domingo, 29 de abril de 2012

Lulla Über Alles!

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Alberto Mendes Junior

Sem querer adentrar no campo da psiquiatria - que não é de nossa prática profissional - não podemos nos furtar da análise das ações e atitudes de uma mente guiada exclusivamente pelas vontades que foram bem descritas no caso do mensalão, quando um dos principais atores daquele caso se referiu à outro dizendo que ele lhe despertava “pensamentos primitivos”. Avante: a história se repete, pois o Homem moderno é o mesmo desde a revolução da agricultura há cerca de 12000 anos.

Nosso pequeno personagem, movido por suas profundas distorções e carências de formação intelectual formal, tem comportamento embasado exclusivamente na vivência das ruas. Isto distancia o ser em questão da civilização e, por derivada, do Criador. Age este personagem, segundo sua vontade, que busca resolver desvios e má condutas de todo aquele longo processo acumulado em anos de situações adversas que acumularam ódio, rancor e complexos.

Tudo isso acumulado produziu um pequeno ditador, a semelhança daquele do filme MIB, que opera a máquina de seu assento, localizado na caixa craniana, logo acima do cerebelo, órgão que se orienta exclusivamente pelos estímulos mais básicos e primitivos.

Este “serzinho” é incapaz de admirar ações ou condutas de outrem. Orienta-se exclusivamente nas experiências acumuladas na vida. É um pragmático e se orgulha disto. Também é avesso a qualquer análise ou balanço de sua atuação, pois a claque que o acompanha lhe dá a garantia de que é realmente fantástico, o melhor, um grande líder apedeuta.

Na industria e demais atividades há estilos de gestão que são classificados segundo a forma com que o poder é exercido. Variam de sistemas democráticos e liberais até as formas autoritárias e centralizadoras de tomada de decisões e escolha dos caminhos. Cada sistema tem seus resultados segundo as necessidades, origens e cultura daquela empresa que adota aquela forma.

Há porém o aspecto que, nos sistemas autoritários e centralizadores, a responsabilidade pelos resultados é sempre de um só, principalmente quando as coisas não saem como desejado. Mesmo que o totalitário responsável tente se esquivar, os comandados assim entendem a situação, pois são tratados como infantes que não são partícipes das ações que levaram àquele resultado e que necessitam de constante supervisão do Grande Líder.

Este personagem não tem limites muito claros para suas ações e o exercício do poder elimina as fronteiras da lógica comum que são um freio natural que evita os excessos. A sua formação, laureada nas ruas, não deslumbra muito além da esquina do boteco – seu verdadeiro banco de aprendizagem e malandragem, por grande parte da vida.

Mais uma vez a história vai se repetindo: grandes Nações se meteram em enormes enrascadas, causando prejuízos inomináveis aos seus cidadãos por terem embarcado no sonho perturbado de líderes embebidos de Soberba e Egoísmo político.

Com a perda de limites, nosso pequeno personagem se mete e intromete em todas as frentes que acredita dominar. Continuamente vai se auto convencendo de suas potencialidades. Agride, atropela, mente e por final se desespera cada vez mais. Até somatiza: fica doente, mas se acha curado. Não suporta o contraditório, outra versão ou opinião diversa. Acostumou-se com a bandalha que o carrega em sua transloucada incursão pelo reino da insensatez.

O advento de cenários adversos e a falta de pares para interlocução leva o nosso personagem a uma situação de insegurança profunda, que invariavelmente passa a intensificar a forma de operação que até então mascarou a realidade e lhe trouxe benefícios nunca imaginados no início da caminhada. Mesmo que seja necessário sacrificar parceiros, ideias e compromissos sejam quais forem.

Mesmo o mais canalha reflete, quando embaixo do chuveiro a água lhe cai sobre a cabeça. Por instantes o imponderável lhe apavora. O círculo pernicioso se intensifica movendo-o a tomar decisões que mais o aprofunda no desconhecido. Começa então a perceber que o momento de rupturas se aproxima, porém muito antecipadamente contrariando sua expectativas, frustrando seu ego, deve pensar: “Ah que falta o Tuma e o Golbery me fazem”.

