domingo, 27 de setembro de 2009

Fantasma de ACM volta a assustar Lula?

Edição de memória do Alerta Total - www.alertatotal.net

Por Redação

Em 5 de junho de 2006, o então senador Antônio Carlos Magalhães (do ainda PFL-BA) tinha chamado Lula de “grande malandro do cinismo total”, por usar o programa Bolsa Família para conquistar votos na região Nordeste do País.

O vídeo com o discurso de ACM voltou a circular feito doido na Internet neste final de semana, ainda mais por que ele perguntou, na época, onde estavam as Forças Armadas do Brasil.

O discurso do falecido ACM parece mais atual que nunca, advertindo sobre os perigos de o Brasil cair em uma ditadura sindical.

3 comentários:

Anônimo disse...

Tenho duas filhas. Qual será o Brasil delas no futuro próximo? Assistimos a estas loucuras, roubos e assaltos dos cofres públicos; aos desmandos e as afrontas contitucionais. Até quando? Será que não existe um único líder nacional para comandar uma enorme população silenciosa, com medo e insatisfeita? Para onde vamos brasileiros? Para onde querem nos levar? O Brasil sempre foi um país de paz, equilibrado na sua política diplomática. Onde já se viu estarmos envolvidos nesta vergonha Hondurenha, apoiando um pilantra financiado por este louco Chaves. Onde já se viu estarmos protagonizando uma corrida armamentista? Onde já se viu estarmos apoiando a política perigosa, insana e corrupta de Hugo Chaves? Onde já se viu este silêncio absurdo das Forças Armadas Brasileiras, que estão demosntrando terem comandantes fracos de caráter e patriotismo. CHEGA! Onde já se viu deixar aproveitadores (se necessário travestidos de terroristas) como Minc, Dilma, Dirceu, Genoino et caterva assumirem cargos públicos e, de certa forma, decidirem o futuro de nossos filhos, o futuro de nosso país?! Como é possivel assistir a tudo isto de forma silenciosa? Acho que estamos todos com medo. Eu estou! Mas inicie-se um movimento, e eu serei o primeiro a aderir para a derrubada, não somente deste governo, mas desta linha de pensamento cruel e canalha a que estamos todos submetidos. Somos todos responsáveis na medida em que calamos. A imprensa é responsável na medida em que não denuncia em letras garrafais, diariamente, todos esses escandalos. Publico este comentário como anonimo, pois tenho medo. Medo de ficar falando sozinho, e medo de perseguição.
VERGONHA!
Um brasileiro.

Anônimo disse...

Eu tambem tenho duas filhas, mas cabe a nos Brasileiros, abrir outro Impeanhatimam, e revelar o que está por tras deste Governo.
Agora, Nem sempre na politica o que falam é verdade.O Lula até agora manteve as redeas numa inflação absurda em que viviámos.
Bem, o mundo politicamente falando nunca foi justo, nem em épocas primordiais da Idade ´Média, nem em uma Era de Tecnologia, onde há como saber os passos de nossos Governantes.É um assunto dificil, e fácil de se resolver, somente havendo parcerias nacionais, os filhos do Brasil estarão livres desta Isolada corrente Governamental, que ainda usa do Poder para assustar e fazer Anarquias em nome do Tesouro Nacional. São homens grandes brincado de Acertar e Errar, em nome do seu proprio Povo, e fazendo do proprio Povo Um Nada! ao invés de construir uma Nação Forte e responsável,estão deixando para tras os melhores anos de uma juventude sem o amanhã, porque importam Drogas para deixar a todos dopados de uma razão iluminada e clara" EU NASCI AQUI PARA SER UM CAMPEÃO! PORQUE MEU PAÍS APOIA O SEU POVO, INVESTE NELE E ACREDITA NO HOMEM!!!!

TERAPEUTA MARILENEAGUIAR

Anônimo disse...

Por muito menos do que hoje vem acontecendo no Brasil, os valentes militares brasileiros, tomaram o governo em 1964.
Hoje o PT estatizou aos seus domínios as Forças Armadas e Empresas Públicas, como a Caixa Econômica Federal, que trocou seus gerentes técnicos por militantes incompetentes ao serviço público. Custa-me acreditar que Os Senhores Comandantes das Forças Armadas, que juraram defender a Ordem e o Progresso do Brasil, bem como sua
Soberania e suas Fronteiras, estão a dormir em "Berço Esplêndido" enquanto a Desordem se encontra absoluta.

Anônimo