferro, o porto de Santana e todos os demais bens do acervo do complexo de minério de ferro do Amapá que está sendo vendido pela MMX, do empresário Eike Batista, à canadense Anglo American.

Além da investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal, que detectaram supostas irregularidades na licitação da estrada feita pelo governo do Amapá, em 2006, o meganegócio, para a Advocacia Geral da União (AGU), corre o risco de ser anulado judicialmente.
O procurador-geral da AGU no Amapá, Michel Amazonas Cotta, classifica de "verdadeira insegurança jurídica" o que ocorre no estado.

A briga pela posse dos bens envolve, além dos governos federal e estadual, empresa e pessoas físicas, em 20 ações que tramitam nas Justiças estadual e federal.

Tá tudo bloqueado

A Justiça ordenou o bloqueio dos bens dos ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, dos ex-secretários Gilson Cantarino e Marco Antônio Lucidi, além de 29 pessoas físicas e jurídicas.

Eles são acusados de envolvimento no esquema de desvio de R$ 70 milhões dos cofres públicos por meio de transferências para ONGs.

Rosinha reclamou estranhar a rapidez da decisão judicial e não temer a investigação.

A responsável

A ex-governadora Rosinha não só sabia o que era feito em seu governo, no que se refere à farra de dinheiro público em contratos com ONGs, como assinou decreto, no primeiro dia de governo, em que se responsabilizava diretamente por todos os contratos com essas organizações e com fundações, no governo do estado.

A agora candidata a prefeita de Campos denunciada pelo Ministério Público não só determinava que os contratos passassem por seu gabinete como pedia dados específicos sobre cada um dos acordos.

No dia 1º de janeiro de 2003, Rosinha publicou o decreto 32.624, no qual determinava o cancelamento de todos os contratos com "instituição ou cooperativa, que fundamentam a prestação de serviço aos órgãos e entidades da administração direta e indireta, fundacional e autárquica".

Rosinha ainda deu prazo de dez dias para que todos os órgãos do estado enviassem informações sobre esses contratos para o seu gabinete.

Ilusionismo com os professores

O chefão-teflon Lula da Silva sancionou ontem lei que define o piso nacional do magistério.

O valor, de R$ 950, beneficiará cerca de 800 mil professores da educação básica.

Foram criados ainda 49 mil cargos em universidades e escolas técnicas públicas federais.

A marketagem do desgoverno só não divulga que o valor só vale para quem trabalhar 40 horas por semana... E não para a maioria dos professores que só atua 20 horas semanais...

Contra a censura comercial

Na carta de encerramento, o IV Congresso Brasileiro de Publicidade denunciou e repudiou todas as iniciativas de censura à liberdade de expressão comercial, inclusive as bem intencionadas.

"O objetivo central é sempre o fortalecimento da indústria da comunicação, tornando-a cada vez mais atraente e eficiente para os clientes, cada vez mais respeitada pela sociedade, cada vez mais digna para os sócios e com possibilidade de receber estes milhares de jovens que se formam todos os anos e que precisam de uma indústria perene que os acolha".

Foi o que destacou Dalton Pastore, presidente do Congresso Brasileiro de Publicidade.

Boa medida

A recém-criada Frente Parlamentar da Comunicação Social vai defender no Congresso a criação de um marco regulatório para a propaganda.

A informação é do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

Assim ficará assegurada a livre iniciativa e a liberdade de escolha do consumidor.

Bota a camisinha...

Mulheres solteiras que engravidarem poderão requerer do pai da criança pensão alimentícia a partir da concepção.

Pelo menos essa é a intenção do projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que, por já ter passado pelo Senado, o texto deve ir agora à sanção presidencial.

A pensão vai cobrir despesas como exames pré-natais.

Vida que segue...

Ave atque vale!

Fiquem com Deus!

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7 comentários:

Anônimo disse...

Que faxina, mas o faxineiro mor escreveria fachina. rrsss

Anônimo disse...

É chegada a hora da faxina geral nos faxineiros!
Vamos trabalhar?
MICTMR

Anônimo disse...

parabéns excelente blog. matéria muito completa.

um abraço

Anônimo disse...

É chegada a hora da faxina geral nesses "fachineiros" que usurparam o poder.
Vamos trabalhar?
MICTMR

Anônimo disse...

Prezado Jorge,

A cada escandâlo que pipoca, o rabo do lula cresce um pouco mais. Ele pode faxinar, tentar limpar a sujeira para que esta não o atinja, mas isto está ficando cada dia mais difícil. Neste caso DD, ontem, pra tentar limpar a barra do desgoverno, a quem seriam atribuidas pressões para a saída do delegado Protógenes, lula já começou a meter as mãos pelos pés, jogando, como sempre faz, a culpa no outro, nesse caso o delegado. Disse, inclusive, que quem inventou essa "mentira" teria que vir a público se retratar. Imagine só, o grande mentiroso criticando a mentira, e lá vai ele sentando no rabo.
O tempo para engendrar mentiras está ficando cada vez mais curto. As notícias são contínuas, céleres e avassaladoras. Diante disso, o desgoverno em vez de atacar, passa o tempo todo na defensiva. A cada vez que lula tenta tapar o sol com a peneira, ele se enrola e se ridiculariza.
Como o rabo dele está cada dia maior, ele já está com dificuldade de sentar em cima ou mesmo de arrastá-lo.

dette-rj

Anônimo disse...

Vem ai o www.dilmarousseff.com e o www.martasuplicy.org que o Delegado Castilho esta ja emprenhado em apurar as denuncias desses sites.

Membros da ONG Abusando.org (que ja foram ameacados ate mesmo pelo ex-ministro da justica) por um de seus membros terem registrado ha 2 anos o dominio www.geraldoalckmin.com e o PMDB achar que era obra do PT pediram ajuda a PF junto ao delegado Jose Castilho Neto (lembrem-se que foi ele quem descobriu as contas Beacon Hill de NY e outras contas de politicos no exterior que deram inicio a varias diligencias da PF pelo Brasil) para liderar as investigacoes junto ao MPF.

O site www.dilmarousseff.com ja esta compilando informacoes que alegam que o ex-ministro Jose Dirceu tem um dedo no NIC.br e colocou pessoas la para gerenciar toda a receita do registro de dominios e delegacao de IPs para todos os provedores do Brasil incluindo os principais como UOL, Globo, Terra e IG.

Quem for reporter, jornalista, editor e tem compromisso com a democracia ddevera investigar essas denucnias ja que a maioria da midia como um todo acoberta os membros do CGI.br e o NIC.br. O ideal seria entrevistar membros da ONG para darr-lhes o direito de resposta. O site em pauta esta no ar:

www.dilmarousseff.com

João Bosco disse...

Confesso que não entendi a relação ou possível relação, da maçõnaria com o caso Daniel Dantas.
Se o Eduardo Greenhalgh e o delegado Queiroz são maçons, somente isto os desqualificam, frente ao processo? Haverá acordo futuro entre ambos?
Faço parte da maçonaria e reeitero não compreender qual o mal, caso exista.
Há tantos maçons pelo mundo e, muito mais pessoas que não são maçons no mundo.