Tem consciência apenas do imediato e acredita que poderá descartar os apoios numa jogada de mestre onde apontará para os outros seus próprios defeitos. No fim, crê que, contando com uma legião de bolsistas e seguidores, dará a volta por cima mais uma vez para ser o maior líder da história de nosso Capimunismo como toques de corrupção, comunismo e nazismo.

Tem a certeza de estar “acima de tudo” – não no sentido original alemão do "Über Alles". O nosso “alemão” é traidor – dos aliados e da Pátria. Outros já tiveram tal comportamento na História e acabaram mal, na hora do Juízo Final.

Alberto Mendes Júnior é Engenheiro de chão de fábrica.

9 comentários:

ALBERTO FIGUEIREDO disse...

Esperemos que não precisemos esperar até o juízo final para este traidor ter o que merece.

Anônimo disse...

Esse "serzinho" que um dia confessou ter praticada a bestialidade com jumentos e cabras (curiosamente deixou de lado as galinhas ou cadelas, elo mais fraco da bestialidade), lembra-me curiosamente Nicolae Ceaușescu e, a nossa terrorista, tão louca ou mais que a Elena Petrescu sua esposa toda poderosa.

Existe um elo que junta as duas, pois para a romena o seu título oficial era "A melhor mãe que a Roménia poderia ter", e para a nossa terrorista, "A mãe do PAC".

Essa ditadora romena, exemplo lucinande do lulla, comportava-se como o "serzinho" se comporta atualmente, ou seja, apesar de Elena Ceauşescu ter sido limitada nos seus estudos (chegou a ser expulsa de um exame de química para adultos, por copiar), recebeu muitos títulos honorários por mérito científico na área da química de polímeros, durante o período em que a Roménia foi liderada por seu marido (durante o julgamento encenado e rápido que pôs fim à sua vida, foi acusada pelo seu interrogador, o general Gică Popa, de ter alguém a escrever os seus artigos científicos por si). Entre as honras recebidas, contam-se, uma associação honorária à Sociedade Real de Química do Reino Unido (assim como um doutoramento honoris causa), a admissão como membro honorário da Academia de Ciências do Illinois, só para citar algumas. Apesar de ela ter recebido todos estes prémios, pesquisas efectuadas sobre a política romena da altura indicam que ela obteve todas elas através de dinheiro e não por mérito. lulla teve mais doutoramentos "honoris causa" que ela. Também o Brasil è mais rico!

Para nossos ditadores loucos, desejo-lhes a mesma sorte que esse casl de romenos também loucos, teve!

Bastará chegar o dia que nossos ditadores façam o mesmo que o ditador romeno

"O regime de Ceauşescu veio por terra após ordenar a forças militares normais e à Securitate que disparasse contra protestantes anticomunistas na cidade de Timişoara a 17 de dezembro de 1989. A rebelião alastrou-se pelo país inteiro, chegando a Bucareste, e a 22 de dezembro as forças armadas fraternizaram com os manifestantes."

Era bom demais para o exterminio deste regime sovietico corrupto e louco!

Anônimo disse...

O mais atemorizante, se possível, é a aquiescência do povo com a Besta. Em assim sendo, ninguém escapa do Juízo Final. E, por favor, não atribuam a isto interpretação religiosa, ainda que a ligação do Homem ao Cosmo seja inevitável. Talvez, por isto mesmo, o futuro do Brasil esteja comprometido, desde que passa pelo filtro da tolice e inoperância de um povo que se entrega à destruição, e a ela se alia, como um ser coletivo sem identidade e destino próprio.

Ronald disse...

Sacripanta vagabundo, moleque safado, marginal escroque e escroto

Anônimo disse...

'Louis tem de morrer para que o país possa viver." Esta extraordinária frase proferida por Robespierre em 3 de dezembro de 1792, no qual ele explicava o porquê a eliminação do rei Louis XVI era necessário e indispensável.

