terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O fim do primeiro ano da era terrorista

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Chagas

Caros amigos, é sempre bom lembrar e repetir, porque, afinal, nada mudou!

A democracia no Brasil, salva, no período de governos militares, do totalitarismo defendido pelo fogo das armas dos que, como a Sra Dilma Rousseff, queriam a nação transformada em uma grande Cuba, atrasada e reprimida, garante, ainda, a todos os brasileiros o direito de pensar, querer, falar e defender suas idéias e anseios!

A iniciativa da sociedade, por intermédio da ação pronta e enérgica de suas Forças Armadas, salvou-nos, em 1964, de um regime que, para impor-se e manter-se em outros países, condenou à morte centena de milhões de pessoas, em condições e circunstâncias que só as mentes mais deturpadas podem imaginar e executar.

Nesse período, jovens brasileiros, enganados e iludidos por mentiras e meias verdades, emprestaram a pureza de seus ideais à luta armada, embrenhando-se em caminhos e ações sem direito à retorno.

Alguns daqueles jovens de então, psicologicamente desequilibrados pela ação deletéria de seus aliciadores, ou por deformidades congênitas de caráter, até hoje comungam das idéias utópicas que os induziram a aterrorizar a Nação e a atentar contra a vida dos que deles discordavam e dos seus próprios companheiros, quando estes, por razões de consciência, optavam por deixar a luta fratricida em que haviam sido envolvidos.

Estes inconformados, derrotados na luta armada, teimam em concluir o que foi iniciado ainda na década de 50. Mais estudados nas vulnerabilidades do regime que abominam, voltam, agora pela “via pacífica”, a ameaçar a liberdade no Brasil, usando-a para seus inconfessáveis objetivos.

A maioria dos que a eles deram o poder pelo voto, “acreditando no efêmero agrado da demagogia ou inebriados por vantagens voláteis”, não conseguem enxergar a falsidade, a hipocrisia e a truculência escondidas por trás da nova história que querem contar aos jovens de hoje!

Repete-se, por outros meios, o aliciamento e a alienação mental e moral da juventude! Exemplos disso são: a criminosa tentativa de inserção no currículo escolar do incentivo ao homossexualismo e a apresentação de terroristas como heróis e “vítimas” da repressão de um “estado militarista”!

No primeiro caso atentam contra a moral e os bons costumes e transformam o que deveria ser apenas o respeito a uma opção em incentivo a sua prática. No segundo, recontam unilateralmente a história, impondo aos mais novos a sua metade da “verdade”, na tentativa de desmoralizar os militares, seus eternos inimigos!

Completa a afronta, a apologia ao terrorismo, acolhendo e mantendo em território brasileiro o terrorista italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua por quatro homicídios na Itália.

Se em algum momento da história tivemos governos ditatoriais, como o Estado Novo de Getúlio Vargas, ou autoritários como os militares, no período contra revolucionário, estamos, neste fim de 2011, encerrando o primeiro ano do que, há doze meses, chamei de “o primeiro mandato da era terrorista”, cuja única diferença dos da “era da corrupção” se resume ao “relaxamento” dos operadores do desvio das verbas públicas que, como conseqüência, está a dizimar o esquema montado pelo Partido para locupletar a “base aliada” e reforçar os alicerces da tomada definitiva do poder!

A sociedade brasileira, pacífica e acomodada, contaminada e descrente da virtude, ainda deixa-se levar pela onda do “me engana que eu gosto”, mesmo sabendo que, mais cedo ou mais tarde, pagará caro, muito caro, por todas as concessões que hoje faz aos fanáticos da utopia e à ignorância coletiva.

Guardo a esperança de que esta letargia se deva ao crédito e à confiança depositados nas instituições que, em defesa do Estado, da cultura e das tradições cristãs, nunca faltaram à Nação em seus momentos de crise, perigo, desespero ou desgraça.

Os cidadãos brasileiros continuam a confiar nessas instituições, em suas atitudes e em seus princípios e guarda razões para crer que elas, sempre atentas à vida nacional e aos rumos que a ela são dados, não deixarão de dar eco à repetição do grito de “BASTA”, quando o direito de pensar, querer, falar e defender suas idéias e anseios estiverem ameaçados e os limites da tolerância ao abuso forem atingidos!

Mais uma vez, repito: Que Deus nos ajude e me perdoe, se eu estiver errado!

(“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”)

Paulo Chagas é General na Reserva do EB.

3 comentários:

Anônimo disse...

Quem livrará o Brasil da sanha dos degenerados?


http://es.globalvoicesonline.org/category/world/latin-america/brazil/

Anônimo disse...

Off. Internauta da Tribuna da Imprensa:
Quando alguém tem câncer, não vejo ninguém da família sorridente com essa doença. Nunca vi alguém com câncer feliz da vida. É um grande ator. Aliás, ele é mestre na arte de representar, passou o tempo todo fazendo isso. Nunca vi alguém com câncer se antecipando e raspando os pelos do corpo? Afinal, o próprio tratamento se incumbe de tirá-los. Seria o mais próximo da verdade. Chavez, apareceu de repente carequinha… Dilma idem… Agora, usar a doença para se autopromover politicamente é uma das formas mais deprimentes de promoção pessoal! Gera suspeita quanto à doença e algo de muito suspeito no ar. É um verdadeiro milagre! Deve entrar para os anais da medicina! Regressão de 75% em menos de dois meses!

Anônimo disse...

Aquele avião espião ultra-secreto não tripulado que os EUA chamam de "drone" e que foi capturado pelo Irã, era tão secreto que a Força Aérea dos EUA não tinha ainda divulgado nenhuma foto. Afinal ao contrário do afirmdo pelos EUA, o Irã capturou-o inteiro e não destroços.

Obama já pediu sua devolução, mas o Irã vai mostrá-lo tanto aos russos como aos chineses.

Será que os EUA permitem? Vaiu haver conflito militar?

http://www.mrconservative.com/2011/12/lost-drone-in-iran-may-reveal-upcoming-conflict/