E tendo-se cumprido essa determinação, a França tornou-se o Farol da Democracia na Europa e fora dela. Os brasileiros são os verdadeiros representantes da Nação, não os políticos, esses já não. Trata-se de um ato de política nacional, já que os militares são inúteis e o povo è estúpido, pois ele até consegue eleger um poste. Logo existe um despotismo real e constitucional. Ele não pode ser julgado, já foi julgado pelo seu despotismo, ou a soberania da Republica não è absoluta!

Porque o Brasil não pode ser também o Farol da Democracia na America Latina?

Esse escroto de vira-lata, esse sevandija, esse traidor relapso e contumaz chegou ao Poder devendo no mercadinho junto de sua casa e saiu do Poder com uma extaordinária fortuna que è absolutamente incompatível com seu salário de Presidente da Republica Federativa do Brasil!

Nenhum reles politico, nem mesmo o Procurador Geral da Republica, o STF, a Policia Federal, ABIN tiveram coragem de investigar. Porquê?

São tão corruptos como esse cabra safado? Esse "serzinho" abjeto e vil? Esse sevandija? Esse pé descalço psicopata que até "privatizou" o Hospital Sirio-Libanês, tornando seu escritorio do Foro de São Paulo e da baixa política corrupta do Brasil! Até esses hospital esse corrompeu? Por quantos milhões?

Anônimo disse...

lulla trouxe para a política o lodaçal de onde sempre viveu!

Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde ele chegou, partindo de onde ele partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que ele e sua galera politica e base aliada alegremente chafurdam, nem se entregaria a seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria.

Mas reconheço nele uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.

Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: "Aqui todos são subornáveis".

Ele destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.

Ele não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-a generalizada, refinando-a e fazendo-a permear até os últimos níveis da Administração.

O Brasil, no seu reinado, vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia corruptiva.

Peça ao soviético marco aurélio amigo das FARC e de TODOS movimentos terroristas da AL para lhe explicar o que é isso.

Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.

Ele faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.

A propósito, o que é que ele sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques?

Ele sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?

Ele mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar.

Ele mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão.

Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho.

Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas.

Mentiu ao afastar dirceu, palocci, gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante.

Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las.

Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.

Por falar em Ongs, ele comprou a esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros, dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os exploradores do povo e desperdiçar os recursos que tanta falta fazem aos hospitais. Ele comprou os gigolôs terroristas e drogados da UNE.

Ele não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas.

Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.

Ao contrário, o Supremo, onde tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.

Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.

Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.

(...)

Anônimo disse...

(...)

Aliás, lulla, nunca teve ideais, apenas ambições.

Ele jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.

Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do Congresso, aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos, às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que pouquíssimo da arrecadação sobraria para os investimentos de que tanto carece a população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio e o populismo; e vai por aí... Justiça, ora a Justiça, é o que você pensa...

Ele dividiu a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta.

Aliás, se você estivesse realmente interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos.

Mas ele, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?

E se há coisa que ele e o Partido dos Trabalhadores definitivamente detestam é o trabalho: então, muito mais fácil é o atalho das cotas, mesmo que elas criem hostilidades entres as cores, que seus critérios sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se delas.

A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque ele a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.

O que houve entre o BNDES e as redes de televisão?

O que ele mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete Lemos?

Essa técnica de comprar ou perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores as opções: "O plata, o plomo". Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala bem o Espanhol.

Ele pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.

Afinal, se ele não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?

É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, ele comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.

Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente, mas que caiu em seu colo.

Tudo, então, pode se resumir ao dinheiro e grande parte da população parece estar disposta a ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.

Anônimo disse...

O Brasil está se tornando, em pleno século XXI, uma sociedade feudal, dominada pelo príncipe "sapo barbudo", que foi agraciado pelo beijo de um sonho de "democracia" e está a um passo de ver confirmado seu reinado ditatorial e autoritário com a subida ao trono da terrorista Estela, que cuidará de apagar dos registros oficiais e da memória social todos os crimes cometidos durante a primeira fase do seu projeto de poder perpétuo. Um poder que já lhe rendeu uma fortuna de mais de dois bilhões de dólares – junto com seu herdeiro, o "Bill Gates tupiniquim", morador de uma mansão "doada" pela família de um magistrado de uma alta corte e financiado com o roubo do dinheiro dos contribuintes – conforme denúncias vinculadas na imprensa virtual sem censura.
O petismo saiu da sarjeta de um sindicalismo comunista e espúrio para tomar o poder com a colaboração do voto de quem não enxerga um palmo adiante do nariz acumpliciado de uma horda de "intelectuais" que só defendem o marxismo para se inserirem numa "nomenklatura" de Brasília que sonha viver, nababescamente, e como "executivos estatais", a custa do suado dinheiro do contribuinte, tornando-se assim a classe ou casta mais rica de Pindorama.
Essa turma não deve estar nem um pouco preocupada com a desmontagem do sistema financeiro que a mantém com o dinheiro da cidadania-babaca, pois sabe muito bem que o seu reduto mais protegido de todos já foi estruturado: a Ilha da Fantasia do Planalto Central, que neste mister, dá aulas de eficiência a qualquer paraíso fiscal. Por exemplo, eis uma grande lição ministrada pelo petismo: "não coloque dinheiro em paraísos fiscais", isso está "demodé". Simplesmente, consiga uma segunda cidadania em qualquer país europeu, e movimente lá, em contas bancárias cujo sigilo a EU garante eficientemente, todos os seus milhões – em raros casos até bilhões – oriundos do rosário de falcatruas que tem se tornado uma rotina impune e inimputável nos últimos treze anos no Brasil.
Não é nada fácil ser cúmplice de comunistas. É preciso ser um perfeito canalha e um idiota completo, ou um absoluto covarde, subserviente da corrupção, da burocracia (politburo) que toma conta do poder público. Isto coloca a sociedade dos esclarecidos do nosso país à margem da vida pública, e promove o tratamento dessas pessoas – que trabalham e produzem para formação de um patrimônio digno e honesto – como os "porcos burgueses", que se alimentam do sofrimento e do sangue dos "sofridos operários-cidadãos". É o regime feito para a escória material e operado pela escória moral.

O silêncio nas ruas e na boca dos esclarecidos do nosso país – acadêmicos, jornalistas, artistas, grandes empresários, banqueiros, entre outros –, diante da colocação do tapete vermelho para essa bandida e terrorista "Estela" subir ao púlpito do Planalto Central, denuncia o resultado da destruição da moralidade, da dignidade, da honra, da ética, da Justiça, dos sonhos de liberdade, de democracia e justiça social, e da vergonha na cara de uma sociedade rigorosamente covarde e comandada pelas canalhices das oligarquias putrefatas, servidas por uma classe de políticos canalhas e servidores públicos absolutamente desqualificada, em todos os sentidos.
Os poderes da República, reduzidos a uma massa em adiantado estado de putrefação ao longo dos desgovernos de cunho esquerdista, tornaram-se nada mais que um imenso ralo por onde se esvai o suado e sacrificado dinheiro do otariado nacional, na água fétida das maracutáias engendradas por autoridades corruptoras e um bando se aproveitadores corruptos.

(Extratos do artigo "Manifesto contra o Estado bandido", escrito por Geraldo Almendra e Francisco Viana em 16 de abril de 2009)

Anônimo disse...

Há uma enorme diferença entre o falso e o verdadeiro brasileiro. O verdadeiro empunha a Bandeira Nacional, canta o Hino Nacional, e respeita todos os outros símbolos nacionais. Já o falso, empunha estranhas bandeiras vermelhas, com símbolos estranhos ao nosso país. O falso está pronto a trair a Pátria em nome de uma ideologia estranha. O falso é comunista, mas se diz socialista ou esquerdista, mas são todos gatos do mesmo saco! Cagliostro